Viciado em marketing e com muita vontade de passar o que sei para frente, isso é o que me descreve!
Author: caiosousamd
Meu nome é Caio Sousa, atuo com Marketing a 25 anos, é uma coisa que eu amo com todas minhas forças.
Quando amamos alguma coisa queremos fazer sempre um pouquinho mais do que o comum, não é mesmo? Então, eu decidi abrir um blog onde quero compartilhar alguns macetes com vocês, assim fazemos uma troca de experiência bem bacana.
Segue o blog: https://caiosousamd.tumblr.com/
Acho que com esse tempo de experiencia que eu tenho, vou conseguir agregar bastante em sua vida.
Hoje o marketing está muito evoluído, e o mais eficaz tem sido o marketing digital, com o SEO, mídias sociais, mídias pagas e orgânicas... tem apresentado um resultado espetacular.
Do mesmo jeito que o marketing evolui pra trazer um resultado melhor, eu também quero trazer um resultado ótimo para vocês.
Quando alguém ama sorvete, não tem tempo ruim: a sobremesa gelada cai bem independente de estar frio ou calor. O melhor é que existem receitas para todos os gostos e dietas, que podem ser feitas até mesmo em casa.
Por exemplo, para quem não consome nada que tenha origem animal, o sorvete vegano light que vamos conhecer é uma excelente opção. Até porque ele leva apenas três ingredientes e é bem fácil de fazer.
Você vai precisar de frutas como morango, banana e limão. Enquanto as duas primeiras aparecem inteiras, o limão é espremido e apenas o seu suco é usado na receita.
Isso mesmo que você concluiu: o sorvete vegano light não tem adição de açúcar. Assim, ele também é uma ótima opção de sobremesa com frutas para quem não quer consumir açúcar em excesso na dieta.
Nem precisa ser vegano para se apaixonar por essa delícia de sorvete light! Quer ver só? Então, aprenda a fazer o doce gelado com o passo a passo a seguir e experimente como ele fica!
Pique as bananas e os morangos. Coloque as frutas dentro de um saco plástico, feche bem e leve ao congelador por pelo menos 2 horas.
Passado esse tempo, ponha as frutas no processador de alimentos ou liquidificador. Esprema o suco de ½ limão e comece a bater. Bata até formar uma massa de sorvete bem homogênea. Se usar o liquidificador, comece batendo no modo pulsar.
Então, transfira o sorvete para uma travessa, cubra com papel filme e feche com uma tampa. É importante usar o papel filme para evitar a formação de cristais de água.
Leve o sorvete ao congelador por no mínimo 4 horas antes de servir.
Os sintomas de fígado atacado são bastante desconfortáveis e podem atrapalhar significativamente a continuidade das tarefas do dia ou o sono.
Alimentos muitos gordurosos e bebidas alcoólicas podem sobrecarregar o órgão, causando dor no fígado, enxaqueca, boca amarga e sintomas de má digestão.
Nessas horas, procuramos por soluções rápidas e eficazes para melhorar os sintomas de fígado atacado e nada melhor do que um chá ou um suco com propriedades anti-inflamatórias e hepatoprotetoras para isso.
Veja o que tomar para melhorar os sintomas de fígado atacado.
Chá de boldo
O boldo é uma planta originária das regiões montanhas do Chile, conhecida pelos seus benefícios à saúde e por aliviar sintomas gastrointestinais de má digestão e de fígado atacado.
O boldo contém uma substância chamada boldina, que protege o fígado contra os danos do estresse oxidativo e ajuda com os sintomas da ressaca, estimulando o fígado a eliminar o álcool.
O boldo é contraindicado para grávidas, lactantes, crianças menores de 6 anos, pessoas com doenças no fígado ou nos rins e pessoas que fazem tratamento com anticoagulantes.
Como preparar:
Lave bem as folhas de boldo.
Em um copo, coloque 1 colher de chá de folhas de boldo.
Adicione 150 mL de água fervendo.
Abafe o copo por 10 minutos.
Coe e beba.
Você pode consumir o boldo de outra maneira, também eficaz:
Lave bem as folhas de boldo.
Em um pilão ou em um copo de plástico resistente, adicione as folha de boldo e um pouco de água, em seguida soque ou bata as folhas de boldo, deixando-as bem maceradas.
Tome imediatamente após o preparo.
Chá de cardo-mariano
O cardo-mariano é uma planta medicinal cheia de benefícios para o fígado
A planta cardo-mariano é originária do Mediterrâneo, Europa, Oriente Médio e África e é considerada medicinal, por apresentar uma substância chamada silimarina, que possui propriedades antioxidantes.
Essa planta pode ser usada no tratamento de doenças do fígado e sintomas de fígado atacado, pois atua na regeneração de suas células, os hepatócitos, e estimula a síntese de proteínas. Dessa forma, a recuperação do tecido após um dano acontece de forma mais rápida.
Como consequência de sua ação no fígado, há maior produção de bile, importante para que a digestão seja mais eficiente, reduzindo os sintomas de indigestão.
O chá de cardo-mariano é contraindicado para crianças, pessoas com pressão alta e com problemas nos rins ou no estômago. Gestantes e lactantes só podem tomar o chá com liberação médica.
Como preparar:
Ferva uma xícara de água.
Adicione 1 colher de chá de frutos de cardo-mariano esmagados.
Abafe a xícara por 15 minutos.
Coe e beba.
Chá de alcachofra
A alcachofra é uma planta originária da Europa, que traz vários benefícios à saúde, inclusive para o fígado, devido sua função hepatoprotetora. Isso significa que a planta estimula a regeneração das células do fígado após uma lesão ou estresse ao órgão causado por algum alimento.
Esse chá é contraindicado para quem tem alergia à camomila ou ao dente-de-leão, pois é provável que também tenha alergia à alcachofra. Pessoas com doenças relacionadas ao rim ou à vesícula biliar também não devem tomar o chá. Gestantes, lactantes e quem faz tratamento com anticoagulantes também não devem fazer uso do chá.
Como preparar:
Ferva uma xícara de água.
Adicione ½ colher de chá de extrato de folha de alcachofra.
Mexa até que o extrato fique bem dissolvido na água.
Coe e beba.
Chá de alho
O alho contém os ingredientes ativos, alicina e selênio, que ajudam a melhorar o funcionamento do fígado, pois ativam enzimas importantes para sua função de limpeza do organismo, reduzindo os sintomas de fígado atacado.
O alho também contribui para a redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, que sobrecarregam o fígado.
Após uma refeição muito pesada, rica em alimentos gordurosos, a cúrcuma pode ajudar a aliviar os sintomas do fígado atacado.
O chá de cúrcuma é contraindicado para quem tem alergia à curcumina, obstrução dos ductos biliares, distúrbios hemorrágicos ou faz tratamento com anticoagulantes. Grávidas, lactantes e crianças também não devem tomar o chá.
