Viciado em marketing e com muita vontade de passar o que sei para frente, isso é o que me descreve!
Author: caiosousamd
Meu nome é Caio Sousa, atuo com Marketing a 25 anos, é uma coisa que eu amo com todas minhas forças.
Quando amamos alguma coisa queremos fazer sempre um pouquinho mais do que o comum, não é mesmo? Então, eu decidi abrir um blog onde quero compartilhar alguns macetes com vocês, assim fazemos uma troca de experiência bem bacana.
Segue o blog: https://caiosousamd.tumblr.com/
Acho que com esse tempo de experiencia que eu tenho, vou conseguir agregar bastante em sua vida.
Hoje o marketing está muito evoluído, e o mais eficaz tem sido o marketing digital, com o SEO, mídias sociais, mídias pagas e orgânicas... tem apresentado um resultado espetacular.
Do mesmo jeito que o marketing evolui pra trazer um resultado melhor, eu também quero trazer um resultado ótimo para vocês.
Em uma panela média, coloque o chá, o suco e o vinho. Leve ao fogo e deixe ferver por 3 minutos. Acrescente o gengibre, a canela e deixe ferver por mais 1 minuto. Em seguida, adicione o cravo e as cascas e ferva por mais 1 minuto. Desligue o fogo e só então coloque o adoçante. Sirva em seguida com uma fatia fina de maçã.
Rende: 3 copos.
Calorias por copo: 156 calorias (o tradicional tem 198 calorias).
O kickboxing é a arte marcial que combina socos e chutes, incorporando movimentos de outros tipos de luta como karatê e boxe. Mas você conhece as vantagens desse treino?
5 BENEFÍCIOS DO KICKBOXING
1
MELHORA SUA APTIDÃO FÍSICA
Um estudo publicado em 2014 mostrou que treinar uma hora por dia, três vezes por semana durante cinco semanas pode levar a melhoras significativas na potência muscular da parte superior do corpo, como também a melhora na potência aeróbica, aptidão anaeróbica, flexibilidade, velocidade e agilidade.
A prática também aumenta o consumo máximo de oxigênio (VO 2 max). O VO 2 max é a medida da quantidade máxima de oxigênio que você pode usar durante a atividade física e é um indicador de sua resistência cardiovascular. Quanto mais alto, mais eficientemente seu corpo está recebendo e usando oxigênio.
2
AJUDA A PERDER PESO
A prática regular de exercício físico, por ser um intenso treino aeróbico (você pode queimar 372 calorias durante 30 minutos de kickboxing). pode ajudar a controlar o peso, e se aliado com uma reeducação alimentar, até mesmo ajudar a perdê-lo.
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Estudos mostram que aqueles que praticam a arte, sendo profissional ou amador, possuem maior massa muscular e menor porcentual de gordura corporal.
3
AJUDA NA AUTOESTIMA E CONFIANÇA
Pode não ser novidade para você, mas os exercícios físicos são associados à melhora da confiança e auto-estima. A autoconfiança desempenha um papel importante no kickboxing, e muitos estúdios enfatizam a construção da confiança como parte do treinamento. Uma revisão publicada em 2010 mostrou que a prática de artes marciais melhora a autoconfiança de jovens.
4
MELHORA A QUALIDADE DO SONO
Se você sofre de algum distúrbio do sono, a prática regular de atividades físicas pode ajudar a lidar com o mesmo pois há fortes evidências de que, ao fazer exercícios regulares, um efeito positivo pode surtir na qualidade de sono.
Mas qual a importância de uma boa noite de sono? Quando privados da mesma aumenta o risco de doenças, como câncer e doenças cardíacas. Dormir o suficiente melhora o humor, capacidade de pensar, e aumenta seus níveis de energia.
5
AJUDA A SAÚDE MENTAL
As artes marciais, incluindo kickboxing, são associadas à melhoria da saúde mental e sentimentos positivos. A prática do kickboxing envolve exercícios aeróbicos e anaeróbicos, exercícios que impactam positivamente o humor. Isso acontece pois há o aumento da endorfina, que leva a mudanças na parte do cérebro que podem melhorar o estresse, ansiedade e depressão.
Com o home office se transformando, cada vez mais, no sistema de escolha para muitas empresas no Brasil e no mundo, tem se tornado cada vez mais importante investirmos em uma boa infraestrutura de trabalho em casa. Pensando nisso, fizemos uma seleção de materiais de escritório que são essenciais para um dia de trabalho confortável e, principalmente, organizado. Vamos lá?
Para aproveitar esse bolo saboroso e leve, bata no liquidificador milho cozido, leite de coco, farinha de coco, fubá fino, óleo de coco, Xylitol e fermento químico. Rápido e prático, é só colocar a massa misturada em uma forma redonda e assar em forno preaquecido por 30 minutos. A sugestão é da culinarista de São Paulo, Monica Wagner.
Dica: para deixar a preparação ainda mais atrativa, coloque coco tostado por cima e pronto!
Ingredientes
3 xícaras (chá) de milho cozido (se possível o natural)
200 mililitros de leite de coco
½ xícara (chá) de farinha de coco
1 xícara (chá) de fubá fino
3 colheres (sopa) de óleo de coco
¾ xícara (chá) de adoçante Xylitol
1 colher (sopa) de fermento químico
Modo de preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador até que fique homogêneo. Em seguida, posicione a massa em uma fôrma com furo no meio e coloque para assar em forno preaquecido a 180 graus por 30 minutos. Se quiser incrementar a apresentação, adicione coco tostado por cima do bolo na hora de servir.
