Baço aumentado: sintomas, causas, tratamento e cirurgia

O baço aumentado, cujo termo técnico é esplenomegalia, não é uma doença específica, mas uma consequência de outros problemas de saúde, como infecção, anemia e câncer no sangue. 

Os sintomas do baço aumentado são notados na região abdominal, mais especificamente no lado esquerdo da barriga, na altura do estômago. Normalmente, uma pessoa com baço aumentado sente dor e desconforto abdominal, além da sensação de estômago cheio, mesmo que não tenha se alimentado. 

O tratamento do baço aumentado varia de acordo com a causa que originou o problema sendo, por isso, muito importante o diagnóstico médico realizado por um clínico geral ou hematologista, especialidade médica que se dedica às questões que envolvem o sistema circulatório (sangue). 

O baço aumentado não pode ser negligenciado, pois pode provocar complicações graves de saúde, como te deixar mais suscetível à infecções e a anemia. Dependendo da gravidade do aumento do baço, e em último caso, pode ser necessária a sua retirada, por meio de uma cirurgia. 

Veja para que serve o baço, os sintomas do baço aumentado e como são feitos o diagnóstico e o tratamento. 

Para que serve o baço?

Baço
O baço fica localizado logo abaixo do estômago, mais ao lado esquerdo

O baço é um órgão pouco conhecido, mas que desempenha funções muito importantes no nosso organismo. 

A principal função deste órgão é produzir e armazenar glóbulos brancos, que são as células de defesa do sistema imune. Também está envolvido com a “faxina” do sangue, eliminando as células velhas ou danificadas. 

Quando o baço fica com o tamanho aumentado, ele retém muitas células (glóbulos vermelhos), ao invés de simplesmente descartar as velhas, como consequência, menos células retornam à circulação, deixando a pessoa anêmica. Veja quais são os principais sintomas de anemia.  

A função alterada do baço também pode fazer com que ele destrua glóbulos brancos e plaquetas, provocando leucopenia e trombocitopenia, respectivamente. Com menos células de defesa no sangue e plaquetas, o nosso organismo fica mais vulnerável a infecções e suscetível a hemorragias. 

Sintomas de baço aumentado 

Os sintomas de baço aumentado nem sempre se manifestam no início do problema, quando seu tamanho não está tão alterado. Nessa fase, a descoberta se dá por exame de rotina, como o raio-X, que acaba denunciando a alteração de tamanho. 

Conforme o baço vai aumentando, começam a surgir os sintomas, que não são específicos, mas que podem levar a pessoa a procurar ajuda médica e descobrir o problema.

Alguns sintomas são sentidos em outros órgãos, pois o baço aumentado comprime os órgãos vizinhos, como o estômago. 

Dor no baço
A dor no lado esquerdo do abdômen é o principal sintoma

Os sintomas são: 

  • Dor ou desconforto no lado superior esquerdo do abdômen, que pode ser sentida até no ombro e nas costas. 
  • Sensação de estômago cheio, ou seja, de saciedade, ainda que a pessoa não tenha se alimentado ou tenha ingerido pouca quantidade de alimento. Esse sintoma ocorre pela compressão que o baço exerce sobre o estômago.  
  • Perda do apetite, como consequência da falsa saciedade. 
  • Barriga inchada
  • Sangramentos ou aparecimento de hematomas na pele. 
  • Falta de ar ou desconforto para respirar.
  • Fadiga
  • Perda de peso não intencional
  • Febre e calafrio

É motivo de preocupação se a dor localizada na parte superior esquerda do abdômen surgir de repente, de maneira muito intensa e associada à tontura ou confusão mental. Esses sintomas combinados e intensos podem indicar que o baço sofreu uma ruptura, o que é um caso de emergência médica, pois pode causar uma hemorragia interna. Por isso, nessa situação, deve-se buscar ajuda médica imediatamente. 

O baço aumentado também pode sofrer necrose, que é a morte de células, em algumas partes do órgão. Isso porque, um órgão maior do que o normal demanda mais sangue. Como o organismo continua suprindo o órgão com o volume sanguíneo normal, algumas partes do baço podem ficar sem nutrientes e oxigênio, levando à necrose.  

Diagnóstico do baço aumentado

Quando você chega ao consultório médico com sintomas de baço aumentado, o médico ou médica faz, primeiramente, um exame físico, que consiste na palpação do abdômen. Através desse exame, o clínico geral consegue ter uma noção se há algum problema envolvendo o baço. 

A partir disso, podem ser solicitados alguns exames para confirmar o diagnóstico, que pode ser alguma técnica de imagem, como o ultrassom, ressonância magnética ou uma tomografia computadorizada. Esse tipo de exame pode fornecer dados mais informativos, como o tamanho do baço e verificar se ele está comprimindo outros órgãos. 

O exame de ressonância magnética também pode fornecer informações sobre o fluxo sanguíneo no baço, a fim de verificar se ele está retendo muito sangue e destruindo células importantes, envolvidas na defesa do organismo e na cicatrização. 

Os componentes do sistema circulatório, glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, também são quantificados, por meio de um hemograma completo.

Outro exame que pode ser solicitado e tem relação com a investigação da causa do problema é a biópsia de medula óssea, solicitada quando o médico ou médica desconfia de cânceres, como leucemia e linfoma.  

A dosagem de lipase e exames da função hepática (fígado), também podem compor o conjunto de exames usados no diagnóstico.

Causas do baço aumentado

Muitas desordens no nosso organismo podem causar o baço aumentado, entre as principais causas estão:

  • Infecções: malária, endocardite bacteriana, mononucleose, tuberculose, HIV e histiocitose.
  • Lesões no baço
  • Cistos ou abscessos no baço
  • Artrite reumatoide
  • Lúpus
  • Leucemia 
  • Doença ou linfoma de Hodgkin
  • Insuficiência cardíaca congestiva
  • Cirrose ou hepatite
  • Trombose na veia porta do fígado
  • Doença de Gaucher
  • Doença de Niemann-Pick
  • Púrpura trombocitopênica idiopática
  • Anemia hemolítica
  • Neutropenia autoimune
  • Síndrome de Felty
  • Sarcoidose
  • Amiloidose

Tratamentos para o baço aumentado

Como você deve ter percebido pelas causas, o baço aumentado é apenas um sintoma ou sinal de alguma doença ou síndrome subjacente. 

