O caruru é uma planta rica em cálcio e magnésio, minerais importantes para manter a saúde dos ossos, ajudando a prevenir osteoporose, quedas e fraturas. Conheça outros benefícios do caruru e veja como preparar essa planta alimentícia não convencional.
Caruru: o que é, para que serve e como fazer Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Author: caiosousamd
Sobre o que falar na terapia?
Tem-se falado tanto em saúde mental que a ideia de procurar um terapeuta ou psicólogo parece bem tentadora. No entanto, você se depara com uma pergunta: sobre o que falar na terapia?
Caso você já tenha ficado em dúvida sobre isso, não se preocupe: essa é uma preocupação bastante comum. Porém, fazer terapia é mais simples – e bem menos assustador! – do que parece. Vamos entender melhor sobre o assunto a seguir.
SOBRE O QUE FALAR NA TERAPIA?
Ok, já entendemos para que serve a terapia, mas isso não tira a dúvida sobre o que falar durante a sessão. Na maioria dos casos, os pacientes já chegam com um assunto em mente para conversar sobre – uma questão no trabalho, com a família, na sua relação amorosa… -, e esse tópico é explorado em conjunto com o terapeuta. Na terapia cognitiva, essas são as chamadas “metas terapêuticas”.
“Nós, da terapia cognitiva, temos um modelo mais diretivo e fazemos isso, direcionamos e criamos objetivos. Existem modelos de psicoterapia em que a conversa pode ser completamente livre, como a psicanálise”, diz Daniela Faertes, psicóloga especialista em terapia cognitiva e mudança de comportamentos prejudiciais.
Ou seja, não existe “certo ou errado” quando o assunto é o tema da sua conversa com o profissional de saúde mental. Todos os assuntos são liberados, o que muda é a abordagem e o direcionamento a respeito dessa questão.
“O próprio movimento de procurar terapia e ir semanalmente já é terapêutico por si só, pois já é uma abertura emocional para a mudança”, continua Daniela. “Ter um espaço neutro, sem julgamento de fala, isto é essencial. O que sentimos, muitas vezes, não podemos falar com familiares e na terapia existe este espaço. A própria procura e, depois, a ida à terapia já é uma abertura para o processo de mudança, seja ele comportamental ou emocional.”
A terapia é um lugar onde se fala o que socialmente não é dito. Por isso, não existem assuntos que não podem ser explorados na sala do terapeuta – mesmo que ela seja virtual!
Ainda assim, existem assuntos que são mais comuns e, na dúvida, você pode escolher um deles para analisar junto com o seu terapeuta ou psicólogo. Um bom balizador são as sensações desconfortáveis que um tópico desperta, por exemplo, a raiva em relação a um dos pais ou para com um chefe.
- Relacionamentos amorosos
- Relacionamentos familiares
- Relacionamentos profissionais
- Decepções amorosas ou familiares
- Decepções em relação a situações específicas
- Perdas ou processos de luto
- Tristeza profunda ou desmotivação além do normal
- Insatisfações profissionais profundas
- Insatisfações em relação à vida, no geral
“O tópico das relações é o principal”, diz Daniela. “É interessante observar que algumas pessoas vão diretamente por conta deste tópico ou acabam chegando a esta questão, identificando uma dificuldade. É onde as pessoas tendem a ter mais sofrimento sobre. Claro que existem outros tipos de sofrimento – como a perda de emprego -, mas a maior fonte de sofrimento são as relações, os vínculos, as rejeições, os abandonos, as discordâncias, brigas… Então, este costuma ser o principal trabalho.”
PARA QUE SERVE A TERAPIA?
“A terapia tem uma abrangência enorme de questões que pode trabalhar”, explica a psicóloga. “Vão desde autoconhecimento até trabalhar a autoestima, ansiedade, estresse, conflitos de relacionamento, questões físicas, psicossomáticas, dores, ajudar a pessoa a se preparar para ou lidar com alguma situação.”
Não só isso, mas a terapia também ajuda essa pessoa a tomar consciência e a mudar atitudes e comportamentos que estejam sendo prejudiciais para ela, e ainda pode trabalhar aliada a medicamentos específicos no tratamento de transtornos psiquiátricos, como a depressão.