A descamação da pele é a remoção das camadas mais superficiais da pele, causada pelo ressecamento da pele provocado pelo frio e banhos muito quentes, ou por queimaduras solares, por exemplo.
Se as lesões descamativas durarem mais do que uma semana e forem acompanhadas de outros sintomas, é recomendado procurar um médico ou médica dermatologista, para uma avaliação, pois condições mais graves e algumas doenças também podem causar a descamação da pele.
Veja quais são as principais causas da descamação da pele e o que fazer.
Descamação da pele por causas simples
A descamação da pele pode acontecer por uma causa comum, como a queimadura solar
A pele pode descamar por causas simples e passageiras, como:
Pele ressecada
O ressecamento pode causar a descamação da pele, principalmente do rosto. Esse problema é mais comum durante o inverno, por causa do ar frio, de banhos muito quentes e da baixa umidade do ar.
O que fazer
Se a sua pele estiver ressecada e com descamação, é aconselhável evitar o uso de maquiagem, pois pode piorar o problema.
Ao invés disso, lave a pele com sabonetes suaves e sem perfume, evitando os antibacterianos ou com álcool na composição, pois ressecam ainda mais a pele. Para secar a pele, use uma toalha macia, dando leves batidinhas, sem esfregá-la.
Evite banhos muito quentes, deixe a temperatura da água morna, e tente não puxar a pele que estiver se soltando.
Fazendo isso, é provável que em uma semana sua pele pare de descamar.
Queimadura solar
Se expor ao sol durante muito tempo e sem a proteção de um filtro solar pode provocar queimaduras na pele, que causam vermelhidão, dor e descamação da pele. A queimadura solar é provocada, principalmente, pela ação da radiação UVB sobre a pele.
A gravidade da queimadura solar depende do tempo de exposição ao sol e da quantidade de melanina que você possui na pele.
A melanina é uma proteína responsável pela coloração da pele e dos pelos, e por proteger o DNA das células contra a radiação ultravioleta emitida pelo sol. Pessoas de pele mais clara têm maiores riscos de sofrer queimaduras solares graves.
Normalmente, as queimaduras solares atingem mais os locais que ficam expostos, como o rosto, os ombros, a nuca e as costas. Cerca de 3 dias após a exposição excessiva ao sol, sem filtro solar ou outra proteção, a pele pode começar a descamar.
O que fazer
Para aliviar a dor de uma queimadura solar, tome um banho frio ou aplique compressas frias nas regiões mais afetadas e doloridas, pois assim as camadas da pele irão se resfriar, amenizando a sensação de queimação.
Cremes ou pomadas com calamina, aloe vera (babosa) e água termal podem ser usados no local que ficou exposto à luz solar. Esses produtos auxiliam no alívio da dor, da vermelhidão e irritação da pele.
Nesse período de recuperação é importante lembrar-se de beber muita água, usar roupas leves e largas e evitar novas exposições ao sol. A pele deve se recuperar completamente em até 7 dias.
Processos inflamatórios, alérgicos e infecções podem causar a descamação da pele e requerem diagnóstico e tratamento médico.
Dermatite de contato
A dermatite de contato é uma doença que pode provocar a descamação da pele
A dermatite de contato é uma lesão na pele causada pelo contato com uma substância alérgena, ou seja, que provoca uma reação alérgica. Várias substâncias e materiais podem causar uma dermatite de contato, como pulseira de relógio, cosméticos, jóias, sabonetes e plantas.
Os sintomas na pele podem ocorrer em alguns minutos ou horas após o contato com a substância alérgena e durar de 2 a 4 semanas.
A reação provoca uma lesão avermelhada na pele, que coça. A pele, nesse local lesado, fica ressecada, descama e pode ficar rachada. Também podem se formar bolhas, que liberam um líquido de seu interior e formam crostas.
O que fazer
Para resolver o problema de dermatite de contato, é fundamental que se descubra qual é o agente causador das lesões na pele e evitar o contato com ele. Se você não conseguir descobrir a causa do problema e ele for frequente, é indicado procurar um médico ou médica dermatologista, para fazer um teste de contato.
Neste teste, são colocados adesivos na pele com os alérgenos em potencial. Se houver reação alérgica na pele sob o adesivo, significa que você tem que evitar aquela determinada substância.
Pode ser que você tenha que tomar corticosteróides orais para reduzir a inflamação e anti-histamínicos, para aliviar a coceira. Mas é mais comum o tratamento com cremes ou pomadas esteróides.
Dermatite atópica
A dermatite atópica, também conhecida como eczema, é um processo inflamatório que atinge a pele, causando vermelhidão, coceira intensa e, às vezes, descamação. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum em crianças.
Existe a dermatite atópica crônica, que é de longa duração e tende a manifestar sintomas periodicamente, nas crises ou surtos de inflamação. Além disso, a dermatite atópica pode ser acompanhada de outras sensibilidades alérgicas de origem genética, como asma, bronquite e rinite.
As manchas avermelhadas costumam aparecer nas mãos, nos punhos, nos pés, nos tornozelos, no pescoço e na parte superior do tórax, nas pálpebras e nas dobras dos joelhos e dos cotovelos. Nos bebês, também podem aparecer no rosto e no couro cabeludo.
