Parar de tomar anticoncepcional emagrece?

Usado há décadas como método contraceptivo, a pílula anticoncepcional também é acusada de ser a grande culpada pelo ganho de peso de muitas mulheres. Então, se isso é verdade, quer dizer que parar de tomar anticoncepcional emagrece? Não necessariamente, como você verá a seguir.

A pílula anticoncepcional engorda mesmo?

Gordurinhas na mulher
Muitas mulheres se queixam do ganho de peso ao tomar anticoncepcional

Em primeiro lugar, para entendermos se parar de tomar anticoncepcional emagrece é importante investigar se a pílula pode realmente ser apontada como a causa principal do ganho de peso das mulheres que usam o medicamento.

Logo que surgiram, no começo da década de 60, as pílulas anticoncepcionais tinham níveis muito altos de hormônios. Essas doses elevadas causavam o ganho de peso em algumas mulheres devido ao aumento do apetite e da retenção de líquidos, que provoca inchaço.

Assim, naquela época é bem provável que as pílulas tenham feito mulheres engordar. No entanto, atualmente, os anticoncepcionais têm doses muito mais baixas de hormônios.

As pílulas nos dias de hoje

Hoje, eles são considerados neutros no que se trata ao peso: a maioria das mulheres não engorda ou emagrece por conta da pílula. Uma pesquisa que revisou 44 estudos não encontrou evidências que as pílulas anticoncepcionais provocaram aumento de peso na maioria das mulheres.  

Embora seja raro, algumas mulheres ganham um pouco de peso quando começam a tomar a pílula. Mas, o efeito geralmente é temporário e ocorre devido à retenção de líquidos, não a um acúmulo extra de gordura.

Ao mesmo tempo, pode haver uma combinação de motivos para que uma mulher ganhe peso durante o uso do anticoncepcional: hormônios, dieta, retenção de líquido ou até mesmo porque muitas começam a tomar o remédio enquanto ainda estão em fase de crescimento.

Além disso, mesmo quando há algum aumento de peso, ele costuma ser discreto. Pesquisadores que estudaram o tema acreditam que parece ser improvável que os contraceptivos hormonais causem um grande ganho de peso.

Logicamente, nunca podemos esquecer que cada mulher é diferente e algumas podem reter mais líquido que as outras. Mas, o que se conclui é que o ganho de peso não é um efeito colateral tão forte dos anticoncepcionais quando se poderia imaginar.

A composição dos anticoncepcionais

Enquanto alguns anticoncepcionais orais são à base dos hormônios estrógeno e progesterona, outros possuem apenas progesterona. 

Alguns possuem diferentes doses de estrógeno e cada um pode apresentar um tipo de progesterona, tanto que o hormônio pode aparecer com nomes diferentes, dependendo da pílula em questão.

Cada tipo de progesterona tem uma ação especial e, inclusive, há aquelas que possuem efeito diurético, ou seja, de combate ao inchaço. Portanto, os efeitos colaterais de cada pílula podem ser diferentes.

Assim, se o ginecologista escolher um anticoncepcional pensando nas necessidades, características e tendências da sua paciente é possível que ele encontre um que não afete o peso.

Para saber quais as chances do seu anticoncepcional causar ganho de peso, leia a bula do contraceptivo. 

Há algum caso em que tomar anticoncepcional emagrece?

Pílula
Será que vale a pena mesmo parar de tomar anticoncepcional para emagrecer?

Se por um acaso, a mulher usava um anticoncepcional com uma composição capaz de aumentar o seu peso, ao parar de usá-lo é possível que o peso diminua um pouco. No entanto, a maior parte desse peso perdido provavelmente não será gordura, será água (lembre-se da retenção de líquido).

Assim, se o único motivo para abandonar o anticoncepcional é o desejo de perder uma boa quantidade de peso, vale a pena repensar. Ter uma dieta balanceada e praticar mais exercícios certamente trará melhores resultados do que simplesmente descartar a pílula.

Se a mulher ganhou algum peso enquanto usava a pílula, porém não mudou muito o seu estilo de vida, ela não terá uma diminuição significativa de peso ao parar de usar o contraceptivo. 

Caso perceba que engordou demais desde que começou a tomar o anticoncepcional, o ideal é fazer uma reflexão. Será que não existe algum outro possível motivo para o ganho de peso?

Por exemplo, uma piora na qualidade da alimentação, uma vida mais sedentária, um aumento no consumo de álcool ou noites mal dormidas. Todos esses fatores também podem afetar o peso negativamente.

O que fazer?

Portanto, antes de tomar a decisão de parar de tomar anticoncepcional, vale a pena consultar o médico. Ele te ajudará a entender se a pílula é a culpada pelo seu ganho de peso e se parar de tomar anticoncepcional emagrece no seu caso em particular.

Ao mesmo tempo, se você precisar da pílula, porém estiver com receio que o contraceptivo que você usa engorde, o profissional de saúde poderá indicar uma troca para outro anticoncepcional com menos chances de aumentar o seu peso.

Fontes e referências adicionais

Você já tinha ouvido falar que parar de tomar anticoncepcional emagrece? Tem vontade de parar com a pílula para ter menos efeitos colaterais? Comente abaixo!

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Vegetais fermentados – Benefícios e como fazer

Com todos os seus nutrientes, os vegetais são alimentos muito importantes para a saúde que precisam fazer parte da dieta balanceada todos os dias. Mas, sabia que além de consumi-los ao natural, você também pode usar vegetais fermentados? Eles podem ser feitos em casa e têm benefícios especiais!

O que são vegetais fermentados?

A fermentação é uma técnica bastante antiga de preservação de alimentos. Durante o processo, os açúcares e amidos naturais dos alimentos são transformados em álcool e ácidos. Essas substâncias agem como conservantes naturais, além de deixar um sabor diferente: forte, salgado e levemente amargo.

Quais são os benefícios dos vegetais fermentados?

Picles
Existem alguns benefícios interessantes dos vegetais fermentados

Probióticos

Certamente, o benefício mais famoso dos vegetais fermentados são os seus probióticos ou bactérias do bem.

