Oxímetro: para que serve, como usar e valores de oxigenação normal

A oximetria é um exame que permite medir a saturação de oxigênio no sangue, que é um dado muito importante em pessoas com problemas pulmonares, cardíacos ou neurológicos. Entenda como usar o oxímetro de dedo, confira os valores normais de saturação e saiba o que fazer quando está baixa.
Oxímetro: para que serve, como usar e valores de oxigenação normal Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

Alveolite (seca ou purulenta): o que é, sintomas e tratamento

A alveolite é uma situação que pode acontecer após a extração de um dente, normalmente o siso, que resulta em infecção e inflamação. Dependendo das suas características, a alveolite pode ser considerada seca ou purulenta. Entenda melhor o que é, seus sintomas e tratamento.
Alveolite (seca ou purulenta): o que é, sintomas e tratamento Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

O que fazer para tratar o piercing inflamado

Se você perfurou a pele para colocar um piercing e percebeu que ela ficou inchada, avermelhada e dolorida, você está com o piercing inflamado. Na maioria das vezes, você pode tratar o piercing inflamado em casa, seguindo alguns cuidados relacionados à limpeza do local. 

Em outros casos, quando há infecção bacteriana, você precisa passar por uma consulta médica, para receber um tratamento com antibióticos prescritos pelo profissional. 

Veja como identificar se o piercing está inflamado, o que fazer para tratar e como evitar o problema. 

Como saber se o piercing está inflamado?

Após colocar um piercing, é normal que até dois dias após a perfuração o local fique inflamado, apresentando os seguintes sinais

  • Pequeno inchaço local
  • Dor leve
  • Vermelhidão
  • Secreção transparente

Quando esses sinais persistem por mais de três dias e se agravam, pode ser um indicativo de infecção, ou seja, bactérias devem ter invadido o local e se proliferado. Procure um médico se perceber que: 

  • A vermelhidão ao redor do piercing ficou mais intensa.
  • Você sente dores mais fortes e o local ficou mais sensível, mesmo aos toques leves. 
  • O inchaço local aumentou. 
  • Há secreção com pus de cor branca, amarela ou esverdeada. 
  • Está com febre e com sensação de fraqueza ou mal-estar. 

O que fazer para tratar o piercing inflamado?

Piercing doendo
É preciso tomar alguns cuidados para ao tratar o piercing inflamado

Se você acabou de colocar um piercing e percebeu os sinais de inflamação, coloque em prática alguns cuidados diários, para evitar complicações mais sérias causadas pela infecção bacteriana. 

Tomando esses cuidados, logo o local ficará cicatrizado e seu piercing ficará bonito como planejado. 

Lave as mãos

É quase um reflexo natural ficar tocando no piercing após colocá-lo, mas essa é a atitude que mais oferece riscos para uma inflamação local. 

Sempre que for tocar na pele e no piercing, lave bem as suas mãos, pois elas carregam inúmeras bactérias que podem entrar pela ferida aberta e prejudicarem a cicatrização.

Lave o local do piercing

As sujeiras não chegam ao local apenas pelas mãos sujas, mas a secreção, o suor, a poeira do ar e a roupa também são vetores de bactérias. Por isso, é muito importante manter o local do piercing bem limpo e seco. 

O ideal é que você lave o local três vezes ao dia com água e sabão neutro ou antibacteriano. Após a lavagem, seque bem a região com uma toalha limpa e macia ou compressas de gazes. 

Use soro fisiológico

É normal que no local haja o acúmulo de secreção transparente, que forma casquinhas endurecidas. Para retirar essas crostas, é recomendado usar soro fisiológico, logo após a lavagem com água e sabão. Faça uma limpeza suave e cuidadosa com um algodão ou uma gaze embebida em soro fisiológico

Mantenha o local do piercing seco

A umidade local propicia a proliferação de bactérias, por isso mantenha o local do piercing sempre seco. Mas, tenha o cuidado de não esfregar a pele, apenas seque-a com leves batidinhas, usando um algodão ou uma gaze. 

Para ajudar a manter o local sempre seco, evite realizar atividades físicas nos primeiros dias após a perfuração e use roupas com tecidos leves e folgados, que permitam a transpiração da pele. 