Nos locais onde as manchas aparecem, a pele fica sensível, inchada, espessa, rachada e descamativa.
É comum o problema se iniciar antes dos 5 anos de idade e persistir na adolescência e na vida adulta. Em algumas pessoas, a doença fica assintomática por vários anos, tem um surto inflamatório e volta a ficar em remissão (silenciosa).
O que fazer
Uma vez diagnosticada a dermatite atópica, pode ser necessário fazer um tratamento para controlar o processo inflamatório e prevenir as crises.
Primeiramente, é preciso que a pessoa tenha cuidados com a pele, evitando banhos quentes e sabonetes com muitos produtos químicos. Além disso, é fundamental manter a pele sempre bem hidratada.
Os medicamentos visam controlar a inflamação com corticosteróides tópicos e promover a regeneração da pele. Se, por causa das rachaduras e aberturas na pele, ocorrer uma infecção bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos tópicos ou orais. Os anti-histamínicos ajudam a aliviar a coceira.
Psoríase
A psoríase é outra doença que provoca a descamação da pele em suas lesões
A psoríase é uma doença crônica e inflamatória, que causa lesões em placas na pele, avermelhadas e descamativas. A psoríase tem um importante componente genético envolvido, mas também é influenciada por fatores ambientais, como estresse, frio, alguns medicamentos e bebidas alcoólicas.
As regiões dos cotovelos, joelhos e couro cabeludo são as mais atingidas pelas lesões. A psoríase tem como característica a manifestação antes dos 30 ou após os 50 anos.
Apesar de não ser contagiosa, a psoríase pode causar prejuízos psicológicos, devido ao afastamento social que pode ocorrer em alguns casos, por falta de informação.
O que fazer
Por se tratar de uma doença crônica, a psoríase não tem cura, mas há tratamentos para controlá-la e prevenir as crises inflamatórias.
Pessoas com psoríase precisam cuidar da hidratação da pele durante toda a vida e se expor ao sol. Quando a exposição à radiação natural não é possível, podem ser feitos banhos de UVA e UVB em clínicas especializadas, com prescrição médica.
Também há tratamento medicamentoso para suprimir as lesões já existentes e prevenir outras crises e novas lesões. Veja quais são os remédios mais usados.
É importante, também, cuidar dos aspectos psicológicos e emocionais, pois o estresse possui grande influência no aparecimento e agravamentos das lesões na pele. Além disso, evitar o consumo de bebidas alcoólicas também auxilia no tratamento da psoríase.
Lúpus eritematoso cutâneo
O lúpus eritematoso cutâneo é uma doença autoimune que afeta a pele, caracterizada pela formação de lesões avermelhadas e descamativas. Pode, ou não, estar associada ao lúpus eritematoso sistêmico, quando a inflamação de origem autoimune afeta também os órgãos internos. Veja quais são os tipos de lúpus e suas diferenças.
Há diferentes subtipos de lúpus eritematoso cutâneo, que são separados de acordo com a duração das lesões na pele e de suas recorrências em surtos inflamatórios. Também é levado em consideração a possibilidade das lesões deixarem cicatrizes ou descolorações permanentes na pele.
As manchas, geralmente, aparecem nos locais expostos da pele, como o rosto, couro cabeludo, pescoço, colo e orelhas.
O que fazer
O tratamento varia de acordo com o subtipo do lúpus eritematoso cutâneo e se está, ou não, associado ao lúpus eritematoso sistêmico. De modo geral, o tratamento visa controlar a atividade do sistema imunológico, suprimindo o ataque aos tecidos próprios, e diminuir a inflamação com corticoide.
É fundamental o cuidado diário com a pele, com a proteção das áreas expostas aos raios solares, por meio do uso de filtro solar e acessórios de proteção, como chapéus e guarda-sol.
Infecção por fungos
Os fungos podem se alojar e crescer nas regiões mais úmidas da pele, entre os dedos dos pés, embaixo dos seios e na região genital. Os fungos que infectam a pele, geralmente, ficam apenas na camada mais superficial, sem penetrar em camadas mais profundas.
O interessante é que as lesões avermelhadas e descamativas podem surgir em outro local do corpo e não necessariamente onde o fungo se alojou. Isso acontece porque as lesões ocorrem como uma reação alérgica ao fungo causador e não pelo contato com o local infectado.
O que fazer
O tratamento das infecções fúngicas na pele é feito com antimicóticos tópicos e/ou orais, que visam combater o fungo causador do problema. Também podem ser prescritos corticosteróides para reduzir a inflamação e a coceira nas lesões.
É fundamental manter a região afetada bem seca e arejada. Por exemplo, se as feridas surgirem nos pés, é recomendado usar calçados abertos na maior parte do tempo e, se for preciso usar um calçado fechado, aplique um talco, para diminuir a umidade.
A hipotermia é caracterizada pela diminuição da temperatura corporal para 35ºC ou menos. Esse quadro pode ocorrer em uma situação de frio extremo, sem a devida proteção, ou em acidentes em águas muito geladas, abaixo de 5ºC.
Mesmo no Brasil, onde a temperatura baixa não é extrema, regiões de maior altitude, especialmente no sul do país, podem oferecer condições que tornam a hipotermia possível.
Pessoas em situação de rua, acampantes sem um bom preparo físico, que inclui boa nutrição e hidratação, estão mais suscetíveis ao problema, principalmente se o frio é acompanhado por vento, chuva ou orvalho.
