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Month: February 2021
Cárie: o que é, sintomas, causas e tratamento
A cárie, também conhecida popularmente como dente podre, é uma infecção dos dentes causada por bactérias naturalmente presentes na boca e que se acumulam formando placas duras e…
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O que pode ser dor na gengiva
A dor na gengiva pode ser provocada devido a uma escovação dos dentes muito agressiva ou uso incorreto do fio dental, ou em casos mais graves pode acontecer devido a doenças como gengivite, sapinho…
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Dor de dente na gravidez: como aliviar e principais causas
A dor de dente é relativamente frequente na gravidez e pode surgir de forma repentina e durar horas ou dias, afetando o dente, o maxilar e até causando dor de cabeça e de ouvido, quando a dor é…
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Como eliminar cáries dos dentes: opções de tratamento
O tratamento para eliminar cáries, é feito geralmente através de uma restauração, que é realizada pelo dentista e consiste na remoção da cárie e de todo o tecido infectado, sendo que depois…
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Exercícios não anulam efeitos negativos de estar acima do peso, diz estudo
Há quem acredite que dá para estar acima do peso e ser saudável, caso faça exercícios. Mas uma pesquisa recente apontou que um estilo de vida ativo pode não conseguir cancelar os prejuízos que o excesso de gordura traz à saúde cardíaca.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram dados de aproximadamente 527 mil trabalhadores na Espanha. A média de idade deles era de 42 anos e eles eram assegurados de uma empresa de prevenção de risco ocupacional.
De acordo com a CNN, os cientistas os dividiram em grupos conforme seus níveis de atividade física e peso corporal. Enquanto 42% delas tinha um peso normal (Índice de Massa Corporal de 20 a 24,9), 41% tinham sobrepeso (IMC de 25 a 29,9) e 18% eram obesas (IMC de 30 ou mais).
Então, os pesquisadores analisaram a saúde cardiovascular dos participantes, classificando-os em categorias como diabetes, colesterol alto e pressão alta. Esses três problemas são grandes fatores de risco para ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).
O que eles encontraram?
Os cientistas estudaram as ligações entre IMC, nível de atividade e fatores de risco. Então, concluíram que qualquer nível de atividade torna uma pessoa menos propensa a ter um desses fatores de risco. Isso em comparação a não fazer nenhum exercício.
Além disso, eles identificaram que os riscos de pressão alta e diabetes diminuem com o aumento dos níveis de atividade física.
Conforme afirma o autor do estudo e professor de fisiologia do exercício na Universidade Europeia de Madrid, Alejandro Lucia, isso indica que independente do seu peso, qualquer pessoa deve ser fisicamente ativa para proteger a sua saúde.
Entretanto, a pesquisa também mostrou haver um maior risco cardiovascular para pessoas com sobrepeso e obesidade do que para aqueles com peso normal. Independente da quantidade de exercício físico que eles faziam.
Os participantes obesos e ativos registraram duas vezes mais chances de ter colesterol alto. Ao mesmo tempo, eles apresentaram quatro vezes mais chances de ter diabetes e cinco vezes mais chances de ter pressão alta do que os participantes com peso normal que não praticavam exercícios.
Os pesquisadores observaram esses resultados em homens e mulheres quando fizeram uma análise separadamente. Assim, Lucia ressaltou que combater a obesidade é tão importante quanto combater a falta de atividade física.
Ele defende que a perda de peso deve ser um objetivo principal para as políticas de saúde, junto de um estilo de vida ativo.
Estudo espanhol questiona outras pesquisas
Estudos anteriores já sugeriram que estar fisicamente ativo poderia aliviar os efeitos negativos do excesso de peso para a saúde do coração. A ideia é que estar acima do peso, mas ser fit, teria efeitos similares para a saúde cardiovascular do que ser magro, mas não ser fit.
Para o professor de fisiologia do exercício, esses conceitos levaram a propostas controversas de políticas de saúde. Elas priorizaram a atividade física e o fitness acima da perda de peso.
No entanto, a pesquisa espanhola apontou o contrário. “Uma pessoa não pode ser ‘gorda, mas saudável’. As nossas descobertas refutam a noção de que um estilo de vida fisicamente ativo pode anular por completo os efeitos prejudiciais do sobrepeso e da obesidade”, afirmou Lucia.