Mantenha o local do piercing livre de atrito

Já pensou enroscar algum acessório ou roupa no piercing recém colocado? Com certeza, o atrito é algo a ser evitado, pois pode piorar a inflamação e ainda machucar o local.

Por isso, use peças de roupas mais folgadas e evite usar acessórios próximos ao local do piercing. Tome cuidado quando for dormir, para não se deitar sobre o seu piercing. 

Coma alimentos saudáveis

Os alimentos muito processados e industrializados, como frituras, doces, salgadinhos, refrigerantes e bebidas alcoólicas são pró-inflamatórios, ou seja, contribuem para o processo inflamatório no seu organismo e prejudicam a cicatrização

Na rotina normal, esses alimentos devem ser uma exceção em sua dieta, se você deseja ter uma alimentação saudável e equilibrada. 

Esse cuidado deve ser ainda mais intenso quando você estiver passando por algum processo inflamatório, como no caso da perfuração da pele com um piercing. Veja mais detalhes sobre o que não comer quando se coloca um piercing

Por isso, alimente-se da forma mais saudável possível, incluindo alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como: 

  • Alho
  • Gengibre
  • Cúrcuma
  • Laranja
  • Acerola
  • Brócolis
  • Salmão 
  • Atum

Veja outras opções de alimentos com propriedades anti-inflamatórias, para você incluir em sua dieta. 

Não use cosméticos no local

Mantenha a rotina de limpeza local com água, sabão e soro fisiológico. Use apenas as pomadas receitadas pelo médico ou indicadas pelo profissional habilitado que colocou o seu piercing. São indicadas as pomadas com antibióticos e corticosteróides, quando a inflamação estiver associada com uma infecção bacteriana.  

Não passe mel, babosa, cosméticos ou outros ingredientes caseiros sem indicação médica, pois eles podem aumentar a irritação local. Também evite usar maquiagens sobre o local da perfuração. 

Agende uma consulta médica

Se mesmo com esses cuidados, os sinais de inflamação não melhorarem em até três dias, marque uma consulta médica, para avaliar se é necessário iniciar o tratamento com antibióticos. 

A forma e a duração do tratamento dependem da gravidade da infecção. O médico ou médica pode indicar pomadas como Diprogenta® e Trok-G®, ou medicações por via oral, como cefalexina por 7 a 10 dias.

Cuidados para evitar o piercing inflamado

Fazendo piercing
Escolher uma área da pele menos arriscada para perfurar é essencial

O piercing pode inflamar por dois motivos principais, que estão relacionados com a limpeza da pele antes e após a perfuração.

Antes da perfuração, os materiais devem ser esterilizados e a pele deve estar bem limpa. Depois de colocar o piercing, os cuidados com a limpeza devem continuar, para evitar a inflamação e a infecção por bactérias. 

Tenha o cuidado de escolher bem o local e o profissional que colocará o seu piercing, atentando-se para a higiene do local, das mãos e assepsia dos instrumentos.

Cuidado com a limpeza

Da mesma forma que o profissional deve ter o cuidado de usar luvas para colocar o piercing, você precisa lavar as mãos sempre que for mexer no piercing enquanto a ferida ainda estiver aberta, pois as bactérias presentes nas mãos podem contaminar e infectar o local.  

Cuidado com a área escolhida na pele

Vamos usar a orelha como exemplo, existem muitas áreas que podem ser perfuradas e algumas são mais arriscadas do que outras. 

O lóbulo da orelha e os tecidos moles logo acima dele são locais com menor probabilidade de ficarem infectados, comparados às regiões de cartilagem. Isso porque na cartilagem há menor suprimento sanguíneo, do que nos tecidos moles e no lóbulo. 

O fluxo sanguíneo é a via pela qual os anticorpos e os antibióticos chegam ao local para combater uma infecção, por isso as regiões de cartilagem são mais vulneráveis à inflamação e à infecção. 

Cuidado com a escolha do metal

É importante que você conheça o seu histórico de alergia aos metais. Por exemplo, o aço inoxidável é sempre relatado como uma boa escolha para o piercing, mas pode não ser caso você tenha alergia ao níquel

Outros metais que costumam não causar problemas são o titânio, o nióbio, a prata e o ouro. Mas, sempre atente-se às reações na sua pele ao utilizar esses e outros metais, cuidando para evitar as reações alérgicas. 