Embora o papel dos alimentos probióticos e fermentados no microbioma intestinal (ou flora intestinal) ainda não esteja completamente esclarecido, algumas evidências apontam que eles podem auxiliar a criar e manter uma população diversa e saudável de bactérias intestinais, algo importante para a saúde e o bem-estar de modo geral. 

Por exemplo, os probióticos produzidos durante o processo de fermentação podem ajudar a aliviar alguns problemas digestivos. Tanto que não é incomum receber o conselho de adicionar alimentos fermentados na dieta quando se tem problemas intestinais com frequência.

Como as bactérias que povoam o intestino influenciam o sistema imunológico, acredita-se que devido ao seu teor de probióticos, os alimentos fermentados também podem contribuir com a melhora da imunidade. Saiba mais sobre os probióticos, seus benefícios e os cuidados que devem ter com eles.

Teor nutricional

Além disso, outra vantagem bastante interessante dos vegetais fermentados é que o seu teor nutricional melhora, comparado com sua versão in natura, e com isso os seus nutrientes podem ser melhor aproveitados. 

Acredita-se que os vegetais fermentados têm mais vitaminas que as suas versões cruas ou cozidas e que a fermentação torna os seus minerais mais digeríveis.

Evita o desperdício

Para quem já deixou os vegetais estragarem mais de uma vez e perdeu os alimentos antes de conseguir consumi-los, fermentar os legumes é uma boa opção para fazer com que eles durem mais tempo e evitar o desperdício. 

Como fazer vegetais fermentados

Para preparar vegetais fermentados em casa, você vai precisar de:

  • Vegetais variados fatiados ou picados (por exemplo, pode ser brócolis, cenoura, rabanete ou qualquer outro que você preferir)
  • 1 folha pequena de repolho
  • Ervas e especiarias da sua preferência (por exemplo, pimenta-do-reino, endro, manjericão, entre outros temperos naturais)
  • 2 xícaras de água
  • 1 ½ colheres de sopa de sal marinho grosso
  • 1 recipiente de vidro (muito bem esterilizado) com tampa, tipo mason jar, com capacidade de aproximadamente 1 litro
  • 1 filtro de café e um elástico.

Modo de preparo

Com tudo isso em mãos, é hora de conhecer o passo a passo:

  1. Primeiramente, coloque os vegetais, as ervas e as especiarias que você escolheu, dentro do recipiente de vidro. Encha quase até a boca do recipiente, mas deixe um espaço de aproximadamente 2,5 cm no topo da jarra.
  2. Então, misture a água e o sal em uma tigela até dissolver. Então, despeje a mistura dentro do recipiente com os vegetais até quase atingir o topo da jarra. Deve sobrar um espaço de cerca de 1,25 cm.
  3. Em seguida, dobre uma folha pequena de repolho e pressione na parte de cima dos vegetais para garantir que eles fiquem submersos na mistura de água e sal. Não é obrigatório fazer isso, mas certamente vai ajudar.
  4. Use uma tampa para fechar o recipiente e confira se está realmente bem vedado.
  5. Coloque o recipiente longe da luz solar direta, em um local com temperatura moderada, entre aproximadamente 20º C a 24º C.
  6. Mais ou menos no segundo dia vai começar a borbulhar um pouco. Após o segundo dia, abra cuidadosamente a tampa do recipiente em cima de uma pia para liberar parte do gás. Faça isso uma ou duas vezes ao dia.
  7. Os seus vegetais fermentados estarão prontos entre o quarto e o décimo dia. Quanto mais tempo eles descansarem, mais picantes eles ficarão. Comece a experimentar a partir do quarto dia para saber se o sabor já está do seu agrado.
  8. Quando ficar bem do jeitinho que você prefere, coloque o recipiente com os vegetais fermentados na geladeira, onde ele pode ficar por alguns meses.

Outras dicas

Antes de começar a fazer os seus vegetais fermentados, lave bem as mãos com água e sabão. Em seguida, higienize-as com álcool 70%. Além disso, lave e ferva todos os utensílios que serão usados na receita.

Ao mesmo tempo, os vegetais também devem ser lavados. Entretanto, não recomenda-se usar bactericidas como o hipoclorito de sódio, pois eles podem atrapalhar a fermentação. Uma sugestão é deixar os vegetais de molho em água com um pouco de vinagre por 10 minutos.

Fique de olho nos seus vegetais fermentados

Picles de pepino
Os vegetais fermentados devem ser feitos com alguns cuidados

Tome muito cuidado ao preparar os seus vegetais fermentados em casa. Isso porque um tempo incorreto de fermentação, temperaturas inadequadas e equipamentos não esterilizados podem fazer com que o alimento estrague. 

Portanto, fique sempre de olho e se desconfiar que os seus vegetais fermentados não estão próprios para o consumo, não coma.

Você tem costume de consumir vegetais fermentados? O que achou dos benefícios desses alimentos? Comente abaixo!

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Cirurgia para pedra nos rins: quando fazer, tipos e recuperação

Se você já sofreu com pedras nos rins (cálculo renal), sabe que mesmo aquelas que saem pela urina urina causam um enorme incômodo. Mas, existem casos em que o problema é um tanto mais grave e é preciso recorrer a uma cirurgia.

O médico pode indicar um procedimento do tipo quando os cálculos são muito grandes para sair através da urina ou quando causam sangramento, danos aos rins ou infecções recorrentes no trato urinário.

Existem diferentes tipos de cirurgia para pedras nos rins e após examinar o paciente, o médico pode determinar qual é a melhor opção para o quadro em questão. Então, vamos conhecer alguns tipos.

Cirurgia para pedras nos rins com ondas de choque

Cirurgia por ondas
As ondas de choque ajudam a fragmentar as pedras nos rins para expelir na urina

Ela também recebe o nome de litotripsia extracorpórea e usa ondas de som para criar vibrações fortes (ondas de choque) que fragmentam as pedras nos rins em pedacinhos pequenos que o paciente consegue expelir na urina.

O procedimento dura entre 45 a 60 minutos e pode causar uma dor moderada. Portanto, o paciente pode ficar sob sedação ou anestesia leve para que se sinta mais confortável. 

Entretanto, a cirurgia para pedras nos rins com ondas de choque é contraindicada para gestantes e pessoas que têm algum órgão danificado, alguma obstrução nas vias urinárias ou hipertensão (pressão alta).