A hipotermia pode ocorrer de forma brusca, quando a temperatura corporal diminui em poucos segundos ou minutos. Este é o caso da hipotermia aguda, que pode ocorrer num mergulho em águas geladas.
O mais comum é que a hipotermia ocorra de forma gradual, que é a hipotermia subaguda, em que a pessoa vai perdendo calor para o ambiente aos poucos.
Veja quais são os sintomas da hipotermia, o que fazer para aumentar a temperatura no caso de hipotermia e como evitá-la.
Sintomas da hipotermia
Calafrios e tremores são sintomas clássicos da hipotermia
No nosso organismo, ocorrem diversas reações químicas e processos biológicos que estão “programados” para ocorrer corretamente à uma temperatura que varia entre 36,5ºC e 37ºC. Para garantir que a temperatura permaneça nessa faixa, o nosso corpo possui mecanismos de termorregulação.
Isso significa que o corpo sempre resistirá a condições muito altas e baixas de temperatura. O suor é um mecanismo de termorregulação, que serve para baixar a temperatura corporal, quando estamos com febre.
Um dos primeiros mecanismos ativados para lutar contra o frio extremo é o tremor ou calafrio. Quando estamos com frio, trememos, porque os músculos fazem movimentos involuntários, com o objetivo de produzir calor interno.
Também podemos observar que as extremidades do corpo, as mãos e os pés, ficam mais gelados, pois o sistema nervoso promove a vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos sanguíneos nesses locais, com o objetivo de reduzir a perda de calor pelas extremidades.
Esses sintomas são típicos da fase leve da hipotermia, quando a temperatura corporal está entre 35ºC e 33ºC.
Além dos tremores e da vasoconstrição, a pessoa com hipotermia leve fica com a pele fria e pode ficar irritada ou com confusão mental. Nessa fase, a hipotermia pode ser confundida com cansaço extremo, pois a pessoa não tem energia para fazer atividades motoras.
Se a temperatura continuar caindo e ficar entre 33ºC e 30ºC, a hipotermia é considerada moderada, sendo caracterizada por tremores mais intensos e perda da capacidade motora. A mudança de humor se torna mais evidente e a frequência cardíaca reduz, deixando a pessoa sonolenta.
Em níveis mais graves de hipotermia, abaixo de 30ºC, a pessoa não apresenta tremores, as pupilas ficam dilatadas e a frequência cardíaca diminui ainda mais, ficando quase imperceptível. Nessa fase, a pessoa pode ficar inconsciente e, se não for socorrida rapidamente, pode não resistir e vir a óbito.
O que fazer para aumentar a temperatura corporal
Em um caso de hipotermia, são necessários alguns procedimentos para elevar a temperatura do corpo, de forma segura:
A primeira medida é levar a pessoa com hipotermia a um local protegido do frio, para que as outras ações tenham efeito. Se possível, leve a pessoa próximo à uma fonte de calor, como uma fogueira ou um aquecedor.
Caso a pessoa com hipotermia esteja com as roupas molhadas, é preciso retirá-las.
Deve-se cobrir a pessoa com cobertores, garantindo que o pescoço e a cabeça, principalmente, fiquem bem cobertos.
Para ajudar a aumentar a temperatura corporal mais rapidamente, coloque bolsas de água quente protegidas nas axilas e na virilha da pessoa. Não coloque essas bolsas nas mãos e nos pés, para não aumentar a circulação sanguínea nas extremidades. A intenção é aumentar o calor nas grandes artérias do corpo, que ficam nas axilas e na virilha, para aquecer o centro do corpo, onde estão os órgãos vitais.
Se a pessoa estiver consciente, ofereça uma bebida quente, exceto café e bebidas alcoólicas.
Não deixe a pessoa adormecer, tente mantê-la acordada. Na fase grave da hipotermia, é comum a pessoa adormecer, por causa da diminuição das funções vitais e vir a óbito.
Se, mesmo com essas ações, a temperatura da pessoa não aumentar e atingir níveis abaixo de 33ºC, deve-se buscar atendimento médico emergencial.
É importante tomar cuidado para não provocar queimaduras na pessoa com hipotermia, ao tentar aquecê-la com água quente derramada diretamente no corpo ou com o uso de fontes de calor muito próximas à pele. Essas formas de aquecimento não são indicadas como medida de socorro.
A recomendação de dar uma bebida quente para a pessoa com hipotermia não é válida caso esteja inconsciente, pois pode provocar asfixia.
Se a pessoa com hipotermia ficar inconsciente, deite-a de lado e a mantenha bem agasalhada. Busque ajuda médica imediatamente e monitore, constantemente, seus sinais vitais, principalmente a respiração. Caso ela pare de respirar, inicie uma massagem cardíaca, a fim de manter a circulação sanguínea ativa.
Como evitar a hipotermia
Manter o corpo bem aquecido é o ideal para evitar a hipotermia
A melhor forma de prevenir a hipotermia é manter o corpo bem aquecido, com várias camadas de roupas. É fundamental manter as extremidades do corpo bem protegidas, com luvas e meias de lã, e touca na cabeça.
Também é importante manter o corpo seco, seja com uma roupa impermeável ou com uma capa de chuva e botas. Se você for acampar ou ir para um local distante da sua casa, tenha uma roupa reserva na mochila, para que você possa trocar, caso a sua roupa do corpo fique molhada.
