A espinheira-santa é uma planta medicinal muito utilizada para problemas do estômago, como úlcera gástrica, má digestão ou gastrite, devido a sua ação antioxidante e protetora do estômago. Veja outras indicações da espinheira-santa e como usar a planta corretamente.
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Artrose no quadril: o que é, causas, sintomas e tratamento
Você já teve a sensação de dormência ou formigamento nas pernas? Ou, ao se mexer, já sentiu que havia areia na articulação do quadril? Esses sintomas podem ser causados pela artrose no quadril.
Uma pessoa com artrose no quadril pode sentir dificuldades ou até ficar impossibilitada de realizar tarefas simples do dia a dia, como cortar as unhas dos pés e calçar os sapatos.
Essa condição gera muita dor e desconforto e o tratamento consiste no alívio dessas dores e no retardo da progressão da doença, já que não existe cura definitiva para a artrose no quadril.
Veja o que é artrose no quadril, as causas, os sintomas, como são feitos o diagnóstico e o tratamento.
O que é artrose no quadril?
O nosso quadril é formado pela junção dos ossos da coxa, desde a cabeça do fêmur até o acetábulo, que é a cavidade da bacia. A artrose no quadril é causada pelo desgaste ou pela perda da cartilagem da articulação.
A artrose no quadril também é conhecida por osteoartrose, osteoartrite, artrite degenerativa do quadril e coxartrose e trata-se de uma doença crônica, que causa dor no quadril. Nos casos mais avançados da doença, uma pessoa com artrose no quadril pode mancar e ter de usar uma bengala para se apoiar.
Normalmente, o problema acomete pessoas acima dos 45 anos, com prevalência entre as mulheres, devido às alterações hormonais que favorecem o desgaste da cartilagem e a ocorrência de osteoartrite. Porém, pessoas jovens também estão sujeitas a esses desgastes, principalmente atletas que utilizam bastante a articulação.
Causas da artrose no quadril
As causas da artrose no quadril são divididas em primária e secundária.
A primária é conhecida pelo termo médico “artrose de quadril idiopática”, que caracteriza uma doença de causa desconhecida. São casos em que não se chega a uma conclusão do que gerou o desgaste da articulação. Essa situação acomete, na maioria das vezes, pacientes idosos, pelo desgaste natural da cartilagem, sem nenhuma causa específica.
Além do envelhecimento, existe um outro fator de risco que pode desencadear a artrose no quadril, que é o sobrepeso ou a obesidade. Quanto maior é a sobrecarga sobre a articulação do quadril, maiores as chances de seus componentes se desgastarem, principalmente a cartilagem. Veja qual a diferença entre sobrepeso e obesidade.
As causas secundárias podem acometer pessoas em qualquer idade, pois são resultados de alguma doença no quadril. Nesse caso, o paciente apresenta uma alteração prévia no quadril, que desencadeia o desgaste da articulação. Alguns exemplos dessas alterações patológicas são:
- Sequelas de fratura
- Necrose da cabeça do fêmur
- Displasia do desenvolvimento do quadril
- Doença de Legg-Calvé-Perthes
- Reumatismo
- Artrite séptica
- Diabetes
- Espondilite anquilosante
Sintomas da artrose no quadril
Os sintomas da artrose no quadril são, geralmente, sutis no início e pioram com o passar dos anos. O primeiro sintoma é de dor na parte interna da coxa que, conforme a pessoa se movimenta, tende a piorar, aliviando com o repouso.
No decorrer do tempo, o desgaste na articulação limita e pode até impedir alguns movimentos simples, como calçar os sapatos, cortar as unhas dos pés e cruzar as pernas.
Os sintomas mais comuns da artrose no quadril são:
- Dor no quadril
- Dor na panturrilha
- Dor que começa no quadril e vai até o joelho.
- Mancar, tornando necessário o auxílio de uma bengala para se apoiar.
- Sensação de dormência e formigamento nas pernas.
- Sensação de areia no quadril, ao se movimentar.
- Dificuldade em permanecer sobre os pés, por muito tempo.
- Dificuldade para se sentar.
- Dificuldade para se agachar e calçar sapatos, meias ou pegar alguma coisa do chão.
- Rigidez articular.
