Exame CEA: para que serve, como é feito e resultados

O exame CEA quantifica a concentração do antígeno carcinoembrionário (CEA) no sangue, uma proteína naturalmente produzida pelas células que recobrem o revestimento gastrointestinal do feto.

A proteína também é produzida na fase adulta, mas em menor quantidade. Porém, a sua concentração no sangue pode aumentar em uma condição de crescimento acelerado de células do sistema digestivo, ou seja, na presença de um tumor.

Níveis elevados de CEA são encontrados em cerca de 65% dos pacientes diagnosticados com câncer colorretal. Por isso, o CEA foi compreendido como um bom marcador tumoral para esse tipo de câncer, indicando, principalmente, metástases ósseas e hepáticas.   

Veja para que serve o exame CEA, como ele é feito e como entender seu resultado.

Para que serve o exame CEA?

Intestino
O exame CEA auxilia no estadiamento do câncer colorretal

Por causa de sua baixa especificidade, o exame CEA não é usado como uma ferramenta para diagnóstico precoce e nem para triagem de câncer colorretal. 

Isso quer dizer que ele não é usado para diagnosticar o câncer colorretal na população geral, pois gera alta taxa de resultados falso-positivos. 

O exame CEA serve, entretanto, como um bom auxiliar no estadiamento do câncer. Ou seja, ele é usado para identificar os aspectos do câncer: sua localização no corpo e o nível de disseminação para outros órgãos (metástase). Essas são informações muito importantes para as decisões terapêuticas. 

Níveis aumentados de CEA no sangue de pacientes já diagnosticados com câncer colorretal podem preceder as evidências de metástase nos exames de imagem, o que auxilia o médico ou médica nos ajustes do tratamento. 

Se o CEA for detectado em outros fluidos do corpo, como no líquido cefalorraquidiano (líquor), pode ser um indicativo de que o tumor se espalhou para o sistema nervoso central, por exemplo.

Além de ser uma ferramenta de detecção de metástase, o exame CEA serve para monitorar e avaliar a resposta da pessoa ao tratamento de câncer, seja ele quimioterapia, radioterapia ou cirurgia de ressecção do tumor.  

Ao acompanhar os níveis da proteína antes, durante e após o tratamento, o médico ou médica consegue avaliar se o tratamento está sendo eficaz e se todo o tumor foi retirado na cirurgia de ressecção tumoral. 

Se os níveis diminuem após a cirurgia, significa que a maior parte ou todo o tumor produtor de CEA foi removido com sucesso. 

Normalmente, pacientes que fizeram tratamento para câncer colorretal são acompanhados por, pelo menos, 5 anos, para avaliar se o câncer não voltou, o que é chamado de recidiva ou recorrência do câncer. Neste contexto, o exame CEA é repetido a cada 3 ou 6 meses.

Como é feito o exame CEA?

Exame CEA
O exame é feito a partir de coleta de sangue normal

O exame é feito com a coleta de uma amostra de sangue da veia do braço, que é enviada para o laboratório, para dosar a quantidade da proteína CEA.

Não é necessária nenhuma preparação especial para esse exame. 

Como entender o resultado do exame CEA? 

Os valores referenciais da proteína CEA variam entre os laboratórios, dependendo do método de dosagem utilizado. 

Por isso, se o exame for utilizado para monitorar a resposta ao tratamento de câncer, ele deve ser sempre feito no mesmo laboratório. 

Há também uma variação no valor considerado “normal” para pessoas fumantes e não fumantes, visto que fumantes podem apresentar valores superiores de CEA no sangue e, mesmo assim, não ser um indicativo de câncer colorretal ou outro problema de saúde. 

Para os fumantes, valores de até 5,0 ng/mL são considerados normais e, para não fumantes, considera-se normal a concentração até 3,0 ng/mL

Existe, também, um limite aceitável do quanto a concentração da proteína pode estar elevada no sangue e não ser considerada um indício de câncer. Quando o resultado do exame CEA supera o padrão normal em cinco vezes, passa-se a considerá-lo um forte indicativo de câncer colorretal, com possível metástase. 

Quando o exame é usado com o objetivo de prever recidivas do câncer em pacientes já tratados, são usados valores de CEA mais altos, superiores a 10 mcg/L.

Alterações no exame CEA: outras condições de saúde

Além dos fumantes, que podem apresentar concentrações mais elevadas de CEA no sangue, outras condições de saúde podem causar alterações no exame, ainda que não nos mesmos níveis que o câncer colorretal

Fontes e referências adicionais

Você já teve que fazer um exame CEA? Para qual finalidade? Quais finalidades do exame você ainda não conhecia? Comente abaixo.

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Biópsia do fígado: para que serve e como é feita

A biópsia do fígado é um exame feito para retirar uma pequena amostra do tecido do fígado, para ser analisada com um microscópio em laboratório. 

O exame serve para auxiliar no diagnóstico de anomalias no tecido, por exemplo, nódulos, e de doenças que podem ser a causa do mau funcionamento do fígado. O exame também é útil para monitorar a resposta a tratamentos direcionados a doenças que afetam o fígado e alteram a sua estrutura. 

A biópsia do fígado pode ser realizada por meio de duas técnicas principais, que é escolhida de acordo com as condições clínicas de cada paciente, de modo que a opção escolhida seja a mais segura. 

Veja para que serve a biópsia do fígado, como é feito o exame e quais são as possíveis complicações. 

Para que serve a biópsia do fígado?

Biópsia
A biópsia do fígado não serve apenas para o diagnóstico de câncer

Normalmente, a biópsia é associada ao diagnóstico de câncer, por permitir a identificação de células cancerígenas, e o exame realmente tem essa utilidade. Mas, ele também pode ser aplicado na investigação de outras doenças:

  • Diagnóstico de hepatite crônica: uma inflamação no fígado que dura mais do que 6 meses e é geralmente causada pelos vírus da hepatite B e C, ou pelo uso de alguns medicamentos. 
  • Avaliação da extensão de danos: a inflamação no fígado causa danos ao tecido que compõem o órgão. Quando o médico ou médica deseja avaliar a extensão desse dano, para planejar um tratamento, a biópsia pode ser realizada. 
  • Diagnóstico de doenças hereditárias raras: doenças que levam ao acúmulo de ferro e cobre no organismo, podendo causar desordens em diversos órgãos, incluindo o fígado. 
  • Identificação de anomalias na estrutura e distúrbios funcionais: a biópsia do fígado pode ajudar o médico ou médica a descobrir a causa do aparecimento de anomalias no órgão, por exemplo, um nódulo, e a levantar hipóteses acerca do mau funcionamento do fígado. 
  • Monitoramento da eficácia do tratamento: uma forma de avaliar a eficácia de alguns tratamentos desenvolvidos para o fígado é pelo monitoramento das mudanças no tecido do órgão, feito através da biópsia.
  • Identificação das causas de colestase: colestase é qualquer alteração ou disfunção que interfira no fluxo da bile do fígado para o intestino. Ela pode ser causada pela presença de um tumor, infecção ou alguma obstrução nos ductos das vias biliares. 
  • Diagnóstico de doenças sistêmicas: doenças que atingem vários sistemas do corpo humano, por exemplo, alterações na circulação sanguínea no fígado, no sistema endócrino, anemia e alterações renais.
  • Avaliar compatibilidade e resposta ao transplante: a biópsia do fígado pode ajudar o médico ou médica a descobrir se um determinado doador é compatível com o receptor. Também é útil para avaliar a resposta ao transplante, analisando se houve rejeição ou alguma outra complicação. 

