Viciado em marketing e com muita vontade de passar o que sei para frente, isso é o que me descreve!
Author: caiosousamd
Meu nome é Caio Sousa, atuo com Marketing a 25 anos, é uma coisa que eu amo com todas minhas forças.
Quando amamos alguma coisa queremos fazer sempre um pouquinho mais do que o comum, não é mesmo? Então, eu decidi abrir um blog onde quero compartilhar alguns macetes com vocês, assim fazemos uma troca de experiência bem bacana.
Segue o blog: https://caiosousamd.tumblr.com/
Acho que com esse tempo de experiencia que eu tenho, vou conseguir agregar bastante em sua vida.
Hoje o marketing está muito evoluído, e o mais eficaz tem sido o marketing digital, com o SEO, mídias sociais, mídias pagas e orgânicas... tem apresentado um resultado espetacular.
Do mesmo jeito que o marketing evolui pra trazer um resultado melhor, eu também quero trazer um resultado ótimo para vocês.
Além de saborosas e nutritivas, as frutas também são coloridas e deixam qualquer refeição muito mais bonita. É possível usá-las de diversas maneiras, tanto na sobremesa quanto como um aperitivo.
Uma receita muito prática que funciona para os dois casos que citamos é o espetinho de frutas light. O exemplo que vamos conhecer pede melão, mamão papaia, manga e uva. Mas, você pode fazer com as frutas que tiver em casa.
Ao lado desses ingredientes, o espetinho também conta com uma deliciosa calda de melancia. Além da fruta, a cobertura leva canela em pó, adoçante e amido de milho.
Com tudo isso, o prato se torna uma forma mais atrativa de consumir frutas, tanto para crianças quanto para os adultos que não gostam muito delas, mesmo sabendo dos seus benefícios. Vale a pena testar!
Portanto, confira as instruções da receita que estão descritas a seguir e não deixe de experimentar o espetinho de frutas light:
Monte os espetinhos com as frutas: alterne entre melão, mamão, manga e uva, para que eles fiquem bem coloridos. Deixe na geladeira até a hora de servir.
Para fazer a calda, bata a melancia no liquidificador. Então, coloque a fruta em uma panela e adicione o amido de milho, o adoçante e a canela. Misture.
Tampe e leve ao fogo baixo por aproximadamente 20 minutos ou até a mistura reduzir e ficar semelhante a um mingau.
Sirva os espetinhos acompanhados pela calda em pratinhos.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece um aviso é colocado no rótulo.
Os principais exames usados para avaliar a saúde do fígado são exames de sangue, de imagem e biópsia. O fígado é um órgão importante, que está envolvido com a eliminação de substâncias tóxicas do organismo e participa da digestão das gorduras, produzindo a bile.
Pessoas com problemas no fígado devem cuidar da alimentação, ingerindo alimentos pouco gordurosos e só usar medicamentos sob prescrição médica, pois é o fígado quem realiza o processamento dos remédios que ingerimos.
Veja quais são os principais exames feitos para avaliar a saúde do fígado.
Exames de sangue para o fígado
Existem vários exames específicos para o fígado que são tirados em exames de sangue de rotina
Os exames de sangue específicos para o fígado são muito utilizados para a detecção de doenças que afetam esse órgão, como a esteatose, mais conhecida como gordura no fígado, cirrose e hepatite.
É comum, nos exames de rotina, o médico ou médica solicitar exames de rastreio, que dão um parâmetro geral de como está a saúde do fígado, que são o TGO (ou AST), TGP (ou ALT), Gama GT e a fosfatase alcalina.
Para pessoas que já são diagnosticadas com alguma doença no fígado, existem outros exames de sangue que podem oferecer informações complementares, entre eles: nível de bilirrubina, tempo de protrombina e eletroforese de proteínas.
TGO e TGP
Os exames de TGO e TGP medem a concentração das enzimas produzidas pelo fígado, a transaminase-glutâmico oxalacética (TGO) e a transaminase glutâmico pirúvica (TGP).
Algumas doenças podem provocar lesões nas células do fígado, chamadas hepatócitos. Por causa dessas lesões, as enzimas extravasam das células e atingem a corrente sanguínea, resultando em níveis elevados de TGO e TGP.
Essa alteração pode levar o médico ou médica a suspeitar, principalmente, de cirrose ou hepatite.
O resultado desse exame não deve ser avaliado isoladamente, ou seja, ter níveis normais de TGO e TGP não significa ausência de doença no fígado. Todo exame é avaliado em conjunto com a história clínica, sintomas e outros recursos diagnósticos.
Os valores de referência de TGO e TGP são de 5 a 40 unidades por litro de soro e 7 a 56 unidades por litro de soro, respectivamente.
Gama GT
A gama GT também é um exame de rastreio que fornece informações acerca de alterações no fígado, evidenciadas pela elevação nos níveis da enzima gama-glutamil-transferase (Gama GT).
Esse exame é bastante útil para indicar os efeitos do alcoolismo crônico no organismo da pessoa.
Os valores de referência são de até 60 U/L para os homens e até 43 U/L, para as mulheres. Esses valores podem variar de acordo com o laboratório.
Fosfatase alcalina
A enzima fosfatase alcalina é produzida pelas células dos ductos que formam as vias biliares, por onde a bile produzida no fígado é transportada até o intestino.
A elevação dos níveis dessa enzima pode indicar a presença de cálculos biliares ou câncer obstruindo os ductos, pois ela indica que está ocorrendo uma retenção da bile, ou seja, o líquido não está fluindo normalmente até o intestino.
Como a enzima fosfatase alcalina é produzida por outros órgãos, além do fígado, esse exame deve ser avaliado juntamente com outros, para descartar outras doenças.
