Estomatite: o que é, sintomas, causas e tratamento

A estomatite é o aparecimento de feridas que se parecem com aftas ou úlceras nos lábios e interior da bochecha, que em alguns casos pode causar febre e inchaço, devido ao vírus da herpes simples e queda da imunidade. Entenda o que é a estomatite herpética, quais suas causas, sintomas e como tratar.
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Candidíase masculina (no pênis): sintomas, causas e tratamento

A candidíase é uma condição relativamente comum que se caracteriza pelo crescimento excessivo de fungos na pele, o que, no caso do homem, acontece mais frequentemente no pênis e região genital. Entenda melhor o que é, suas causas, sintomas e como tratar.
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7 remédios caseiros para sinusite: chás e outras opções

Alguns remédios caseiros são uma excelente opção para tratar a sinusite pois são ricos em substâncias anti-inflamatórias e expectorantes que ajudam a combater os sintomas de nariz entupido e sensação de peso no rosto. Confira todas as opções de remédios caseiros para sinusite e como preparar corretamente .
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9 chás para dor de garganta (e como preparar)

Alguns chás para garganta inflamada, como o chá de limão, alho e gengibre ou o chá de romã, possuem substâncias com ação anti-inflamatória e analgésica, que ajudam a aliviar os sintomas como garganta irritada ou dor. Veja outras opções de chá para garganta inflamada e como preparar corretamente.
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Como reduzir a aparência das olheiras

As olheiras estão ligadas a diversos fatores. Fernanda Chauvin, especialista em dermatocosmética, explica que a genética, falta de sono, diminuição da hidratação, perda de colágeno, sol, cigarro, álcool, alergias, déficit circulatório, medicamentos e hormônios podem ser alguns dos motivos por detrás das marcas abaixo dos olhos, que transmitem uma sensação de cansaço e envelhecida.

Apesar disso, há como reduzir a aparência das olheiras, devolvendo a aparência mais jovem à face. “Entre eles, podemos citar a melhora na qualidade do sono, a realização de exercícios faciais e a utilização de formulações cosméticas com propriedades descongestionantes, anti-inflamatórias, firmadoras e dermorelax” compartilha Claudia Coral, farmacêutica especialista em ativos e vice-presidente da Galena.

TIPOS DE OLHEIRAS

De acordo com Ana Karina Bernardo Nascimbem, dermatologista da Clínica Liliane Oppermann, vários tipos de olheiras: pigmentadas, bolsas de gordura, sulco profundo, flacidez da pele e presença das rugas. E uma pessoa pode ter mais do que apenas um tipo.

  • Olheira escura

A olheira escura tem duas causas: a primeira é a pigmentação da pele das pálpebras inferiores pela melanina, com coloração em diferentes tons de castanho. A outra causa é a pele muito fina que permite a visualização dos vasinhos capilares (olheira vascular) que também dão um aspecto mais escuro para as olheiras mas nesse caso a cor tende a ser mais do rosa ao arroxeado.

  • Olheira estrutural

A olheira estrutural acontece pela falta ou rearranjo de tecido abaixo dos olhos, gerando uma sombra na região periocular que escurece a área; conhecida como “olheira de cansaço”.

  • Bolsa de gordura

Já as bolsas de gordura que normalmente estão sendo contidas pelos músculos e ligamentos da área palpebral se formam pela associação da flacidez da pele e enfraquecimento desses músculos e ligamentos permitindo o deslizamento dessas estruturas para a área das pálpebras inferiores.

  • Sulcos profundos

Os sulcos profundos podem ser de origem genética (quando se iniciam em idade mais precoce) ou também com o passar da idade por mudanças da estrutura óssea da região associada a flacidez da pele, músculo e ligamentos. “A flacidez e as rugas surgem com o decorrer da idade devido a perda do colágeno e elastina da pele, piorado pela exposição solar e hábitos não saudáveis de alimentação e tabagismo, por exemplo” conta a profissional.