Antes da biópsia ser escolhida como exame para investigar as causas do mau funcionamento do fígado ou de lesões em sua estrutura, são feitos exames de sangue e, também, de imagem. Veja quais são os principais exames usados para avaliar a saúde do fígado

Quando as informações obtidas por esses exames menos invasivos não são suficientes para o diagnóstico do problema, o médico ou médica responsável pelo caso indica a biópsia.   

Como é feita a biópsia do fígado?

Fígado
Existem dois tipos de biópsia no fígado

Há duas formas principais de se fazer uma biópsia no fígado. A primeira é a biópsia percutânea do fígado e a segunda, por via transjugular. 

A biópsia percutânea do fígado é feita com o paciente anestesiado ou sedado, para a inserção de uma agulha especialmente desenvolvida para esse fim. Essa agulha é inserida através da pele, do lado direito do abdômen, que é onde o fígado está localizado. 

Esse método de biópsia conta com o auxílio de técnicas de imagem, como a ultrassonografia ou tomografia computadorizada, para guiar o médico ou médica até o fígado, sem gerar lesão no próprio órgão e em seu entorno. 

Para se ter maior rigor científico no diagnóstico, são coletadas três amostras, para que o resultado saia em triplicata e diminua as chances de erro na interpretação. A partir disso, o patologista é responsável por analisar as amostras com um microscópio e emitir o laudo. 

A biópsia do fígado por via transjugular é feita pela inserção de um cano na veia jugular interna direita, que fica no pescoço. O cateter é inserido até chegar em uma veia que dá acesso ao fígado, com anestesia local. O grau de sedação é proporcional à ansiedade do paciente, em pacientes pediátricos, geralmente, se faz com anestesia geral.

A biópsia por via transjugular oferece menos riscos de lesão ao fígado do que a percutânea e é indicada para aquelas pessoas com problemas de coagulação do sangue. 

Antes do exame

Antes de uma biópsia, deve-se informar ao médico ou médica responsável se você tem alergia a algum medicamento, se está tratando alguma outra doença além do problema no fígado e citar os medicamentos em uso. 

Em muitos casos, é necessário suspender ou alterar as medicações cerca de uma semana antes da biópsia, principalmente se forem anti-inflamatórios e anticoagulantes. 

Também é necessário estar em jejum de oito horas, antes da biópsia. 

Após o exame

Após uma biópsia percutânea, a pessoa permanece em observação no ambulatório durante 3 a 4 horas, para monitorar os sinais vitais, pressão arterial e frequência cardíaca, e verificar se ocorre algum sangramento no fígado. 

Depois, a pessoa recebe alta hospitalar, devendo estar acompanhada. O curativo pode ser retirado após 2 dias e, até lá, é importante observar se há presença de pus, sangramento e febre. Nesse caso, deve-se retornar ao hospital para uma avaliação. 

Após uma biópsia do fígado por via transjugular, a pessoa deve ficar em posição semi sentada durante algumas horas, de 2 a 6, para descomprimir a veia jugular interna. O tempo de observação pode durar até 12 horas, para controle dos sinais vitais e verificação de sangramento ou formação de hematoma na região do pescoço. 

Se houver dor após o exame, o médico ou médica pode prescrever o uso de algum analgésico. 

Possíveis complicações de uma biópsia do fígado

A biópsia do fígado é um procedimento seguro, principalmente porque a técnica escolhida leva em consideração as características e as condições clínicas da pessoa. 

As complicações mais comuns incluem dor no local da biópsia e dor referida (reflexa) no ombro direito. 

Algumas pessoas também podem ter uma diminuição na pressão arterial. 

Outras complicações menos comuns incluem sangramentos, lesão no fígado ou em outros órgãos, como pulmão e vesícula, e infecção. 

Fontes e referências adicionais

Você já fez ou conhece alguém que fez uma biópsia do fígado? Qual técnica foi utilizada? Como foi a recuperação? Comente abaixo.

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Personal da Rihanna indica 8 exercícios para glúteos que ele mais gosta

Você sabe o que a Ariana Grande, a Katy Perry e a Rihanna têm em comum? Além de artistas talentosíssimas, elas dividem o mesmo personal trainer: Harley Pasternak. Em uma entrevista à Women’s Health Portugal, o profissional contou os segredos por trás do fortalecimento do bumbum de Rihanna.

E ele já começou a conversa com uma confissão “chocante”: ele não gosta de passar o agachamento para suas clientes. Em vez disso, ele prefere priorizar os movimentos unilaterais (principalmente o afundo e as suas variações), uma vez que eles trabalham um lado do corpo por vez, e, por isso, exigem mais do grupo muscular em cada repetição. Sem contar que eles pedem mais equilíbrio e estabilidade, o que também força o abdômen a entrar em ação.

Por fim, Harley Pasternak também salientou que é importante fortalecer as regiões localizadas acima e abaixo do bumbum (ou seja, a lombar e os isquiotibiais). Superman e flexão de perna são ótimos exercícios para os dois locais, respectivamente. Para as laterais dos glúteos, a adução de quadril com faixa elástica geralmente é indicada por ele.

Confira os 8 exercícios para o bumbum preferidos do personal da Rihanna:

1

AFUNDO

<span class=“hidden”>–</span>The Lazy Artist Gallery/Pexels

Em pé, dê um passo à frente com um dos pés, descendo até seus joelhos formarem 90° (o joelho da frente não pode ultrapassar a linha do pé). O joelho de trás afunda na direção do chão. Repita trocando as pernas.

2

AFUNDO LATERAL

<span class=“hidden”>–</span>MART PRODUCTION/Pexels

Fique em pé com os pés na largura dos ombros e os dedos apontados para a frente. Em seguida, dê um grande passo para a direita, afundando os quadris para trás e dobrando o joelho direito para ficar alinhado diretamente com o pé direito.

Faça força com a perna direita para levantar e repita com a outra perna.

3

AFUNDO “SKATER”

<span class=“hidden”>–</span>Ron Lach/Pexels

Em pé, afaste as pernas na largura do quadril. Então, dê um salto para o lado, e aterrise com apenas uma perna (a do mesmo lado que você pulou). A outra perna vai para trás do corpo, com a ponta do pé tocando o chão. Vá repetindo os saltos e trocando os lados.

4

SUPERMAN

<span class=“hidden”>–</span>ROMAN ODINTSOV/Pexels
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Deite com a barriga no chão, os braços estendidos acima da cabeça e as pernas retas. Mantenha as palmas das mãos voltadas para baixo.

Contraia os glúteos e a coluna lombar para elevar a parte superior do corpo e estender as pernas, levantando-as do chão. Mantenha-se na posição superior por dois segundos e, então, retorne à posição inicial.

5

SUPERMAN ALTERNADO

<span class=“hidden”>–</span>Miriam Alonso/Pexels

Deite com a barriga no chão, os braços estendidos acima da cabeça e as pernas retas. Mantenha as palmas das mãos voltadas para baixo.

Contraia os glúteos e a coluna lombar para elevar a parte superior do corpo e estender uma das pernas e o braço oposto, levantando-os do chão. Mantenha-se na posição superior por dois segundos e, então, retorne à posição inicial. Repita trocando os lados.

6

ELEVAÇÃO PÉLVICA (PONTE)

<span class=“hidden”>–</span>Gustavo Fring/Pexels

Deite de barriga para cima, apoie os dois pés no chão e deixe os joelhos flexionados. Em seguida, eleve o quadril. Retorne lentamente.

7

FLEXÕES DE PERNA

<span class=“hidden”>–</span>MART PRODUCTION/Pexels

Deite no chão de barriga para cima, com os braços e as pernas esticadas.. Usando meias para facilitar o deslizamento, arraste os dois pés em direção aos glúteos, subindo o quadril ao mesmo tempo. Retorne à posição inicial lentamente.

