Viciado em marketing e com muita vontade de passar o que sei para frente, isso é o que me descreve!
Author: caiosousamd
Meu nome é Caio Sousa, atuo com Marketing a 25 anos, é uma coisa que eu amo com todas minhas forças.
Quando amamos alguma coisa queremos fazer sempre um pouquinho mais do que o comum, não é mesmo? Então, eu decidi abrir um blog onde quero compartilhar alguns macetes com vocês, assim fazemos uma troca de experiência bem bacana.
Segue o blog: https://caiosousamd.tumblr.com/
Acho que com esse tempo de experiencia que eu tenho, vou conseguir agregar bastante em sua vida.
Hoje o marketing está muito evoluído, e o mais eficaz tem sido o marketing digital, com o SEO, mídias sociais, mídias pagas e orgânicas... tem apresentado um resultado espetacular.
Do mesmo jeito que o marketing evolui pra trazer um resultado melhor, eu também quero trazer um resultado ótimo para vocês.
O que acha de começar a ter uma alimentação mais saudável desde a primeira refeição do dia? Por exemplo, um primeiro passo importante pode ser trocar o clássico pão francês com margarina por um mingau nutritivo.
A nossa sugestão é um mingau que combina quinoa em flocos com banana. Como é feito com um leite vegetal como o leite de amêndoas, o prato é uma opção até para quem tem intolerância à lactose ou algum outro problema com o leite de vaca.
Para incrementar a preparação, a lista de ingredientes também conta com canela e essência de baunilha. Já para deixar o mingau mais docinho, quem aparece é o açúcar demerara.
Além de ser uma opção de café da manhã mais nutritivo, a receita também é uma maneira saborosa de usar a quinoa, especialmente para quem não vai tanto com a cara do alimento.
Então, que tal dar uma chance ao mingau de quinoa? Portanto, aprenda como fazer com as instruções a seguir e corra até a cozinha para colocar a mão na massa!
Leve uma panela ao fogo. Adicione a quinoa e o leite vegetal. Misture tudo e mexa durante pelo menos 10 minutos.
Acrescente o açúcar demerara, a canela e a essência de baunilha, Cozinhe por mais 5 minutos, no mínimo.
Coloque a banana (ou outra fruta) e misture. Desligue o fogo, polvilhe mais um pouco de canela e sirva.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.
O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme a quantidade de mingau que você servir por vez.
A descrição de nódulo hipoecoico na mama, tireóide e fígado pode aparecer no laudo de um exame de ultrassom. Ela se refere à densidade daquele nódulo que, nesse caso, é baixa. Essa característica ajuda o médico ou médica a levantar hipóteses a respeito da malignidade do nódulo.
No caso da tireoide, o fato do nódulo apresentar-se hipoecoico no ultrassom pode aumentar as chances dele ser um câncer. Já tais nódulos na mama e no fígado, raramente são malignos.
Na imagem de ultrassom, esse tipo de nódulo aparece mais escuro do que os tecidos ao redor, o que sugere que seu conteúdo reflete pouco as ondas eletromagnéticas incididas sobre ele, porque é pouco denso, como é o caso da água e da gordura, por exemplo.
Por isso, cistos com líquido em seu interior e nódulos com células gordurosas podem aparecer em tons mais escuros nos exames de ultrassom de mama, tireoide e fígado.
Entretanto, é importante saber que apenas essa característica no ultrassom não é suficiente para concluir se o nódulo é benigno ou maligno. Juntamente com esse dado, outras características do nódulo são avaliadas, assim como os sintomas que a pessoa apresenta. Outros exames radiológicos e físicos são feitos para complementar e auxiliar no diagnóstico.
Se o médico ou médica concluir que o nódulo é suspeito, ou seja, apresenta potencial de ser um câncer, se faz uma biópsia para confirmação do diagnóstico.
Veja quando um nódulo hipoecoico na mama, na tireoide e no fígado pode ser um câncer e quando não deve ser motivo de preocupação.
Nódulo hipoecoico: quando pode ser um câncer?
Ao se deparar com a descrição de um nódulo hipoecoico no laudo do exame de ultrassom, você logo pode pensar que se trata de um câncer o que, inevitavelmente, gera muita ansiedade e preocupação.
Mas, isso é apenas um dado que não é, isoladamente, conclusivo. Com relação às características do nódulo, existem outros parâmetros que são avaliados, além da ecogenicidade (se é hiper, iso ou hipoecoico):
Tamanho do nódulo: nódulos menores do que 1 cm têm menor potencial de ser maligno. Quando o nódulo é maior do que 1 cm e a sua altura é superior à largura, parecendo um ovo em pé, e não deitado, as chances de ser maligno aumentam.
Forma do nódulo: nódulos com formato regular são, geralmente, benignos. Um nódulo com formato irregular aumenta a suspeita de se tratar de um câncer.
Modificação: nódulos que mudam de aspecto ao longo do tempo, ficam maiores e mudam de formato, tendem a ser mais preocupantes.
Aderência aos tecidos vizinhos: quando o nódulo apresenta-se muito aderido aos tecidos vizinhos, não sendo facilmente movido, há maiores chances dele ser maligno.
Vascularização: nódulos com maior infiltração de vasos sanguíneos são mais suspeitos, do que nódulos pouco vascularizados.
Há, também, outras características de nódulo hipoecoico particulares para cada região em que aparece: mama, tireoide e fígado.
Nódulo hipoecoico na mama
Cistos na mama são um tipo de nódulo hipoecoico
Os nódulos detectados na mama são, na maioria, hipoecoicos e benignos. É o caso dos cistos na mama, cujo interior é líquido, e apresentam uma cápsula externa bem delimitada.
Os nódulos hipoecoicos benignos também podem ser fibroadenomas que, diferentemente dos cistos, são nódulos sólidos. Eles são facilmente movidos sob a pele, são bem delimitados, indolores e possuem uma consistência “emborrachada”, firme.
Nódulos hipoecoicos malignos na mama, apresentam outras características associadas:
São mais profundos ou mais altos, do que largos. Também apresentam crescimento ao longo do tempo.
Formam-se nas células epiteliais que revestem um ducto mamário.