Os valores de referência de fosfatase alcalina variam de acordo com a idade:
Crianças abaixo de 2 anos: 85 – 235 U/L
De 2 a 8 anos: 65 – 210 U/L
De 9 a 15 anos: 60 – 300 U/L
De 16 a 21 anos: 30 – 200 U/L
Adultos: 46 – 120 U/L
Bilirrubinas
As bilirrubinas são os resíduos da destruição das hemácias (células do sangue) velhas ou danificadas, processo que ocorre no baço.
Essa substância é transportada pelo sangue até chegar no fígado, onde se mistura à bile. Juntamente com a bile, as bilirrubinas são liberadas no intestino, onde irão fazer parte do bolo fecal. Por causa da coloração amarela-avermelhada da bilirrubina, as fezes adquirem a característica coloração marrom.
Se o nível de bilirrubina no sangue estiver alto, a pessoa fica ictérica, ou seja, com a pele e olhos amarelados, por conta da deposição dessa substância amarelada nos tecidos. Níveis aumentados de bilirrubina no sangue podem indicar lesões no fígado ou obstrução dos ductos biliares, não permitindo que a substância chegue ao intestino.
O valor de referência para bilirrubina total é de até 1,2 mg/dL, sendo que parte dele é originado da bilirrubina direta (de até 0,3 mg/dL) e indireta (até 0,8 mg/dL).
Tempo de protrombina
O exame de determinação de tempo de protrombina avalia a capacidade de coagulação do sangue.
Em casos de insuficiência hepática, há menor produção de fatores importantes para a coagulação do sangue, especialmente fator VII. Como resultado, o sangue demora mais tempo para coagular neste teste.
Mas, sabe-se que a coagulação do sangue não depende apenas da função do fígado, então outros parâmetros devem ser avaliados em conjunto, para se chegar ao diagnóstico.
O valor de referência de tempo de protrombina varia de 10 a 14 segundos.
Eletroforese de proteínas
O exame de eletroforese de proteínas utiliza uma técnica capaz de separar os grupos das proteínas. Em uma condição de disfunção hepática, é possível observar um aumento da concentração de gamaglobulina e redução de albumina.
Novamente, esse tipo de exame não é específico para problemas no fígado, devendo ser interpretado em conjunto com outros exames. Inclusive, este é um teste muito utilizado para diagnóstico de mieloma múltiplo, um tipo de câncer que atinge a medula óssea.
Os valores de referência da gamaglobulina são de 0,7 a 1,5 g/dL (11,8 a 20,2% do total de proteínas) e da albumina é de 3,2 a 5,0 g/dL (50 a 63% do total de proteínas).
Teste para hepatites virais
É um teste rápido e simples, oferecido na rede pública de saúde. Ele utiliza vários marcadores moleculares que permitem a identificação do tipo de hepatite, informação essencial para a definição do tratamento.
Exames de imagem do fígado
O ultrassom é o exame de imagem para o fígado mais básico e comum
Geralmente, os exames de imagem são solicitados quando os exames de sangue indicam alterações. Outra situação em que eles podem ser solicitados é quando há suspeita de lesão no fígado após acidentes de carro ou na prática de algum esporte.
Ultrassonografia
A ultrassonografia é o exame mais simples e econômico para se avaliar o fígado. Através de ondas sonoras, a técnica permite a formação de imagens do fígado, dos ductos biliares e da vesícula biliar.
Essa técnica é útil para a identificação de anormalidades estruturais localizadas, por exemplo um tumor.
Cintilografia
A cintilografia utiliza uma marcador radioativo injetado na veia da pessoa e a localização desse marcador é captada por uma câmera de raios gama, que gera uma imagem.
Ao acompanhar o caminho do marcador pelo fígado, vesícula biliar, ductos biliares e duodeno, é possível identificar pontos de obstrução.
Tomografia computadorizada
A tomografia computadorizada é uma técnica altamente avançada, que gera imagens de alta resolução.
Por meio dela, é possível identificar a presença de tumores, abscessos e esteatose hepática (fígado gorduroso).
Ressonância magnética
O exame de ressonância magnética também produz imagens que permitem identificar hepatite e esteatose hepática.
Mas, além das imagens, a técnica possibilita a observação do fluxo sanguíneo através do órgão, importante para detectar distúrbios nos vasos sanguíneos que o irrigam.
A vantagem da ressonância magnética é que não utiliza radiação, como a tomografia, mas é um exame mais caro e demorado.
Elastografia
A elastografia é semelhante à ultrassonografia, pois utiliza o ultrassom para medir a elasticidade dos órgãos, observando se existem áreas mais rígidas do que o normal.
Ele é usado para diagnosticar doenças do fígado, como cirrose, hepatite, esteatose e câncer.
Biópsia
Quando os exames de sangue dão resultados alterados e aparecem cistos ou nódulos nos exames de imagem, o médico ou médica pode solicitar uma biópsia, para avaliar se existem células cancerígenas.
Com uma agulha bem fina, pequenos fragmentos são retirados do fígado, para serem analisados com técnicas de microscopia em laboratório.
Fontes e referências adicionais
Álcool e o fígado, Revista Gastroenterologia Endoscopica Digestiva, 2011, 30(4): 152-162.
Fezes amarelas é um sintoma comum e está relacionado com alterações no processo digestivo, especialmente pela má absorção de gordura no intestino e ingestão de alimentos muito gordurosos.
O nome técnico para o sintoma é esteatorreia, caracterizada por fezes amarelas, que tendem a flutuar na água, acompanhada de espuma esbranquiçada e com forte odor fétido.
Este sintoma pode se manifestar em diversas doenças, como a doença celíaca, pancreatite, infecções intestinais, hepatite e pedra na vesícula. Geralmente, além das fezes amarelas, outros sintomas se manifestam nessas doenças.
Existem algumas causas variadas que podem provocar fezes amarelas
Veja quais são as principais causas das fezes amarelas e o que fazer.