Por isso, a origem do problema deve ser tratada, para evitar as complicações gerais que a doença pode causar e, também, as que o baço aumentado pode provocar no organismo e acabar contribuindo para a piora do quadro de saúde da pessoa. 

Então, se há algum tipo de infecção bacteriana envolvida no aumento do baço, o tratamento é feito com antibióticos, cuja escolha depende do tipo de bactéria. Se o problema de origem é a anemia, então o tratamento é direcionado para o tipo específico da anemia causadora, que pode contar até com transfusão de sangue. 

Quando o baço aumentado é consequência de câncer no baço ou de processo metastático de outros cânceres, o tratamento é feito com quimio e radioterapia. 

Cirurgia de remoção do baço

Também há casos em que a causa não é identificada ou não pode ser tratada, daí o baço pode ser retirado com cirurgia, chamada esplenectomia.

A cirurgia é feita a fim de evitar as complicações que o baço aumentado pode trazer à saúde da pessoa, como infecções frequentes, anemia e hemorragias. 

As cirurgias são realizadas apenas quando o baço:

  • Apresenta lesão grave.
  • Destrói muitos glóbulos vermelhos, em alta velocidade, causando anemia grave.
  • Destrói glóbulos brancos, deixando a pessoa muito vulnerável a infecções frequentes.
  • Está causando muita pressão nos outros órgãos.
  • Está com partes necrosadas.

A cirurgia também pode evitar a ruptura do órgão, que traz bastante risco de hemorragia interna, que pode ser fatal.  

Por isso, quem tem baço aumentado deve evitar os esportes de contato ou de levantamento de peso, pois as pancadas e a pressão podem provocar a ruptura do órgão e levar à hemorragia.   

Após a remoção do baço, a pessoa precisa ser vacinada contra infecções por Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis e Haemophilus influenzae e estar com todas as outras vacinas em dia, inclusive as anuais de gripe. 

Em alguns casos, devem tomar antibióticos diariamente, como forma de prevenção, pelo risco aumentado de sofrerem sepse, pela falta do baço. 

Fontes e referências adicionais

Você sabia da importância do baço para a nossa saúde? Qual complicação de baço aumentado mais te surpreendeu? Comente abaixo!

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Cistos: o que são, causas, tipos e tratamento

Você notou a presença de um ou de vários cistos em alguma parte do seu corpo e ficou com receio de ser um câncer? Na maioria das vezes, os cistos não são malignos, ao contrário, são nódulos benignos e, raramente, requer algum tipo de tratamento.  

Veja o que são os cistos, suas principais causas, alguns tipos e como são diagnosticados e tratados. 

O que são os cistos?

Cistos são nódulos benignos preenchidos por uma substância, cuja consistência pode ser líquida ou semissólida (pastosa). Possuem consistência firme ou elástica à palpação e podem, ou não, causar dor ou incômodo, dependendo de sua localização e tamanho.

Os cistos possuem a cor da pele da pessoa, ou são mais esbranquiçados, depende da proximidade que estão da superfície da pele. Quando estão infectados ou inflamados, ficam com um aspecto mais avermelhado, febril e inchado.  

Na maioria dos casos, os cistos não oferecem riscos de evoluírem para um câncer. Diferentemente de um nódulo maligno, os cistos têm crescimento lento e são móveis, quando pressionados.    

Podem se formar em qualquer parte do corpo, por exemplo, no tecido mamário, no ovário, no colo do útero, atrás do joelho, embaixo da pele e em vários outros órgãos do corpo. 

Causas da formação de cistos

As causas da formação de cistos variam, já que existem muitos tipos e acometem diferentes partes do corpo. 

Alguns fatores contribuem para o seu aparecimento, como:

  • Herança genética
  • Infecções
  • Anormalidades nas células
  • Doenças inflamatórias
  • Alterações hormonais
  • Traumas que causam lesões nos tecidos
  • Obstrução de glândulas
  • Malformação durante o desenvolvimento do bebê

Tipos de cistos

Os cistos podem se desenvolver em qualquer idade e afetar homens e mulheres. Existem vários tipos de cistos, mas os principais são os seguintes:

Cisto de ovário

Cisto
O cisto no ovário pode provocar dores pélvicas, entre outros sintomas

São cistos que se formam na superfície ou dentro dos ovários. Podem ser assintomáticos ou provocar os seguintes sintomas: 

  • Inchaço abdominal
  • Funcionamento irregular do intestino, com cólicas intestinais.
  • Dor pélvica antes ou durante a menstruação.
  • Dor durante a relação sexual.
  • Dor na parte inferior das costas ou nas coxas.
  • Dor nas mamas

Os cistos tendem a desaparecer sozinhos, se não, podem ser tratados com pílula anticoncepcional ou cirurgia. 

Cisto de Naboth (colo do útero)

Os cistos de Naboth se formam no colo do útero, por causa da obstrução das glândulas de Naboth, produtoras de muco. 

Devido à essa obstrução, o muco cervical fica retido, levando à formação de um cisto. São mais comuns em mulheres em idade fértil. 

Esse tipo de cisto requer o acompanhamento de um ginecologista, que pode indicar um tratamento com eletrocauterização, quando há muitos cistos no colo do útero. 

Cisto de mama

Um cisto na mama é um caroço cheio de líquido, que se forma no tecido mamário. Pode aparecer apenas um ou vários cistos na mama. 

São mais comuns em mulheres com idade entre 35 e 50 anos (antes da menopausa). Se a mulher fizer terapia com reposição hormonal no período após a menopausa, ela tem mais chances de desenvolver um cisto na mama. 