Conforme a doença progride, os desconfortos se tornam mais intensos e persistentes, mesmo em repouso. Em algumas situações, os sintomas são incapacitantes, ao ponto da pessoa não conseguir realizar as suas atividades profissionais, tendo que recorrer à aposentadoria.
Diagnóstico da artrose no quadril
O processo diagnóstico é iniciado após uma consulta com médico ortopedista, que pode solicitar alguns exames, como radiografia, tomografia ou ressonância magnética.
Radiografia (exame de raio-X)
A radiografia é um exame de imagem simples e não invasivo, que permite visualizar as estruturas internas do corpo.
Pelas imagens da radiografia, o especialista consegue identificar se há diminuição do espaço entre as articulações, onde a cartilagem deveria estar íntegra, identificando, assim, se há artrose no quadril. Existem dois tipos de radiografias usadas no diagnóstico de artrose, a do quadril ou da bacia.
A primeira é unilateral, ou seja, realizada em apenas um dos lados do quadril, e é aplicada em situações específicas, quando o médico quer analisar a estrutura com mais detalhes. Já a radiografia da bacia é mais ampla e permite a visualização de todos os ossos da pelve. Essa técnica é mais utilizada, pois possibilita a comparação dos dois lados das articulações.
Ressonância magnética
Há casos em que a radiografia pode ser inconclusiva e somente com a ressonância magnética é possível identificar as lesões nos estágios iniciais da doença.
A identificação precoce do problema é muito importante, pois possibilita o encaminhamento mais rápido ao tratamento específico, o que retarda a progressão da doença e melhora a qualidade de vida do paciente.
A ressonância magnética é um exame não invasivo e não utiliza radiações. Além disso, é uma tecnologia mais sofisticada, que resulta em imagens com alta resolução, muito útil para programação cirúrgica.
Na falta dessa tecnologia, a tomografia computadorizada também pode auxiliar no diagnóstico, oferecendo melhor resolução do que o raio-X convencional.
Tratamentos da artrose no quadril
A artrose no quadril é uma doença progressiva, que pode se agravar com o decorrer dos anos. Não há cura para a degeneração da cartilagem, sendo assim, os tratamentos servem para aliviar os sintomas e retardar sua progressão.
Tratamentos nos estágios iniciais
Os tratamentos nos estágios iniciais se concentram em medidas simples de mudanças de hábitos, como o uso de uma bengala, redução das atividades físicas de alto impacto e perda de peso.
Nessa etapa do tratamento, também podem ser usadas medicações prescritas pelo médico, como analgésicos e anti-inflamatórios. Esses remédios ajudam no alívio da dor e na redução da inflamação.
É indicado o uso de suplementos, como colágeno hidrolisado, bem como a glucosamina e a condroitina, pois nutrem e hidratam as cartilagens.
Praticar exercícios físicos leves, como bicicleta, pilates, fazer alongamentos e exercícios que não piorem a dor, são boas opções de atividades físicas, para o fortalecimento dos músculos e proteção das articulações.
A fisioterapia visa melhorar a amplitude e a função da articulação, e deve ser feita diariamente, ou pelo menos 3 vezes na semana. O tratamento com o fisioterapeuta consiste em massagens, uso de aparelhos específicos para o alívio da dor, bolsas térmicas e exercícios específicos.
Tratamento cirúrgico
A cirurgia é indicada nas situações em que os tratamentos anteriores não tenham surtido efeito no controle da dor e nem na progressão da doença sendo, então, a última opção de tratamento.
Existem diferentes técnicas cirúrgicas para a condição, que variam conforme o grau da doença em cada paciente e suas singularidades.
Independentemente da técnica que o médico utilizar, o objetivo da cirurgia é retirar a cartilagem desgastada, que pode ser parcial ou integral.
Há casos mais graves em que a retirada não é suficiente para manter a articulação saudável e, nessas situações, é indicado um procedimento cirúrgico chamado artroplastia, que é a substituição da articulação do quadril por uma prótese.
Após a realização da cirurgia, é necessário permanecer em repouso. Nos casos em que a artroplastia é realizada, o período de recuperação é maior, sendo necessário permanecer com a fisioterapia no pós-cirúrgico.