“A terapia também ajuda a pessoa a enxergar o mundo de forma diferente”, continua. “Partimos do princípio de que boa parte do sofrimento tem a ver com a maneira como as situações são enxergadas. Isso não significa que é preciso enxergar tudo de forma positiva – até porque esta visão é perigosa –, mas a terapia auxilia a enxergar o mundo através de lentes mais realistas.”
Em resumo: a função da terapia é, principalmente, ajudar os pacientes a adquirirem uma visão funcional e saudável sobre a vida, sendo uma solução para visões pessimistas e equivocadas, muitas vezes fruto de uma infância recheada de crenças que levaram à distorção do olhar.
“É muito difícil alguém se arrepender de ter feito terapia. Na verdade, mesmo que ela não quisesse iniciar o tratamento, dificilmente não irá proporcionar nenhum benefício à pessoa”, continua.
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Tipos sanguíneos: A, B, AB, O (e grupos compatíveis)
Os tipos de sangue que existem são: A, B, AB e O. Nem todos os tipos de sangue são compatíveis e, por isso, é importante saber quem pode doar sangue para quem, de forma a evitar complicações que podem colocar a vida em perigo.
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5 primeiros sintomas de fecundação
Os sintomas de fecundação, como dor abdominal e corrimento rosado, são sentidos quando o embrião formado é fixado na parede do útero da mulher. No entanto, é comum que estes sintomas sejam sutis e muitas mulheres não os percebam. Confira os sintomas mais comuns que podem acontecer após a fecundação.
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12 benefícios do chá verde (e como fazer)
O chá verde é uma bebida rica em antioxidantes que ajudam a prevenir o envelhecimento precoce e alguns tipos de câncer. Além disso, o chá verde também contém cafeína, composto que acelera o metabolismo, ajudando a emagrecer. Saiba todos os benefícios do chá verde e veja como preparar .
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Receita de strogonoff de soja light vegetariano
Quem não come carne não precisa passar vontade ao se deparar com um prato bem cremoso de strogonoff. Afinal, não é muito difícil adaptar a receita e transformá-la em um strogonoff vegetariano.
Por exemplo, uma opção é trocar a carne ou frango pela proteína de soja. Então, como ocorre em uma boa receita de strogonoff brasileiro, o ingrediente ganha a companhia de molhos como mostarda, creme de leite e molho de tomate.
No entanto, para quem quiser uma preparação mais light, vale a pena optar pelo creme de leite light e por um molho de tomate natural e caseiro light.
A receita também conta com o sabor da cebola e da pimenta-do-reino. Além disso, se quiser, você pode complementá-la com o cogumelo champignon. Até quem gosta de carne vai dar o braço a torcer para essa delícia!
Está curioso para saber como o strogonoff de soja light fica? Então, aprenda a prepará-lo com o passo a passo a seguir:

Strogonoff de soja light
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Equipment
-
Panela
-
Escorredor
Ingredients
- 2 xícaras proteína de soja
- 1 caixinha creme de leite light (200 gramas)
- ½ xícara molho de tomate natural, caseiro e light
- 1 colher de chá mostarda
- 3 colheres de sopa azeite de oliva
- ½ cebola picada
- 1 pitada pimenta-do-reino
- 1 pitada sal
- 1 vidro champignon (200 gramas)
- água
Instructions
-
Coloque a soja em uma panela e cubra com água, deixando 3 dedos de água acima da quantidade de soja. Leve ao fogo para cozinhar.
-
Quando a água estiver fervendo, escorra a água. A soja deve ser bem escorrida, mas não pode ficar seca, pois a umidade dá uma textura macia a ela.
-
Ponha o azeite em uma panela e leve ao fogo. Adicione a cebola e doure. Acrescente a soja escorrida e refogue.
-
Então, complete com a mostarda, a pimenta-do-reino e o sal. Misture bem e junte o champignon (opcional).
-
Diminua o fogo e deixe cozinhar, mexendo de vez em quando para a soja pegar o sabor do tempero.