Como preparar:
Ferva 1 litro de água.
Adicione 1 colher de café de cúrcuma em pó.
Abafe por 10 minutos.
Coe e beba.
Chá verde
Segundo estudos, o chá verde possui um efeito protetor sobre o fígado, atenuando os sintomas de fígado atacado e doenças hepáticas, como câncer de fígado, cirrose hepática e esteatose hepática não alcoólica.
Seus efeitos provêm de sua substância ativa, a catequina. Porém, em altas concentrações, a catequina pode ser tóxica para o fígado e induzir lesões. A boa notícia é que, na forma de chá, as concentrações de catequina são seguras para o fígado. As cápsulas concentradas de chá verde, no entanto, podem oferecer riscos ao órgão.
O chá verde é contraindicado para grávidas, lactantes, pessoas que têm anemia, dificuldade para dormir, problemas na glândula tireoide, nos rins, no fígado ou no estômago.
Como preparar:
Aqueça uma xícara de água no fogo, desligando-o antes de levantar fervura.
Adicione 1 colher de sopa de chá verde.
Abafe por 3 minutos.
Coe e beba.
Chá de mil-folhas
A planta mil-folhas é originária da Ásia e da Europa, e é muito usada para tratar problemas digestivos, intestinais, cólicas menstruais e sintomas de fígado atacado.
O chá de mil-folhas tem ação hepatoprotetora, auxiliando na regeneração das células do fígado que sofreram uma lesão por um processo inflamatório.
O chá é contraindicado para grávidas, lactantes e crianças menores de 5 anos.
Como preparar:
Ferva 1 litro de água.
Adicione 1 colher de sobremesa (15 gramas) de folhas secas de mil-folhas.
Abafe a caneca por 10 minutos.
Coe e beba.
Chá de gengibre
O gengibre é muito conhecido por suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Além dessas propriedades, o gengibre também tem ação hepatoprotetora, sendo muito útil para a regeneração das células do fígado.
O gengibre também trata os sintomas de fígado atacado e esteatose hepática não alcoólica, reduzindo a inflamação e o estresse oxidativo.
O chá de gengibre é contraindicado para pessoas com pressão alta, que tomam medicação anticoagulante, que têm diabetes e para gestantes e lactantes.
Como preparar:
Aqueça ½ litro de água.
Adicione 2 colheres de sopa de gengibre ralado.
Deixe ferver por 5 minutos.
Coe e beba.
Suco de beterraba
Essa bebida é uma poderosa aliada para recuperar o fígado
A beterraba contém nitratos e antioxidantes chamados betalaínas, que reduzem os danos do estresse oxidativo e a inflamação no fígado, além de estimularem a produção das enzimas que desintoxicam o órgão e reduzem os sintomas de fígado atacado.
Como preparar:
Descasque uma beterraba pequena e corte-a em pedaços grosseiros.
Descasque um limão galego e tire suas sementes.
Bata tudo no liquidificador com 1 1⁄2 xícara de água.
Esta é a receita tradicional do suco de beterraba, mas existem muitas variações que utilizam outros ingredientes, que também são benéficos para a saúde do fígado. Veja outras 10 receitas de suco detox para o fígado, e escolha aquela que mais agrada ao seu paladar.
Suco de melão
O melão parece estar associado à redução da gordura no fígado, por conter uma enzima antioxidante chamada superóxido dismutase. Por isso, o suco de melão é uma ótima opção de bebida após uma refeição muito rica em gorduras.
Bata tudo em um liquidificador, adicionando água até atingir a consistência desejada.
Suco de uva integral
As uvas vermelhas e roxas são ricas em resveratrol, que tem ação antioxidante e ajuda a diminuir a inflamação e os danos ao fígado. O suco de uva integral se destaca nesse ponto, oferecendo os melhores benefícios para as funções do fígado.
Esse suco é uma excelente opção após uma refeição muito gordurosa, que gerou desconfortos e sintomas típicos de fígado atacado.
Você já teve os sintomas de fígado atacado após uma refeição muito gordurosa? O que você fez para remediar? Quais receitas você mais gostou? Comente abaixo!
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A dor no fígado é sentida no lado direito do abdômen, na parte superior. Essa dor pode ser sintoma de diversas doenças e síndromes que acometem o fígado e causam inflamação.
Veja quais são as principais causas de dor no fígado e o que fazer.
Hepatite viral
A hepatite viral é uma infecção que atinge o fígado e é causada pelos vírus da hepatite A, B ou C.
Em grande parte dos casos, essa infecção não provoca sintomas. Quando causa, podem ser sintomas leves, moderados ou graves, que incluem dor no fígado, cansaço, enjoo, icterícia (pele e olhos amarelados) e fezes claras.
Como a hepatite é, na maioria das vezes, uma doença silenciosa, ela pode evoluir por vários anos sem dar sinais, e comprometer o fígado. Esse comprometimento pode resultar em complicações graves, desde fibrose e cirrose do fígado, até o desenvolvimento de um câncer e necessidade de um transplante.
O que fazer
O SUS disponibiliza à população testes rápidos de detecção dos vírus da hepatite B e C, pois é importante que todas as pessoas façam o teste pelo menos uma vez na vida, especialmente as populações mais vulneráveis.
A hepatite B não tem cura, mas a vacina contra esse vírus está disponível nas unidades básicas de saúde. Para a hepatite C, existe tratamento e é disponibilizado pelo SUS.
Hepatite alcoólica
É bastante sabido que o consumo em excesso de álcool traz problemas ao fígado
A hepatite alcoólica é uma inflamação no fígado causada pelo consumo excessivo de álcool, durante muito tempo.
Com o passar dos anos, o álcool causa alterações no fígado por um processo inflamatório, levando a dores intensas no órgão, náuseas e perda do apetite.
Além desses sintomas, a pessoa pode apresentar inchaço abdominal, perder peso sem intenção e ter seu fígado e baço aumentados.
O que fazer
Após o surgimento dos sintomas, é fundamental que a pessoa busque tratamento o mais rápido possível, pois a hepatite alcoólica é uma doença muito debilitante. O tratamento é feito com medicamentos específicos, que devem ser acompanhados da suspensão completa do álcool.
Hepatite medicamentosa
A hepatite medicamentosa é uma inflamação no fígado causada pelo uso de drogas ilícitas ou lícitas, suplementos alimentares e fitoterápicos.
A automedicação e o abuso de medicamentos, especialmente de antibióticos, anti-inflamatórios, anticonvulsivantes e esteroides anabolizantes, são responsáveis pela hepatite medicamentosa.
Os sintomas desse tipo de hepatite consistem em enjoo, vômito, dor no fígado, urina escura, coceira na pele e icterícia.