8

STIFF

<span class=“hidden”>–</span>Monstera/Pexels

Em pé, pernas afastadas na largura dos quadris, joelhos levemente flexionados, braços estendidos rente ao corpo, mãos segurando halteres de 4 a 6 kg. Incline o tronco para a frente, mantendo as costas retas e o peito aberto e levando os pesinhos em direção aos pés. Volte à posição inicial lentamente.

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Alopecia feminina: preciso me preocupar com a minha queda de cabelo?

Já se falou muito sobre alopecia internet afora – afinal, muitas mulheres lidam com essa condição diariamente. No entanto, mesmo com a popularidade do tema – quedas de cabelo são bastante comuns e podem acontecer por uma série de motivos – é importante entendermos o que, exatamente, define essa condição. 

AFINAL, O QUE É ALOPECIA? 

A alopecia é um termo mais amplo que define todos os tipos de queda de cabelo. Basicamente, é um distúrbio causado por uma interrupção no ciclo de produção dos fios. 

“A perda de cabelo pode ocorrer em qualquer lugar do corpo, mas mais comumente afeta o couro cabeludo”, explica a tricologista Sandra Perondi, diretora técnica Mais Cabello. “Em média, o couro cabeludo tem 100.000 cabelos que percorrem períodos de crescimento, descanso, queda e regeneração. Cerca de 50% das mulheres têm alguma queixa sobre queda capilar. Já entre os homens, é certo que 50% da população masculina até 50 anos sofra com algum tipo de alopecia.”

O que é importante entender, nesse ponto, é que toda e qualquer situação de queda de cabelo pode ser chamada de alopecia, no entanto, é necessária a avaliação de um médico especialista, como um tricologista ou um dermatologista, para determinar exatamente os motivos que levam a essa queda. 

“Existem muitos tipos e formas de alopecia, cada um com seus próprios sintomas e diferentes graus de gravidade”, explica a médica. “Alguns padrões de perda de cabelo são classificados de acordo com suas causas, podendo acometer de uma forma temporária ‘não cicatricial’, que é reversível, ou permanente, ‘alopecia cicatricial’ irreversível, que envolve inflamação que destrói os folículos pilosos.”

Nesse último caso, os folículos destruídos são substituídos por tecido cicatricial, resultando em uma perda permanente de cabelo na área – esse caso, porém, não é tão comum. 

TIPOS MAIS COMUNS DE ALOPECIA

Ainda assim, vale a pena listarmos aqui quais são, afinal, os tipos mais comuns de alopecia. 

1

Alopecia androgenética

“É o tipo mais comum de perda de cabelo, afetando milhões de pessoas no Brasil e no mundo, comumente conhecida como perda de cabelo de padrão masculino ou perda de cabelo padrão feminino. A alopecia androgenética é hereditária”, diz. 

2

Eflúvio telógeno

Uma das causas mais frequentes de queda de cabelo, esta condição geralmente é desencadeada por estágios de estresse, parto, ansiedade, depressão, luto ou algum tipo de doença – como o coronavírus. O que se observa é um tipo de perda de cabelo considerável, principalmente ao lavar os fios, penteá-los ou até nos ambientes em que a pessoa circula. Os cabelos se tornam mais ralos nas laterais, e na região frontal também.

3

Eflúvio anágeno

“Normalmente causado por medicamentos para tratamento do câncer, o eflúvio anágeno resulta em perda de cabelo irregular e, eventualmente, uma perda total de cabelo (geralmente, ele volta a crescer após o término do tratamento)”, explica Sandra. 

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4

Alopecia areata

É uma condição autoimune que faz com que o sistema imunológico do corpo ataque os folículos pilosos, levando a perda irregular. Essa condição pode afetar todas as idades e gêneros, e a perda de cabelo pode começar de repente e sem aviso prévio. Geralmente cai em pequenas placas, mais comumente no couro cabeludo, mas pode acometer outras partes do corpo. 

5

Tricotilomania

“É a dermato-compulsão, ou seja, pessoas que arrancam o cabelo, e isso resulta em uma perda no couro cabeludo ou em outro lugar do corpo. O cabelo geralmente volta a crescer se o comportamento for interrompido, mas a perda de cabelo pode ser permanente se a tração continua por muitos anos”, diz a médica. 

6

Alopecia por tração

É causada por penteados que puxam os cabelos de forma contínua e prolongada, e essa força excessiva remove os fios, podendo provocar danos ao folículo piloso. 

7

Alopecia fibrosante frontal

“Essa condição é caracterizada por alopecia cicatricial, ou seja, perda permanente irreversível, e ocorre em faixa, geralmente na linha anterior dos cabelos”, explica. “Com o tempo, a pessoa começa a ter a sensação de que a testa está aumentando. Cerca de metade de todas as pessoas afetadas pela alopecia fibrosante frontal também experimentam uma perda de sobrancelha.”

QUANDO SUSPEITAR DE ALOPECIA? 

Pelos parágrafos acima, já é possível perceber que a alopecia é uma condição bastante comum e percebê-la não é tão difícil assim. O principal é observar a quantidade de cabelo que cai diariamente – existe uma média comum de 100 fios, mas acima disso já pode ser considerado motivo de preocupação. 

Em resumo, alguns dos principais sinais são: 

  • Cabelos caindo mais depressa, em maior quantidade, ou em tufos
  • Transparência na região bitemporal (nas laterais)
  • Surgimento de uma linha fina em recuo na parte frontal (a testa parece maior)
  • Fios mais finos e frágeis
  • Alargamento da divisão central

A partir daí, apenas a avaliação de um médico dermatologista ou tricologista pode definir o melhor tratamento, que pode passar por um microagulhamento associado à injeção de vitaminas no couro cabeludo, transplantes capilares, uso de medicamentos de uso tópico, administração de suplementos, medicamentos via oral e massagens. 

PRECISO TRATAR A ALOPECIA A VIDA TODA? 

Depende do tipo de alopecia. Casos como o eflúvio telógeno se resolvem sozinhos – ou seja, o cabelo volta a crescer depois da queda em excesso. “Mas o importante é saber que a eficácia de cada tratamento varia de pessoa para pessoa, sabendo que é possível uma reversão da perda de cabelo ou, pelo menos, retardá-la. Para retardar o processo ele deve ser tratado”, diz a médica. 

Ainda assim, é importante ter em mente que algumas alopecias não têm cura. As possibilidades, nesses casos, se limitam a controlar a condição a retardar a sua ação – além de adotar bons hábitos para manter o corpo (e a mente!) saudáveis. Por isso, essa condição funciona como uma corrida quanto o relógio – quanto antes a paciente começar o tratamento, maiores as chances de resposta. 

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“Bem-estar é você gostar de você”, diz Thaís Fersoza

Aos 38 anos, Thaís Fersoza está realizada. Mãe de dois filhos, os pequenos Melinda e Teodoro, fruto do relacionamento com o cantor Michel Teló, a atriz e empresária reencontrou a sua paixão pela televisão em outro formato: como apresentadora. Na frente do “The Voice +”, da Globo, ela voltou ao ar e confessa ter, finalmente, encontrado aquilo que “enche os olhos”. 

Em entrevista à Boa Forma durante a sessão de fotos da marca de calçados Skechers, da qual é embaixadora, ela falou sobre a experiência, a sua relação consigo, a família e o marido e ainda compartilhou a sua definição de bem-estar – daquelas para anotar e praticar assim que terminar de ler!

Veja a seguir a nossa conversa:   

Como foi a experiência de co-apresentar o The Voice +? 

Thaís Fersoza: A experiência foi maravilhosa. Foi um sonho realizado, é uma alegria poder voltar para a emissora que me acolheu como atriz há 25 anos e, agora, me acolhe como apresentadora, me dando esse espaço, esse respeito, essa oportunidade, confiando mais uma vez no meu trabalho. 

