Não é apenas com o arroz que o feijão combina. O alimento também pode ganhar outros companheiros bem nutritivos em uma série de receitas. Por exemplo, para um dia de frio, nada como uma sopa de feijão com legumes light.
No prato que vamos apresentar, o feijão carioca aparece ao lado dos benefícios da cenoura e da cebola. Entretanto, se quiser, você pode reforçar a preparação com outros legumes disponíveis na sua geladeira.
Aliás, a receita é uma ótima forma de aproveitar os alimentos da sua despensa antes que eles estraguem. Afinal, além de juntar os legumes, você pode usar aquele feijão cozido que sobrou do almoço.
Para deixar o prato bem saboroso, não se esqueça de utilizar também temperos naturais como alho, pimenta-do-reino, louro e cheiro-verde (salsinha e cebolinha).
Vamos aprender como combinar tudo isso na sopa de feijão com legumes light? Então, confira o passo a passo da receita:
Coloque o azeite em uma panela e leve ao fogo para aquecer. Adicione a cebola, o alho e doure.
Então, complete com a cenoura, a água fria, a pimenta-do-reino, o louro e um pouco de sal. Deixe cozinhar em fogo brando por cerca de 10 minutos.
Acrescente o feijão cozido, mexa bem até ferver e deixe cozinhar por mais cinco minutos. Desligue o fogo, retire o louro e salpique a salsinha e a cebolinha. Espere dar uma esfriadinha e sirva.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose.
Há dias em que é perfeitamente possível fazer uma sopa mais complexa e cheia de ingredientes. Já em outros, a correria aperta, o cansaço acumula e tudo o que se quer é uma sopinha mais rápida e fácil.
A boa notícia é que existem receitas de sopas para todos os casos, gostos e necessidades. Por exemplo, vamos conhecer uma que é bem prática, simples de fazer e que reúne poucos ingredientes.
A preparação combina os carboidratos do fubá com as proteínas e os benefícios do ovo. Para completar, você vai precisar somente de água e de temperos para dar mais sabor ao prato.
Por exemplo, uma sugestão é utilizar a pimenta-do-reino e o cheiro-verde (salsinha e cebolinha). Entretanto, você sempre pode recorrer a outros temperos naturais que prefira usar ou já tenha em casa.
O importante é entender a base do modo de preparo da sopa light, rápida e fácil de fubá com ovo, que está explicada logo abaixo:
Dissolva o fubá em um copo de água. Coloque o fubá dissolvido em uma panela e complete com o restante da água. Ligue o fogo e deixe ferver.
Tempere com pimenta e um pouco de sal. Cozinhe até engrossar e desligue o fogo.
Quebre os ovos crus na panela e mexa até cozinhar os ovos. Acrescente a salsinha e a cebolinha. Se quiser, decore com folhinhas e sementes na hora de servir.
Notes
Se quiser uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente as embalagens de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para ter certeza que eles não contêm nada de glúten e/ou lactose.
A cenoura é um alimento cheio de benefícios, mas esta não é a sua única vantagem. Como se não bastasse, ela também é versátil e pode dar as caras em muitas receitas diferentes e bem gostosas.
Por exemplo, é possível fazer salada, patê, torta, suco, bolo, suflê, entre tantas outras receitas com ela. Mas hoje vamos falar de um prato leve, que combina perfeitamente com o frio: a sopa de cenoura light.
A preparação também pede gengibre, uma especiaria que faz parte do grupo dos alimentos termogênicos. Entretanto, calma que tem mais! A receita ainda conta com outros ingredientes saudáveis e cheios de sabor como cebola e alho-poró.
Para fechar com chave de ouro e ganhar um toque todo especial e diferenciado, o prato é finalizado com a laranja. Fica difícil não querer experimentar, não é mesmo?
Portanto, aprenda já como fazer a sopa de cenoura com gengibre light e corra até a cozinha para colocar a mão na massa e provar como ela fica!
Coloque um fio de azeite em uma panela e leve ao fogo. Acrescente a cenoura, a cebola e o alho-poró. Refogue por 5 minutos.