Fontes e referências adicionais
- Artrose de quadril pode ter indicação cirúrgica, Hospital Sírio-Libanês
- Dores da artrose podem ser minimizados com atividade física, Jornal da USP
- Artroplastia total do quadril, Hospital Israelita Albert Einstein
Quais dos sintomas de artrose no quadril mais chamaram sua atenção? Você já sentiu algum deles? Se sim, quais? E o que você fez para amenizá-los? Comente abaixo!
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Catarro amarelo: 4 principais causas e o que fazer
O muco ou catarro é naturalmente produzido pelo corpo e, em situações normais, é fluido, viscoelástico e transparente, você nem percebe a sua presença. Agora, há situações que mudam a consistência e a cor do catarro, tornando-o mais pegajoso e amarelo.
É muito importante se atentar à cor do catarro, pois ela sinaliza a ocorrência de alguma infecção nas suas vias aéreas e a atividade do seu sistema imunológico na tentativa de resolvê-la.
Veja quais são as principais causas do catarro amarelo e o que fazer.
Muco e catarro, qual é a diferença?
Antes de falarmos sobre o catarro, é importante compreender a função do muco. Ele é naturalmente produzido pelos tecidos que revestem o nariz, a boca, os seios da face, a garganta, os pulmões e o trato gastrointestinal.
E essa produção não acontece apenas quando estamos doentes, acontece sempre, para manter essas estruturas hidratadas e protegê-las contra os microrganismos. O muco é uma substância pegajosa, justamente para grudar bactérias, vírus, esporos, poeira e qualquer outra substância nociva ao nosso corpo, impedindo-a de entrar no organismo.
Quando você está saudável, nem percebe que seu corpo está produzindo o muco. Você passa a percebê-lo quando sua consistência muda, ficando mais pegajosa, mais espessa.
Agora, sobre o catarro, ele nada mais é que um muco mais espesso e pegajoso, que é eliminado ao assoar o nariz ou escarrar pela garganta. Além da consistência, você pode perceber a mudança de cor, de incolor para amarelo, verde ou vermelho-amarronzado, indicando a presença de sangue.
Causas do catarro amarelo
Quando você observar a cor amarela no catarro, saiba que é um sinal de que seu sistema imunológico está combatendo alguma infecção. Dependendo do grau da infecção e do tempo de sua duração, você pode perceber que a cor pode mudar de amarelo para verde.
As principais causas do catarro amarelo são:
Bronquite
A bronquite é uma inflamação da traqueia e de suas ramificações, os brônquios, causada por uma infecção, geralmente viral. O sintoma mais comum da bronquite é a tosse com catarro que pode, no início, apresentar-se incolor ou esbranquiçado. Conforme o sistema imunológico envia suas células para combater a infecção, a cor do catarro pode ficar amarela.
Na bronquite, as paredes dos brônquios ficam inflamadas e inchadas, produzindo mais muco. Como consequência, a via de passagem do ar fica mais estreita, causando a falta de ar e chiado no peito.
O que fazer: agende uma consulta médica, para passar por uma avaliação, que pode incluir radiografia torácica. Os tratamentos são prescritos para aliviar os sintomas e reduzir a inflamação. É importante beber bastante água, para facilitar a eliminação do excesso de catarro. Em alguns casos, é feita a nebulização ou inalação com broncodilatadores.
Pneumonia
A pneumonia é uma doença que afeta os pulmões e acomete, principalmente, aquelas pessoas com o sistema imune debilitado. Por isso, crianças pequenas, de até 5 anos, e os idosos são grupos de risco para a pneumonia.
O perigo aumenta durante o inverno, quando há muita oscilação de temperatura, deixando o sistema de defesa mais fraco, as vias aéreas mais secas e vulneráveis aos microrganismos do ar.
Os sintomas mais comuns são tosse com catarro amarelo ou esverdeado, dor no peito, fadiga, dificuldade para respirar, febre, dor no corpo e confusão mental nos idosos.
O que fazer: no início da pneumonia, os sintomas são bem parecidos aos de uma gripe comum. É importante que a pessoa não se automedique, pois isso pode mascarar os sintomas e impedi-los de evoluir, o que é importante para se chegar ao diagnóstico.
Também é válido mencionar a importância de não se automedicar com antibióticos, pois isso pode tornar o tratamento complicado, ao promover a seleção de bactérias resistentes. Ao notar os sintomas, procure um atendimento médico, para o diagnóstico e tratamento corretos.
