Receita de comida de boteco light

Embora despretensiosa, a comida de boteco é uma verdadeira delícia que mora no coração de muitos brasileiros. Para não morrer de saudade dela, a solução é aprender como preparar versões de alguns desses pratos em casa.

Por exemplo, a nossa sugestão de comida de boteco light é um picadinho feito à base de filé mignon cortado na ponta de faca. 

Para incrementar o seu sabor, a receita também conta com ingredientes como alho, cebola, vinho tinto, molho inglês, ervas finas, canela em pó e caldo de carne sem gordura.

Está aí uma preparação que tem tudo para tirar o seu almoço ou jantar da rotina de um jeito bem gostoso. E o melhor é que ela não é difícil de fazer!

Quer tirar a prova? Então, aprenda a seguir o passo a passo dessa comida de boteco light e corra até a cozinha para colocar a mão na massa!

Picadinho

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Comida de boteco light

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Uma comida de boteco para fazer em casa. Um delicioso picadinho de filé mignon!
Course Almoço, Jantar
Diet Poucas Calorias
Keyword comida de boteco, comida de boteco light, picadinho, picadinho de filé mignon
Prato Carnes (Ave, Boi, Peixe e Outras)
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Proteicas
Refeição Almoço e Jantar
Prep Time 5 minutes
Cook Time 15 minutes
Total Time 20 minutes
Porções 6
Calorias 256kcal

Equipment

  • Frigideira antiaderente

Ingredients

  • 500 gramas filé mignon picado na ponta de faca
  • ½ copo vinho tinto
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 colher de chá alho picado
  • 1 envelope caldo de carne 0% de gordura e com baixo teor de sódio
  • 1 colher de sopa molho inglês
  • 1 colher de chá ervas finas
  • 1 pitada canela em pó
  • 1 colher de chá maisena
  • ½ copo água para dissolver a maisena

Instructions

  • Leve uma frigideira antiaderente ao fogo e aqueça bem. Adicione a cebola, o alho e o caldo de carne. Mexa até dourar. Se precisar, ponha água aos poucos até a cebola ficar bem dourada.
  • Acrescente o filé mignon picado e mexa até dourar. Coloque o vinho e mexa até o álcool evaporar.
  • Então, complete com o molho inglês, as ervas finas e a canela. Continue mexendo.
  • Dissolva a maisena no ½ copo de água e despeje junto à carne na frigideira para ter um caldo mais grossinho. Desligue o fogo e estará pronto!

Nutrition

Calorias: 256kcal | Carboidratos: 3g | Proteína: 15g | Gordura Total: 18g | Gordura Saturada: 8g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 8g | Colesterol: 58mg | Sódio: 340mg | Potássio: 325mg | Fibras: 1g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 4IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 3mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 2mcg | Vitamina C: 1mg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 1mcg | Cálcio: 16mg | Cobre: 1mg | Folato: 8mcg | Ferro: 2mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 21mg | Fósforo: 164mg | Selênio: 15mcg | Zinco: 3mg | Colina: 66mg

Receita de comida de boteco light Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Receita de almôndega de soja light

Quem saboreou almôndegas boa parte da vida e decidiu adotar uma dieta vegetariana não precisa dizer adeus ao prato, especialmente se ele for um de seus favoritos. Afinal, existem muitas opções de almôndegas sem carne. 

Uma delas é a almôndega de soja light que vamos te apresentar. Além da proteína texturizada de soja, a preparação também conta com aveia na sua lista de ingredientes.

Para ficar saborosa, a receita ainda leva o tempero do alho, da cebola e do cheiro-verde (salsinha e cebolinha). Entretanto, é claro que você pode incluir outros dos temperos naturais da sua preferência. 

O resultado é um prato bem saboroso para o almoço ou jantar, que tem tudo para agradar até mesmo quem não é vegetariano.

Quer ver só? Então, confira o passo a passo da receita e teste a almôndega de soja light na sua próxima refeição!

Almôndega de soja

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Almôndega de soja light

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Uma almôndega sem carne para uma refeição e vegetariana. Feita com soja e aveia.
Course Almoço, Jantar
Diet Livre de Glúten, Poucas Calorias, Pouca Lactose, Vegana, Vegetariana
Keyword almôndega, almôndega de soja, almôndega de soja light, almôndega vegetariana
Prato Acompanhamentos
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Sem Glúten, Sem Lactose, Sem Ovo, Veganas, Vegetarianas
Refeição Almoço e Jantar
Prep Time 10 minutes
Cook Time 40 minutes
Total Time 50 minutes
Porções 15
Calorias 58kcal

Equipment

  • Tigelas
  • Escorredor
  • Liquidificador
  • Assadeira

Ingredients

Instructions

  • Em uma tigela, hidrate a proteína de soja em 1 litro de água fervente por 20 minutos. Passado esse tempo, escorra a água e esprema a proteína de soja para tirar bem o excesso de água.
  • Caso use a proteína de soja grossa, bata no liquidificador para ficar com textura de carne moída. Reserve.
  • Se a sua aveia for grossa, você também deverá bater o ingrediente no liquidificador. Mas, caso queira, pode deixar alguns grãozinhos inteiros.
  • Junte a aveia e a proteína de soja em uma tigela. Adicione a cebola, o alho, o sal, a salsinha, a cebolinha e o azeite. Misture bem até formar uma massa homogênea. Modele a massa no formato de almôndegas (bolinhas).
  • Distribua as almôndegas de soja em um assadeira untada com azeite, deixando espaços entre elas.
  • Leve para assar por 40 minutos no forno médio preaquecido. Na metade do processe, vire as almôndegas para que dourem igualmente.

Notes

  • Leia detalhadamente todo o rótulo da aveia que você usar na receita, inclusive as letrinhas miúdas, para garantir que ela realmente não tem glúten. Embora naturalmente sem glúten, a aveia pode ser contaminada pelo glúten quando é produzida, processada, armazenada ou transportada junto de alimentos que possuem o glúten.
  • Além disso, leia minuciosamente a embalagem dos outros ingredientes da receita para checar se eles não podem apresentar algum teor de glúten, devido ao mesmo problema citado acima.