Não poderia ter sido melhor e o programa é maravilhoso, é emocionante! O “The Voice +”, então, mexeu muito comigo, poder ver pessoas com mais de 60 anos vivendo, realizando, acreditando e buscando os seus sonhos. Foi realmente incrível. 

Há muito tempo eu venho me preparando para esse momento. Desde a minha gravidez da Melinda, a minha primeira gestação, eu sabia que ia ter que me ausentar da TV. Acabei emendando duas gestações, com o Teodoro, então, eu realmente precisei me afastar um pouco e fui buscando outras formas de me comunicar e de estar perto do meu público. Eu descobri que eu gostava muito de me comunicar, bater-papo, trocar ideias, experiências, e eu comecei com o meu canal no YouTube, o “Nasce uma mãe”, na época, que depois virou o canal Tatá Fersoza, compartilhando, trocando ideias, buscando seguir outro caminho e abrir uma nova vertente para a minha profissão. 

E qual foi o resultado desse trabalho todo?

Percebi que as pessoas também gostavam de se comunicar comigo e foi uma grande surpresa. Eu tenho uma gratidão imensa com o público que me aceitou também como eu sou. Eu percebi que as pessoas não gostavam só das personagens que eu fazia, mas também da pessoa por trás das personagens. E comecei a me dedicar bastante ao canal, fui estudando e praticando e cada vez mais aprendendo sobre apresentar, entrevistar, para me preparar para levar isso para a televisão. O momento chegou e eu estou muito grata, muito feliz e espero que seja só o começo de uma longa história. 

Eu sempre brinco que a gente pode ser o que a gente quiser, a gente tem que se dedicar, tem que estudar e batalhar por isso, então, apresentar é mais um braço da minha carreira, e é o que me faz feliz nesse momento. É estar mais perto do público, é ser eu mesma é trocar essa ideia, entrevistar e conhecer histórias e me comunicar diretamente com o público… Eu estou muito feliz! Que seja só o início dessa nova trajetória!  

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O que vem a seguir quando o assunto é carreira? 

Thaís: Eu fiquei durante muitos anos trabalhando como atriz, então, nesse momento, o que me enche os olhos, me causa frio na barriga, o que acelera o meu coração é apresentar. Eu quero me dedicar cada vez mais a isso, estudar cada vez mais, conquistar um espaço, o meu lugar… Eu venho estudando bastante, me dedicando muito e eu fiquei muito feliz com esse reconhecimento que eu tive agora com essa oportunidade incrível de poder co-apresentar o “The Voice +”, e é isso. A princípio, eu estou bem focada. Eu saí do meu canal e fui também para a televisão, eu espero que sejam os primeiros passos de uma longa história. 

Aliás, você atua em várias frentes: apresentadora, atriz, influenciadora, empresária… como você faz para equilibrar todos os pratinhos? 

Thais: Equilibrar todos os pratinhos só com muito amor, dedicação e muita disciplina. Muita. Eu sou muito disciplinada, muito focada nas coisas que eu faço e me entrego por inteiro. Eu não gosto do termo “Ah, eu me divido”. Não, eu não me divido, quando eu estou, eu estou, 100%, me dedico àquilo, eu gosto de ser assim. 

Hoje, por exemplo, eu estou numa locação, vim fazer a campanha da Skechers, que faz muito parte da minha rotina de exercícios. Skechers está sempre comigo e hoje, e facilita muito a minha vida, porque é aquele calçado que você pode usar com um vestido, uma calça, uma roupa de malhar… É tipo isso! Você tem que ter essas praticidades na vida também para conseguir organizar todos esses pratinhos. Tem que facilitar a sua vida e deixar de uma forma mais prática também. 

Mas o fato é que eu gosto disso, da dedicação, da entrega… Quando eu estou com as crianças, eu me entrego, eu me dedico à educação deles, sabe? então, para mim é importante, eu gosto de conseguir equilibrar esses pratinhos, de ser disciplinada a ponto de conseguir fazer as minhas coisas e também ser gentil comigo. Hoje, eu acabei não malhando, mas tudo bem, amanhã eu vou. Eu acho que também tem uma gentileza. Tem a disciplina, mas tem a gentileza com você. É se respeitar também. 

Considerando a sua rotina super agitada, como é a sua relação com os exercícios físicos e a alimentação, hoje? 

Thaís: É a melhor possível. Eu acho que me encontrei agora. Depois que eu tive as crianças, eu falei “eu vou precisar de um tempo para mim, me reconhecer, me reconectar comigo mesma, saber o que eu gosto, o que eu gosto de fazer, o que eu gosto de comer, como eu gosto de me vestir…”. Foi um reencontro comigo. Eu fiquei dois anos grávida.

A Melinda tinha 3 meses de vida e eu já estava grávida de um mês do Teodoro. E, agora, eu me encontrei. Eu gosto de fazer os meus exercícios, eu faço todo dia de manhã. Eu vou levar as crianças na escola e já vou com o meu tênis, o meu look, na volta eu vou malhar. Faço a minha atividade física e depois disso eu tomo um banho e começo o meu dia de produção, meu trabalho, meu corre. 

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Alimentação, eu tenho uma dieta equilibrada. Eu gosto do low carb, é o tipo de alimentação que eu gosto, que eu não faço como uma dieta imposta, mas como um lifestyle – o meu estilo de vida é comer assim. Eu não como açúcar, não como refinados, eu adoço com frutas, com a maçã em pó, uma coisa que eu descobri há pouco tempo e eu adoro. 

Eu fui descobrindo o que me fazia bem. Para o meu bem-estar, para o meu corpo, para o meu cabelo, para a minha pele e muito disso, confesso, não era só para o corpo, era para o meu mental. É como eu me sinto bem, eu gosto de saber que eu estou comendo uma coisa que me faz bem. Eu gosto de conhecer os alimentos, entender o que aquilo vai proporcionar para mim, onde aquilo vai afetar no meu corpo, no meu dia a dia, se eu vou estar mais bem disposta, se eu vou me sentir mais pesada, se eu vou dormir melhor… Eu fui, aos poucos, de 2018 para cá, adquirindo esse conhecimento e buscando com a ajuda de algumas pessoas. Começou com a Dra. Carla Delascio, que é a minha obstetra ginecologista, hoje eu estou com o Rodolfo Peres [nutricionista], o meu personal é o Januário Pinheiro e está sempre comigo me passando os treinos… Hoje em dia eu tenho praticado tênis, que eu gosto, estou indo para o beach tennis… Essa rotina saudável que me deixa mais leve, e isso foi se equilibrando junto com a alimentação, a atividade física, com a minha forma de me vestir. Foi uma transformação por inteiro, mas não foi de uma hora para a outra, isso veio acontecendo. Eu vim buscando chegar nesse momento. 

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Você sente que mantém uma boa relação com o espelho? Como é isso para você? 

Thais: A gente tem que se amar como a gente é. É de cada uma, você tem que se olhar no espelho e gostar de você. Eu sou muito contra modismos. Não existe o corpo ideal. O corpo ideal é o corpo saudável. É o corpo que a gente quer ter. Eu busco olhar no espelho e respeitar as minhas curvas, as minhas formas, as minhas duas gestações e tentar não louquear com isso. Olhar o meu corpo e aceitar como ele é. É claro que se eu puder fazer umas melhorias… Eu tenho um pouco de flacidez abdominal ainda, das gestações, eu faço os meus abdominais. Se você quer ajustar alguma coisa para você ficar feliz com você, eu acho ok. E não porque “eu acho que os outros devem estar achando, pensando…”, não. E eu me respeito muito. Muito. Eu fiquei bem acima do peso depois das duas gestações e eu super entendi que aquilo era um momento, uma fase, não para voltar ao corpo que eu tinha antes, mas voltar com o peso e as medidas com que eu me sinto confortável. Tinha horas que eu olhava no espelho e falava “Caramba, não sou eu, essa dimensão não é minha”, nas roupas, meu jeito de sentar, eu estava pesada, cansada, ofegante. Isso depois das gestações, o que é normal, e eu tive paciência de esperar a coisa acontecer. 

