Fenilcetonúria: o que é, sintomas, tratamento e complicações

A fenilcetonúria é uma doença genética rara caracterizada pelo acúmulo da fenilalanina no sangue, que pode ser tóxico e trazer consequências para o desenvolvimento da criança, como alterações comportamentais, convulsões ou deficiência mental, por exemplo. Conheça mais sobre a fenilcetonúria, sintomas e tratamento.
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7 melhores frutas para quem tem refluxo

Quem já sofreu com queimação, regurgitação e outros sinais do refluxo sabe como eles podem ser desagradáveis. Mas, se alguns alimentos são gatilhos da doença e fazem com que os sintomas apareçam, há aqueles que podem ajudar. Por exemplo as boas frutas para quem tem refluxo.

Dicas para a dieta de quem tem refluxo

Manter um peso saudável, esperar ao menos três horas após se alimentar antes de deitar, comer devagar e mastigar bem são algumas das orientações para quem tem refluxo. 

Além disso, recomenda-se evitar comidas e bebidas que podem disparar os sintomas da condição. Por exemplo, alimentos gordurosos, frituras, molho de tomate, chocolate, cebola, alho, hortelã, frutas cítricas, fast-food, comidas processadas, pimentas, cafeína, bebidas gaseificadas e bebidas alcoólicas. 

Por outro lado, existem os alimentos que ajudam quem sofre com a doença, como grãos integrais, batata doce, cenoura, beterraba, aspargo, brócolis, couve-flor, nozes, erva-doce, pepino, alface e chás de ervas. Conheça em mais detalhes a dieta para refluxo.

7 frutas para quem tem refluxo

O grupo dos alimentos que combatem o problema também conta com frutas muito gostosas. Conheça ótimas opções de frutas para quem tem refluxo.

1. Banana

Banana
A banana é um alimento alcalino que ajuda quem tem refluxo

Enquanto os alimentos que apresentam um pH baixo são ácidos e têm mais chances de provocar o refluxo, aqueles que possuem um pH mais alto são alcalinos e podem ajudar a compensar o forte ácido estomacal. 

É justamente por fazer parte do grupo dos alimentos alcalinos que a banana entra na lista de frutas para quem tem refluxo.

2. Melancia

Quando alguém fala em frutas ricas em água, não tem como não lembrar da melancia, não é mesmo? Então, é por isso que ela não poderia deixar de fazer parte da lista, já que consumir alimentos que possuem bastante água pode diluir e enfraquecer o ácido estomacal.

3. Melão

Por apresentar um alto teor de água, ao mesmo tempo em que conta com um nível baixo de acidez, o melão é mais uma alternativa entre as frutas para quem tem refluxo. 

4. Pera

Pera
A pera tem um teor muito baixo de acidez, e por isso pode ajudar quem tem refluxo

De acordo com a IFFGD (Fundação Internacional para Distúrbios Gastrointestinais), a pera também faz parte das frutas que podem ser consumidas por quem sofre com o refluxo. 

Por ter menos acidez que as frutas cítricas e o tomate, ela traz um menor risco de desencadear os sintomas da doença.

5. Mamão papaia

Se ele está aqui é porque tem um nível baixo de acidez. No entanto, esse não é o único motivo: o mamão papaia ainda apresenta a enzima papaína, que é famosa por contribuir com a digestão.

6. Maçã

A maçã também foi listada pela IFFGD entre a variedade de frutas não-cítricas que o paciente que sofre com refluxo pode escolher para a sua dieta. Entretanto, é importante tomar cuidado com a maçã-verde, que é mais ácida e, portanto, tem mais chances de aumentar os sintomas do refluxo.

7. Coco

Coco
Os famosos eletrólitos da água de coco ajudam a controlar o refluxo

A água natural do coco sem adição de açúcar pode ser uma boa opção de bebida para quem sofre com a condição. Isso porque ela contém eletrólitos que ajudam a equilibrar o pH do organismo, algo fundamental para controlar o refluxo.

Fique de olho nas frutas para quem tem refluxo

Os alimentos não são capazes de reverter um quadro de refluxo, porém alguns fazem com que a pessoa sinta-se melhor do que outros. Mas, esses alimentos podem não ser os mesmos para todo mundo que tem refluxo.