Então, adicione as rodelas de gengibre e complete com água até cobrir os ingredientes. Tempere com sal e deixe cozinhar até as cenouras ficarem macias.
Feito isso, esprema o suco de ½ laranja na panela e acrescente um pouco da pele da fruta (sem a parte branca). Deixe cozinhar por mais 5 minutos.
Desligue o fogo, retire a pele da laranja e bata todo o conteúdo da panela com o mixer. Se não tiver um mixer, bata tudo no liquidificador. Porém, tenha o cuidado de segurar a tampa do aparelho enquanto bate para evitar vazamentos.
Devolva a sopa para a panela, teste o tempero e ajuste, se achar que precisa. Você pode servir o prato com rodelas de laranja ou as folhinhas da sua preferência.
Notes
Se quiser garantir uma receita sem glúten e/ou sem lactose, leia detalhadamente a embalagem de todos os ingredientes (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas). Mesmo que seja naturalmente livre de glúten e/ou lactose, quando um produto é produzido, processado, embalado, armazenado ou transportado no mesmo ambiente que alimentos com glúten e/ou lactose, ele pode ser contaminado por essas substâncias. Quando isso ocorre, um aviso é colocado no rótulo.
O Daflon é um remédio que contém diosmina e hesperinida na sua composição, indicado para o tratamento da insuficiência venosa ou hemorróidas, pois possui ação protetora e tônica dos vasos sanguíneos. Entenda melhor para que serve o Daflon, como usar e possíveis efeitos colaterais. Daflon: para que serve e como tomar Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
O fedegoso é uma planta medicinal muito utilizada para prisão de ventre, infecção urinária ou cólica menstrual, devido suas propriedades laxantes, anti-inflamatórias e diuréticas. Veja para que serve o fedegoso e como fazer o chá. Fedegoso: para que serve e como fazer o chá Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Não é incomum ouvir queixas de agulhada, queimação, sensibilidade e dor no couro cabeludo. A dor pode ser tão forte, ao ponto da pessoa não conseguir escovar os cabelos. Há diversas causas por trás desse problema, que podem ser simples, como penteados apertados, até doenças mais complicadas.
Veja quais são as causas mais comuns de dor no couro cabeludo e o que fazer.
Penteados apertados
Penteados muito apertados podem provocar essas dores
O uso prolongado de penteados que puxam muito o cabelo podem causar dor no couro cabeludo, e até dor de cabeça. Prender os cabelos com muita força também pode quebrar os fios e promover a queda, chamada de alopecia por tração.
O uso de acessórios, tais como presilhas, elásticos, boné, capacete, chapéus e tiaras também podem provocar as dores.
O que fazer
Você não precisa deixar de amarrar os cabelos no dia a dia, pois isso pode ser prático e necessário em sua ocupação. Só prenda-o de maneira mais folgada, sem puxar muito os fios.
Queda dos fios (tricodinia)
A queda dos fios pode deixar a região afetada mais sensível, causando dor no couro cabeludo. A tricodinia causa a sensibilidade excessiva do couro cabeludo, fazendo com que a pessoa sinta dor ao tocar a cabeça e ao escovar os cabelos.
Quando a dor no couro cabeludo e a queda intensa de cabelo não estão associadas a outros problemas de saúde ou sintomas, elas podem ser um sinal de que há questões psicológicas e emocionais que precisam de atenção e tratamento.
O que fazer
As opções terapêuticas incluem shampoo, loções tópicas e medicamentos orais. Também há opções de medicamentos injetáveis diretamente no couro cabeludo, que reduzem a queda e estimulam o crescimento de novos fios. Além disso, é recomendada a psicoterapia, para tratar as possíveis causas do problema.
Oleosidade excessiva
O excesso de oleosidade é uma causa indireta da dor no couro cabeludo, isso porque esse problema deixa a pessoa mais suscetível à dermatite seborreica, as famosas caspas. A presença das caspas no couro cabeludo gera coceira, e isso pode machucar e causar dores no couro cabeludo.