Sinusite
A sinusite é a inflamação das mucosas dos seios da face, que são as cavidades que ficam ao redor do nariz e dos olhos e na maçã do rosto. Essa região é rica em glândulas que produzem muco, onde as substâncias estranhas ficam grudadas, e em cílios que vibram para expulsar o catarro pelo nariz.
Quando ocorre uma crise de sinusite, a pessoa sente dor de cabeça na área do seio da face, que pode ser em forma de pontada, pulsátil, ou de pressão, peso. O nariz fica bastante entupido, com catarro amarelo ou verde. Também ocorre um mal-estar geral, com cansaço, febre, coriza, dor no corpo e perda de apetite.
O que fazer: beba bastante líquido e goteje de duas a três gotas de soro fisiológico nas narinas várias vezes ao dia. Você também pode fazer inalação com vapor de água quente, que ajuda a eliminar o catarro amarelo em excesso. Evite ficar em ambiente com ar condicionado, pois eles deixam o ar seco e facilitam a contaminação por microrganismos no ar. Utilize um umidificador de ar no ambiente, para tornar a respiração mais fácil. Se os sintomas persistirem, procure um atendimento médico.
Infecções virais comuns
O catarro amarelo também pode sinalizar o desenvolvimento de infecções virais comuns, como gripes e resfriados. Os sintomas comuns da gripe podem piorar algumas condições de saúde que a pessoa já tenha, por exemplo asma, sinusite e bronquite crônica.
A gripe é causada pelo vírus Influenza, que provoca febre, dor no corpo, cansaço, tosse, espirros e coriza. O resfriado é causado, na maioria das vezes, pelo Rinovírus, responsável pela coceira no nariz, irritação na garganta, espirros e coriza. Raramente, causa febre e, quando causa, é relativamente baixa (entre 38,1 e 39ºC).
O que fazer: o tratamento tem como objetivo aliviar os sintomas, com analgésicos e antitérmicos. A melhor forma de se prevenir contra gripes e resfriados é com a vacina, que deve ser tomada todos os anos.
Fontes e referências adicionais
- Gripes e resfriados, Biblioteca Virtual em Saúde, Ministério da Saúde
- Bronquite aguda, Manual MSD – Versão Saúde para a Família
- The truth about mucus, WebMD
Você já notou que o seu catarro estava amarelado? Qual foi a causa? O que você fez para tratar o problema? Comente abaixo!
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6 dicas para curar o furúnculo mais rápido
Quem descobriu um furúnculo no corpo com certeza não vê a hora dele sarar. Afinal, além do caroço cheio de pus ser incômodo e desagradável, ele é doloroso. Ainda bem que existem algumas formas de curar o furúnculo mais rápido ou pelo menos aliviar o desconforto que ele causa.
Para furúnculos menores, que ainda não abriram
Aplique uma compressa de água morna
Primeiramente, a indicação para curar o furúnculo é aplicar uma compressa de água morna. Basta mergulhar uma toalha bem limpa na água morna, espremer para remover o excesso de água e pressionar delicadamente contra o furúnculo por aproximadamente 10 minutos.
As compressas com água morna podem ser aplicadas de duas a quatro vezes ao dia e ajudam a eliminar o pus, fazendo com que a cicatrização ocorra mais rapidamente. Sem contar que são uma estratégia simples, fácil e barata.
Para ajudar a curar o furúnculo quando ele abrir
Use sabonete antisséptico
Para manter a área afetada limpa, a dica é lavar delicadamente o furúnculo duas vezes ao dia com sabonete antisséptico e água morna. Após lavar, dê tapinhas bem de leve com uma toalha bem limpa para secar a região. Mas, não esfregue a ferida enquanto ela se encontra no processo de cicatrização.
Além disso, não use a mesma toalha que utiliza para secar outras partes do corpo. O ideal é separar a toalha usada na higienização do furúnculo das outras toalhas.
Mantenha o furúnculo coberto
Outra estratégia para ajudar a curar o furúnculo mais rápido é mantê-lo coberto. Aliás, é especialmente importante fazer isso depois que a ferida abriu para evitar que a bactéria se espalhe.
Então, depois que lavar e secar cuidadosamente o furúnculo e a área ao seu redor, a instrução é colocar um curativo limpo para deixá-lo protegido. O curativo pode ser feito com uma gaze ou bandagem esterilizada e deve ser trocado duas a três vezes ao dia, dependendo da região atingida.