Lucia declarou que seu trabalho foi a primeira análise de porte nacional a demonstrar que se exercitar regularmente provavelmente não acaba com os efeitos negativos do excesso de gordura corporal.
Se a controvérsia continua, o melhor é se exercitar e manter um peso saudável
O vice-reitor de ciência de dados e tecnologia da informação da Escola de Medicina da Universidade de Duke, Michael Pencina, não participou do estudo espanhol e conversou com a CNN sobre a pesquisa. Para ele, o estudo indica uma associação, mas não uma causalidade.
“O que esse estudo não conta é: a pessoa que é obesa e ativa se tornou ativa quando percebeu que era obesa? E seus fatores de riscos eram altos? Ou ela era ativa e, apesar disso, se tornou obesa e seus fatores de risco aumentaram?”, questionou Pencina.
Conforme ele afirma, o que se vê é que a carga de fatores de risco aumenta por categoria de peso, com os obesos tendo a maior carga de fatores de risco associados.
Além disso, há estudos que destacam a importância dos exercícios. Por exemplo, uma pesquisa da Universidade de Oxford de janeiro de 2021 apontou que eles podem ser mais importantes do que se sabia para prevenir a doença cardiovascular.
Adicionalmente, um estudo de janeiro de 2019 da Cleveland Clinic indicou que ser sedentário é pior para a saúde que fumar, diabetes ou doença cardíaca. Outra pesquisa sugeriu que o sedentarismo mata mais que a obesidade.
O chefe da divisão de cardiologia do Massachusetts General Hospitale e professor de medicina de Harvard, Anthony Rosenzweig, afirmou que a controvérsia sobre a contribuição exata do peso e dos exercícios para a saúde cardiovascular provavelmente vai continuar.
“Para otimizar a saúde e minimizar os riscos de doença cardiovascular, os pacientes devem prestar atenção aos dois. Manter um peso saudável e ser fisicamente ativo”, afirmou Rosenweig.
Já passou dos 30 e está precisando emagrecer? Então, assista o vídeo da nossa nutricionista sobre a perda de peso após os 30:
Você alia a prática de exercícios a uma dieta para emagrecer? Ou opta apenas por um dos dois? Conte para nós nos comentários!
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Tempo em frente a telas é preocupação de pais na pandemia
Não há como negar que a pandemia também deixou sua marca na nossa saúde mental. E quando se trata de crianças e adolescentes, o impacto pode ser ainda maior.
Uma das grandes preocupações dos pais neste quesito é o tempo que estas crianças estão passando em frente às telas. Isto foi o que demonstrou uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sobre as principais preocupações dos pais durante este período dos últimos meses.
Entenda como a pandemia está afetando a saúde mental de crianças e adolescentes. Da mesma forma, descubra dicas para manter seus filhos mais tranquilos e protegidos.
Crianças podem estar ficando viciadas em aparelhos eletrônicos, aponta estudo
Com a pandemia, o tempo de uso de telas aumentou. De acordo com um estudo indiano, cerca de 65% das crianças pesquisadas estão viciadas em eletrônicos.
Da mesma forma, o estudo ainda avaliou que estas crianças são incapazes de manter distância de eletrônicos como celulares, tablets e computadores por 30 minutos.
Este estudo foi realizado por médicos do Hospital JK Lone, em Jaipur, na Índia, com 203 crianças. Segundo os pesquisadores, quase todas as crianças tiveram um aumento no tempo de tela de 2 a 3 vezes, e uma redução na atividade física.
Além do vício, a pesquisa ainda apontou outros problemas causados pelo tempo excessivo em frente às telas. De acordo com os cientistas, 50% dessas crianças têm dificuldade em dormir e 17% acordam no meio do sono à noite.
Além disso, estas crianças apresentam ainda sonolência e cansaço diurno. Da mesma forma, os pesquisadores também relataram uma mudança no comportamento das crianças e adolescentes estudados.
Por que as telas podem ser tão prejudiciais
Os pais, portanto, devem ficar atentos aos efeitos nocivos deste hábito crescente na pandemia.
De acordo com os especialistas, o uso excessivo de telas pode trazer algumas consequências. Irritabilidade, ansiedade e tristeza, por exemplo, são sintomas de que o seu filho está passando muito tempo na frente de aparelhos eletrônicos.