O que fazer
Usar um shampoo antioleosidade, diariamente ou em dias alternados, e passar o condicionador apenas nas pontas. Você pode usar um shampoo antirresíduos uma vez por semana ou fazer um detox capilar. Complemente os cuidados com uma máscara para cabelos oleosos ou ampolas, uma vez por semana. No momento da lavagem, não use água quente.
Couro cabeludo ressecado
O oposto da oleosidade excessiva também pode causar dores no couro cabeludo, ou seja, o ressecamento. Esse problema está diretamente associado à descamação do couro cabeludo, o que provoca coceira e irritação, aumentando a sensibilidade e a dor na região.
O que fazer
Usar um shampoo com ação hidratante e evitar aqueles destinados à limpeza profunda, pois promovem o ressecamento. O ideal é lavar o cabelo apenas duas vezes na semana com água morna. Se for usar o secador de cabelos, não deixe o ar muito próximo à raiz.
Tratamentos químicos
Os procedimentos químicos feitos no cabelo, como alisamento, coloração, progressiva e permanente empregam produtos agressivos, que podem causar inflamações e até queimaduras no couro cabeludo, o que é bastante doloroso.
O que fazer
Lavar o cabelo com shampoos suaves e não usar produtos com álcool. Procure por produtos que contenham vitamina E e aloe vera na composição, pois ajudam a acalmar e hidratar a pele irritada.
Deixe os cabelos secarem naturalmente e escove os fios com cuidado, para não machucar ainda mais o couro cabeludo. Espere a recuperação completa, para fazer qualquer outro tratamento químico nos cabelos.
Exposição ao sol sem proteção
Principalmente pessoas calvas podem sofrer com esse tipo de dor
O sol não queima somente a pele, ele também pode provocar queimaduras no couro cabeludo. Pessoas calvas ou com cabelos muito claros ou finos são mais suscetíveis a sofrerem de dor, ardência e queimação no couro cabeludo causadas pela exposição ao sol.
A queimadura também pode ser causada pelo uso constante e descuidado de secadores e pranchas.
O que fazer
Evite a exposição prolongada ao sol no período das 10h e 16h, quando os raios solares são mais intensos. Aplique filtro solar nas partes expostas do couro cabeludo, se houver, ou use bonés e chapéus para protegê-lo.
Foliculite capilar
A foliculite capilar é a inflamação do folículo piloso, que é a porção do pelo que fica dentro da cabeça. As causas desse problema podem ter origem infecciosa ou inflamatória.
Na foliculite infecciosa, o folículo piloso é invadido por algum microrganismo, que ativa uma resposta inflamatória no nosso organismo. A inflamação na foliculite inflamatória não é desencadeada por um microrganismo, mas por alguma alteração no funcionamento do nosso sistema de defesa, alguma anormalidade no fio ou outras causas que são geralmente desconhecidas.
Os sintomas da foliculite capilar envolvem o aparecimento de “espinhas” ou pequenas feridas no couro cabeludo, que podem conter pus e causar dor, sangramento e coceira.
A foliculite capilar pode gerar complicações, como quedas de cabelo e até calvície definitiva.
O que fazer
Quando a foliculite é causada por bactérias, o tratamento é feito com antibióticos e anti-inflamatórios tópicos, alguns casos mais graves exigem o uso de medicação oral. O tratamento da foliculite inflamatória é diverso e depende de cada caso mas, no geral, é feito com corticóides tópicos ou orais.
Arterite temporal
A arterite temporal provoca uma dor de cabeça latejante nas laterais da testa
As artérias temporais fornecem sangue à cabeça e ao cérebro. Quando o revestimento dessas artérias fica inflamado, ocorrem diversos sintomas, sendo o principal a dor de cabeça latejante em um ou ambos os lados da testa. Além dessa dor latejante, a arterite temporal também deixa o couro cabeludo mais sensível.
As causas da arterite temporal ainda são desconhecidas, mas parecem ter relação com alguma disfunção do sistema imune. Esse problema acomete, principalmente, mulheres com mais de 50 anos.