Alimentos gordurosos
A ingestão de alimentos muito gordurosos é a causa mais simples envolvida na formação de fezes amarelas e gordurosas.
Não é incomum ter um episódio de diarreia com fezes amareladas, após uma refeição mais rica em gorduras, por exemplo uma feijoada. Esse tipo de alimento conta com bastantes carnes gordurosas, como bacon, costela e torresmo.
Alimentos com queijo, molho branco, requeijão também são concentrados em gordura e podem causar a eliminação de fezes amarelas.
O que fazer
Na refeição seguinte, prefira alimentos leves, como legumes bem cozidos e frutas. Beba bastante água, para repor o líquido perdido nas fezes.
Intoxicação alimentar
A intoxicação alimentar ocorre pela ingestão de alimentos ou água contaminados, especialmente com as bactérias Campylobacter jejuni, Salmonella e Clostridium.
A toxina das bactérias provoca diarreia com fezes amareladas e aquosas, dor abdominal, cólicas, febre, náuseas e vômitos. Geralmente, esses sintomas se manifestam algumas horas após a ingestão do alimento contaminado.
O que fazer
É muito importante repor o líquido perdido, com a ingestão de bastante água e soro caseiro. Enquanto o ciclo não cessa, se alimente de legumes bem cozidos, frutas e carnes magras, como o frango.
Se a diarreia persistir por mais de 7 dias e houver risco de desidratação, procure ajuda médica para receber hidratação e sais por via endovenosa (na veia) e antibióticos.
Gastroenterite
A gastroenterite é uma inflamação do revestimento do estômago e dos intestinos delgado e grosso. Normalmente, é causada por microorganismos (vírus, bactérias e parasitas), mas também pode ser causada por toxinas químicas ou medicamentos.
Os vírus são os principais responsáveis pelas gastroenterites, eles infectam as células do revestimento do intestino e se multiplicam através delas. Os principais sintomas da gastroenterite causada por vírus, comumente chamada de virose, são diarreia aquosa com fezes amarelas, vômito e febre.
O que fazer
A diarreia pode durar de uma a duas semanas, período em que a pessoa deve repousar, repor o líquido perdido, se alimentar com alimentos leves e de fácil digestão. Caso os sintomas persistam, é indicado buscar ajuda médica para identificação da causa da gastroenterite e tratar.
Hepatite A
A hepatite A é uma doença infecciosa que afeta o fígado e é causada pelo vírus A da hepatite (HAV).
É uma doença altamente contagiosa, transmitida por via fecal-oral de pessoa para pessoa, ou pela ingestão de água e alimentos contaminados com o vírus. Após 30 dias da contaminação com o vírus, os sintomas se manifestam:
Fadiga
Dores musculares
Dor de cabeça
Náuseas
Urina escura
Fezes amarelas
O que fazer
Os medicamentos que o médico ou médica pode receitar não são para curar a hepatite, que tem resolução natural, mas ajudam a aliviar os sintomas. É importante tomar a vacina para hepatite A, disponível para as crianças a partir de 1 ano de idade, sendo duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas.
Pedra na vesícula
A pedra na vesícula pode provocar muitas dores e outros sintomas, como as fezes amarelas
A pedra na vesícula (colelitíase) ocorre pelo acúmulo de cálculos biliares, popularmente chamados de “pedras”, na vesícula biliar ou nos ductos biliares. O problema ocorre por uma alteração na concentração das substâncias que compõem a bile, o líquido que é produzido no fígado e armazenado na vesícula biliar.
A bile funciona como um detergente, um produto que usamos para tirar a gordura das louças. Após a refeição, a vesícula biliar se contrai e libera a bile no duodeno, uma parte do intestino.
Se houver uma pedra obstruindo o fluxo da bile até o duodeno, a gordura não será digerida e absorvida e, por isso, será liberada juntamente com as fezes, que ficam com aspecto oleoso e amarelado.
Em condições normais, as fezes apresentam a cor amarronzada pela presença de bilirrubina, componente da bile. Como a bile não chega até o intestino, as fezes ficam pálidas, com a coloração amarelada.
O que fazer
Não há apenas um tratamento para a pedra na vesícula e a escolha da abordagem terapêutica é feita de acordo com a idade da pessoa, quantidade e tamanho das pedras, entre outras condições de saúde que são avaliadas pelo médico ou médica gastroenterologista.
Se as pedras forem pequenas, o tratamento pode ser feito com uma técnica chamada litotripsia extracorpórea, que utiliza um aparelho que emite ondas de choque que quebram as pedras em pedaços menores, para passarem pelo ducto e serem eliminadas.
A outra opção de tratamento é a cirurgia para retirada da vesícula biliar por laparoscopia, um método não invasivo, em que são feitas quatro incisões na barriga, por onde o cirurgião do sistema digestivo insere a câmera e os instrumentos para retirada da vesícula.
Pancreatite
A pancreatite é uma inflamação no pâncreas, que é geralmente causada pela presença de pedras na vesícula biliar e pelo consumo crônico de álcool.
O pâncreas produz o suco pancreático, cuja ação é no intestino, para auxiliar na digestão dos alimentos. Quando os ductos por onde esse líquido flui estão obstruídos por pedras, ele se acumula na glândula, causando inflamação e edema.
O consumo excessivo e crônico de bebidas alcoólicas altera a parede do pâncreas, levando à atrofia da glândula. Essa alteração na parede da glândula, combinada à obstrução dos ductos biliares, intensifica o processo inflamatório, podendo torná-lo crônico.
Como resultado da falta de ação do suco pancreático sobre os alimentos, a gordura não é digerida e nem absorvida no intestino, sendo, assim, liberada juntamente às fezes, que apresentam-se amareladas.