O que fazer
No caso de hepatite medicamentosa, deve-se suspender imediatamente o uso dos medicamentos e receber hidratação na veia.
Esteatose hepática
A esteatose hepática, também conhecida como gordura no fígado ou fígado gorduroso, é uma doença causada pelo acúmulo de gordura dentro das células do fígado, os hepatócitos.
A evolução do quadro de esteatose hepática pode resultar em cirrose hepática e até câncer no fígado.
No início, não há manifestação de sintomas e sinais de gordura no fígado, mas, com o avanço da doença, pode haver dor no fígado, cansaço, fraqueza, perda de apetite e aumento do fígado.
Pessoas com sobrepeso, diabetes, hipertensas, com níveis altos de colesterol e triglicérides são mais propensas a desenvolver a esteatose hepática.
Esses problemas de saúde compõem a chamada “síndrome metabólica“, cada vez mais comum, devido aos maus hábitos alimentares e ao sedentarismo.
O que fazer
Não existe um tratamento que seja desenvolvido especificamente para a esteatose hepática, mas há como tratar os problemas de saúde que levaram ao acúmulo de gordura no fígado.
Mas, ainda mais importante que as medicações, são as mudanças no estilo de vida, que devem incluir uma alimentação saudável, prática regular de atividade física e controle do peso.
Abscesso hepático
Um abcesso hepático pode provocar dores intensas na região
Um abscesso é o acúmulo de pus nos órgãos, interna ou externamente, causado por microrganismos, como bactérias, fungos e parasitas.
Os abscessos hepáticos podem ser causados por uma variedade de microrganismos, especialmente fungos, bactérias, protozoários e amebas. Às vezes, mais de um tipo de bactéria pode causar o abscesso hepático.
O abscesso hepático se forma quando um conjunto de microrganismos tem acesso ao fígado, numa quantidade que o órgão é incapaz de combater.
O sintoma mais comum em um quadro de abscesso hepático é a febre, que pode ser acompanhada de dores intensas no fígado.
O que fazer
O abscesso hepático precisa ser drenado cirurgicamente e tratado com antibióticos. Se o abscesso for muito grande, pode ser necessária a colocação de um dreno após a drenagem, por conta da cavidade que se forma com a drenagem do abscesso.
Abscessos pequenos podem ser absorvidos pelo próprio organismo, mediante tratamento, ou drenados para cavidades externas do corpo, com aplicação de compressa quente.
Após a drenagem, é necessário manter o tratamento com antibióticos por duas a seis semanas, para impedir que a infecção se espalhe ou que um novo abscesso se forme.
Síndrome de Budd-Chiari
A síndrome de Budd-Chiari é causada por coágulos de sangue que obstruem as veias que transportam o sangue para fora do fígado. Com isso, o sangue se acumula no fígado, deixando o órgão inchado. O baço também pode aumentar de tamanho com essa obstrução de veia.
O acúmulo de sangue provoca hipertensão portal, que é o aumento de pressão na veia porta, que leva o sangue do fígado ao intestino. Com isso, muito líquido fica acumulado no abdômen, problema conhecido como ascite. Além disso, as veias do esôfago podem ficar dilatadas e retorcidas, formando como se fossem varizes no órgão.
As veias mais superficiais do abdômen também podem dilatar e se retorcer, ficando aparentes na barriga. A evolução do problema resulta em cirrose hepática.
Normalmente, a obstrução evolui lentamente ao longo de meses e a pessoa sente fadiga, fígado aumentado e sensível, e dor no órgão.
O que fazer
O tratamento é feito com medicamentos para dissolver os coágulos (trombolíticos) e melhorar o fluxo sanguíneo, com anticoagulantes.
No caso de uma veia já estar obstruída, pode ser feita uma angioplastia para desobstrução ou dilatação da veia.
Outra opção é o procedimento chamado derivação intra-hepática portossistêmica transjugular, que cria uma rota alternativa para o fluxo sanguíneo, desviando-o do fígado, para reduzir a pressão na veia porta.
Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis
A síndrome de Fitz-Hugh-Curtis, ou peri-hepatite gonocócica, é uma infecção causada por bactérias que estavam infectando as trompas de falópio e conseguiram atingir o fígado e os tecidos ao redor. Essas bactérias causam abscessos na superfície do fígado.
A mulher com essa síndrome sente bastante dor no fígado, podendo ser acompanhada de corrimento vaginal purulento e dor pélvica.
O que fazer
O tratamento é feito com antibióticos e, em casos de inflamação generalizada, é necessária uma cirurgia.
Hepatite autoimune
A hepatite autoimune, como o nome sugere, é uma doença autoimune, na qual as células do sistema imunológico atacam as células do fígado, causando inflamação.
É comum os portadores de hepatite autoimune apresentarem também outras doenças autoimunes. A doença tem um forte fator genético envolvido e atinge, preferencialmente, mulheres entre 15 e 40 anos.
Trata-se de uma doença crônica, que precisa ser tratada, porque a sua evolução pode resultar em cirrose e insuficiência hepática.
Algumas pessoas são assintomáticas, outras apresentam fadiga, dor no fígado, icterícia e coceira na pele.
O que fazer
O tratamento visa controlar a doença, impedindo que ela progrida, o que é feito com doses diárias de corticoide. Os corticoides suprimem a ação do sistema imunológico, impedindo que ele ataque as células do fígado.
Câncer de fígado
O tabagismo é um grande fator de risco para o câncer de fígado
O câncer de fígado pode ser primário, quando começa nas células do próprio órgão, ou secundário, como resultado de metástase de um outro tumor, geralmente do intestino grosso ou do reto.
O tabagismo é um forte fator de risco para os três tipos principais de câncer de fígado, hepatocarcinoma, colangiocarcinoma e angiossarcoma.
Os sintomas mais comuns incluem dor no fígado, distensão abdominal com massa, perda de peso não intencional, icterícia e ascite, que é o acúmulo de líquido na cavidade abdominal.
O que fazer
O tratamento para o câncer de fígado é cirúrgico com a remoção do tumor.
Lesão hepática
A lesão hepática pode ocorrer por impacto, por exemplo, em um acidente de carro, ou por objetos perfurantes.
Em uma lesão hepática, a pessoa sente o fígado sensível e dolorido, com uma dor que irradia para o ombro.
O que fazer
Algumas lesões se curam naturalmente, enquanto outras necessitam de cirurgia para reparar a lesão.
Cálculo biliar (pedra na vesícula)
A vesícula biliar é um pequeno órgão que fica logo abaixo do fígado e sua função é armazenar a bile produzida no fígado. Quando há formação de pedras na vesícula, a passagem da bile até o intestino fica obstruída, causando inflamação no local.
A pessoa pode sentir uma dor na região do fígado, que irradia para o peito ou costelas. Essa dor se manifesta em torno de meia hora após a refeição, atinge um pico e, depois, alivia. Ela pode ser acompanhada de febre e náuseas.