Recuperação

Geralmente, a pessoa pode voltar para casa no mesmo dia. Mas, antes disso, ela precisa permanecer na sala de recuperação por uma a três horas, sob os cuidados da equipe de enfermagem. 

Então, deverá ficar de repouso em casa por três dias até expelir todos os fragmentos das pedras nos rins por meio da urina. Em uma ou duas semanas após a sua litotripsia extracorpórea, o paciente deverá retornar ao consultório médico.

O procedimento pode provocar hematoma nas costas ou abdômen, desconforto ao eliminar os fragmentos do cálculo renal e sangramento na urina, ao redor dos rins e outros órgãos vizinhos,

Além disso, pode haver febre. No caso de sangramento, dor intensa ou algum outro problema preocupante após a cirurgia é necessário procurar o médico imediatamente.

Cirurgia para pedra nos rins com câmera (nefroscópio)

Cirurgia por câmera
O procedimento com câmera pode ser indicado quando as ondas de choque não tiveram resultado

Essa cirurgia é conhecida tecnicamente como nefrolitotripsia percutânea, procedimento que o médico pode indicar para remover pedras maiores nos rins, para tratar cálculos menores de difícil acesso na cirurgia feita por dentro do canal urinário e em casos especiais de cálculos renais complexos.

O médico também pode escolher o procedimento quando a cirurgia para pedras nos rins com ondas de choque não teve sucesso.

Por meio de uma pequena incisão na região lombar do paciente, cria-se um acesso até o rim, que permite a passagem de um aparelho chamado nefroscópio. O instrumento possui uma câmera que possibilita identificar as pedras nos rins.

Uma vez localizado, o cálculo pode ser pulverizado através de laser, tecnologia ultrassônica ou mecânica, e os pedaços maiores são removidos. O paciente recebe anestesia geral durante a cirurgia para pedra nos rins com câmera.

Recuperação

Depois do procedimento, o paciente ainda permanece de um a dois dias no hospital. Ao retornar para casa, ele deverá ficar aproximadamente uma semana em recuperação e evitar atividades de impacto como correr ou levantar objetos pesados.

Além disso, será preciso cuidar do corte da cirurgia a cada três dias, conforme as orientações do médico. 

As complicações da nefrolitotripsia percutânea são raras. No entanto, as chances podem aumentar em casos complexos com pedras nos rins de difícil localização, cálculos volumosos ou colonização por bactérias.

Como qualquer cirurgia, essa também oferece riscos, que incluem sangramento, infecção e perfuração de órgãos próximos como intestino, fígado e baço. Caso tenha problemas na recuperação, o paciente deverá buscar ajuda médica rapidamente.

Cirurgia para pedra nos rins com tubo flexível (ureteroscópio)

Ureteroscopia
O ureteroscópio é introduzido na uretra para fragmentar a pedra nos rins

Ela também recebe o nome de ureteroscopia e serve para remover uma pedra menor no rim ou no ureter. No procedimento não há a necessidade de realizar incisões ou cortes no paciente. Mas, ele recebe anestesia, que pode ser local ou geral.

Nesta cirurgia um pequeno tubo flexível, o ureteroscópio, é introduzido por meio da uretra, o que permite chegar até as vias urinárias com menos agressividade.

Após passar pela uretra, o ureteroscópio atinge a bexiga e segue em direção ao ureter ou ao rim, em caso de cálculo renal. Quando a pedra é encontrada, ela é fragmentada por uma fonte de energia, que costuma ser mecânica ou laser.

Então, instrumentos especiais podem capturar e retirar os pedaços maiores do cálculo. Já os pedaços pequenos poderão sair por meio da urina. 

Uso de cateter

Caso haja muita reação inflamatória na área onde a pedra estava, risco de infecção ou chance de que outros cálculos apareçam com frequência, o médico pode escolher colocar o cateter duplo J. Trata-se de um tubo fino e maleável, que é inserido no ureter com uma extremidade no rim e outra na bexiga.

Esse cateter pode ser necessário para impedir uma obstrução no ureter durante o período pós-operatório. O médico ainda pode optar por colocá-lo na bexiga, com o objetivo de drenar a urina nas primeiras horas após a cirurgia.

A remoção do cateter duplo J costuma ocorrer em algumas semanas, através de um procedimento mais simples, a cistoscopia.

Recuperação

É esperado que o paciente receba alta 24 horas após a cirurgia para pedra nos rins com tubo flexível. Principalmente nos primeiros dias, ele pode sentir ardência e desconforto para urinar. 

Aliás, as pessoas que receberam o cateter duplo J geralmente reclamam que sofrem mais com o desconforto para fazer xixi e urinam com mais frequência.

Além disso, o paciente pode sentir dor na região lombar. A urina também pode ficar mais avermelhada devido à presença de sangue. Mas, isso é considerado comum e deve melhorar naturalmente. 

Por outro lado, caso urine coágulos em maior quantidade ou tenha algum outro tipo de emergência, o paciente deverá procurar o médico imediatamente. 

Ao longo do pós-operatório é necessário tomar vários cuidados. Por exemplo, evitar esforços físicos enquanto estiver com o cateter duplo J, ingerir bastante líquidos e seguir a prescrição médica com relação ao uso de remédios analgésicos e antibióticos, além de tudo mais que o médico orientar.

Fontes e referências adicionais

Você já precisou passar por uma cirurgia para pedra nos rins? Como foi o procedimento? Comente abaixo!

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4 remédios caseiros para cisto no ovário

Nem toda mulher com cisto no ovário tem sintomas. Entretanto, há casos em que podem surgir dor pélvica, na lombar, nas coxas e durante a relação sexual, vômito, inchaço e náusea, e conhecer os remédios caseiros para o cisto no ovário pode ser de grande ajuda.

Há uma série deles, que com sua ação anti-inflamatória, antioxidante ou analgésica, prometem reduzir a dor e inflamação no ovário, aliviar outros sintomas e ajudar a regular o ciclo menstrual.

No entanto, antes de conhecer alguns é importante ressaltar que nenhum deles vai trazer a cura imediata ou pode substituir qualquer tratamento ou orientação que o médico já tenha passado. A ideia é usá-los apenas para auxiliar o tratamento, não como substituto.