-
Quando a mistura estiver quase sequinha, adicione o creme de leite light e o molho de tomate. Misture bem, desligue o fogo e sirva.
Nutrition
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Receita de churrasco vegano light delicioso
Quem disse que churrasco não é lugar para os adeptos de um estilo de vida vegano? Com criatividade e uma boa variedade de legumes, é possível preparar opções deliciosas para quem não come nada que tenha origem animal.
Pensando nisso, vamos te apresentar uma opção de churrasco vegano que combina vegetais como abobrinha, tomate-cereja, milho-verde, pimentão e cebola roxa no espeto.
Esses ingredientes ainda ganham a companhia do cogumelo shiitake (ou outra variedade de cogumelo da sua preferência). Gostou da ideia? Então, você também vai curtir conhecer mais dicas de como fazer um churrasco vegano, light e saudável.
Mas, apesar do nome, nem precisa ser vegano para saborear esse espeto de vegetais. Afinal, ele pode muito bem fazer companhia a pedaços de carne no prato e os legumes são mais do que bem-vindos em qualquer tipo de dieta.
Já que motivos não faltam para dar uma chance ao churrasco vegano light, não deixe de aprender como prepará-lo e de experimentar como ele fica incrível! O passo a passo está logo abaixo:

Churrasco vegano light
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Equipment
-
6 Espetos
-
Papel-toalha
-
Grelha
Ingredients
- 1 abobrinha fina
- 3 cebolas roxas
- 1½ espigas milho-verde
- 12 cogumelos shiitake ou outra variedade da sua preferência
- tomates-cereja a gosto
- 1 pimentão-amarelo
Instructions
-
Limpe os cogumelos com o auxílio de uma papel-toalha e reserve.
-
Lave o restante dos ingredientes. Parta uma espiga de milho em 4 partes e a metade da outra em 2 partes.
-
Corte a abobrinha em fatias de aproximadamente 1 cm. Divida cada uma das cebolas em 4 partes. Fatie o pimentão em rodelas grossas.
-
Ponha uma parte da cebola em um espeto e complete com um cogumelo, fatias de abobrinha, fatias de pimentão, tomate-cereja, uma parte do milho, mais um cogumelo, outra parte da cebola e finalize com a abobrinha. Monte os outros espetos seguindo a mesma ordem.
-
Leve os espetos de vegetais para assar na grelha em brasa média. Asse bem dos dois lados até começar a formar uma casquinha preta nos legumes. Prontinho!
Notes
- Fique à vontade para substituir os vegetais da lista de ingredientes por outros da sua preferência.
Nutrition
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Receita de pão de farelo de aveia light fácil de fazer
Nada como uma receita de pãozinho saudável bem gostoso que você mesmo pode preparar em casa. Melhor do que isso, só se o prato em questão for fácil de preparar e ficar pronto bem rápido.
A boa notícia é que você vai conhecer um pão de frigideira que é tudo isso. Como se não bastasse, ele é feito à base do farelo de aveia, que é um dos melhores tipos de aveia para a dieta.
Além do farelo de aveia, você vai precisar de ingredientes básicos e bem fáceis de encontrar como ovo, azeite de oliva, fermento em pó e sal.
Como fica pronto em um instante, a preparação é perfeita para o café da manhã ou lanchinho da tarde daqueles dias mais corridos, em que não sobra muito tempo para ficar na cozinha.
Você não pode deixar de conferir como o pão de farelo de aveia light fica! Portanto, aprenda o passo a passo da receita e corra até a cozinha para testar!

Pão de farelo de aveia light
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Equipment
-
Tigela
-
Frigideira
Ingredients
- 3 colheres de sopa farelo de aveia sem glúten
- 1 ovo
- ½ colher de sopa azeite de oliva
- ½ colher de chá fermento em pó sem glúten
- 1 pitada sal
Instructions
-
Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture com o auxílio de uma garfo ou fuê (batedor de claras) até obter uma massa homogênea.
-
Unte uma frigideira com um pouco de azeite de oliva e leve ao fogo médio.