O local onde o cisto está alojado no tecido mamário pode ficar dolorido ou sensível. A dor, a sensibilidade e o tamanho do cisto tendem a aumentar antes da menstruação. Passado o período menstrual, o cisto diminui, podendo até desaparecer, juntamente com os sintomas. 

Se o cisto persistir por muitos ciclos menstruais ou se ficar cada vez maior, procure um médico ou médica para uma avaliação e acompanhamento do caso. 

Cisto de Bartholin

O cisto de Bartholin se forma pela obstrução das glândulas de Bartholin, responsáveis por lubrificar a vagina, para a relação sexual. 

O tratamento só é indicado, se o cisto ficar inflamado ou infeccionado.

Cisto epidermoide

Um cisto epidermoide é formado por células mortas da pele ou dos folículos pilosos, e pode surgir no rosto, na cabeça, no pescoço, nas costas e na região genital. 

A causa desse tipo de cisto é o acúmulo de queratina embaixo da pele, produzido pelas células mortas, que ficam na camada interna da pele.  

O cisto epidermoide é da cor da pele, ou um pouco mais amarelado ou esbranquiçado. Se o cisto estiver inflamado ou infectado, apresentará os sinais de inflamação: vermelhidão, calor e inchaço.

Em alguns cistos epidermoides, se forma um ponto preto no centro, conferindo um aspecto de cravo. 

Cisto sebáceo

Os cistos sebáceos se formam nas glândulas sebáceas, que produzem o sebo, uma gordura que lubrifica a nossa pele e nos protege contra a ação de bactérias. 

O sebo flui pelas glândulas, atingindo a parte externa da nossa pele. Quando algum problema causa a obstrução da glândula, o sebo pode ficar retido nos ductos, formando um cisto. 

Ferimentos, cortes, pancadas, ou seja, traumas na pele podem provocar essa obstrução, constituindo as possíveis causas do cisto sebáceo. Normalmente, esse tipo de cisto se forma no rosto, na cabeça e no tronco. 

Cisto sinovial

Cisto sinovial
Um cisto sinovial pode surgir nos punhos, por exemplo

Um cisto sinovial surge próximo a tendões e articulações, especialmente dos punhos, tornozelos, mãos e pés. 

O cisto sinovial é um nódulo cheio de líquido, que costuma ser indolor. Ele pode causar dor, se pressionar algum nervo vizinho. 

Dependendo do tamanho e da localização, pode atrapalhar na execução de algum movimento. Nesse caso, ele pode ser drenado ou removido cirurgicamente. 

A causa nem sempre é conhecida, mas a maioria tem relação com algum trauma ou lesão por esforço repetitivo (LER)

Cisto de Baker

O cisto de Baker, também conhecido como cisto poplíteo, é um caroço que se forma atrás do joelho. 

Geralmente, ele é formado por causa de algum trauma no joelho ou como resultado de doenças inflamatórias, como artrite e artrose. É um problema comum, que se resolve espontaneamente em algumas semanas. 

Se o cisto de Baker estiver dolorido, o médico pode prescrever analgésicos e anti-inflamatórios. Nos casos de dor muito intensa, devido ao tamanho do cisto, pode ser necessária a drenagem do líquido com uma agulha ou a sua ressecção isolada.

Cisto pilonidal

O cisto pilonidal se forma no cóccix, na parte superior das nádegas, próximo à fenda. Ele contém pele e pelo e, geralmente, ocorre após a puberdade. 

Pode ser causado devido às alterações hormonais, crescimento de pelos, atrito com a roupa ou até por passar muito tempo sentado. 

Pela localização, é facilmente infectado por bactérias, que formam um abscesso na pele, por onde saem sangue e pus, provocando um odor desagradável.

Por causa da infecção e inflamação, esse tipo de cisto causa dor, inchaço e vermelhidão na pele. 

Cisto aracnóide

Os cistos aracnóides são constituídos de um líquido que permeia todo o sistema nervoso central, formado pelo cérebro e medula espinhal. Geralmente, se formam entre o cérebro e a membrana que o envolve. 

Eles podem ser congênitos, sendo formados durante o desenvolvimento do bebê, por causa de um crescimento anormal das estruturas do sistema nervoso central, ou podem ser secundários, formados após alguma lesão ou infecção no cérebro ou medula espinhal. 

O tratamento cirúrgico só é indicado quando o cisto provoca sintomas, ou quando aumenta de tamanho.

Diagnóstico e tratamento

Cirurgia
Pode ser indicada a remoção cirúrgica do cisto em alguns casos

Ao perceber o aparecimento de algum cisto no seu corpo, procure um médico, para um exame físico. 

Na consulta, pode ser que o médico ou médica solicite exames para avaliar com mais cuidado o cisto e, para isso, pode ser necessária uma punção de seu conteúdo, para análise laboratorial. 

Na maioria das vezes, os cistos não apresentam riscos de evoluírem para um câncer, mas precisam ser monitorados, para que se houver qualquer indício de malignidade, o tratamento apropriado seja iniciado de maneira precoce. 

Dependendo da localização do cisto e do incômodo causado, eles podem ser retirados cirurgicamente. 

Mas, se o cisto não atrapalhar nenhuma função, movimento e não causar dor ou desconforto, a pessoa pode conviver com ele, devendo apenas ser monitorado. Muitas vezes, os cistos desaparecem espontaneamente com o tempo. 

Quando o cisto está inflamado ou infectado, o tratamento pode incluir anti-inflamatórios, corticoesteroides, antibióticos e até cirurgia. 

Fontes e referências adicionais

Você já teve cisto em algum ponto do corpo? O que foi diagnosticado e como foi o tratamento passado pelo médico responsável? Comente abaixo!

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Por que não devemos ingerir líquidos durante as refeições? 