Apresenta linhas hipo e hiperecoicas irradiando de sua superfície.
Provocam mudanças no tamanho e/ou no formato de uma das mamas.
Causa alterações na textura da pele da mama. Além disso, pode causar coceira.
Pode ocorrer a eliminação espontânea de secreção.
Essas características de malignidade do tumor podem ser observadas em casos de carcinoma ductal invasivo, carcinoma lobular invasivo e no câncer de mama inflamatório.
Nódulo hipoecoico na tireoide
Outro ponto do corpo humano que pode ter um nódulo hipoecoico é a tireoide
Nódulos podem se desenvolver na tireoide pelo crescimento do tecido da própria glândula ou pelo desenvolvimento de um cisto. Geralmente, os cistos e os nódulos com conteúdo líquido são benignos.
Quando nódulos na tireoide aparecem hipoecoicos no ultrassom, tendem a ter conteúdo sólido. Esses têm maiores chances de evoluírem para um tumor maligno, mas essa constatação depende de outras características e sinais clínicos, que são:
Aumento do nódulo, especialmente em altura.
Presença de microcalcificações
Aumento da vascularização no centro do nódulo
Infiltração nos tecidos vizinhos da tireoide
Se após uma investigação minuciosa, o médico ou médica suspeitar que o nódulo é maligno, é feita uma punção com uma agulha fina desta massa, para investigação das células que a compõem, que é o exame de biópsia.
A punção de nódulos tireoidianos hipoecoicos é feita quando apresentam mais do que 1 cm. Se o nódulo for iso ou hiperecoico, a punção para biópsia somente é feita quando a massa tem mais do que 1,5 cm.
Nódulo hipoecoico no fígado
nódulos hipoecoicos no fígado costumam ser benignos
Nódulos hipoecoicos no fígado são comuns e normalmente descobertos por acaso em exames de imagens do abdômen, realizados para outra finalidade.
Na maior parte dos casos, os nódulos hipoecoicos no fígado são benignos e aparecem isoladamente, geralmente por causa de um emaranhado de vasos sanguíneos que não oferecem riscos. Este é o caso dos hemangiomas, mas os nódulos também podem indicar uma hiperplasia nodular focal ou um adenoma hepático.
Quando os nódulos hipoecoicos no fígado são múltiplos, as chances de serem resultado de uma metástase de tumor maligno aumentam. Nódulos hipoecoicos malignos também podem sugerir linfomas, carcinomas, colangiocarcinomas e sarcomas.
Nos casos de nódulos maiores do que 1 cm, que continuam crescendo ou que mudam de aspecto, exames de imagens mais detalhados, como tomografia e ressonância magnética, e biópsia do fígado podem ser solicitados.
Como é feito o tratamento
No caso dos nódulos hipoecoicos benignos, nenhum tratamento é necessário, a não ser a observação, cuja frequência é determinada pelo médico ou médico. Alguns nódulos são acompanhados a cada 3 ou 6 meses e outros, a cada 1 ano.
Após um certo tempo de acompanhamento, se não houver mudança de aspecto do nódulo ou crescimento, a observação não se faz mais necessária.
Se, após os exames de imagem mais detalhados e biópsia, for comprovado que o tumor é maligno, o tratamento é cirúrgico, com a ressecção do tumor.
Existem tratamentos menos invasivos, que destroem o tumor sem removê-lo, é o caso da ablação por radiofrequência. Outros tratamentos para câncer, como quimioterapia e radioterapia também podem ser aplicados.
Você sabia que nem todo nódulo é sugestivo de câncer? Já fez um ultrassom e viu a descrição de um nódulo hipoecoico no laudo? Qual foi o seguimento dado pelo seu médico ou médica? Comente abaixo.
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Uma das melhores partes de um churrasco é a possibilidade de poder saborear diferentes tipos de carne. Então, por que não variar e dar uma chance até para quem não está querendo abusar tanto da dieta?
Por exemplo, uma deliciosa opção é preparar um espetinho de kafta light com carne moída magra. Isso porque, além da carne, a receita conta com vários temperos cheios de sabor.
A sua lista de temperinhos naturais inclui itens como cebola, folhinhas de hortelã, pimenta-síria, cominho, salsinha, canela, suco de limão espremido da fruta na hora e pimenta-do-reino.
Embora combine perfeitamente com um churrasco, o prato também é uma alternativa para o almoço ou jantar do dia a dia, já que pode ser feito na frigideira.
Falando em fazer, você encontra o modo de preparo do espetinho de kafta light descrito logo abaixo. Confira!
Esprema ½ limão. Junte a cebola, a hortelã, o cominho, o limão espremido, a salsinha e as pimentas em um processador pequeno. Bata por 20 a 30 segundos.
Caso não tenha o aparelho, pique tudo em pedaços bem pequenos. Especialmente a cebola, a salsinha e a hortelã precisam ser picados em pedacinhos bem pequenos ou será bem difícil modelar no formato de kafta.
Misture os temperos processados e o restante dos temperos com a carne moída e deixe descansar por pelo menos 1 hora. O ideal é deixar um dia para o outro, pois assim a carne pega bem o sabor.
Passado esse tempo, modele a carne moída temperada em volta dos espetos, dando o formato de kafta. Fazer bolinhos com a carne para depois espetar nos palitos de churrasco não é indicado, pois torna o processo mais difícil.
Asse as kaftas em uma grelha ou em uma frigideira com um bom revestimento antiaderente para não precisar de óleo. Prontinho!
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.
O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme o tamanho em que você modelar as suas kaftas.
Os exames que avaliam a tireoide têm como objetivo verificar o funcionamento da glândula e descobrir as causas por trás de doenças como o hipertireoidismo e o hipotireoidismo.
A tireoide é uma pequena glândula endócrina com formato de borboleta, que fica na traqueia, região do pescoço. Ela é responsável pela produção de dois hormônios importantes na regulação do nosso metabolismo, a tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3).
Uma desregulação nos níveis desses hormônios impacta o estado de saúde de modo geral, por eles controlarem a forma como todas as células do nosso corpo utilizam a energia, por exemplo as células do coração, do intestino, do fígado, rins e do tecido gorduroso.