O que fazer
O tratamento requer internação hospitalar, pois durante a inflamação do pâncreas, a pessoa deve ficar em jejum e receber hidratação pela veia. Enquanto a inflamação estiver ativa, a pessoa não pode se alimentar, pois o processo digestivo não ocorre como deveria, na falta de suco pancreático.
Se a pessoa tiver pancreatite crônica, que é quando a parede da glândula já foi alterada e a pessoa convive com a doença, ela deve adotar uma dieta pobre em gorduras e rica em legumes, cereais e raízes.
Também devem ingerir um preparado de enzimas pancreáticos, para auxiliar na digestão dos alimentos.
Algumas pessoas com pancreatite crônica desenvolvem diabetes, pelo fato da função endócrina da glândula ser prejudicada, resultando na queda dos níveis de insulina. Por isso, o controle da glicemia deve ser feito com aplicações diárias de insulina.
Câncer no pâncreas
O câncer de pâncreas é, geralmente, diagnosticado tardiamente, o que contribui para a sua alta taxa de mortalidade. Fora a predisposição genética, o câncer de pâncreas está associado a hábitos que são prejudiciais à saúde, como tabagismo e consumo crônico de álcool.
Pessoas com obesidade, diabetes do tipo 2 ou pancreatite crônica são mais propensas a esse tipo de câncer, que tende a se manifestar após os 60 anos de idade, preferencialmente entre os homens.
Dentre os sinais iniciais do câncer de pâncreas estão a eliminação de urina escura, que adquire a cor de chá preto pela presença de bilirrubina, substância colorida da bile. Como essa substância digestiva não chega ao intestino, a gordura não é bem digerida e absorvida, sendo liberada com fezes amarelas.
O que fazer
O único tratamento que oferece chances de cura é a cirurgia de retirada do pâncreas. Quando esse tratamento não é possível, devido às condições de saúde da pessoa e idade, os sintomas são amenizados com quimioterapia e radioterapia.
Giardíase
A giardíase é uma infecção causada pelo protozoário Giardia lamblia. A infecção por esse microrganismo se dá via transmissão fecal-oral, pelo contato direto com os cistos do protozoário ou pela ingestão de água e alimentos contaminados.
Uma complicação comum da giardíase é a síndrome da má absorção, caracterizada pelos sintomas:
Fezes moles, amareladas e gordurosas
Inchaço abdominal
Flatulência
Perda de peso não intencional
Anemia
O que fazer
O tratamento é feito com medicamentos antiprotozoários, como o tinidazol, metronidazol e nitazoxanida por 10 dias. Alguns casos se resolvem naturalmente em algumas semanas, sem a necessidade de medicação.
Doença celíaca
A doença celíaca é uma doença autoimune, na qual as células do sistema de defesa atacam as próprias células do intestino delgado, deixando-as achatadas e com a capacidade de absorção dos nutrientes prejudicada.
Esse processo inflamatório é desencadeado pelo glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio.
Por causa disso, o trânsito intestinal fica acelerado, produzindo fezes moles e amareladas, devido à má absorção da gordura.
O que fazer
O tratamento é feito com a modificação completa da dieta, retirando-se todo alimento que contenha glúten. Dessa forma, o processo inflamatório cessa e a pessoa fica livre de sintomas, dando tempo para a parede do intestino cicatrizar.
Medicamentos
Remédios usados para emagrecer podem provocar as fezes amareladas
Alguns medicamentos usados para o emagrecimento impedem a absorção de gorduras pelo organismo, provocando a sua liberação nas fezes, que adquirem a cor amarela.
O que fazer
Se o medicamento estiver sendo administrado sob prescrição médica, é recomendado consultar o médico ou médica responsável, sobre a maneira correta de utilizá-lo e verificar a necessidade de troca do medicamento.
Problemas no pâncreas e doenças associadas atrapalham diretamente o processo digestivo e os níveis de açúcar no sangue. O pâncreas é uma glândula pequena, entre 15 e 25 cm, localizada atrás do estômago, entre o duodeno e o baço.
O pâncreas integra dois sistemas importantes no nosso organismo, o endócrino e o digestivo, produzindo os hormônios insulina e glucagon, e enzimas, que auxiliam no processo digestivo.
Veja para que serve essa glândula, quais sintomas indicam que há um problema no pâncreas e suas principais doenças.
Para que serve o pâncreas?
A função do pâncreas na digestão é auxiliar na digestão de proteínas, carboidratos e gorduras, através de enzimas digestivas presentes no suco pancreático, um líquido alcalino, muito rico em bicarbonato.
O bicarbonato inativa a enzima produzida pelo estômago, neutralizando a acidez do bolo alimentar, assim o processo digestivo pode ocorrer no intestino delgado, sob ação das enzimas pancreáticas que não funcionam em meio ácido.
A insulina e o glucagon, os hormônios produzidos pelo pâncreas, controlam a glicemia, ou seja, a concentração de glicose no sangue.
Eles têm ação oposta, a insulina diminui a concentração de glicose no sangue, estimulando a entrada de glicose nas células dos músculos, tecido adiposo (gordura) e fígado. A glicose é usada como fonte de energia para o corpo e o excedente é armazenado como glicogênio nos músculos ou como gordura.
O glucagon aumenta a concentração de glicose no sangue, estimulando a liberação de glicose armazenada no fígado e a queima de gordura, para produção de energia.
Sintomas de problemas no pâncreas
A dor abdominal é um dos principais sintomas de problemas no pâncreas
Como vimos, o pâncreas exerce funções muito importantes no nosso organismo e, se ele estiver com seu funcionamento alterado, pode acarretar em sérios problemas de saúde.
O problema que mais comumente afeta o pâncreas é a inflamação, que recebe o nome de pancreatite.