Não é aconselhável ingerir líquidos durante as refeições principais do almoço e jantar porque prejudica o processo de digestão. O líquido promove uma diluição do suco gástrico no estômago, que acaba reduzindo a produção de enzimas digestivas, sendo estas responsáveis pela quebra dos alimentos em moléculas menores para os nutrientes serem absorvidos. Além disso, ingestão de líquidos faz com que a mastigação fique prejudicada podendo induzir a comer mais rápido e em maior quantidade, e causar desconforto digestivo, como distensão abdominal e refluxo gastro esofágico. Recomendamos tomar líquidos meia hora antes das refeições e uma hora após.

Respondido por:

Michelle Mileto Troitinho
Nutricionista pela Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC. Pós-Graduação Latu Senso em Nutrição Clínica Funcional ​

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5 exercícios para os músculos oblíquos do abdômen

Os músculos oblíquos são aqueles localizados nas laterais do abdômen. Eles são divididos em: músculo oblíquo externo, músculo oblíquo interno e músculo transverso.

O músculo externo é o maior e o mais superficial dos três. Fica sob a pele das regiões torácica e abdominal. “Os músculos abdominais são responsáveis pela tensão da parede anterior do corpo. Em colaboração com a musculatura dorsal, eles estabilizam a coluna vertebral e movimentam o tronco”, explica Waldyr Maciel, educador físico e Coordenador técnico da academia Les Cinq Gym.

Ou seja: com todas as estruturas fortalecidas, sua postura melhora e as dores são aliviadas. O profissional elenca os melhores exercícios para a região:

MELHORES EXERCÍCIOS PARA OS OBLÍQUOS

“Os abdominais oblíquos são, sem dúvida, músculos que não devemos nos esquecer de trabalhar no treino. A sua função é estabilizar o tronco em movimentos de rotação e flexão lateral”, diz o especialista.

FLEXÃO LATERAL DO TRONCO

Deitada de lado, estique o braço que fica embaixo para frente e dobre levemente as pernas. A outra mão toca a orelha.

Então, tire o tronco e os joelhos do chão, aproximando-os como se as pernas fossem tocar o cotovelo. Faça o número de repetições desejado e depois troque de lado.

PRANCHA LATERAL

<span class=“hidden”>–</span>BOA FORMA/BOA FORMA

Deite-se de lado. Deixe o antebraço que fica embaixo apoiado no chão, com o cotovelo abaixo da linha do ombro. Deixe o corpo em uma linha reta e um pé em cima do outro.

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Então, levante o quadril, tirando o corpo do chão. Mantenha a posição por alguns segundos e repita do outro lado.

CRUNCH COM ROTAÇÃO DO TRONCO

Deitada de lado, leve as duas mãos às orelhas e dobre levemente as pernas.

Então, tire o tronco e os joelhos do chão, aproximando-os como se as pernas fossem tocar o cotovelo. Faça o número de repetições desejado e depois troque de lado.

TWIST COM BOLA

<span class=“hidden”>–</span>Boa Forma/BOA FORMA

Sente-se com as pernas esticadas à frente, mas os joelhos levemente flexionados. Segure uma bola com as mãos, e traga o tronco para trás (mas deixe a coluna reta).

Em movimentos rápidos, leve a bola de um lado para o outro do corpo, fazendo ela tocar o chão.

PRANCHA

<span class=“hidden”>–</span>Li Sun, Pexels/Divulgação

Deite de barriga para baixo, apoie as pontas dos pés (abertas na largura do quadril) e os antebraços (na direção dos ombros) no chão. Então, tire o corpo do chão, mas deixe-o em linha reta. Mantenha a posição por alguns segundos.

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Você conhece a dieta volumétrica?

Se tem algo que já sabemos é que a restrição leva à falta de saciedade (e até mesmo a compulsão alimentar). Não é atoa que pessoas “de dieta” quase sempre se encontram famintas e isso tem uma explicação: Uma vez que você limita a quantidade de alimentos e macronutrientes como carboidratos ou gordura, você não se sente tão satisfeito quando queria (ou deveria).

Além da sensação de fome, estudos recentes mostram como dietas com baixo teor de carboidratos exercem um menos efeito do que dietas com baixo teor de gordura e dietas moderadas com macronutrientes na diminuição de colesterol LDL (ruim) e como a obesidade (sem nenhum outro fator de risco metabólico) não apresenta risco de mortalidade. Vale lembrar que todos os corpos são dignos de amor e de serem bem alimentados. Em alguns momentos da vida, a necessidade de uma mudança na dieta pode ser ocorrer como um movimento certo para a preservação da saúde, mas é importante buscar o novo estilo de vida de maneira saudável -não causando grandes desconfortos ou comprometendo a ingestão de nutrientes e vitaminas que fazem seu corpo funcionar.

Por isso, nesses momentos, buscar por um plano moderado a longo prazo e não dietas sobre como “perder 10 quilos em 30 dias” é mais eficiente. A dieta volumétrica, graças às sua abordagem moderada, produz melhores resultados porque é mais fácil de seguir e as pessoas podem ficar com eles indefinidamente.

O QUE É A DIETA VOLUMÉTRICA?

Desenvolvida por Barbara Rolls, professora de ciências da nutrição na Penn State University, a dieta volumétrica é baseada na noção de que comer mais alimentos faz você se sentir mais cheio e satisfeito. Ou seja, você come uma grande quantia de alimentos com baixa densidade energética (calorias) e uma baixa quantidade de alimentos que possuem alta densidade energética. Isso funciona para perda de peso porque quando você come um grande volume de comida, seu estômago fica fisicamente cheio, desencadeando a liberação de hormônios da saciedade, apesar do fato de você estar consumindo menos calorias. 

Não há nenhuma restrição alimentar específica, o que pode ser um grande alívio – já que, de acordo um estudos, sentir-se estressado na hora de comer cria cortisol, o principal hormônio do estresse do nosso corpo, e a produção excessiva disso leva ao ganho de peso.

A dieta volumétrica divide os alimentos em 4 grupos, tentando sempre consumir a maior quantidade do grupo um e a menor do grupo quatro.

1

ALIMENTOS COM MENOR DENSIDADE ENERGÉTICA

Alimentos que contêm maior número de água são menos calóricos. De acordo com a dieta, quanto mais água um alimento tem, mais você pode comer.