Nós estamos em 2022, eu tive filho em 2017, foi um processo. E isso é a maior prova de que tudo bem o que eu vejo no espelho, porque eu fui respeitando esse processo natural. Eu tive duas gestações, inclusive uma muito próxima da outra, vamos respeitar esse momento, vamos deixar o corpo entender, se entender, se reconectar e eu me respeito bastante. Normalmente eu olho no espelho e eu estou feliz com o que eu sei que eu posso ser, que eu estou sendo, que eu busco ser, porque, de verdade, tirando toda a parte romantizada da coisa eu acho que um corpo ideal é um corpo saudável e é isso que eu busco acima de qualquer coisa. Acima de qualquer coisa mesmo, que o meu corpo esteja saudável para eu viver nele. 

E o que você definiria como bem-estar?

Thais: Bem-estar é você estar bem com você, é você se aceitar como você é, com as suas imperfeições, peculiaridades, com as suas dificuldades, com as suas coisas positivas também. Eu acho que bem-estar é você olhar no espelho e estar feliz com você. Eu acho que as pessoas se olham no espelho e não se enxergam, só dá aquela passada… Sabe quando você olha no espelho, no seu olho e fala “Tá tudo bem”. Isso vai muito da sua entrega, eu sou muito de me entregar, dedicada, focada, e isso resvala nessa questão do bem-estar. Bem-estar é quando você olha no espelho e fala “Tá tudo bem”. Quando você se respeita, quando você curte você, sabe? E uma coisa que é uma busca bem constante para mim, que é você ser uma pessoa melhor. Eu venho buscando bastante isso, e eu sempre falo que não é para os outros é para ser melhor comigo mesma, ser gentil comigo, ser boa para mim, porque, consequentemente, eu vou ser boa pros outros. Eu acho que isso tudo é uma junção de bem-estar. Esse lifestyle, é o tipo de comida que você come, o tipo de roupa que você veste, o exercício que você faz, é um conjunto. 

A sua família com certeza tem um papel bem importante nisso, certo? Como é a relação de vocês? 

Thais: A gente é bem próximo, tanto eu com a minha família, meu pai, mãe e irmã, quanto com o Michel e as crianças, quanto com a família do Michel. A gente tem uma relação muito próxima, de gostar de se ver, se visitar, de estar junto. Não é aquela coisa de “Ih, juntou vai dar confusão!”. Não, é o contrário, a gente se esforça para estar junto, e dedica para isso, a gente se impulsiona. Nós somos, tanto o casal, quanto a família como um todo, pessoas que buscam incentivar um ao outro, enaltecer um ao outro, apoiar e jogar junto. Eu gosto muito da coisa do jogar junto, do “Cara, vambora? Vambora!”, do apoio mesmo. Isso é fundamental. Claro que é muito do que cada um faz para si, mas você ter uma pessoa do teu lado que te impulsiona que te ampara, enaltece, que joga junto com você, isso muda tudo, né? 

Dá pra perceber que você tem uma relação bem boa com os seus filhos mesmo… você sente que em algum momento “aprendeu” a ser mãe? Quem são as suas referências, nesse sentido? 

Thais: Eu acho que a gente aprende a ser mãe sendo. Eu escrevi um livro sobre maternidade, mas muito em cima das minhas experiências, não ditando nenhum tipo de regra, mas como uma rede de apoio, compartilhando a experiência. Eu acho que ser mãe é no dia a dia. É claro que a gente lê bastante coisa, é legal a gente se instruir de coisas mais teóricas, mas eu acho que aquele feeling de mãe, aquele instinto maternal é muito seu, que você descobre sendo. 

Eu tenho uma referência maravilhosa: a minha mãe, que é a minha amiga, minha melhor amiga. A gente tem um limite certo entre ser mãe e ser amiga, é aquela mãe que tá ali para todas as horas e aquela amiga com quem você pode contar, então, eu acho que esse equilíbrio entre a amizade e a maternidade é muito importante, eu sei muito bem quando a minha mãe tá mãe, quando a minha mãe tá amiga… E é uma delícia poder curtir as duas coisas. 

Eu tenho uma relação com as crianças maravilhosa, a gente criou uma relação de muita cumplicidade, de muita confiança, eu sempre abaixei para falar olho no olho, eu nunca deixei perguntas para depois, eu sempre paro e converso. Eu sempre digo que eu sou incansável – o Michel usa muito esse termo, “A Thaís é incansável na educação das crianças” – e eu sou mesmo. É uma coisa que eu tenho orgulho de ser e, pra mim, é muito natural, é da minha personalidade. A gente – nós quatro, eu, Michel e as crianças – tem um time forte. 

A gente ficou durante muito tempo na pandemia, meses e meses, sem ajuda de ninguém dentro de casa, nem de rede de apoio, nem de pais, nem de ninguém, e a gente só se fortaleceu com isso. Eu tenho muito comprometimento com a maternidade, em fazer que as crianças sejam boas pessoas para o mundo, que sejam respeitosas, amorosas, generosas. E que, ao mesmo tempo, estejam preparados para encarar o mundão aí fora. As pessoas costumam dizer “Você é preocupada?”, não, eu sou atenta. Eu sou muito atenta a educação deles. 

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E a sua relação com o Michel? Vocês parecem ser muito próximos… Rola bastante conversa, troca, parceria? 

Thais: Eu e o Michel, além de casados, a gente é muito amigo, muito parceiro, joga muito junto, torce muito um pelo outro, batalha junto, celebra junto as conquistas e troca muita ideia profissional, pessoal… É muito gostoso. 

Um relacionamento tem que ter muita cumplicidade. Junto com a admiração, são coisas que fazem com que mantenha aquela chama, aquela coisa gostosa, aquele frio na barriga e, mais uma vez, a palavra “atento”. E a gente está sempre muito comprometido e atentos a isso, a não deixar isso se perder. Isso é muito importante para um relacionamento. 

Desde quando a gente começou a namorar, a gente sempre quis muito que desse certo. Eu estava gravando novela no Rio, ele morava em São Paulo, mas viajava o mundo todo, a logística era muito difícil. Mas a gente sempre quis que desse certo. Esse querer fazer dar certo é uma coisa que ajuda. Quando você quer que dê certo, você faz com que dê certo. Eu acho isso muito importante. Ter essa cumplicidade, essa troca, esse querer. E manter isso é uma arte. Nós estamos juntos há dez anos, temos dois filhos, corres de trabalho, mas é gostoso. É fruto disso, desse querer dar certo, dessa cumplicidade, essa troca, essa admiração… Isso constrói e mantém um relacionamento. 

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“Bem-estar é você gostar de você”, diz Thaís Fersoza Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/

Doença celíaca X fertilidade: como a condição afeta seu desejo de ser mãe

Há alguns anos, o glúten se tornou um vilão das chamadas “dietas saudáveis”. E por mais que, de fato, ele colabore para o processo inflamatório do corpo, ele não é tão malvado assim. A não ser, claro, que você tenha a doença celíaca. Nesse caso, não só o glúten é, sim, um vilão, como pode também interferir em uma série de processos naturais do corpo, incluindo a fertilidade. 

O QUE É A DOENÇA CELÍACA? 

