Treinos pós-Carnaval para você retomar o ritmo

O feriadão passou, mas a vontade de voltar para a malhação ainda não? Isso é normal! Mas não desanime, preparamos um treinos pós-Carnaval para retomar a rotina.

Os exageros do feriado desgastam o corpo, que precisa de um tempo para a recuperação antes de retornar às atividades do dia a dia normalmente. Contudo, isso não quer dizer que você deva ficar longe da academia durante esse período. A educadora física Cau Saad, de São Paulo, nos ensina o que priorizar no treino para não trazer muitos danos ao organismo.

Se você bebe pouca água, tem uma má alimentação e dorme pouco, não adianta querer encarar um treino pesado. “Isso gera um estresse no organismo. E aí a pessoa sente cansaço, sonolência, dores nas articulações e fadiga muscular”, afirma Cau. O ideal é ir aos poucos. Organize-se e não esqueça da hidratação e alimentação equilibrada, combinadas com boas horas de sono!

Mas vale reduzir a intensidade e volume do treino?

Você deve. “E a progressão, ou seja, o aumento de carga ou intensidade, deve ser incluída gradualmente na rotina”, explica.

Treinos pós-Carnaval

Veja quais exercícios Cau Saad indica para retomar o ritmo de treino.

1. Alongamento

“Além de ajudar a relaxar os músculos, promove oxigenação das células e ainda melhora o desempenho na atividade física”. Veja uma séria completa idealizada pela educadora aqui.

2. Caminhadas e trotes

O exercício protege o coração, melhora o humor e não vai deixar você muito cansada. Uma boa alternativa é intercalar treino intervalado (alternando ritmos forte e fraco), terrenos com ladeiras (ou inclinação na esteira) e trote. Quer saber como? Veja uma planilha completa aqui.

3. Séries de corda

Mais um dos bons treinos pós-Carnaval, as séries de corda combinam economia de tempo com eficiência. Uma hora de corda queima até 720 calorias, contra 500 da corrida na esteira, em média. Inspire-se aqui.

4. Intervalos ativos em formato circuitado

“É uma ótima opção para suar e eliminar toxinas, liberar endorfina (hormônio que traz sensação de bem estar), limpar as artérias, e ficar com mais disposição”, explica Cau. Veja um feito no Instituto Cau Saad que queima até 680 calorias em 30 minutos aqui.

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O que acontece depois de parar de tomar anticoncepcional?

Fique sabendo o que acontece depois de parar de tomar anticoncepcional e quais são os riscos e benefícios de fazer essa escolha.

Embora algumas pessoas precisem dos anticoncepcionais para tratar problemas de saúde, a maioria delas usa a pílula para evitar uma gravidez. 

De fato, o anticoncepcional não é a única forma de prevenir uma gravidez indesejada. Por isso e por causa do medo de o anticoncepcional fazer mal, muitas mulheres vêm procurando alternativas à pílula para evitar a concepção.

Ainda assim, surgem muitas dúvidas sobre o que acontece com o corpo depois de parar de usar anticoncepcional.

Parei de tomar anticoncepcional, e agora?

menstruação

Se você está passando por isso e não tem ideia do que vai acontecer com o seu corpo, saiba que é super normal ficar insegura neste momento. 

Basicamente, o que acontece é que o seu corpo volta a ter ciclos menstruais normais. Isto é, seu organismo vai voltar a produzir hormônios e a amadurecer os óvulos para uma possível gravidez.

Com isso, a menstruação e a fertilidade feminina retornam. 

Benefícios de parar de tomar anticoncepcional

A decisão de parar de usar o anticoncepcional pode trazer os seguintes benefícios:

  • Perda de peso em algumas mulheres;
  • Melhora do humor;
  • Menos dor de cabeça, embora isso não seja uma regra;
  • Aumento da libido.

Riscos de parar de tomar anticoncepcional

Dentre os riscos de parar de tomar a pílula, destacam-se: 

  • Possibilidade de uma gravidez indesejada;
  • Ciclos irregulares;
  • Sensibilidade nos seios;
  • Retorno das cólicas e da TPM.

Sintomas

Assim que seu corpo voltar a ter ciclos menstruais regulares, alguns sintomas podem ser observados, como por exemplo:

  • Cólicas menstruais;
  • Mudanças de humor;
  • Alterações de peso;
  • Pelos indesejados;
  • Acne.

Além disso, o fluxo menstrual pode se tornar mais intenso e você pode notar mais secreções vaginais do que antes.

Também podem ocorrer outros sintomas como:

  • Pele oleosa;
  • Pelo mais grosso;
  • Suor com cheiro mais forte.