O que fazer
O tratamento é feito com corticoides, como a Prednisona, prescrito por um reumatologista.
Líquen plano pilar
No líquen plano pilar, o próprio sistema imune da pessoa destroi a parte do folículo piloso onde estão as células tronco. Como consequência, perde-se o folículo piloso, que é substituído por um tecido cicatricial. O local do couro cabeludo afetado torna-se incapaz de produzir novos fios, acarretando a perda definitiva de cabelos (alopecia cicatricial).
Os sintomas que denunciam o problema são coceira, queimação e descamação no couro cabeludo, deixando-o mais sensível e dolorido. Com a progressão da doença, começam a aparecer falhas no couro cabeludo, principalmente no topo da cabeça.
O que fazer
O tratamento tem como objetivo retardar a progressão da doença e aliviar os sintomas. São utilizadas medicações como a hidroxicloroquina e doxiciclina, com ação anti-inflamatória.
Câncer no couro cabeludo
Há três tipos mais comuns de câncer de pele que podem afetar o couro cabeludo, o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. Apesar deste último tipo ser o menos frequente, ele é o mais grave.
O couro cabeludo é um local suscetível ao desenvolvimento de câncer por estar constantemente exposto aos raios ultravioletas. O diagnóstico de câncer no couro cabeludo costuma ser bem tardio, por ser uma região comumente coberta pelos fios de cabelo. Por isso, o câncer nessa região pode ser mais letal do que em outras partes do corpo.
Daí a importância de se identificar o câncer no couro cabeludo precocemente. Normalmente, ele se manifesta com feridas, verrugas ou manchas. Essas lesões coçam, doem e, frequentemente, sangram. Também podem parecer machucados ou espinhas que nunca cicatrizam.
O que fazer
O principal método de tratamento de câncer no couro cabeludo é a remoção do tumor com cirurgia. Quando não é possível realizar a cirurgia, o médico pode optar pela radioterapia, quimioterapia, crioterapia, cauterização e curetagem ou terapia fotodinâmica.
Alopecia, Manual MSD – Versão Saúde para a Família
Você já sentiu dor no couro cabeludo? Qual foi a causa da sua dor no couro cabeludo? Quais causas de dor no couro cabeludo ainda eram desconhecidas para você? Comente abaixo!
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O desenvolvimento para ombros com halteres é um exercício excelente para construir ombros fortes e mais largos.
Trata-se de um exercício que pode ser feito em pé ou sentado e que pode fazer parte de qualquer treino de força que envolva a parte superior do corpo.
Além disso, usar halteres para executar o desenvolvimento é muito bom para quem é iniciante no exercício, pois assim o movimento recruta os dois ombros igualmente.
Por outro lado, o desenvolvimento na barra pode ser prejudicial quando o peso pende mais para um lado do que o outro, o que pode causar assimetria muscular e dores. Sendo assim, é mais indicado começar o desenvolvimento de ombros usando halteres.
Os músculos que mais participam do exercício são os deltóides, mas também há o recrutamento de músculos como o tríceps, o trapézio e os rombóides, além de outros músculos do peitoral e das costas.
Os deltóides são os músculos mais exigidos no exercício
Benefícios do exercício
O desenvolvimento de ombros traz diversos benefícios, incluindo o aumento de força do ombro e a maior estabilidade do core.
Além disso, o exercício queima calorias e melhora a mobilidade articular, já que os movimentos envolvem o uso de articulações dos ombros e dos cotovelos, fortalecendo não só os músculos como também tendões e ligamentos.
Por último, o exercício ativa bastante o músculo deltóide anterior e aumenta a força e a mobilidade, o que ajuda em várias tarefas do dia a dia como colocar e retirar objetos em prateleiras altas e em tarefas menos rotineiras mas importantes como por exemplo pegar a bagagem no compartimento superior do avião durante uma viagem.
Como fazer o desenvolvimento para ombros com halteres
Para fazer o exercício na posição sentada, sente-se em um banco apoiando as costas no encosto.
