Receita de pão de ló diet

Nada como um bolo bem gostoso para deixar a comemoração de alguma ocasião especial ainda mais marcante. Melhor ainda se der para saborear o bolo sem a culpa de abusar demais do açúcar

A boa notícia é que é possível encontrar massas de bolo que não levam adição de açúcar. Por exemplo, você vai conhecer e aprender como preparar uma massa de pão de ló diet.

No lugar do açúcar, a receita utiliza o adoçante xilitol. Além dele, você vai precisar de ingredientes básicos como farinha de trigo integral, óleo, fermento e ovos para finalizar a massa do seu bolo.

Entretanto, é importante que os ovos usados na receita sejam de boa qualidade e estejam em temperatura ambiente.

Agora que já sabemos disso tudo, o que acha de testar o pão de ló diet? Portanto, confira a lista de ingredientes em detalhes e aprenda o passo a passo logo abaixo:

Pão de ló

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Pão de ló diet

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Uma deliciosa massa de bolo diet. Para quem não quer abusar do açúcar!
Course Sobremesa
Diet Pouca Lactose, Vegetariana
Keyword pão de ló, pão de ló diet
Prato Bolos e Tortas Doces
Dieta Sem Açúcar (Diet), Sem Lactose, Vegetarianas
Refeição Doces e Sobremesas
Prep Time 10 minutes
Cook Time 50 minutes
Total Time 1 hour
Porções 12
Calorias 102kcal

Equipment

  • Batedeira
  • Fuê (batedor de claras)
  • Forma redonda com aro de 20 cm de diâmetro
  • Papel-manteiga

Ingredients

  • 200 gramas farinha de trigo integral ou farinha de trigo branca
  • 1 xícara xilitol ou adoçante em pó culinário forno e fogão
  • 6 ovos de boa qualidade em temperatura ambiente
  • 1 colher de sopa óleo de milho
  • 1 colher de sopa fermento químico (15 gramas)
  • manteiga para untar

Instructions

  • Bata apenas os ovos na batedeira em velocidade máxima até formar uma massinha consistente.
  • Mude para a velocidade mínima e acrescente o adoçante aos poucos. Feito isso, bata na velocidade máxima até a mistura dobrar de volume.
  • Adicione o óleo e volte a bater a mistura na velocidade máxima.
  • Peneire a farinha e misture com o fermento. Retire a tigela da batedeira e adicione a mistura de farinha com fermento aos poucos na massa, mexendo com o fuê após cada adição.
  • Mas atenção: mexa bem devagar para não tirar o ar da massa, indo até o fundo da tigela e voltando para espalhar bem a farinha de trigo na massa.
  • Unte uma forma redonda (com aro de 20cm diâmetro) com manteiga e cubra o fundo com papel-manteiga. Transfira a massa para a forma, com o auxílio de uma espátula.
  • Leve ao forno ainda frio, ligue em 180º C e deixe o bolo assar.

Notes

  • Não recomenda-se preaquecer o forno antes de assar a massa do pão de ló diet. A orientação é colocar a massa no forno frio e só então ligar o forno.
  • Cheque na embalagem do seu adoçante em pó culinário de forno e fogão a proporção de açúcar para adoçante que você deve adotar. Isto é: qual quantidade de adoçante usar no lugar do açúcar. Por exemplo:
  • Xilitol Linea: 1 xícara de açúcar = 1 xícara de xilitol
  • Linea Sucralose (proporção para receitas): 1 xícara de açúcar = 15 g (3 colheres de sopa) do adoçante
  • Frutose Lowçucar – 1 xícara de açúcar = ½  xícara de frutose
  • Lowçucar com Stevia – 1 xícara de açúcar = 1 xícara de adoçante
  • FINN Culinário – 1 xícara de açúcar = 10 dosadores de adoçante.
  • O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme o tamanho em que você fatiar os pedaços do bolo.

Nutrition

Calorias: 102kcal | Carboidratos: 13g | Proteína: 5g | Gordura Total: 4g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 2g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 83mg | Sódio: 140mg | Potássio: 91mg | Fibras: 2g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 131IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 1mcg | Vitamina D: 1mcg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 1mcg | Cálcio: 77mg | Cobre: 1mg | Folato: 18mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 26mg | Fósforo: 125mg | Selênio: 17mcg | Zinco: 1mg | Colina: 70mg

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Quanto tempo dura a refeição caseira na geladeira?

Nada de guardar comida na geladeira e ficar pedindo delivery até esquecer do que você tinha preparado, ok?! É importante ficar de olho na validade dos alimentos. 

De acordo com a nutricionista Juliana Gropp, se for um alimento industrializado, a orientação é seguir a data de validade indicada no rótulo.

Se for um alimento preparado em casa, até 3 ou 4 dias.

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Como se proteger contra gripes e resfriados este ano?

Existe um motivo para as campanhas de vacinação contra a gripe acontecerem nos períodos de outono e inverno: é nessa época do ano em que aumenta a incidência dessa doença. Pensando nisso, conversamos com o Dr. Emersom Mesquita, infectologista e gerente médico de vacinas da GSK, para entender como podemos cuidar da saúde e evitar gripes e resfriados nessa época do ano. 

POR QUE FICAMOS MAIS GRIPADOS E RESFRIADOS NO INVERNO?

“Com a queda da temperatura, as pessoas se aglomeram mais em ambientes fechados e isso facilita a transmissão de doenças infecciosas”, explica o infectologista. 