-
Então, coloque a massa na frigideira e deixe por aproximadamente 2 minutos ou até secar em um dos lados.
-
Reduza para o fogo mínimo. tampe a frigideira e deixe o pão cozinhar por mais 1 minuto.
-
Desligue o fogo, espere mais 1 minuto e sirva o pão.
Notes
- Para garantir que o farelo de aveia usado na receita realmente não contém glúten, leia atentamente tudo o que estiver escrito no rótulo do produto (inclusive as letrinhas pequenas). Isso é necessário porque embora a aveia seja naturalmente livre de glúten, ela pode ser contaminada pelo glúten quando produzida, processada, embalada, armazenada ou transportada no mesmo ambiente em que alimentos que têm glúten.
- Além disso, leia minuciosamente a embalagem dos outros ingredientes da receita para checar se eles não podem apresentar algum teor de glúten e/ou lactose.
Nutrition
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Anemia na gravidez: tipos, sintomas, riscos e tratamentos
A anemia na gravidez é uma condição comum e frequente entre as gestantes. Normalmente, esse problema ocorre entre o segundo e o terceiro trimestres da gestação.
Durante o período de gestação, o seu corpo precisa produzir mais sangue para o desenvolvimento do feto, placenta e cordão umbilical. Por isso, se o seu corpo estiver com déficit de ferro ou algum outro nutriente, seu organismo não dará conta de produzir hemácias e hemoglobinas suficientes para aumentar a quantidade de sangue, resultando na anemia.
A anemia pode deixar você com a sensação de cansaço e de fraqueza e, se não for tratada, pode trazer sérios riscos para você e o bebê, como a diminuição da sua imunidade no período pós-parto, depressão pós-parto, atraso no crescimento do bebê e parto prematuro.
Durante a gestação, é muito importante que você tenha o acompanhamento de um médico ou médica ginecologista-obstetra, que poderá contar com a ajuda de um hematologista para acompanhar a anemia na gravidez. Esses profissionais poderão indicar o tratamento mais adequado para o seu caso e, assim, evitar que ela cause complicações graves.
Veja quais são os tipos de anemia mais comuns na gravidez, os sintomas, os riscos e como são feitos o diagnóstico e o tratamento.
Tipos de anemia na gravidez
Não há apenas um tipo de anemia e algumas são mais comuns no período gestacional, estando relacionadas com a deficiência de nutrientes importantes na gravidez.
A perda de sangue durante e após o parto também podem causar anemia.
Anemia por deficiência de ferro
Esse tipo de anemia acontece quando o corpo não tem ferro suficiente para produzir quantidades adequadas de hemoglobina, uma importante proteína das hemácias, que são os glóbulos vermelhos do sangue.
Essa proteína é responsável por conferir a cor vermelha ao sangue e transportar oxigênio vindo dos pulmões para todos os tecidos do corpo.
A combinação do aumento da demanda de ferro, por causa do desenvolvimento do bebê, com a deficiência nutricional ou falta de suplementação desse nutriente resulta na anemia ferropriva, o tipo mais comum de anemia na gravidez.
Anemia por deficiência de folato
Vegetais de folhas verde-escuras, como espinafre, brócolis, couve, salsa, e miúdos (fígado de animais), são alimentos ricos em folato. A carência nutricional desse nutriente pode resultar na anemia megaloblástica.
O corpo precisa de folato para produzir novas células, incluindo as hemácias. Durante a gestação, as mulheres precisam de folato extra, para produzirem células suficientes para as suas necessidades e para o desenvolvimento do bebê.
Esse nutriente é tão essencial para o período gestacional, que mulheres que estão planejando engravidar fazem a suplementação com ácido fólico antes da gravidez.
Isso porque o folato está relacionado com o desenvolvimento do sistema nervoso central do bebê e a sua falta pode causar malformações congênitas, como anencefalia, espinha bífida, fissura lábio-palatina e, ainda, o bebê pode nascer com baixo peso.
Anemia por deficiência de vitamina B12
Quando uma gestante não ingere vitamina B12 suficiente em sua dieta, a produção de hemácias na medula óssea fica prejudicada, podendo resultar em uma anemia megaloblástica.