Segure um halter em cada mão na posição horizontal e mantenha as palmas das mãos voltadas para a frente (pegada pronada).
Em seguida, arrume sua postura mantendo o peito aberto, os cotovelos para os lados dobrados em um ângulo de 90 graus, o core firme e o olhar para a frente.
Então, com cuidado para não inclinar o corpo, expire o ar enquanto estica os cotovelos para cima para levantar os pesos até os braços ficarem retos. Depois disso, volte lentamente à posição inicial inspirando o ar.
Ao fazer o desenvolvimento para ombros nesta posição sentada, é possível levantar mais peso já que os músculos estabilizadores que sustentam o tronco não precisam trabalhar tanto.
A recomendação geral é realizar de 8 a 12 repetições por série. O peso indicado para iniciantes é de 2 kg em cada halter para as mulheres e 5 kg para os homens. Mas certamente isso varia de acordo com as características e objetivos de cada pessoa.
Variações do exercício
A saber, você também pode fazer o exercício em pé. Para isso, segure os halteres na horizontal na altura dos ombros com a pegada pronada e faça o movimento de subir e descer os halteres da maneira que foi descrita acima.
Também é possível alternar os braços, pois isso ajuda a ativar ainda mais os músculos do core.
Outra alternativa é sentar em uma bola de exercícios e segurar os halteres da mesma forma para desafiar os músculos centrais do corpo.
Erros comuns
Existem erros comuns que devem ser evitados durante o movimento
Se você deseja ter uma boa eficiência no exercício, confira os erros mais comuns que você pode evitar.
Exagerar no peso dos halteres
Pode parecer que o exercício está muito fácil no início, mas ao longo das repetições ele se torna mais desafiador.
Assim, se você usar halteres muito pesados logo no começo, pode ser impossível completar a sua série. Aliás, isso também eleva o risco de lesões nos ombros.
Arquear as costas
Cuidado para não curvar a parte inferior das costas no momento de levantar os halteres. O ideal é contrair o abdômen e se concentrar para usar a força dos ombros. Se ainda assim for difícil manter a postura, diminua o peso.
Não aquecer antes do exercício
De fato, a articulação dos ombros é uma das mais complexas e com maior mobilidade do corpo. Por isso, pular o aquecimento pode deixar os ombros mais sujeitos a lesões.
Travar os cotovelos junto ao corpo
É importante não colocar muita tensão nos cotovelos, pois isso transfere a tensão dos deltóides para os tríceps, prejudicando o desenvolvimento dos ombros.
Também vale a pena se concentrar em não abrir muito os cotovelos além do ângulo de 90°, já que apontá-los para as laterais pode sobrecarregar os músculos do manguito rotador.
Curvar os ombros
Mantenha as omoplatas para trás durante o movimento para preservar a postura, evitando dores ou lesões.
Empurrar o peso de forma explosiva
Para surtir o efeito desejado, o exercício deve ser feito com movimentos lentos e controlados. Não transforme o desenvolvimento para ombros em um exercício de explosão, pois este não é o objetivo.
Por fim, tome cuidado se você já teve alguma lesão no ombro, no pescoço ou nas costas. Nestes casos, peça orientação de um médico ou fisioterapeuta antes de começar a praticar o exercício.
Qual a carga que você usa para fazer o desenvolvimento para ombros com halteres? Prefere fazer desenvolvimento com halteres ou a barra? Comente abaixo!
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O pullover com a barra é um exercício pouco usado, mas que pode substituir a versão com halteres e trazer resultados semelhantes.
O foco deste pullover é o desenvolvimento das costas e do tríceps. De fato, o exercício trabalha vários grupos musculares ao mesmo tempo, inclusive o grande dorsal (latissimus dorsi ou lats), o redondo maior e o peitoral.
O pullover com a barra trabalha o grande dorsal
Portanto, trata-se de um ótimo exercício para hipertrofia muscular e aumento de força. Além disso, esse exercício fortalece a articulação dos ombros e dos cotovelos, ajudando a prevenir lesões.