Exemplos:  Espinafre chinês, alcachofra, milho, broto de feijão, frutas e sopas à base de caldo.

2

ALIMENTOS QUE OFERECEM FIBRAS

Esta categoria de alimentos tem mais densidade calórica do que a primeira categoria, mas também oferece fibras, o que leva à saciedade. Esses alimentos devem ser inclusos (em uma boa quantidade) nas refeições para garantir a nutrição adequada.

Exemplos: Grãos integrais, legumes, laticínios (com baixo teor de gordura) e proteínas magras (como frango).

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3

ALIMENTOS COM ALTO TEOR DE GORDURA

Muitos ingredientes comumente amados se enquadram na terceira categoria, que você come menos do que a categoria dois, mas ainda pode trabalhar em sua dieta com moderação.

Exemplos: Laticínios integrais, carnes com alto teor de gordura e pão.

4

ALIMENTOS FRITOS, PROCESSADOS E DOCES

Apesar de não ser uma surpresa, quando o assunto é dieta, saber que alimentos mais calóricos podem ser consumidos (desde que com muita moderação) pode ser um alívio.

É necessário limitar a ingestão de frituras, assados ​​como bolo e biscoitos, álcool e doces. Os únicos alimentos que se enquadram nessa categoria de “comer com moderação” que são considerados saudáveis ​​pela maioria das pessoas são nozes e sementes. Não esqueça de que você ainda pode comê-los, mas em menores quantidades.

COMO COMER DE ACORDO COM A DIETA VOLUMÉTRICA

Com recomendações diárias para comer três refeições completas e dois lanches, a sugestão numérica para as calorias consumidas nesta dieta é que, se você reduzir sua ingestão diária em 500 a 1.000 calorias por dia, perderá de um a dois quilos por semana,  baseando-se na noção de que um quilo de gordura corporal equivale a 3.500 calorias. Ou seja, você pode ajustar sua ingestão de calorias de acordo com seu objetivo, desde que esteja recebendo a quantidade adequada de nutrientes.

Para aplicar a dieta volumétrica é fácil: É só reestruturar as quantidades de alimentos que você normalmente come.. Não há reuniões para participar ou suprimentos para comprar: apenas leve em consideração o básico do que você planeja comer em sua próxima corrida de supermercado e você estará no seu caminho.

MAS NÃO SE ESQUEÇA DAS GORDURAS

Apesar da dieta concentrar a maior quantidade em alimentos de menor densidade calórica, não se esqueça de que alimentos dos quatro grupos precisam ser consumidos.  A gordura é tão densa em calorias quanto os alimentos, então você pode ficar tentado a evitá-la em favor de alimentos mais volumosos, mas tome cuidado para não reduzi-la drasticamente de sua dieta, pois sua ingestão é vital para o funcionamento do cérebro, até mesmo a capacidade de se manter hidratada. A ingestão de gordura é vital para tudo, desde o funcionamento do cérebro até a capacidade da pele de se manter hidratada, então você deve ter certeza de que está consumindo uma quantidade adequada. Invista em alimentos como abacate e azeite, fontes de gordura saudável.

O QUE A CIÊNCIA DIZ SOBRE A DIETA VOLUMÉTRICA

Estudos mostraram uma ligação direta entre as calorias dos alimentos que as pessoas comem e qual é o seu peso. Ao analisar vários estudos, observou-se que “a regulação da densidade energética dos alimentos pode ser usada como uma nova abordagem para a redução bem-sucedida do peso corporal na prática clínica”. Além disso, outro estudo mostrou que a ingestão de vegetais e grãos integrais (que pertencem aos grupos de maior consumo na dieta volumétrica) podem ajudar na manutenção da perda de peso.

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Receita de chutney de manga diet super gostoso

De origem indiana, o chutney é um molhinho agridoce que tem textura semelhante a uma geleia ou compota. Cheio de sabor, ele pode acompanhar diversos pratos e deixá-los ainda mais gostosos.

Então, o que acha de aprender a fazer o seu próprio chutney em casa? A nossa sugestão é uma versão diet do chutney de manga, que combina bem com carnes e aves grelhadas, por exemplo. 

Ao lado da fruta, a receita pede uva-passa e conta com a presença do adoçante xilitol, que aparece no lugar do açúcar, já que a intenção é ter um acompanhamento diet. 

Além desses ingredientes mais docinhos, o molho leva temperos e especiarias como gengibre, vinagre de maçã, limão espremido, mostarda, canela e pimenta dedo-de-moça.

Aprenda a preparar o chutney de manga diet e incremente as suas receitas com ele! O passo a passo da receita está explicado logo abaixo:

Chutney de manga

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Chutney de manga diet

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Um molhinho diet e cheio de sabor. Para deixar as suas receitas ainda mais gostosas!
Course Acompanhamento
Diet Livre de Glúten, Pouca Lactose, Vegana, Vegetariana
Keyword chutney, chutney de manga, chutney de manga diet, chutney diet
Prato Sopas, Cremes e Molhos
Dieta Sem Açúcar (Diet), Sem Glúten, Sem Lactose, Sem Ovo, Veganas, Vegetarianas
Refeição Almoço e Jantar, Café da Manhã, Lanches e Petiscos
Prep Time 2 minutes
Cook Time 50 minutes
Total Time 52 minutes
Porções 8
Calorias 68kcal

Equipment

  • Frigideira antiaderente funda com tampa
  • Caçarola
  • Potes de vidro

Ingredients

Instructions

  • Junte o vinagre, o xilitol, a água, o limão espremido, a canela, o sal e a mostarda em uma frigideira antiaderente funda com tampa. Cozinhe até dissolver todo o xilitol.
  • Deixe levantar fervura e cozinhe em fogo alto por 2 minutos. Então, adicione a manga, a uva-passa, a pimenta dedo-de-moça e o gengibre.
  • Novamente, deixe levantar fervura e cozinhe até a fruta ficar macia, o que deve demorar aproximadamente 5 minutos. Então, desligue o fogo e reserve o chutney.
  • Em uma panela funda tipo caçarola com água fervente, coloque os potes de vidro, de modo que eles fiquem submersos. Deixe levantar fervura por 10 minutos.
  • Feito isso, transfira o chutney já frio para os potes de vidro, adicione um pauzinho de canela e feche bem.

