Viciado em marketing e com muita vontade de passar o que sei para frente, isso é o que me descreve!
Author: caiosousamd
Meu nome é Caio Sousa, atuo com Marketing a 25 anos, é uma coisa que eu amo com todas minhas forças.
Quando amamos alguma coisa queremos fazer sempre um pouquinho mais do que o comum, não é mesmo? Então, eu decidi abrir um blog onde quero compartilhar alguns macetes com vocês, assim fazemos uma troca de experiência bem bacana.
Segue o blog: https://caiosousamd.tumblr.com/
Acho que com esse tempo de experiencia que eu tenho, vou conseguir agregar bastante em sua vida.
Hoje o marketing está muito evoluído, e o mais eficaz tem sido o marketing digital, com o SEO, mídias sociais, mídias pagas e orgânicas... tem apresentado um resultado espetacular.
Do mesmo jeito que o marketing evolui pra trazer um resultado melhor, eu também quero trazer um resultado ótimo para vocês.
Muitas empresas decidiram adotar o home office de vez: agora, longe dos escritórios, seus colaboradores trabalham de casa, às vezes com eventuais reuniões presenciais em cafés ou coworkings.
Por um lado, sem o tempo de deslocamento, nos vemos livres para adotar outros hábitos e hobbies positivos. Ao mesmo tempo, esse pode ser mais um conto do vigário: no fim do dia, o que percebemos é que ficamos o dia inteiro na frente do computador, sem nem mesmo alongar o corpo direito.
“É muitíssimo importante manter uma rotina de exercício, independente do local onde está inserido, seja na academia, em casa ou no local habitual de trabalho como indústria, comércio, escritórios, etc.”, explica Murilo Queiroz, personal trainer cadastrado no GetNinjas.
De acordo com o profissional, as pessoas tendem a ter mais resistência em realizar exercícios físicos com regularidade quando trabalham home office, já que não consideram as próprias casas como os lugares mais adequados para a atividade física – e, consequentemente, acreditam também que não terão os resultados esperados.
“Normalmente, as pessoas se sentem menos motivadas a realizar treinos e aumentam o consumo e a ingestão de alimentos calóricos no conforto da sua casa. Como consequência disso, o sedentarismo e as possíveis doenças ocasionadas por ele começam a surgir.”
EXERCÍCIOS FÍSICOS QUE COMBINAM COM O HOME OFFICE
Agora que você já entendeu porque vale a pena manter uma rotina de exercícios e o que considerar na hora de escolher uma prática, o que é possível combinar com o ambiente home office?
Veja, abaixo, ideias de atividades que encaixam com a rotina de quem trabalha – e treina! – em casa:
1
Yoga
No YouTube é possível encontrar aulas completas e gratuitas de yoga, que oferecem flexibilidade, fortalecimento muscular e tranquilidade.
2
Zumba (e outros tipos de dança)
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Que tal uma aula de zumba em casa? É possível tanto fazer parte de aulas em grupo remotas, como acompanhar tutoriais na internet, assim como acontece com a yoga.
3
Alongamento
Antes de dormir ou ao acordar, que tal tirar cinco minutos para alongar o corpo? Aqui, é possível tanto observar o próprio corpo e buscar movimentos que sejam confortáveis quanto optar por tutoriais online.
4
Treinos de alta intensidade
É gastar calorias que você quer? Então, saiba: é possível, sim, fazer treinos curtos e de alta intensidade sem sair de casa. Existem plataformas que oferecem treinos estruturados e em sequência e vídeos no YouTube com treinos rápidos e que vão fazer você suar. No entanto, vale prestar muita atenção aos movimentos e não exagerar na dose – afinal, você fará o treino sozinha, sem acompanhamento profissional.
5
Caminhadas
Que tal sair um pouco de casa na hora do almoço? Fazer uma caminhada de 10 minutos já é o suficiente para aliviar a mente e o corpo, que passou tanto tempo concentrado e na mesma postura.
6
Corda
Pular corda é outro exercício muito acessível e ótimo para a saúde. Se você tiver espaço, pode praticar na sala de casa mesmo – só cuidado com os vizinhos logo abaixo! Ou, caso contrário, você pode ir até a garagem ou academia do seu prédio para pular por alguns minutos.
A dor na axila pode ser causada por uma irritação da pele, por conta do uso de algum cosmético ou pelo atrito com o tecido da roupa. Também pode suceder uma distensão muscular sofrida na prática de um esporte, por exemplo.
Essas são causas simples e passageiras, mas a dor na axila também pode ser sinal de algumas doenças crônicas e até mesmo câncer.
Por isso, é importante procurar ajuda médica, caso a dor na axila não melhore em duas semanas ou se houver outros sintomas associados.
Veja quais são as possíveis causas de dor na axila e o que fazer.
Linfonodos inchados nas axilas
O inchaço dos linfonodos das axilas pode causar dores
Os linfonodos, também conhecidos como gânglios linfáticos, são pequenas estruturas onde substâncias nocivas ao organismo são filtradas. Eles também funcionam como pontos de concentração de células de defesa, que combatem os microorganismos causadores de infecções.
Esses nódulos estão espalhados por todo o corpo, inclusive nas axilas. Quando o sistema imunológico está combatendo algum tipo de infecção, os linfonodos podem ficar inchados e doloridos, sendo popularmente chamados de ínguas.
O inchaço dos linfonodos das axilas pode ocorrer por alguma lesão que tenha acontecido próximo a elas, por exemplo, no braço ou no tórax, ou como resultado de uma infecção ou inflamação na região.
O que fazer
O inchaço e a dor tendem a melhorar, à medida que o organismo se recupera da infecção. Mas, se os sintomas não melhorarem em duas semanas, é recomendado agendar uma consulta médica, para a avaliação dos linfonodos das axilas.
Dermatite de contato
A dermatite de contato ocorre quando a pele fica em contato com alguma substância ou material irritativo, que causa uma inflamação local.
Perfumes, desodorantes, cremes, sabonetes, álcool, látex e lã são cosméticos e materiais que podem causar a dermatite de contato. Essa inflamação provoca alguns sintomas que podem evoluir provocando dor nas axilas, devido à irritação da pele.
Os sintomas podem aparecer poucos minutos depois ou horas após o contato com o material ou substância irritativa. Em casos de dermatite alérgica, esses sintomas podem demorar até seis dias para aparecerem.