Então, o que vai resolver o problema?

O tratamento do cisto no ovário depende da idade da mulher, do tipo e tamanho do cisto e dos sintomas.

Por exemplo, quando o cisto é simples e pequeno, o médico pode recomendar esperar e refazer periodicamente os exames para ver se o cisto some dentro de alguns meses ou se muda de tamanho.

Além disso, o profissional pode prescrever remédios contraceptivos hormonais para evitar a recorrência dos cistos. Por outro lado, se o cisto é grande, está crescendo, permanece durante dois ou três ciclos menstruais ou causa dor, o médico pode indicar uma cirurgia. 

4 remédios caseiros para cisto no ovário

Chá de camomila
O chá de camomila é um dos remédios caseiros para cisto no ovário

1. Bolsa térmica

Colocar uma bolsa térmica na parte inferior do abdômen pode ajudar a aliviar a dor causada pelo cisto. Se não tiver uma bolsa térmica em casa, a solução é usar uma garrafa de água quente ou uma toalha mergulhada na água quente. Além disso, outra opção é tomar um banho quente e relaxante com sal de Epsom.

2. Amêndoas

A oleaginosa possui o mineral magnésio, que também pode ser útil contra o desconforto. Aliás, alguns estudos já apontaram que suplementar a dieta com o nutriente pode auxiliar em relação à dor crônica.

Afinal, não é à toa que as amêndoas costumam ser um dos lanchinhos indicados para incluir na dieta durante a TPM (Tensão Pré-Menstrual) ou menstruação.

3. Chá de camomila

Estava sentindo falta de um chá nesta lista de remédios caseiros para cisto no ovário? Então, calma que o chá de camomila é uma opção! 

Com suas propriedades anti-inflamatórias, a erva pode ajudar em relação à cólica, além de ser uma boa opção para relaxar à noite, perto da hora de dormir. Saiba mais sobre os benefícios do chá de camomila, aprenda receitas e conheça os cuidados que ele exige.

4. Chá de gengibre

O gengibre possui compostos fenólicos, como o gingerol, que contêm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Acredita-se que o chá de gengibre pode auxiliar a reduzir a inflamação e a amenizar sintomas do cisto no ovário como dor, inchaço, náuseas e vômito. 

Confira outros benefícios do gengibre, aprenda a receita do chá e saiba quais cuidados deve ter com ele.

Atenção aos sintomas que exigem ajuda médica imediata

Dor abdominal
Dores abdominais são um dos sinais que requerem atenção

Ao apresentar os seguintes sintomas, a mulher deve receber atenção médica imediata: 

  • Dor pélvica ou abdominal repentina, severa ou acentuada
  • Dor com febre ou vômito
  • Tontura
  • Desmaio
  • Sinais de choque, como pele fria e úmida, respiração rápida, vertigem ou fraqueza.

Esses sinais podem indicar que o cisto rompeu ou que houve uma torção de ovário, complicações que podem ter consequências graves como sangramento interno e dor intensa.

Fontes e referências adicionais

Você conhece alguém ou já diagnosticada com cisto no ovário? Já tinha ouvido falar desses remédios caseiros? Comente abaixo!

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6 formas simples de aliviar a dor de cabeça sem remédios

O que a maioria faz quando está com dor de cabeça é recorrer aos medicamentos que nunca faltam nas caixinhas de remédios e na bolsa: os analgésicos e anti-inflamatórios. O problema é que o uso excessivo desses remédios pode ser prejudicial à saúde em longo prazo. Daí a importância de conhecer formas simples de aliviar a dor de cabeça sem usar remédios. 

Veja como é possível aliviar a dor de cabeça com medidas simples, sem precisar recorrer aos remédios.

Hidratação

Beber água
Hidratar-se é muito importante para evitar e melhorar a dor de cabeça

A desidratação tem efeito direto no nosso cérebro, pois quando há menor volume de água circulando em nosso corpo, os vasos sanguíneos ficam contraídos, para que o sangue, em menor volume, ainda consiga irrigar todos os órgãos do corpo, inclusive o cérebro.

A contração dos vasos é essencial nessa árdua tarefa e isso pode provocar muita dor de cabeça. 

Manter o corpo hidratado é fundamental para evitar a dor de cabeça, e saber o quanto de água você deve ingerir é um passo importante para evitar desidratação.

Para saber a quantidade exata de água que você deve ingerir é necessário levar em consideração o seu peso. O cálculo do volume de água é feito pela multiplicação do seu peso em quilogramas por 35 mL de água, ou seja, para cada quilo de peso corporal, você precisa de 35 mL de água.

Por exemplo, se você pesa 60 kg, deve ingerir 2100 mL ou 2,1 L de água por dia.

Para manter a hidratação, você não precisa se limitar à água pura. Você pode incluir chás, sucos de fruta e água saborizada para te ajudar a bater a meta. Ainda que a planta ou fruta escolhida não tenha propriedades específicas para o alívio da dor de cabeça, se te ajuda a beber mais água, já faz diferença no seu dia. 

Se precisar de ajuda para se lembrar de beber água durante o dia, você pode usar aplicativos, veja algumas sugestões

Boa alimentação

Ter uma alimentação saudável e equilibrada também ajuda a prevenir e até mesmo combater a dor de cabeça. Existem alimentos ricos em nutrientes que têm ação anti-inflamatória, analgésica e relaxante. 

Os alimentos que mais se destacam nesse quesito são aqueles ricos em ômega-3, magnésio, vitamina C, grãos integrais e alguns chás. Esses nutrientes são importantes para o nosso corpo e trazem inúmeros benefícios para a saúde. Veja aqui uma lista detalhada desses alimentos que ajudam a prevenir e a tratar a dor de cabeça

Passar longos períodos sem se alimentar também pode causar dor de cabeça, pois o jejum pode provocar um quadro de hipoglicemia, que é quando os níveis de açúcar no sangue ficam abaixo de 70 mg/dL. Por isso é importante  estar sempre bem alimentado para evitar as dores de cabeça. 

Além de incluir alimentos com propriedades anti-inflamatórias, você também deve se atentar àqueles que promovem a inflamação no seu corpo, contribuindo para as dores de cabeça. Em geral, os alimentos industrializados, ou seja, que não são naturais, carregam muitos produtos químicos e ingredientes que favorecem o processo inflamatório. 