Fontes e referências adicionais

Você já teve problemas com piercing inflamado? Quais foram os sinais ou sintomas que você apresentou? O que você fez para tratar a inflamação? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

O que fazer para tratar o piercing inflamado Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

7 melhores frutas para queda de cabelo

Para quem gosta de cultivar belas madeixas, a ideia de ver os cabelos caírem parece um pesadelo. Mas, além de investir em bons shampoos, condicionadores e cremes de tratamento, ter uma dieta balanceada com frutas para a queda de cabelo ajuda bastante.

Afinal, assim como todas as outras partes do organismo, os fios de cabelo também precisam de nutrientes para que se mantenham fortes e saudáveis.

7 frutas para queda de cabelo

Embora elas não sejam capazes de reverter uma perda de cabelo que já começou a acontecer, incluir boas frutas para queda de cabelo na dieta é uma boa tática para tentar prevenir ou até amenizar o problema. Por exemplo:

1. Laranja

Basta pensar em laranja para lembrar da vitamina C, não é mesmo? Pois é, a vitamina C é um antioxidante, que pode auxiliar a proteger os folículos capilares contra os radicais livres.

Além disso, a vitamina C ajuda o organismo a absorver o mineral ferro, que é importante para a saúde e força dos cabelos. Sem contar que a vitamina também contribui com a produção de colágeno, uma das proteínas que atuam na construção capilar e que pode ajudar no fortalecimento dos fios e prevenção da queda de cabelo.

2. Frutas vermelhas

Elas aparecem na lista de frutas para queda de cabelo pelo mesmo motivo das laranjas: entre os compostos benéficos e vitaminas das frutinhas vermelhas está a vitamina C, que pode ser muito útil para a saúde dos fios.

Conforme vimos, a vitamina C é um antioxidante e consumir antioxidantes é importante contra o estresse oxidativo, que acontece quando os níveis de antioxidantes não são altos o bastante para compensar os efeitos dos radicais livres.

Uma revisão que saiu no International Journal of Cosmetic Science (Jornal Internacional de Ciência Cosmética) em 2015 apontou que o estresse oxidativo já foi ligado à perda de cabelo e a couros cabeludos menos saudáveis.

Frutas vermelhas
Frutas vermelhas têm muita vitamina C, ótima para a saúde dos cabelos

3. Abacate

Famosa por ser fonte de gorduras saudáveis, a fruta ainda oferece vitamina E, que pode contribuir com o crescimento capilar. Assim como a vitamina C, a vitamina E é um antioxidante, ou seja, ela também pode ajudar contra os radicais livres.

Ao mesmo tempo, o abacate tem ácidos graxos essenciais que não podem ser produzidos pelo organismo, porém são componentes fundamentais das células. Estudos já associaram a deficiência de ácidos graxos à perda de cabelos.

Pessoas que têm uma alimentação livre de ácidos graxos essenciais por um longo período de tempo podem desenvolver a alopecia (queda de cabelo).

4. Goiaba

Não deixe de incluir a goiaba na sua próxima salada de frutas para queda de cabelo. Isso porque, assim como as laranjas, elas também são uma ótima fonte de vitamina C. Aliás, a goiaba apresenta ainda mais vitamina C do que a própria laranja.

Goiaba
Outra ótima fonte de vitamina C é a goiaba

5. Kiwi

Ainda sobre as frutas ricas em vitamina C, não podemos deixar de mencionar o kiwi, que também apresenta um teor mais elevado do nutriente que a laranja. Ele contém aproximadamente 230% da ingestão diária recomendada de vitamina C.

6. Ameixas secas

Lembra que falamos que o ferro também é importante para os cabelos? Então, uma opção de fruta para reforçar a ingestão do mineral são as ameixas secas. Para melhorar a absorção do nutriente ao comer a fruta, combine-a com alimentos que são fontes de vitamina C.