O que fazer
Para tratar a dermatite de contato, é necessário identificar a substância ou material que causou a irritação, para que possa evitar um próximo contato. Também recomenda-se lavar o local afetado com água fria abundante e sabão neutro.
Caso os sintomas estejam muito intensos, procure um médico ou médica dermatologista, que poderá diagnosticar e indicar o melhor tratamento para a dermatite. O tratamento, bem como o tempo de duração, varia de caso para caso, dependendo dos sintomas, da causa e do tipo de dermatite.
Furúnculo nas axilas
Os furúnculos são infecções por bactérias que resultam em caroços avermelhados e doloridos na pele, podendo ocorrer em várias partes do corpo, inclusive nas axilas.
Para que um furúnculo se forme, o pelo ou a própria pele precisa estar em atrito com a roupa, o que faz com que os poros fiquem mais dilatados, facilitando a entrada de uma bactéria comumente encontrada na pele, a Staphylococcus aureus.
A infecção de um folículo piloso é chamada de foliculite. Por causa dessa infecção, o sistema imunológico envia suas células de defesa para o local. O produto dessa “batalha” entre as nossas células e as bactérias é o pus, que contém tecidos e bactérias mortas. A concentração do pus forma um caroço, que é chamado de furúnculo.
O que fazer
Se o furúnculo for pequeno, você pode higienizar as axilas com sabão antibacteriano e aplicar compressas quentes, para acelerar o amadurecimento do furúnculo e sua drenagem. Não se deve espremer e nem furar o furúnculo, pois isso pode espalhar a infecção sob a pele e piorar o problema. Confira 6 dicas para curar o furúnculo mais rápido.
Se o furúnculo for muito grande e causar dores intensas, é recomendado procurar ajuda médica, para avaliar a necessidade de drenagem desse furúnculo por meio de uma incisão na pele, que só pode ser feita pelo profissional de saúde. Pode ser necessário, também, o uso de antibióticos orais ou tópicos.
Cobreiro
Cobreiro é o nome popular para uma doença de pele causada pelo mesmo vírus responsável pela catapora, a varicela zoster. O cobreiro tende a acometer adultos e idosos, por causa da reativação do vírus, que fica dormente no corpo.
Normalmente, as erupções na pele são desencadeadas por uma baixa no sistema imunológico, por exemplo, por causa de resfriados, gripes ou situações muito estressantes.
O cobreiro se manifesta com pequenas feridas bolhosas na pele, em forma de faixa no tronco. Essas faixas de ferida, podem se estender a partir das costas ou do peito e atingir a região da axila, causando dor, coceira e formigamento.
O que fazer
O tratamento do cobreiro visa tratar a infecção viral e aliviar a dor, com antivirais e analgésicos, como o aciclovir e o valaciclovir, que só podem ser usados com prescrição médica.
As chances de se desenvolver um cobreiro na pele diminuem com a vacina contra catapora tomada na infância, ou contra herpes zoster, na fase adulta.
Hidradenite supurativa
A hidradenite supurativa é uma doença crônica da pele, causada pela obstrução de um folículo piloso e acúmulo de suor e sebo, levando à inflamação no local. Esses fatores ocasionam a infecção por bactérias, que podem formar abscessos, como se fossem “túneis” na pele, por onde há saída de pus.
A hidradenite supurativa é mais comum em pessoas fumantes, obesas e com histórico familiar da doença.
Essa doença provoca, inicialmente, a formação de um nódulo inflamado e doloroso, que pode evoluir para a formação de nódulos satélites, com pontos pretos, semelhantes a cravos. Eles surgem, preferencialmente, nas axilas e virilhas, pois são regiões onde há contato de pele com pele.
Quando as lesões são múltiplas e demoram para cicatrizar, podem se formar túneis de comunicação entre si e com o exterior da pele, fazendo com que o pus seja drenado com frequência, liberando um forte odor corporal. Em alguns casos, as lesões não “estouram”, apenas involuem.
Essa doença é facilmente confundida com furúnculo, porém são condições diferentes. A hidradenite é uma condição crônica, que pode durar várias semanas até meses, e os nódulos tendem a voltar após a resolução. Além disso, na hidradenite, os nódulos deixam cicatrizes na pele, o que não acontece com os furúnculos.
O que fazer
Ao perceber os sintomas de hidradenite supurativa nas axilas ou em outro local do corpo, procure um médico ou médica dermatologista, para que seus sintomas e lesões sejam avaliados e o melhor tratamento indicado, que varia com o estágio da doença.
A hidradenite não tem cura, mas o médico ou médica dermatologista pode indicar o uso de pomadas antibióticas e injeções de corticosteróides na área afetada, para o controle dos sintomas.
Em casos mais graves, pode ser necessária a realização de uma cirurgia para remover a região da pele que contém as glândulas defeituosas e enxertar uma pele saudável no local.
Distensão muscular
A distensão muscular ocorre quando algum esforço exagerado do músculo ou tendão provoca o estiramento ou o rompimento das fibras musculares, causando uma inflamação local.
Atividades como musculação, tênis e voleibol podem provocar a chamada distensão muscular aguda, que é quando os músculos precisam se contrair de maneira intensa e repentina.
A inflamação decorrente desse esforço pode provocar dores na axila, que irradiam para o braço.
O que fazer
Normalmente, esse tipo de dor melhora com o repouso e o uso de alguns analgésicos e anti-inflamatórios não-esteroides de venda livre.
A aplicação de compressa de gelo na região dolorida, três vezes ao dia, também pode ajudar a aliviar a dor e o inchaço.
Câncer de mama
A dor na axila também pode indicar algo mais sério, como um câncer de mama
Na maior parte dos casos, as dores nas axilas são sinais de algum problema de saúde menos grave, mas há possibilidade de indicar um câncer de mama em metástase.
Nos estágios iniciais, o câncer de mama se desenvolve de maneira silenciosa, sem causar sintomas. O primeiro sinal que pode sinalizar a presença de um tumor na mama é a presença de nódulo sentido na palpação.
Quando a dor aparece nas axilas, é um indicativo de que o câncer atingiu os linfonodos da região, o que provoca, também, um inchaço local.
O que fazer
O autoexame é fundamental para identificar o câncer em seus estágios iniciais, pois aumenta significativamente as chances de cura.