Então veja a seguir quais são os exames que avaliam a tireoide.
Exames de sangue
O exames T3, T4 e TSH são os mais comuns exames de sangue voltados para a tireoide
O primeiro tipo de exame que o médico ou médica solicita para avaliar o funcionamento da glândula tireoide é o exame de sangue, para dosagem dos hormônios da tireoide e de anticorpos envolvidos em doenças associadas à glândula.
Dosagem dos hormônios da tireoide
Os hormônios da tireoide que são dosados em exames de sangue são o TSH, T4 livre e T3 total e/ou livre.
Exame TSH
Os hormônios da tireoide são dosados para avaliar o funcionamento da glândula e a dosagem do hormônio tireoestimulante (TSH) é o primeiro exame realizado para esse fim. O TSH é produzido no cérebro pela hipófise, a glândula que regula a produção de T3 e T4 pela tireoide.
Quando há pouca concentração de hormônios tireoidianos no sangue, a hipófise produz TSH, para estimular a tireoide a produzir mais hormônios. E, quando há um excesso de hormônios T3 e T4, a hipófise produz menos TSH, para que a tireoide diminua a produção de seus hormônios.
Níveis altos de TSH podem indicar hipotireoidismo, pois significa que a tireoide não está produzindo hormônio suficiente, fazendo com que a hipófise continue liberando TSH.
Níveis baixos de TSH, por outro lado, podem indicar hipertireoidismo, pois se há um excesso de hormônios tireoidianos no sangue, a hipófise para de liberar TSH.
Se no exame de TSH o resultado der alterado, o médico ou médica solicitará outros exames, como o T4 livre, para confirmar o diagnóstico.
Outra situação em que o exame pode ser aplicado é quando uma pessoa possui risco de desenvolver alguma doença associada à tireoide, daí o TSH pode ser usado como ferramenta de rastreio, por ser altamente sensível.
O exame de TSH também é usado para rastreio de hipo e hipertireoidismo após os 35 anos, sendo feito a cada cinco anos a partir dessa idade.
Os valores de referência variam de acordo com a faixa etária e, no caso da mulher, se está, ou não, grávida. É importante mencionar que os valores de referência variam de laboratório para laboratório, de acordo com o método de dosagem utilizado.
A faixa de concentração considerada normal está entre 0,4 e 4,0 mIU/L. Há controvérsias a respeito de qual deve ser o limite superior do que é considerado normal, por isso, a interpretação só pode ser feita pelo seu médico ou médica, que conhece sua história clínica e tem acesso a exames complementares, que são fundamentais para um diagnóstico correto.
Nem sempre uma alteração no exame de TSH indica uma doença na tireoide, pois os níveis do hormônio podem se elevar e normalizar, após um tempo. Por isso, o exame deve ser repetido em um intervalo que pode variar de 3 a 6 meses.
Exame T4 livre
O exame de T4 livre também auxilia no diagnóstico de hipo e hipertireoidismo e ele dosa a quantidade de T4 que está livre na circulação, disponível para ser utilizada pelas células.
Níveis altos de T4 livre podem indicar hipertireoidismo e o contrário, hipotireoidismo.
Atualmente, na prática clínica, tem se priorizado o teste de T4 livre, ao invés de T4 total, pois muitos fatores podem interferir na quantidade de proteínas que se ligam ao T4 inativo, que é contabilizado no exame de T4 total, causando alterações nos resultados.
Mulheres grávidas ou que tomam pílulas contraceptivas podem ter níveis de T4 total elevados. Já tratamentos com corticosteróides podem reduzir os níveis de T4 total. Esses fatores não alteram a dosagem de T4 livre.
O valor de referência desse hormônio para crianças, adultos e idosos está na faixa de 0,7 a 1,8 ng/dL.
Exame T3 total e livre
Se, mesmo com níveis de T4 livre normais, o médico ou médica suspeitar que uma pessoa tem hipertireoidismo, é solicitado o exame T3. A dosagem de T3 total e/ou T3 livre é interpretada juntamente com a do exame T4 livre.
O exame T3 não é útil para o diagnóstico de hipotireoidismo.
As faixas de valores de referência para o T3 total e T3 livre são 80-180 ng/dL e 2,5 a 4 pg/dL.
Dosagem de anticorpos
As causas mais comuns de hipo e hipertireoidismo são doenças autoimunes. A doença de Graves é uma doença autoimune associada ao hipertireoidismo e a Tireoidite de Hashimoto, ao hipotireoidismo.
O ponto em comum dessas doenças é que o sistema imunológico passa a produzir anticorpos dirigidos contra a própria glândula tireoide, por isso, a dosagem desses anticorpos no sangue pode esclarecer a causa dos sintomas de hipo e hipertireoidismo.
O anticorpo anti-peroxidase (anti-TPO) ativa uma resposta imunológica contra as células da tireoide, que perde sua função progressivamente. Este anticorpo é comum em pacientes com tireoidite de Hashimoto.
Já no hipertireoidismo, é comum a detecção do anticorpo anti-receptor de TSH (anti-TRAB), quando é causado pela doença de Graves.
Exames de imagem
Seu médico pode solicitar um ultrassom da tireoide para avaliar o tamanho da mesma
Os exames de imagem auxiliam no diagnóstico de doenças associadas à glândula tireoide, permitindo a visualização da glândula e alterações em sua estrutura.
Ultrassonografia da tireoide
O ultrassom da tireoide é um dos exames realizados para avaliar o tamanho da glândula e investigar a presença de nódulos e de cistos, ajudando a identificar a sua natureza, ou seja, se são benignos ou malignos.
A técnica também auxilia na condução de uma agulha fina de punção até o nódulo, para exame de biópsia.
Cintilografia da tireoide
A cintilografia da tireoide também é um exame usado para avaliar o tamanho, o formato e a posição da tireoide, com o intuito de detectar alterações que justifiquem os sintomas apresentados pela pessoa, especialmente de hipertireoidismo.
Esse exame usa iodo radioativo injetado na veia ou ingerido por via oral, na forma de cápsula ou líquido.