Cuidados em geral
Jamais esprema o furúnculo
Por outro lado, espremer não vai curar o furúnculo mais rápido. Pelo contrário, isso vai agravar o problema, já que pode fazer com que a infecção se espalhe.
Espremer o furúnculo empurra o pus para baixo, fazendo com que as bactérias desçam mais fundo na pele. Se elas atingirem a corrente sanguínea e o problema não for tratado, podem ocorrer infecções mais graves.
Remédiospodem amenizar a dor
Medicamentos anti-inflamatórios e para dor como ibuprofeno e paracetamol podem ajudar a amenizar a dor causada pelos furúnculos. Entretanto, leia bem a bula e converse com o farmacêutico para saber direitinho como usá-los.
Outros cuidados de higiene para ajudar a curar o furúnculo mais rápido
Além disso tudo, há ainda alguns cuidados não associados diretamente à lesão que podem ajudar a curar o furúnculo mais rápido.
Por exemplo, sempre depois de encostar no furúnculo ao limpar, passar a compressa ou trocar o curativo, lave bem as mãos para evitar transmitir a infecção para outras partes do corpo ou até mesmo para outra pessoa.
Tomar um bom banho pelo menos uma vez ao dia mantém a pele limpa e também evita que a infecção se espalhe. Outro cuidado importante é lavar as toalhas, roupas de cama e roupas pessoais no mínimo uma vez por semana com água quente para matar bactérias.
Ao mesmo tempo, não custa lembrar que quem tem um furúnculo não pode compartilhar toalhas com outras pessoas.
Quando é hora de procurar ajuda médica para curar o furúnculo
Geralmente, as dicas acima ajudam a curar o furúnculo mais rápido ou pelo menos a amenizar o desconforto causado por ele. Mas, é importante ficar de olho, pois o esperado é que a recuperação ocorra entre uma a duas semanas.
Se depois desse tempo, o furúnculo ainda não tiver curado é necessário procurar ajuda médica. Além disso, é aconselhável consultar o médico se, após tratar o problema com remédios caseiros, o furúnculo reaparecer.
Caso mais furúnculos surjam, a pele ao redor deles fique ardente e dolorosa ou houver febre recorrente, também será necessário buscar auxílio médico.
Quando os furúnculos são maiores, o médico pode precisar fazer uma incisão para drenar cuidadosamente o furúnculo. As infecções mais profundas, que não podem ser completamente drenadas, são envoltas por gaze esterilizada para ajudar a absorver e eliminar o resto de pus.
Além disso, o profissional de saúde pode prescrever antibióticos para tratar furúnculos graves ou recorrentes.
Vale enfatizar que se o furúnculo piorar, é realmente necessário procurar ajuda médica, pois embora não seja tão frequente, ele pode gerar complicações como:
- Carbúnculo (antraz) ou furúnculos que se formam ou reaparecem em grupos
- Infecção em áreas mais profundas da pele
- Cicatrizes
- Infecção nos folículos capilares, geralmente causadas pela bactéria Staphylococcus
- Sepse (infecção generalizada).
- Infecção e inchaço dos tecidos das válvulas cardíacas.
Fontes e referências adicionais
- Boils: Remedies and Treatments – WebMD
- Boils and carbuncles – Mayo Clinic
Você já teve furúnculo alguma vez ou está sofrendo com isso agora? Como foi ou vem sendo feito o tratamento? Comente abaixo!
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Lipomatose: o que é, causas, tipos, sintomas e tratamento
O consumo excessivo e prolongado de álcool é um importante fator de risco para a formação de tumores benignos compostos de gordura, os lipomas. Eles se concentram nas costas, abdômen, pescoço, ombros ou podem ficar espalhados pelo corpo. Essa doença rara é chamada de lipomatose e, dificilmente, evolui para um câncer.
Uma pessoa com lipomatose pode ficar desconfortável com a sua aparência, pois os lipomas, popularmente conhecidos como “bolinhas de gordura”, podem deformar o corpo, devido à formação de grandes massas de gordura, ou aparentar obesidade.
Além das questões estéticas, os lipomas podem gerar sérios problemas de saúde, se afetarem os órgãos e nervos em regiões mais profundas.