Você se lembra como, exatamente, acontece essa transmissão? Assim como para o coronavírus, a transmissão do vírus Influenza, causador da gripe, acontece por meio de gotículas expelidas quando a pessoa infectada fala, tosse ou espirra. Além disso, também é possível contrai-lo pelo contato com superfícies contaminadas com o vírus. 

Voltando ao primeiro parágrafo deste texto, é aí que entra a importância da vacinação. Ela é a principal forma de prevenção contra a gripe e suas complicações – por isso, se possível, não esqueça de ir até o posto de saúde mais próximo ou à clínica particular do seu bairro para tomar a sua dose anual! 

POR QUE TOMAR A VACINA CONTRA A GRIPE? 

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Assim como descobrimos com o coronavírus recentemente, o vírus Influenza, causador da gripe, sofre pequenas alterações durante o processo de multiplicação. “Na prática, essas modificações são uma forma de escapar à resposta imunológica gerada com a vacinação. Por este motivo, a Organização Mundial da Saúde emite todos os anos recomendações para a composição das vacinas contra a gripe”, diz o Dr. Emersom. 

O objetivo é atualizar a composição dos imunizantes para acompanhar as modificações do vírus. Por isso, a vacinação precisa ser renovada anualmente, o que também colabora para que o organismo construa uma concentração de anticorpos ideal para manter o corpo protegido.  

Ah, e fica o aviso: se você tomou a vacina anti-gripal no final de 2021 precisa tomá-la novamente em 2022 – afinal, os imunizantes já passaram por essa atualização e oferecem uma nova formulação. Fora isso, a gripe pode acometer qualquer pessoa o ano inteiro, mas ela funciona, principalmente, como uma doença sazonal, com casos concentrados, em sua maioria, no inverno. 

“Por isso, recomendamos idealmente a vacinação antes do início deste período, permitindo tempo ao organismo para montar uma resposta robusta de anticorpos contra a doença”, explica. 

OUTRAS FORMAS DE PREVENÇÃO CONTRA GRIPES E RESFRIADOS

Mas não para por aí, podemos ainda fazer uso de outras medidas para nos protegermos contra essas infecções virais: “Além da vacinação, outras formas de prevenção incluem ter bons hábitos de saúde, evitar ambientes fechados e aglomerações, e cobrir a boca ao tossir ou espirrar”, continua o  profissional. 

Em resumo, veja como você pode adaptar os seus hábitos de vida e de saúde para evitar gripes e resfriados: 

  • Mantenha uma alimentação equilibrada
  • Continue com uma rotina de exercícios físicos
  • Lave as mãos sempre que possível
  • Evite tocar olhos, boca e nariz sem antes fazer a higienização adequada das mãos
  • Sempre que possível, abra janelas e portas para arejar o ambiente
  • Na dúvida, use a máscara de proteção
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Linfonodos aumentados: o que são e quando podem ser câncer

A linfadenopatia, ou linfonodos aumentados, é quando há um aumento palpável dos linfonodos, que ficam com mais de 1 cm. 

Os linfonodos são pequenos órgãos com formato de feijão, responsáveis por filtrar a linfa, como um mecanismo de defesa do corpo contra infecções e câncer. 

Veja o que significa linfonodos aumentados e quando podem ser um câncer.

O que são linfonodos aumentados?

linfonodos
Os linfonodos estão presentes no corpo todo

Os linfonodos estão presentes no corpo todo, alguns são mais superficiais, enquanto outros são mais profundos e ficam entre os pulmões e ao redor do intestino. Os grupos de linfonodos mais superficiais estão concentrados no pescoço, nas axilas e na virilha. Uma pessoa tem entre 500 a 600 linfonodos espalhados pelo corpo. 

Quando os linfonodos de apenas uma região ficam aumentados, a linfadenopatia é dita localizada. Quando o inchaço dos linfonodos atinge mais de duas áreas do corpo, trata-se de uma linfadenopatia generalizada

Células cancerosas, microrganismos causadores de doenças e substâncias alérgicas entram nos vasos linfáticos e passam a compor o líquido linfático ou linfa, um líquido transparente, que recebe todos os produtos do metabolismo das células. 

Os linfonodos são os locais onde o líquido linfático passa para ser filtrado, para ficar livre de qualquer substância danosa, antes de voltar com sais minerais e proteínas para a circulação sanguínea. 

Quando as células de defesa, que estão nos linfonodos, encontram corpos estranhos, como um vírus, uma bactéria ou uma célula cancerosa, elas ativam a resposta imunológica, recrutando mais células de defesa para combater o invasor. Essa proliferação de células deixa os linfonodos aumentados

Causas comuns de linfonodos aumentados

Os linfonodos estão diretamente associados com o nosso sistema imunológico, então várias doenças e cânceres podem causar o aumento dos linfonodos:

  • Idiopática e autolimitada: quando os linfonodos estão aumentados, mas a causa não é identificada. Apesar da não identificação, ela é autolimitada, ou seja, se resolve naturalmente em um curto espaço de tempo. 
  • Infecções do trato respiratório superior: rinite e sinusite, resfriado, gripe, faringite e laringite. 
  • Infecções dos tecidos moles: vasos sanguíneos, vasos linfáticos, músculos, tecido adiposo, tendões, nervos e tecidos sinoviais. 
  • Câncer
  • Infecção pelo HIV
  • Tuberculose

A maioria dos casos de linfonodos aumentados ocorrem por infecções locais e doenças benignas, e poucos casos representam um tumor maligno, ou câncer. 