7. Mamão papaia

Falando em vitamina C, o mamão papaia é outra opção de fonte do nutriente para a dieta. No entanto, esta não é a única vantagem que a torna uma das opções de frutas para queda de cabelo.

Além disso, o alimento também possui uma boa quantidade de carotenoides, pigmentos com ação antioxidante que podem colaborar com a saúde do couro cabeludo.

Enquanto inclui essas frutas na alimentação, não deixe reforçar a dieta com outros alimentos bons para o cabelo, que oferecem nutrientes adicionais igualmente importantes para a saúde dos fios.

Mamão
O mamão papaia também fornece uma boa quantidade de vitamina C

O que pode causar a queda de cabelo?

Mas, não é apenas a falta de nutrientes que pode trazer problemas aos cabelos. Por exemplo, uma pessoa pode sofrer com a queda de cabelo devido a:

  • Fatores hereditários
  • Mudanças hormonais e doenças
  • Uso de certos remédios ou suplementos
  • Radioterapia
  • Situações muito estressantes
  • Penteados que puxam e apertam demais o cabelo ou tratamentos capilares com óleo quente ou substâncias químicas.

Portanto, ao perceber que o seu cabelo está caindo demais, além de melhorar a alimentação com as frutas para queda de cabelo, procure um médico dermatologista para descobrir qual é a causa do problema e tratá-la corretamente.

Fontes e referências adicionais

Você costuma sofrer muito com a queda de cabelo? O que achou dessas frutas que podem ajudar? Pretende comer mais delas? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

7 melhores frutas para queda de cabelo Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

4 remédios caseiros para conjuntivite e como preparar

A conjuntivite é uma doença contagiosa, e bastante incômoda. Por isso, quem passa por essa condição quer se livrar dela o mais rápido possível. E nesses casos, existem alguns remédios caseiros que de fato podem ajudar nesse sentido.

Entretanto, eles não devem substituir o tratamento médico, que você deve seguir à risca. Mas, eles podem aliviar o incômodo causado pelos sintomas da doença, funcionando como um complemento.

Veja também: Conjuntivite viral: como se pega e quais os sintomas?

4 remédios caseiros para conjuntivite

1. Compressa de água fria

O primeiro item da lista é bem simples. Para preparar, você vai precisar apenas de água e gaze ou algodão (sem fiapos). A compressa de água fria pode diminuir o inchaço da pálpebra, a dor e o desconforto causados pela conjuntivite. 

Entretanto, quem se sentir mais confortável com ela, também pode fazer a compressa com água morna. Mas, não use a água muito quente, pois isso pode piorar a conjuntivite ou queimar as pálpebras.

Como preparar

Basta molhar o pedaço de gaze ou algodão bem limpo na água e passar na pálpebra com o olho fechado. No entanto, não aperte forte para não machucar os seus olhos.

Deixe a compressa agir por alguns minutos até aliviar os sintomas. Quando perder a temperatura da sua preferência, você pode trocar por outra compressa.

Se a conjuntivite afetar apenas um dos olhos, não toque o outro olho com o mesmo algodão ou gaze usado na compressa.

2. Soro fisiológico

De um modo parecido com as compressas, outra opção de remédio caseiro para conjuntivite é usar o soro fisiológico gelado para amenizar os sintomas e o desconforto. 

O produto é indicado por ser uma mistura de sal e água, parecida com as lágrimas, que são a forma natural que os olhos têm para se limpar. 

Como preparar

Quando o objetivo é a limpeza dos olhos, o ideal é utilizar o soro fisiológico esterilizado. Portanto, para testá-lo como um dos remédios caseiros para conjuntivite, você vai precisar comprar uma embalagem fechada, esterilizada e individual (de utilização única).

No entanto, as gotinhas de soro fisiológico não devem ser aplicadas com muita frequência, pois o excesso de sal pode causar ou piorar a irritação já presente nos olhos.

Soro fisiológico
O soro fisiológico já é um remédio caseiro conhecido para problemas nos olhos

3. Saquinhos de chá

Embora não existam estudos que mostrem como os saquinhos de chá podem afetar os olhos ou se eles são bons contra infecções oculares, alguns chás como camomila, chá verde e chá preto tem ação anti-inflamatória.