O que fazer
O tratamento é feito com uma cirurgia para remoção da pedra, chamada colecistectomia, feita por videolaparoscopia, sob anestesia geral.
Cirrose hepática
Na cirrose hepática, o tecido normal do fígado é substituído por um tecido fibroso não funcional. Esse tecido fibroso é como se fosse uma cicatriz que se forma quando o fígado sofre danos contínuos e prolongados de processos inflamatórios.
O fluxo sanguíneo através do órgão é bloqueado e, por isso, ele não consegue exercer suas funções adequadamente.
Muitas doenças que inflamam o fígado podem causar a cirrose hepática, principalmente a hepatite C e a hepatite alcoólica.
Os sintomas mais comuns da cirrose hepática são dor no fígado, fadiga, perda de apetite e de peso, náuseas e hematomas na pele.
A cirrose hepática é um importante fator de risco para o desenvolvimento de câncer no fígado.
O que fazer
A cirrose hepática não tem cura, por isso os tratamentos são direcionados ao controle dos sintomas e das causas subjacentes. São necessárias alterações na dieta, com redução de sal e de bebidas alcoólicas. Em estágios mais avançados da doença, pode ser necessário um transplante de fígado.
Fontes e referências adicionais
O que são hepatites virais, Departamento de doenças de condições crônicas e infecções sexualmente transmissíveis: Ministério da Saúde.
Há exames de sangue que ajudam não somente a detectar o câncer, mas também permitem acompanhar a resposta da pessoa ao tratamento, avaliando a regressão ou progressão do tumor.
O câncer, ou tumor maligno, é causado pelo crescimento anormal e descontrolado de células com alguma mutação genética. Um tumor produz uma substância chamada de marcador tumoral, que pode ser detectado e dosado em exames de sangue, auxiliando no diagnóstico de alguns cânceres.
O exame de sangue, por si só, não é uma ferramenta diagnóstica conclusiva, ou seja, apenas auxilia o diagnóstico, que deve ser amparado por outros tipos de exames, como ecografia, tomografia e ressonância magnética.
É importante saber disso, porque problemas de saúde benignos e até na ausência de qualquer doença, pode haver um aumento na concentração de algum marcador tumoral e isso não indicar um câncer.
Existem valores referenciais para esses exames, mas eles podem variar de laboratório para laboratório, de acordo com o método de dosagem utilizado. Por isso, deve-se considerar o valor de referência fornecido pelo laboratório.
Se o exame de sangue for utilizado para acompanhar um tratamento, o ideal é que ele sempre seja feito no mesmo laboratório, para manter o mesmo padrão referencial.
Veja quais são os exames de sangue que ajudam a detectar um câncer.
AFP
O AFP verifica a dosagem da proteína alfafetoproteína no sangue
Este exame de sangue faz a dosagem da proteína alfafetoproteína, que é sintetizada pelo fígado do feto e por uma porção do embrião. Quando o bebê nasce, há uma grande concentração dessa proteína no sangue, que vai diminuindo com o tempo.
Em crianças e adultos, exceto mulheres grávidas, a concentração de AFP é baixa no sangue.
A concentração de AFP fica elevada em algumas condições, como hepatite crônica e cirrose, pois ela é produzida no momento em que as células do fígado estão se regenerando após uma lesão.
Alguns cânceres também causam o aumento dessa proteína no sangue, é o caso do câncer de fígado (carcinoma hepatocelular), câncer de testículo e câncer de ovário, por isso o teste é usado para auxiliar em seus diagnósticos.
O teste também é usado para monitorarpessoas com hepatite B crônica e cirrose, pois têm maior tendência a desenvolverem câncer de fígado. Por isso, o teste, juntamente com exames de imagem, é usado para tentar diagnosticar o câncer em seu estágio inicial.
Se a pessoa já possui o diagnóstico de algum tipo de câncer produtor de AFP, o exame é usado para avaliar a sua resposta ao tratamento e para identificar recidivas, que é a volta do câncer depois de tratado.
Ovalor de AFP deve ser superior a 1000 ng/mL, para ser indicativo de câncer.
MCA
O antígeno mucóide associado ao carcinoma (MCA) é produzido por células de mucosa, como as das glândulas mamárias. Esse exame é usado, principalmente, para monitorar um câncer de mama.
Este exame não é tão indicado para diagnóstico de câncer, mas é muito útil para o prognóstico e para monitorar o tratamento de câncer de mama.
Níveis aumentados de MCA no sangue também podem ocorrer em doenças benignas de mama, tumores de ovário, colo uterino, endométrio, próstata, na gestação, na cirrose hepática e hepatite.
O valor de MCA deve ser superior a 11 U/mL, para ser indicativo de câncer.
PSA
O exame PSA é usado para detectar e dosar o antígeno prostático específico, para rastreamento do câncer de próstata em homens sintomáticos e assintomáticos.
A chance do homem ter um câncer de próstata aumenta à medida que os níveis de PSA no sangue aumentam. Não há um limiar de concentração definido, alguns médicos utilizam a concentração de 4 ng/mL, enquanto outros utilizam níveis inferiores, de 2,5 ou 3 ng/mL.
Níveis acima de 10 ng/mL representam 50% de chances do homem ter câncer de próstata.
O exame de PSA também é útil para o estadiamento do câncer, que é a determinação de sua localização e de sua extensão, ou seja, permite averiguar o avanço da doença.
Durante e após o tratamento, o exame PSA também é feito, para monitorar a resposta ao tratamento e as chances de retorno do câncer.
CA 125
O CA 125 é voltado para o diagnóstico do câncer de ovário
O exame de sangue CA 125 faz a dosagem do antígeno de câncer 125, uma proteína que está presente na maior parte das células tumorais do câncer de ovário. Cerca de 80% das mulheres com câncer de ovário apresentam concentrações elevadas desse marcador no sangue.
O CA 125 também pode estar presente em níveis moderados no sangue de mulheres com condições não cancerosas, como o período menstrual, endometriose, gravidez e doença inflamatória pélvica. Pessoas saudáveis também produzem esse antígeno, porém em doses bem mais baixas do que no câncer.
Por este teste não ser específico ao câncer de ovário, ele não é usado para triagem desse tipo de tumor, mas pode ser usado para testar mulheres em alto risco de desenvolverem o câncer, por possuírem histórico familiar.
O teste CA 125 é utilizado para monitorar a resposta da paciente ao tratamento de câncer e para monitorá-la após o tratamento, para verificar se apresenta sinais de retorno do câncer.
O valor de CA-125deve ser superior a 65 U/mL, para sugerir a presença de um tumor.