Notes

  • Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece um aviso é colocado no rótulo.

Nutrition

Calorias: 68kcal | Carboidratos: 17g | Proteína: 1g | Gordura Total: 1g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Sódio: 296mg | Potássio: 203mg | Fibras: 2g | Açúcar: 8g | Vitamina A: 617IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Vitamina C: 28mg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 3mcg | Cálcio: 21mg | Cobre: 1mg | Folato: 25mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 13mg | Fósforo: 22mg | Selênio: 1mcg | Zinco: 1mg | Colina: 5mg

Receita de chutney de manga diet super gostoso Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Receita de ovo frito light: muito mais saudável

Foi-se o tempo em que o alimento era visto como um vilão: hoje em dia, os benefícios dos ovos já são reconhecidos e ele é figurinha carimbada em diferentes tipos de dieta. Quem não conhece alguém que trocou o pão pelo ovo no café da manhã?

Algo que costumamos ouvir quando se fala sobre as melhores formas de consumir ovo é que devemos evitar o ovo frito, já que usar muito óleo no preparo acrescenta bastante calorias e gorduras ao prato.

Entretanto, sabia que existe um truque para comer ovo frito e não sofrer com esse problema? Basta fazer o prato sem usar um pingo de gordura! Sim, isso é possível, como mostra a receita de ovo frito light que vamos conhecer.

O truque da preparação é que, em vez de ser frito no óleo, o ovo é “frito” na água. E sim, o prato é tão simples e prático de fazer quanto o original.

Quer ver só? Então, confira o passo a passo do ovo frito light, separe os ingredientes e corra até a cozinha para testar!

Ovo frito light

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Ovo frito light

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Uma forma bem mais saudável de comer ovo frito. Sem uma gota de óleo e fácil de fazer!
Course Café da manhã, Lanche
Diet Poucas Calorias, Vegetariana
Keyword ovo frito, ovo frito light
Prato Acompanhamentos
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Vegetarianas
Refeição Café da Manhã, Lanches e Petiscos
Prep Time 2 minutes
Cook Time 20 minutes
Total Time 22 minutes
Porções 1
Calorias 134kcal

Equipment

  • Frigideira
  • Tigela

Ingredients

Instructions

  • Leve uma frigideira pequena com a água e o sal ao fogo. Enquanto isso, quebre o ovo em uma tigela.
  • Assim que a água começar a ferver, mexa bem para dissolver o sal. Então, acrescente o ovo, mas tenha bastante cuidado para não quebrar a gema.
  • Quando a clara estiver branca e dura, desligue o fogo e retire o ovo com o auxílio de uma escumadeira. Sirva na fatia de pão integral e tempere com orégano (e/ou outros temperos naturais da sua preferência) para finalizar.

Nutrition

Calorias: 134kcal | Carboidratos: 12g | Proteína: 9g | Gordura Total: 5g | Gordura Saturada: 2g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 2g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 164mg | Sódio: 233mg | Potássio: 132mg | Fibras: 2g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 240IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 1mcg | Vitamina D: 1mcg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 3mcg | Cálcio: 75mg | Cobre: 1mg | Folato: 33mcg | Ferro: 2mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 28mg | Fósforo: 147mg | Selênio: 21mcg | Zinco: 1mg | Colina: 137mg

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Receita de strogonoff vegano light fácil de fazer

O strogonoff já se tornou uma receita clássica por aqui no Brasil. Tanto que existem versões do prato para quase todos os gostos: de carne, frango, camarão e até berinjela. Aliás, existe até strogonogg low carb, entre tantos outros tipos.

Além disso, quem abandonou o consumo dos produtos de origem animal pode facilmente preparar um delicioso strogonoff vegano light. Por exemplo, vamos conhecer uma receita que combina ingredientes como palmito, aveia e champignon.

A preparação também pede molho de tomate e mostarda, que aparecem juntos em um molho cremoso e saboroso, tão característico do prato e que não pode faltar nas receitas de strogonoff. 

Para ficar ainda mais gostoso, ele também conta com os benefícios do tomilho, a salsinha, o alecrim, a pimenta-do-reino, a cebola e o alho. 

Não dá para deixar passar a chance de provar essa delícia, não é mesmo? Então, aprenda como fazer o strogonoff vegano light com o passo a passo a seguir:

Strogonoff vegano

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Strogonoff vegano light

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Uma receita deliciosa para um almoço ou jantar vegano. Um strogonoff que até quem não é vegano vai amar!
Course Almoço, Jantar
Diet Poucas Calorias, Vegana, Vegetariana
Keyword strogonoff, strogonoff vegano, strogonoff vegano light
Prato Acompanhamentos
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Sem Ovo, Veganas, Vegetarianas
Refeição Almoço e Jantar
Prep Time 5 minutes
Cook Time 25 minutes
Total Time 30 minutes
Porções 4
Calorias 177kcal

Equipment

  • Tigela
  • Liquidificador
  • Frigideira

Ingredients

Instructions

  • Misture a aveia com 2 xícaras de água morna em uma tigela. Deixe de molho por 30 minutos.
  • Passado esse tempo, bata a mistura no liquidificador e reserve.
  • Então, coloque o azeite em uma frigideira e leve ao fogo para esquentar. Adicione a cebola, o alho e refogue.
  • Acrescente o palmito, o champignon, o molho de tomate, a mostarda e a aveia batida. Misture bem e complete com a salsinha, o tomilho e o alecrim.
  • Junte também ½ xícara de água e tempere com pimenta-do-reino e sal. Misture tudo, desligue fogo e estará pronto!