Os sintomas que indicam problemas no pâncreas são:
1. Dor abdominal
A dor abdominal relacionada ao pâncreas possui algumas características que ajudam a identificar que se trata de um problema nessa glândula:
Surge na parte superior do abdômen, do lado esquerdo, atrás do estômago, um pouco abaixo da costela.
A dor é interpretada como uma sensação de ardência.
A dor piora após a ingestão de um alimento muito gorduroso.
A dor também piora ao se deitar de barriga para cima, devido à compressão da glândula.
A dor pode irradiar para as costas, especialmente no caso de câncer no pâncreas, em que o tumor comprime os nervos ao redor da glândula, refletindo em dor nas costas.
Outro sintoma associado à dor abdominal é a sensação de má digestão e de barriga inchada.
2. Febre
Sempre que sua temperatura corporal aumentar, chegando ao nível de febre, acima de 37,5°C, é um indicativo de que seu organismo está mobilizando seu sistema imunológico para combater alguma inflamação ou infecção.
A pancreatite é uma inflamação e, portanto, pode resultar em febre.
3. Náuseas e vômitos
Como o pâncreas está envolvido no processo digestivo, se ele funciona mal, a digestão também não ocorre como deveria.
A presença de alimentos mal digeridos no organismo desencadeia um mal estar generalizado, com sensação de náuseas e vômitos.
4. Gordura nas fezes
Outra consequência do mau funcionamento do pâncreas no processo digestivo é a dificuldade de absorção de gordura no intestino, que promove a sua liberação nas fezes.
Assim, as fezes ficam com um aspecto mais oleoso, com cor mais amarelada ou esbranquiçada e odor mais forte.
5. Perda de peso não intencional
A perda de peso pode ser consequência da má absorção dos nutrientes no intestino, por conta do mau funcionamento do pâncreas e, também, porque as pessoas que estão com algum problema no pâncreas tendem a perder o apetite.
6. Dor de cabeça
A dor de cabeça é um sintoma bastante generalista, mas que indica que algo não está funcionando bem no organismo.
Em um processo inflamatório, o sistema imunológico fica bastante ativo, resultando em cansaço, fadiga e dor de cabeça. É como se o corpo te forçasse a repousar, para que mais energia fosse direcionada à resolução do problema, no caso, a inflamação no pâncreas.
Como consequência, a pessoa também pode se sentir bastante irritada e ficar com mais dificuldade para se concentrar.
7. Icterícia e urina escura
A icterícia é o amarelamento dos olhos e da pele, sendo um dos primeiros sinais de câncer no pâncreas. Ela é causada pelo acúmulo de uma substância produzida pelo fígado, chamada de bilirrubina.
O tumor no pâncreas pode comprimir o ducto biliar, causando o acúmulo de bilirrubina que provoca o amarelamento da pele e dos olhos.
O aumento da concentração de bilirrubina no organismo também pode se manifestar com o escurecimento da urina, que passa a conter a substância de cor marrom-amarelado escura.
Principais doenças do pâncreas
As doenças mais comuns nesta glândula são:
Insuficiência pancreática
A insuficiência pancreática é a diminuição da produção das enzimas digestivas pelo pâncreas. Um dos principais sintomas é a esteatorreia, que é a presença de gordura nas fezes.
Essa doença pode ser causada por fatores genéticos, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
O tratamento é feito com a reposição das enzimas pela ingestão de preparados com enzimas digestivas, para que a pessoa consiga absorver os nutrientes dos alimentos e não desenvolva complicações graves, como anemia, desnutrição, deficiências de vitaminas e perda ou incapacidade de ganhar peso.
O tratamento pode incluir medicamentos analgésicos, caso a pessoa sinta muita dor, e suplementos vitamínicos, especialmente as lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K), que se diluem nas gorduras e saem com as fezes.
Diabetes tipo 1
A diabetes tipo 1 é uma condição que ataca as células produtoras de insulina do pâncreas
A diabetes do tipo 1 é uma doença autoimune, que ocorre quando as células do sistema de defesa passam a atacar as próprias células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.
Os sintomas mais característicos da diabetes do tipo 1 são:
Sede constante
Boca seca
Vontade de urinar com muita frequência
Perda de peso não intencional
Formigamento nas mãos e nos pés
Cicatrização prejudicada
Proliferação de fungos nas unhas
Geralmente, o diagnóstico é feito ainda na infância, entre o primeiro e o quinto ano de vida.
O tratamento inclui várias abordagens, desde a prática de atividade física com controle alimentar, até a aplicação de insulina, de 2 a 5 vezes por dia.
Pancreatite
A pancreatite é a inflamação do pâncreas e é classificada em aguda e crônica. O principal fator responsável pelo problema é o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
Pancreatite aguda
Pelo pâncreas passam os ductos das vias biliares, que transportam a bile produzida no fígado para ser armazenada na vesícula ou ser liberada no duodeno. Quando existem cálculos biliares obstruindo os ductos, as secreções do pâncreas não conseguem passar por eles, para serem liberadas no duodeno.
O acúmulo de suco pancreático no pâncreas desencadeia um processo inflamatório intenso e inchaço da glândula, gerando muita dor abdominal, náuseas, vômitos e icterícia.
Pancreatite crônica
O consumo excessivo e prolongado de álcool altera a parede do pâncreas, deixando-a mais fibrosa, o que promove a atrofia da glândula. Essa alteração, somada aos depósitos de cálculos biliares compostos principalmente de cálcio, intensificam a inflamação no pâncreas.
Por se tratar de um problema crônico, há fases em que a doença fica assintomática. Os sintomas se manifestam nos períodos de surto da doença, ou fase aguda, sendo os mesmos da pancreatite aguda.
Uma complicação da pancreatite crônica é a diabetes, porque com a atrofia da glândula, ela também vai perdendo sua capacidade de produzir insulina.