Quais orientações para aumentar a temperatura corporal de uma pessoa com hipotermia você já conhecia? Conhece alguma outra dica? Se sim, qual? Comente abaixo!
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Todo mundo sabe que febre é a elevação da temperatura corporal mas, quantos graus, exatamente, é considerado febre? A melhor forma de compreender essa questão é conhecer as faixas de temperatura corporal classificadas como normal e anormal, que seriam a febre e a hipotermia.
A febre não é uma doença, mas uma reação natural do nosso corpo contra algum agente externo. Em casos de infecções comuns, como a gripe, a febre ajuda o nosso sistema de defesa a combater o vírus que causou a infecção.
Mas, há casos em que a febre sinaliza uma doença que demanda uma intervenção médica, às vezes, imediata. Geralmente, essa febre é acompanhada de outros sintomas e a temperatura de alerta varia com a faixa etária.
Veja como nosso corpo regula a temperatura, quando o aumento de temperatura é considerado febre, como medi-la e como baixá-la em casa, e quando procurar ajuda médica.
Como o corpo regula a temperatura
A regulação da temperatura corporal é feita por uma região do nosso cérebro chamada hipotálamo. Ela funciona como um termostato, que ajusta a temperatura dos órgãos internos para 37ºC, temperatura ótima para o acontecimento das funções vitais do corpo.
Esse ajuste é necessário porque, apesar de não percebermos, estamos constantemente fazendo trocas de calor com o ambiente.
No calor, nossa temperatura aumenta, por isso suamos para resfriar o corpo. No frio, nossas mãos e pés ficam gelados, porque os vasos sanguíneos se contraem, para reduzir a perda de calor pelas extremidades, conservando-o dentro do nosso corpo.
Quando ficamos doentes e nosso sistema de defesa entra em ação contra agentes externos, como uma inflamação, infecção ou lesão, o hipotálamo eleva a nossa temperatura corporal aproximadamente dois ou três graus acima da faixaideal de temperatura, entre 36ºC e 36,7ºC. Temperatura igual ou inferior a 35ºC é considerada hipotermia.
Na prática clínica, há um consenso que considera normal a faixa de temperatura que vai de 36ºC a 37,7ºC, já que valores um pouco mais altos do que 36,7ºC podem ser atingidos em dias muito quentes, ou quando se está com muitas camadas de roupas.
Pequenas variações na temperatura também ocorrem naturalmente ao longo do dia, sendo que de manhã nossa temperatura tende a ser um pouco mais baixa do que a tarde e à noite. Da mesma forma, mulheres podem ter pequenas variações de temperatura após a ovulação e durante a gestação.
Qual temperatura é considerada febre?
Existem algumas considerações a fazer em relação ao valor da temperatura
Os médicos consideram febre quando a temperatura axilar é igual ou superior a 37,8ºC. Mas, o conceito de febre não é exato e, por isso, ela é considerada em níveis:
Febrícula (estado febril): quando a temperatura está ligeiramente aumentada e se encontra entre 37,3°C e 37,8°C.
Febre: temperaturas acima de 37,8°C.
Febre alta: considerada a partir dos 39°C.
Emergência médica: Acima de 39,6°C, passa a ser considerada uma emergência médica e a pessoa deve ser levada ao hospital.
Bebês em fase de amamentação têm a temperatura corporal naturalmente elevada, para esses, até os 3 meses de vida, é considerado febre a temperatura igual ou superior a 38ºC.
Já os idosos tendem a ter uma temperatura mais baixa e, mesmo em quadros infecciosos, podem apresentar temperatura normal ou até hipotermia.
Como medir a temperatura da maneira correta?
A maneira mais eficiente de saber se você está com febre é usando um termômetro da maneira correta. Mesmo que a temperatura medida indique apenas uma febrícula, é importante fazer várias aferições ao longo dia, anotando os valores e os horários de cada aferição.
Essas anotações são importantes para o rastreamento da febre, ou seja, para saber qual é o valor do pico e em que horário ele acontece. Essas informações podem ser úteis no diagnóstico da doença subjacente.
Os tipos mais comuns de termômetro e o modo correto de uso são:
Termômetro infravermelho: aponte o laser para a testa ou para o interior do canal auditivo e aperte o botão. A temperatura aferida aparecerá no visor do termômetro após o aviso sonoro.
Termômetro digital: coloque o termômetro na axila, ânus ou boca, em contato direto com a pele ou mucosas e aguarde cerca de 3 a 5 minutos. O termômetro emitirá um sinal sonoro, indicando que a temperatura já foi aferida.
Termômetro de vidro: coloque o termômetro na axila, ânus ou boca, em contato direto com a pele ou mucosas e aguarde em torno de 5 minutos, para conferir a temperatura. Se for medir na dobra da axila, mantenha o braço imóvel durante a aferição.
Para se ter maior precisão, a temperatura corporal deve ser aferida em repouso e nunca após a realização de atividades físicas ou banho, porque são condições que elevam a nossa temperatura corporal e podem interferir diretamente no resultado.
Como medir a temperatura no bebê?
Para medir a temperatura no bebê, é recomendado o uso de termômetros mais confortáveis e rápidos, como o digital com ponta flexível ou o infravermelho.
O local de aferição que fornece a temperatura corporal mais precisa é o reto (ânus) mas, normalmente, esse método é feito somente no consultório.