Nutrition

Calorias: 58kcal | Carboidratos: 4g | Proteína: 6g | Gordura Total: 2g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Sódio: 7mg | Potássio: 12mg | Fibras: 2g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 40IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Vitamina C: 1mg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 9mcg | Cálcio: 40mg | Cobre: 1mg | Folato: 2mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 3mg | Fósforo: 7mg | Selênio: 1mcg | Zinco: 1mg | Colina: 1mg

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Receita de biscoito salgado fit

Que a aveia é um alimento nutritivo, com uma série de benefícios para a saúde, você provavelmente já ouviu falar. No entanto, será que sabe como pode utilizar a aveia na dieta?

Por exemplo, uma maneira bem saborosa e fácil é preparar um biscoitinho salgado fit com farelo de aveia. Ele é uma ótima opção de lanchinho da tarde, assim como funciona muito bem como petisco. 

Entretanto, não é só de aveia que o prato é feito: a preparação também conta com o queijo parmesão ralado, que ajuda a deixar qualquer receita mais gostosa.

Assados, os biscoitinhos pedem somente mais três ingredientes: ovos, fermento em pó e azeite de oliva para untar a forma. 

Aprenda como preparar o biscoito salgado fit de aveia, corra até a cozinha para colocar a mão na massa e experimente como eles ficam ótimos!

Biscoito salgado

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Biscoito salgado fit

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Um petisco de aveia com queijo bem fácil de fazer. Leva poucos ingredientes!
Course Lanche
Diet Livre de Glúten, Poucas Calorias, Vegetariana
Keyword biscoito, biscoito salgado, biscoito salgado fit
Prato Biscoitos e Bolachas Fit
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Sem Glúten, Vegetarianas
Refeição Café da Manhã, Lanches e Petiscos
Prep Time 15 minutes
Cook Time 45 minutes
Total Time 1 hour
Porções 20
Calorias 44kcal

Equipment

  • Tigela
  • Forma

Ingredients

Instructions

  • Em uma tigela, misture o queijo parmesão ralado com o fermento. Adicione os ovos.
  • Acrescente o farelo de aveia aos poucos, misturando até a massa chegar ao ponto de poder ser modelada.
  • Unte uma forma com azeite. Modele a massa no formato de 20 palitinhos e distribua-os na forma, deixando espaços entre eles.
  • Leve ao forno para assar até dourar.

Notes

  • Leia detalhadamente todo o rótulo do farelo de aveia que você usar na receita, inclusive as letrinhas miúdas, para garantir que ele realmente não tem glúten. Embora seja naturalmente sem glúten, a aveia pode ser contaminada pelo glúten quando é produzida, processada, armazenada ou transportada junto de alimentos que possuem o glúten.
  • Além disso, leia minuciosamente a embalagem dos outros ingredientes da receita para checar se eles não podem apresentar algum teor de glúten.

Nutrition

Calorias: 44kcal | Carboidratos: 6g | Proteína: 3g | Gordura Total: 2g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 19mg | Sódio: 114mg | Potássio: 59mg | Fibras: 1g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 45IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 1mcg | Vitamina D: 1mcg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 1mcg | Cálcio: 65mg | Cobre: 1mg | Folato: 7mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 22mg | Fósforo: 100mg | Selênio: 6mcg | Zinco: 1mg | Colina: 16mg

Receita de biscoito salgado fit Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Receita de cookie vegano light

Todo mundo tem direito de saborear um delicioso cookie caseiro, ainda que com moderação. Uma prova disso é que existem diferentes versões do biscoito, que se encaixam em variadas dietas. Por exemplo, é possível encontrar cookie light, cookie low carb e até cookie proteico.

Além disso, para quem optou por não consumir nenhum produto de origem animal, há opções de cookie vegano. O que acha de conhecer e aprender como preparar uma delas?

Ao mesmo tempo em que é vegana, a receita que vamos conhecer tira o açúcar de cena e substitui o ingrediente pelo adoçante xilitol. Ela também não leva farinha de trigo branca e é feita com farinha de amêndoas, que é uma farinha low carb

Para completar, você ainda vai precisar de cacau em pó, água, bicarbonato de sódio, cremor tártaro (bitartarato de potássio) e sal para preparar os seus biscoitinhos.

Com tudo isso em mãos, falta apenas aprender a fazer o cookie vegano light. Portanto, confira as instruções que estão descritas logo abaixo.

Cookie vegano

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Cookie vegano light

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Uma versão vegana dos deliciosos biscoitos. Sem farinha de trigo ou adição de açúcar!
Course Lanche, Sobremesa
Diet Livre de Glúten, Poucas Calorias, Vegana, Vegetariana
Keyword cookie, cookie vegano, cookie vegano light
Prato Biscoitos e Bolachas Fit
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Low Carb (Poucos Carboidratos), Sem Glúten, Sem Ovo, Veganas, Vegetarianas
Refeição Café da Manhã, Lanches e Petiscos, Doces e Sobremesas
Prep Time 15 minutes
Cook Time 15 minutes
Total Time 30 minutes
Porções 15
Calorias 44kcal

Equipment

  • Tigela
  • Forma

Ingredients

Instructions

  • Preaqueça o forno em 180º C. Em uma tigela, misture a farinha de amêndoas, o xilitol, o cacau em pó, o sal e o bicarbonato+cremor tártaro.
  • Então, adicione a água aos poucos até ficar bem cremoso e, ao mesmo tempo, maleável. Deixe na geladeira por 10 minutos.
  • Após esse tempo, tire a massa da geladeira e modele no formato de bolinhas. Distribua as bolinhas em uma forma untada com azeite de oliva.
  • Amasse as bolinhas de leve com um garfo para dar o formato de cookie. Mas, tenha o cuidado de deixar espaços entre um cookie e outro.
  • Leve ao forno para assar por cerca de 14 minutos. Espere esfriar antes de servir.

Notes

  • Se quiser uma receita sem glúten , leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.

Nutrition

Calorias: 44kcal | Carboidratos: 2g | Proteína: 2g | Gordura Total: 4g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Sódio: 76mg | Potássio: 37mg | Fibras: 1g | Açúcar: 1g | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 1mcg | Cálcio: 14mg | Cobre: 1mg | Folato: 1mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 10mg | Fósforo: 14mg | Selênio: 1mcg | Zinco: 1mg | Colina: 1mg

Receita de cookie vegano light Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Caroço no pescoço: o que pode ser e o que fazer

Notar a presença de um caroço no pescoço ao tocar na região ou se olhar no espelho pode assustar. Afinal, o primeiro pensamento que costuma vir à mente é que pode se tratar de um problema grave.