CA 15-3
O antígeno de câncer 15-3 (CA 15-3) é produzido por células mamárias normais, mas encontra-se em concentrações mais elevadas no sangue de 10% das mulheres com câncer de mama em fase inicial e em 70% com câncer de mama metastático.
Assim como os outros marcadores tumorais, o CA 15-3 também pode estar presente em níveis elevados em condições não cancerígenas, por exemplo, em casos de cirrose, hepatite e doença mamária benigna. O marcador também pode estar aumentado no câncer colorretal e de pulmão.
Devido à baixa especificidade e sensibilidade do exame, ele não é indicado para triagem de câncer de mama, mas para acompanhar o tratamento e para identificar uma possível recidiva.
O teste não se aplica a todas as pessoas que têm o diagnóstico de câncer de mama, pois ele só é sensível a doses muito altas do antígeno, o que não ocorre em todos os casos de câncer de mama.
Assim, o exame de sangue CA 15-3 é mais aplicado em casos de câncer de mama com metástase, para acompanhar a resposta da pessoa ao tratamento.
O valor para esse marcador tumoral deve ser superior a 25 U/mL.
CEA
O CEA, ou antígeno carcinoembrionário, é uma proteína encontrada nos tecidos de um embrião e desaparecem assim que o bebê nasce. Em adultos, a concentração dessa proteína é encontrada em níveis muito baixos.
O exame CEA não é utilizado para triagem de um câncer específico, mas ele é útil para monitorar a resposta de uma pessoa ao tratamento de câncer de cólon. Após a cirurgia de retirada de um tumor, o CEA ajuda a avaliar o sucesso do tratamento e identificar uma possível volta daquele câncer.
O CEA também é utilizado como marcador para outros tipos de cânceres: reto, pulmão, mama, fígado, pâncreas, estômago e ovário.
Além dos cânceres, o CEA pode estar em concentrações elevadas em doenças benignas, como cirrose, úlcera hepática, colite ulcerativa, pólipos retais, enfisema e doença de mama benigna. Fumantes também podem apresentar níveis mais elevados de CEA.
No caso dos fumantes, o valor de CEA deve ultrapassar 25 ng/mL e, para os não fumantes, deve ser superior a 15 ng/mL, para serem indicativos de câncer.
B2M
O B2M é voltado para avaliação do mieloma múltiplo
A beta 2-microglobulina é uma proteína naturalmente produzida em nosso organismo, mas que está aumentada no sangue de pessoas com mieloma múltiplo, leucemia, linfoma e em processos inflamatórios.
O exame de sangue B2M é útil para o estadiamento do mieloma múltiplo, ou seja, para avaliar a sua gravidade e grau de extensão. Em alguns casos, é usado para acompanhar o tratamento desse tipo de câncer.
O exame também é usado para se ter uma ideia de como será a evolução de cânceres como leucemia e linfoma, o que consiste no prognóstico da doença.
Infecções virais graves, processos inflamatórios e autoimunes podem causar o aumento dos níveis de B2M no sangue.
O valor desse marcador tumoral deve exceder 2,37 mcg/mL, para ser indicativo de câncer.
Calcitonina
A calcitonina é um hormônio produzido pelas células-C da tireoide. Na hiperplasia de células-C e no carcinoma medular da tireoide, os níveis de calcitonina ficam elevados, por isso o exame de sangue de calcitonina é usado para auxiliar no diagnóstico dessas doenças.
A hiperplasia de células-C é uma condição benigna que pode, ou não, evoluir para um câncer, que é o carcinoma medular da tireoide.
O exame também é usado para avaliar a resposta dos pacientes ao tratamento de câncer e acompanhá-los, para detectar uma possível volta do câncer depois de tratado.
Esse exame só é usado para triagem de carcinoma medular da tireoide em pacientes com histórico familiar de neoplasia endócrina múltipla tipo 2.
O hormônio pode estar presente em níveis elevados durante a gravidez e em pessoas com pancreatite.
Valores acima de 20 pg/mL podem indicar um câncer.
Tireoglobulina
A tireoglobulina é uma proteína produzida pelas células da tireoide e encontra-se em níveis elevados nos tipos mais comuns de câncer de tireoide, o papilífero e o folicular.
O exame de tireoglobulina é feito antes da cirurgia de retirada da glândula e após o tratamento, para verificar a eficácia da cirurgia. Os níveis de tireoglobulina também são acompanhados por um tempo após a cirurgia, para identificar uma possível recidiva do câncer.
Níveis aumentados de tireoglobulina também estão presentes em condições benignas, como hipertireoidismo, tireoidite e tumores benignos.
Valores acima de 78 g/mL de tireoglobulina podem ser sugestivos de câncer.
A panacota ou panna cotta é um prato doce de origem italiana que tem aparência semelhante a um pudim individual branco. O quitute é servido gelado e recebe uma deliciosa calda que pode levar frutas.
Assim, uma panacota light pode ser uma excelente opção de sobremesa para aqueles dias em que a vontade de comer um docinho bater forte. Até porque a receita que vamos te apresentar não leva adição de açúcar!
A preparação é à base de leite desnatado, creme de leite light, iogurte desnatado e gelatina sem sabor. Mas, para que a receita fique mais docinha mesmo sem açúcar, a lista de ingredientes pede adoçante.
Por fim, ela conta com uma cobertura de geleia de amora diet, folhinhas de hortelã e amoras inteiras. Pense em um docinho que fica bem bonitinho e saboroso!
Aliás, não apenas pense, como também experimente. Afinal, você encontra o passo a passo da receita logo abaixo:
Junte o leite desnatado, o creme de leite light e o adoçante em uma panela no fogo médio, mexendo sempre até esquentar bem.
Então, tire do fogo e acrescente o iogurte. Reserve.
Dissolva a gelatina conforme as instruções do fabricante e misture com o creme reservado na panela.
Deixe amornar. Enquanto isso, unte com óleo 4 forminhas individuais com capacidade para ½ xícara.
Depois que amornar, divida o creme entre as forminhas untadas e leve para gelar por 4 horas ou até firmar.
Desenforme e decore com as amoras e as folhinhas de hortelã. Sirva com a geleia diet de amora.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.
Nunca demonizaram tanto os carboidratos – e muitas pessoas passaram a acreditar que a melhor estratégia para emagrecer é cortar os carboidratos, erroneamente. Outros até diminuíram ou zeraram o consumo do macronutriente acreditando que isso poderia resultar em uma melhor definição muscular ou ganho de massa magra. “No meio esportivo, há ainda uma tendência de que o efeito benéfico de uma dieta rica em carboidrato só ocorra em exercícios aeróbicos de longa duração. Porém, o aporte adequado de carboidrato em exercícios anaeróbios, como treinamento de força, age como um ergogênico associado com a hipertrofia muscular e aumento da performance”, explica a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). “Os carboidratos perfazem a mais abundante classe de macronutrientes. Além dos carboidratos, as proteínas e as gorduras também são macronutrientes. Além do suprimento energético, os carboidratos atuam como elementos estruturais da parede celular e como sinalizadores no organismo. Constituem ¾ do mundo biológico e aproximadamente 80% do aporte calórico da humanidade”, contextualiza a médica.