A vitamina B12 é facilmente encontrada em laticínios, ovos, proteínas de origem animal e frutos do mar. Gestantes que não ingerem vitamina B12 suficiente ou não fazem a suplementação, no caso das vegetarianas estritas, podem ter um parto prematuro e o bebê pode nascer com malformações congênitas.
Outras causas e tipos de anemia na gravidez
Também existem outras possíveis causas de anemia durante a gravidez e estão relacionadas com doenças que afetam a medula óssea e prejudicam diretamente a produção de hemácias:
- Leucemia
- Linfoma
- Aplasia da medula óssea
- Infecções da medula óssea
Algumas mutações genéticas afetam a produção das hemácias, resultando em células com formatos e tamanhos anormais, por exemplo a anemia falciforme e a talassemia.
Sintomas da anemia na gravidez
Os sintomas da anemia na gravidez podem apresentar algumas variações de acordo com cada tipo.
Na maior parte das vezes, passam quase despercebidos, pois se confundem com os sintomas comuns da gravidez. Por isso, é muito importante o acompanhamento médico e a realização dos exames de rotina, incluindo o exame de sangue.
Os sintomas mais comuns são:
- Dor de cabeça
- Sonolência
- Fraqueza
- Fadiga
- Dificuldade de concentração
- Tontura
- Taquicardia
- Falta de ar
- Queda de pressão arterial
- Pele e lábios pálidos
- Olhos descorados
- Dores nas pernas
- Falta de apetite
Ao perceber os primeiros sinais e suspeitar de anemia na gravidez, comunique o seu médico ou médica, que poderá solicitar exames e iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível, para evitar complicações durante e após o parto.
Riscos da anemia na gravidez
A anemia durante a gestação pode gerar grandes riscos, principalmente para a mãe, que fica com o sistema imunológico debilitado e, por isso, mais suscetível a infecções pós-parto e alterações na cicatrização.
Se a mulher tiver anemia ferropriva na gravidez e não tratá-la, há maiores riscos do bebê nascer prematuro, com baixo peso e ter atrasos em seu desenvolvimento, além de poder nascer com anemia. A mãe tem um risco aumentado de sofrer com depressão pós-parto e necessitar de transfusão de sangue, caso perca muito sangue durante o parto.
No caso de anemia megaloblástica por deficiência de folato ou vitamina B12, o bebê pode nascer com malformações congênitas e prematuro.
Em casos muito graves de anemia, especialmente de anemia falciforme, há o risco de morte materna, se o devido tratamento não for realizado.
Diagnóstico da anemia na gravidez
Um dos primeiros exames solicitados no pré-natal é o hemograma, que permite a contagem das células sanguíneas e do nível de hemoglobina. Neste exame, também são feitas a dosagem de ferro, ferritina e das vitaminas B12 e folato no sangue.
Com este exame, é possível determinar se a mulher tem anemia e qual o tipo. Se, neste exame inicial, o resultado for negativo para anemia, o médico pode solicitar outro exame no segundo ou terceiro trimestre da gestação, para acompanhar os índices no sangue.
Tratamento da anemia na gravidez
Se você estiver com anemia na gravidez, terá que tomar suplementos do mineral ou da vitamina que está faltando no seu organismo, bem como aumentar a ingestão desses nutrientes através dos alimentos.
A reposição dos nutrientes pode ser por via oral ou endovenosa (na veia), em casos mais graves. Depois de um período de tratamento, os exames são repetidos, para verificar se estão sendo efetivos ou se há necessidade de regular a dosagem dos suplementos.
Os suplementos de sulfato ferroso podem deixar as fezes mais escuras e causar prisão de ventre. O melhor horário para tomar o suplemento de ferro é pela manhã, com um suco de laranja, que aumenta a absorção de ferro.
Quando a causa da anemia na gravidez é a perda de sangue, o tratamento pode incluir a transfusão de sangue.