O caroço, também chamado de nódulo ou íngua, pode ocorrer em qualquer região do pescoço por variadas razões. Além disso, ele pode aparecer e desaparecer espontaneamente. 

Normalmente, isso ocorre porque o organismo está combatendo algum tipo de doença ou infecção, ou ainda pode ser devido a alguma questão dermatológica, entre diversas outras causas. 

Portanto, conheça agora quais podem ser as principais causas para o surgimento de caroço no pescoço e o que fazer em cada situação.

Nódulo na tireoide

Problema na tireoide
O caroço no pescoço pode ter relação com a tireoide

Os nódulos na tireoide são caroços que aparecem na parte da frente do pescoço, e podem não apresentar sintomas. Porém, em alguns casos, eles geram inchaço na região, dificuldade para engolir ou dor de garganta.

É necessário consultar um endocrinologista, principalmente nos casos mais severos, em que há sintomas intensos. Ele realizará exames para verificar se o nódulo é benigno ou maligno, isto é, se apresenta riscos para a sua saúde, como em um caso de câncer, ou se é inofensivo.

O que fazer? 

Mesmo que o nódulo seja benigno, será necessário realizar exames anuais para monitorar a região. Isso porque é preciso verificar se não surgiram novos nódulos com algum tipo de risco para a saúde. 

Portanto, preste atenção em qualquer alteração ou sintoma e realize consultas frequentes com o endocrinologista.

Já para nódulos malignos, o profissional da saúde irá te indicar o tratamento mais adequado. Normalmente, isso envolve o uso de remédios e, em casos mais severos, é necessária uma cirurgia para a remoção do nódulo.

Cisto sebáceo

Como mencionado anteriormente, a causa do caroço no pescoço também inclui problemas dermatológicos. O cisto sebáceo se forma na pele devido ao acúmulo de sebo, uma gordura que é responsável pela proteção dos pelos.

Geralmente, ele é benigno, portanto, raramente existem motivos para preocupação. Além disso, o cisto sebáceo costuma ser pequeno, mole e assintomático, exceto em casos de aumento de temperatura, em que pode haver vermelhidão e dor.

O que fazer? 

Apesar dos cistos sebáceos normalmente serem inofensivos, é importante consultar um dermatologista para uma análise mais completa. O profissional te indicará o tratamento ideal, o que pode envolver uma pequena cirurgia para a remoção do cisto.

Tumor maligno

Os nódulos precisam de um monitoramento regular feito por profissionais de saúde. Afinal, eles podem ser benignos, mas também podem ser malignos, o que representa um risco mais grave. Isso porque os malignos podem ser sinal do desenvolvimento de um câncer.

É comum que os nódulos causados por câncer acompanhem sintomas como dificuldade para engolir, engasgos constantes, rouquidão, irritação na garganta e outros. Podem surgir ainda problemas gerais, como a sensação de mal-estar frequente e a perda de peso repentina. O tumor pode atingir tanto a tireoide quanto em qualquer outra região do corpo. 

O que fazer? 

Consulte um médico imediatamente após apresentar qualquer um desses sintomas. Caso o tumor seja diagnosticado ainda no início do desenvolvimento, as chances de lidar com o problema com mais facilidade serão maiores. O médico irá definir tratamento adequado de acordo com a sua situação.

Tumor benigno

Homem com caroço no pescoço
Nem todo caroço no pescoço é fruto de um tumor maligno

Você sabia que nem todos os tumores são sinônimo de câncer? Existem também os tumores benignos e eles podem causar o aparecimento de nódulos. Aliás, utiliza-se o termo “tumor” para descrever o aumento de volume em qualquer parte do corpo.

Esse aumento normalmente ocorre devido ao crescimento do número de células e recebe o nome de neoplasia benigna. Por exemplo, o lipoma e o mioma são tumores benignos. Esses tipos de tumores não invadem os tecidos vizinhos e nem desenvolvem metástases.

O que fazer?

Mesmo em casos de tumores benignos é essencial realizar um acompanhamento médico e seguir o tratamento indicado. Por exemplo, o médico pode recomendar uma cirurgia para a remoção do tumor.

Íngua

O organismo possui algumas maneiras de nos avisar quando algo está errado e as ínguas são uma delas.

Elas têm uma relação com os gânglios linfáticos, que são pequenas estruturas que fazem parte do sistema imunológico e atuam como filtros contra substâncias estranhas. 

Isso porque quando os gânglios linfáticos estão inflamados, as ínguas surgem na forma de caroços, na parte de trás do pescoço ou na lateral atrás da orelha. Normalmente, elas causam dor e desconforto ao toque. 

As ínguas podem aparecer devido a inflamações ou infecções em qualquer região do corpo. Assim, elas tendem a desaparecer quando o problema em questão é tratado.

Por isso, a presença de uma íngua no pescoço não significa necessariamente que o problema se encontra na mesma região. Por exemplo, pode ser uma inflamação no dente ou até mesmo uma gripe. O ideal é consultar um médico para saber com mais certeza o que está causando o problema.

Da mesma forma, caso a íngua permaneça mesmo após algum tempo, a pessoa deve consultar um profissional da saúde, pois o problema pode ser algo mais grave.

O que fazer?

Primeiro, identificar o que está causando a íngua e tratar o problema. Além disso, cuide da sua alimentação, procure ficar em repouso e beba bastante água. Obedeça também às orientações do seu médico de confiança. É possível que ele indique remédios para o alívio da irritação e dor no local. 

Dica extra

Consuma alimentos que contam com propriedades anti-inflamatórias. Isso pode contribuir com o processo da melhora da inflamação e com o desaparecimento da íngua.

Fontes e referências adicionais

Que causa de caroço no pescoço mais chamou a sua atenção? Já sofreu com um desses problemas? Comente abaixo.