Nódulos na tireoide que levam à produção aumentada de hormônios tireoidianos ficam bem evidentes nas imagens de cintilografia. Quando o iodo é absorvido por toda a tireoide, evidenciando toda a glândula nas imagens, pode ser um indício de Doença de Graves.
Esse exame não é feito em mulheres grávidas e que estão amamentando.
Biópsia da tireoide
Se nos exames de imagem aparecer um nódulo na tireoide, é feita uma biópsia por aspiração com agulha fina.
Nesse exame, é coletada de uma amostra de células, para serem analisadas em microscópio, permitindo a sua identificação como benignas ou malignas.
O exame é feito com anestesia local no pescoço e é guiado por um equipamento de ultrassom.
Triagem neonatal (teste do pezinho)
O famosos teste do pezinho serve para diagnosticar o hipotireoidismo congênito
O teste do pezinho, realizado entre o terceiro e o sexto dia de vida do bebê, faz a dosagem de TSH e T4 total em uma amostra de sangue seco em papel filtro, retirada do calcanhar do recém-nascido. Recomenda-se que se faça um teste confirmatório entre a primeira e a segunda semana de vida.
O objetivo do exame é diagnosticar, de forma precoce, o hipotireoidismo congênito, que causa consequências graves, como atraso no crescimento e deficiência intelectual.
Se o teste do pezinho indicar o hipotireoidismo congênito, é realizado um exame de sangue de TSH e T4 livre, para confirmação do diagnóstico e início do tratamento, que consiste na reposição dos hormônios da tireoide durante toda a vida.
Quando é preciso fazer exames da tireoide
Os exames da tireoide são indicados para as pessoas que apresentam sintomas de doenças associadas ao funcionamento da glândula ou que possuem histórico familiar dessas doenças.
Como o distúrbio da tireoide é uma das causas de infertilidade, mulheres que pretendem engravidar também podem fazer os exames da tireoide.
Sabendo que os níveis dos hormônios tireoidianos podem se alterar na gravidez, o médico ou médica ginecologista pode solicitar os exames, para detectar o hipertireoidismo ainda no primeiro trimestre, e com isso evitar danos no desenvolvimento cerebral do bebê.
Pessoas que passaram por tratamento radioterápico para câncer de cabeça e pescoço também podem necessitar desses exames, para verificar se houve algum comprometimento da função da glândula tireoide.
Quais desses exames que avaliam a tireoide você já fez? Quais foram os motivos que levaram seu médico ou médica a solicitar estes exames? Comente abaixo!
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Petiscar algo salgado enquanto assiste a um filme com a família, vê um jogo com os amigos ou caminha no parque no final da tarde não precisa ser um problema para quem está tentando ter uma alimentação mais balanceada.
Por exemplo, é bem provável que você conheça e até já tenha testado alguma receita de chips de legumes. No entanto, o que acha de experimentar chips feitos com banana verde?
Bem prática, a receita leva apenas três ingredientes! Além da banana verde, a preparação que é assada no forno pede apenas óleo de coco extra virgem e sal marinho.
Já separou os ingredientes? Então, confira o passo a passo dos chips de banana verde e corra até a cozinha para colocar a mão na massa!
Preaqueça o forno em 200º C. Unte uma assadeira com óleo de coco.
Corte as bananas verdes em fatias finas no sentido do comprimento. Pincele um pouco de óleo de coco nas fatias de banana e tempere com sal marinho.
Leve ao forno para assar por 15 minutos. Na metade do tempo, vire as fatias de banana verde. Fique de olho o tempo todo para não deixar que os chips queimem.
Notes
O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme o tamanho em que você fatiar as bananas e a quantidade de chips que você servir por vez.
É bem provável que você já comeu o inhame cozido, assado ou refogado. Talvez também aproveitou o alimento em uma sopa para se esquentar do frio ou fez um purê de inhame para o almoço ou jantar.
Além dessas, existe uma forma diferente, porém muito prática, de utilizar o vegetal: preparar um suco com ele. Mas, esta é uma receita que vai além da praticidade, pois o suco de inhame também traz benefícios.
Ao mesmo tempo, vale a pena destacar que para poder aproveitar os benefícios da bebida é fundamental consumi-la logo após o seu preparo e não coar. O perigo de deixar de fazer isso é perder os nutrientes do suco.
Bem fácil de preparar, a receita pede apenas mais dois ingredientes além do tubérculo: água e suco de limão espremido da fruta na hora.
Agora que já sabemos disso tudo, chegou o momento de aprender como preparar a bebida, com o passo a passo logo abaixo.
Segundo dados da OMS, cerca de 4,7% da população brasileira sofre de transtornos alimentares.
A incidência é maior entre o público feminino, com sete a oito mulheres para cada homem diagnosticado com algum tipo de distúrbio alimentar. Entre os adolescentes, o índice chega a espantosos 10%.
O nome psiquiátrico correto para transtornos alimentares é transtorno dismórfico corporal, segundo a psicóloga Camila Puertas, e são aqueles que geram uma distorção na imagem corporal e uma mudança severa no regime alimentar – como a anorexia, vigorexia, bulimia e ortorexia. Além disso, surgem novas patologias, como a ortorexia (a obsessão por uma alimentação saudável) ou a embriaguez (combinação de jejum/compulsão alimentar com abuso de álcool). Muitas vezes, eles estão associados a outros distúrbios psiquiátricos ou complicações físicas graves. No entanto, de acordo com a profissional, apenas uma pequena porcentagem de pessoas que sofrem dessas condições pede ajuda.
NÃO É PORQUE A DIETA VEIO DO NUTRICIONISTA QUE NÃO VAI CAUSAR PROBLEMAS
Os transtornos alimentares, em geral, começam com uma grande insatisfação em relação à própria imagem corporal que pode gerar uma mudança do comportamento alimentar. “Entre os especialistas, costumamos dizer que todo transtorno alimentar parte de uma dieta que parece inofensiva e que, inclusive, pode começar com o acompanhamento de um profissional da saúde”, compartilha a psiquiatra Malu de Falco.