Algumas pessoas conhecem o problema de linfonodos aumentados como “íngua” e se referem, na maior parte dos casos, às ínguas que surgem no pescoço

Linfonodo
Um dos locais mais comuns de te ter linfonodos aumentados é o pescoço

Esses linfonodos costumam ficar inchados quando há uma infecção nas vias aéreas, garganta inflamada ou quando um dente está inflamado. Isso porque, os linfonodos mais próximos do local do problema são responsáveis por combater a causa, como se fosse uma medida de contenção, para impedir que o problema se espalhe. 

Outro exemplo, em casos de infecção urinária e doenças sexualmente transmissíveis, é comum que os linfonodos da virilha fiquem aumentados. 

Feridas e infecções na pele, por causa de cortes, pelos encravados, arranhões de animais, furúnculos podem deixar os linfonodos das axilasaumentados. 

Células cancerosas de um tumor já existente podem se alojar nos linfonodos e começar a crescer ali, o que configura um processo originado de uma metástase. Ou então, uma mutação genética pode ocorrer nos linfócitos e levar ao desenvolvimento de linfoma, o câncer do sistema linfático.

A metástase ocorre quando uma célula cancerosa se solta do tumor de origem e atinge a linfa, chegando aos linfonodos. Se a célula cancerosa acessar a corrente sanguínea, ela pode se instalar em outro órgão e ali iniciar um tumor secundário. 

Tratamento dos linfonodos aumentados

O tratamento dos linfonodos aumentados é direcionado à causa. Por exemplo, se a causa é uma infecção bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos apropriados àquela infecção. 

Quando a causa é uma escoriação na pele ou uma infecção viral, nenhum tratamento é necessário, pois o problema se resolve naturalmente. 

Se os linfonodos aumentados não se resolverem em, no máximo, 4 semanas, é necessário avaliar o problema com uma biópsia. 

Sinais e sintomas de alerta

Linfonodo
O ideal é que você procure ajuda médica para avaliação e diagnóstico

Ter linfonodos aumentados, em geral, não é um caso de emergência médica. Mas, existem alguns sinais e sintomas que sinalizam a necessidade de procurar ajuda médica, para uma avaliação do caso: 

  • Linfonodos muito aumentados, com mais de 2,5 cm, palpáveis ou perceptíveis na pele. 
  • Linfonodos que expelem pus
  • Linfonodos endurecidos
  • Febre 
  • Perda de peso não intencional
  • Sinais de infecção: sensibilidade, rubor e calor. 

Nesses casos, podem ser necessários alguns exames e testes para tentar descobrir a causa dos linfonodos aumentados e tratar. 

Quando os linfonodos aumentados podem ser câncer

Os sinais e sintomas que podem indicar que os linfonodos estão aumentados por causa de um câncer são:

  • Linfonodos endurecidos
  • Linfonodos muito aumentados
  • Linfonodos sem mobilidade, quando empurrados
  • Linfonodos com superfície irregular
  • Ausência de dor ao tocar nos linfonodos aumentados
  • Febre noturna e suor
  • Duração superior a 4 semanas

Quando há suspeita de câncer ou linfoma, o médico ou médica faz uma biópsia por agulha do linfonodo aumentado.

Se a linfadenopatia for generalizada, quando mais de dois linfonodos estão aumentados, e não se curarem em 3 a 4 semanas, também é feita uma biópsia, para investigação de câncer. 

Na presença de um tumor, é feita uma cirurgia para a sua retirada, juntamente com os linfonodos próximos. Em alguns casos, muitos linfonodos precisam ser removidos.

Quando o câncer está muito espalhado para linfonodos distantes do tumor de origem, as chances de recidiva após a cirurgia são maiores, por isso o tratamento pode ser complementado com quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou terapia alvo. 

Fontes e referências adicionais

Você já conhecia esses pequenos órgãos chamados linfonodos? Em que situação você observou que os seus linfonodos ficaram ou ficam aumentados? Comente abaixo!

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Receita de almôndega de lentilha light

A lentilha é um alimento nutritivo que pode aparecer de diferentes maneiras na dieta. Por exemplo, você pode cozinhar a leguminosa, fazer uma pasta de lentilha para comer com torradas ou uma sopa de lentilha para um dia frio. 

Outra opção deliciosa é usar o alimento para fazer uma almôndega vegetariana. Na receita que vamos conhecer, a leguminosa ganha a companhia da cenoura, da cebola e de temperos como salsinha, pimenta-do-reino e páprica defumada.

Sem farinha de trigo em sua lista de ingredientes, a preparação pede trigo sarraceno, farinha de linhaça dourada e farinha de lentilha para ajudar a modelar as bolinhas.

Mais do que uma opção para quem não come carne, o prato também é uma forma diferente e saborosa de usar a lentilha na dieta. Especialmente para quem normalmente não vai muito com a cara do alimento.

Aprenda a fazer almôndega de lentilha light com o passo a passo a seguir, corra até a cozinha para colocar a mão na massa e prove como ela fica!