Os pais ou responsáveis podem fazer essa medição em casa, mas é preciso tomar cuidado para não machucar o bebê e dar preferência para o termômetro digital de haste flexível. A forma mais fácil de se fazer a medição em casa é na dobra da axila, segurando o braço do bebê até o final da aferição.
Como baixar a febre corporal?
A febre não é uma doença em si, mas um sintoma clínico. Naturalmente, o tratamento é direcionado à doença subjacente ou ao agente causador da febre. Por exemplo, se a febre é um sintoma de uma infecção bacteriana, o tratamento é feito com um antibiótico.
É importante ressaltar que não se deve tomar antibióticos sem prescrição médica, principalmente se a intenção for tratar um resfriado ou uma gripe. Essas infecções são causadas por vírus e o antibiótico não tem qualquer efeito sobre elas, e ainda pode prejudicar o organismo.
Na maioria dos casos, não é necessário o uso de medicamentos específicos para combater a febre. Como foi falado, a febre é um mecanismo natural de defesa do nosso corpo. Apesar disso, ela gera desconfortos, que podem ser aliviados com antitérmicos, como o paracetamol.
Antes de recorrer ao medicamento, existem algumas medidas naturais e simples que podem ajudar a baixar a febre:
Mantenha-se hidratado, pois a água ajuda na regulação da temperatura corporal.
Retireo excesso de roupa.
Tome banho com água morna ou fria, nunca gelada.
Faça um repouso, seu organismo precisa direcionar a energia para o combate à infecção.
Permaneça em local arejado e com boa ventilação.
Use compressa fria na testa e nos pulsos.
Quando procurar ajuda médica
Se você estiver com uma dor de cabeça muito forte acompanhada de febre, pode ser hora de procurar um médico
Caso os tratamentos caseiros e os antitérmicos comuns não sejam efetivos na redução da temperatura corporal, é recomendado procurar um médico ou médica, para uma consulta.
A busca por ajuda médica é fundamental, quando a febre não passa e é acompanhada de outros sintomas, como:
Dor de cabeça forte e que não passa
Ao tentar curvar a cabeça, percebe-se que a nuca está rígida e dolorida.
Confusão mental
Sensibilidade exagerada à luz
Irritabilidade
Sonolência
Dor de garganta muito forte, que dificulta a deglutição de alimentos.
Dificuldade para falar
Vômitos
Dores abdominais
Alguns desses sintomas, como dor de cabeça e nuca rígida são sugestivos de uma doença muito grave, que é a meningite, e que exige cuidados médicos imediatos.
Bebês com menos de 3 meses e temperatura acima de 37,5ºC devem ser avaliados por um médico ou médica pediatra. Após os três meses, deve-se buscar ajuda médica quando a febre for superior a 39ºC.
Conhecer e se atentar para os sintomas que podem indicar um câncer contribui para que seja feito um diagnóstico precoce.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as chances de cura de um câncer podem chegar a 90%, se for diagnosticado nos estágios iniciais.
Veja quais são os sinais e sintomas que podem indicar um câncer.
Sintomas genéricos
A dor de cabeça constante é um dos sintomas genéricos que podem indicar um câncer
O câncer pode causar sintomas genéricos, que são aqueles que podem aparecer em outras doenças. Por isso, esses sintomas funcionam como um alerta indicativo de que algo não está bem no organismo e merece uma investigação.
Perda de peso não intencional
É natural o nosso peso corporal flutuar, pois está ligado a aspectos fisiológicos, como nível de hidratação, hábitos intestinais, período menstrual e consumo de sódio, por exemplo. Também está ligado a questões emocionais, algumas fases da vida ou acontecimentos podem influenciar no nosso peso.
O que não é normal é perder muito peso, mais do que 4 kg em um mês, sem ter feito nada para isso, como dieta e exercícios físicos planejados para essa finalidade.
Massas tumorais, especialmente de câncer metastático, aumentam a taxa metabólica basal do organismo, promovendo maior gasto de calorias e, consequentemente, a perda de peso.
Suor noturno
O suor noturno é outro sintoma genérico que pode aparecer em outras doenças, mas, no câncer, ele é tão intenso que as roupas de cama podem ficar encharcadas de suor. É comum que o suor noturno seja acompanhado de febre, calafrio, aumento dos batimentos cardíacos e perda de peso não intencional.
Este sintoma está mais associado à leucemia e linfoma, mas também pode estar presente em tumores carcinoides e adrenais.
Dor persistente e sem explicação
A dor, num contexto de câncer, não costuma ser um sinal precoce, mas sim indicativo de metástase. Ela pode ocorrer devido à pressão dos tumores sobre ossos, tendões e órgãos do corpo.
A dor é um sintoma bastante subjetivo, difícil de descrever, mas existem alguns sinais que podem aumentar a suspeita de seu médico ou médica sobre ela ser decorrente de um câncer:
A dor é persistente, mas tende a piorar durante a noite.
É sem explicação, não está associada a algum trauma, queda, impacto ou qualquer outra causa.
Está associada a outros sinais, como perda de peso, sangramento, febre e cansaço exagerado.
Se a dor for nas costas, ela piora numa descida.
Cansaço exagerado e falta de energia
Um termo que resume esses sintomas é a “fadiga”, que consiste numa sensação de extremo cansaço, exaustão e falta de energia, mesmo que a tarefa em execução seja muito simples e leve.