Portanto, fique atento em como se sente ao consumir as frutas para quem tem refluxo e observe qual faz com que você fique bem, qual não faz muita diferença ou até mesmo se alguma delas traz algum sintoma indesejado. 

Fontes e referências adicionais

Você costuma sofrer muito com refluxo? Pretende incluir essas frutas para quem tem refluxo na dieta para minimizar o incômodo? Comente abaixo!

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7 melhores frutas para desinchar e eliminar a retenção de líquidos

Se uma alimentação rica em sódio pode causar retenção de líquidos e o desagradável inchaço que a acompanha, melhorar a dieta é uma alternativa para aliviar o problema. Por exemplo, além de reduzir o sódio, você pode incluir frutas para desinchar no seu dia a dia. Então, que tal conhecer algumas opções?

1. Banana

Banana
O potássio da banana pode ajudar muito no combate à retenção de líquidos

Começamos a nossa lista de frutas para desinchar com a banana, que é uma das mais famosas fontes de potássio, mineral que é essencial para manter o volume sanguíneo e o equilíbrio de fluídos no corpo, algo importante para o combate à retenção de líquidos. 

O potássio atua de modo oposto ao sódio, prevenindo o acúmulo de líquidos e o inchaço. Ao mesmo tempo, ele trabalha no aumento da produção de urina. 

Além disso, a banana contém a vitamina B6, que também regula o equilíbrio de fluídos no corpo e pode auxiliar contra a retenção de líquidos. 

Nesse sentido, um estudo de 2012 relacionou a vitamina B6 com a redução do inchaço e do acúmulo de líquidos em mulheres na TPM (Tensão Pré-Menstrual). 

Embora não seja possível garantir que as bananas tenham a mesma quantidade de vitamina B6 usada nos experimentos de estudos científicos, a presença do nutriente na fruta é um motivo a mais para incluí-la na dieta. 

2. Abacate

Assim como a banana, o abacate também é fonte de potássio. Aumentar a ingestão de potássio na dieta ajuda a equilibrar os níveis de sódio. Portanto, vale a pena dar uma chance a esta fruta, que também é uma boa fonte de gorduras saudáveis.

3. Melancia

Outra das frutas para desinchar que possui potássio, a melancia tem um teor de 92% de água e apresenta propriedades diuréticas. 

Embora pareça contraditório, ingerir mais água pode diminuir a retenção de líquidos. Isso porque a retenção de líquidos pode ser a resposta do corpo para compensar essa ausência de água.

Ao mesmo tempo, a água melhora a função dos rins, o que é importante para a eliminação do excesso de água e sódio do organismo.

Quando se diz que um alimento tem propriedades diuréticas, isso significa que ele estimula a produção de urina, que é por onde o excesso de água é eliminado. 

4. Frutas vermelhas

Elas aparecem na lista de frutas para desinchar por conta do seu teor de fibras. Afinal, o nutriente mantém a regularidade intestinal e contribui com a eliminação de resíduos e água do organismo.

Por outro lado, não ingerir uma quantidade suficiente de fibras pode provocar a prisão de ventre, e deixar a barriga inchada.

5. Melão

Melão
Mais uma vez, o potássio é responsável pelo melão estar entre as frutas para desinchar

Ele é outro alimento rico em água, que também conta com o potássio na sua composição nutricional. Com uma combinação assim, o melão não poderia ficar de fora da nossa lista, não é mesmo?

6. Limão

Esta fruta para desinchar funciona como um diurético natural e como um laxante leve quando misturada com água morna.

Assim, a famosa água de limão pode ser uma opção saborosa para ajudar a diminuir a quantidade de sal que o corpo retém e, consequentemente, contribuir com o alívio do inchaço.

7. Uva

Uvas
As uvas fazem parte da lista por terem um teor de água bastante elevado

Com um teor de água de aproximadamente 84%, as uvas também fazem parte do grupo dos alimentos que são considerados diuréticos naturais. Portanto, que tal trocar aquele lanchinho industrializado com sódio escondido pelas saborosas uvas?