O principal tratamento da lipomatose é a remoção cirúrgica do tumor, que deve ser complementada com mudanças no estilo de vida.
Entenda, com mais detalhes, o que é lipomatose, as possíveis causas, os tipos, os principais sintomas e quais tratamentos estão disponíveis.
O que é lipomatose?
A lipomatose é uma doença rara e de causa desconhecida. Na literatura médica, a lipomatose recebe outros nomes, como lipomatose simétrica múltipla ou síndrome de Madelung.
Ela é responsável pela formação de múltiplos lipomas, que são pequenos tumores benignos, compostos de tecido adiposo (gordura) que, dificilmente, se transformam em nódulos malignos de câncer.
O lipoma se forma e cresce embaixo da pele e se movimenta ao ser pressionado. Veja a explicação sobre o que é lipoma, com as características completas para você saber identificá-lo.
Na lipomatose são formados muitos lipomas de rápido crescimento, que costumam aparecer na região do pescoço e das costas e, com menos frequência, no rosto e nos membros. Com a progressão da doença, os lipomas evoluem mais lentamente e, em alguns casos, podem afetar estruturas mais profundas, acometendo os órgãos, nervos e vasos.
Essa doença pode se desenvolver em qualquer idade, mas é mais comum em adultos entre 30 e 60 anos. A proporção entre homens e mulheres é de 15:1 a 30:1, ou seja, para cada 1 mulher com lipomatose, existem de 15 a 30 homens com a doença. Também há indícios de lipomatose relacionado à herança genética, afetando várias pessoas na mesma família.
Causas da lipomatose
A causa dessa doença ainda é desconhecida, mas estudos de casos indicam a associação com uma desordem no sistema hormonal induzida pelo álcool.
Existem algumas comorbidades associadas que podem contribuir para o desenvolvimento da lipomatose, como:
- Neuropatia periférica
- Anemia macrocítica
- Cirrose hepática
- Hipoproteinemia
- Hipertensão arterial
- Doença pulmonar obstrutiva crônica
- Obesidade
- Diabetes
- Colesterol alto
- Excesso de ácido úrico no sangue (hiperuricemia)
- Acidose tubular renal
O alcoolismo crônico está associado à maioria dos casos. Quando a lipomatose é desencadeada por fatores genéticos, recebe o nome de lipomatose familiar múltipla.
Por ter influência genética, pessoas que possuem familiares de primeiro ou segundo grau, que apresentam algum tipo de tumor, precisam ficar atentas a qualquer formação incomum na pele e procurar um especialista.
Tipos de lipomatose
A lipomatose é classificada em dois tipos, o tipo 1 e o tipo 2.
O tipo 1 é caracterizado pela deposição simétrica de grandes e múltiplos lipomas ao longo do pescoço, sendo conhecida como horsecollar (colar de cavalo) ou colar de Madelung.
Esse tipo de lipomatose também pode acometer as parótidas (região próxima às orelhas), região submentoniana, que é a região da “papada” abaixo do queixo, tronco, deltoides, região proximal dos membros superiores (região escapular e ombros) e região cervical posterior.
Quando a lipomatose afeta a região dos deltóides e cervical posterior pode conferir uma falsa aparência atlética, semelhante aos praticantes de fisiculturismo, que apresentam essa região bem definida e musculosa.
No tipo 2, os lipomas são mais distribuídos, podendo atingir, além da porção superior do corpo, a região inguinal (porção inferior do abdômen) e abdominal, conferindo um aspecto de obesidade.
Sintomas da lipomatose
O que leva uma pessoa ao consultório médico é a deformidade física expressiva que a lipomatose provoca no corpo.
Os lipomas acabam se misturando com os músculos, nervos e vasos embaixo da pele sem provocar dores ou outros sintomas.
A lipomatose do tipo 1 pode causar a compressão de estruturas da região do mediastino, onde estão o coração, o esôfago, a traqueia, os nervos torácicos e os vasos sanguíneos sistêmicos, como a veia cava superior. Quando isso acontece, pode provocar sintomas, como:
- Dispneia: falta de ar ou dificuldade de respirar.
- Apneia do sono: respiração do sono muito superficial ou parada completa da respiração por alguns segundos ou minutos.
- Disfagia: dificuldade de engolir alimentos e líquidos, sensação de comida ou bebida presa na garganta.