Almôndega de lentilha

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Almôndega de lentilha light

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Almôndegas para uma refeição vegana ou vegetariana. Uma maneira saborosa de aproveitar a lentilha!
Course Almoço, Jantar
Diet Livre de Glúten, Poucas Calorias, Pouca Lactose, Vegana, Vegetariana
Keyword almôndega de lentilha, almôndega de lentilha light
Prato Acompanhamentos
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias), Sem Glúten, Sem Lactose, Sem Ovo, Veganas, Vegetarianas
Refeição Almoço e Jantar
Prep Time 10 minutes
Cook Time 20 minutes
Total Time 30 minutes
Porções 6

Equipment

  • Processador de alimentos
  • Tigela
  • Assadeira

Ingredients

Instructions

  • Preaqueça o forno em 180º C. Junte a lentilha, a cebola, a cenoura, o azeite, a páprica, o sal e a pimenta-do-reino no processador. Pulse ligeiramente até incorporar os ingredientes.
  • Então, transfira a mistura para uma tigela e acrescente o trigo sarraceno, a farinha de linhaça, a farinha proteica de lentilha e a salsinha.
  • Misture tudo com as mãos e modele a massa no formato de bolinhas. Distribua as almôndegas em uma assadeira untada, deixando espaços entre elas.
  • Leve ao forno para assar até dourar. Na metade do processo, vire as almôndegas para que dourem de todos os lados.

Notes

  • Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece, um aviso é colocado no rótulo.

Receita de almôndega de lentilha light Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

12 sintomas causados pelo câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas é decorrente de um tumor maligno nessa glândula, que provoca sintomas como dor abdominal, dor nas costas, pele amarelada e perda de peso não intencional. A quantidade e intensidade desses e outros sintomas variam de acordo com o tamanho do tumor e se há, ou não, metástases. 

O pâncreas é composto por três partes anatômicas, cabeça, corpo e cauda, e possui duas funções distintas e muito importantes para o bom funcionamento do nosso organismo: a função endócrina, que é responsável pela produção dos hormônios insulina e glucagon, e a exócrina, responsável pela produção de enzimas digestivas.

Por isso, um câncer no pâncreas pode prejudicar todo o processo digestivo e o metabolismo do açúcar, produzindo diversos sintomas e complicações, que podem atingir os órgãos ao redor. 

O câncer de pâncreas é mais comum em homens e mulheres acima dos 50 anos de idade, sendo muito raro se desenvolver antes dos 30. 

Veja quais são os sintomas que podem indicar o desenvolvimento de um câncer de pâncreas.

Sintomas que podem indicar um câncer de pâncreas

Dor no pâncreas
Uma forte dor abdominal é um sintoma característico do câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas pode causar vários sintomas, como: 

  1. Forte dor abdominal que irradia para as costas: conforme o tumor vai crescendo, ele começa a comprimir os órgãos ao redor do pâncreas e, por isso, a dor pode ser sentida em outros locais, normalmente as costas. 
  2. Falta de apetite: quando o tumor no pâncreas comprime o estômago, ele pode bloquear, parcialmente, a passagem dos alimentos, resultando na diminuição ou perda total do apetite. 
  3. Perda de peso não intencional: a perda de peso pode ser resultado da ingestão reduzida de alimentos, que gera um déficit calórico, provocando o emagrecimento.
  4. Icterícia: é o amarelamento dos olhos e da pele, um dos primeiros sintomas de câncer de pâncreas. Acontece devido ao acúmulo de bilirrubina, causada pela obstrução biliar. A bilirrubina é uma substância marrom-amarelada produzida pelo fígado e, quando presente no sangue, deixa a pele e as mucosas amareladas.  
  5. Urina escura (cor de chá preto): também acontece devido ao acúmulo de bilirrubina no sangue que, quando filtrado nos rins, deixa a urina com cor escura.  
  6. Coceira na pele: outro sintoma na pele que resulta do acúmulo de bilirrubina no sangue. 
  7. Fezes com gordura e esbranquiçadas: por conta da dificuldade da bile e das enzimas pancreáticas chegarem ao intestino para digerir os alimentos, as fezes ficam com uma coloração amarelada ou esbranquiçada e se observa a presença de gordura nas fezes, que ficam com um odor fétido bastante forte. 
  8. Náuseas: normalmente acontece quando o tumor comprime o estômago, provocando a sensação de náuseas e vômitos. 
  9. Diabetes: pode se desenvolver quando o tumor atinge as células do pâncreas que produzem insulina. A menor concentração de insulina no sangue prejudica a entrada de glicose nas células, aumentando a glicemia. 
  10. Coágulos sanguíneos: podem ser formados devido a lesões causadas no pâncreas e atingir a circulação, obstruindo uma veia da perna, por exemplo, que é um caso de trombose venosa profunda. Se o coágulo atingir os pulmões, pode causar embolia pulmonar. 
  11. Má digestão: quando ocorre um bloqueio na via de liberação do suco pancreático para o intestino, os alimentos ficam mal digeridos, produzindo os sintomas típicos de má digestão. 
  12. Aumento da vesícula biliar ou do fígado: a obstrução do ducto biliar pode fazer com que a bile se acumule na vesícula, causando um inchaço. Da mesma forma, o fígado pode ficar inchado, se o tumor do pâncreas o atingir. 

Quando ir ao médico

Ter alguns desses sintomas não significa, necessariamente, que você tenha câncer de pâncreas, mas é válido procurar um médico ou médica gastroenterologista ou endocrinologista para uma consulta.

O câncer de pâncreas é uma doença silenciosa, que no início não causa dor e, por isso, a pessoa não busca atendimento médico. Geralmente, quando a dor abdominal e nas costas começa a incomodar, o câncer de pâncreas já está em um estágio mais avançado.

Os demais sintomas se manifestam quando o câncer já afetou outros tecidos e órgãos do sistema digestivo.

Diagnóstico de câncer de pâncreas

O diagnóstico de câncer de pâncreas é realizado por um médico ou médica oncologista, através da avaliação dos sintomas apresentados e pelo exame físico. 