Nutrition

Calorias: 177kcal | Carboidratos: 25g | Proteína: 7g | Gordura Total: 6g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 3g | Sódio: 697mg | Potássio: 553mg | Fibras: 7g | Açúcar: 4g | Vitamina A: 2826IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 2mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 1mcg | Vitamina C: 48mg | Vitamina D: 1mcg | Vitamina E: 2mg | Vitamina K: 489mcg | Cálcio: 89mg | Cobre: 1mg | Folato: 66mcg | Ferro: 4mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 64mg | Fósforo: 156mg | Selênio: 12mcg | Zinco: 1mg | Colina: 26mg

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Exame CA-125: para que serve e como é feito

O exame CA-125 mede a quantidade da proteína “antígeno do câncer 125” presente no sangue. A concentração de CA-125 é elevada em mais de 80% das mulheres com câncer de ovário, mas também pode ser alta em outros tipos de câncer e até em condições não cancerígenas.

Isso porque a proteína CA-125 é naturalmente produzida por muitas células do nosso corpo e sua elevação no sangue não é um indicativo direto de que você tenha câncer de ovário ou qualquer outro tipo de câncer. 

Mas, o CA-125 é, sim, um importante marcador tumoral que pode ajudar no processo diagnóstico de mulheres com alto risco de desenvolverem câncer de ovário. 

A grande vantagem de se utilizar o exame CA-125, juntamente a outros exames importantes para o diagnóstico de câncer, é que ele ajuda o médico ou médica oncologista a observar os sinais precoces do câncer de ovário. 

Quanto antes o câncer for diagnosticado, mais rápido a paciente é encaminhada ao tratamento apropriado e maiores são as chances de um bom prognóstico. 

O exame CA-125 não é usado somente na fase do diagnóstico mas, também, para acompanhar a resposta da paciente ao tratamento. 

Veja mais detalhes sobre para que serve o exame CA-125 e como ele é feito. 

Para que serve o exame CA-125

Câncer no ovário
O diagnóstico e o monitoramento do câncer de ovário são as indicações deste exame

O exame CA-125 pode ser utilizado em diferentes momentos no acompanhamento da paciente com câncer de ovário: 

Monitoramento do tratamento de câncer de ovário

Este exame é utilizado para monitorar a resposta da pessoa ao tratamento para determinados tipos de câncer, especialmente de câncer de ovário. Sendo assim, o exame pode ser solicitado durante e após o tratamento. 

Na primeira situação, ele serve para indicar se o tratamento está sendo efetivo, ou se há a necessidade de ajuste. Por exemplo, a partir do resultado, o oncologista pode avaliar a necessidade de outras sessões de quimioterapia ou iniciar outro tipo de tratamento.

Na segunda situação, o exame pode fornecer informações sobre recorrência ou metástase do câncer que foi tratado. 

Diagnóstico precoce de câncer de ovário

O exame também pode ser usado como uma ferramenta diagnóstica complementar, isso significa que seu resultado não deve ser o único dado utilizado para concluir um diagnóstico. 

Neste sentido, o médico ou médica oncologista solicita o exame para aquelas mulheres que apresentam um alto risco de desenvolverem câncer de ovário:

  • Mulheres que herdaram os genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam as chances de câncer de ovário.
  • Têm alguém na família que já foi diagnosticada com câncer de ovário. 
  • Já teve câncer de útero, mama ou cólon. 

Nessas condições, o exame CA-125 entra como um ferramenta bastante útil para diagnosticar, de maneira bem precoce, o câncer de ovário. 

Quando o exame CA-125 é feito de maneira preventiva em mulheres com alto risco de desenvolver o câncer de ovário, geralmente é combinado com outros exames, como: 

  • Ultrassom pélvico ou transvaginal 
  • Proteína 4 do epidídimo humano (antígeno HE-4)
  • Tomografia computadorizada
  • Exame de ressonância magnética
  • Biópsia

Como é feito o exame CA-125

Exame CA 125
O exame CA-125 é feito a partir de uma análise de amostra de sangue

A proteína CA-125 é quantificada no sangue, então você faz um exame de sangue normal, em que se retira uma amostra da sua veia do braço ou da mão. Se a análise for somente do CA-125, você pode se alimentar normalmente. 

A sua amostra de sangue é enviada para análise em laboratório. Os níveis normais de CA-125 no sangue são, normalmente, abaixo de 35 U/mL

Como entender o resultado do exame CA-125

Como mencionado, o nível de CA-125 no sangue não é o único parâmetro utilizado no diagnóstico de câncer de ovário, mas é uma boa ferramenta complementar, que ajuda o médico ou médica oncologista a concluir o diagnóstico de maneira precoce. 

O acompanhamento dos níveis de CA-125 durante o tratamento ajuda a avaliar a eficácia do tratamento

Se os níveis de CA-125 diminuem ao longo do tratamento, significa que ele está sendo efetivo mas, se não diminuem, significa que o tratamento não está sendo eficiente e necessita de revisão. 

Se após o tratamento, houver um aumento nos níveis de CA-125, antes normalizados, pode ser um indício de recorrência do câncer ou de metástase. 

A interpretação do resultado do exame CA-125 deve ser cautelosa e amparada nos resultados dos outros exames, pois outras condições patológicas e, também, normais podem causar a elevação dos níveis dessa proteína no sangue. 

Células normais e saudáveis dos ovários, pâncreas, mama e do revestimento do tórax e abdômen podem produzir baixos níveis de CA-125.

Outras condições, além do câncer de ovário, que podem causar o aumento da concentração de CA-125 são:

  • Período menstrual
  • Miomas uterinos
  • Endometriose
  • Doença inflamatória pélvica (DIP)
  • Doenças inflamatórias do intestino
  • Gravidez
  • Diverticulite
  • Cirurgia recente
  • Cisto ovariano rompido
  • Câncer de endométrio
  • Câncer de peritônio
  • Câncer na trompa de falópio 
Fontes e referências adicionais

Você já teve que fazer o exame CA-125? Quais outros exames seu médico ou médica pediu, para fazer juntamente com o CA-125? Comente abaixo!