Alimentação na gravidez
O ferro pode ser encontrado em alguns alimentos, na forma de ferro heme e não heme. O ferro heme é encontrado nos alimentos de origem animal e são mais facilmente absorvidos pelo nosso organismo:
- Carnes vermelhas
- Aves
- Peixes
- Ovos
- Fígado de animais
O ferro não heme é encontrado nos alimentos de origem vegetal, mas em concentração menor e menos biodisponível, ou seja, são menos absorvidos pelo organismo:
- Vegetais de folhas verde-escuras: espinafre, couve, brócolis, salsa e agrião.
- Leguminosas: feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha.
- Frutas: castanhas, amêndoas, nozes, maçã e uva.
Consuma os alimentos ricos em ferro sempre acompanhados de uma fonte de vitamina C e evite consumi-los com leite e derivados de leite, pois, ao contrário da vitamina C que ajuda, os laticínios atrapalham a absorção do ferro.
A vitamina B12 também está presente nas proteínas de origem animal:
- Carnes de vaca, boi, frango e miúdos.
- Peixes: atum, salmão, sardinha e cavala do atlântico
- Frutos do mar: mexilhão e caranguejo.
- Lacticínios
- Ovos
O folato pode ser encontrado nos vegetais, principalmente os de folha verde-escura e no fígado de boi e de galinha. Algumas frutas, como abacate, mamão, laranja, morango e framboesa também são ricas em folato. As leguminosas, sementes de girassol e as nozes também concentram grandes quantidades de folato. Veja outros alimentos ricos em ácido fólico.
Fontes e referências adicionais
- Anemia in pregnancy, WebMD
- Anemia and pregnancy, American Society of Hematology
Quais riscos da anemia na gravidez mais te surpreenderam? Você fez algum tipo de suplementação antes ou durante a gravidez? Qual? Comente abaixo!
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Anemia na gravidez: tipos, sintomas, riscos e tratamentos Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
A pergunta certa
Hey, folks! O treinamento 3Dimensional é mágico porque o simples e complexo coexistem. Trabalhar com o ser humano e entendê-lo é realmente complexo. Pensando só no corpo, estamos falando da maior tecnologia que existe no universo. Nada faz tantas operações com tamanha eficiência. Se expandirmos para a mente e o espírito, as capacidades são infinitas. Mal conseguimos explicar a imensa maioria das funções humanas. Meu professor nos USA, o Gary Gray, costuma dizer que, com muito boa vontade sabemos 15% das funções. Pois a cada dia que passa e quanto mais estudo e aprendo, começo a achar que essa boa vontade está grande demais. 15%? Será que ele não esqueceu uma vírgula e na verdade seria 1,5%? Vamos piorar esse cenário agora.
Imagine toda essa complexidade, nosso baixo entendimento das funções e agora aplique o princípio da singularidade, que diz que tudo no universo é único. Inclusive único a cada segundo. Pois esse é o meu material de trabalho. Seres humanos complexos, 3Dimensionais (corpo, mente e espírito), singulares. E nosso conhecimento sobre o funcionamento de todos esses mecanismos é muito baixo. Complicou né? Dado todo esse cenário só há um jeito de trabalhar. Pensando simples.
Sim, é aqui que complexidade e simplicidade coexistem. O ser humano é complexo, mas o meu pensamento não precisa ser. Pelo contrário. Se tudo já está demasiado complexo, por que eu devo adicionar mais complexidade? Embora seja importante entender sobre as funções e o próprio modelo de funcionamento do corpo em si, se eu esperar ter 100% de certeza sobre o tema para poder trabalhar, vou passar minha vida inteira estudando e não terei atingido nem 10% do necessário. Nem eu e nem ninguém. Porém, as pessoas têm dores, dificuldades, objetivos de performance e essas necessidades são para ontem. Então não posso esperar saber tudo. Tenho que criar um modelo no qual posso dar soluções apesar de não saber tudo.