Assim, é daí que vem a ideia que eles podem funcionar como remédios caseiros para conjuntivite, ajudando a diminuir o inchaço.

Como preparar

A ideia é simples: colocar saquinhos de chás gelados sobre os olhos fechados. Além de tentar aliviar o incômodo nos olhos, fazer isso pode ser uma forma de relaxar enquanto a conjuntivite não vai embora de vez. 

4. Óleo essencial de lavanda

Este remédio caseiro para conjuntivite deve ser usado apenas perto, jamais diretamente nos olhos, o que pode ser perigoso. O óleo essencial de lavanda aparece na lista porque acredita-se que ele pode amenizar a coceira e ajudar contra os sintomas da conjuntivite viral.

Como preparar

Dilua um pouco de óleo essencial puro de lavanda e passe próximo aos olhos. Mas, mantenha pelo menos 1,5 cm de distância dos olhos, colocando acima do osso da sobrancelha ou abaixo da maçã do rosto. Ao aplicar, preste atenção para não deixar respingar nos olhos.

Óleo de lavanda
O óleo de lavanda pode ajudar a amenizar a coceira da conjuntivite

Ao lado dos remédios caseiros para conjuntivite, não se esqueça desses cuidados

Além de testar os remédios caseiros para conjuntivite é essencial tomar uma série de cuidados enquanto se recupera da doença. Isso inclui evitar coçar os olhos para diminuir a irritação, não colocar as mãos no rosto para evitar a recontaminação e lavar as mãos com frequência.

Por exemplo, as mãos devem ser lavadas sempre antes e depois de aplicar o colírio. Falando nisso, ao pingar o remédio, tome cuidado para não encostar o frasco nos olhos. 

Aliás, ainda sobre o colírio, não podemos deixar de alertar que você só deve usar aquele que foi prescrito pelo médico, seguindo as instruções que o profissional passar. Isso porque existem diferentes tipos de conjuntivite e cada uma deve ser tratada de um jeito diferente. Além da viral, há a conjuntivite alérgica e a conjuntivite bacteriana

Adicionalmente, algo muito importante é não usar lentes de contato enquanto está com conjuntivite, e se estiver tratando com colírios e pomadas. O tempo que você vai precisar ficar sem as lentes depende do que causou a doença, de acordo com as orientações do seu médico.

Além disso, converse com ele para saber se será preciso jogar fora as lentes, as soluções para limpeza das lentes ou até mesmo a caixinha onde as guarda.

Fontes e referências adicionais

Você já experimentou algum desses remédios caseiros para conjuntivite? Quando foi a última vez que teve conjuntivite? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

4 remédios caseiros para conjuntivite e como preparar Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

5 remédios caseiros para herpes-zóster

O herpes-zóster é uma doença que se manifesta como uma erupção na pele, podendo surgir em qualquer parte do corpo, sendo o tronco e o rosto as mais comuns, e existem remédios caseiros que podem ajudar a abreviar seu período de atividade.

A herpes-zóster é provocada pelo vírus varicela-zóster, o mesmo responsável por causar a catapora. Após ter a doença, o vírus permanece inativo no organismo. Entretanto, anos mais tarde, ele pode ser reativado na forma de herpes-zóster.

Mas, mesmo quem não teve a catapora pode manifestar a herpes-zóster anos mais tarde. Basta um contato com o vírus para ter chances de desenvolver a doença na vida adulta.

5 remédios caseiros para herpes-zóster

Embora não seja um problema de saúde que traz risco à vida, a herpes-zóster é incômoda. Além de doer, ela coça, arde e é sensível ao toque. Algumas pessoas ainda podem ter febre, dor de cabeça, fadiga e sensibilidade à luz.

Não existe uma cura para a herpes-zóster, porém, o tratamento com um antiviral prescrito pelo médico, como o aciclovir, pode acelerar a cicatrização da lesão na pele e diminuir o risco de complicações. 

Além disso, existem alguns remédios caseiros que podem ajudar a aliviar o incômodo. Por exemplo:

1. Água fria

Tomar um banho frio ou aplicar uma compressa com água fria na lesão pode amenizar a coceira e a dor causadas pela herpes-zóster. 