O exame de mamografia para rastreamento é indicado para mulheres com idade entre 50 e 69 anos, a cada dois anos.
O tratamento varia com o estágio do câncer e pode envolver cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
Fontes e referências adicionais
Dermatite de contato, Anais Brasileiros de Dermatologia, 2000 Set; 75(5): 529-548.
A perda de peso rápida e não intencional, ou seja, quando a pessoa não faz nenhuma mudança em sua rotina para perder peso, como dieta e exercícios físicos, pode ser um sinal de alerta para que se investigue o estado de saúde.
É normal que uma pessoa apresente flutuações em seu peso. Por exemplo, no caso das mulheres, isso pode estar ligado ao período do seu ciclo menstrual.
Essas flutuações temporárias também podem ser observadas em períodos mais estressantes da vida, devido a algum acontecimento traumático, como o falecimento de alguém querido, ruptura de relacionamento ou qualquer outra situação que tenha um grande impacto emocional.
Porém, se não houve mudanças no padrão alimentar, de atividades físicas ou não ocorreu nenhuma situação muito estressante, a perda de peso rápida e não intencional pode indicar doenças no sistema digestivo, problemas metabólicos e distúrbios psíquicos.
Veja então quais são as possíveis causas de perda de peso rápida e não intencional.
Distúrbios gastrointestinais
Problemas gastrointestinais como a doença de Crohn e úlceras podem causar a perda de peso não intencional
A perda de peso rápida e não intencional pode ser um dos primeiros sintomas de alguns distúrbios gastrointestinais:
Doença de Crohn
A doença de Crohn é marcada por inflamações crônicas no revestimento do trato digestivo, especialmente na parte inferior do intestino delgado e o cólon, causando fortes dores abdominais, diarreia com ou sem muco e sangue, desnutrição e perda de peso rápida e não intencional.
A perda de peso, desnutrição e até anemia ocorrem como consequência da má absorção de nutrientes, que deixam a pessoa bastante fatigada.
Além dos prejuízos à absorção de nutrientes, a doença de Crohn provoca a formação de úlceras na boca e no estômago, impactando diretamente a alimentação, que se torna dolorosa e difícil. Este é mais um fator que contribui para a perda de peso rápida e não intencional.
O tratamento consiste em reduzir a inflamação, aliviar os sintomas, prevenir a sua recorrência e corrigir as deficiências nutricionais.
Doença celíaca
A doença celíaca é uma doença autoimune, na qual as células de defesa atacam o próprio organismo e gera uma inflamação. Essa inflamação provoca a má digestão dos alimentos que contêm glúten, uma proteína existente na cevada, no centeio e no trigo.
A doença celíaca pode causar sintomas como diarreia, anemia, prisão de ventre, sensação de estufamento, cólica, desconforto abdominal e perda de peso.
Quando o processo inflamatório da doença está muito exacerbado, atingindo seu pico, pode haver a destruição da parede intestinal, prejudicando a absorção de nutrientes e, consequentemente, de calorias. Isso pode deixar a pessoa desnutrida e promover a sua perda de peso rápida e não intencional.
A doença celíaca não tem cura, mas tem tratamento, que consiste na retirada de alimentos que contenham glúten da dieta, pois são os responsáveis por desencadear a inflamação. Veja quais são os alimentos permitidos e proibidos para quem tem doença celíaca.
Doenças infecciosas e parasitárias
Parasitas e vermes que infectam o nosso organismo e causam doenças como ascaridíase (lombriga), amebíase e teníase (solitária), podem provocar sintomas gastrointestinais graves, gerando cólicas intestinais, dores abdominais, diarreias frequentes e abundantes.
Com a progressão da infecção, também há ocorrência de vômitos que, somados à diarreia, fazem a pessoa perder muito líquido e nutrientes. Nesse estado, a pessoa não consegue se alimentar direito e, o pouco que consegue, é mal absorvido pelo intestino inflamado.
Por conta desses fatores, doenças infecciosas e parasitárias podem levar à perda de peso rápida e não intencional.
O tratamento consiste no uso de medicamentos especificamente contra os parasitas ou vermes que estão infectando o organismo da pessoa. Confira 10 remédios caseiros para vermes intestinais.
Úlceras
A úlcera é uma ferida que pode atingir várias partes do corpo e as que afetam a mucosa do estômago são chamadas de úlceras pépticas ou úlceras gástricas.
Em um estômago saudável, os ácidos estomacais agem apenas sobre a digestão dos alimentos, mas há condições de saúde, como infecção pela bactéria H. pylori e abuso de anti-inflamatórios, que podem fazer com que esses ácidos danifiquem a mucosa do estômago, causando feridas (úlceras).
A dor que a úlcera péptica causa no estômago gera perda de apetite ou medo de se alimentar, pois ela se intensifica após uma refeição.
Somado a isso, a presença de úlceras no estômago provoca inchaço da mucosa estomacal, dificultando a passagem de alimentos, resultando em sensação de saciedade precoce, náuseas e vômitos.
Esses fatores contribuem para a perda de peso rápida e não intencional.
Para o tratamento da úlcera péptica, são indicados medicamentos para diminuir a produção de ácido estomacal e mudança no estilo de vida, com refeições mais leves, fracionadas e mais frequentes, para evitar que o estômago fique vazio. Também deve-se evitar alimentos que estimulam a produção de ácidos, como café, refrigerante e bebidas alcoólicas.
Distúrbios endócrinos
O hipertireoidismo é uma das causas mais comuns da perda de peso rápida e não intencional
Alterações no sistema endócrino, responsável pela produção de hormônios, têm consequências em todo o organismo, pois os hormônios são como mensageiros químicos que regulam a função de diversos órgãos do corpo.
Hipertireoidismo
O hipertireoidismo é um problema na glândula tireoide, que passa a produzir quantidades excessivas do hormônio tiroxina (T4).
O hipertireoidismo causa uma série de sintomas relacionados ao metabolismo acelerado, como olhos secos, saltados e irritados, aumento da frequência cardíaca, tremor nas mãos, irritabilidade, queda de cabelo, perda de peso não intencional, incluindo de massa muscular, e perda do apetite.
O tratamento do hipertireoidismo é feito com iodo radioativo, medicamentos para bloquear os efeitos ou a produção dos hormônios e, em alguns casos, cirurgia.
Diabetes
A perda de peso não intencional acompanhada de outros sintomas, como sede excessiva, fome aumentada e vontade constante de urinar pode indicar diabetes, que é causada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue.