“Quando falamos em transtornos alimentares, é importante a compreensão de que é necessária aceitação pessoal, e não apenas body positivity. Isso pode soar polêmico, mas é importante frisar que a falta de consistência em um seguimento alimentar ou dietas restritivas não acompanhadas podem representar um grande risco, principalmente em adolescentes e adultos jovens, com maior prevalência no sexo feminino”.
Alguns comportamentos alimentares disfuncionais que podem ser identificados precocemente e servem de exemplo são:
Apego à restrições alimentares específicas e inflexíveis;
Medo intenso de ganhar peso;
Atividade física extenuante como mecanismo compensatório, ou seja, após refeições mais abundantes ou copiosas a pessoa se exercita em excesso para queimar calorias;
Maneiras que visam impedir a absorção de nutrientes – vômitos induzidos que podem causar calos nos dedos, uso de laxantes ou abuso de medicamentos de controle especial para emagrecer;
Hábito de mudar os alimentos de posição no prato durante as refeições, mas comer muito pouco;
Pesagem diária e medidas diárias com o intuito de avaliar perda de peso;
Episódios de comer descontrolado/compulsivo que podem ser seguidos ou não de episódios purgativos e que geram sensação de falta de controle, culpa, arrependimento e mal estar físico;
Comer escondido de outras pessoas por vergonha.
COMO AS REDES SOCIAIS PODEM CONTRIBUIR PARA DISTÚRBIOS ALIMENTARES
Quando se trata de redes sociais e internet, não podemos esquecer que muitas pessoas, em especial atualmente, utilizam as plataformas como ferramenta para monetizar a sua própria imagem. Por essa razão, uma parcela importante já fez ou faz uso de técnicas e táticas para alcançar o padrão de “perfeição” (desde edição de imagens até a realização de harmonização facial e cirurgias plásticas). “É esse padrão de perfeito que pode disparar um gatilho para aquele que sofre com algum transtorno mental, já que, existe nesse indivíduo uma forte sensação de não pertencimento e inadequação do seu próprio corpo. Assim como conviver diariamente com intensas críticas e comentários sobre o seu corpo e padrão alimentar formam um ambiente nocivo em relação a saúde mental, o ambiente online dispara a mesma problemática” alerta Camila.
Isso pode desencadear uma vontade imediatista de “fazer parte”, provocando um ciclo intenso de consumo de conteúdos como receitas milagrosas para alcançar o corpo perfeito, a expansão da ideia do quanto uma cirurgia plástica proporcionou sucesso e bem-estar. Ou seja o tipo de conteúdo que as pessoas consomem na internet tem uma relação direta com as disfunções do humor e podem, sim, despertar ou piorar condições preexistentes do indivíduo.
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Na sociedade atual, há cada vez menos espaço para autoaceitação e desenvolvimento de outras qualidades fora da apar~encia física, enquanto o investimento em tratamentos de vários tipos para mudar o corpo, considerando-o como um objeto que pode-se manipular, ou como uma ferramenta para atingir objetivos. “Especialmente os jovens, hoje, são condicionados pelo mito da beleza e pelos cânones impostos pelos jornais, TV e mídia, que exigem beleza virtual sem originalidade. A sociedade atual dá uma importância considerável à aparência, até se pensa que ser “belo” pode fazer uma pessoa alcançar a felicidade, o amor e o sucesso” aponta a profissional. “Os meios de comunicação de massa mostram ícones de perfeição e ideais de beleza quase inatingíveis e fazem acreditar que alcançá-los seria o mesmo que se sentir realizado; subestimando assim outros valores como felicidade, família e amizade”.
A profissional alerta que, durante a adolescência, é necessário ainda mais atenção sobre o que se consume nas redes. Isso acontece porque ela é considerada um período de pleno entusiasmo, mas também de tormento, que resultam em lutas diante do espelho diante das diferentes formas de “decorar” um corpo repentinamente novo.”Este é um terreno particularmente fértil para o aparecimento de patologias como depressão, dismorfobias, distúrbios alimentares e outras patologias”.
Ainda que a maior parte dos estudos sobre a relação entre as redes sociais e auto aceitação seja correlacional (ainda não é comprovado cientificamente que o Facebook faz com que alguém tenha sentimentos negativos sobre sua aparência ou que as pessoas que estão preocupadas com a aparência têm mais probabilidade de usar o Facebook), uma revisão sistemática de 20 artigos publicados em 2016 na revista “Body Image”, apontou que atividades baseadas em fotos, como rolar a tela do Instagram ou postar fotos de si mesmo, quando acompanhadas de pensamentos negativos sobre o próprio corpo, são particularmente problemáticas. “Ou seja, a insatisfação com a sua imagem e a forma como você constrói o seu ambiente, seja ele online ou físico, podem aumentar os riscos para desenvolvimento de psicopatologias” explica Camila.
COMO TRATAR UM DISTÚRBIO ALIMENTAR
Malu de Falco, psiquiatra, explica que o tratamento é complexo e precisa ser bem conduzido por equipe multidisciplinar. T”alvez seja a parte mais difícil de explicar ao paciente – um profissional sozinho não pode conduzir sozinho o tratamento, é necessário que ao menos o envolvimento da psiquiatria, nutrição com viés comportamental/holístico e psicologia”.
Em geral, o transtorno alimentar pode vir com outras comorbidades psiquiátricas, como depressão, ansiedade, transtornos de personalidade, transtorno bipolar, entre outros. A profissional explica que é necessário passar por uma avaliação e que acima de tudo, é importante o desenvolvimento da consciência acerca da própria condição e o ensejo de tratar, já que a mortalidade de alguns transtornos chega a 10%.
Quando o assunto é nutrição, a nutricionista Mariana Nacif explica que não há uma regra única. Para cada tipo de distúrbio alimentar apresentado, o tipo de tratamento muda. “O que não usamos de forma alguma são dietas restritivas! Existem algumas ferramentas que usamos como o mindfuleating, alimentação intuitiva, diário alimentar, consultas semanais ou quinzenais e etc”.