Água fria
Um banho de água fria pode ajudar a espantar a coceira e a dor

2. Banho com aveia ou amido de milho

Outra sugestão para aliviar os sintomas da herpes-zóster é colocar uma a duas xícaras de aveia coloidal ou amido de milho em uma banheira com água morna e ficar de molho na mistura por 10 a 15 minutos.

Então, depois que passar esse tempo, basta secar bem todo o corpo e lavar a toalha usada para evitar transmitir a herpes-zóster.

Entretanto, a água desse banho não pode estar quente, pois o calor aumenta o fluxo sanguíneo, o que pode piorar as bolhas da erupção. 

3. Pasta de amido de milho 

Para aliviar a coceira da lesão, outra dica de remédio caseiro para herpes-zóster é despejar duas partes de amido de milho em um recipiente, adicionar uma parte de água e misturar até conseguir a consistência de uma pasta.

Então, basta passar a pastinha de amido de milho na ferida e enxaguar depois de 10 a 15 minutos. 

4. Ser cuidadoso com a lesão

Manter a região lesionada sempre limpa e seca, evitar cobrir a parte da pele em que a erupção está presente e não coçar as bolhas também pode ajudar a aliviar os sintomas, diminuir o desconforto e a acelerar a recuperação. 

5. Melhorar a alimentação

Um sistema imunológico mais fraco pode propiciar o aparecimento da herpes-zóster, bem como piorar sua gravidade.

A primeira linha de defesa que se pode tomar em favor do sistema imunológico é ter um estilo de vida saudável, o que inevitavelmente passa por uma alimentação de qualidade.

Uma dieta boa para herpes-zóster inclui alimentos como laranja, vegetais verdes folhosos, carne vermelha, ovos, produtos laticínios, grãos integrais, leguminosas, tomate, espinafre e alimentos com vitamina A, vitamina B12, vitamina C, vitamina E e com o aminoácido lisina.

Por outro lado, recomenda-se evitar comidas e bebidas ricas em açúcar, carboidratos refinados e gorduras saturadas enquanto se recupera de uma lesão da herpes-zóster. 

Outras mudanças de estilo de vida que favorecem a imunidade incluem parar de fumar, praticar exercícios físicos com frequência, consumir álcool apenas moderadamente, manter um peso saudável, dormir bem e controlar o estresse.

Embora a herpes-zóster seja mais comum após os 50 anos, pessoas mais jovens têm apresentado a doença. Sabe quem é considerado um dos culpados por isso? Justamente o estresse.

Alimentos saudáveis
Assim como muitas outras condições, a herpes-zóster também se beneficia de uma alimantação saudável

Atenção aos remédios caseiros para herpes-zóster

As compressas, pastas e banhos com ingredientes só podem ser passadas em áreas que não tenham feridas abertas. Isso porque há o risco de que consigam atravessar a pele, o que pode resultar em infecção e irritação, piorando os sintomas. 

Em caso de dúvidas e para garantir que os remédios caseiros para herpes-zóster que você deseja usar são seguros, busque orientação médica.

Além dos remédios caseiros para herpes-zóster: quando procurar ajuda médica

A recomendação é ir ao médico logo que desconfiar que a herpes-zóster estourou na sua pele. Entretanto, é ainda mais importante procurar o profissional de saúde quando:

  • A dor e a erupção na pele surgirem perto dos olhos. Isso porque se não for tratada, a infecção pode causar um dano ocular permanente. Inclusive, há o risco de cegueira.
  • Você tiver mais de 60 anos, pois a idade aumenta o risco de complicações.
  • Você ou alguém da sua família tiver um sistema imunológico debilitado, o que pode ocorrer devido ao câncer, doenças crônicas ou ao uso de certos medicamentos.
  • A lesão na pele tiver se espalhado e for dolorosa.
Fontes e referências adicionais

Você costuma sofrer com herpes-zóster frequentemente? Quais desses remédios caseiros já experimentou? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

5 remédios caseiros para herpes-zóster Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

15 sintomas de inflamação no ovário, principais causas e tratamento

A inflamação no ovário, também conhecida como ovarite ou ooforite, pode ser causada por vírus ou bactérias que se multiplicam em um ou ambos os ovários. O problema também pode ocorrer devido a uma disfunção do sistema imunológico, que passa a atacar as próprias células do órgão, promovendo inflamação e os sintomas associados.  