“A doença celíaca é uma doença do aparelho digestivo e do sistema imune, que danifica o intestino delgado”, explica o Dr. Fernando Prado, médico ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana. “Ela é desencadeada pela ingestão de alimentos que contêm glúten.”

Um dos principais problemas que essa condição de saúde gera é a dificuldade de absorção de nutrientes pelo organismo. Ou seja, você pode comer de maneira correta, mas o seu corpo não aproveita os nutrientes ingeridos. 

E, por ser uma doença que afeta o aparelho digestivo, não é difícil perceber os seus sintomas, que podem ser notados já na infância do indivíduo celíaco: 

  • Diarreia
  • Prisão de ventre
  • Perda de peso
  • Anemia
  • Sensação de estufamento
  • Cólica
  • Desconforto abdominal

Irritabilidade e lesões na pele, além de aftas na boca e perda do esmalte dentário, assim como osteoporose, são outros sintomas que podem acompanhar a doença. 

DOENÇA CELÍACA X INFERTILIDADE

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A associação entre a doença celíaca e os problemas de infertilidade ainda é considerada uma descoberta recente – e os médicos não possuem todas as informações a esse respeito ainda. No entanto, já se sabe que essa doença pode levar a alterações no ciclo menstrual, reduzindo o estoque de óvulos e antecipando a data da menopausa, ou seja, da última menstruação. 

“Provavelmente, o déficit de vitaminas, que não são absorvidas adequadamente quando a mulher não está controlando a doença, pode ser um causador importante destes problemas”, explica o médico. “Mas não só. A própria inflamação e a alteração imunológica podem ‘atacar’ os ovários e também a função da placenta, inclusive acarretando maiores riscos de abortos precoces, descolamento de placenta e restrição de crescimento fetal.”

Por esses motivos, fazer um controle rígido da dieta é a melhor forma de evitar complicações, principalmente se você está considerando engravidar em breve. A orientação principal é excluir do cardápio produtos industrializados com farinhas que contenham glúten – pães, bolos, macarrão, bolachas, pizzas, cervejas e outras bebidas. 

“No caso de problemas de fertilidade, mesmo com a adoção de uma dieta rigorosa, é fundamental buscar ajuda especializada para detectar as possíveis causas e o tratamento mais indicado”, orienta o ginecologista. 

Esse controle e acompanhamento se tornam especialmente importantes quando consideramos que a doença celíaca não controlada, como dito anteriormente, pode levar ao risco de aborto espontâneo. Não só isso, mas também pode induzir a partos prematuros, casos de natimortos e baixo peso do bebê ao nascer. 

“Como não tem cura específica, a melhor e única maneira é adotar uma dieta rigorosa e sem glúten ao longo da vida, e não apenas durante a gravidez”, continua o Dr. Fernando. 

No entanto, o acompanhamento nutricional é essencial nesses casos já que a falta de alimentos com glúten pode significar também uma dieta pobre em nutrientes essenciais para uma gravidez saudável, como magnésio, ferro, vitamina D, zinco, vitaminas do complexo B e cálcio. 

“A falta dessas vitaminas na gravidez repercutem na nutrição do feto e podem levar a consequências a longo prazo na vida desse futuro bebê”, diz. Por isso, contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar, composta por obstetra e nutricionista, é vital nesses casos. 

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Como tirar cravos do rosto: 6 opções para fazer em casa

Osfamosos cravos no rosto são uma das coisas que certamente mais incomodam quando nos olhamos no espelho. Eles são aqueles pontinhos pretos que surgem quando os poros ficam entupidos por gordura e sebo (substância oleosa que as glândulas sebáceas produzem).

Embora o sebo não seja necessariamente algo ruim, afinal, ele é importante para evitar que a pele resseque, o seu excesso traz problemas. Os cravos têm uma coloração preta justamente porque quando o sebo dos poros entupidos entra em contato com o ar, ele oxida, resultando em uma aparência escura.

Como você já pode imaginar, uma série de fatores pode contribuir para que a pele produza mais óleo do que é necessário. Por exemplo, os mais comuns são genética, alterações hormonais e alimentação e hábitos inadequados. Além disso, alguns cravos têm relação com as bactérias causadoras de acne.

A parte do corpo mais propensa ao aparecimento de cravos é o rosto, com a “área T”, composta pela testa, nariz e queixo, sendo a mais afetada. No entanto, eles também podem surgir nas costas e no peito. Isso acontece porque essas são as regiões do corpo onde a pele tende a produzir mais gordura.

Como tirar cravos em casa

Os cravos no rosto, que tanto incomodam e que marcam a pele, podem ser removidos por meio de medidas caseiras.

Entretanto, além de aprender como tirar cravos em casa, o mais importante é manter uma rotina de skincare adequada para o seu tipo de pele. Isso vai ajudar a regular a produção de sebo e a manter o pH natural e a hidratação da pele. Afinal, uma pele hidratada e livre de bactérias têm menos chances de desenvolver acne e cravos.

Porém, se as medidas de cuidado diário não estiverem funcionando, há a opção de adotar outros tratamentos, tanto com medicamentos para acne quanto com máscaras caseiras e esfoliantes. Veja a seguir algumas dicas de como tirar cravos em casa:

1. Lavar o rosto diariamente para eliminar os cravos

Lavar o rosto
Lavar o rosto é um passo que não pode ser esquecido

Lavar o rosto todos os dias com um bom sabonete é o primeiro passo em qualquer tratamento. Parece um passo muito simples, mas a lavagem na verdade é essencial, já que remove os corpos estranhos, as bactérias e o excesso de sebo que fica sobre os poros conforme o tempo passa. 

Caso você esteja pulando esta etapa, saiba que sem uma limpeza prévia, nenhum produto ou tratamento vai conseguir penetrar na pele. Geralmente recomenda-se lavar o rosto 2 vezes por dia, pela manhã e pela noite, ou apenas uma vez, a depender de como a sua pele reage. Confira outras dicas:

  • Use um sabonete ou loção facial próprio para o rosto e para o seu tipo de pele. O produto deve ser adequado ao pH da pele e respeitar a delicadeza específica da região. Sabonetes comuns possuem componentes que além de irritar e ressecar a pele, podem contribuir a longo prazo para um envelhecimento mais rápido, já que as fórmulas incorretas desgastam mais a derme.
  • Não lave o rosto em excesso, já que, como dissemos antes, o sebo é produzido pela pele para regular os seus níveis de umidade. Assim, caso você o remova excessivamente, o resultado poderá ser um ressecamento ou um aparecimento mais abundante de cravos, pois a pele tentará recuperar essa perda.

2. Hidratar a pele

Como dissemos antes, os cravos são fruto da produção de sebo da pele, que serve justamente para regular a hidratação da derme.

Portanto, assim como uma pele muito oleosa, uma pele seca também pode ser a causa do aparecimento de acne e da produção excessiva de sebo. A pele sempre tentará regular qualquer desequilíbrio, portanto, ao lado da remoção do excesso de gordura feito com a limpeza, a hidratação frequente da pele é outro passo crucial para evitar cravos no nariz.

Um hidratante neutro, sem óleos e sem perfume (perfume em produtos de skincare é um ingrediente que, em muitos casos e com uso a longo prazo pode gerar irritações e ferir a pele) pode ser aplicado uma vez por dia, após a limpeza da pele. 

Esse é um passo essencial também para quem sofre com excesso de oleosidade na pele, já que manter uma pele hidratada significa que seus poros terão de trabalhar menos para produzir a própria hidratação.

3. Usar esfoliantes físicos para eliminar os cravos no rosto

Esfoliantes
Os esfoliantes também ajudam a remover os cravos

As células da nossa pele são renovadas o tempo todo. Por isso, existe sempre um acúmulo de células mortas que repousa sobre a superfície da derme.