O câncer de pâncreas é um tipo de câncer que é diagnosticado tardiamente e, por isso, possui alta taxa de mortalidade. Ele é mais comum a partir dos 60 anos, sendo raro antes dos 30, e tende a acometer mais o sexo masculino.
Existem casos de câncer de pâncreas que ocorrem por predisposição genética, mas a maioria se dá por fatores não hereditários:
Tabagismo
Obesidade
Diabetes do tipo 2
Pancreatite crônica
Os fatores de risco não hereditários estão ligados ao estilo de vida, que pode ser modificado, para evitar o problema.
Os sinais que podem ajudar a detectar o câncer são:
Urina escura (cor de chá preto)
Icterícia
Perda de peso não intencional
Fadiga
Dor no abdômen e nas costas
A cirurgia de retirada total do pâncreas, ou de parte dele, é o único tratamento que oferece chances de cura. Quando não é possível realizar a cirurgia, o tratamento é feito com quimioterapia e radioterapia, para minimizar os sintomas da doença.
Você sabia da grande importância do pâncreas no nosso organismo? Quais sintomas mais chamaram a sua atenção? Das doenças do pâncreas, qual você ainda não conhecia? Comente abaixo!
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Sentir dores durante a gravidez é normal e frequente, pois conforme o bebê vai crescendo, o corpo da grávida vai se ajustando, para acomodá-lo cada vez melhor. Nesses momentos, é natural o impulso de recorrer à caixinha de remédios, em busca de uma dipirona, para aliviar a dor.
A dipirona tem como objetivo aliviar a dor e combater a febre, embora seja proibida em alguns países, como os Estados Unidos da América, Inglaterra e Japão, é isenta de prescrição médica aqui no Brasil, podendo ser facilmente comprada em qualquer farmácia.
Então surge a dúvida comum entre as grávidas: grávida pode tomar dipirona? A preocupação é referente aos possíveis riscos que a dipirona pode trazer à saúde da mãe e do bebê.
Os especialistas afirmam que a dipirona não é proibida para as grávidas, desde que seu uso seja indicado pelo médico ou médica que acompanha a gestação, e de que seja usada na menor dose efetiva e pelo menor tempo possível. Além disso, seu uso é limitado a alguns períodos da gestação.
Veja como a dipirona age no organismo e quando ela pode ser usada na gravidez.
Como a dipirona age no organismo?
A dipirona atua para regular as respostas de inflamação, dor e febre
A dipirona inibe as prostaglandinas, que são substâncias químicas similares a hormônios e que são produzidas localmente onde há uma lesão, infecção ou doença, regulando as respostas de inflamação, dor e febre.
Durante o período de gestação, a prostaglandina também participa de outras funções, como a produção das fortes contrações uterinas que as grávidas sentem antes do parto.
O excesso de prostaglandina é responsável pelas dores que sentimos, como dor de cabeça e dor nas costas, até naúseas, vômitos, tontura e diarréia. Esses sintomas são muito comuns entre as grávidas e podem ser solucionados com inibidores de prostaglandinas, entre eles a dipirona.
O uso de dipirona pelas grávidas pode causar malformação fetal, dependendo do período da gestação em que ela for administrada.
Quando a grávida pode tomar dipirona?
A grávida pode tomar dipirona apenas durante um período da gravidez
De maneira geral, a dipirona não é indicada durante o primeiro e o último trimestres do período gestacional.
O uso da dipirona na gravidez requer muito cuidado, pois ela é capaz de atravessar a barreira placentária. Através dessa barreira, ocorre a passagem de algumas substâncias da circulação da mãe para o bebê e vice-versa. Por ela passam nutrientes, gases (oxigênio e gás carbônico) e secreções.
Nos primeiros 3 meses de gestação, a dipirona deve ser evitada ao máximo, pois é uma fase muito importante do desenvolvimento embrionário e a substância aumenta os riscos de malformações no bebê.
Durante o segundo trimestre, a dipirona pode ser administrada, desde que seja com indicação médica. Somente o médico ou médica obstetra que acompanha a grávida, poderá determinar se os benefícios superam os riscos que a dipirona pode causar durante a gestação. Se a dipirona for administrada, deve ser na menor dose efetiva e pelo menor período de tempo possível.
Após a 30ª semana da gestação, que é equivalente à terceira semana do sétimo mês, a dipirona deve ser evitada, pois pode prejudicar a coagulação do sangue da mãe e do bebê, trazendo riscos no momento do parto.
Além disso, nessa fase, a dipirona pode provocar o fechamento prematuro do ducto arterial, que desvia o sangue venoso dos pulmões do bebê, pois ainda não são usados por ele. Se o ducto se fechar antes da hora, o bebê pode sufocar, pois sem o ducto e os pulmões, ele não consegue respirar.
A dipirona também pode provocar a diminuição da quantidade dos glóbulos brancos, que são as células de defesa do corpo. Com isso, a mãe tem maiores riscos de infecção durante a gestação e após o parto.
Praticamente todos os medicamentos são contraindicados na gravidez e, quando o uso de algum se faz necessário, deve ser com a orientação e acompanhamento médico.
Categorias de risco na gravidez
A Food Drug Administration, também conhecida pela sigla FDA, é o órgão regulamentador de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos da América, como a ANVISA faz aqui no Brasil.
Esse órgão criou uma classificação de risco durante o período de gestação, dividida em 5 categorias: A, B, C, D e X. A dipirona se enquadra na categoria D.
Este regulamento técnico da FDA aponta que os fármacos incluídos na categoria D ou X podem causar malformação fetal ou aborto.
Os medicamentos na categoria D apresentam evidências de riscos ao bebê e devem ser usados somente com prescrição médica. Como a dipirona é de venda livre no Brasil, é importante que os profissionais da saúde informem as grávidas sobre os riscos da automedicação, mesmo com remédios aparentemente seguros, como a dipirona e o paracetamol.