Um exemplo que gosto de dar é o de um celular. Para entender o funcionamento de um celular eu teria que entender, dentre outras coisas, de física quântica. No entanto, mesmo não sabendo nada sobre como o celular realiza suas operações, consigo, sem grandes dificuldades, fazer uma ligação (é verdade, celulares fazem ligação), mandar uma mensagem de texto, tirar fotos, editar um vídeo e pagar uma conta no banco. Por trás dessas operações, pode acreditar, existem processos altamente complexos, mas minha operação é simples e, mesmo não dominando a operação, realizo a tarefa e consigo até perceber se o celular está com algum problema e, muitas vezes, até solucionar por conta própria.
Esse modelo de pensamento pode, e deve, ser transferido para o trabalho com o ser humano. Entretanto, isso deve ser feito de uma forma organizada e metodologizada, a fim de conseguir extrair os resultados desejados e com muita segurança, porque um celular pode até quebrar e compramos outro, mas com as pessoas não é assim.
Método AB 3D

Você já deve ter visto o aplicativo de um navegador que usamos para nos levar a algum lugar que não conhecemos. Esses aplicativos funcionam muito bem. Contudo, para isso acontecer você precisa fornecer dois dados para ele. Onde você está e para onde você quer ir. Sem esses dois dados fica impossível o aplicativo traçar a melhor rota para você. O mais interessante também sobre esses aplicativos é que, uma vez fornecida essas informações, ele te oferece algumas rotas que partem do mesmo lugar e chegam no mesmo destino. E se você mudar algo no meio do caminho, como perder uma entrada, ele corrige a rota e cria uma nova que também chegará ao mesmo destino.
O que a gente a aprende com isso? Que para ir para algum lugar preciso ter claro de qual lugar eu parto e para onde devo ir. Aprendo também que existem infinitas rotas que partem do mesmo lugar e chegam ao mesmo destino e que eu sempre posso corrigir minha rota. Quando transporto esse aprendizado para a minha área de trabalho, tenho o método AB 3D. Quando alguém me procura para trabalhar comigo, preciso pensar da mesma forma. Onde ela está e para onde quer ir.
Vamos imaginar alguém que sente dor no joelho. O ponto de partida é o joelho com dor e o de chegada o joelho sem dor. Vamos dar outro exemplo. Alguém que me procura para melhorar seu condicionamento físico. O ponto de partida é alguém com pouco condicionamento e o de chegada, alguém com grande condicionamento. Outro exemplo, alguém que busca o fortalecimento. Mais uma vez, o ponto de partida é alguém sem força e o ponto de chegada é alguém forte. Agora vem um ponto muito importante. Quando você traça a rota no aplicativo você é bem específico. Avenida Paulista, 2354. Rua Palestra Itália, 214. Se você tentar colocar ali perto da casa do Chiquinho, não serve. E esse conceito deve ser transferido para a definição de ponto de partida e ponto de chegada quando estamos falando de treinamento. Para isso se faz importante a pergunta certa.
A pergunta certa
Voltemos aos exemplos acima. O primeiro tem dor no joelho e tem por objetivo ficar sem dor. Mas ficar sem dor, como já vimos aqui, não é nem possível, nem desejável. No entanto, mais do que isso, é muito impreciso. Tanto o ponto de partida quanto o ponto de chegada. Então precisamos tornar tudo mais preciso. E mais, resolver uma coisa de cada vez.
Pensando no ponto de partida, temos que definir um movimento no qual essa dor no joelho aparece. Podemos pensar nos movimentos mais fundamentais, porque impactam mais a vida das pessoas. Nesse caso, o joelho dói quando anda. E se a precisão é o segredo, quanto mais preciso, melhor. Dói quando anda para frente desde o primeiro passo (porque poderia ser após 5 minutos de caminhada). E o resultado final desejado, o ponto de chegada não é ficar sem dor, mas andar por 10 minutos sem sentir dor. Pronto, está claro e “já” sabemos que caminho temos que percorrer. Do joelho que dói ao caminhar para caminhar 10 minutos sem dor no joelho.