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COMO CUIDAR DAS OLHEIRAS

  • Creme a base de cafeína

Sim! A cafeína pode ser um ótimo aliado na hora de reduzir e melhorar a aparência de suas olheiras. “Os cremes a base de cafeína podem ajudar pois esse ativo melhora a drenagem da área das olheiras ao ativar a microcirculação local tendo ação descongestionante. Além disso a cafeína tem propriedades antixoxidantes que podem ajudar a reduzir a formação de rugas e protege a pele local contra a ação dos radicais livres” compartilha Ana.

  • Colheres geladas

Uma ótima maneira de se livrar de olheira vascular e do inchaço causado pela drenagem insuficiente são as colheres geladas. A aplicação de uma colher gelada promove a contração dos vasos sanguíneos da região com isso reduzindo o inchaço e a cor rosa arroxeada das pálpebras inferiores.

“Você pode deixar as colheres no congelador na noite anterior e retirar no dia seguinte e então aguardar alguns minutos para que a colher atinja uma temperatura adequada e então deixar em contato com a região por cerca de 30 segundos. Cuidado apenas para não aplicar a colher logo ao retirá-la do congelador pois a pele das pálpebras inferiores é muito fina e pode acontecer uma queimadura pelo frio!” alerta Ana. “Aguarde alguns minutos (mais ou menos 20 minutos) ou envolver a colher numa gaze umedecida. Se preferir pode colocar a colher em água gelada com cubos de gelo por alguns minutos para então utilizá-las. Depois aconselho a aplicação de um creme hidratante adequado para a área dos olhos antes do filtro solar”.

  • Tratamentos estéticos

A dermatologista diz que a pigmentação por melanina pode ser tratada com peelings, lasers e luz pulsada. Já a coloração secundária ao vasinhos capilares pode ser melhorada com lasers e luz intensa pulsada.

A dermatologista Maria Eduarda Pires também indica o tratamento com ácido hialurônico para as olheiras estruturais. “Existem chances do tratamento escolhido não obter os resultados desejados apenas com produtos dermatológicos de uso tópico, nesses casos o ideal é realizar protocolos de luz intensa pulsada, laser ou uso de ácidos como o kójico e o tranexâmico injetáveis no local”.

  • Mude seu estilo de vida

Além da skincare, colheres e tratamentos, é preciso fazer algumas alterações na alimentação para melhorar a aparência das olheiras. “Evitar excesso de sal já é um primeiro passo, e lembrando que o sal pode estar “escondido” em alimentos industrializados, evitar excesso de bebidas alcoólicas, dormir bem e fazer uso do filtros solar!” compartilha Ana.

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Horóscopo quinzenal: de 16 a 31 de março

Áries: Desacelere e aproveite o período para dar uma atenção para a sua intimidade, filtrando as influências externas. 

Touro: Avalie como estão os pilares que sustentam o seu trabalho, desde o setor financeiro até o planejamento a médio e longo prazo. 

Gêmeos:  Se permita mudar e adaptar para as suas necessidades atuais, tendo atenção para não deixar a sua essência de lado durante sua busca por ascensão.

Câncer: O desafio será romper com algumas das suas crenças limitantes. Em vez de apressar as escolhas, reserve um tempo para desacelerar e descobrir seu próximo passo

Leão: Não ceda aos antigos hábitos, e para isso, perceba todo o progresso que aconteceu a partir das mudanças.

Virgem: Fortaleça os laços das suas relações e parcerias. Não deixe que conflitos baseados no ego a distraiam de seus objetivos.

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Libra: Atenção para não abraçar demais as necessidades alheias, deixando para depois prioridades da sua vida particular.

Escorpião: Cuidado com as falhas de comunicação a partir de emoções que ainda não foram trabalhadas dentro de você. Trabalhe seu lugar de escuta.

Sagitário: Nas relações familiares podem surgir conflitos. Abstrair e focar apenas no necessário vai te poupar estresses por atritos que não levam a lugar algum.

Capricórnio: Aproveite para estudar algo novo ou aprimorar algum conhecimento que você já tem. É hora de investir nas relações profissionais mais duradouras.

Aquário: Dê um ponto final em pendências que estão se arrastando antes de iniciar um projeto novo. Saiba filtrar as oportunidades que valem a pena para você.