Da mesma forma, a criança pode apresentar dificuldade de atenção, sobrepeso, distúrbios alimentares, sedentarismo e transtornos posturais, bem como outros problemas.
Sendo assim, o manual da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), por exemplo, recomenda até uma hora por dia de exposição ao uso de monitores para crianças com idade entre 2 e 5 anos. Para crianças com idade entre 6 e 10 anos, o tempo sobe para no máximo 2 horas.
Já para os adolescentes, com idades entre 11 e 18 anos, a indicação é de, no máximo, 3 horas por dia.
Pais devem ficar atentos ao uso da tecnologia pelos filhos
Apesar de tudo isso, os pais devem se preocupar menos com a quantidade de tempo que os filhos usam os dispositivos e mais com a forma como usam a tecnologia.
É o que alerta Gary Freed, médico, chefe de Pesquisa Nacional de Saúde Infantil do Mott Children’s Hospital, em Michigan.
De acordo com o especialista, é importante que as crianças e adolescentes mantenham conexões sociais e familiares que sabemos serem importantes para seu bem-estar emocional. Principalmente, explica Freed, durante um período em que se sentem estressados ou isolados.
Apesar disso, Freed defende que os pais devem estipular algumas regras. Para o médico, os pais devem definir limites claros sobre como e quando os filhos podem usar os dispositivos para garantir que não prejudiquem os hábitos de sono.
Do mesmo modo, as telinhas não devem substituir hábitos saudáveis como a atividade física.
“Os pais precisam ter conversas constantes com seus filhos e adolescentes para orientá-los sobre práticas seguras na internet”, diz Freed.
Dicas para manter seu filho tranquilo durante a pandemia
Muito tempo em frente às telas e problemas com a saúde mental são algumas das principais preocupações dos pais neste período. No entanto, é possível amenizar os sintomas e tornar o isolamento um pouco mais tranquilo com algumas atitudes.
Antes de mais nada, é preciso leveza. Neste momento tão difícil, é importante que os pais abandonem a ideia de perfeição. Ter flexibilidade é fundamental durante este período de isolamento social.
Da mesma forma, é importante criar uma rotina. Os especialistas aconselham que você planeje junto com seus filhos a rotina de estudos, atividades e brincadeiras. Sempre, é claro, separando momentos para estarem juntos.
Do mesmo modo, é importante dar liberdade para o seu pequeno. A dica é separar um local da casa para a criança brincar à vontade.
A interação social também pode ser primordial. Desta maneira, incentive seu filho a usar as redes sociais para manter o contato com os amigos.
Busque ajuda! Se você perceber que você ou o seu filho não estão conseguindo lidar bem com a situação, entre em contato com algum profissional competente que possa lhe ajudar a sobreviver melhor a este período.
Você tem crianças ou adolescentes em casa? Conte para a gente como tem sido a experiência durante o isolamento social!
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14 dúvidas comuns sobre a vacina da COVID-19
A vacinação contra a COVID-19 é um tema bastante polêmico, especialmente porque as vacinas foram desenvolvidas em tempo recorde para tentar combater a pandemia mundial causada pelo novo…
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Receita de pão sem lactose e sem glúten delicioso
Para quem sofre com uma intolerância alimentar, como a intolerância à lactose que restringe o consumo de leite, é preciso redobrar a atenção com a alimentação. Tudo para evitar consumir, mesmo sem querer, aquela substância que o seu organismo não aceita muito bem.
Por exemplo, para garantir um café da manhã ou lanchinho da tarde mais seguro, a pessoa pode preparar o seu próprio pão sem lactose. Como não poderia deixar de ser, a receita não leva nadinha de leite ou seus derivados.
Além disso, o pão sem lactose que vamos conhecer hoje também é uma alternativa de pão sem glúten. A preparação não leva farinha de trigo – em vez disso usa farinha de arroz integral, farinha de castanha de caju, polvilho doce e amido de milho.
Mesmo que você não tenha intolerância à lactose ou uma doença que impeça a ingestão do glúten, dá para preparar o pãozinho de hoje para recebear ou presentar um amigo ou parente que sofra com esses problemas. Certamente eles vão amar!
Portanto, aprenda agora mesmo como preparar o pão sem lactose. Confira o passo a passo a seguir e corra até a cozinha para testar a receita!