Esfoliantes físicos são aqueles que possuem pequenos ou micro grãos e são ótimas opções para eliminar os cravos, impurezas e células mortas da primeira camada da derme. Isso porque eles ajudam a desobstruir os poros, além de estimular a renovação celular. 

Confira 5 esfoliantes caseiros para o rosto para você fazer com ingredientes naturais.

4. Usar esfoliantes químicos

Assim como os esfoliantes físicos, os esfoliantes químicos servem para remover células mortas e ajudar na renovação da pele. 

No entanto, os químicos contêm substâncias como ácido acetilsalicílico, ácido glicólico, ácido lático, ácido pirúvico ou alfa hidroxiácidos, que penetram nas camadas mais profundas da pele, permitindo uma renovação e até reconstrução da barreira da pele.

Assim, aos poucos os esfoliantes químicos podem transformar a qualidade da sua pele, evitando o aparecimento de novos cravos.

Por outro lado, assim como com qualquer produto químico, principalmente os ácidos, os esfoliantes químicos devem ser usados com parcimônia, cuidado e orientação do dermatologista, já que sensibilizam mais a região, deixando-a mais vulnerável.

Portanto é sempre recomendado utilizar esses produtos à noite e não se esquecer de passar protetor solar durante o tratamento com esfoliantes, pois a ideia não é se livrar de um problema e adquirir outro.

5. Usar uma máscara para remoção de cravos do rosto

Existem algumas máscaras para o rosto, que aderem aos cravos, removendo-os após a secagem juntamente com a máscara.

Essas máscaras podem ser compradas na farmácia ou feitas em casa. Confira aqui 7 receitas de máscaras para tirar cravos.

6. Espremer os cravos é uma opção?

Espremer cravos
Espremer os cravos pode não ser uma boa ideia

Em geral, não é recomendável que se esprema os cravos. Além da chance de causar ferimentos na pele, a mão possui muitas bactérias, o que pode piorar a condição, caso elas entrem em contato com os poros ou com as possíveis ranhuras decorrentes da tentativa de espremer os cravos.

Se for muito tentador, saiba que não é completamente proibido espremer os pontinhos. Porém, é importante fazê-lo com higienização adequada das mãos, unhas e do lugar que será espremido antes e depois do procedimento.

Mas, saiba que espremer cravos não ajuda efetivamente a melhorar a condição da acne ou do excesso de sebo na pele. Portanto, talvez não valha a pena fazer isso.

Fontes e referências adicionais

Você tem muitos cravos? Como faz para tirar os cravos do rosto? Comente abaixo!

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Receita de almôndega de berinjela light

Se a berinjela é um legume que não pode faltar na sua cozinha, você provavelmente já preparou o alimento de diversas maneiras. Talvez já tenha feito a berinjela assada, refogada, empanada, em um antepasto ou até uma lasanha de berinjela.  

Mas, o que acha de experimentar uma almôndega de berinjela light? Além de ser uma forma muito gostosa de consumir o legume, o prato é uma excelente opção para quem segue uma dieta vegetariana ou simplesmente quer fazer uma refeição sem carne. 

A preparação não é difícil de fazer e além da berinjela, você vai precisar apenas de farinha de aveia, ovos, alho, cebola, pimenta-do-reino, sal e azeite de oliva.

Para quem quiser uma receita mais light e saudável, vale a pena assar em vez de fritar as bolinhas de berinjela. Afinal, não é nenhuma novidade que comer fritura faz mal.

Agora que já sabemos disso tudo, só falta experimentar como a almôndega de berinjela light fica ótima! Portanto, confira o passo a passo e corra até a cozinha para colocar a mão na massa:

Almôndega de berinjela

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Almôndega de berinjela light

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Uma receita de almôndega sem carne. Um jeitinho bem saboroso de aproveitar a berinjela!
Course Almoço, Jantar
Diet Livre de Glúten, Poucas Calorias, Pouca Lactose, Vegetariana
Keyword almôndega de berinjela, almôndega de berinjela light, almôndega vegetariana
Prato Acompanhamentos
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Sem Glúten, Sem Lactose, Vegetarianas
Refeição Almoço e Jantar
Prep Time 15 minutes
Cook Time 35 minutes
Total Time 50 minutes
Porções 4
Calorias 226kcal

Equipment

  • Frigideira
  • Liquidificador (ou processador de alimentos)
  • Tigela
  • Assadeira

Ingredients

Instructions

  • Ponha o azeite em uma frigideira e leve ao fogo. Adicione a cebola, o alho e refogue até dourar.
  • Então, acrescente a berinjela em cubos e continue cozinhando até ela ficar macia.
  • Transfira todo o refogado para o liquidificador ou processador e bata bem, até formar uma pasta homogênea.
  • Coloque a pasta em uma tigela e complete com os ovos, a farinha de aveia, o sal e a pimenta-do-reino. Se quiser, ponha também outros temperinhos naturais da sua preferência.
  • Misture bem até formar uma massa homogênea. Deixe na geladeira por 30 minutos para firmar.
  • Passado esse tempo, modele a massa no formato de pequenas bolinhas. Distribua as bolinhas em uma assadeira untada com um pouco de azeite e leve ao forno para assar. Vire as almôndegas na metade do tempo para que dourem dos dois lados.

Notes

  • Para garantir que a farinha de aveia usada na receita realmente não contém glúten, leia atentamente tudo o que estiver escrito na embalagem do produto (inclusive as letrinhas pequenas). Caso faça a sua farinha de aveia em casa, cheque com o mesmo cuidado o rótulo da aveia que utilizar no preparo da farinha caseira. Isso é necessário porque embora a aveia seja naturalmente livre de glúten, ela pode ser contaminada pelo glúten quando produzida, processada, embalada, armazenada ou transportada no mesmo ambiente em que alimentos que têm glúten.
  • Além disso, leia minuciosamente a embalagem dos outros ingredientes da receita para checar se eles não podem apresentar algum teor de glúten e/ou lactose.
  • O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme a quantidade de almôndegas que você servir por vez.

Nutrition

Calorias: 226kcal | Carboidratos: 22g | Proteína: 7g | Gordura Total: 14g | Gordura Saturada: 2g | Gordura Poliinsaturada: 2g | Gordura Monoinsaturada: 9g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 82mg | Sódio: 49mg | Potássio: 632mg | Fibras: 8g | Açúcar: 9g | Vitamina A: 172IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 2mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 1mcg | Vitamina C: 8mg | Vitamina D: 1mcg | Vitamina E: 2mg | Vitamina K: 15mcg | Cálcio: 48mg | Cobre: 1mg | Folato: 68mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 49mg | Fósforo: 144mg | Selênio: 10mcg | Zinco: 1mg | Colina: 85mg

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Receita de panqueca vegana de maçã light

Por aqui no Brasil, nós estamos mais acostumados a comer panqueca salgada com recheios como carne moída, frango ou queijo. Porém, também é possível preparar uma versão mais docinha do prato e ter um café da manhã diferente e saboroso.

Um belo exemplo é a panqueca de maçã que vamos conhecer hoje. Inclusive, ela vai agradar especialmente os veganos e as pessoas que seguem uma dieta sem glúten

Isso porque além de não conter nada de origem animal, a panqueca também não leva farinha de trigo. Ao lado da maçã, a preparação pede farinhas sem glúten como farinha de arroz integral e farinha de coco. 

Mas, você também vai precisar de ingredientes como leite de amêndoas (ou outra bebida vegetal), limão espremido, canela, fermento, óleo de coco e agave ou açúcar de coco, caso queira deixar a receita mais docinha.