Uma estratégia que pode te ajudar a ter uma boa alimentação é substituir esses produtos mais processados por opções naturais e mais saudáveis. Por exemplo, trocar o refrigerante por água saborizada, o molho pronto por um caseiro e o sorvete industrializado pelo caseiro. Veja como fazer essa e outras trocas, a fim de diminuir a inflamação e a dor de cabeça. 

Compressas 

A aplicação de compressa quente e fria é um ótimo tratamento para o alívio da dor de cabeça, para isso ela deve ser aplicada na testa, na nuca ou no lugar em que sente a dor por, aproximadamente, 10 a 20 minutos. A temperatura da compressa varia de acordo com o tipo de dor de cabeça.

A compressa fria é mais indicada para crises de enxaqueca. O termo “compressa fria” deve te lembrar que, além da temperatura fria, você deve aplicar uma pressão. Não é à toa que, antigamente, as receitas de vó falavam em amarrar rodelas de batatas ou pepinos na testa. O fundamento era o mesmo, aplicar a temperatura fria com uma leve pressão. 

Pesquisadores do New York Medical College descobriram um local bem diferente para a aplicação da compressa fria, que é a região periapical dos molares superiores, ou seja, sobre a gengiva dos dentes de cima e do fundo, os molares. 

O tempo de aplicação é de 40 minutos, então, você deve ir molhando um chumaço de algodão em forma cilíndrica na água gelada, sempre que ele perder a temperatura fria, até completar o tempo. 

A compressa de água morna é mais apropriada para dores de cabeça tensionais, relacionadas com contraturas no pescoço e nos ombros. Essas tensões musculares são causadas por maus hábitos, como se aproximar muito da tela do computador, se inclinar para usar o celular, ou após passar por uma situação com grande carga de estresse e ansiedade. Esses fatores contribuem, e muito, para as dores de cabeça no dia a dia.

Por isso, aplique compressas mornas nos ombros, na nuca e na testa, para aliviar a tensão e relaxar a sua musculatura.  

Dormir bem

Mulher dormindo
Tenha boas noites de sono para evitar as dores de cabeça

A correria do dia a dia gera cansaço e estresse e, com isso, nem sempre conseguimos ter uma boa noite de sono. Noites de sono mal dormidas podem causar dor de cabeça, sinalizando que seu corpo está precisando de um descanso realmente reparador. 

Existem alguns cuidados simples que podem te ajudar a dormir melhor, como estabelecer horários para dormir e acordar, evitar mexer no celular antes de dormir, pois o brilho da tela dificulta pegar no sono, e evitar tomar café à noite, pois é um estimulante natural. 

Além desses, outros hábitos podem te ajudar a dormir melhor e são conhecidos como higiene do sono

Cafeína

É preciso ter muito cuidado com a cafeína, pois há situações em que ingerir café melhora a dor de cabeça e, em outras, piora. É importante ter conhecimento da tolerância que você tem à cafeína.

Algumas pessoas estão habituadas a tomar café ao acordar e durante o dia, e ficar sem a dose de café pode causar abstinência, provocando dor de cabeça. Nesse caso, beber uma xícara de café pode melhorar a dor. 

Entretanto, algumas pessoas exageram na dose e tomam café em excesso. Isso também pode ser um gatilho para as dores de cabeça. Segundo estudos, o ideal é ingerir até 400 mg de cafeína por dia, que equivale a 4 xícaras de café filtrado ou 225 mL. 

Um café forte, sem açúcar e na medida certa, pode melhorar a dor de cabeça de maneira natural, resultando numa melhor qualidade de vida.

Automassagem

Massagear as têmporas usando os dedos ou as palmas das mãos com movimentos circulares é uma das maneiras de aliviar as dores de cabeça. Essa simples massagem mobiliza a corrente sanguínea, causando relaxamento e alívio da dor. 

A região do topo da cabeça também é um bom lugar para se massagear, fazendo movimentos circulares com os dedos por, aproximadamente, 4 minutos. Para completar a massagem, puxe suavemente a raiz dos cabelos, por 3 a 4 minutos. 

Massagear a nuca também pode trazer alívio à dor de cabeça. Você deve pressionar levemente com as pontas dos dedos a região da nuca, fazendo movimentos circulares por, pelo menos, 2 minutos. 

Essas dicas de massagens ajudam a diminuir a tensão e são boas maneiras de aliviar as dores de cabeça, sem recorrer a remédios. 

Existem alguns pontos nas mãos que também podem ser pressionados, para aliviar a dor de cabeça. Veja como fazer a técnica de reflexologia das mãos em casa.

Fontes e referências adicionais

Como estão a sua hidratação e sono, está bebendo água e dormindo o suficiente? O que achou da dica de compressa fria na gengiva? Pretende testar? Comente abaixo!

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Como combater a dor de cabeça na menopausa

Ao lado de ondas de calor, desconforto durante o sexo, mudanças emocionais e dificuldades para dormir, os sintomas da menopausa podem incluir uma desagradável dor de cabeça. 

Mas, calma que há uma boa notícia! Afinal, é possível combater ou ao menos tentar aliviar a dor de cabeça na menopausa. Então, vamos conhecer algumas estratégias.

Fique de olho na alimentação

Tudo que uma mulher come pode influenciar a sua dor de cabeça, por isso é preciso ficar de olho na dieta. Algumas comidas e bebidas são gatilhos, ou seja, podem disparar o sintoma. Os mais comuns incluem:

  • Álcool, especialmente vinho tinto
  • Queijos envelhecidos, como o parmesão
  • Cafeína
  • Chocolate
  • Produtos laticínios
  • Adoçantes artificiais.

Entretanto, o alimento que dispara a dor de cabeça na menopausa em uma mulher não é o mesmo para outra. Portanto, é preciso prestar atenção na dieta para identificar quais podem ser as comidas e bebidas que são gatilhos para você.

Algo que pode ajudar nessa descoberta é manter um diário alimentar em um caderninho, no celular ou computador. Sempre que a dor de cabeça atacar, você registra no diário o que comeu horas antes dela aparecer. 