Outras causas da retenção de líquidos

Se o inchaço continuar mesmo ao comer mais frutas para desinchar, diminuir o sódio e adotar outras mudanças na dieta para melhorar a retenção de líquidos, vale a pena procurar o médico para investigar se não pode haver outro problema por trás da retenção.

Isso porque além da alimentação, a retenção de líquidos pode ter outras causas, como:

  • Ficar muito tempo de pé ou sentado
  • Tomar certos medicamentos: remédios para pressão alta, anti-inflamatórios não esteroides como ibuprofeno, antidepressivos e medicamentos quimioterápicos
  • Questões hormonais, como TPM, uso de contraceptivos e terapia de reposição hormonal
  • Problemas no coração
  • Pré-eclâmpsia
  • Problemas nos rins
  • Problemas venosos (nas veias)
  • Cirrose
  • Linfedema
  • Trombose
  • Alguns tipos de câncer
Fontes e referências adicionais

Você pretende incluir essas frutas para desinchar na sua alimentação? Tem sofrido muito com a retenção de líquidos ultimamente? Comente abaixo!

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Cisto de Baker: o que é, causas, sintomas e tratamento 

Se você está sentindo algo diferente como um caroço ou inchaço atrás do joelho, é possível que você tenha cisto de Baker, um pequeno tumor que pode causar incômodo e assustar muitas pessoas, quando notado pela primeira vez. 

Veja abaixo o que é cisto de Baker, quais são as possíveis causas do seu aparecimento, os principais sintomas e tratamentos. 

Cisto de Baker: o que é?

O cisto de Baker, também conhecido como cisto poplíteo ou fossa poplítea, é um tumor benigno, caracterizado pela formação de um caroço atrás do joelho. Ele se apresenta como um pequeno nódulo sob a pele, que é quase sempre palpável e visível.

Normalmente, forma-se como resultado de um trauma sofrido no joelho, ou por alguma doença no joelho, como artrite e outras inflamações. O cisto de Baker é um problema comum e pode desaparecer espontaneamente,após algumas semanas. 

O cisto de Baker pode passar despercebido pelo paciente pois, em alguns casos, não causa sintomas aparentes no organismo. Quando o paciente não percebe o nódulo atrás do joelho, o diagnóstico é feito através de exames de rotina solicitados pelo ortopedista. 

Mas, se você detectar o surgimento do cisto de Baker, agende uma consulta com um ortopedista pois, apesar de não ser um tumor maligno, o cisto pode se romper e provocar uma dor muito forte. 

Causas do cisto de Baker

Dor no joelho
Artrose e artrite são algumas das causas mais comuns do cisto de Baker

O nosso joelho produz um líquido transparente ou amarelado, chamado de líquido sinovial, que tem como função lubrificar as articulações do joelho.

Quando há uma produção excessiva desse líquido, em decorrência de traumas ou doenças, ocorre um inchaço com compressão do líquido sinovial em excesso na região posterior (atrás) do joelho, formando um caroço, que constitui o cisto de Baker.

As doenças que podem afetar o joelho e provocar a formação do cisto de Baker são: 

Osteoartrite

A osteoartrite, também conhecida como osteoartrose ou artrose, é a forma mais comum de artrite. Entenda as diferenças entre artrite e artrose

A principal característica da osteoartrite é a degeneração e o desgaste das cartilagens, que causam inflamação no local. Veja algumas dicas de como cuidar da cartilagem do joelho desgastada

Esse desgaste causa dor, vermelhidão, dificuldade de movimentação e inchaço no joelho afetado. Esses sintomas tendem a piorar com o passar do tempo, com aumento da dor e deformidades na articulação.

A osteoartrite está associada à formação do cisto de Baker, sendo a causa mais frequentemente observada em pacientes adultos, que notam o nódulo e procuram o ortopedista. 

Há casos, porém, em que o cisto é tão pequeno, que não é perceptível. Nesses casos, o cisto de Baker é geralmente detectado em exames de imagens prescritos para investigar outras queixas ou até acompanhar o caso de osteoartrite, e acaba aparecendo no resultado do exame. 

Artrite no joelho

Artrite é um termo utilizado para descrever inúmeras doenças que comprometem as articulações do corpo. A artrite no joelho é uma inflamação da articulação do joelho, que causa dor e inchaço no local. 