Agora que já sabe tudo o que o prato pede, só ficou faltando aprender como fazer a panqueca vegana de maçã light! Portanto, confira o passo a passo que está explicadinho logo abaixo:

Panqueca de maçã

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Panqueca vegana de maçã light

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Uma opção deliciosa de café da manhã vegano. A receita também não leva farinha de trigo!
Course Café da manhã
Diet Livre de Glúten, Pouca Lactose, Vegana, Vegetariana
Keyword panqueca vegana, panqueca vegana de maçã, panqueca vegana de maçã light
Prato Panquecas, Crepes e Tapiocas
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Sem Glúten, Sem Lactose, Sem Ovo, Veganas, Vegetarianas
Refeição Café da Manhã, Lanches e Petiscos
Prep Time 10 minutes
Cook Time 20 minutes
Total Time 30 minutes
Porções 2
Calorias 252kcal

Equipment

  • Tigela
  • Panela
  • Mixer
  • Frigideira antiaderente

Ingredients

Instructions

  • Cozinhe uma maçã em uma panela com 2 colheres de sopa de água e depois triture com o mixer ou um garfo. Este será o seu purê de maçã. Se preferir, você também pode comprar o purê de maçã pronto.
  • Misture as farinhas e o fermento em uma tigela. Adicione o leite de amêndoas, ½ xícara de purê de maçã, o limão espremido e o açúcar de coco (opcional). Misture novamente e deixe a massa descansar um pouco.
  • Coloque um pouco de óleo de coco em uma frigideira antiaderente e leve ao fogo para aquecer. Então, ponha uma colher de sopa bem cheia da massa, alisando com a parte de trás da colher.
  • Em fogo baixo, cozinhe por alguns minutos e vire a panqueca para cozinhar do outro lado. Repita o processo até acabar com a massa. Sirva com um pouco de canela.

Notes

  • Leia atentamente todas as informações presentes nas embalagens dos ingredientes usados na receita (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para garantir que eles realmente não têm glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece um aviso é colocado no rótulo.

Nutrition

Calorias: 252kcal | Carboidratos: 53g | Proteína: 4g | Gordura Total: 3g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Sódio: 325mg | Potássio: 216mg | Fibras: 7g | Açúcar: 14g | Vitamina A: 51IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 3mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Vitamina C: 5mg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 2mcg | Cálcio: 205mg | Cobre: 1mg | Folato: 9mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 2mg | Magnésio: 50mg | Fósforo: 187mg | Selênio: 1mcg | Zinco: 1mg | Colina: 3mg

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Como evitar outra pedra nos rins

Certamente, a última coisa que alguém que já sofreu com pedras nos rins quer é passar novamente por uma crise de cálculo renal. Por isso, é bem importante estar ciente das estratégias para evitar outra pedra nos rins.

Mas, para prevenir o retorno do problema com mais eficiência é importante conhecer melhor o tipo de cálculo renal que se teve no passado. 

Os tipos de pedra nos rins e como evitar que elas voltem

Beber água
Beber água é um dos passos importantes para evitar outra pedra nos rins, mas não é o único

Embora seja fundamental, a ingestão correta de água pode não ser o suficiente para evitar o surgimento de outra pedra nos rins. Existem mais alguns passos a serem seguidos, que variam conforme o tipo de cálculo renal e também ajudam a prevenir o retorno do problema.

Portanto, conheça alguns tipos de pedras nos rins, saiba quais alimentos você deve evitar e quais deve consumir mais para evitar cada tipo de cálculo renal:

Pedra de ácido úrico

Se você já teve uma pedra de ácido úrico, deve tomar cuidado com o consumo das proteínas. Apesar de serem benéficas para a maioria das pessoas, elas aumentam a quantidade de ácido úrico no organismo. 

Seja cauteloso quanto ao consumo de carne, peixe, frango, ovos e leite. Diversas bebidas alcoólicas também devem ser evitadas, especialmente a cerveja. Além disso, é essencial evitar também os alimentos ricos em sal.

Por outro lado, aumente o consumo de tomate, castanhas e morangos. Atente-se também à ingestão de água. A quantidade ideal é no mínimo 2 litros por dia.

Pedra de oxalato de cálcio

O segundo tipo de pedra nos rins é a pedra de oxalato de cálcio. Como o próprio nome sugere, a melhor forma de evitar esse tipo de pedra é diminuindo bastante o consumo de alimentos ricos em oxalato. Os principais são:

  • Chocolate
  • Batata doce
  • Couve 
  • Brócolis 
  • Cacau em pó
  • Chá preto
  • Soja
  • Castanhas ou nozes
  • Beterraba 
  • Framboesa 
  • Laranja 
  • Abacate 
  • Morango 
  • Espinafre 
  • Café 
  • Azeitona 

Além disso, tome cuidado com suplementos, pois alguns contêm compostos que podem piorar o problema. Isso ocorre principalmente com suplementos de vitamina C, vitamina D e cálcio. 

Isso não significa que você deve evitar qualquer tipo de suplemento, mas que é necessário consultar um médico para que ele te diga quais você pode tomar e quais deve evitar.

Utilize uma quantidade mais baixa de sal nas refeições e evite alimentos ricos em sal, pois ele aumenta a quantidade de cálcio nos rins, facilitando a formação de outra pedra.

Por fim, eleve o consumo de legumes e frutas, tomando cuidado é claro, com aqueles que contêm muito oxalato. Saiba mais sobre os alimentos ricos em oxalato e como diminuir a absorção.

Pedra de cistina

Muito sal
Abusar do sal não é uma boa ideia para quem quer evitar outra pedra nos rins

As pedras de cistina costumam ser muito raras. Para esse tipo, não há tantas especificações. Aumente a ingestão de água, evite o sal e também os alimentos ricos em sal, como linguiça, molhos e caldos industrializados, por exemplo.

Pedra de estruvita

As pedras de estruvita são normalmente causadas após infecções urinárias, pois elas aumentam o pH da urina, gerando a formação do cálculo renal. 

Para evitar a formação da pedra, aumente a ingestão de água e procure fortalecer o seu sistema imunológico. Faça atividades físicas com frequência e melhore os seus hábitos alimentares.

Como ela é geralmente causada pelas infecções urinárias, se atente às formas de prevenção da própria infecção. Veja algumas dicas:

  • Não reter urina. Esse é um hábito extremamente prejudicial para o seu organismo.
  • Se atente às suas roupas íntimas. Roupas muito apertadas podem facilitar a proliferação de diversas bactérias na região, contribuindo ainda mais para a infecção. Use peças mais largas, como saias e vestidos. 
  • Troque o absorvente pelo coletor menstrual. Os absorventes geram calor e umidade na região e caso não sejam trocados com frequência, podem aumentar o risco de infecções.
  • Realize uma boa higiene íntima. Utilize sabonete líquido íntimo, pois ele contém o pH ideal para a região. Os sabonetes corporais desregulam o pH e contêm um excesso de perfumes, o que também é prejudicial.
  • Após o banho, seque bem a região íntima. Caso contrário, isso facilitará a proliferação de fungos e bactérias. A região já é bastante úmida naturalmente e não necessita de mais umidade.

É importante lembrar que, para realizar uma prevenção mais efetiva, é essencial consultar um médico de confiança. Isso porque ele saberá o que é melhor para o seu organismo, afinal, cada corpo é individual e funciona de forma diferente.

Uma dica extra: evite as bebidas industrializadas, principalmente os refrigerantes. Além disso, aumente o consumo do suco de limão natural. Ele é extremamente benéfico para a saúde em todos os sentidos e pode contribuir com a prevenção do cálculo renal.

Fontes e referências adicionais:

Você já teve cálculo renal? De qual tipo? O que faz para evitar outra pedra nos rins? Comente abaixo!

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Como evitar outra pedra nos rins Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br