COMO CONSUMIR AS REDES SOCIAIS DE MODO SAUDÁVEL
É importante ter em mente que o cérebro entende a tela como uma extensão dele e que os estímulos ali estabelecidos não são diferentes ou menos intensos que estímulos da vida real, ainda que não envolvam relações interpessoais. “A universidade de Yale tem um curso sobre a lógica positivista e felicidade em que demonstram a tendência do ser humano em traçar referenciais de felicidade incoerentes com a própria realidade e estilo de vida. Em um ambiente de rede social hoje você circula abertamente entre espaços que fogem da realidade da grande média das pessoas – o que torna uma comparação inadequada e injusta” explica a psiquiatra, “Ninguém vê os bastidores, isso causa desconforto. A comparação desmedida da autoimagem com o corpo ideal instagramável é injusta e na maioria das vezes vem com receitas prontas que são vendidas”. O corpo ideal pode ser vinculado a produtos e mercadorias, receitas prontas, treinos prontos e acessíveis mas que não levam em consideração um princípio básico da medicina: cada corpo é um corpo, com sua resposta individual e parâmetros individuais.
Para ter uma relação saudável com as redes, é importante entender primeiramente que elas são uma vitrine e você escolhe o que vai comprar – o conteúdo que você escolhe consumir tem um preço. Trabalhe a autoaceitação e evite comparações, caso siga perfis que te geram angústia, ansiedade ou desconforto vale fazer uma limpa e manter apenas conteúdos que agregam.
Ele não é tão convencional nas academias e nos estúdios, e o seu nome pode soar estranho a quem ouve. Mas a verdade é que o exercício hidrante pode ser uma ótima forma de trabalhar os abdutores do quadril e os glúteos, especificamente o glúteo médio e o glúteo mínimo.
O termo é esse porque o exercício lembra mesmo um cachorrinho levantando a perna para fazer xixi no hidrante, cena comum em desenhos animados.
De acordo com o profissional de educação física Bruno dos Santos Silva, gerente Técnico Grupo Smart Fit, um nome mais oficial para esse movimento seria “abdução horizontal do quadril em posição de 4 apoios” — mas aí perderia toda a graça. “Tal exercício contempla movimentos que, nas academias de musculação, são chamados de abdução de quadril”, complementa o especialista.
Dentre os benefícios, ele destaca ganho de massa muscular (hipertrofia), força e resistência. Contudo, há contraindicações. “Não é recomendado para pessoas com lesões nas articulações do quadril, do ombro e do joelho ou para grávidas. Isso porque a posição quatro apoios deixa essas regiões sob pressão”, explica Bruno dos Santos Silva. Por isso a importância da orientação de um personal na hora de testar.
COMO FAZER O EXERCÍCIO HIDRANTE
O educador físico dá as coordenadas:
“Fique na posição de quatro apoios (cotovelos direito e esquerdo sobre o solo, assim como tudo o antebraço e os joelhos”;
“Mantenha a coluna ereta e o core contraído — assim, você mantém a estabilidade durante toda a execução”;
“Faça o movimento de abdução de uma das pernas horizontalmente, elevando o joelho em direção ao teto”;
Muitos de nós já tivemos que usar aparelhos nos dentes quando criança. Por um período da vida, tirar fotos ou sorrir parecia um problema, assim como comer alguns alimentos (quem nunca se incomodou com a couve presa no aparelho, que atire a primeira pedra!). Com o passar do tempo, os dentes foram arrumados e nos vimos livres dos aparelhos.
No entanto, muitos adultos não só precisam voltar a usar os aparelhos, como às vezes precisam colocá-los pela primeira vez, já que não fizeram tratamentos com dentistas quando crianças.
POR QUE USAR APARELHO?
“A maioria dos pacientes adultos buscam por tratamento ortodôntico por razões estéticas, mas uma parcela me procura por dor ou disfunção funcional, geralmente relacionadas à ATM [articulação temporomandibular, que liga o maxilar à mandíbula]“, explica a ortodontista Dra. Karin Stamer.
Sair bem na foto, ainda mais em tempos de Instagram, tem se mostrado um fator que leva às pessoas ao dentista, no entanto, existem muitos motivos que pedem por correção via aparelhos ortodônticos, como a correção da posição dos dentes – o mais comum é vermos falta ou excesso de espaço, causado pela diferença entre o tamanho das bases ósseas e dos dentes. “Esses problemas geram apinhamento dental ou diastemas (espaços entre os dentes)”, explica Karin.
Outros problemas são funcionais e fruto de hábitos bucais negativos, como a sucção de dedos (pense nas crianças que chupam o dedão ao dormir, por exemplo). Esses hábitos são verdadeiros “vilões” para o arco dental, levando à mordida cruzada, arcos triangulares, mordida aberta, entre outras alterações.
“A perda precoce de dentes de leite pode levar à perda do espaço para a erupção do dente permanente, retardar ou acelerar sua erupção, necessitando de tratamento para a correção e controle dessas alterações”, continua a ortodontista. “Quando a perda de dente ocorre na fase adulta, pode provocar migrações e alterações na posição de vários dentes, inclusive no arco oposto ao da perda, gerando sérios problemas estéticos e funcionais.”
Se tudo isso ficou complicado de entender, nós podemos simplificar os motivos para adultos usarem aparelhos em 4 pontos:
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Dentes tortos ou desalinhados
Problemas com a mordida
Dentes com espaçamento entre si
Dor na mandíbula e de cabeça
COMO SABER QUE O TRATAMENTO IDEAL É O APARELHO?
Ok, temos os motivos para o uso dos aparelhos, mas, fora as questões estéticas, como saber que o problema está nos seus dentes? Claro, existe a óbvia dor de dente, que imediatamente pede por uma consulta com um especialista. Mas, fora isso, existem outros sinais e sintomas.
“Na criança, deve-se observar se os lábios ficam fechados, se existe ronco ao dormir ou se a criança consegue se alimentar de boca fechada”, explica Karin. “Olheiras e postura baixa da cabeça, como se a criança estivesse triste o tempo todo, podem ser indicativos de necessidade de tratamento ortopédico facial através de aparelhos. E uso constante de chupeta, sucção de dedos, roer unhas, morder objetos como canetinhas, podem gerar a necessidade de tratamento ortodôntico também.”
Já no adulto, alguns sinais são:
Gengivas que sangram com facilidade, indicando a existência de uma gengivite ou até mesmo periodontite.