A perda de peso é um sintoma de diabetes descompensada, que é quando os níveis de glicose no sangue ficam constantemente elevados, o que pode acontecer com pessoas que não aderem ao tratamento.
Na diabetes, a perda de peso ocorre por uma disfunção metabólica, na qual as células não recebem a glicose que está circulante no sangue, porque os níveis de insulina estão baixos, e é esse hormônio que consegue tirar a glicose da circulação sanguínea e levar para dentro das células.
Na falta de energia da glicose, o organismo passa a recorrer às reservas de gordura e músculos, levando ao emagrecimento, ainda que a pessoa se alimente até mais do que o normal.
Para evitar esse problema, é fundamental que as orientações médicas quanto ao tratamento da diabetes sejam seguidas à risca.
Artrite reumatóide
Artrite reumatóide é uma doença inflamatória crônica e autoimune, caracterizada por inflamações nas articulações. Normalmente, os dedos das mãos, pés, pulsos, cotovelos e joelhos são as articulações mais afetadas nessa doença.
O principal sintoma de artrite reumatóide é a dor nas articulações, que tende a piorar com o passar do tempo. Outros sintomas são sensação de ardência, vermelhidão e dificuldade para movimentar a articulação, e perda de peso.
A perda de peso ocorre porque a inflamação acelera o metabolismo, aumentando a taxa metabólica basal. Esse aumento faz a pessoa queimar mais calorias, resultando na perda de peso não intencional.
Pelo fato de ser autoimune e crônica, não há cura para a artrite reumatoide, mas ela pode ser controlada com medicações que modulam ou suprimem o sistema imunológico. A fisioterapia também contribui para o retardo da progressão da doença e melhora da qualidade de vida.
Depressão
A depressão pode tirar o apetite da pessoa e provocar a perda de peso rápida
A depressão é uma doença psicológica que tem impacto em muitas áreas da vida de uma pessoa, que passa a conviver com uma sensação constante de tristeza, percepção pessimista da vida, autoestima baixa e alterações de peso e apetite.
Uma pessoa com depressão perde o interesse em atividades que antes eram prazerosas, fica mais irritada, com dificuldade de concentração e pode deixar de fazer a sua higiene pessoal.
A perda de peso rápida e não intencional é um prejuízo orgânico da depressão, que sinaliza a necessidade de acompanhamento psicológico e, possivelmente, medicação.
Câncer
A perda de peso durante um tratamento de câncer é natural, mas requer atenção, pois pode interferir nos resultados da terapia e deixar a pessoa enfraquecida e em estado de desnutrição.
A presença de massas tumorais, em si, pode causar a perda de peso não intencional, pois o aumento de células no corpo por causa do tumor aumenta a demanda energética, ou seja, a quantidade diária de calorias necessárias.
Quando esse processo não é acompanhado por um aumento na ingesta calórica, a pessoa perde peso. Na maioria dos casos, pessoas com câncer têm dificuldade para comer mais, pois perdem o apetite.
Uma alternativa é dar preferência para aqueles alimentos com alta densidade calórica, que contêm grandes quantidades de calorias em uma pequena porção do alimento, como a pasta de amendoim, as amêndoas e o coco ralado.
Outra solução é ingerir menor quantidade de alimentos e fazer mais refeições ao longo do dia, inserindo lanches entre as principais refeições.
O check-up médico é um conjunto de exames clínicos e laboratoriais realizados para verificar o estado geral de saúde de uma pessoa, sendo uma maneira de diagnosticar, de forma precoce, doenças em fases iniciais e assintomáticas.
O check-up médico é importante em todas as idades e deve ser feito com certa regularidade, sendo que frequência varia de acordo com as características de cada paciente. A frequência para pessoas saudáveis, ou seja, que não têm nenhuma comorbidade associada, é de 2 anos.
Agora, se uma pessoa convive com alguma doença crônica, por exemplo, diabetes, hipertensão, asma e câncer, o check-up deve ter maior frequência, a ser definida pelo médico ou médica que acompanha o caso, podendo ser até semestral.
Pessoas que têm hábitos ou condições de saúde de risco para doenças cardiovasculares e pulmonares, como fumantes, obesas, que já sofreram um AVC ou que têm colesterol alto, podem fazer o check-upanualmente.
Além dos exames convencionais, há aqueles específicos para as mulheres e para os homens.
Veja quais são os exames de rotina em um check-up médico e para que servem.
Hemograma completo
O hemograma completo realiza a análise de vários componentes do sangue
O hemograma é um exame de sangue realizado para a quantificação e análise da qualidade dos componentes do sangue: hemácias (glóbulos vermelhos), leucócitos (glóbulos brancos) e plaquetas, e não pode faltar no check-up médico.
Neste exame, é possível detectar problemas que afetam a medula óssea, onde as células sanguíneas são produzidas. Neste contexto, destacam-se as anemias, que podem ser detectadas por meio da análise da quantidade de hemoglobina presente nas hemácias, e do tamanho e formato dessas células.
A análise diferencial dos glóbulos brancos informa a proporção de cada um dos cinco tipos de leucócitos presentes no sangue. Essa análise pode auxiliar no diagnóstico de leucemia.
A contagem das plaquetas está relacionada com a análise da função de coagulação do sangue. Os fatores de coagulação não são analisados no hemograma, mas em um coagulograma.
Exames de colesterol e triglicerídeos
A dosagem de colesterol total é um exame comum nos check-ups médicos e mede os níveis dessa molécula no sangue e de seus subtipos ou frações, sendo os mais conhecidos o HDL (colesterol bom) e o LDL (colesterol ruim). Neste mesmo exame, podem ser dosados os níveis de triglicerídeos, um tipo de gordura.
Esses exames são importantes para prever os riscos de uma pessoa desenvolver doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC ou derrame).
Níveis muito altos de triglicerídeos também podem causar pancreatite e esteatose hepática (gordura no fígado).
Este exame é muito importante para o diagnóstico da diabetes e, também, para o seu acompanhamento, por isso não pode faltar no check-up médico. O exame também permite detectar a hipoglicemia, que ocorre quando há pouca glicose no sangue.
Dosagem de insulina
O exame de insulina é importante para diagnosticar a diabetes
A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem como função controlar os níveis de glicose no sangue. Quando o pâncreas produz pouca insulina, os níveis de glicose no sangue ficam elevados e descontrolados, podendo evoluir para um quadro de diabetes.