A ocorrência de inflamação no ovário de forma isolada é rara, pois trata-se de uma região de difícil acesso aos microrganismos, devido à resistente proteção de sua estrutura. Então, normalmente, ela está associada a outros quadros inflamatórios que acometem o sistema reprodutor feminino. 

A inflamação no ovário compromete a função desse órgão, que está associada à ovulação e produção de hormônios femininos importantes e, por isso, pode levar à infertilidade, se for muito recorrente e não for tratada adequadamente. 

Em alguns casos, a inflamação no ovário pode causar danos às tubas uterinas, que são responsáveis por transportar os óvulos que rompem a superfície do ovário até o útero, e é nesse local onde pode haver o encontro dos óvulos com os espermatozóides. Por isso, danos a essa estrutura resultantes da inflamação podem prejudicar a fecundação.

Veja mais detalhes sobre o que é inflamação no ovário, os principais sintomas, as causas e como é feito o tratamento.  

Sintomas da inflamação no ovário

Ovário inflamado
As dores e náuseas são alguns dos principais sintomas da inflamação no ovário

Há casos em que a inflamação no ovário provoca sintomas leves e sutis, o que atrasa e dificulta o diagnóstico. Até que uma intensa e repentina dor na região pélvica surja e leve a mulher a procurar um especialista, que logo suspeita de um quadro inflamatório.   

Normalmente, os sintomas aparecem logo após o período menstrual, com uma leve dor na parte inferior da barriga, que vai piorando progressivamente, acompanhada de distensão e endurecimento abdominal, além de outros sintomas, como: 

  1. Náuseas/enjoo
  2. Vômito
  3. Dor na região pélvica
  4. Dor ao urinar
  5. Dor durante a relação sexual
  6. Sensação de queimação/ardência ao urinar
  7. Dificuldade para urinar
  8. Dor de cabeça
  9. Sangramento vaginal mais intenso do que o normal
  10. Sangramento vaginal entre as menstruações
  11. Corrimento vaginal
  12. Dificuldade para engravidar (infertilidade)
  13. Febre constante, acima de 38ºC
  14. Mal-estar generalizado
  15. Cólica muito forte

Os sintomas não se manifestam todos de uma vez, eles aparecem de maneira gradual e tendem a se agravar ao longo do tempo. 

Causas da inflamação no ovário

As causas da inflamação no ovário podem ser divididas em três categorias principais: autoimune, aguda e crônica. Além disso, a inflamação no ovário pode ser causada por doenças inflamatórias não específicas ao ovário, mas que também acabam atingindo esse órgão. 

Doença inflamatória pélvica (DIP)

A inflamação no ovário pode ser resultado da infecção por bactérias causadoras de doenças sexualmente transmissíveis (DST), como gonorreia e clamídia. Nesse caso, não são apenas os ovários os órgãos afetados, o útero e as tubas uterinas também ficam inflamados. Essa infecção ocorre através do ato sexual desprotegido com uma pessoa contaminada. 

A doença inflamatória pélvica, como é chamada essa inflamação geral dos órgãos sexuais internos, também pode ser causada por procedimentos médicos locais, como inserção de dispositivo intrauterino (DIU), biópsia na parte interna do útero e curetagem. 

Inflamação autoimune

Doenças autoimunes são causadas por um mal funcionamento do sistema imunológico da pessoa que, ao invés de produzir células e anticorpos apenas para combater patógenos externos, passa a produzi-los contra células do próprio organismo. 

O que acontece é que o sistema imunológico passa a considerar as células do corpo como estranhas e invasoras. No caso da inflamação no ovário, o sistema imune identifica as células do ovário como invasoras e passa a atacá-las. 

A inflamação no ovário  pode ocorrer como consequência de uma doença autoimune preexistente, como o lúpus

Essa causa é a mais rara de acontecer e também é a forma mais grave da doença, podendo levar à infertilidade e até à necessidade de remoção cirúrgica do ovário. Mas, antes, o especialista tenta diminuir esse ataque às células do ovário com o tratamento da doença autoimune que o provocou, juntamente com a terapia de reposição hormonal. 