De maneira simplificada, é uma junção de sintomas e sinais resultantes de lesões articulares sofridas durante a vida. 

Os sintomas da artrite no joelho são: 

  • Dor no joelho
  • Rigidez na articulação
  • Inchaço no joelho
  • Dificuldade para se movimentar.
  • Vermelhidão na pele, em volta da articulação.

Assim como na osteoartrite, a inflamação no joelho e os outros sintomas da artrite fornecem um ambiente propício para o desenvolvimento do cisto de Baker.  

Gota

A gota é uma doença reumática, caracterizada pela elevação dos níveis de ácido úrico no sangue. Essa doença ocorre devido ao depósito de cristais de monourato de sódio nas articulações, como o joelho.  

O intenso processo inflamatório associado à gota pode resultar na formação do cisto de Baker, acompanhado de dor, inchaço e vermelhidão em volta da articulação.

O cisto de Baker está diretamente ligado à inflamação na articulação do joelho, por isso pessoas de qualquer idade podem desenvolver, mas os idosos ainda são os mais acometidos. 

Sintomas do cisto de Baker

O primeiro sintoma notado é um inchaço, que evolui para um caroço atrás do joelho. O tamanho do cisto varia de paciente para paciente, alguns podem atingir o tamanho de uma bola de bilhar, enquanto outros são imperceptíveis de tão pequenos. 

O cisto de Baker causa um desconforto na região posterior do joelho, fazendo a pessoa sentir dor ao esticar a articulação, passar longos períodos em pé ou praticar atividades físicas. Esse desconforto pode se irradiar para a musculatura da panturrilha. 

Os sintomas mais comuns do cisto de Baker são:

  • Rigidez ao movimentar o joelho
  • Dores no joelho
  • Formigamento na perna
  • Caroço atrás do joelho
  • Sensação de pressão atrás do joelho
  • Dificuldade para andar ou subir escadas

O cisto de Baker pode ser assintomático, sendo apenas um caroço indolor na região posterior do joelho. Normalmente, o cisto desaparece espontaneamente após algum tempo, mas, mesmo que ele seja assintomático, é recomendado procurar um médico para investigar a causa de sua formação e tratá-la. 

Diagnóstico do cisto de Baker

Por se tratar de um cisto, ele pode ser detectado pelo próprio paciente. Ele é mais visível quando a pessoa está em pé ou com o joelho esticado. Esse caroço diminui ou chega a desaparecer quando o joelho se flexiona a 45°.

Pessoas com histórico de doenças como artrite no joelho, osteoartrite e gota devem ficar atentas à região atrás do joelho, para que possam identificar o problema e buscar orientação médica.

O médico pode concluir o diagnóstico por meio de um simples exame físico ou solicitar exames de imagens, pois o cisto de Baker pode apresentar sintomas parecidos com outras doenças, como aneurisma ou trombose.

Os exames de imagens solicitados podem ser o ultrassom e a ressonância magnética, pois auxiliam no diagnóstico, na medição do cisto e na definição do tratamento.

Tratamento do cisto de Baker

Repouso
O repouso é importante para diminuir o inchaço

Normalmente, o cisto de Baker não requer um tratamento específico, pois o inchaço pode desaparecer naturalmente, algumas semanas após o seu aparecimento. Os ortopedistas podem solicitar que a pessoa repouse a articulação afetada e orientar a respeito das condições do cisto. 

O tratamento é direcionado à causa do cisto, e não propriamente ao cisto. E, por existirem várias causas possíveis, também há diversas possibilidades de tratamentos. Por exemplo, no caso da osteoartrite, o ortopedista pode indicar o uso de anti-inflamatórios, analgésicos ou fisioterapia.

Se o cisto de Baker estiver causando dor, o especialista pode prescrever sessões de fisioterapia, analgésicos, anti-inflamatórios, corticóides e aplicação de compressa fria.

Nos casos em que a dor é intensa ou o cisto de Baker é muito grande, o médico pode indicar a drenagem do líquido acumulado com uma agulha. Raramente, se opta por realizar um procedimento cirúrgico e, quando é necessário, se faz a ressecção isolada do cisto de Baker.