Com o passar do tempo será possível identificar algum padrão e definir quais comidas e bebidas são gatilhos para a sua dor de cabeça. Então, o próximo passo será cortar esses alimentos para checar na prática se eles realmente têm alguma ligação com o sintoma.

Além disso, fazer as refeições sempre no mesmo horário também pode contribuir com o alívio das dores de cabeça na menopausa.

Reduza o sal e beba bastante água 

Água na menopausa
É importante aumentar o consuma de água durante a menopausa

Ainda falando sobre a dieta, para combater a dor de cabeça na menopausa é importante diminuir o consumo de sal. Isso porque o seu excesso pode estimular a retenção de líquidos, que pode provocar dor de cabeça. 

Beber uma quantidade suficiente de água todos os dias também é muito importante. Além de ajudar contra a retenção de líquidos, manter-se hidratado é essencial porque a desidratação também pode gerar dor de cabeça.

Exercícios físicos contra a dor de cabeça na menopausa

Junto de todos os benefícios que os exercícios trazem para a saúde e boa forma, eles também podem auxiliar a prevenir a dor de cabeça. A meta deve ser praticar 30 minutos de exercício, três a quatro dias por semana.

Por exemplo, você pode fazer caminhada, natação ou uma aula de spinning. Mas, o ideal é começar devagar e aumentar a intensidade aos pouquinhos, de preferência com acompanhamento profissional. Até porque se jogar direto em um treino pesado pode causar dores de cabeça.

Cuide do sono e relaxe

Dormir e acordar sempre no mesmo horário todos os dias é outra estratégia indicada para tentar amenizar as dores de cabeça na menopausa. 

É claro que quando a menopausa provoca dificuldades para dormir, isso se torna mais desafiador. Há truques para dormir melhor que podem ser úteis.

Ao mesmo tempo, recomenda-se tentar manter o estresse sob controle por meio de métodos de relaxamento como respiração profunda, massagens e exercícios físicos.

Suplementos e medicamentos

Alguns suplementos como vitamina B2, butterbur (Petasites hybridus ou chapéu de aba larga), magnésio, vitamina D e coenzima Q10 prometem ajudar a prevenir a dor de cabeça. 

Remédios como Migral, Naratriptana e Sumatriptana podem ser usados contra a dor de cabeça na menopausa, porém, devem ser usados apenas sob a orientação do médico ginecologista.

Acupuntura

Embora as opiniões sobre a acupuntura sejam divididas, o método que vem da medicina tradicional chinesa é conhecido por tratar diversos tipos de dores e pode ser uma opção.

Por que algumas mulheres sentem dor de cabeça na menopausa?

Mulher com dor de cabeça
Muitas mulheres de fato começam a ter muita dor de cabeça na menopausa

Nos anos anteriores à menopausa (perimenopausa), muitas mulheres que já tiveram dores de cabeça associadas a fatores hormonais podem sofrer com enxaquecas mais frequentes e intensas. Isso ocorre por conta de oscilações nos níveis hormonais.

É possível que até mesmo as mulheres que nunca sofreram com dores de cabeça hormonais comecem a ter dor de cabeça durante a perimenopausa.

Para algumas mulheres, as enxaquecas melhoram quando os períodos menstruais cessam, enquanto para outras não. Além disso, a terapia de reposição hormonal pode piorar as dores de cabeça em algumas mulheres, porém pode também melhorar essas dores em outras mulheres.

Ou seja, cada mulher é única e não há como determinar se a dor de cabeça vai ser um sintoma presente na menopausa.

Entretanto, se o sintoma te afetar ao ponto de atrapalhar as suas atividades diárias, procure ajuda médica, não apenas para encontrar uma forma mais eficaz de aliviar o problema, mas também para conferir se a dor de cabeça não pode ter relação com algum problema de saúde que exige um tratamento especial. Conheça outras possíveis causas da dor de cabeça

Outros sintomas da menopausa

Além da dor de cabeça na menopausa e dos sintomas já citados, a mulher que passa por essa fase ainda pode ter:

  • Suores noturnos
  • Ondas de frio
  • Secura vaginal
  • Necessidade mais frequente de urinar
  • Pele, olhos ou boca ressecada
  • Alterações na libido
  • Taquicardia
  • Dores musculares e nas articulações
  • Dificuldade de concentração
  • Lapsos de memória
  • Ganho de peso
  • Cabelos mais ralos ou queda dos fios.
Fontes e referências adicionais

Você tem sentido muita dor de cabeça na menopausa? Que outros sintomas mais têm incomodado? Comente abaixo!

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4 opções de tratamentos naturais para pedras nos rins

Se você está à procura de tratamentos naturais para pedras nos rins, certamente sabe como o problema pode causar sofrimento.

Enquanto uma pedra no rim (ou cálculo renal) menor, que consegue passar facilmente pelo trato urinário, pode não trazer sintomas, outros casos podem podem vir acompanhados de uma dor intensa na lateral do corpo e nas costas, abaixo da costela. 

Essa dor pode irradiar para o abdômen e para a virilha, além de aparecer em ondas e variar em intensidade. Assim que o problema dá as caras, o desafio é expelir o cálculo renal. Mas, sabia que existem tratamentos naturais para pedras nos rins que prometem ajudar?

1. Suco de limão

Limonada
O suco de limão pode trazer uma ajuda na luta contra a pedra nos rins

Misturar limão espremido na hora no copo de água pode ser uma boa ideia devido ao citrato que está presente na fruta. Isso porque a substância pode ajudar a prevenir a formação de cálculos renais e a quebrar pedrinhas menores, facilitando a sua eliminação.

No entanto, usar apenas o suco de limão como prevenção pode não ser o suficiente para impedir a formação de novos cálculos e seria necessária uma quantidade enorme da fruta para ter um grande efeito. Mas, utilizar um pouco de limão pode dar alguma ajudinha.

2. Chá ou suco de manjericão

Manjericão
Use folhas secas ou frescas de manjericão para fazer um suco ou chá que pode ajudar

As opções são fazer um chá com as folhas secas ou frescas de manjericão, passar o manjericão fresco em um aparelho de juicer ou adicionar o ingrediente em um smoothie (vitamina de frutas).