Dor na ATM, que pode ser indicativo de problemas funcionais com a mordida.
Um tratamento ortodôntico, que atua na correção da posição dos dentes pode durar de poucos meses, nos casos mais simples, até 2 dois, nos mais complexos, independentemente da idade do paciente.
Uma boa notícia é que muitos tratamentos são realizados por alinhadores transparentes (como o famoso Invisalign), o que torna esse processo mais confortável e rápido.
No entanto, alguns pacientes são mais sensíveis que outros, e podem se incomodar com o fato dos dentes ficarem um pouco doloridos, já que a movimentação ortodôntica ocorre às custas de uma inflamação das fibras que prendem os dentes ao osso.
“Durante o tratamento, podem surgir espaços entre os dentes, causando impacção de alimentos e algum desconforto estético, porém essas alterações são passageiras”, explica a ortodontista. “Para algumas pessoas, podem aparecer alterações discretas na dicção durante o uso dos aparelhos. Já para aparelhos removíveis, deve-se ficar atento para não perder ou quebrar o aparelho quando estiver fora da boca.”
Mesmo se você está de dieta os pratos típicos ainda podem acontecer! Selecionamos 13 receitas leves de festa junina para você fazer. Difícil vai ser escolher a sua preferida!
Em uma panela grande, coloque o óleo e leve ao fogo médio para aquecer. Junte a cebola, o alho e o pimentão, e refogue por 3 minutos, ou até murcharem. Acrescente a sardinha, o milho, a salsa, a polpa de tomate, a água e o sal, e cozinhe por mais 10 minutos, ou até ferver.
Adicione, de uma só vez, a farinha de milhoe mexa vigorosamente, até secar e desprender do fundo da panela. Retire do fogo, transfira para uma fôrma redonda de furo central (19 cm de diâmetro), untada e decorada com as rodelas de tomate e de ovo e deixe amornar. Desenforme e sirva em seguida.
Receita criada pela nutricionista Renata Pigliasco (@renatabranconutri).
Ingredientes:
2 colheres de sopa de azeite;
1 cebola;
2 dentes de alho;
200g de shiitake;
3 colheres de sopa de alho-poró;
200g de couve cortadas em tiras finas;
200g de couve-flor (ralada).
Modo de preparo:
Coloque metade do azeite, metade da cebola e metade do alho picados na panela. Deixe dourar e acrescente o shiitake. Refogue, depois reserve.
Coloque o restante do azeite, cebola e alho na mesma panela, deixe dourar e acrescente a couve-flor e a couve (separe um pouco para usar no final). Coloque água quente até cobrir os ingredientes. Deixe cozinhar. Depois de cozido, bata no mixer ou no liquidificador. Volte com o caldo para panela, acrescente o shiitake e deixe cozinhar mais um pouco. Acrescente o restante da couve e desligue o fogo.
Hidrate a gelatina com 4 colheres de sopa de água quente (coloque o líquido em dois ciclos de 15 segundos no microondas). Bata o restante dos ingredientes no liquidificador e acrescente a gelatina por último, batendo mais um pouco. Coloque em uma travessa ou em potinhos individuais untados com manteiga ou óleo de cocoe leve à geladeira por 3 horas, em média. Decore com 2 paçocas lights quebradinhas.
Receita criada pelo atleta fitness WBFF e influenciador digital Italo Costa (@panachebr).
Ingredientes:
3 xícaras de milho-branco seco para canjica (500g);
6 xícaras de leite desnatado;
1 a 3 paus de canela;
1 pedaço (5 cm) de casca de limão (opcional);
3 colheres de sopa de adoçante em pó para forno e fogão;
3 colheres de chá. de canela em pó.
Modo de preparo:
Em uma tigela grande, deixe o milho de molho com bastante água durante uma noite. Escorra. Transfira para uma panela e complete com água suficiente para cobrir. Cozinhe em fogo brando até ficar levemente amolecido e ter absorvido toda a água (cerca de 30 minutos). Adicione a metade do leite, a canela e a casca de limão, se for usar. Cozinhe em fogo brando até ferver e engrossar. Misture o restante do leite com o adoçante e despeje na panela.
Ferva por mais 5 minutos. Descarte a casca de limão. Sirva quente, polvilhado com canela em pó.
400g de castanhas-de-caju cruas cortadas na metade;
½ xícara de leite de coco em pó;
2 xícaras de água;
3 colheres de sopa de Adoçã;
Extrato de baunilha (opcional).
Ingredientes do creme:
1 xícara de leite de coco em pó;
2 caixinhas de creme de leite com 30% de gordura;
¼ de xícara de farinha de coco;
10 colheres de sopa de coco ralado sem açúcar;
½ xícara de coco em fitas;
Canela em rama;
Canela em pó;
Cravo (opcional).
Modo de preparo:
Para a base, bata no liquidificador o leite de coco em pó, a água e o Adoçã até ficar branquinho e homogêneo. Coloque a castanha com o conteúdo que você bateu no liquidificador e, se quiser, umas 5 gotinhas de extrato de baunilha natural em uma vasilha para hidratar as castanhas de 1 a 2 horas.
Para o creme, coloque todos os ingredientes em uma tigela e misture bem até incorporar. Reserve. Depois de uma hora, leve as castanhas com o caldo em que estavam de molho para o fogo baixo até levantar fervura. Acrescente o creme e deixe ferver mais um pouco. Por fim, é só servir, colocando um pouco de canela em pó em cima e decorando com canela em rama e fitas de coco.
Canjica fit
<span class=“hidden”>–</span>Thai Fit/Divulgação
Receita criada pelo chef funcional e empresário do ramo de congelados Thai Fit (@thaifitdelivery).
Ingredientes:
500g de milho para canjica;
Cravos-da-índia e canela em pau a gosto;
1 litro de leite desnatado;
1 garrafa de leite de coco light;
3 xícaras de açúcar demerara.
Modo de preparo:
O milho da canjica precisa ficar descansando em água de um dia para o outro antes de cozinhar, a não ser que você prefira usar a canjica pré-cozida. Depois disso, escorra bem e transfira para uma panela.