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Caroço no pescoço: o que pode ser e o que fazer Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

10 alimentos que ajudam na cólica

A cólica menstrual pode ser uma grande vilã na vida de muitas mulheres. Embora os sintomas possam ser sutis para algumas, outras sentem dores intensas que as impedem de realizar tarefas do dia a dia, até mesmo uma caminhada leve. Nessa hora, toda ajuda é bem-vinda. A boa notícia é que há alimentos que ajudam na cólica, reduzindo os seus sintomas. A seguir, você conhece dez deles.  

O QUE COMEMOS PODE INFLUENCIAR AS DORES DA CÓLICA MENSTRUAL?

Sim! De acordo com a nutricionista Juliana Gropp, a cólica menstrual (ou dismenorreia) pode ser causada pelo desequilíbrio entre substâncias inflamatórias e anti-inflamatórias no organismo, por isso alguns alimentos são capazes de ajudar ou piorar os seus sintomas.

“Uma das explicações para a dor acontecer é que a camada interna do útero libera substâncias (prostaglandinas e leucotrienos) que provocam a contração uterina, no final do ciclo menstrual, quando se desfaz e é eliminada. E, assim como acontece com qualquer tipo de dor, se houver aumento de substâncias pró-inflamatórias, a cólica pode ser mais intensa”, explica a especialista. 

Logo, manter uma alimentação anti-inflamatória pode ajudar a diminuir as dores causadas pela cólica. 

QUAIS ALIMENTOS APOSTAR?

Para um efeito anti-inflamatório, a orientação da nutricionista é apostar em alimentos ricos em compostos bioativos, gorduras boas, vitaminas e minerais antioxidantes. Além de fibras, que auxiliam na manutenção de uma boa saúde intestinal, indispensável para o controle da inflamação.

“Existem nutrientes e compostos bioativos que podem modular a produção de prostaglandinas e reduzir a contração muscular – uma vez que as cólicas acontecem devido à contração uterina para expelir o endométrio, nutrientes que provocam relaxamento muscular podem diminuir a dor”, acrescenta.

O QUE ESSES ALIMENTOS TÊM QUE REDUZEM OS SINTOMAS DA CÓLICA?

Juliana Gropp listou dez alimentos que ajudam na cólica, que apresentaremos em breve. Antes, ela explica o que esses alimentos têm em suas composições para serem bons aliados na redução das dores. 

1

Cálcio e Magnésio

Esses são minerais envolvidos na contração muscular. “O cálcio regula a capacidade das células musculares de responderem a estímulos nervosos. Níveis baixos de cálcio podem levar a espasmos e contrações da musculatura, inclusive uterina”, explica a nutricionista.

O magnésio também já foi estudado no tratamento da dismenorreia e se mostrou eficaz, como mostra este estudo. “Este efeito positivo possivelmente se deve à inibição da contração muscular, porque ele é um excelente relaxante”, complementa.

2

Polifenóis

Os polifenóis são compostos encontrados em alimentos de origem vegetal que possuem ação antioxidante. “Alguns flavonoides, como a diosmina e a hesperidina, são capazes de inibir a produção de prostaglandinas, que sinalizam dor.”

3

Ácidos graxos Ômega-3

De acordo com a nutricionista, esses são nutrientes amplamente estudados no tratamento da dor, porque modulam prostaglandinas e são precursores de substâncias chamadas resolvinas, que reparam tecidos e controlam a inflamação. 

“Além disso, a nossa alimentação costuma ser muito rica em ácidos graxos ômega 6 (gordura presente em óleos vegetais, industrializados e carne vermelha). Quando há mais ômega 6 do que ômega 3 no organismo, a produção de substâncias pró-inflamatórias é maior. Isso explica a necessidade de manter o consumo adequado de ômega 3”, acrescenta Juliana.

OS EFEITOS DESSES ALIMENTOS É IMEDIATO?

Segundo Juliana, o ideal é que a alimentação anti-inflamatória faça parte da rotina de toda a mulher. Ela explica: ”Se a inflamação do corpo estiver sendo minimizada com a ajuda dos alimentos ao longo do mês todo, haverá menos produção de citocinas pró-inflamatórias no corpo, menos estresse oxidativo e, certamente, a intensidade das dores será menor”. 

E esse cuidado com a alimentação deve ser priorizado na semana que antecede a menstruação, para suprir o corpo com nutrientes e compostos que vão ajudá-lo a lidar com a inflamação.

10 ALIMENTOS QUE ALIVIAM AS CÓLICAS MENSTRUAIS

<span class=“hidden”>–</span>Jacqueline Howell/Pexels

1. Verduras escuras

Alimentos como espinafre, escarola, mostarda, couve e kale são excelentes fontes de magnésio. 

Para ter uma ideia, uma xícara de espinafre fornece cerca de 8% das necessidades diárias de magnésio. “Essas folhas são fáceis de se preparar, pois ficam prontas bem rapidinho. Podem ser refogadas com outros legumes ou até incorporada em uma omelete ou torta”, comenta.

2. Sementes de abóbora

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Uma das melhores fontes de magnésio da natureza: meia xícara contém 41% das recomendações diárias deste mineral. “Fica deliciosa como aperitivo, salpicada na salada ou na sopa”, afirma Juliana. 

Dica: prefira a semente sem sal.

<span class=“hidden”>–</span>Pixabay/Pexels

3. Chocolate amargo

Mais um alimento que fornece uma boa quantidade de magnésio. E tem mais: o cacau é rico em antioxidantes. 

“Você pode procurar boas marcas de chocolates, com a maior concentração de cacau possível ( acima de 70%) e sem emulsificantes ou aromatizantes em sua composição. Ainda pode usar o cacau em receitas, como panqueca ou bolo de banana sem açúcar”, sugere. 

<span class=“hidden”>–</span>Pixabay/Pexels

4. Frutas cítricas

São fontes de hesperidina, diosmina e outros flavonoides com efeito anti-inflamatório, além da vitamina C, um importante antioxidante. 

“É mais interessante comer a fruta toda, como laranja ou tangerina, mas você também pode consumir o suco do limão ou utilizá-lo como tempero”, aponta Juliana.

<span class=“hidden”>–</span>Malidate Van/Pexels

5. Peixes

Para garantir uma boa ingestão de ômega 3, procure incluir mais peixes ricos nestes ácidos graxos, como salmão, sardinha, arenque e atum. “Prefira peixes frescos e mantenha seu consumo pelo menos duas vezes por semana”, orienta.