Apesar de não ser um exercício popular, pois a maioria das pessoas realiza o pullover com halteres, o pullover com barra é ideal para quem deseja ter costas largas. Isso ocorre porque o uso da barra estimula bastante o grande dorsal, que é um músculo bem largo encontrado nas costas.
Aliás, muitos fisiculturistas praticam esse exercício para ficar com costas largas e peitoral bem definido. Atletas ou amadores que praticam esportes de arremesso também podem se beneficiar do pullover, como é o caso de tenistas, jogadores de futebol ou handebol e praticantes de arremesso de peso, por exemplo.
Além disso, o exercício pullover com barra também ajuda a melhorar a postura, já que ele melhora a mobilidade dos ombros e expande o tórax.
Então veja a seguir como realizar este exercício da forma correta.
Como fazer o pullover com barra
Pullover com barra
Antes de mais nada, fique confortável no banco reto. Deite-se no banco com a parte superior do corpo apoiada na superfície. Os joelhos devem ficar na ponta do banco flexionados em um ângulo de 90 graus e os pés devem estar firmes no chão.
Deixe a barra já com a carga que você vai usar pronta em um suporte atrás ou acima da sua cabeça. Se preferir, peça ajuda de um professor de educação física para te entregar a barra na hora de iniciar a atividade.
Em seguida, pegue a barra usando a pegada pronada, ou seja, com as costas das mãos voltadas para você. As mãos devem ficar afastadas entre si mais ou menos na mesma distância entre os seus ombros.
Finalmente, pegue a barra e segure-a sobre o peito com os braços estendidos. Então, flexione os cotovelos e, lentamente, leve a barra para trás da sua cabeça. É preciso sentir um alongamento no peito e nas costas antes de retornar para a posição inicial.
Este exercício pode fazer parte do seu treino de costas. Realizar cerca de 10 a 15 repetições por série geralmente é suficiente para trazer bons resultados.
Se você quiser aumentar a dificuldade do exercício, é possível fazer o mesmo movimento usando o banco declinado, pois isso aumenta a tensão nos músculos.
Erros comuns
Alguns erros comuns no movimento podem provocar lesões
Confira os principais erros que as pessoas cometem quando começam a praticar o pullover com barra.
Colocar muito peso na barra
Exagerar no momento de escolher a carga para pode aumentar o risco de acidentes, principalmente se você estiver fazendo o exercício sem supervisão. Sendo assim, tenha sempre um professor de educação física por perto e vá aumentando o peso aos poucos para não se lesionar.
Arquear as costas ou os quadris
É importante manter a postura correta ao longo do movimento. Isso significa que você precisa contrair o abdômen e evitar levantar os quadris do banco reto. Além de aumentar a eficácia do exercício, você também protege a sua lombar contra dores e lesões.
Aliás, se você está com muita dificuldade de manter o corpo estável, este pode ser um sinal de que a carga está muito alta e que você deve reduzi-la.
Fazer o exercício no início do treino
O pullover é um bom exercício para incluir no meio ou no final do seu treino de costas. De fato, é muito importante fazer o exercício quando os músculos já estiverem aquecidos, pois isso diminui muito o risco de lesões.
Por fim, lembre-se de fazer uma pausa sempre que sentir qualquer dor ou desconforto e evite realizar o pullover com barra sem orientação caso você tenha alguma lesão no ombro.
O amendoim é uma leguminosa rica em ômega-3 e vitaminas do complexo B e, por isso, pode ter vários benefícios para a saúde como melhora do humor e proteção contra doenças do coração, além de também poder ajudar na perda de peso e a evitar o envelhecimento precoce. Confira outros benefícios do amendoim e como consumir. 9 benefícios do amendoim e como consumir Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
A pitanga é uma fruta que tem muitos benefícios para a saúde, desde prevenir doenças cardiovasculares, melhorar sintomas de artrite e gota até combater o envelhecimento precoce da pele. Conheça outros benefícios da pitanga, confira a informação nutricional e como consumir. Pitanga: 11 benefícios para a saúde (e como fazer o chá) Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com