O manjericão possui ácido acético, que pode ajudar a fragmentar os cálculos renais e diminuir a dor. Entretanto, vale destacar que existe muita pouca pesquisa sobre a eficiência do manjericão em si para as pedras nos rins. 

Apesar disso, o suco de manjericão é conhecido por ter propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, que podem ser úteis para a saúde dos rins. 

3. Vinagre de maçã

Vinagre de maçã
O vinagre de maçã pode ajudar contra pedra nos rins devido ao ácido acético

Ele aparece na lista de tratamento naturais para pedras nos rins porque também possui o ácido acético. 

Um estudo feito em laboratório (in vitro) até chegou a apontar que o vinagre de maçã ajudou a reduzir a formação de cálculos renais. No entanto, são necessárias mais pesquisas para confirmar este efeito. 

De qualquer forma, para quem quiser testar, a orientação é diluir duas colheres de sopa de vinagre de maçã em cerca de 175 ml a 235 ml de água. Mas, deve-se consumir a mistura aos poucos ao longo do dia, não toda de uma vez.

4. Suco de aipo

Aipo
Utilize um ou dois talos de aipo para fazer um suco apenas com água para ajudar contra a pedra nos rins

Acredita-se que o suco de aipo pode auxiliar a remover toxinas que favorecem a formação de pedras nos rins e a limpar o organismo para que o cálculo seja expelido. A sugestão é bater um ou dois talos de aipo com água e tomar o suco ao longo do dia.

Outra opção bastante conhecida de tratamento natural para pedras nos rins é o chá de quebra-pedra. Aproveite para conhecer esse e outros possíveis benefícios do chá de quebra-pedra.

A importância de beber água para prevenção de pedras nos rins

Tomar bastante água regularmente é a estratégia mais importante para manter a urina diluída e prevenir a formação de cálculos renais. Afinal, a desidratação é um dos maiores fatores de risco para as pedras nos rins e a última coisa que se quer é a formação de mais cálculos renais.

Evite ingerir líquidos durante as crises de pedras nos rins

Entretanto, durante as crises é preciso evitar a ingestão excessiva de líquidos (não apenas água). Isso porque o excesso pode elevar a pressão da urina no rim e aumentar as dores. 

Portanto, ao passar por uma crise de pedras nos rins é fundamental procurar ajuda médica para saber exatamente o que se deve fazer ou não, e o quanto de líquido ingerir para não piorar o quadro.

E quanto aos medicamentos?

É possível utilizar medicamentos para amenizar a dor em casos de pedras nos rins. Afinal, expelir uma pedra pequena já pode causar certo desconforto. 

Além disso, o médico pode prescrever um remédio alfa-bloqueador para auxiliar a eliminar o cálculo renal. Esse tipo de medicamento relaxa os músculos do ureter, o que ajuda a expelir a pedra com mais rapidez e menos dor. 

Quando os tratamentos naturais para pedras nos rins não resolvem

Se uma pedra no rim é grande demais para expelir ou se causa sangramento, dano renal ou infecções recorrentes no trato urinário, o médico pode indicar um tratamento mais abrangente. Por exemplo:

  • Litotripsia extracorpórea: ondas sonoras são usadas para criar vibrações fortes que fragmentam os cálculos renais em pedaços menores. Assim, o paciente consegue expelir as pedras pela urina.
  • Nefrolitotomia percutânea: procedimento cirúrgico para retirar cálculos maiores. É feita uma pequena incisão por onde passa o aparelho que vai remover essas pedras.
  • Ureteroscopia: para retirar um cálculo menor no rim ou no ureter, o médico passa um tubo equipado com um câmera pela uretra e bexiga até o ureter. Quando a pedra é localizada, ela pode ser capturada por ferramentas especiais ou fragmentada em pedaços menores que serão eliminados na urina.
  • Cirurgia na glândula paratireoide: algumas pedras são causadas por glândulas paratireoides hiperativas. Essa hiperatividade pode ocorrer devido à formação de um tumor benigno em uma das glândulas ou outra condição que faz com que elas produzam mais hormônio da paratireoide. Logo, o médico pode indicar a remoção do tumor ou o tratamento da condição para interromper a formação de cálculos renais.

Cuidados

Tenha em mente que os tratamentos naturais para pedras nos rins não são alternativas milagrosas para usar isoladamente. São opções que prometem ajudar, como um simples complemento. Mas, elas jamais podem substituir qualquer orientação ou tratamento médico.

Fontes e referências adicionais

Você já experimentou algum destes tratamentos naturais para pedras nos rins? Algum deles deu realmente resultado? Comente abaixo!

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Como descobrir se é pedra no rim e quais exames fazer

A litíase ou cálculo renal é mais conhecida como “pedras nos rins”, uma doença muito comum e responsável por intensas dores na lombar, que costuma afetar um lado só. Devido à intensidade da dor de uma cólica renal, é natural a preocupação em sabermos como descobrir se temos pedra no rim e quais exames devemos fazer. 

A doença é popularmente chamada de pedras nos rins, porque os sais minerais presentes na urina podem se cristalizar e se agrupar em pedras que, dependendo do tamanho, obstruem as vias urinárias, provocando lesões e dilatações no sistema urinário. Estes efeitos provocam dor e ardência ao urinar e até sangramento na urina. 

O problema é mais comum entre os homens de 35 a 45 anos, mas pode afetar pessoas de qualquer idade, inclusive crianças. 

Beber pouca água, possuir histórico familiar de pedras nos rins, consumir alimentos ricos em sódio e ter problemas de sobrepeso ou obesidade são fatores que te colocam em risco de desenvolver pedras nos rins. 

Veja como descobrir se você tem pedras nos rins e quais exames são geralmente solicitados pelo médico. 

Quais são os sintomas de pedras nos rins?

Dor nos rins
As dores e cólicas renais são sintomas característicos de pedras nos rins

Nem todas as pessoas com pedras nos rins apresentam algum sintoma. Na verdade, quando a pedra está alojada nos rins, é provável que não haja sintomas e a descoberta do problema se dá após um exame de ultrassom ou tomografia, solicitado por algum outro motivo ou queixa do paciente. 

Outro cenário assintomático possível é quando as pedras são tão pequenas que conseguem percorrer todo o trato urinário e serem eliminadas na urina sem causar dores ou outros sintomas. 