Podem ser solicitados exames laboratoriais, como CEA e a dosagem de marcadores CA 19-9 que, normalmente, apresentam alterações nesse tipo de câncer. 

Exames de imagens, como ressonância magnética, ultrassonografia abdominal e tomografia computadorizada também podem ser solicitados, pois permitem avaliar com clareza as características do pâncreas e do tumor.  

Nos casos em que é necessário confirmar o diagnóstico e o estágio do tumor, é feita uma biópsia do pâncreas.  

Principais causas do câncer de pâncreas

Diabetes
A diabetes tipo 2 é uma causa bastante comum do câncer de pâncreas

Na maioria dos casos, não é possível definir a causa da doença. O tipo mais comum de câncer do pâncreas é o adenocarcinoma, que se origina no tecido glandular, e está relacionado com o tabagismo

Há casos em que o câncer de pâncreas é causado por fatores hereditários, estando associado com alguns genes ou síndromes genéticas, mas constituem a menor parcela, apenas 10% a 15% dos casos. 

Os fatores de risco não hereditários, além do tabagismo, incluem: 

  • Pancreatite crônica
  • Diabetes mellitus tipo 2
  • Obesidade
  • Alimentação com excesso de gorduras
  • Alta exposição a produtos químicos 
  • Ter feito cirurgia para tratamento de úlceras ou retirada da vesícula biliar
Fontes e referências adicionais

Você sabia da importância do pâncreas para a nossa saúde? Quais dos sintomas de câncer no pâncreas eram desconhecidos para você? Comente abaixo!

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12 sintomas causados pelo câncer de pâncreas Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Nódulo no fígado: quando pode ser câncer e o que pode ser

Nódulo no fígado é um problema que se tornou mais comum com o acesso aos exames de imagens, que levaram muitas pessoas a descobrirem acidentalmente que tinham essa massa no fígado. A boa notícia é que, na grande maioria dos casos, o nódulo no fígado não provoca nenhum sintoma e nem se trata de um câncer. 

Há casos, porém, que o nódulo no fígado pode ser metástase de um outro tumor ou ser um tumor que se desenvolveu no próprio fígado. 

Para saber se o nódulo no fígado é benigno ou maligno, deve-se procurar um médico ou médica especialista em fígado, para essa investigação. 

Veja como é feito o diagnóstico de nódulo no fígado, o que pode ser e também os sinais que indicam quando pode ser um câncer. 

Nódulo no fígado: quando pode ser um câncer

Diagnóstico no fígado
O médico solicitará exames de imagem para o correto diagnóstico

O diagnóstico de nódulo no fígado é feito com base na história clínica da pessoa, que são os sinais e sintomas que ela apresenta. Neste sentido, o médico ou médica busca saber se a pessoa já tem alguma doença no fígado ou não. 

A partir disso, são feitos exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, e exames laboratoriais

Com os exames de imagem, é possível concluir ou chegar próximo à conclusão sobre a malignidade do nódulo, ou seja, se é ou não um câncer. 

Os tumores malignos costumam ter uma circulação arterial abundante, enquanto os nódulos benignos não são tão vascularizados. No exame de ressonância magnética, pode ser utilizado um contraste específico para o fígado, o ácido gadoxético ou Primovist®, para auxiliar nessa diferenciação. 

Se o nódulo for suspeito, se faz uma biópsia para confirmação do diagnóstico. 

Normalmente, quando a pessoa não tem nenhum histórico de problema no fígado, o nódulo no fígado é benigno, devendo ser apenas observado ao longo do tempo, para verificar se ele cresce ou apresenta outras mudanças em suas características. 

Quando a pessoa já tem uma doença no fígado, por exemplo a cirrose, as chances do nódulo no fígado ser um câncer são maiores. 

O que pode ser o nódulo no fígado

Nódulo no fígado
O aparecimento de um nódulo no fígado pode ter diversas causas

As causas mais comuns de nódulos no fígado são: 

Cisto simples 

Os cistos hepáticos simples são pequenas bolhas cheias de líquido, que surgem no fígado e não interferem no sistema de produção da bile. 

São lesões benignas, ou seja, não apresentam o risco de evoluírem para um câncer. O diagnóstico é quase sempre acidental, feito em exames de rotina, como uma ecografia. Geralmente, não causam nenhum tipo de sintoma. 

Os sintomas e as complicações podem surgir por cistos maiores do que 4 cm, que podem sangrar, romper ou comprimir as estruturas vizinhas, mas são extremamente raros. Nesses casos, se faz uma cirurgia para a retirada do nódulo no fígado. 

Na maioria dos casos, nenhum tratamento é necessário, apenas monitoramento com ecografia a cada 4-5 meses e, depois, a cada 6-12 meses. Se não houver nenhuma modificação em 2 ou 3 anos, não é necessário continuar monitorando o cisto. 

Hemangioma

Um hemangioma é um tumor benigno constituído por uma aglomeração desorganizada de vasos sanguíneos e não requer nenhum tratamento, apenas observação.  

Também são diagnosticados em exames de imagens realizados para outros fins, pois não provocam sintomas que levem a pessoa a procurar ajuda médica. 

Os sintomas podem surgir quando os hemangiomas são muito grandes, maiores do que 4 cm, mas ainda assim são raros. A pessoa pode sentir um desconforto e distensão abdominal. 

Hiperplasia nodular focal

A hiperplasia nodular focal é o segundo tipo mais comum de nódulo benigno no fígado, depois do hemangioma. Esse nódulo é tem a estrutura semelhante ao tecido do fígado normal, porém desorganizado, como se fosse uma cicatriz. 