Fontes e referências adicionais

Qual ou quais das doenças que podem causar o cisto de Baker você já conhecia? Dos tratamentos, qual mais chamou a sua atenção? Você já teve algum dos sintomas relatados? Se sim, quais? Comente abaixo! 

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Parei de tomar anticoncepcional e não menstruei. O que fazer? É normal?

Ao começar a tomar pílula anticoncepcional, a mulher pode sentir mudanças no corpo. O mesmo ocorre quando ela deixa de tomar a pílula. Mas, algumas podem trazer mais preocupação. Por exemplo, quem deixou o uso do contraceptivo pode se perguntar se é normal não menstruar após para de tomar o anticoncepcional.

A verdade é que cada caso é diferente e podem existir vários motivos para a menstruação ainda não ter descido depois de deixar de usar a pílula.

O ciclo menstrual pode ficar desregulado

Mulher com calendário menstrual
Algumas mulheres percebem o ciclo menstrual desregulado após parar de tomar pílula

Após parar de tomar anticoncepcional, algumas mulheres já voltam a ter o ciclo menstrual normal. Geralmente, a menstruação aparece quatro semanas depois de parar com a pílula, mas isso depende de como o ciclo de cada mulher costumava ser. No entanto, para outras, a menstruação pode não retornar antes de até três meses. 

Mesmo no caso da mulher que tinha um ciclo menstrual bem pontual, em que a menstruação aparecia sempre no dia certinho todo mês, ao parar de tomar anticoncepcional pode levar um tempo até que ele se ajuste novamente.

Já se o ciclo menstrual era irregular e foi regulado justamente com a pílula, quando o contraceptivo sai de cena, ele pode voltar a ficar fora de ordem outra vez e levar vários meses para a menstruação retornar.

Isso tem nome: amenorreia pós-pílula

Amenorreia significa ausência de menstruação. Quando a mulher não menstrua vários meses após parar de tomar anticoncepcional, ela tem o que se chama de amenorreia pós-pílula.

O que acontece é que a pílula contraceptiva impede que o organismo produza os hormônios que participam dos processos de ovulação e menstruação. Então, ao parar de tomar anticoncepcional, pode levar um tempo para esses hormônios serem produzidos outra vez. 

Uma gravidez pode ocorrer

Teste de gravidez
De fato, uma gravidez pode ocorrer após parar o anticoncepcional

Parei de tomar anticoncepcional e não menstruei. Minha preocupação é estar grávida. Faz sentido? Se esse é o seu questionamento, saiba que a preocupação não é sem fundamento. 

Isso porque normalmente não demora para a mulher começar a ovular após deixar de tomar a pílula: em uma questão de dias, os hormônios do contraceptivo já estarão longe do organismo e a mulher não estará mais protegida de uma gestação. 

Aliás, algumas mulheres deixam de tomar o anticoncepcional e nem chegam a menstruar porque ficam grávidas logo na sequência.

Portanto, se uma gestação não é algo que você deseja no momento, comece a utilizar algum outro método contraceptivo para evitar uma gravidez indesejada. 

Parei de tomar anticoncepcional e não menstruei. O que fazer?

Em primeiro lugar, o conselho é ser paciente e ficar atenta ao ciclo menstrual. Se ele ainda não estiver regularizado no terceiro mês, então é hora de marcar uma consulta com o médico ginecologista e informá-lo sobre o problema para checar o que pode estar acontecendo.

Além disso, se depois de parar de tomar o anticoncepcional, você teve uma relação sexual sem proteção, fique de olho no seu corpo. Caso a menstruação não retorne e surjam sintomas de gravidez, não demore para fazer um teste e confirmar essa condição.

Outras possíveis causas da ausência de menstruação

Parar de tomar anticoncepcional certamente está associado à interrupção da pílula, e isso faz todo o sentido. Entretanto, existem outros fatores que podem fazer com que a menstruação não venha.

Além de uma gestação, períodos de estresse, mudanças de peso, miomas e pólipos uterinos, problemas na tireoide, síndrome do ovário policístico e até exercícios muito intensos podem alterar o ciclo menstrual de uma mulher.

Assim, fique atenta aos sintomas que o seu corpo apresenta e relate todos eles ao médico para checar se a menstruação não está ausente por algum outro motivo que não está diretamente relacionado à interrupção da pílula.