Apesar de existirem os efeitos colaterais da retirada da pílula anticoncepcional, eles são temporários. Assim que o corpo se ajusta ao novo ciclo, a maioria dos sintomas desaparece sem a necessidade de tratamento.

Além disso, lembre-se de que seu estilo de vida e sua alimentação também interferem muito nesses possíveis efeitos. Assim, independentemente de largar o anticoncepcional ou não, cultive hábitos saudáveis.

Dúvidas sobre parar de tomar anticoncepcional

Por fim, confira as principais dúvidas sobre parar de usar o anticoncepcional:

Quanto tempo demora para voltar à fertilidade normal?

Pode demorar alguns dias até um ano para normalizar a fertilidade, mas estudos mostram que após 2 anos depois de parar de usar anticoncepcional, a fertilidade volta a ser a mesma do que a de uma mulher que nunca tomou pílula.

De acordo com um estudo publicado em 2018 na revista Contraception and Reproductive Medicine, pode ocorrer um atraso na capacidade de engravidar nos primeiros meses depois de parar de usar o anticoncepcional.

Isso ocorre porque pode levar um certo tempo até que seus níveis hormonais fiquem normais após parar de usar anticoncepcional. No entanto, a fertilidade de uma forma geral não é afetada.

Além disso, vale lembrar que o tempo que você usou a pílula não afeta a sua fertilidade, pois assim que você deixa de usá-la, seu corpo retoma a produção hormonal de antes.

Quando volta a menstruação?

A maioria das mulheres volta a menstruar 2 semanas depois de parar de usar a pílula, mas algumas podem ficar algumas semanas ou até meses sem menstruar.

Mesmo que demore para regular o seu ciclo menstrual, isso não significa que há algo de errado com a sua saúde. No entanto, se você ficar muitos meses sem menstruar ou apresentar algum sintoma extra, procure um médico ginecologista.

Fontes e Referências Adicionais

Você parou de usar anticoncepcional? Se sim, sentiu algum sintoma desagradável? Comente aqui!

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Como fazer óleo de girassol caseiro

Geralmente, encontramos o óleo de girassol à venda em estabelecimentos das nossas cidades ou na internet. Mas será que há como fazer óleo de girassol caseiro? Ou o processo de extração do óleo vegetal é um pouco mais complexo?

Provavelmente a segunda alternativa. Isso porque não encontramos métodos viáveis de como fazer óleo de girassol caseiro. Mas então, como é que se produz o óleo de girassol?

De acordo com a Agência Embrapa de Informação Tecnológica (Ageitec), a produção artesanal do óleo de girassol é um processo de pequena escala. Nele, adquire-se o produto por meio da prensagem contínua dos grãos.

Em seguida, o que ocorre é uma etapa de filtração ou decantação, que serve para separar resíduos, acrescentou a agência.

O processo industrial

Processo industrial - como fazer óleo de girassol caseiro

Se não temos um método de como fazer óleo de girassol caseiro, existe a produção industrial. Essa fabricação envolve processos como prensagem e a passagem por extratores para que ocorra a extração por solvente, esclareceu a Ageitec.

Ao longo desse processo industrial, as sementes da planta também passam por etapas de limpeza, secagem, descascamento, trituração e refinamento, que inclui a desgomagem, o branqueamento e a desodorização.

Mas, para quem deseja descobrir como fazer óleo de girassol caseiro, vale a pena saber que empresários chineses lançaram um equipamento de uso doméstico. É o The Daily Expeller (algo como “A Expelidora Diária”, em tradução livre do inglês).

Através de um processo de duas etapas, a máquina promete fornecer em apenas 15 minutos aproximadamente 20 ml de óleo a partir de 100 gramas de diversos tipos de grãos.

Além do girassol, a The Daily Expeller extrai óleo de diversos outros alimentos como amendoim, pistache, gergelim, amêndoa, avelã, pinhão e macadâmia, por exemplo.

Produto não deve ser aquecido ou substituir o óleo de cozinha comum, diz alerta

Vale a pena saber que recomenda-se consumir o óleo de girassol com moderação. Isto é, acrescentar apenas duas colheres de sopa de óleo de girassol em pratos salgados como massas e ensopados. Mas, só depois que eles já estiverem prontos.

Isso porque produto é prensado a frio e quando o aquecemos antes do consumo, ele sofre modificações moleculares que podem favorecer o desenvolvimento do câncer.

Assim, o conselho é usá-lo somente frio e o óleo de girassol não pode ser utilizado para substituir o óleo de cozinha comum.