Na panela, adicione os ingredientes: canela em pau, cravo, água, leite de coco e o açúcar demerara. Aqueça tudo em fogo baixo, misturando sempre, até o caldo engrossar e a canjica ficar bem macia. Para servir, adicione também um pouco de canela em pó, que é um excelente termogênico. Uma boa dica também na hora de servir é adicionar um pouco de óleo de coco, garantindo ainda mais nutrientes a essa sobremesa funcional.
1 xícara de castanhas-de-caju ou amendoins sem pele triturados;
1 colher de sopa rasa de cacau em pó;
1 pitadinha de sal;
1 caixa de creme de leite sem lactose;
Castanhas ou amendoins triturados para decorar.
Modo de preparo:
Coloque o Adoçã, o cacau e a água em uma panela pequena e leve em fogo baixo até fazer um caramelo leve em ponto de fio. Adicione as castanhas ou amendoim e deixe dar uma leve engrossada. Depois, coloque o creme de leite e reduza um pouco. Se for moldar, depois de moldado, jogue um pouco de castanha ou amendoim bem triturados por cima para decorar.
Coloque o Adoçã, a manteiga e ¼ de xícara de água em uma panela. Leve ao fogo baixo até virar um caramelo em ponto de bala bem dourado. Acrescente o resto da água e mexa bem até dissolver os pedacinhos de caramelo. Acrescente o creme de leite e, em seguida, o coco até começar a soltar da panela. Faça montinhos em cima de um tabuleiro forrado com papel-manteiga e leve à geladeira para esfriar. Depois de endurecer, guarde em um pote bem fechado fora da geladeira.
Receita criada por Lara Cardoso para o canal Helô Heloilda (@heloheloilda)
Ingredientes:
1 lata de milho (mais a mesma medida de água);
3 ovos;
1 vidro de leite de coco;
Meio copo de óleo;
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado;
7 colheres de sopa de fubá pré-cozido;
2 xícaras de açúcar;
1 colher de sopa de fermento em pó.
Modo de fazer:
Bata tudo no liquidificador e leve ao forno preaquecido a 200°C (unte a forma manteiga) por 40 minutos. Para a cobertura, ferva uma lata de leite condensado light com flocos de coco e coloque sobre o bolo quando estiver em ponto de calda.
Receita criada pela nutricionista Renata Pigliasco (@renatabranconutri).
Ingredientes:
1 xícara de milho cozido;
1 xícara de açúcar demerara;
1 xícara de farelo de aveia;
½ xícara de farinha de amêndoa (ou farelo de aveia);
4 ovos;
2 colheres de sopa de manteiga;
200ml de óleo de coco;
1 colheres de sopa de fermento.
Modo de preparo:
Bata no liquidificador os ovos, açúcar e a manteiga. Depois acrescente os outros ingredientes, exceto o fermento. Bata por mais alguns minutos. Por fim, acrescente o fermento e mexa delicadamente. Unte a forma com óleo de coco ou manteiga e leve ao forno a 180°C por 40 minutos.
Receita criada pela chef Mirian Rocha (@mirianrochachocolates), especialista em Chocolate/Chef Chocolatier.
Ingredientes:
250g de batata-doce (cozida e espremida tipo purê);
½ xícara de chá de açúcar;
50g de coco fresco ralado ou coco seco hidratado com leite de coco (100ml) por 5 minutos;
½ xícara de chá de creme de arroz em pó;
2 ovos inteiros;
2 colheres de sopa de manteiga;
½ colher de sopa de fermento em pó;
1 pitada de sal;
Cravo-da-índia em pó a gosto.
Modo de preparo:
Cozinhe as batatas com pouca água, descasque e esprema, fazendo um purê. Reserve. Na batedeira, bata o açúcar com a manteiga até obter um creme. Junte os ovos e bata mais bem até obter uma massa homogênea.
Adicione o purê de batata, o coco, perfume com o cravo da índia e outras especiarias. Misture bem. Acrescente a farinha de arroz, o fermento e o sal. Asse em um recipiente untado, forrado com papel manteiga, em forno médio até secar o centro. Deixe descansar e desenforme.
Receita criada pela chef Mirian Rocha (@mirianrochachocolates), especialista em Chocolate/Chef Chocolatier.
Ingredientes:
4 ovos;
1 xícara de açúcar de coco;
4 colheres de sopa óleo de coco;
4 colheres de sopa de cacau em pó;
1 xícara de leite vegetal (coco, arroz ou amêndoas);
1 xícara de farinha de arroz (integral é a opção mais indicada);
½ xícara de farelo de quinoa/aveia ou amaranto;
2 barras de chocolate amargo rico em cacau picado (escolha versões sem açúcar ou sem lactose, se preferir);
1 colher de sopa de fermento em pó.
Modo de preparo:
Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas com o açúcar, o óleo, o cacau e o leite de coco. Depois, acrescente as farinhas e bata até incorporar.
Por último, com uma espátula, acrescente os pedaços de chocolate picados, o fermento e as claras em neve, mexendo com cuidado. Unte a forma com farinha e manteiga. Despeje a massa na forma e e coloque no forno preaquecido para assar por aproximadamente 40 minutos.
Receita criada pelo atleta fitness WBFF e influenciador digital Italo Costa (@panachebr).
Ingredientes:
2 cenouras médias;
5 ovos;
2 xícaras de farinha de aveia;
1 ½ xícara de adoçante (xiilitol);
4 colheres de sopa de óleo de coco;
1 colher de chá de fermento;
Chocolate para cobertura.
Modo de preparo:
Bata no liquidificador as cenouras raladas, os ovosinteiros e as 4 colheres de sopas generosas de óleo de coco. Coloque o líquido que formar em um recipiente e acrescente ½ xícara de adoçante, 2 xícaras de aveia em flocos finos e uma colher de sopa cheia de fermento em pó.
Misture com cuidado até formar uma massa homogênea, coloque em uma forma já untada (passe óleo de coco e farinha de trigo) e em seguida levar ao forno já aquecido a 220°C por 25/30 minutos. Para a cobertura, derreta a barra de chocolate sem açúcar da sua preferência em banho maria e jogue por cima.