6. Gengibre

O gengibre é anti-inflamatório muito potente e possui efeito analgésico, graças ao seu composto chamado gingerol. 

“Ele pode ser incorporado à dieta na forma de chá, como um ingrediente de suco verde (misturado às folhas escuras e frutas cítricas) e fica muito refrescante quando adicionado à água de coco geladinha”, afirma a nutricionista.

<span class=“hidden”>–</span>Karl Solano/Pexels

7. Açafrão da terra (cúrcuma)

“A curcumina presente nesta raiz alaranjada é uma das substâncias mais estudadas para reduzir inflamação e dor”, comenta Juliana. 

O açafrão em pó pode ser adicionado ao arroz, aos vegetais refogados e ao frango e peixe. “Ele também pode ser a base de um leite preparado com especiarias (gengibre, cúrcuma, canela, cardamomo) chamado Golden Milk, que pode ser bastante reconfortante para os dias de cólica”, aconselha a nutricionista.

8. Semente de chia

Estas sementes são fontes importantes de ômega 3 de origem vegetal. Elas podem ser misturadas a bebidas, a diversos tipos de preparações e salpicadas em frutas. 

No mais, por serem muito ricas em fibras, elas também vão ajudar a melhorar a constipação intestinal que pode ocorrer no período pré-menstrual e piorar os sintomas de dor.

9. Tofu

É uma boa fonte de cálcio de origem vegetal e com alta concentração de proteínas. Pode ser preparado mexido com especiarias, grelhado com molho de gengibre ou assado com legumes. 

“Prefira tofu e outros produtos de soja que sejam orgânicos, pois este grão é frequentemente contaminado com muitos agrotóxicos”, alerta Juliana.

<span class=“hidden”>–</span>Micheile dot com/Unsplash/Reprodução

10. Iogurte

Este alimento pode ajudar a aliviar as cólicas por ser rico em cálcio. 

“Vale a pena optar pelo iogurte natural que não possui aditivos alimentares e misturá-lo com frutas, sementes de chia e cereais, que aumentarão sua ingestão de antioxidantes e fibras. Também pode ser utilizado como molho para saladas”, sugere Juliana.

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Como aumentar a libido e reacender a paixão sexual

Todo mundo sabe que a pandemia de coronavírus mexeu com o nosso desejo sexual – afinal, o medo e o estresse definitivamente tomaram a frente de boa parte das relações interpessoais. No entanto, ficar com a libido em baixa não é saudável, afinal, o sexo faz parte da vida. Por isso, investigamos, com a ajuda do urologista Dr. Eduardo Leze, como podemos melhorar a libido e retomar o desejo sexual.

O DESEJO SEXUAL É IGUAL PARA TODOS? 

Acredite se quiser: é sim! Segundo uma pesquisa recente desenvolvida pela Datafolha em parceria com a Omens, não existe tanta diferença assim no desejo sexual de homens e mulheres: 79% dos entrevistados desejam ter, pelo menos, uma noite de sexo por semana. Mesmo quando aumentamos a frequência para duas vezes na semana, os números não divergem muito: 27% para as mulheres e 28% para os homens – e o mesmo acontece com três relações sexuais semanais, que são o desejo de 39% das mulheres e 36% dos homens.

“Há pessoas que não ligam muito, outras querem mais. Não há nada de errado nessa diferença, mas, em um contexto pessoal, se houve queda no interesse precisamos avaliar fatores psicológicos, hormonais e metabólicos”, explica o especialista.

Assim como citamos no começo deste texto, o estresse e a ansiedade, tal qual outras doenças mentais, como a depressão, podem interferir diretamente no desejo sexual de alguém. O desgaste, tanto físico como emocional, pode diminuir a vontade de transar tanto quanto uma alimentação ruim e o sedentarismo. Até mesmo a forma como alguém percebe o mundo que o cerca pode ter um efeito negativo na sua libido.

“A concepção psicológica do que excita homens e mulheres têm diferenças, mas no âmbito fisiológico pode ser pelo mesmo motivo: saúde e taxas hormonais”, continua o profissional. “Além disso, o estresse e o cansaço também podem prejudicar o desempenho sexual. Eles ativam o sistema nervoso simpático, que descarrega adrenalina e cortisol, hormônios ligados à luta e sobrevivência. A ereção pede o oposto: a ativação do sistema nervoso parassimpático, que está ligado ao relaxamento e o bem-estar.”

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AFINAL, O QUE FEZ A MINHA LIBIDO CAIR?

Essa é uma pergunta complexa que, infelizmente, não tem uma única resposta. Como o desejo sexual pode sofrer com a interferência de uma série de outros fatores, muitas vezes é difícil identificar de bate-pronto o que, exatamente, está causando essa mudança comportamental.

“É preciso uma longa consulta para a pessoa conseguir dar essa informação sem vieses. Os exames ajudam a identificar o problema. Mas ainda há médicos muito presos somente nos exames, sem se atentarem às queixas”, reflete.

Essa investigação, aliás, não deve parar no âmbito individual, mas partir também para uma avaliação do casal. Afinal, a queda na libido é um fator particular, mas, para o sexo acontecer, são preciso duas pessoas. Rever a relação, compreender o que mudou nessa dinâmica e o que, de fato, está gerando ruído nesse relacionamento pode ser essencial para o processo de recuperação da libido. “A mente prega peças. Cabe a nós solucionarmos esse quebra-cabeça”, diz Eduardo.

COMO RECUPERAR A LIBIDO? 

Com tudo isso em mente, vamos considerar alguns fatores levantados pelo médico como ponto de partida para recuperar a libido. No entanto, mais do que seguir as dicas abaixo, é essencial contar com ajuda e avaliação especializada, principalmente se as causas são, aparentemente, de fundo emocional. Buscar ajuda com um profissional de saúde mental pode ser a chave para retomar a libido e uma vida sexual saudável.