Por outro lado, há quem defenda que esse óleo é um produto que se mantém estável até 200 graus e que pode ser usado até mesmo na preparação de frituras.

Com as opiniões diversas, o melhor é que você peça orientação do seu médico e/ou nutricionista para saber qual tipo de óleo de cozinha é mais aconselhável para a sua saúde e para tirar as suas dúvidas sobre o uso do óleo de girassol.

De qualquer modo, existe outro motivo para consumir o óleo de girassol em pequena quantidade. É que ele é rico em gorduras e, portanto, contém muitas calorias.

Outros problemas com o óleo de girassol

Uso do óleo de girassol - Como fazer óleo de girassol caseiro

Quem deseja aprender como fazer óleo de girassol caseiro provavelmente quer usar o produto. Portanto, também vale registrar que, assim como o seu colega óleo de milho, o de girassol tem ômega-6.

O ômega-6 é uma gordura poli-insaturada que faz bem ao organismo quando sua ingestão ocorre em doses pequenas.

Conforme a nutricionista e mestra em nutrição Jillian Kubala, o ômega-6 é um ácido graxo essencial. Ou seja, uma substque o organismo não produz e que precisamos ingerir na alimentação.

Ao lado dos ácidos graxos ômega-3, ele exerce um papel importante no funcionamento normal do cérebro e no crescimento e desenvolvimento apropriado, esclareceu a especialista.

“Enquanto o ômega-3 ajuda a combater a inflamação no corpo que pode gerar uma série de doenças crônicas, o ômega-6 tende a ser mais pró-inflamatório”, acrescentou a nutricionista.

“Embora esses dois ácidos graxos essenciais sejam cruciais para a saúde, as dietas modernas tendem a ser muito ricas em ômega-6”, ressaltou Kubala.

Esse padrão alimentar pode se tornar um problema. Principalmente quando o exagero no consumo do ômega-6 aparece na companhia de um desleixo na ingestão de ômega-3.

O perigo mora na falta de equilíbrio

Isso porque um desequilíbrio entre esses ômegas pode predispor o organismo a inflamações e fazer mal para as artérias.

Existem indícios de que a desproporção entre o ômega-3 e o ômega-6 poderia aumentar o risco da formação de placas nos vasos sanguíneos. Para evitar esse tipo de problema, a recomendação é não tornar o óleo de girassol a estrela da cozinha.

O ideal é não escolher um único tipo de óleo para os alimentos, porém, utilizar diversas opções do produto.

Conheça os benefícios de outro produto à base do girassol, a semente de girassol, no vídeo da nossa nutricionista:

Fontes e Referências Adicionais

  • Agência Embrapa de Informação Tecnológica – Girassol

Você costuma usar óleo de girassol no seu dia a dia? Então, conte para nós nos comentários!

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Água oxigenada para sinusite funciona?

Se você sofre de sinusite, você deve estar sempre em busca de tratamentos mais eficazes para a infecção. Veja então se a água oxigenada para sinusite funciona ou se isso não passa de um mito.

A sinusite é uma infecção que traz muitos sintomas irritantes e desagradáveis, incluindo:

  • Nariz entupido;
  • Coriza;
  • Dor de cabeça;
  • Mal-estar;
  • Tosse;
  • Cansaço.

Aliás, se você gostaria de tratar sua sinusite sem ter que recorrer a medicamentos em cada crise de sintomas da sinusite, confira suas opções de remédios caseiros para sinusite.

São muitos os possíveis usos da água oxigenada, mas nem todos são realmente eficazes. Alguns dos usos tradicionais do peróxido de hidrogênio incluem:

  • Higiene bucal para eliminar germes e evitar doenças de saúde bucal;
  • Desinfecção da casa;
  • Cicatrização e limpeza de feridas na pele.

Não deixe de conferir o vídeo abaixo em que a nossa nutricionista fala sobre os sintomas de sinusite mais perigosos para a saúde:

Água oxigenada para sinusite funciona?

sintomas da sinusite

Há quem afirme que usar água oxigenada nas narinas ajuda a diluir o muco, desentupir o nariz entupido e limpar as narinas.

Realmente, essas afirmações estão presentes em estudos científicos. Mas são pesquisas muito antigas. Atualmente, a medicina já avançou muito e existem outras formas mais eficazes de tratar a sinusite.

Ainda assim, é fácil encontrar receitas que te ensinam como usar a água oxigenada no nariz. A maioria delas diz para preparar uma solução de duas partes iguais de água e água oxigenada.

Em seguida, o indicado é aplicar a solução nas narinas, esperar alguns segundos para a ação e assoar logo depois.