A lipomatose do tipo 2 geralmente só causa o aspecto de obesidade simples, sem o envolvimento de órgãos profundos.
Diagnóstico da lipomatose
O diagnóstico da lipomatose é clínico, o médico observa a formação e a distribuição dos nódulos de gordura pelo corpo. Podem ser feitos exames de imagem, como radiografias torácicas, tomografia computadorizada e ultrassom para avaliar a extensão dos lipomas.
O exame de ressonância magnética pode ajudar o médico a observar se os lipomas estão comprimindo nervos, vasos e órgãos em regiões mais profundas do mediastino.
Como a lipomatose se parece com algumas outras doenças, o médico também precisa realizar um diagnóstico diferencial, que é excluir as outras possibilidades, inclusive câncer:
- Doença de cushing
- Cistos no pescoço
- Doenças da tireóide e glândulas salivares
- Leucemia
- Sarcoma de tecidos moles
- Síndrome de Dercum
- Síndrome de Hanhart
- Síndrome da Polidisplasia
- Angiolipomas
- Lipoblastomas
- Neurofibromatose
Tratamentos da lipomatose
Não há muitas alternativas terapêuticas para a lipomatose, o procedimento padrão é a cirurgia, com remoção cirúrgica do tumor (lipectomia) ou com liposucção (lipoaspiração). É comum os lipomas retornarem, configurando as recidivas.
Como medidas complementares ao tratamento cirúrgico, os pacientes são aconselhados a fazer uma reeducação alimentar, com uma dieta com baixo teor de gordura, associada à prática de exercícios físicos regulares. Além disso, deve-se eliminar o consumo de bebidas alcoólicas.
Em alguns casos, os médicos podem tentar tratar a lipomatose com medicamentos que aumentam a lipólise, ou seja, a queima de gordura.
Apesar dos riscos da lipomatose evoluir para tumores malignos serem baixos, ela pode provocar complicações classificadas como síndromes mediastinais, como dispneia, disfagia e disfonia (alteração da voz), além de neuropatias, que são doenças que afetam os nervos periféricos, causando fraqueza, dormência e dor.
Fontes e referências adicionais
- Lipomatose simétrica múltipla, Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, 2013; 28(2): 324-337.
- Multiple Symmetric Lipomatosis, National Center for Advancing Translational Sciences – Genetic and Rare Diseases Information Center (GARD).
Você já tinha ouvido falar sobre essa doença rara chamada lipomatose? Qual tipo de lipomatose você achou mais preocupante? Quais doenças do diagnóstico diferencial da lipomatose você já conhecia? Comente abaixo!
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Como os hormônios interferem nos seus treinos (ou quase isso)
Hormônios são substâncias tão misteriosas quanto o próprio organismo humano. Não temos consciência de que eles estão operando na normalidade, mas é bastante fácil percebermos quando estão desregulados. Aliás, a sua capacidade de influência é tão grande que é possível que os seus hormônios estejam interferindo no seu treino físico sem você saber – até agora, claro.
Em uma revelação inesperada, não são os hormônios, em si, que influenciam na sua performance na academia, mas é a prática de exercícios físicos que impacta a liberação hormonal – de forma positiva, ainda bem. “A liberação dos hormônios acaba tendo um efeito do movimento do corpo, não o contrário”, explica a endocrinologista Dra. Thaís Mussi.
O corpo tem muito a ganhar com esse resultado. Para a médica, alguns efeitos mais esperados são a queima de gordura, a sensação de recompensa e bem-estar e o aumento da taxa metabólica. Ou seja, três elementos essenciais não só para um corpo como também para uma mente sã.
“A produção hormonal se ‘adapta’ às nossas fases, exercendo ações importantes de acordo com cada período da nossa vida”, continua a médica. “Quando ainda estamos no útero, por exemplo, contamos fortemente com os hormônios tireoidianos e até mesmo a testosterona.”
Na fase de desenvolvimento, por outro lado, temos uma mistura de hormônios, como o de crescimento, os tireoideanos, a insulina e os hormônios adrenais. Qualquer pessoa que já tenha lidado com um adolescente entende bem como essa mistura é poderosa.
Tão presentes ao longo do tempo, precisamos dos hormônios tanto quanto eles precisam de nós, mas de formas e em quantidades que também variam com a passagem dos anos – afinal, ninguém aguentaria viver como um vulcão hormonal em erupção a vida inteira, certo?