No caso da leucemia e do linfoma, a fadiga pode ser um dos primeiros sintomas. Nesses casos, as células cancerosas crescem na medula óssea, local de produção das células sanguíneas. Com a produção prejudicada, uma pessoa com leucemia ou linfoma pode ficar com anemia e, por isso, se sentir extremamente cansada.
Perda de sangue em cânceres de cólon e de estômago, podem levar à fadiga. O consumo de energia pelas células tumorais, também podem impactar na disposição da pessoa.
Quando este sintoma está associado à perda de peso não intencional, ele se torna mais preocupante.
Dor de cabeça frequente acompanhada de vômito
Tumores cerebrais podem apresentar como um dos primeiros sintomas a dor de cabeça, que não melhora com analgésico e, geralmente, é acompanhada de náuseas e vômitos. A dor de cabeça também tende a piorar, quando a pessoa abaixa a cabeça ou se deita.
Essas características também são comuns na enxaqueca, por isso é fundamental que você procure um especialista, caso essa dor seja muito frequente e não insista na automedicação, pois isso pode piorar o quadro.
Alterações na pele
Hematomas podem surgir em pessoas com leucemia, por exemplo
A pele é o maior órgão do corpo humano e pode sinalizar vários processos que estão acontecendo dentro do nosso organismo, por isso, é importante atentar-se às alterações que ocorrem nela.
Ferida que não cicatriza
O carcinoma basocelular, um tipo de câncer de pele, que pode ter como um de seus sintomas a presença de feridas abertas que não cicatrizam ou, se cicatrizam, voltam após um tempo.
Normalmente, esse tipo de câncer se manifesta em áreas que ficam mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e cabeça.
O carcinoma de células escamosas também pode se manifestar com feridas abertas que não cicatrizam e que podem liberar um líquido ou formar crostas.
Aparecimento ou alteração de pintas e manchas
O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele e pode ter, como primeiro sinal, uma mancha pigmentada na pele ou alteração de tamanho, forma ou cor de uma pinta ou mancha já existente.
Para auxiliar na identificação de pintas ou manchas perigosas, os dermatologistas criaram uma regra chamada ABCDE:
Assimetria: uma metade da pinta é diferente da outra
Borda: a pinta possui bordas irregulares
Cor: a pinta apresenta colorações diferentes ao longo de sua extensão, como preto, marrom, canela, branco, vermelho e azul.
Diâmetro: é maior do que 5 mm
Evolução: a pinta ou mancha está mudando de tamanho, forma e cor, ou começou a coçar e sangrar.
Hematomas na pele
Sangramentos e hematomas na pele são sintomas comuns da leucemia e, geralmente, são eles que levam ao diagnóstico.
Se hematomas aparecem na pele, sem nenhuma causa associada, como uma pancada ou lesão, podem ser indicativos de câncer.
Protuberâncias (inchaços) localizados
O aparecimento de caroços (nódulos), protuberâncias ou partes inchadas em qualquer parte do corpo, como pescoço, mama e abdômen pode ser indicativo de câncer.
Os nódulos cancerosos apresentam as seguintes características:
São duros
São indolores ao toque
Não se movem, quando se faz uma leve pressão com os dedos na palpação.
Tem contornos mal definidos
Crescem ao longo do tempo
Sintomas que afetam a alimentação
Quando a azia é muito recorrente, pode ser um sinal de câncer de estômago
Alguns tipos de cânceres também podem causar sintomas que afetam a alimentação.
Azia constante
A azia é um sintoma bastante genérico, que pode afetar qualquer pessoa, por várias causas. Mas, quando a azia é constante ou muito recorrente, pode ser um indício de câncer de estômago. Nesse caso, além de constante, a azia tende a ser mais intensa e incômoda.
Úlceras na boca
O aparecimento de úlceras ou feridas na boca, que não cicatrizam em até 15 dias, é um dos primeiros sinais que aparecem em um câncer de boca. Pelo fato deste e de outros sintomas na boca não causarem dor, a pessoa demora a buscar ajuda médica, retardando o diagnóstico.
Outros sinais e sintomas que podem surgir na boca são:
Manchas vermelhas ou brancas na boca, na gengiva, na língua ou na garganta.
Pequenas feridas que podem ou não sangrar, mas não doem.
Sensação de que há algo preso na garganta.
Engasgar com facilidade
Um dos primeiros sinais de câncer no esôfago é a dificuldade para engolir, com a sensação de que há algo preso na garganta. É comum, nesse caso, a pessoa engasgar com facilidade e com frequência.
Com o tempo, esses sintomas tendem a piorar, conforme o esôfago fica mais inchado. Nesse estágio, a pessoa também pode sentir dor para engolir.
Rouquidão e tosse persistente
Uma rouquidão ou alteração na voz que surgiu de repente e não melhora em até 15 dias é um sinal de alerta, para que você busque ajuda médica, pois trata-se de um dos primeiros sinais de câncer de laringe.
A tosse constante é um sinal de câncer na laringe, mas pode também pode indicar câncer de pulmão em estágio inicial.
Alterações dos hábitos intestinais
Um dos primeiros sinais de câncer de cólon é a mudança no aspecto das fezes ou nos hábitos intestinais, com constipação (prisão de ventre) e/ou diarreia.
Fezes muito alongadas e finas, como um lápis, podem indicar a existência de um tumor no intestino, impedindo que elas ocupem todo o interior do órgão.