Também há receitas caseiras que indicam uma mistura de peróxido de hidrogênio com água e sal para lavar o nariz.

Devido ao seu poder desinfetante, acredita-se que a água oxigenada pode matar os organismos que causam a sinusite e melhorar os sintomas. De fato, o peróxido de hidrogênio tem propriedades bactericidas. Mas, por outro lado, nem toda sinusite tem origem bacteriana.

Aliás, algumas pessoas também defendem que aplicar água oxigenada no ouvido parece ajudar a evitar e a tratar inflamações no ouvido, na garganta ou no nariz.

No entanto, a maioria dos médicos não recomenda o uso da água oxigenada para tratar a sinusite, pois ela pode causar rinite ou piorar os sintomas.

Além disso, existem outros efeitos adversos como:

  • Risco de queimadura;
  • Irritação nas mucosas;
  • Ardência no nariz.

Aproveite para conferir como é o tratamento correto para a sinusite.

Considerações sobre o uso de água oxigenada no nariz

Se você usar água oxigenada diluída e aplicar com bastante cuidado, pode até ser que seus sintomas melhorem. Mas nada substitui um tratamento monitorado por um médico.

Além disso, ao notar que seus sintomas estão piorando ou se você apresentar sinais como febre e dor de cabeça muito forte, procure atendimento médico para iniciar o tratamento mais adequado e se sentir melhor.

Fontes e Referências Adicionais

Qual é a sua técnica para melhorar os sintomas da sinusite? Já tentou o uso do peróxido de hidrogênio alguma vez? Comente aqui!

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Descubra se você pode ter intolerância à lactose

O organismo de quem sofre com a intolerância à lactose, que é o açúcar do leite, não consegue digerir completamente essa substância. Geralmente, a causa do problema é uma produção muito baixa e insuficiente de lactase, enzima que atua na digestão da lactose.

Assim, quem sofre com a condição precisa restringir o seu consumo de leite e até de outros produtos laticínios, dependendo do seu grau de intolerância.

Entretanto, sabia que não são poucas pessoas que têm o problema? Isso porque estima-se que até 65% das pessoas no mundo apresentem algum tipo de deficiência de lactase.

Você já sentiu-se mal depois de consumir leite, alguma receita com leite ou um produto laticínio? Já suspeitou que possa ter a intolerância à lactose? Existem alguns sintomas que podem indicar que uma pessoa tem a condição. Por exemplo:

1. Gases

Gases

O aumento da produção de gases dentro de 30 minutos a duas horas após fazer uma refeição que contenha lactose pode ser um dos sintomas da intolerância ao açúcar do leite.

2. Inchaço

Ao mesmo tempo, um inchaço na região abdominal também é um dos possíveis sintomas da intolerância à lactose.

Isso pode ocorrer porque a maior produção de gases trazida pela condição dilata o estômago e o intestino, deixando a barriga mais volumosa. Aliás, para alguns, o efeito pode ser expressivo.

Além disso, o açúcar do leite não digerido fermenta no organismo e dá uma considerável sensação de inchaço.

3. Diarreia

Pessoa com diarreia

Além disso, o intolerante à lactose também pode ter diarreia após consumir leite e seus derivados porque a presença da lactose não digerida atrai muita água para o intestino.

4. Cólica, náuseas e vômito

Embora não tenham diarreia, algumas pessoas que possuem a intolerância ao açúcar do leite podem sofrer com cólicas, náusea e até mesmo vômito após ingerir a lactose.

Intolerância não é o mesmo que alergia

A intolerância à lactose é uma condição, enquanto a alergia à proteína do leite de vaca é outra doença diferente. Aliás, a última é uma questão que envolve o sistema imunológico e costuma ser um problema mais grave e que exige mais cuidado. Saiba mais sobre a alergia à proteína do leite.

Atenção!

Tem alguma dúvida ou percebeu que seu corpo apresenta um ou mais desses sintomas? Então, você precisa procurar a ajuda de um médico para confirmar se realmente tem a intolerância à lactose e saber direitinho quais cuidados deve tomar a partir de então.

Este artigo serve apenas para informar e jamais pode substituir o diagnóstico ou as orientações profissionais do médico.

Caso a sua intolerância à lactose se confirme, saiba que existem leites vegetais e receitas sem lactose, como sobremesas sem lactose e pães sem lactose, que você pode preparar aí mesmo da sua casa!

Não perca o vídeo a seguir! A nossa nutricionista apresenta os sinais da intolerância à lactose que o corpo dá. Confira:

Fontes e Referências Adicionais

Você tem intolerância à lactose? Conhece alguém que tenha? Então, conte para nós nos comentários!

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