Inflamação aguda

A inflamação aguda é caracterizada pela ocorrência de apenas um episódio da doença, que é geralmente causado por bactérias, como a estreptococos, estafilococos e bacilos do grupo coli. Essas bactérias podem atingir apenas um ou ambos os ovários.

Normalmente, essas bactérias afetam o trato intestinal, mas podem migrar para o sistema reprodutor, em decorrência de algum fator imunológico, e provocar a inflamação no ovário. 

Outra possível causa da inflamação aguda no ovário é como complicação de uma infecção pelo vírus da caxumba, uma doença infecciosa e altamente contagiosa. 

Inflamação crônica  

A inflamação crônica acontece de maneira recorrente e, geralmente, está associada a um quadro de endometriose

Na endometriose, o tecido que reveste o útero internamente cresce fora dele, podendo atingir o ovários e outros órgãos do sistema reprodutor. O crescimento de glândulas e tecidos no ovário aumentam o risco de inflamação crônica. 

A endometriose também provoca o refluxo sanguíneo para as tubas uterinas, causando inflamação nessas estruturas e no ovário. 

Diagnóstico da inflamação no ovário

Alguns exames laboratoriais e de imagem são necessários para o diagnóstico

O diagnóstico da inflamação no ovário é realizado através de exames laboratoriais e de imagem. A realização desses exames é muito importante para descartar outros problemas com sintomas parecidos, como apendicite, gravidez ectópica e cistos no ovário

Os exames laboratoriais mais comuns são o hemograma e a hemossedimentação, que são exames de sangue desenvolvidos para detectar inflamações ou infecções no organismo. 

Os exames de imagens normalmente solicitados são o raio-X e o ultrassom. Esses exames proporcionam ao especialista uma visão ampla do problema, o que ajuda a nortear melhor o tratamento. 

Tratamento da inflamação no ovário

Se após a realização dos exames o diagnóstico for conclusivo, inicia-se a etapa do tratamento. O ginecologista prescreve medicações específicas para combater diretamente a causa da inflamação nos ovários. 

Geralmente, os medicamentos escolhidos são uma combinação de antibióticos e anti-inflamatórios, na forma de comprimidos, gotas ou supositórios vaginais. O período de tratamento dura em torno de 8 a 14 dias. 

A escolha do antibiótico e do anti-inflamatório é feita de acordo com a espécie da bactéria causadora do problema, informação obtida através de um esfregaço vaginal e posterior análise em laboratório. 

Em alguns casos, o tratamento é feito no hospital, quando há a necessidade de administração do medicamento por via intravenosa (na veia) ou por injeções. 

Em casos graves, quando os tratamentos prescritos não produzem o efeito esperado, pode ser necessária a ooforectomia, que é a cirurgia de retirada dos ovários. Quando a inflamação no ovário é diagnosticada e tratada de forma precoce, a fertilidade da mulher é mantida ou restaurada. 

Porém, quando o problema não é detectado na fase inicial e causa danos nas tubas uterinas e nos ovários, a mulher pode ficar infertil. Nesse caso, se a mulher quiser uma gestação futura, poderá recorrer à fertilização in vitro, com a transferência dos embriões diretamente para o útero. 

Por isso, é muito importante procurar ginecologista ao perceber os primeiros sintomas, para que os tratamentos sejam eficazes e para que não haja complicações mais graves.

Fontes e referências adicionais

Quais dessas causas de inflamação no ovário você já tinha ouvido falar? Você já suspeitou de inflamação no ovário por causa de algum desses sintomas? Se sim, quais sintomas? Comente abaixo!  

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

15 sintomas de inflamação no ovário, principais causas e tratamento Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Tarfic pomada (tacrolimo): para que serve e como usar

O Tarfic é uma pomada indicada para dermatite atópica, pois contém tacrolimo na sua composição que ajuda a reduzir a inflamação da pele e aliviar os sintomas de vermelhidão ou coceira da pele. Entenda melhor para que serve a pomada Tarfic, como usar e os possíveis efeitos colaterais.
Tarfic pomada (tacrolimo): para que serve e como usar Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com