Pão sem lactose
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Equipment
-
Tigelas
-
Espátula
-
Forma de pão
Ingredients
- 1 xícara farinha de arroz integral
- ½ xícara farinha de castanha de caju
- ¼ xícara polvilho doce
- ¼ xícara amido de milho
- ¾ xícara água morna em 37º C
- 1 colher de sopa fermento biológico seco
- 1 colher de sopa açúcar mascavo
- 1 ovo levemente batido
- 1 colher de sopa azeite de oliva
- 1 colher de chá sal
- 1 colher de sopa sementes de gergelim
- 1 colher de sopa sementes de abóbora
- 1 colher de sopa semente de girassol
Instructions
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Juntar a água morna, o fermento e o açúcar em uma tigela. Misturar e deixar em um local morno para reagir até formar uma esponja, durante 10 a 15 minutos. Passado esse tempo, preaquecer o forno na temperatura alta.
-
Misturar as farinhas, o polvilho doce e o amido de milho em outra tigela. Adicionar a mistura do fermento e mexer bem com uma espátula. Se quiser, também pode usar o fuê (batedor de claras).
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Adicionar o azeite e o sal na massa e misturar novamente. Distribuir a massa em uma forma de silicone (se não tiver, unte outra forma) e polvilhar as sementes por cima.
-
Levar ao forno preaquecido para assar por cinco minutos. Abaixar o fogo para 180º C a 200º C e assar por mais 20 a 35 minutos. Esperar esfriar um pouco para tirar do forno e deixar o pão esfriar por completo em cima de uma grade ou papel-toalha. Cortar só após o pão esfriar totalmente, para não desmanchar.
Notes
- Se quiser, use outras ou mais sementes para polvilhar o pão.
- Recomenda-se usar uma forma com 18 cm de largura na base, 21,5 cm de largura no topo e 8 cm de altura.
- O número de porções que a receita rende a o teor de calorias por porção pode variar conforme o tamanho em que você cortar cada fatia de pão.
Nutrition
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Receita de salada com centeio para emagrecer
Incluir o centeio nas refeições da dieta para emagrecer é uma boa ideia porque ele é um daqueles alimentos que saciam. Ou seja, ele ajuda a controlar melhor o apetite, o que é útil para não consumir calorias em excesso. Saiba mais sobre como o centeio pode influenciar o peso.
Por exemplo, você pode fazer uma salada com centeio para emagrecer no seu almoço ou jantar. O prato ajuda a saciar bem a refeição porque, além do centeio, traz as proteínas do ovo de codorna e as fibras da quinoa e de vários legumes.
Vale lembrar que tanto as proteínas quanto as fibras são nutrientes que promovem saciedade no organismo. Isso sem contar que o centeio, a quinoa e os legumes da salada também fornecem nutrientes fundamentais para a saúde.
Ou seja, o que temos aqui é um prato que contribui com a dieta e, ao mesmo tempo, é benéfico para a saúde! Quer coisa melhor que isso?
Então, aprenda agora mesma como preparar a salada com centeio para emagrecer e sirva-a no seu próximo almoço ou jantar! Os ingredientes necessários e o passo a passo da receita estão logo a seguir:

Salada com centeio para emagrecer
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Equipment
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Panelas
-
Tigela
Ingredients
- ⅓ xícara centeio em grãos
- ⅓ xícara quinoa
- ½ pote palmito picado (150 gramas)
- 4 xícaras brócolis
- 10 ovos de codorna
- 1 cenoura ralada
- 2 rabanetes ralados
- ½ xícara tomates-cereja
- 1 colher de sopa suco de limão
- 1 colher de sopa azeite de oliva extra virgem
Instructions
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Levar o centeio ao fogo para cozinhar por 30 minutos, a quinoa por 20 minutos, o brócolis por 10 minutos e os ovos de codorna por oito minutos. Cozinhar cada alimento com água em uma panela diferente.
-
Após cada alimento cozinhar, escorrê-los. Descascar os ovos de codorna. Juntar os alimentos cozidos com os outros ingredientes da receita e misturar muito bem. Prontinho!
Notes
- O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme a quantidade da salada que você servir por vez. Colheradas maiores têm mais calorias e fazem com que a receita renda menos porções.
Nutrition
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