Geralmente, aparece como um nódulo solitário com menos de 5 cm, não causa sintomas e é descoberto acidentalmente em exames de imagem. 

Este tipo de nódulo também não precisa de tratamento e nem de cirurgia, apenas observação.

Adenoma hepático

O adenoma hepático também é um tumor benigno do fígado, que tem origem nas células do próprio fígado, os hepatócitos. 

Este tipo de nódulo, apesar de benigno, tem chances de sangramento, de ruptura e pode evoluir para um câncer

O adenoma hepático afeta especialmente as mulheres, entre 30 e 50 anos de idade, e alguns estudos sugerem uma associação com o uso de pílulas anticoncepcionais

O uso de esteroides androgênicos, formados a partir da testosterona e seus derivados, diabetes e esteatose hepática (gordura no fígado) também têm sido sugeridos como fatores de risco para o adenoma hepático.  

Na maior parte dos casos, esse nódulo no fígado não causa sintomas e são descobertos por acaso em exames de rotina. Mas, se o nódulo aumentar e atingir um diâmetro maior do que 5 cm, pode causar dor intensa na região superior lateral direita do abdômen, e sangrar.

Nódulos menores do que 5 cm não requerem tratamento, apenas observação. Se a mulher fizer uso de hormônios estrogênicos, é necessário suspender a medicação. 

O tratamento para nódulos maiores do que 5 cm é cirúrgico e consiste na ressecção do nódulo, por via aberta ou laparoscópica, que é menos invasiva. 

O transplante de fígado só é indicado quando a pessoa apresenta muitos nódulos impossíveis de serem removidos com cirurgia.  

Hepatocarcinoma

O hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular é um câncer primário do fígado, o que significa que tem origem nas próprias células do órgão. 

A cirrose, doença grave no fígado associada ao consumo excessivo de álcool, é um importante fator de risco para o hepatocarcinoma. Cerca de 50% das pessoas que desenvolvem o câncer, são portadoras de cirrose hepática.  

A hepatite crônica também é um fator de risco para o câncer, sendo desencadeada pelos vírus da hepatite B ou C. 

Os sintomas mais comuns do hepatocarcinoma são dor, massa e distensão abdominal, perda de peso não intencional, perda do apetite, mal-estar generalizado, icterícia (pele e mucosas amareladas) e ascite, que é o acúmulo de líquido no abdômen.  

Esse tipo de câncer é bastante agressivo e evolui rapidamente em um curto espaço de tempo. O tratamento é cirúrgico, com a remoção do tumor por videolaparoscopia, ou transplante de fígado. 

Câncer metastático do fígado

O câncer metastático do fígado consiste em um tumor que se originou em outro local do corpo e se espalhou, atingindo o fígado. 

Geralmente, o câncer metastático do fígado se origina do pulmão, da mama, do intestino grosso, do pâncreas ou do estômago. 

Isso acontece porque o fígado participa do sistema de filtragem do sangue e, por isso, pode ter contato com células tumorais que se desprenderam de seus tumores de origem e atingiram a corrente sanguínea. 

O tratamento depende do local de origem do tumor, sendo diferente em cada caso. Há muitas possibilidades de diagnóstico e, portanto, de tratamento, sendo imprescindível o diagnóstico preciso e o acompanhamento do nódulo por um cirurgião do aparelho digestivo ou um hepatologista. 

Fontes e referências adicionais

Você costuma fazer exames de imagem de rotina? Já sabia que nem todo nódulo no fígado era sinal de um câncer? Quais causas de nódulo no fígado eram desconhecidas para você? Comente abaixo! 

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Nódulo no fígado: quando pode ser câncer e o que pode ser Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Exame T3: para que serve, quando é solicitado e como entender os resultados 

O exame de sangue T3 faz a dosagem de triiodotironina (T3) no sangue. O T3 e o T4 (tiroxina) são os principais hormônios produzidos pela glândula tireoide, um pequeno órgão com formato de borboleta que se localiza na traquéia, na região do pescoço. 

Cerca de 80% dos hormônios produzidos pela tireoide são T4 e apenas 20% são T3. Mas, grande parte dos hormônios T4 são convertidos em T3 no fígado e em outros órgãos, pois esta é a forma ativa do hormônio. 

A maioria do T3 circulante no sangue não está livre, mas ligada a proteínas. O exame T3 pode dosar tanto a quantidade ligada e não ligada (T3 total), quanto apenas o T3 livre, ou seja, não ligado. 

Veja para que serve o exame T3, quando ele é solicitado e como entender os seus resultados. 

Importância dos hormônios T3 e T4

Os hormônios T3 e T4 regulam o nosso metabolismo, que é a forma como as células utilizam a energia. A produção desses hormônios é controlada por um mecanismo que inclui o sistema nervoso, por meio de uma glândula que fica no cérebro, a hipófise. 

Quando os níveis de T3 e T4 estão baixos no sangue, a hipófise libera o hormônio tireoestimulante (TSH), que estimula a produção dos hormônios tireoidianos. 

Existem disfunções que causam um excesso desses hormônios no sangue, o que resulta em sintomas típicos do hipertireoidismo, como olhos secos, saltados e perda de peso. Quando os níveis estão muito baixos, os sintomas são característicos de hipotireoidismo, por exemplo, ganho de peso, constipação e fadiga. 

Para que serve o exame T3?