A resistência à insulina é um dos determinantes da síndrome metabólica e ela ocorre quando uma pessoa que está com seus níveis de glicemia normais, porém seu nível de insulina está alto. Isso significa que as células do corpo não respondem à insulina, fazendo com que a glicose se acumule no sangue. Veja 7 dicas para melhorar a resistência à insulina.
Os insulinomas são tumores endócrinos que têm origem nas células do pâncreas produtoras de insulina e faz com que elas produzam muito desse hormônio, gerando um quadro hipoglicêmico.
Dosagem dos hormônios da tireoide
Os hormônios da tireoide que são dosados em exames de sangue são o TSH, T4 livre e T3 total e/ou livre. Este exame é comum em check-ups médicos de pessoas com histórico familiar de doenças relacionadas à tireoide, e após os 35 anos de idade.
Os hormônios da tireoide são dosados para a avaliação do funcionamento da tireoide, sendo que o primeiro a ser medido é o hormônio tireoestimulante (TSH), produzido no cérebro pela hipófise.
Esse hormônio controla a produção de T3 e T4 pela glândula tireoide, e alterações em seus níveis podem indicar hipotireoidismo ou hipertireoidismo. No caso de alterações no TSH, é feito um exame T4 livre para confirmação do diagnóstico.
Se o nível de T4 livre estiver normal, mas o médico ou médica suspeitar que a pessoa tem hipertireoidismo, é feito o exame de T3 total e/ou livre.
Exames de sangue para o fígado
Os exames de sangue específicos para o fígado auxiliam no diagnóstico de doenças que afetam esse órgão, como a esteatose hepática (gordura no fígado), cirrose hepática e hepatite.
É comum, no check-up médico, serem solicitados os exames de rastreio que dão uma visão geral de como está a saúde do fígado, são eles: o TGO (ou AST), TGP (ou ALT), Gama GT e a fosfatase alcalina.
Os exames de TGO e TGP medem a concentração das enzimas produzidas pelo fígado, a transaminase-glutâmico oxalacética (TGO) e a transaminase glutâmico pirúvica (TGP). Alterações nos resultados desses exames levantam suspeitas de cirrose hepática e hepatite.
O exame de gama GT fornece informações acerca de alterações no fígado que causam elevação nos níveis da enzima gama-glutamil-transferase (Gama GT), comum no alcoolismo crônico.
Níveis elevados de fosfatase alcalina podem indicar a presença de cálculos biliares ou câncer obstruindo os ductos biliares.
Exames de ureia e creatinina
No check-up médico, o funcionamento dos rins é avaliado com exames de ureia e creatinina. Além de avaliar a capacidade dos rins de filtrar o sangue, os exames ajudam no diagnóstico de distrofia muscular e insuficiência hepática.
Os níveis mostrados nos resultados desses exames refletem a taxa de filtração glomerular, que é o parâmetro utilizado para saber se os rins estão funcionando bem ou não. Basicamente, essa taxa revela se os rins estão filtrando as impurezas do sangue e eliminando-as na urina.
O aumento dessas substâncias no sangue podem indicar um dano renal, enquanto que a diminuição pode sinalizar uma diminuição de massa muscular, comum em doenças como distrofia muscular e miastenia grave.
Exame de ácido úrico
A dosagem dos níveis de ácido úrico no sangue, realizada em check-ups médicos, é utilizada no diagnóstico de gota e, também, para avaliação da função renal.
Exames de urina e de fezes
O exame de urina geralmente é feito durante um check-up médico
Os exames de urina e fezes fazem parte do check-up médico, pois permitem identificar problemas nos rins, no trato urinário e no sistema digestivo.
O exame de urina pode auxiliar no diagnóstico de vários tipos de anemia e também da diabetes. O exame de fezes permite avaliar a função digestiva, verificar se há rastros de sangue nas fezes e detectar possíveis parasitas intestinais.
Mamografia
A mamografia é um exame de imagem das mamas realizado por meio da radiografia. Neste exame, é possível identificar nódulos, cistos, assimetria nas mamas e diagnosticar, de maneira precoce, o câncer de mama.
O exame de mamografia entra no check-up médico a partir dos 50 anos, para mulheres sem histórico familiar e, a partir dos 40, para mulheres com histórico familiar de câncer de mama.
Exame de papanicolau
O exame de papanicolau é um exame ginecológico que deve ser realizado anualmente no check-up médico, pois serve como ferramenta de rastreio de câncer de colo de útero e diagnóstico de infecções e doenças sexualmente transmissíveis.
O exame é indicado para mulheres entre 25 e 64 anos, podendo ser feito antes, devido ao início da vida sexual. Ele é contraindicado para mulheres que não são sexualmente ativas ou que estão gestantes há mais de 20 semanas.
Avaliação da próstata
O exame de próstata é fundamental para o diagnóstico do câncer de próstata. Esse exame é feito com toque retal, exames de imagem e análise sanguínea do PSA (antígeno prostático específico), produzido pela próstata.
O exame entra no check-up médico anual dos homens, a partir dos 40 anos de idade, especialmente quando há histórico familiar de câncer de próstata.
Avaliação da função pulmonar
O exame de função pulmonar, ou espirometria, é indicado no check-up anual de fumantes ativos e passivos, pois permite diagnosticar os estágios iniciais das doenças pulmonares que bloqueiam a passagem do ar e dificultam a respiração.
Essas doenças são chamadas de DPOC, ou doenças pulmonares obstrutivas crônicas, que incluem, entre outras, o enfisema pulmonar e a bronquite crônica.
Nada como um docinho saboroso e versátil, daqueles que podem entrar até mesmo na dieta low carb. Melhor que isso, só se o quitute em questão for bem simples e prático de preparar.
Se você gosta de cookies, a receita de biscoito low carb fácil que separamos para te apresentar certamente vai ser do seu agrado. Até porque você vai precisar apenas de cinco ingredientes.
Sem qualquer tipo de farinha na massa, a receita é feita à base de coco ralado sem açúcar. Como se trata de uma sobremesa low carb, o prato não leva açúcar, mas conta com o adoçante para ficar mais docinho.
Além desses itens, a lista de ingredientes ainda pede claras de ovo, essência de baunilha e uma pitadinha de sal. O resultado da mistura é um cookie perfeito para matar a saudade de comer doce no lanche da tarde.