Segundo a nutróloga, vários estudos observaram que a ingestão pré-exercício de refeições com carboidrato de baixo índice glicêmico reduz a oxidação de carboidrato comparado com a ingestão de carboidrato de alto índice glicêmico. “Segundo alguns estudos a redução nos níveis de cortisol em resposta à suplementação com carboidrato em exercício resistido ocasionou uma elevação do GH (hormônio do crescimento). Isto sugere que o aumento na concentração de insulina e redução de cortisol podem resultar em aumento na concentração de GH o que pode levar a hipertrofia muscular e aumento da performance pelo exercício resistido. As tendências científicas têm demonstrado que a suplementação com carboidrato pode conduzir ao aumento de massa muscular”, diz a médica.
Por isso que cortar carboidratos pode não ser uma boa estratégia, principalmente para quem malha. “Uma dieta pobre em carboidratos pode gerar consequências para o nosso corpo. Os principais efeitos negativos da restrição de carboidrato é a redução da performance em exercícios físicos, ocasionando uma sensação de baixa energia. Esta alteração pode indiretamente ocasionar uma mudança negativa no processo de emagrecimento, já que o indivíduo com baixa energia, acaba sendo estimulado a deixar de praticar alguns exercícios físicos levando a redução do gasto calórico diário. Além de casos com reganho de peso após o uso da estratégia e dificuldade na adesão”, conta a médica.
Alguns efeitos adversos, de acordo com a Dra. Marcella Garcez, também são vistos durante o tratamento nutricional com restrição de carboidrato, é o caso do aparecimento de dores de cabeça, estados de fraqueza, diarreia ou constipação e câimbras musculares. “A restrição de carboidrato mal acompanhada, também foi relacionada ao desenvolvimento de transtornos alimentares, como por exemplo: compulsão alimentar. A compulsão alimentar é multifatorial, mas a restrição alimentar é um dos fatores que alteram o comportamento alimentar, principalmente nas mulheres”, diz a nutróloga.
Tipos de carboidratos
Existem dois tipos de carboidratos, os simples e os complexos. “Os carboidratos complexos são compostos de duas ou mais moléculas de açúcar, enquanto os carboidratos simples são compostos de duas ou menos moléculas de açúcar. Todos os carboidratos, independentemente da forma em que os consumimos, seja de batata ou de açúcar branco, são digeridos em açúcares simples, glicose, antes de serem absorvidos em nosso trato digestivo. O que muda entre eles é a velocidade de absorção. Os simples são absorvidos mais rapidamente, dão energia de forma rápida, também chamados açúcares simples já estão em seu formato básico de glicose e podem ser absorvidos muito rapidamente na corrente sanguínea. Exemplos: suco de frutas peneirado ou processado, mel, açúcar branco, farináceos refinados. Eles são interessantes para o pré-treino, principalmente quando são ingeridos até uma hora antes do exercício físico; no pós-treino, o consumo desse tipo de carboidratos, em conjunto com uma fonte proteica, pode ser eficiente para uma rápida recuperação, na medida em que recupera os estoques de glicogênio. Os carboidratos complexos são apenas mais complexos porque são compostos de moléculas maiores de açúcar e fibras alimentares, por isso levam mais tempo para serem quebradas na digestão e, portanto, levam mais tempo para chegar à corrente sanguínea. Exemplos: batatas, arroz integral, milho, verduras, frutas e legumes. Podem também ser ingeridos no pré-treino, mas precisam de mais tempo para a digestão, portanto essa refeição deve ser feita com no mínimo duas horas de antecedência ao exercício”, explica a Dra. Marcella.
Necessidades diárias
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Segundo a Dra. Marcella, no geral, as necessidades diárias situam-se em torno de 6 a 7g por quilo de peso, por dia. “Em relação ao valor calórico total da dieta, cerca de 50 a 60% devem ser procedentes de carboidratos, para um adulto e não deve ser inferior a 45 % de sua ingestão calórica total”, diz a médica. “Para praticantes de exercícios, a recomendação diária fica em torno de 5 a 8 g de carboidrato por kg de peso corporal ao dia, podendo chegar a 12 g para atletas que praticam atividades intensas durante várias horas por dia. Essas quantidades devem estar dentro do intervalo de 45 % a 65 % da ingestão calórica total”, enfatiza.
Ganho de massa muscular
A médica enfatiza que cada pessoa possui particularidades que interferem no planejamento da dieta. “As necessidades de calorias, proteínas, carboidratos e gorduras dependem de vários fatores, como tipo e tempo de atividade física praticada, frequência, rotina, peso e altura corporal e individualidades metabólicas, bioquímicas e comorbidades. Para ganho de massa muscular, é necessário o consumo de proteínas de alto valor biológico, de origem animal como ovos, carnes magras, laticínios e proteínas vegetais como as leguminosas como os feijões, ervilhas, lentilhas, grão de bico e soja. O cardápio pode partir de aproximadamente 2.000 kcal até quantidades muito maiores, dependendo do gasto metabólico basal, pois cada organismo possui necessidades diferentes”, diz a médica. A especialista explica a função de cada macronutriente no processo:
Proteínas – “Para garantir o ganho de massa muscular o essencial é manter uma ingestão adequada deste macronutriente. As melhores escolhas são as proteínas magras como clara de ovos, carne magra e peito de frango”, diz.
Carboidratos – “É um macronutriente muito importante para quem quer ganhar massa muscular, pois fornecem energia, e as melhores opções são os de menor índice glicêmico como os vegetais, legumes, tubérculos como a mandioca e batata doce, cereais integrais como aveia, arroz integral e trigo integral, frutas vermelhas e cítricas”, explica.
Gorduras – “Os ácidos graxos essenciais, particularmente os ômegas 3, são extremamente importantes, pois além de atividades antioxidantes, ajudam na produção dos hormônios anabólicos. Boas fontes de ômega 3 são peixes de água fria, nozes, chia, linhaça, folhas verdes e algas. Outro ácido graxo que traz benefícios é o ômega-9 presente no azeite de oliva, abacate, açaí e amendoim”, destaca a Dra. Marcella.
Por fim, a médica lembra que não apenas a noite, mas os dias de descanso são essenciais para o ganho de massa muscular, pois é durante o sono e os dias de repouso muscular que o corpo repara as fibras musculares lesionadas durante o treinamento, regulada pela síntese de hormônios e aporte adequado de nutrientes.