Glândula tireoide
O exame T3 é utilizado para diagnosticar problemas na glândula tireoide

O exame T3 serve para avaliar como está o funcionamento da glândula tireóide. Sua principal utilidade é auxiliar no diagnóstico de hipertireoidismo, mas também pode ser usado para acompanhar o estado de saúde de uma pessoa diagnosticada com alguma doença da tireoide. 

Geralmente, o médico ou médica solicita o exame T3, quando identifica alterações no exame T4 e no exame TSH. Nessa solicitação, podem ser incluídos tanto o T3 total, quanto o T3 livre. 

No resultado do exame T3 total pode haver a interferência das proteínas ligadas ao T3. No exame T3 livre, isso não acontece. 

Como uma das causas para o hipertireoidismo é uma doença autoimune chamada Doença de Graves, pode ser feito, juntamente com o exame T3, o exame de anticorpos tireoidianos, que possibilita a identificação da causa do hipertireoidismo. 

Quando o exame T3 é solicitado

Além das alterações nos exames T4 e TSH, o exame T3 é solicitado quando a pessoa chega ao consultório médico relatando sintomas sugestivos de hipertireoidismo, como:

  • Desconforto nos olhos: inchaço, secura, irritação e protrusão, que é quando eles parecem “saltados” para fora.
  • Sensibilidade à luz
  • Tremor nas mãos
  • Ansiedade
  • Dificuldade para dormir
  • Perda de peso ou dificuldade para ganhar peso
  • Aumento da frequência cardíaca

Às vezes, o exame T3 é usado para monitorar algum doença da tireoide e, também, para acompanhar a resposta da pessoa ao tratamento de hipertireoidismo. Nesses casos, o exame é feito em intervalos estabelecidos pelo médico ou médica responsável. 

Como entender os resultados do exame T3

Exames de sangue
O exame T3 nunca é feito e analisado sozinho

Os resultados do exame T3 são analisados em conjunto com o T4 e TSH:

  • TSH alto, T4 normal e T3 normal: hipotireoidismo leve (sem sinais ou sintomas clínicos).
  • TSH alto, T4 baixo e T3 normal ou baixo: hipotireoidismo
  • TSH baixo, T4 normal, T3 normal: hipertireoidismo leve (sem sinais ou sintomas clínicos)
  • TSH baixo, T4 alto ou normal, T3 alto ou normal: hipertireoidismo
  • TSH baixo, T3 baixo ou normal, T3 baixo ou normal: doença não tireoidiana ou hipotireoidismo pituitário raro. 

Se uma pessoa diagnosticada com hipertireoidismo, que está sendo tratada com medicação antitireoidiana, tem seus níveis de T3 normalizados, significa que o tratamento está sendo eficaz. 

Os níveis de T3 são considerados normais, quando estão dentro do intervalo de 100 a 200 ng/mL, mas essa faixa pode variar de laboratório para laboratório, dependendo do método de dosagem utilizado. 

O que pode interferir no resultado do exame T3

Alguns medicamentos como pílulas anticoncepcionais, estrogênio e aspirina podem influenciar nos resultados do exame. 

Pacientes hospitalizados geralmente produzem menos T3 a partir do T4, por conta do estado geral de saúde que está afetado. 

Mulheres grávidas podem produzir mais T3, sem que isso tenha relação com o hipertireoidismo. 

Fontes e referências adicionais

Você já fez o exame T3? Quais foram os sintomas que levaram seu médico ou médica a solicitar este exame? Comente abaixo!

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Como se livrar de manchas na pele de um jeito natural

Com o passar dos anos, nossa pele se torna suscetível aos danos da idade (e da vida). Marcas de espinha, melasma e diversas outras condições podem alterá-la de maneira que mexe com nossa autoestima, e é nesse momento que os procedimentos estéticos podem parecer uma solução.

Apesar de serem uma escolha plausível, muitas vezes eles podem ser evitados. Mas como se livrar das manchas sem a intervenção deles?

COMO SURGEM AS MANCHAS

A dermatologista Anna Fernanda explica que existem vários motivos por trás do surgimento de manchas, sendo os principais: predisposição genética associada à exposição solar e calor, gravidez, terapias hormonais e processo inflamatório (acne, picada, machucados..), além dos danos solares crônicos que podem causar manchas na pele como sardas ou até mesmo o melasma.

De acordo com a profissional, se o pigmento está depositado em um nível mais superficial da pele, o clareamento pode ser obtido através de produtos típicos de uso doméstico. Porém, em pigmentações mais profundas, se faz necessária a associação com peelings e lasers para um resultado mais efetivo. “Lembrando que manchas como o melasma não têm uma cura definitiva, tem controle”.

COMO SABER QUE PRECISO PASSAR POR ALGUM PROCEDIMENTO

Quando as manchas se tornam de difícil controle, é hora de pensar em uma intervenção mais evasiva. “Se as manchas são refratárias aos tratamentos habituais, ou ainda, manchas senis, elas não melhoram somente com cremes, é necessário a associação de tecnologias”, conta a dermatologista  Natasha Crepaldi. Além disso, a autoestima da paciente é um grande fator na hora de decidir o tipo de tratamento.

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Veja abaixo como cuidar das manchas de forma natural, sejam de melasma, ou de espinhas:

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COMO CUIDAR DO MELASMA DE FORMA NATURAL

O melasma é um distúrbio pigmentar que tem como fator causal a predisposição genética, associada principalmente à exposição solar, gravidez, terapias hormonais, inflamação. Há uma desregulação por parte dos melanócitos com hiperprodução de melanina e a condição afeta, em grande maioria, mulheres. Para o tratamento, Anna conta que existem diversos extratos fitobotânicos com ação antioxidante, anti-inflamatória e clareadora de forma tópica ou via oral, que associados a foto proteção podem ajudar a controlar o melasma.