Sendo assim, o uso da dipirona no segundo trimestre da gravidez deve oferecer benefícios que superem os riscos. Além disso, deve ser usada apenas em casos de doenças graves, para as quais não há opções terapêuticas mais seguras. Veja, por exemplo, como aliviar a dor de cabeça sem remédios.
Se você tomou dipirona sem saber que estava grávida, suspenda a medicação e informe ao médico ou médica ginecologista obstetra qual foi a dose e por quanto tempo usou o remédio. O profissional poderá solicitar alguns exames, para verificar a saúde do bebê e a sua.
A nova tendência em manicure são as unhas com cara de gelatina, você já viu? São um tipo de esmaltação que deixa as unhas com aparência de que estão cobertas por uma fina camada de gelatina translúcida. Pensando nisso, a DAILUS lançou a coleção Jelly Pop, uma edição limitada com esmaltes translúcidos e bem coloridos que dão esse efeito. Os tons são peppermint (verde), sweer grape (roxo), marshmallow (salmão), very cherry (cereja), além do top coat com efeito holográfico bubble gum.
Todos são veganos e cruelty free.
SIM, A VIDA É BELA!
Para 2022, 10 anos desde o primeiro lançamento, Lancôme apresenta a versão floral frutada gourmand do perfume clássico La Vie est Belle. O Oui, LaVie est Belle eau de parfum é uma fragrância que homenageia a essência da felicidade e reafirma o manifesto “Sim, a vida é bela” convidando as mulheres a escreverem a sua própria história, encontrarem o caminho para felicidade e praticarem-na da sua maneira e assim tornarem a vida muito mais bela.
Notas de topo: framboesa
Notas de coração: flor de ylang ylang, jasmim sambac e essência da rosa de damasco;
Notas de fundo: íris, patchouli e baunilha.
ÓLEO MILAGROSO
<span class=“hidden”>–</span>BIO-OIL/Divulgação
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Para quem é apaixonada pelo Bio-Oil, a marca lança agora mais uma novidade:
O novo Óleo Antiestrias, Cicatrizes e Tons Desiguais da Bio–Oil é 100% natural e sem adição de fragâncias. Ele conta com um blend de extratos e óleos essenciais naturais, que juntos acalmam, regeneram e revigoram a pele. O produto não possui parabenos em sua formulação e não é comedogênio. Além disso, o óleo foi desenvolvido com tecnologia 100% natural e vegana, além de ser cruelty-free e dermatologicamente testado. Ele é indicado na prevenção e melhora na aparência de estrias, cicatrizes e tons desiguais com qualidade Bio–Oil já conhecida pelos consumidores.
BANHO À LA BRASILEIRO
Para um momento de autocuidado perfeito, a marca Sol de Janeiro lançou um novo sabonete em creme-gel, o BRAZILIAN 4 PLAY MOISTURIZING SHOWER GEL-CREAM, que faz uma limpeza gentil, com uma espuma cremosa que nutre a pele e deixa uma textura suave.
O cheio irresistível fica por conta das notas de pistache, caramelo salgado e baunilha.
O produto é vegano, cruelty free, de origem sustentável e feito com embalagem reciclável.
ESPORTE COMO TERAPIA
A nova coleção da Track&Field tem inspiração em formas terapeuticas de cuidado, com cores que se baseiam no poder dos cristais, óleos essenciais e da cromoterapia. O resultado são peças que trazem estilo em prol do bem-estar físico e mental.
Muito popular, a dieta cetogênica se baseia em uma alimentação com baixo teor de carboidratos e proteínas, se concentrando em alimentos ricos em gorduras (boas!). Isso faz com que seu corpo entre em estado de cetose, usando a gordura como fonte de energia, ao invés dos carboidratos.
Segundo Márcio Velasques, especialista em emagrecimento, essa dieta pode trazer diversos benefícios como a redução do percentual de gordura (preservando a massa muscular e o controle da taxa metabólica basal), controle da glicemia, melhora nos níveis de insulina, redução dos níveis de triglicérides além de foco mental e disposição.
Apesar dos benefícios, a dieta cetogênica não é indicada para todos ou por um longo período de tempo. “Por ser uma dieta muito restritiva é difícil estar em cetose por longos períodos de tempo; o ideal seria altar em períodos como 4-6 semanas por até 2 anos” conta o profissional.
Além de ser algo difícil de se mantes, alguns problemas podem surgir ao estender muito a sua prática. “Uma razão pela qual uma pessoa pode querer parar com a dieta cetogênica é se seu painel lipídico piorar”, observa a nutricionista Haley Hughes. “Se uma pessoa com alto risco de doença cardíaca está ingerindo quantidades maiores de gordura saturada e fontes de colesterol enquanto consome menos fibras de grãos integrais, feijões, frutas e vegetais ricos em amido, eles podem aumentar os níveis de colesterol”.
COMO SAIR DA DIETA CETOGÊNICA
Antes de mais nada, lembre-se que para entrar e sair da dieta cetogênica é necessário buscar apoio profissional para recalcular gradativamente a quantidade e distribuição dos macronutrientes.
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TENHA UM PLANO
Um dos problemas mais comuns na hora de sair de uma dieta é saber sobre o que fazer a seguir. “A maioria das pessoas acaba voltando à forma como comiam anteriormente, o que não estava funcionando para elas antes, então por que funcionaria agora?” conta a nutricionista esportiva Shoshana Pritzker.
“Sua melhor aposta é ter um plano sobre o que você vai comer e como você vai começar a incorporar carboidratos de volta à sua dieta”. Para fazer isso, é importante consultar um nutricionista.
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FIQUE ATENTO AS PORÇÕES
Sair de qualquer dieta rigorosa pode ser difícil. O ato de restringir carboidratos por tanto tempo pode levar a um exagero na hora de comê-los novamente, por isso é importante ficar atento as porções nas primeiras refeições após sair da cetogênica e buscar um acompanhamento profissional. Márcio Velasques compartilha que as chances de ganhar peso durante esse período sem ajuda profissional são altas.