FONTE:
DRA. MARCELLA GARCEZ: Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Além disso, é membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética e da Sociedade Brasileira para o Estudo do Envelhecimento. Instagram: @dra.marcellagarcez
A vida agitada muitas vezes não nos permite separar tanto tempo para o autocuidado. Ao final de um dia corrido, tudo o que você quer é um belo banho e sua cama. Apesar desse desejo, o cuidado com a pele e uma rotina de skincare precisam entrar nessa equação. “Assim surgiu o skip-care, um termo em inglês que sugere pular etapas da rotina sem abrir mão dos benefícios utilizando produtos multifuncionais”, explica a médica dermatologista Julyanna do Valle.
A importância da rotina de skincare está em manter o nosso invólucro (que é a pele) íntegro e desacelerar o processo e envelhecimento, pra que ele continue nos protegendo adequadamente, já que, a partir do momento em que estruturas cutâneas perdem essa capacidade de proteção, a gente fica mais vulnerável. “Vemos isso na pele, por exemplo, dos idosos. Ocorre muito mais câncer de pele, porque essa pele perdeu a capacidade de reparação, pois as estruturas de colágeno elastina que retém água no tecido são degradadas” compartilha Meire Gonzaga, dermatologista.
FILTRO SOLAR COMO PRINCIPAL
“O skincare deve manter a saúde da nossa pele. De todas as etapas, a gente não pode deixar de lado a mais importante de todas, que é o uso do filtro solar, porque a radiação solar vai degradando a estrutura de proteção da pele muito mais rapidamente”.
OUTRAS ETAPAS INDISPENSÁVEIS
Aposte na limpeza, hidratação e algo que estimule o colágeno e a elastina (como o uso dos ácidos e antioxidantes). “Essas são as etapas preponderantes não para evitar ruga, mas para nos manter saudáveis e a pele com capacidade de nos proteger”.
ETAPAS EXTRA
Para uma rotina “skip-care” funcionar é preciso consultar um profissional para identificar qual seu tipo de pele e o que ela precisa. “Alguns problemas mais comuns são as manchas, espinhas, rugas, oleosidade ou ressecamento da pele, e depois vamos conseguir indicar os melhores produtos”, diz Julyanna.
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Veja abaixo o exemplo para alguns tipos de pele:
ROTINA DE SKINCARE DE 5 MINUTOS
Pele Seca
Utilize um sabonete para peles sensíveis e aplique protetor solar com ação hidratante pela manhã para garantir a fotoproteção e hidratação necessária.
No período noturno, é indicado fazer a limpeza do rosto com produtos para pele sensível, além de aplicar hidratante com ação calmante combinados com produtos de antienvelhecimento para pele seca ou sensível.
Pele com manchas
Seja por conta do melasma ou manchas de acne, o indicado para peles com manchas é apostar na limpeza com sabonete específico para essa pele, usar protetor solar com ativos para melhorar as manchas, com ação clareadora.
À noite, Julyanna indica usar hidratantes com vitamina C ou ácido glicólico, que vão rejuvenescer e clarear as manchas.
Pele Oleosa
Pela manhã, é indicado usar sabonete próprio para a pele oleosa e aplicar filtro solar em gel, que é mais seco e tem alguns componentes que ajudam a manter a pele mais seca ao longo do dia.
À noite deve ser usado hidratante próprio para a pele oleosa.
Depois dos quarenta e conforme o tempo passa, as mulheres têm seus hormônios alterados. A queda em alguns deles, como a testosterona e o estrogênio, pode afetar a forma como o corpo responde à alimentação e aos exercícios.
“O ganho de massa muscular fica cada vez mais difícil, e os treinos para essa faixa etária precisam ser pensados especificamente para que não haja mais perda de músculos”, explica o educador físico e coach Tauan Gomes.
Ele afirma que um atleta de alta performance, por exemplo, geralmente atinge o auge de seu desempenho entre 27 e 32 anos. Depois disso, pode ser mais difícil manter o ritmo.
COMO DEVEM SER OS TREINOS DEPOIS DOS 40?
“A atividade física sempre será bem-vinda em todas as fases da vida, mas após os 40, o cuidado para chegar à terceira idade com mais vigor físico é essencial”, diz o especialista. Ele recomenda exercícios de flexibilidade, alongamento e mobilidade articular antes das sessões. “Ajudarão na funcionalidade do corpo durante o treino e também no dia a dia, além de aliviarem dores e encurtamentos.”
Já os treinos de força são fundamentais, justamente porque previnem a perda de massa magra. “Mas a técnica vem antes da sobrecarga. Conecte a mente e os músculos em cada série, fazendo de forma lenta se for preciso. Para evitar lesões, é possível aumentar a quantidade de repetições em vez da carga.”
Já com relação às atividades aeróbicas, elas são importantes para aprimorar o sistema cardiorrespiratório. Porém, é preciso ter cuidado com as de longa duração, para que elas não causem um processo chamado catabolismo muscular — quando o corpo passa a usar os músculos como combustível.
“Você pode optar por práticas dentro da academia, como corda naval, subida/salto na caixa, burpee, mountain climber… Ou até mesmo usar acessórios para aumentar a intensidade dos exercícios (elásticos e kettlebell, por exemplo).”
Lembrando que é muito importante ter um acompanhamento profissional para ajudar nas metas pessoais, na alimentação e para manter a qualidade de vida.
QUAIS OS MELHORES EXERCÍCIOS 40+ PARA OS GLÚTEOS?
“Um treino ideal é aquele com aproximadamente 45 minutos e com carga de 60 a 80% da intensidade máxima”, aconselha Tauan Gomes.
Para executar o agachamento corretamente, é necessário afastar as pernas e deixar os pés abertos na largura dos ombros e totalmente apoiados no chão. Os joelhos devem ser flexionados, e você precisa jogar o quadril para baixo e para trás, como se estivesse sentando em uma cadeira imaginária. Mas lembre-se: deixe as costas eretas.
PASSADA
<span class=“hidden”>–</span>Anna Shvets/Pexels
Em pé, inspire e dê um passo longo para frente, sem curvar o tronco, até que a coxa da frente fique em posição horizontal. Faça força com a perna da frente para levantar e dê outro passo, agora com a outra perna.
AFUNDO
<span class=“hidden”>–</span>Ron Lach/Pexels
Em pé, coloque um pé na frente do outro, e desça até seus joelhos formarem ângulos de 90° (o joelho da frente não pode ultrapassar a linha do pé). O joelho de trás afunda na direção do chão. Repita trocando as pernas.
ELEVAÇÃO PÉLVICA
Elevação pélvicaBOA FORMA/BOA FORMA
Deite de barriga para cima, apoie os dois pés no chão e deixe os joelhos flexionados. Em seguida, eleve o quadril e retorne.
Para dificultar as coisas, tire um pé do chão e repita o exercício com apenas um pé apoiado. Depois, troque as pernas.