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Como é feita a limpeza de pele profunda

A limpeza profunda da pele é essencial para combater problemas como a acne. A acne é um processo inflamatório que acontece quando as glândulas da pele ficam obstruídas com a oleosidade, sujeiras acumuladas e pele morta, o que resulta em cravos e espinhas.

Mas ela não é destinada apenas a quem sofre com a acne, todos podem realizar a limpeza. Afinal, ela ajuda bastante a manter a saúde da pele do rosto, removendo impurezas e células mortas, que ficam acumuladas quando não realizamos uma limpeza profunda com frequência.

Como é feita a limpeza de pele profunda, e com qual frequência?

Limpeza de pele
É indicado fazer a limpeza de pele profunda com um profissional

A frequência indicada para pessoas que têm pele oleosa é 1 vez por mês, pois a pele oleosa tem uma maior tendência a acumular impurezas e transformá-las em cravos e espinhas. Por isso, precisa de uma atenção redobrada. Esse tipo de pele possui uma dificuldade maior na manutenção da limpeza. As peles mistas também estão inclusas!

Para peles normais ou secas, a frequência indicada é de 2 em 2 meses. 

A limpeza deve ser realizada em uma clínica de estética, por um profissional. Também é possível realizá-la em casa, mas os resultados proporcionados pelas clínicas são mais efetivos.

Confira abaixo os passos realizados pelos esteticistas para fazer a limpeza de pele profunda:

Limpeza inicial

A limpeza inicial é o que prepara a pele para o resto do processo. Caso a cliente esteja usando maquiagem, o profissional fará a sua remoção. Logo, aplicará produtos para remover a oleosidade e as impurezas acumuladas da pele. Os produtos são profissionais e utilizados apenas para estes fins.

O profissional utilizará luvas nas mãos durante todo o processo da limpeza. Ele aplicará a loção em todas as regiões do seu rosto, para uma limpeza realmente completa e efetiva. 

Ele fará sempre movimentos circulares durante a aplicação, pois eles melhoram a circulação sanguínea do rosto, e também desincham a região, esticando a pele do rosto, ao invés de retrair.

Abertura dos poros

A aplicação de vapores auxilia na abertura dos poros do rosto, pois “amolecem” a pele. Quando os poros estão abertos, a pele fica mais acessível. Dessa forma, facilita a retirada de impurezas e de cravos acumulados.

O processo costuma levar uns 10 minutos. Enquanto a abertura dos poros é realizada, o profissional pode fazer uma massagem no cliente, para que ele relaxe.

Esfoliação

A esfoliação é como uma limpeza mais profunda e abrangente do que a inicial. Ela possui um poder maior para a remoção das células mortas do rosto. Além de estimular a circulação sanguínea do rosto, o que auxilia na remoção de toxinas. 

Uma boa esfoliação é responsável por deixar a pele mais lisa e macia. Mas se o cliente tiver muitas espinhas, principalmente espinhas inflamadas, a escolha do produto utilizado para o processo deve ser mais cuidadosa, pois alguns produtos podem ser maléficos para a saúde da pele com espinhas.

E, novamente, o procedimento deve ser realizado com movimentos circulares. Que são ideais para tratamentos estéticos na região do rosto.

Remoção dos cravos

A remoção dos cravos é feita manualmente pelo esteticista. Pode ser com uma gaze ou com algodões umedecidos. O procedimento é um pouco mais longo, podendo durar de 25 a 35 minutos. Normalmente, começa pela zona T (testa e nariz), por ser o local que mais costuma acumular cravos. Principalmente a região do nariz.

Logo após a finalização do processo, o esteticista realizará um procedimento para acalmar a sua pele. Ele poderá colocar uma máscara calmante, de acordo com o seu tipo de pele, para otimizar e acelerar ainda mais o processo.

A máscara deverá fazer efeito em seu rosto por pelo menos 10 minutos. Enquanto isso, o esteticista poderá realizar uma drenagem para amenizar a vermelhidão das regiões mais afetadas.

A remoção da máscara deverá ser realizada com bastante cuidado, pois é um momento em que a pele está muito mais sensível do que o normal

Aplicação do protetor solar facial

Após finalizar todo o procedimento da limpeza da pele profunda, é essencial que o esteticista aplique o protetor solar facial no cliente. O protetor solar facial já é um item essencial para o dia a dia, por proteger a pele de fatores externos. Como a radiação solar e as luzes ultravioletas, evitando manchas e marcas de expressão.

Mas após o procedimento da limpeza, a importância é ainda maior. Pois, como dito acima, a pele está muito mais sensível do que o normal. Portanto, neste momento, os fatores externos terão uma facilidade muito maior para manchar a pele.

Por isso, é indispensável a aplicação de um filtro solar com um alto fator de proteção. Mesmo que esteja de noite, pois até as luzes das lâmpadas podem afetar negativamente a pele. Os cuidados com a exposição solar devem ser mantidos pelo menos nas próximas 48 horas após o procedimento.

Benefícios da limpeza facial profunda

Limpeza de pele
Fazer a limpeza de pele profunda com uma especialista com frequência promove diversos benefícios para a pele

A limpeza de pele profunda, quando realizada com frequência, pode diminuir drasticamente a oleosidade facial, evitando, assim, a aparição de cravos e espinhas, além de clarear o rosto e deixar a pele muito mais lisa e macia.

Ela também equilibra o PH da pele e melhora a circulação, o que faz com que a pele fique mais elástica e resistente, além de muito mais saudável. Além disso, previne o envelhecimento precoce, ajudando a manter a pele jovem por mais tempo.

Não só isso, mas pode também disfarçar manchas. Por isso, realize a limpeza profunda regularmente. Dessa forma os resultados serão bem mais efetivos e a manutenção terá uma maior durabilidade.

Você já experimentou fazer uma limpeza de pele profunda? Se não, tem curiosidade de testar os resultados? Comente abaixo!

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