O câncer de bexiga pode fazer com que a pessoa sinta dor ou ardência ao urinar, fazê-la urinar com mais frequência e ter a sensação de urgência para urinar, ainda que a bexiga esteja vazia.
Sangue na urina também é sinal de câncer de bexiga mas, às vezes, a quantidade de sangue não é suficiente para se destacar com seu tom avermelhado na urina, apenas deixa-a mais escura do que o normal.
Urina escura, com cor de chá preto, associada a coloração amarelada da pele e das mucosas, pode ser indicativo de câncer de pâncreas, devido ao acúmulo de bilirrubina no sangue.
Comemorações especiais merecem ser celebradas com refeições especiais. No entanto, colocar um capricho a mais na comida não precisa ser algo super difícil de fazer e nem exigir uma lista interminável de ingredientes.
Por exemplo, um jeito bem prático de incrementar uma refeição é incluir nela uma entrada light que seja fácil de fazer. Como o canapé japonês que separamos para te apresentar.
A receita combina pedaços finos de pepino japonês com fatias de salmão defumado. Além disso, a entradinha traz o sabor do cream cheese e o tempero do alecrim.
Isso mesmo que você leu: o prato pede apenas quatro ingredientes! Ah, e não é exclusivamente como entrada que ele funciona: a preparação também é uma excelente opção de aperitivo.
Aprenda como fazer o canapé japonês e utilize-a na sua próxima ocasião especial! O passo a passo da receita está explicadinho logo abaixo.
Distribua as fatias de pepino em uma travessa ou prato de servir. Então, passe pequenas porções de cream cheese light por cima das fatias de pepino.
Coloque uma fatia de salmão por cima de cada canapé, prenda com um palitinho de dente e salpique alecrim. Se a fatia de salmão for grande, será necessário dobrá-la.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.
O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme os tamanhos em que você cortar as fatias de pepino e de salmão defumado.
Yoga ou Pilates: eis a questão! A verdade é que tanto o yoga quanto o Pilates são práticas de baixo impacto, amigáveis a todos os níveis de condicionamento físico e suaves para as articulações — na verdade, elas podem até reduzir o risco de lesões em outros esportes.
As duas pedem um mat (famoso tapetinho), funcionam muito bem como complementos de outras atividades físicas ou também dão certo como práticas principais. E tanto no yoga como no Pilates, você trabalha a consciência corporal e a respiração, mesmo que de formas diferentes.
Por isso, se você está em dúvida sobre qual escolher, confira detalhes sobre cada um:
ORIGENS DE CADA PRÁTICA
“Yoga e Pilates são atividades distintas, porém apresentam diversos pontos em comum, assim como benefícios semelhantes. O criador do Pilates, Joseph Pilates, era praticante de yoga, e podemos perceber elementos do yoga na essência e em algumas práticas do Pilates”, explica o médico e psicólogo Roberto Debski, especialista em homeopatia e acupuntura e facilitador de constelações familiares.
Yoga é uma prática indiana antiga com cerca de cinco mil anos de idade. É mais voltada para questões filosóficas/espirituais e inclui postura, respiração e meditação para promover o bem-estar mental e físico.
A intenção do yoga é conectar profundamente mente e corpo (aliás, a palavra yoga significa “união”), fazendo posturas físicas enquanto o foco está na respiração, além de mantras (sons ou palavras entoadas).
Normalmente, usa-se o próprio corpo como instrumento. “Há práticas de yoga que miram principalmente em elementos de meditação e respiração, e outras que destacam a prática física intensa, com posturas e movimentos complexos, que se tornam possíveis somente para praticantes avançados, com melhor aptidão física”, diz o médico.
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“Já o Pilates tem um enfoque na saúde física, no fortalecimento do ‘core’ — músculos de sustentação profundos —, no equilíbrio, no alongamento, na força e na respiração. É feito normalmente no solo e com o uso de equipamentos específicos para a prática”, diferencia o especialista.
Pilates é muito mais jovem que o yoga. Joseph Pilates desenvolveu o método em 1920 para ajudar veteranos feridos durante a Primeira Guerra Mundial. O objetivo do Pilates é desenvolver os músculos uniformemente e criar uma consciência postural (por meio da ativação do core).
Envolve movimentos lentos, precisos e de força com controle da respiração (embora os métodos de respiração do yoga e do Pilates não sejam sempre os mesmos).
QUAIS OS BENEFÍCIOS DE CADA UMA?
Os benefícios são bem parecidos. Consciência corporal, respiração mais pausada, alongamento, melhora da postura e mais saúde física e mental podem ser conquistados em ambas as práticas.
Contudo, o Pilates também pode oferecer mais condicionamento cardiorrespiratório e força muscular. E o yoga é muito bom para quem deseja trabalhar mais a espiritualidade e a autoconsciência.
YOGA OU PILATES: QUAL ESCOLHER?
De acordo com Roberto Debski, a resposta pode variar. Isso porque preferências pessoais e objetivos devem ser levados em conta na hora de tomar a decisão. “A escolha deveria acontecer após a pessoa interessada se informar e conhecer bem os detalhes de cada uma delas. E até mesmo realizar uma prática experimental para perceber todos os detalhes”, recomenda.
Outra dica importante do especialista é buscar a orientação de bons profissionais, principalmente se você tem um problema específico na coluna.