O carpaccio é um prato italiano que combina fatias finas de carne crua com temperos. Saboroso, ele é uma ótima opção de aperitivo, no entanto, também pode aparecer na entrada de um almoço ou jantar mais elaborado.
Uma maneira de incrementar ainda mais uma receita de carpaccio é finalizar a preparação com um molho. Que tal conhecer uma opção?
A sugestão de molho para carpaccio light que vamos te apresentar combina azeite de oliva e vinagre de vinho branco com ingredientes como azeitonas, alcaparras, salsinha e mostarda.
O melhor de tudo é que, além de poder acompanhar o aperitivo italiano, o molhinho também fica ótimo em outras receitas como saladas. Vale a pena experimentar!
Confira a lista de ingredientes em detalhes e veja no passo a passo a seguir como é fácil preparar o molho de carpaccio light:
Quando sentimos uma forte dor no peito, podemos ficar nervosos e pensar que se trata de um sintoma de ataque cardíaco. Mas, essa nem sempre é a realidade, pois a dor no peito pode ter outras causas.
Pensando nisso, separamos 9 sintomas de ataque cardíaco para te apresentar. Assim, vai ser mais fácil diferenciar caso desconfie que você ou alguém que você conhece está tendo um ataque no coração.
Mas, antes de conhecer os sintomas, vale a pena lembrar que quem tiver mais de 3 desses sinais deve procurar o auxílio médico imediatamente. Agora sim, confira quais são eles:
1. Dor no peito
A dor no peito é um dos sintomas de ataque cardíaco que mais chamam atenção
A dor no peito causada pelo ataque cardíaco costuma se parecer com uma grande pressão ou um grande aperto. Ela fica na região do coração, ou seja, no lado esquerdo do peito. Embora possa abranger todo o peito, o sintoma é mais focalizado nessa parte.
É uma dor muito intensa e que normalmente tem uma longa duração, ultrapassando 10 minutos. Certamente, trata-se do sintoma de ataque cardíaco mais evidente e difícil de ignorar.
2. Sensação de enjoo, dores estomacais e perda de apetite
Os enjoos e as náuseas são muito comuns nos episódios de ataque do coração. O indivíduo que está tendo um ataque cardíaco pode vomitar algumas vezes antes do infarto iniciar e durante o infarto também. Isso pode gerar um inchaço estomacal, e até mesmo comprometer a digestão pelos próximos dias.
As dores estomacais podem surgir durante um infarto. Afinal, a sensação de náusea e os vômitos deixam a região bastante sensível, o que certamente vai gerar incômodos por algum tempo.
Devido aos enjoos e problemas estomacais, outro sintoma do ataque cardíaco é a perda de apetite. O sinal é bem acentuado e a própria vítima percebe no momento em que ele ocorre.
3. Tontura e desmaio
Outro sintoma muito comum dos ataques cardíacos é a tontura. A pessoa pode apresentar alguns lapsos de perda de consciência ou realmente chegar a desmaiar.
O mais importante a se fazer caso isso ocorra é buscar auxílio médico o mais rápido possível. Caso você se depare com alguém tendo um ataque cardíaco, ligue para o serviço de emergência, descreva o que ocorreu e pergunte se deve fazer uma uma massagem na região do coração da vítima até o socorro chegar.
Em casos de infarto, também é essencial acalmar a vítima e retirar roupas apertadas que ela esteja usando, pois elas pioram muitos dos sintomas de ataque cardíaco.
Como fazer massagem cardíaca
Caso tenha dificuldades com a massagem cardíaca, peça orientação do serviço de emergência
Siga os passos abaixo para fazer a massagem cardíaca na vítima
Mantenha a pessoa deitada no chão e ajoelhe-se ao seu lado.
Ponha uma mão sobre a outra e posicione-as em cima do osso do peito da vítima. Mantenha os seus braços esticados, jamais dobre os cotovelos.
Então, inicie a compressão do peito da pessoa, imprimindo peso sobre ela e soltando. A orientação é tentar afundar o tórax cerca de 5 centímetros e depois retornar, tirando o peso de cima do peito da vítima.
Faça 100 compressões por minuto. Se possível, a cada 100 compressões, reveze com outra pessoa até o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegar.
A técnica é cansativa, mas quem está realizando a massagem cardíaca deve persistir até a chegada da ajuda médica. Além disso, não deve-se intercalar a manobra com a respiração boca a boca.
Caso nunca tenha feito uma massagem cardíaca ou tenha qualquer dúvida sobre o procedimento, aproveite a ligação que fez para o SAMU e peça que os profissionais te orientem sobre a realização do procedimento.
4. Dificuldade respiratória
A dificuldade respiratória é um sintoma bem intuitivo. Isso porque o ataque cardíaco bloqueia o bombeamento de sangue para o resto do corpo, ou seja, deixa de fornecer oxigênio.
Além disso, em um momento como esse, o pulmão da vítima está comprometido. A falta de ar é um dos sintomas mais marcantes do infarto, podendo gerar os desmaios, que já citamos acima.
Pedir ajuda médica durante o ataque cardíaco é uma tarefa difícil, pois a vítima se encontra com as suas funções comprometidas. Mas, é necessário tentar avisar alguém que esteja no mesmo local para conseguir ajuda.
5. Fraqueza
A tontura e a dificuldade para respirar deixam a vítima em uma situação de enorme fraqueza, em que não consegue nem mesmo segurar objetos leves e pequenos. É um momento delicado e difícil, por isso é tão essencial procurar por auxílio médico imediatamente.
6. Dores no pescoço, braços ou nas costas
A dor no peito causada pelo ataque cardíaco é muito intensa e difícil de ser ignorada. O problema é que, em diversos casos, essa dor pode se estender para outros membros do corpo.
Falamos das dores estomacais, porém, também aparecem as dores no pescoço, nos braços ou uma sensação de peso enorme nas costas. O infarto pode gerar dores no corpo inteiro, até mesmo no maxilar da vítima.
7. Suor frio e tosse seca
A sudorese também pode ser um dos sintomas de ataque cardíaco e quando ela se apresenta em excesso, pode ser um sinal de alerta.
Além disso, como o infarto compromete a região do pulmão, ele ainda pode causar tosse seca em alguns casos. Mas, não se trata de uma tosse simples, ela é bem forte e incômoda para a vítima.
A tosse gerada pelo infarto é facilmente reconhecida, o que ajuda a diferenciar o sintoma de outras possíveis causas.
Fatores de risco do ataque cardíaco
Além de conhecer os sintomas de ataque cardíaco é importante saber o que pode aumentar as chances de sofrer um infarto para ficar alerta. Por exemplo, o ataque cardíaco é mais comum em pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes.
Ao mesmo tempo, ele também tem relação com outros fatores de risco, como sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e sobrepeso.