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COMECE COM OS CARBOIDRATOS NÃO PROCESSADOS
Você pode até estar querendo comer a lasanha servida no almoço de domingo após as restrições da dieta cetogênica, mas apesar de poder, começar por esses carboidratos pode não ser a melhor escolha. Haley recomenda consumir grãos integrais, feijões e legumes em um primeiro momento.
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VÁ DEVAGAR
Nosso corpo se adapta, isso é fato. Ao sair da dieta cetogênica, é importante tentar introduzir os carboidratos de maneira lenta e gradual para evitar qualquer desconforto (como uma constipação) que possa surgir. “Comece adicionando carboidratos em uma refeição por dia. Tente isso por algumas semanas e veja como seu corpo responde. Se as coisas estiverem indo bem, adicione carboidratos em outra refeição ou lanche.” aconselha Pritzker.
O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ SAI DA DIETA CETOGÊNICA
Márcio explica que é comum ter picos altos (e baixos) de glicose no sangue ao mudar a alimentação. Essas alterações podem levar a alterações de humor, hiperatividade e fadiga e nervosismo, portanto, fale com seu médico se tiver algum desses sintomas.
A retenção de líquido também pode ocorrer durante esse período de adaptação. Ligado aos alimentos ricos em fibra, seu corpo precisa de um tempo até se acostumar a ingeri-los novamente (embora alimentos como feijão e pão germinado sejam bons para você). Geralmente a sensação diminui dentro de alguns dias a algumas semanas.
Talvez você ganhe peso, mas não se assuste. Isso acontece pois rande parte do peso perdido ao cortar carboidratos é inicialmente o peso da água, e ao reintroduzi-los na sua dieta, você também introduz água adicional.
Cada grama de carboidrato, você obtém 4 gramas de água. Isso pode fazer você sentir que ganhou muito peso rapidamente, embora muito provavelmente seja retenção de água.”, conta Pritzker. Esse tipo de ganho de peso da água se aplica a todos que saem da dieta cetogênica, mas aqueles que estão fazendo isso por um período mais curto e perderam apenas uma pequena quantidade de peso na dieta podem notar mais.
Se você é daquelas antenadas nas trends e nos desafios das redes sociais, com certeza já viu pessoas testando os limites do próprio corpo com atividades físicas. Aqui vai mais um challenge interessante: uma youtuber resolveu pular corda todos os dias durante uma semana. Parece fácil? Ela, então, resolveu dificultar um pouco, e testou dar mil saltos por dia com o acessório.
Em um vídeo no seu canal do YouTube, Mariana Banana contou que topou a tarefa porque queria sair da sua zona de conforto e descobrir o que aconteceria com o seu corpo depois de sete dias. Ao longo do desafio, ela percebeu que levava cerca de 22 minutos para dar todos os pulos, mas aumentou a intensidade ao se propor a diminuir esse tempo a cada tentativa. Confira o resultado impressionante:
Antes de começar, ela recomenda investir em equipamentos adequados, assim como em um bom tênis com amortecimento para prevenir lesões. Além disso, os especialistas recomendam:
Escolher uma superfície plana e sem obstáculos para evitar quedas e acidentes;
Afastar móveis se for treinar em casa;
Contrair o abdômen durante os saltos;
Manter a postura ereta e o olhar para frente (e não para baixo);
Deixar os pés juntos, as pernas levemente flexionadas e não pular demais (dar pequenos pulinhos);
Aterrissar com as pontas dos pés (evitar fazer isso com os calcanhares).
BENEFÍCIOS DE PULAR CORDA
Como pular corda é considerada uma atividade aeróbica, sua prática regular melhora a tolerância ao esforço e a resistência cardiorrespiratória. Resumindo, você consegue “fazer esforços repetitivos por mais tempo. Por ser recreativa, também ajuda no relaxamento, na diminuição das tensões e no gerenciamento do estresse”, afirma o médico do esporte Páblius Staduto Braga, do Centro de Medicina Especializada do Hospital Nove de Julho.
Se você está interessada na modalidade, o especialista recomenda que você comece devagar, com sessões de curta duração, e aumente a intensidade à medida que o exercício ficar cada vez menos cansativo.
O TikTok é a rede social do momento e cada vez mais encontramos por lá profissionais prontinhos para ajudar você a ter uma pele mais bonita e saudável. Na nossa seleção de hoje, escolhemos seis perfis que você pode acompanhar por lá e que trazem dicas de cuidados com a pele. Olha só:
Os aperitivos são receitas muito práticas para servir ao receber os amigos em casa ou simplesmente saborear em um momento de descanso, enquanto assiste a um filme ou a um jogo na televisão, por exemplo.
Uma opção incrivelmente fácil de preparar é o espetinho de frios light. Para você ter uma ideia, a versão do petisco que vamos te apresentar leva somente quatro ingredientes.
A receita traz a combinação deliciosa de queijo minas com tomates-cereja e folhinhas de manjericão. Para reforçar o tempero, você ainda pode usar uma pitadinha de sal, caso ache necessário.
Como se não bastasse ser muito gostoso e prático, o aperitivo é vegetariano e, portanto, vai agradar até quem não come carne.
Confira o modo de preparo do espetinho de frios light, teste a receita e experimente como ele fica uma delícia!
Lave os tomates-cereja e as folhas de manjericão. Reserve. Pique o queijo minas no formato de 10 cubos.
Hora de montar os espetinhos: coloque 1 tomate-cereja, 1 folha de manjericão e 1 cubo de queijo minas em cada espeto.
Para finalizar, salpique um pouquinho de sal por cima, se achar que precisa.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece um aviso é colocado no rótulo.