  • Coma bem: uma alimentação saudável e equilibrada colabora para uma libido em alta.
  • Exercite-se: manter uma rotina de exercícios físicos trabalha a saúde mental, aumenta a energia e ainda melhora a liberação de hormônios de bem-estar.
  • Converse: se a queda na libido aconteceu em relação a um parceiro ou parceira, nada melhor do que uma boa conversa para entender o que está gerando essa falta de desejo.
  • Saia da rotina: experimentar coisas diferentes na cama, seja uma nova postura sexual ou um acessório, ajuda a reacender a chama e retomar o desejo.
  • Faça um check-up: desde que recomendado pelo médico, claro. Mas, muitas vezes, o desejo sexual pode ter motivações biológicas que precisam de investigação e tratamento adequado.
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3 opções caseiras para clarear a virilha naturalmente

A pele da região da virilha pode escurecer por diversos motivos, como o atrito entre as pernas, o uso de roupas muito apertadas e a utilização de lâminas para a depilação. 

A boa notícia é que existem diversas opções caseiras para clarear a virilha de forma natural, como esfoliantes e cremes com ingredientes naturais. Conheça 3 delas:

1. Hidratante de argila branca e camomila

Chá de camomila
O chá gelado de camomila pode ser usado para ajudar a clarear a virilha

Este hidratante é uma das melhores opções para clarear a virilha naturalmente. Afinal, a argila branca mantém a qualidade da pele, clareia regiões escurecidas e tem ação cicatrizante. Além disso, ela acalma as inflamações e facilita a respiração da região.

Já a camomila possui um efeito calmante e hidratante para a pele em geral. Ela suaviza inchaços, vermelhidão e manchas causadas pelo sol. O seu efeito clareador, tanto da pele quanto do cabelo é bastante conhecido. 

Assim, em conjunto, a argila branca e a camomila proporcionam uma hidratação profunda e o clareamento da virilha.

Como fazer

É bem simples preparar o hidratante:

  • Comece separando 3 colheres de argila branca e 1 xícara de chá de camomila gelado.
  • Em seguida, mexa bem, até resultar numa mistura homogênea.
  • Então, aplique o creme diretamente na região da virilha e deixe que ele agir por 20 minutos. 

Ao contrário da maioria dos hidratantes, ele precisa de enxágue. Portanto, retire-o com água fria, enquanto realiza uma massagem na região. Repita o processo 1 vez por semana. 

2. Máscara de amido de milho

Esta talvez seja a forma de clarear a virilha mais simples de preparar, pois a receita pede ingredientes que costumam estar disponíveis na cozinha. Você precisará apenas de 1 colher de sopa de amido de milho, ½ xícara de leite e 1 colher de mel.

Além dos benefícios do leite em termos de nutrição, o alimento também tem a sua utilidade ao ser aplicado na pele e nos cabelos. Por exemplo, ele pode auxiliar na hidratação e manutenção da pele, proporcionando uma estética mais jovem para a região da virilha. Sem contar as suas propriedades de limpeza intensa. Acredita-se que o leite pode ajudar a clarear a pele e os fios de cabelo.

O mel é outro alimento que contribui com a saúde e estética da pele. Ele é um antibacteriano natural e, por isso, realiza uma limpeza profunda. O ingrediente hidrata a pele, auxilia a reduzir os sinais do envelhecimento precoce e possui ação cicatrizante. 

Mas, o principal item da máscara é o amido de milho, que não deixa a desejar. Ele melhora a saúde da pele, combate irritações, possui efeito clareador e ajuda a aliviar queimaduras causadas pelo sol, assaduras e picadas de inseto.

Como fazer

Siga os passos abaixo para fazer sua máscara de amido de milho:

  • Para preparar a máscara, misture todos os ingredientes em um recipiente.
  • Em seguida, aqueça-os na panela até atingir o ponto de um mingau.
  • Então, espere a máscara esfriar, e aplique diretamente na região da virilha.
  • Por fim, deixe agir por 20 minutos e enxágue com água morna. Após retirar, aplique um creme hidratante na região para potencializar ainda mais o resultado.

A recomendação é aplicar a mistura na virilha 2 vezes por semana.

3. Esfoliante de aveia e óleo de coco

O esfoliante limpa a pele profundamente e elimina as células mortas acumuladas, que também podem ser a causa do escurecimento da virilha. Além disso, ele estimula a renovação celular, o que traz uma aparência mais jovem para a região.

Ele também hidrata profundamente a pele, protegendo-a de fatores externos. Dessa forma, você ajuda a prevenir o retorno do problema. 

Os benefícios do óleo de coco para a pele e cabelos não são novidade. O ingrediente mantém a hidratação natural da derme e possui ação antioxidante para combater os radicais livres

Isso significa que ele ajuda a manter a região da virilha muito mais protegida, além de prevenir o seu envelhecimento precoce, preservando sua textura macia por muito mais tempo.

Como fazer

Para preparar o esfoliante, você precisará de 2 colheres de sopa de aveia em flocos e 1 colher de sopa de óleo de coco. Mexa os ingredientes até obter uma mistura homogênea. 

Aplique diretamente na virilha. Não é necessário deixar a mistura fazendo efeito na pele por muito tempo, afinal, é um esfoliante.

Então, retire a mistura, de preferência com água morna, enquanto realiza uma massagem na região. Seque com uma toalha limpa, pois a umidade na região pode facilitar a proliferação de fungos. Repita o processo 3 vezes por semana.

Como evitar o escurecimento da virilha?

Lâmina de depilação
O uso de lâminas não é indicado para a depilação da virilha

Para prevenir o escurecimento da virilha, evite roupas muito justas, pois elas podem irritar a região e gerar mais atrito entre as pernas. Sendo assim, escolha roupas mais leves e abertas, como saias e vestidos. A calça jeans não deve ser usada todos os dias porque a região íntima precisa de uma boa ventilação para manter a sua saúde.

No lugar das lâminas de depilação, prefira a depilação a laser ou outros métodos menos prejudiciais. Saiba mais sobre os diferentes tipos de depilação e fique atento às suas vantagens e desvantagens.

Ao mesmo tempo, é essencial manter uma alimentação saudável, pois os alimentos consumidos também podem afetar diretamente o escurecimento da virilha. Por último, mas não menos importante, realize consultas frequentes com o seu dermatologista.

Fontes e referências adicionais

Você já conhecia esses métodos para clarear a virilha naturalmente? Qual deles pretende testar? Comente abaixo!

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4 doenças autoimunes: principais sintomas e tratamento

A doença autoimune ocorre quando o sistema imunológico gera uma resposta contra o próprio organismo, atacando as próprias células por engano. 