ROTINA DE CUIDADOS⠀

  • Aposte em uma boa limpeza, hidratação e fotoproteção (que deve ser rigorosa).
  • Use ativos clareadores associados à alfa hidroxiácidos (ácidos solúveis em água como ácido glicólico, ácido lático, ácido mandélico e ácido cítrico) a noite.
  • Aposte em antioxidantes e clareadores pela manhã.
  • Niacinamida (vitamina B3), extrato de margarida, extrato da uva ursi, vitamina C são bons ativos.
  • Para uso oral, o extrato da casca de Pinus pinaster (um tipo de pinheiro) e o extrato de Polypodium leucotomos têm ação antioxidante e fotoprotetora.

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COMO CUIDAR DE MANCHAS DE ESPINHA DE FORMA NATURAL

Apesar de as acnes estarem relacionadas a adolescência, muitas vezes podemos carregar suas marcas pelo resto da vida. “Alguns fatores são decisivos nas marcas de acne como demora no início do tratamento, manipulação das lesões e tratamentos inadequados”, explica Natasha. 

Porém, os tratamentos para esse tipo de mancha podem ser mais complicados. Segundo a dermatologista Anna Fernanda, a hipercromia pós inflamatória que ocorre na acne é de difícil remoção pelo fato do pigmento estar mais profundo na pele. O tratamento tópico traz melhoria porém a associação de procedimentos traz resultados mais satisfatórios.

ROTINA DE CUIDADOS

  • Evite exposição solar frequente ou prolongada sem proteção.
  • Evite fazer terapias hormonais.
  • Cuidado com os fatores de inflamação: alimentação, sedentarismo, estresse, sono irregular.
  • Combine produtos tópicos e orais para melhores resultados.
  • Não esqueça do protetor solar.
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Melhores exercícios para quem quer começar a se movimentar

Quanto se trata de praticar atividades físicas, nunca é tarde para começar. Isso porque os benefícios de colocar o corpo em movimento são inúmeros, a começar pelo reforço na saúde.

Para quem nunca treinou (ou está parada há um tempo), contar com a orientação de um profissional é essencial. Além disso, o educador físico Guilherme Micheski, gerente técnico do Grupo Smart Fit e pós-graduado em medicina esportiva, dá algumas dicas importantes:

FACILIDADE

“Busque uma atividade em um local perto de casa ou do trabalho, que não exija grandes deslocamentos e esforços. Quanto mais perto, mais fácil cumprir a rotina de atividades.”

PARCERIA

“Tenha sempre alguém para treinar junto: amigos, familiares e profissionais para suporte na mudança de comportamento.”

GOSTO

“Para começar a se exercitar, o primeiro critério é buscar algo que você goste.”

CONSTÂNCIA

“Manter a constância é tão importante para o cérebro quanto o treino.”

CONQUISTAS

“Estipule metas e comemore suas conquistas de curto, médio e longo prazos. Quem está parado há algum tempo tem a tendência a querer atingir objetivos muito distantes em um pequeno prazo. Ao definir um objetivo, é importante desmembrá-lo em metas menores, que vão gerar confiança quando você atingi-las.”

MELHORES EXERCÍCIOS PARA QUEM VAI COMEÇAR

“Bons exemplos são exercícios multiarticulares que promovem a adaptação neuromuscular, a consciência corporal e a confiança na prática da atividade física”, diz Guilherme. O profissional também indica alguns (que devem ser feitos com ajuda de especialistas):

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SUPINO

<span class=“hidden”>–</span>Alora Griffiths | Unsplash/Reprodução
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Deite em um banco e segure uma barra com a palma das mãos voltadas para a frente. Deixe os braços afastados a uma distância um pouco maior do que os ombros. Os pés devem ficar apoiados no chão (ou no banco) durante toda a execução do movimento. Não tire as costas do banco ao fazer o exercício. Leve a barra ao peito e retorne lentamente.

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AGACHAMENTO

<span class=“hidden”>–</span>Andrea Piacquadio/Pexels

Para executar o agachamento corretamente, é necessário afastar as pernas e deixar os pés abertos na largura dos ombros e totalmente apoiados no chão. Os joelhos devem ser flexionados, e você precisa jogar o quadril para baixo e para trás, como se estivesse sentando em uma cadeira imaginária. Mas lembre-se: deixe as costas eretas.

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REMADA

<span class=“hidden”>–</span>Du Borsatto/BOA FORMA

Em pé, abra os pés na margura do quadril e dobre levemente os joelhos. Jogue o tranco para frente, mas lembre-se de contrair o abdômen e manter a coluna ereta. Para o movimento, dobre os braços e leve-os até a linha do corpo.

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ABDOMINAIS

<span class=“hidden”>–</span>Nathan Cowley/Pexels

Você precisará deitar em um colchonete de barriga para cima e os pés apoiados no chão. Com as mãos ao lado da cabeça, suba o tronco, sem forçar o pescoço. Retorne à posição inicial.

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PRANCHA

<span class=“hidden”>–</span>Nathan Cowley/Pexels

Deite-se de barriga para baixo em um colchonete. Com os pés afastados na largura do quadril, apoie os antebraços no chão (eles devem estar paralelos um ao outro) e suba o corpo, deixando a coluna ereta (os glúteos não podem ficar nem muito levantados, e nem muito abaixados). Mantenha a posição o máximo que conseguir.

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