Fontes e referências adicionais

Já aconteceu com você de parar de tomar anticoncepcional e não menstruar? Qual era a pílula que você tomava e o que seu ou sua ginecologista recomendou? Comente abaixo!

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O que levar para a maternidade (para a mãe e bebê)

Alguns dos itens essenciais que a mala da mãe e do bebê deve ter para levar para a maternidade, são conjunto de roupinhas para o bebê, fralda descartável, creme para assaduras, camisolas adequadas à amamentação e absorventes noturnos. Confira outros itens que do que deve ter na lista da mala para a maternidade .
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Dieta para pedra nos rins: alimentos permitidos e o que evitar

A dieta para pedra nos rins deve ser baixa em sal, proteínas e com alto consumo de alimentos frescos e naturais e água, devendo ser orientado pelo nutricionista. Veja com mais detalhes como deve ser a dieta para pedra nos rins, alimentos permitidos, o que evitar e uma opção de cardápio de 3 dias.
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Treinamento militar promete mais condicionamento físico em 45 minutos

A rotina exaustiva faz com que inúmeras pessoas desistam de treinar por “falta de tempo”. Felizmente, hoje já existem novos métodos pensados justamente para quem tem a agenda lotada. O treinamento militar é um deles.

A atividade promete definição corporal e emagrecimento em apenas 45 minutos de aula. De acordo com o personal trainer Matheus Vianna (@semtreinonaoda), especialista em ciência da performance humana e recuperação de lesões, o treinamento militar ou Boot Camp, como é conhecido, teve origem no exército, e tinha como objetivo simular um campo de batalha para preparar os soldados.

Por isso, uma sessão é organizada em forma de circuito, com estações que têm duração de até um minuto e meio com exercícios de alta intensidade. “Esse é um treino que aprimora aptidões físicas necessárias para o nosso organismo, como o condicionamento físico e a resistência muscular,”, explica o profissional.

O professor ainda explica que dá para comparar o treinamento militar com as práticas do Crossfit, tendo em vista que no circuito, há uma combinação entre movimentos que trabalham todo o corpo, força e corrida. “O aluno pode fazer a maior quantidade possível de repetições dentro do tempo estipulado. Mas não podemos deixar de lado a qualidade das execuções”, ressalta Matheus.

BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO MILITAR

De acordo com o médico Yago Fernandes (@yagofernandes.dr), as atividades de alta intensidade, como o Boot Camp, colocam o corpo em um estado metabólico tão acelerado que é possível manter a queima calórica por até 36 horas depois do treino. “Nota-se diferenças de duas a três semanas. É rápido, não dá para dar a desculpa de falta de tempo”, afirma.

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E mais: o esforço pode contribuir para a liberação de hormônios importantes. Confira quais:

  • GH (Hormônio do Crescimento): “é responsável pela queima de gordura. Durante o exercício intenso, o corpo entra em um estado metabólico que promove a liberação desse agente anabólico importantíssimo”;
  • Endorfina: “hormônio responsável por promover a sensação de recompensa e bem-estar, gerando alívio e relaxamento após o treino”;
  • Catecolaminas (dopamina, adrenalina e norepinefrina): “são responsáveis pelo aumento da taxa metabólica, liberando glicose e ácidos graxos no sangue. Na medida certa, dão ao corpo a preparação necessária para aguentar a intensidade da atividade física.”

COMO FAZER O TREINAMENTO MILITAR

“A planilha a seguir é apenas uma sugestão. Devemos adaptá-la para o nosso condicionamento físico atual. Consulte um profissional de educação física para prescrever o melhor treinamento para você”, aconselha o personal.

Circuito: faça três séries dos exercícios abaixo, descansando dois minutos entre cada uma.

  • Agachamento – 30 segundos;
  • Abdominal remador – 30 segundos;
  • Polichinelo – 30 segundos;
  • Flexão de braço (com ou sem os joelhos no chão) – 30 segundos;
  • Corrida estacionária (no lugar) – 30 segundos;
  • Prancha – 30 segundos;
  • Passada – 8 repetições de cada lado;
  • Burpee – 20 segundos;
  • Prancha lateral – 30 segundos de cada lado;
  • Abdominal Canivete – 10 repetições.
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