Mas, normalmente, quando a pedra se desloca dos rins e atinge outras estruturas, como a bexiga, o canal da uretra, o ureter e a região dos testículos, no caso dos homens, os sintomas aparecem e podem ser muito dolorosos. 

Cólica renal

Você provavelmente já ouviu alguém dizer que a cólica renal é pior que a dor de parto. Essa dor extrema acomete a pessoa quando a pedra fica parada em algum ponto do trato urinário, provocando a obstrução das vias urinárias e a dilatação de todo o sistema urinário.

A dor se concentra, principalmente, na lombar e na lateral do abdômen, mas pode irradiar para as regiões ao entorno, como os testículos ou os grandes lábios vaginais.  

O surgimento da dor é bastante repentino e intenso e não há posição capaz de aliviá-la. Não é incomum que os episódios agudos de cólica renal sejam acompanhados de vômitos e náuseas. 

A crise de cólica renal dura, em média, 6 horas e o pico da dor acontece por volta de 2 horas após o início do sintoma, se mantendo nessa intensidade por, pelo menos, 2 horas. Trata-se de um período muito longo de dor intensa. O alívio da dor acontece naturalmente, até parar completamente. 

Sangue na urina

O sangue na urina pode ocorrer devido à uma disfunção dos rins na filtração do sangue, fazendo com que ele passe para a urina, devido à presença de pedras em seu interior.  

O sangramento também pode ocorrer por causa de lesões que as pedras são capazes de provocar na estrutura do trato urinário, ao atravessá-lo. Juntamente com o sangramento, a pessoa pode sentir uma ardência e dor pélvica ao urinar. 

Nem sempre o sangue é perceptível a olho nu na urina, às vezes os glóbulos vermelhos só são identificados no exame de urina. 

Aumento da vontade de urinar

Se você não aumentou a sua ingestão de água e cafeína e, de repente, começou a sentir vontade de urinar várias vezes ao dia, mais do que costuma, pode ser um indício de pedras nos rins. 

Se essa sensação for acompanhada de dor e diminuição do fluxo urinário, as chances de que se trate do deslocamento de uma pedra pelo seu trato urinário aumentam. 

Quais são os exames para pedras nos rins?

Exame nos rins
Alguns exames são cruciais para descobrir se está com pedra no rim

Somente o relato dos sintomas não é suficiente para se chegar ao diagnóstico de pedras nos rins, para isso são necessários alguns exames selecionados pelo nefrologista. 

Ultrassonografia dos rins

O ultrassom dos rins e das vias urinárias é um exame simples e capaz de fornecer informações importantes. Nesse exame, o médico avalia as características dos rins e das estruturas associadas, bem como a presença, localização, tamanho e quantidade de pedras. 

O problema dessa técnica é que ela pode não ser tão eficaz na identificação de pedras que estejam no ureter, canal que leva a urina dos rins para a bexiga, pois os gases podem atrapalhar a formação de imagens nítidas. Nesse caso, pode ser necessária uma tomografia. 

O exame de ultrassom também permite avaliar se há dilatações no trato urinário, que podem ser consequências de obstruções das vias urinárias, causadas por pedras. 

Mesmo que as pedras não estejam visíveis no ureter, se ele estiver dilatado, é um sinal de obstrução que pode ter sido causada pela presença de uma pedra. Se a bexiga estiver dilatada, pode ser um sinal de que haja alguma pedra obstruindo a uretra, o canal que conduz a eliminação da urina para fora da bexiga. 

Tomografia dos rins

A tomografia é o melhor exame para o diagnóstico de pedras nos rins, porque ele permite observar e registrar fotografias das estruturas internas, de diversos ângulos e sem uso de contraste, facilitando a identificação de pedras em qualquer local do trato urinário, mesmo que sejam muito pequenas. 

Exame de sangue

Com um exame de sangue é possível observar alguns marcadores, que vão revelar se os rins estão funcionando adequadamente ou se há algum indício de insuficiência renal. Dentre os fatores que podem alterar o funcionamento dos rins, está o problema de pedras nos rins e, por isso, o exame de sangue pode ser solicitado quando há essa suspeita. 

  • Creatinina: é uma substância produzida pelos músculos e eliminada pelos rins. Por isso, quando os rins não estão trabalhando com eficiência, há um aumento dessa substância no sangue, identificada no exame. 
  • Clearance de creatinina: o valor de clearance de creatinina é a taxa de filtração de sangue pelos rins e é obtido a partir da dosagem de creatinina no sangue e na urina de 24 horas. Se a taxa de filtração estiver abaixo de 90-130 mL de sangue/minuto, é um indício de insuficiência renal. 
  • Ureia: é uma substância produzida pelo fígado a partir da metabolização da proteína ingerida na alimentação. Da mesma forma que a creatinina, a ureia é eliminada pelos rins, então se seus níveis no sangue estiverem altos, há a indicação de insuficiência renal, que pode ser causada pela presença de pedras nos rins. 

Exame de urina de 24 horas

Nesse exame, o paciente precisa coletar toda a urina que eliminar em 24 horas e armazená-la em um recipiente. Com esse exame, é possível investigar a presença e a concentração de substâncias que favorecem a formação de cristais e pedras, como o ácido úrico, o cálcio e o oxalato de cálcio

Por meio desse teste também dá para investigar se está ocorrendo alguma infecção no trato urinário, pela presença de microrganismos na urina. 

Em alguns casos, também podem ser coletadas algumas pedrinhas pequenas, que são muito úteis para o diagnóstico e para a escolha do tratamento. Sabendo o tipo de pedra que o paciente possui, também pode ser feito um tratamento preventivo, para que novas pedras não sejam formadas. 

Fontes e referências adicionais

Você tem ou conhece alguém que enfrenta o problema de pedras nos rins? Quais sintomas você ou essa pessoa apresentou? Você se lembra quais foram os exames solicitados pelo médico? Comente abaixo!

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Síndrome de Asperger: o que é, sintomas, diagnóstico e tratamento

A síndrome de Asperger é uma condição que pertence ao espectro autista e que pode ser notada por dificuldades de relacionamento e para se comunicar. Conheça os principais sinais de Asperger, como é feito o diagnóstico e as principais formas de tratamento.
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