Mais um exemplo. A pessoa me procura para melhorar o condicionamento. Embora eu consiga entender de maneira geral, isso está impreciso. Vamos ajustar! Quando o cliente fala em condicionamento pode ser qualquer coisa, não necessariamente condicionamento cardiovascular. O maior de todos os erros é ouvir que o aluno quer condicionamento e pensar que já sabe, e coloca ele para correr na esteira. Parto do princípio que não sei. E é isso que vamos descobrir. E aqui tem uma pergunta que muda tudo. O que você não faz hoje que, se vier a fazer amanhã você atribui isso à melhora do seu condicionamento?
Até para mostrar o erro de se colocar na esteira, vou usar nesse exemplo, brincar com o filho. Ele simplesmente não consegue brincar mais de 5 minutos com o filho porque fica muito cansado e chama isso de condicionamento. Em uma análise mais minuciosa podemos concluir que o que lhe falta não é força e nem condicionamento cardiovascular, mas mobilidade de flexão do quadril. Sem essa mobilidade, para ficar de cócoras ou até sentado no chão, o corpo dele faz muita força e, obviamente, por mais forte que seja, uma hora essa força não dá conta e ele cansa. E porque ele cansa, ele acredita que seja por falta de condicionamento. Por isso não importa como o aluno define o que ele quer, e sim a precisão que precisamos encontrar limpando a informação que ele traz.
Agora precisamos definir os pontos de partida e chegada, mas já temos quase uma ideia. O ponto de partida é brincar com o filho por 5 minutos. Ele não consegue mais que isso. O de chegada, vamos imaginar que seja brincar com o filho no chão por 20 minutos. Agora é “só” traçar a rota.
Vamos ao último exemplo, o aluno me procura pedindo fortalecimento. Normalmente, ao escutarmos isso colocamos o aluno no supino, afinal ele quer ficar forte. Nos baseamos, muitas vezes, na nossa definição de fortalecimento. Entretanto, assim como o condicionamento, isso está muito impreciso. E a pergunta usada anteriormente serve agora também. Legal, o que você não faz hoje que se vier a fazer amanhã, atribuirá isso ao fortalecimento? Nesse exemplo em questão o aluno me responde que outro dia ele chegou do serviço em casa e o prédio que ele mora estava sem luz. Como ele mora no 5º andar teve subir de escadas e precisou parar três vezes para descansar durante o percurso.
Olha que bacana, o que ele chamou de força não tem nada a ver com supino. Aliás, possivelmente o supino não ajudaria em nada nesse cenário. O que ele pediu tem a ver com subir. Então o treino dele deve passar por isso. Precisamos agora definir o ponto A e o ponto B de forma precisa. Qual seria o ponto A? O quanto ele conseguiu subir antes de parar? “Ah, subi dois andares e sentei para descansar”. Já temos o ponto A. E o ponto B, pode ser, nesse primeiro momento, os cinco andares sem parar. Viu como ficou “simples” traçar as rotas?
Essas perguntas mudam tudo. Porém, elas têm uma regra. Toda definição de um ponto é necessário que seja muito precisa, e isso quer dizer que qualquer um pode mensurar. Não posso aceitar como ponto de chegada correr bem. A definição tem que ser algo como correr 10 km. Qualquer um consegue mensurar. Correr bem é relativo. Uma pessoa pode achar que foi bom e outra que não. Mas 10 km são 10 km e fim.
Esse é o método AB 3D. A criação de um ponto A, de um ponto B e que eles sejam claros e precisos. Feito isso precisamos definir os caminhos. O leitor mais atento já observou que quando falei em definir a rota ou caminho coloquei palavras como fácil ou simples, mas usei as aspas. Porque conceitualmente ficou muito claro de entender o trabalho que temos que fazer e o que temos que entregar. No entanto, não é assim tão simples. Temos também uma estratégia para definir isso e, inclusive, ir ajustando a rota quando “perdemos uma entrada”. Afinal, é assim que os aplicativos conseguem entregar o que nós vamos buscar. Contudo, isso é um tema para a semana que vem, em que explicarei como traçar as rotas e como ajustá-las. Isso se dá através de outra pergunta certa. Como já dizia o slogan do canal Futura, “são as perguntas que movem o mundo, não as respostas”.
Forte abraço,
Samorai
A pergunta certa Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/