O que acha de provar? Então, confira a seguir o modo de preparo do biscoito low carb fácil e corra até a cozinha para colocar a mão na massa!
Prequeça o forno em 180º C. Bata as claras de ovos na batedeira por 2 minutos até que elas fiquem firmes, formando picos.
Pouco a pouco, acrescente o adoçante e continue batendo até formar um chantili cremoso.
Então, adicione a essência de baunilha, o sal e o coco ralado. Misture delicadamente com uma espátula. Se a massa estiver muito mole, ponha um pouco mais de coco ralado.
Forre uma assadeira com papel-manteiga. Distribua porções da massa na assadeira e modele no formato que desejar, mas deixe espaços entre um biscoito e outro.
Leve ao forno para assar por 15 minutos ou até dourar. Espere esfriar antes de servir.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.
Dificilmente alguém se lembra da jaca quando uma pessoa pergunta quais são as suas frutas favoritas. No entanto, a jaca tem vários benefícios e pode ser útil para quem segue uma dieta sem carne.
Por exemplo, algumas receitas de coxinha vegana são feitas com a jaca desfiada, pois ela tem uma aparência que lembra a do frango. Antes de achar estranho e virar a cara, por que não aprender a fazer e testar uma receita de carne de jaca verde?
Além da fruta, o prato conta com ingredientes que enchem a jaca de sabor como pimentões, azeitona, cebola, alho, limão espremido, salsinha e cebolinha (cheiro-verde).
A preparação também pede a presença do milho e do molho de tomate. Você tem a opção de usar o molho pronto, mas melhor ainda se utilizar um molho de tomate caseiro.
Depois que separar os ingredientes, confira o passo a passo da carne de jaca verde e teste a receita para provar como ela fica!
Passe óleo nas mãos e em uma faca para não grudar na hora de cortar a jaca. Então, lave a jaca e corte a fruta em fatias grossas. Lave todas as fatias para remover o leite que sai da fruta.
Ponha as fatias de jaca em uma panela de pressão, cubra com água e tampe a panela. Leve ao fogo. Quando a panela começar a chiar, deixe cozinhar por 15 minutos e desligue o fogo.
Deixe toda a pressão sair naturalmente da panela antes de destampar. Só depois disso, tire a tampa, escorra toda a água e espere a jaca esfriar. Remova o miolo, a casca e as sementes. Desfie a jaca.
Coloque azeite em outra panela e leve ao fogo. Adicione a cebola, o alho e refogue. Quando a cebola dourar, acrescente a jaca desfiada, esprema o suco de ½ limão e ponha também o açúcar, o sal e os temperos naturais. Misture e refogue por 2 minutos.
Junte os pimentões e refogue por mais 5 minutos. Complete com o molho de tomate, a azeitona, o milho, a salsinha e a cebolinha. Misture tudo e refogue por mais 5 minutos.
Regue com um pouco de azeite, desligue o fogo e sirva.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.
Mudanças no comportamento alimentar, preocupação excessiva com o corpo, os Transtornos Alimentares (TAs) são quadros emocionais em que a pessoa apresenta uma alteração na sua relação com a comida e a forma como se enxerga.
Estima-se que a prevalência aproximada mundial dos TAs seja em torno de 1% da população, e o principal grupo acometido é composto por mulheres jovens. Devido ao alto impacto que estes quadros causam na vida de quem sofre com a relação com a comida não se pode negligenciar este tipo de comportamento.
A seguir, a psiquiatra Maria Francisca Mauro, especializada na área de Transtornos Alimentares e Obesidade, lista os 11 principais Transtornos Alimentares para que você aprenda a identificá-los e saiba quando é hora de procurar ajuda de um especialista. Confira:
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ANOREXIA NERVOSA
Dentro dos quadros psiquiátricos, a anorexia é o que tem maior letalidade, já que se configura por um emagrecimento que pode levar à morte.
Acontece principalmente em meninas jovens, entre 13 e 15 anos, mas também pode ocorrer posteriormente em outras fases da vida. Também, tem-se reportado dados para que se tenha maior atenção com o público LGBT, que pode ser considerada uma população com maior vulnerabilidade, devido à preocupação em relação aos padrões físicos, culto ao corpo e excelente forma física.
Caracteriza-se por um pensamento de que você precisa perder peso, já que a comida se torna uma ameaça. Ao longo da evolução da doença ficar sem comer é o principal objetivo de vida. Neste caminho de adoecimento, alguns podem inicialmente avaliar que a pessoa está extremamente “focada”, conseguindo seguir uma “dieta” e isto ser fortemente incentivado por familiares e pelo meio social.
Em sua maioria, pessoas que sofrem com a anorexia nervosa não percebem o problema e é preciso que as que estão ao seu entorno consigam a conduzir para uma ajuda especializada.
É importante que a sociedade aprenda a não incentivar dietas e a cultura de um padrão de corpo, ou mesmo associar que o valor está em ser magro. Famílias precisam ficar atentas quando jovens mudam suas escolhas alimentares, as restringindo cada vez mais, ou assumindo uma rigidez que os impede de ter outros interesses além de comida, corpo e prática de exercícios para perder “o que comeu”.
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BULIMIA
A bulimia não é somente aquilo já tão propagado de quem vomita depois que come. Na realidade, os quadros bulímicos por serem mais sutis, podem passar anos até que a pessoa busque ajuda.
Se caracteriza por ataques solitários à comida, seguidos de um intenso sofrimento e para minimizar aquilo que se descontrolaram ingerindo, realizam algo. Dentro destes comportamentos compensatórios ou purgativos, o ataque de comida podem estar o vômito, o uso de medicamentos diuréticos ou laxativos, realizar jejuns e mesmo exercícios.
Vale ressaltar que a pessoa sofre por anos se julgando por sua aparência e sempre achando que não tem valor por não conseguir ser magra o suficiente. Em sua maior parte, abrem seus quadros de bulimia e procuram ajuda na segunda ou terceira década de vida após anos de sofrimento silencioso. Muitas destas pessoas são vítimas da indústria do emagrecimento milagroso, com um histórico de vários tratamentos feitos de forma impulsiva, com uso de métodos radicais, adeptos de spas e um alto índice de efeito sanfona.