Existem mais de 80 tipos de doenças autoimunes e geralmente, elas são crônicas, mas é possível controlá-las com o tratamento apropriado. 

Conheça 4 das principais doenças autoimunes, saiba quais podem ser os seus sintomas e qual tratamento costuma ser indicado

1. Esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença neurológica que ocorre devido à destruição da bainha de mielina, uma capa de tecido adiposo responsável pela proteção de suas células nervosas, o que compromete os impulsos nervosos. A doença afeta jovens e adultos, mas é mais frequente nas mulheres. 

Sintomas 

  • Dor na movimentação ocular
  • Perda da visão
  • Perda da sensibilidade em determinadas áreas do corpo
  • Falta de coordenação motora
  • Fraqueza muscular
  • Dificuldade para andar
  • Perda de memória

Em suma, nessa doença autoimune, ocorre a perda de capacidades físicas e cognitivas. Esses sintomas também são comuns a outras doenças neurológicas, o que torna um pouco trabalhoso chegar a um diagnóstico mais específico.

Tratamento 

A doença não tem cura, portanto, o tratamento da esclerose múltipla geralmente consiste no uso de medicamentos para aliviar os sintomas e evitar a progressão do problema. Isso porque quanto mais a doença progride, mais ela atrapalha a rotina do indivíduo, até que ele se torne incapaz de realizar algumas atividades simples do dia a dia.

Além disso, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicoterapia também são parte importante do tratamento da esclerose múltipla.

2. Vitiligo

Vitiligo
O vitiligo não tem cura

O vitiligo é uma doença autoimune caracterizada pela perda parcial de coloração da pele, devido a diminuição dos melanócitos, que são as células responsáveis pela melanina. Ela ocorre justamente quando o sistema imunológico ataca essas células.

A falta de pigmento pode afetar qualquer região do corpo. O tratamento é capaz de melhorar a aparência da pele, porém, a doença não tem cura.

Sintomas

O principal sintoma é o aparecimento de manchas brancas na pele, que inclusive podem aparecer no couro cabeludo e até mesmo nos lábios.

Tratamento 

Existem diversas opções de tratamento para o vitiligo, como cremes corporais, medicamentos, ou o tratamento a laser. Com os avanços da medicina, esses tratamentos vêm se tornando cada vez mais eficazes para o controle da doença.

Por exemplo, a fototerapia é um dos tratamentos mais efetivos para o disfarce das manchas corporais.

3. Vasculite

A vasculite é a inflamação dos vasos sanguíneos. Ela ocorre quando a parede dos vasos é atacada por células do sistema imunológico, causando o seu espessamento. Isso pode gerar a formação de aneurismas ou hemorragias.

Essa doença autoimune não tem cura, mas os tratamentos podem ajudar bastante no controle da vasculite.

Sintomas 

  • Dores musculares e articulares
  • Fadiga
  • Febre
  • Falta de ar
  • Inchaços nas articulações
  • Perda de peso
  • Irritação na pele
  • Convulsões
  • Manchas roxas na pele
  • Disfunção renal
  • Fezes com sangue
  • Ataques cardíacos
  • Dores abdominais

Tratamento

Algumas formas de vasculite podem melhorar por conta própria. Entretanto, no geral, o tratamento envolve o uso de medicamentos esteróides, corticoides ou imunossupressores.

Além disso, recomenda-se ficar em repouso com mais frequência e utilizar meias de compressão para o alívio dos sintomas da doença.

4. Lúpus eritematoso sistêmico

Perda de apetite
O lúpus eritematoso pode causar perda de apetite

O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune mais comum em pessoas jovens, pois normalmente ocorre devido a mutações genéticas que aparecem durante o desenvolvimento fetal. 

Ela surge quando as células de defesa do corpo atacam as células saudáveis, causando inflamações nas articulações, além de diversas outras partes do corpo.

Sintomas 

  • Dores nos músculos e no peito
  • Febre
  • Fadiga
  • Perda de apetite e perda significativa de peso
  • Secura na boca
  • Feridas na boca e no nariz
  • Manchas vermelhas. 

O paciente pode ter crises mais graves durante alguns períodos e depois melhorar. Assim, os sintomas podem variar periodicamente.

A doença ainda pode resultar em depressão, ansiedade, inchaços, falta de ar, dores de cabeça constantes, sangue na urina, sensibilidade na região dos olhos e queda de cabelo.

Tratamento

Normalmente, o tratamento consiste no uso de medicamentos como anti-inflamatórios, corticoides ou imunossupressores. No entanto, isso varia de acordo com cada caso.

Consulte um profissional da saúde para que ele te informe quais medidas você deve tomar caso desconfie que possa ter uma doença autoimune.

Como evitar as doenças autoimunes

Não existe uma forma de garantir que você não contraia alguma doença autoimune. Afinal, elas são causadas pelo próprio sistema imunológico quando ele ataca o nosso organismo.

No entanto, existem alguns hábitos que você pode incluir na sua rotina para diminuir as chances de doenças autoimunes, bem como outros problemas de saúde. Por exemplo:

  • Balancear os níveis de vitamina D no organismo. Exponha-se ao sol frequentemente, com os devidos cuidados, afinal, o excesso também pode ser prejudicial. Consuma mais alimentos ricos em vitamina D. A falta de vitamina D vem sendo relacionada ao desenvolvimento de tais doenças.
  • Pratique atividades físicas regularmente. As atividades físicas melhoram o funcionamento do seu sistema imunológico e a saúde do organismo em geral.
  • Mantenha uma alimentação equilibrada e consuma pouco sal. Uma dieta nutritiva é outro ponto fundamental para manter uma boa saúde.
  • Controle o peso. A obesidade atrai diversas doenças e problemas de saúde, assim como resulta no mau funcionamento do organismo.
  • Evite fumar. Estudos tem relacionado o tabagismo a uma maior chance de desenvolver certas doenças autoimunes, além de poder aumentar a gravidade da doença e ainda diminuir a eficácia dos tratamentos.
Fontes e referências adicionais

Você já conhecia alguma dessas doenças autoimunes? Conhece alguém que tem alguma delas? Comente abaixo!