“A liberação dos hormônios, causada pela prática de exercícios físicos, faz muito bem tanto ao corpo quanto à mente”, diz a Dra. Thaís. “Não existem motivos para se preocupar com qualquer tipo de interferência desses hormônios nos exercícios físicos, porque o ciclo natural é que você passe a ter uma melhor performance com o passar do tempo.
MAS OS HORMÔNIOS FEMININOS?
Em uma contradição bem-vinda, toda mulher sabe que o ciclo menstrual interfere diretamente nas nossas sensações durante as suas diferentes fases. Por exemplo, na menstruação, a sensação de cansaço e falta de energia é muito maior do que na fase seguinte, a folicular, em que nos sentimos mais motivadas e aptas a fazer qualquer coisa.
“Vários estudos focam em entender melhor como variações no ciclo hormonal da menstruação podem influenciar o treinamento das mulheres, por exemplo, ou como a reposição hormonal da menopausa pode ajudar”, explica a Dra. Paula Pires, endocrinologista e metabologista pela Universidade de São Paulo.
Para ela, além do seu papel fundamental na função reprodutiva, o estrogênio, um dos hormônios femininos presentes no ciclo menstrual, funciona como uma proteção muscular contra danos, uma vez que o seu efeito antioxidante ajuda na estabilidade da membrana celular. Essa atuação, por sua vez, limitaria o dano muscular no pós-treino.
“Da mesma forma, acredita-se que o estrogênio inibe as respostas inflamatórias pós-exercício, o que pode ajudar a reduzir qualquer ruptura que resulta em dor muscular, levando a uma recuperação mais rápida”, continua.
Esses achados, infelizmente, não são o suficiente para que os médicos façam recomendações específicas dependendo da fase do ciclo menstrual da mulher – nesse caso, a auto-observação têm um papel mais adequado, já que cada uma consegue perceber e entender melhor o que o corpo pede a cada momento.
“Quando se trata de desempenho, os resultados de uma recente revisão sistemática e meta-análise mostram que o desempenho do exercício pode ser ligeiramente reduzido em algumas mulheres quando o estrogênio e a progesterona estão baixos, geralmente durante os dias 1 a 5 do ciclo menstrual, em comparação com todos os outros períodos menstruais”, diz.
A partir da menopausa, existe uma queda de produção hormonal que, considerando as informações acima, pode interferir na composição muscular e na força da mulher. Buscar um acompanhamento médico e fazer a reposição hormonal, caso necessário, é essencial para evitar quedas bruscas de rendimento na academia.
Por fim, para evitar essas interferências, é interessante rastrear algumas medidas, como fadiga, dor muscular e recuperação pós-treino ao longo do ciclo, além de usar essas informações para ajustar os planos de treinamento, adaptando treinos de força ou aumentando o tempo de recuperação.
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Remédios para tratar as doenças da tireoide
Os remédios para tireoide têm como objetivo regular os níveis dos hormônios produzidos por essa glândula, devendo ser indicados pelo endocrinologista de acordo com a alteração da tireoide. Conheça os principais remédios indicados no tratamento de doenças da tireoide.
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5 remédios caseiros para couro cabeludo inflamado
A irritação do couro cabeludo pode causar descamação e coceira intensa. Além de evitar lavar a cabeça com água muito quente, também existem 5 remédios naturais que pode preparar em casa para acabar mais rápido com esse incômodo. confira as receitas e como usar corretamente.
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O que causa gengiva inchada no bebê (e o que fazer)
A gengiva inchada no bebê normalmente é um sinal de que os dentinhos estão nascendo e, por isso, é uma alteração que pode ser observada entre os 4 e 9 meses do bebê. Entenda porque isso acontece, veja outros sinais de que os primeiros dentes estão nascendo e o que fazer.
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Síndrome do bebê sacudido: o que é, sintomas, tratamento e sequelas
Sacudir o bebê ou fazer movimentos bruscos pode levar à Síndrome do Bebê Sacudido, que provoca lesões no cérebro da criança e sequelas graves, já que os músculos do pescoço são pouco desenvolvidos e não conseguem suportar o peso da cabeça. Entenda o que é a síndrome do bebê sacudido, sintomas, sequelas e como tratar.
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