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TRANSTORNO DE COMPULSÃO ALIMENTAR
Diferente da bulimia, as pessoas que sofrem com esse transtorno não realizam nenhum comportamento compensatório posterior à compulsão alimentar. Grande parte procura tratamentos para emagrecer, têm um peso superior do que as pessoas com bulimia, e seu desconforto com seu corpo não é tão intenso.
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TRANSTORNO PURGATIVO
Caracteriza-se por alterações do comportamento relacionadas a “compensar” o que foi ingerido. Nele, ocorre uma busca constante por tentar eliminar o que não conseguiu restringir ao comer. Neste quadro, a pessoa pode fazer uso de medicamentos para perder peso, ter episódios de vômitos, passar fome para compensar, praticar exercício físico em exagero ou alguma forma obsessiva que prejudica a sua rotina e cause sofrimento.
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SÍNDROME DO COMER NOTURNO
Neste quadro alimentar, a pessoa chega a ingerir em torno de 75% da sua ingesta calórica no período da noite. Há um relato de que ao longo do dia não tem fome, mas quando chega determinada hora da noite existe uma necessidade de comer constante, de forma exagerada.
Não há episódios de compulsão alimentar. Verifica-se dentro dos sintomas emocionais associados à depressão, baixa qualidade de sono e uma dificuldade para regularizar suas refeições ao longo do dia.
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Outros quadros alimentares que ainda não são considerados diagnósticos:
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ADIÇÃO POR COMIDA
Algumas pessoas se dizem “viciadas em comida”, como se tivessem uma busca “cega” por alguns alimentos, sem limites, e que não poderiam viver sem determinado tipo de comida. Afirmam que não conseguem se controlar mediante alguns grupos de alimentos, quando não tem acesso a eles ficam irritados ou mesmo sentem-se mal emocionalmente.
Na clínica e cientificamente, a adição por comida ainda está sendo mais bem investigada para que possa se delimitar se não é consequência de um comportamento secundário a outro diagnóstico alimentar, ou mesmo de outro quadro psiquiátrico, como a depressão.
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ORTOREXIA
A Ortorexia é um termo oriundo grego que remete a um “comer correto”. Neste quadro alimentar pode ocorrer um foco demasiado da pessoa em somente se alimentar de determinados alimentos os quais acredita que são saudáveis.
Entretanto, esta rigidez pode determinar uma verdadeira obsessão por comer daquela forma e dentro daquela crença. Ainda é um termo que tem controvérsias dentro do meio acadêmico, no entanto cada vez mais é usado para configurar este tipo de comportamento alimentar.
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BELISCAMENTO
Consiste em comer de forma distraída pequenas porções fora das refeições planejadas ou dos lanches, com ou sem descontrole alimentar.
Este interesse se deve pelo aumento das cirurgias bariátricas ao redor do mundo e o impacto que este comer pode ter em um retorno de peso pós-cirúrgico. Alguns estudos vêm delineando que para além de um aumento de peso, este comportamento também pode ser um marcador de “mais algum” sofrimento emocional, como a depressão ou ansiedade.
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VIGOREXIA
Reporta-se a um comportamento obstinado por uma busca de um corpo atlético, em que este se torna uma obsessão e limita outros interesses da vida daquela pessoa.
É usado mais para enquadrar pessoas que, além dos benefícios da saúde do exercício, passam a realiza-lo de forma obsessiva, principalmente a musculação e uso de “medicamentos associados”, em busca do que acreditam ser o corpo perfeito. Em muitos casos chegam a colocar sua saúde em risco para poderem obter resultados que acreditam que os tornará mais felizes.
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DRUNKOREXIA
Termo utilizado para caracterizar um comportamento alimentar restritivo, em que a pessoa restringe o que vai comer para poder utilizar suas calorias permitidas para o consumo de álcool. Consequentemente, fica exposta a maiores riscos, como a embriaguez e um uso nocivo do álcool.
Comportamento muito comum entre jovens com anorexia ou bulimia, em que passam a não comer para poder beber. Não constitui um diagnóstico isolado, mas pode ser um agravante dentro de outros comportamentos de risco destes quadros alimentares.
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FATOREXIA
Termo utilizado para enquadrar de forma leiga algumas pessoas que têm obesidade, mas não conseguem perceber seu tamanho corporal dentro da sua proporção real.
Tem-se uma corrente de pessoas que relatam que seria o inverso da “anorexia”, mas o relatado por quem passa por esse transtorno é que somente em algum momento você percebe que está com um tamanho maior.
Para poder avançar como uma categoria, ou agrupamento de pessoas que possivelmente sofrem com esta questão, precisa-se descrever melhor o que sofreriam e o que teriam sofrido de prejuízos. Ainda muito controverso.
É difícil amar a sensação de queimação no abdômen durante a realização da prancha. Da mesma forma, o agachamento na parede (conhecido também como cadeira chinesa), não costuma ser um exercício muito querido de membros inferiores.
Assim como a prancha, ele faz parte dos exercícios isométricos: aqueles que você se mantém imóvel por um determinado tempo, ou seja, você faz força, mas fica completamente parada. Ele pode trazer muitos benefícios para os quadríceps — se realizado da forma correta, é claro. Por isso, saiba tudo sobre (e confira como aumentar a intensidade):
COMO FAZER
A fim de aperfeiçoar o seu agachamento na parede, comece colocando o seu corpo na posição correta: os pés devem estar afastados na largura do quadril e a coluna deve estar ereta e completamente encostada na parede. Então, você precisa abaixar até seus joelhos formarem ângulos de 90° cada (com os calcanhares na mesma direção que eles). Veja um passo a passo mais detalhado:
Coloque a coluna ereta contra a parede e certifique-se de que tanto a parte inferior quanto a superior das costas estejam em contato com a superfície;
Com os pés afastados na largura do quadril, avance cerca de meio metro com os pés;
Contraia os músculos abdominais e apoie o peso do corpo nos calcanhares (para proteger os joelhos);
Inspire e deslize o tronco para baixo, para que as coxas fiquem paralelas ao chão;
Os braços podem ser mantidos ao lado do corpo, também encostados na parede, ou cruzados à frente do corpo;
Enquanto mantém a posição, certifique-se de que os seus joelhos e quadril estejam fazendo ângulos de 90°;
Comece aos poucos: primeiro, com 30 segundos, depois, 60… E por aí vai;
É importante notar que a sensação de queimação deve ser diferente da de dor.