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Coceira no corpo: 4 principais causas e o que fazer

De vez em quando é normal sentir coceira no corpo. Mas, quando elas se tornam recorrentes e passam a atrapalhar a rotina, é possível que exista um problema que exige maior cuidado e atenção.

O que se sabe é que a coceira pode ocorrer por diversas razões e para tratá-la corretamente é importante saber o que está provocando a coceira e qual é o nível de gravidade do problema.

Portanto, conheça 4 das principais causas de coceira no corpo e o que fazer quando cada uma delas surgir.

1. Dermatites

Dermatite
Diferentes tipos de dermatite podem causar coceira

A dermatite é uma doença inflamatória da pele que pode afetar áreas diversas do corpo. É comum em pessoas de qualquer idade e não é contagiosa. A sua origem pode ser genética ou autoimune e ela causa uma coceira intensa e constante. Existem diversos tipos de dermatite. Por exemplo:

Dermatite seborreica

Ela pode causar manchas vermelhas na pele, principalmente no couro cabeludo ou nas áreas oleosas do corpo, como rosto e costas. Além disso, a doença pode gerar descamação e caspa.

Tratamento 

Como a doença atinge bastante o couro cabeludo, existem alguns xampus específicos para o tratamento. Outras opções são os cremes e loções medicinais.

Psoríase 

Trata-se de uma doença crônica que provoca inflamação e faz com que células da camada mais superficial da pele se acumulem, formando manchas vermelhas e secas que causam a coceira. 

Entre os sintomas mais comuns está a irritação na pele, podendo afetar até mesmo a região das unhas, além das articulações.

Tratamento 

O intuito do tratamento é evitar que as células da pele cresçam de forma acelerada. Normalmente, usa-se pomadas, medicamentos e terapia de luz.

Dermatite herpetiforme 

É uma erupção cutânea recorrente, que causa coceira intensa, formada por caroços ou por bolhas que podem surgir em qualquer região do corpo, principalmente joelhos e couro cabeludo. 

Apesar da causa exata não ser conhecida, é mais comum que ela ocorra devido a fatores como genética, sensibilidade ao glúten e doenças autoimunes.

Tratamento 

Geralmente, o tratamento é realizado com medicamentos antibióticos, pomadas, e uma dieta equilibrada e livre de glúten.

Outros tipos de dermatite

Existem ainda outras dermatites, como a atópica, de contato, ou dermatite por mariposa. Aproveite para conhecer mais sobre os tipos de dermatite e como tratar.

O que fazer? 

A recomendação é consultar-se regularmente com o dermatologista, para que ele possa diagnosticar qual tipo de dermatite você tem e iniciar o tratamento ideal para o seu caso.

2. Alergias

As alergias causam coceiras intensas, além de outros sintomas como feridas ou bolhas na pele. Elas podem se manifestar em qualquer região do corpo e possuem diversas causas. Por exemplo:

  • Mudanças drásticas de clima
  • Alimentos
  • Mofo
  • Poeira
  • Picada de inseto
  • Produtos para pele ou cabelo
  • Produtos de limpeza
  • Animais
  • Medicamentos

Uma pessoa alérgica normalmente já reconhece quando a coceira é fruto do problema. No entanto, caso não saiba exatamente o que está causando a alergia e, consequentemente, a coceira no corpo, o ideal é buscar ajuda médica.

Afinal, é possível que alergias novas surjam sem que tenhamos conhecimento sobre elas. Até porque elas podem iniciar tanto na infância, quanto na idade adulta.

Mas, mesmo para quem já conhece as suas alergias é importante consultar um dermatologista, principalmente se o sintoma se tornar recorrente e os episódios de coceira no corpo se tornarem cada vez mais graves e intensos.

O que fazer

Em casos de alergia, deve-se evitar aquilo que você já sabe que pode te causar o problema.Além disso, para aliviar os sintomas, recomenda-se tomar um antialérgico, evitar tomar banhos em temperaturas extremas e trocar os seus produtos de rotina por versões hipoalergênicas. 

3. Pele ressecada

Pele seca
A coceira também pode ter relação com a secura da pele

As pessoas que têm pele seca ou extra seca possuem uma tendência maior a passar pelo problema da coceira no corpo.

A pele ressecada pode ser fruto de mudanças climáticas, frio ou calor intensos, banhos muito longos e, principalmente, do uso excessivo de sabonetes. Além disso, o ressecamento se torna mais comum com o passar dos anos, pois o corpo não produz mais oleosidade na mesma intensidade.

Outra causa do ressecamento da pele é a gravidez, já que ocorrem alterações hormonais durante a gestação. Mas, caso a coceira se torne recorrente e você ainda não tenha encontrado a causa para o ressecamento da pele, consulte um dermatologista para verificar se ela não tem relação com outros problemas.

Uma pele ressecada pode causar coceiras constantes, vermelhidão, ardência, entre outros sintomas. Afinal, ela é mais vulnerável devido ao enfraquecimento da sua barreira de proteção.

O que fazer 

Evite tomar banho mais de uma vez por dia e tome banhos mais curtos, em temperatura ambiente, de preferência. Invista em produtos hipoalergênicos, principalmente aqueles que você utiliza diariamente. 

Outra recomendação é passar hidratantes na pele com frequência. Existem diversas receitas caseiras de hidratantes corporais, compostas apenas por ingredientes naturais.

4. COVID-19

Os sintomas da COVID-19 podem variar de acordo com cada pessoa. Em alguns casos, a doença inclusive causa lesões na pele que resultam em coceiras intensas e que podem aparecer em qualquer parte do corpo.

Elas não costumam durar mais do que 2 semanas. Portanto, caso a duração supere esse período, é possível que não seja COVID-19, mas algum outro problema ou infecção.

O que fazer 

Vale a pena continuar a tomar os cuidados já conhecidos para diminuir as chances de contaminação pelo novo coronavírus, como usar máscaras (especialmente em lugares fechados) e evitar aglomerações.

Caso desconfie que pegou a doença, realize um teste para a COVID-19 e consulte um médico. Ele poderá te receitar medicamentos apropriados para tratar o problema apresentado. Isso vai depender de cada caso.

Fontes e referências adicionais

Você já conhecia essas causas de coceira no corpo? Já teve algum desses problemas? Comente abaixo!

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