Peixes: Dê um tempo de situações complicadas, se permitindo abrir para o novo sem tantos compromissos com situações que não fazem mais parte da sua vida atualmente.

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Como aumentar a produção de endorfina pelo corpo

Correr pela primeira vez gera um misto de sensações. Entre as dúvidas sobre estarmos ou não correndo do jeito “certo”, as inseguranças a respeito do nosso corpo e até os desconfortos físicos, nos vemos avassaladas por uma sensação incrível de bem-estar. Sim, a endorfina veio e, mesmo com todos os questionamentos, ainda nos vemos querendo mais no dia seguinte. 

O QUE É ENDORFINA? 

Segundo o preparador físico Murilo Queiroz, a endorfina é um hormônio produzido pelo corpo na glândula hipófise, que fica localizada no cérebro. E, ao contrário do que qualquer uma de nós poderia pensar, não existe apenas uma endorfina no corpo, mas 20 tipos diferentes, sendo que a beta-endorfina é considerada a mais eficiente. 

“A endorfina serve como um analgésico natural, além de estimular a sensação de bem-estar. A sua liberação acontece durante a prática de exercícios físicos e alguns dos benefícios pós-liberação incluem a melhora da memória e do humor.”

O porquê da endorfina ser um hormônio tão conectado aos exercícios físicos é simples: esse é um hormônio que ainda não foi desenvolvido de forma artificial, portanto, ele depende da prática de atividades físicas para ser liberado no corpo, já que esse processo só acontece durante e depois dos treinos. Eis aí porque os corredores falam tanto da vibe que sentem após correr

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COMO LIBERAR MAIS ENDORFINA NO CORPO?

E já que esse é um hormônio que melhora tanto a nossa sensação no dia a dia, é de se desejar cada vez mais dele na corrente sanguínea, certo? Segundo Murilo, os estudos sobre a endorfina ainda não são 100% conclusivos: alguns explicam que ela atinge um limiar de produção e de sensação após a prática física. Outros apontam que a concentração da endorfina pode persistir no sangue até 72 horas após os treinos, sempre dependendo da intensidade dessa prática.

“Não existe um exercício campeão de liberação de endorfina”, continua o profissional. “Existem tipos de exercícios que podem liberar mais ou menos endorfinas de acordo com a intensidade do exercício e também por afinidade com o tipo de exercício.”

Ainda assim, alguns dos exercícios mais praticados e reconhecidos como ótimos para liberar endorfina são a corrida, a natação e o ciclismo – todos exercícios aeróbicos e cíclicos. Porém, Murilo explica que exercícios anaeróbicos e de alta intensidade, também podem proporcionar essa liberação hormonal. “Quando a pessoa já tem afinidade com determinada atividade, ela acaba liberando mais endorfinas”, completa. 

ENDORFINA ALÉM DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS

Fora dos exercícios, existem estudos também que conectam a liberação de endorfinas a outras atividades cotidianas e que, acredite, não exigem sequer uma gota de suor! São elas: 

  • Acupuntura: o uso das agulhas, segundo alguns estudiosos, ajudam na liberação de endorfina, além do tratamento ser bastante efetivo contra dores crônicas, insônia, ansiedade e sintomas da tensão pré-menstrual. 
  • Meditação: os benefícios da meditação são variados, mas entre eles estão a sensação de calma e bem-estar que a prática gera – ou seja, pela liberação de endorfinas!
  • Sexo: sim, o sexo também gasta calorias, acelera os batimentos sanguíneos, gera sensações de prazer e bem-estar… todas conectadas com a liberação da endorfina.
  • Gentileza: a sensação decorrente de fazer algo por alguém, que seja abrir uma porta ou pagar um café, também garante uma sensação de realização e bem-estar conectadas, segundo estudos, a essa liberação hormonal. 
  • Exposição ao sol: o contato com a luz solar estimula a liberação de serotonina e melanina, que melhoram o humor, aumentam os níveis de energia e melhoram o sono, e os raios ultravioletas estimulam a produção de endorfina pelo corpo. Só não esqueça do protetor solar!
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