BENEFÍCIOS DO AGACHAMENTO NA PAREDE
O agachamento na parede exige de muitos músculos da perna, tornando-se um exercício incrível para a parte inferior do corpo. Quadríceps, panturrilhas, glúteos e até core são ativados durante a execução.
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Desse modo, você ganha mais força, resistência e estabilidade na região. Um estudo publicado no Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports indicou, ainda, que é possível até atingir a hipertrofia com esse tipo de exercício (o isométrico). A análise afirmou até que os ganhos costumam ser ainda maiores quando a isometria é realizada na posição ou no ângulo em que o músculo estiver mais alongado.
MODIFICAÇÕES
Diminua a intensidade, mantendo um ângulo de 45° para diminuir a pressão nos joelhos;
Deslize para cima e para baixo na parede para transformar o exercício em um movimento dinâmico que reduz a intensidade;
Mantenha o exercício por períodos mais curtos de tempo, em vez de um período prolongado.
VARIAÇÕES
Coloque uma bola de Pilates atrás das costas e agache-se para cima e para baixo com as costas contra a bola;
Coloque um elástico de resistência ou um anel de pilates nas coxas para aumentar a força;
Tente realizar com apenas uma perna (a outra apoia na coxa que está fazendo força);
Combine com exercícios para a parte superior do corpo, como movimentos para os ombros e bíceps.
CONSIDERAÇÕES
Dado o baixo impacto e a alta adaptabilidade desse exercício, ele é indicado para a maioria da população em geral. Na verdade, ele pode até ser uma ótima alternativa para pessoas que sofrem de dores lombares durante o agachamento tradicional.
Contudo, existem considerações de segurança. Ele pode ser contraindicado para aqueles com lesões na parte inferior do corpo ou quem está se recuperando de uma cirurgia (especialmente se for no joelho).
Por fim, é sempre bom lembrar: se for testar, tenha a orientação de um profissional.
Para aqueles que costumam se exercitar regularmente, já sabem: o pré-treino é uma chave importante para o desempenho, ajudando na intensidade, disposição e força (tudo isso com menos fadiga).
“Os alimentos corretos dão energia, aumentam o gasto calórico, ajudam na vasodilatação e melhoram a irrigação de sangue nos músculos, diminuindo a fadiga, melhorando o desempenho nos treinos” conta a nutricionista Mariana Nacif.
Escolher os alimentos certos é a chave para um bom treino, e não um produto específico. “Muito cuidado ao escolher um produto ou suplemento pronto como pré treino pois podem conter altas doses de cafeína podendo interferir no sono, humor, ansiedade estresse, aumento da frequência cardíaca, e muitas vezes pode por a saúde em risco” alerta a nutricionista.
A BETERRABA COMO PRÉ-TREINO
Não é de hoje que sabemos que a beterraba faz bem para a saúde. Segundo estudos, a hortaliça é composta por ingredientes poderosos como os nitratos naturais, que podem aumentar a performance nos treinos. “Quando consumimos este alimento, as bactérias que vivem na nossa boca transformam os nitratos em nitrito, e depois, em óxido nítrico, um vasodilatador que permite maior fluxo sanguíneo dirigido para os pulmões e músculos” explica a nutri. Ou seja, ela promove o aumento da resistência física durante os treinos e diminui o ritmo em que se chega ao cansaço, entre outras coisas.
A beterraba também é rica em vitamina C, um oxidante potente que ajuda no combate de radicais livres, é rica em fibras e seu carboidrato é uma excelente fonte de energia.
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Benefícios do consumo de vasodilatadores no pré-treino:
Maior vascularização (efeito de veias saltadas)
Maior resistência
Aumento da força
Aceleração da recuperação pós-treino
Auxilia na hipertrofia muscular
RECEITA COM BETERRABA PARA PRÉ-TREINO
Através de estudos, foi possível identificar que o suco de beterraba 500 ml antes do treino pode melhorar a performance através do aprimoramento da percepção de força em exercícios de endurance ou de alta intensidade e curta duração.
Ingredientes:
200 ml de água OU água de coco
1 beterraba grande OU 2 pequenas cruas, sem casca
5 morangos OU 1 bago de uva roxa OU 1 porção de mirtilo
1 pedaço de gengibre OU 1 pitada de canela
Modo de fazer: Bata tudo no liquidificador, coa e sirva com bastante gelo.
O yoga é uma prática super benéfica para o corpo e a mente. Uma das suas principais vantagens é que você não precisa de muito começar a praticar: basta um pouco de tempo e boa vontade. No entanto, escolher um bom mat para acompanhar os movimentos pode ser bastante interessante.
“Com o mat é bem mais cômodo e seguro praticar yoga”, diz Carol Rache, fundadora do Namah Wellness e professora de yoga. “Enquanto o seu corpo se mexe, ele vai proporcionando o amortecimento necessário para evitar futuros problemas. Mas não se engane, não saia comprando o primeiro tapete de yoga que encontrar pela frente, é preciso saber qual é o melhor para você.”
Com isso em mente, como fazer para escolher um mat de yoga adequado? Veja as dicas abaixo:
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Espessura
O tapete de yoga ideal tem entre 3 e 5 milímetros de espessura. Isso é o suficiente para oferecer conforto e amortecimento durante a prática. Quem viaja muito e gosta de ter um tapetinho por perto, pode optar por aqueles que tenham entre 1 e 2,5 mm de espessura, já que não ocupam muito espaço e são fáceis de carregar.
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Tamanho
Aqui, um ponto importante: evite comprar tapetes que sejam menores que você – isto é, que deixem a cabeça ou os pés para fora, em contato com o chão. O tapete de yoga ideal tem alguns centímetros a mais do que a sua própria altura.
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Material
Mats feitos com borracha natural são muito resistentes, além de antiderrapantes. Pense em uma prática comum, em que a mudança de postura pode causar escorregões, dependendo da superfície em que você pratica o exercício – um tapete de borracha impede que isso aconteça e evita acidentes ou lesões.
Buscar opções de alta densidade também é um fator importante, já que vai proporcionar estabilidade e segurança para as articulações. “Tenha em mente que na prática de yoga você tem contato físico intenso com o tapete”, diz. “Então, faça escolhas que antes, de mais nada, façam bem para a sua saúde. Opte por materiais naturais e livres de produtos químicos.”