Mandioca: 10 principais benefícios e como consumir (com receitas)

A mandioca, ou aipim, é um tubérculo com boas quantidades de fibras que ajudam a prolongar a saciedade e a promover o controle dos níveis de açúcar no sangue, sendo uma boa opção para ajudar na perda de peso e na prevenção da diabetes. Conheça todos os benefícios da mandioca e veja algumas opções de receitas saudáveis.
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10 benefícios da batata e como consumir (com receitas)

A batata, conhecida também como batata inglesa, contém fibras que ajudam a prolongar a saciedade ao longo dia, podendo ajudar na perda de peso. Além disso, a batata também contém antioxidantes que ajudam a prevenir situações, como diabetes e pressão alta. Saiba para que serve a batata e veja algumas receitas saudáveis.
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Triglicerídeos: o que são, para que servem e possíveis riscos

Os triglicerídeos são um tipo de gordura que armazenam e fornecem energia em casos de jejum prolongado ou alimentação inadequada. Entenda melhor o que são triglicerídeos, para que servem, quais os riscos de ter triglicerídeos altos e o que pode significar triglicerídeos baixos.
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Leite de Magnésia: para que serve e como tomar

O leite de magnésia pode ser usado como laxante e antiácido, indicado para o tratamento da prisão de ventre ou da azia, no entanto é preciso que seja indicado pelo médico para evitar complicações relacionados ao consumo de grandes quantidades. Veja para que serve o leite de magnésia e como tomar.
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Mindfulness Masturbation: ter atenção plena na masturbação é tudo de bom

É muito provável que você já saiba o que é mindfulness. Agora, e mindfulness masturbation? Sim, existe uma nova tendência crescendo entre as mulheres de aplicar o conceito da atenção plena para a masturbação. A seguir, vamos entender o que isso significa e quais os benefícios que a prática pode trazer. 

ENTENDENDO O MINDFULNESS

“Mindfulness é trazer a consciência para o hoje, o agora”, explica a psicóloga Sirlene Ferreira. “No mindfulness, o passado e o futuro não ocupam os pensamentos do presente.”

A função primordial da atenção plena é permitir maior concentração de quem pratica no agora, de forma que a pessoa consiga estar presente neste instante e a sua energia de vida e pensamentos voltados para o hoje. 

Esse objetivo fica bastante claro no mindfulness eating, isto é, o comer com atenção plena, em que o exercício é não permitir a mente divagar ou se distrair enquanto comemos. Se você já tentou praticar isso alguma vez na vida, sabe o quanto pode parecer impossível evitar o celular, a televisão, o computador ou fazer qualquer outra coisa enquanto almoçamos ou jantamos. 

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“No dia a dia, o mindfulness pode melhorar a concentração, a plenitude nas ações e o envolvimento emocional focado no presente momento”, continua a psicóloga. 

MASTURBAÇÃO E MINDFULNESS DÁ MATCH?

Sim, com certeza! Para Sirlene, a libido, isto é, a nossa energia sexual, exige presença física e sobretudo presença emocional. “A maior parte dos problemas de impotência e ejaculação precoce se dá por conta da dificuldade da entrega no ato sexual”, continua. 

É aí que atua a atenção plena. Uma vez que a masturbação faz parte do processo de autoconhecimento (e tem uma série de benefícios à saúde!), permitir-se estar plenamente consigo, sem nenhum tipo de interferência, seja ela externa ou de pensamentos perturbadores, só tem a acrescentar. 

Experimentar essa prática também não é difícil, mas uma boa dica é deixar os acessórios eróticos de lado e usar as suas mãos. Explorar a vulva, o clitóris e as demais partes erógenas do seu corpo com as mãos ajuda a manter a mente concentrada no que está acontecendo e ainda gera intimidade. Outro ponto de atenção é não buscar apenas um orgasmo, mas explorar o prazer sexual como um todo – afinal, ter um objetivo tira a sua mente do momento presente e muda o foco da prática. 

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21 exercícios de mobilidade e respiração para pessoas acamadas

Os exercícios desenvolvidos para as pessoas acamadas têm inúmeros benefícios para a saúde desses pacientes, como a melhora da circulação sanguínea, do movimento articular (das juntas) e a prevenção de feridas na pele e de perda de massa muscular. 

Além da melhora da mobilidade, existem exercícios projetados para aumentar a capacidade respiratória dos pacientes, que estimulam os músculos envolvidos na respiração e ajudam a eliminar o excesso de catarro acumulado. 

Veja alguns exemplos de exercícios de mobilidade e de respiração e em quais situações eles não devem ser feitos. 

Exercícios de mobilidade para pessoas acamadas

Exercício de mobilidade
Há exercícios para a mobilidade de pernas e pés, mas de outros membros também

Pessoas acamadas têm diferentes níveis de limitação e, por isso, há várias alternativas para trabalhar os músculos e articulações. Converse com um fisioterapeuta, para saber quais são os exercícios mais adequados para o seu caso.  

Orientações para os exercícios de mobilidade

Os exercícios podem ser realizados diariamente, dentro dos limites de cada pessoa. Cada série de exercício pode ser realizada de 2 a 5 vezes, com intervalos de 1 a 2 minutos entre cada série. 

Se sentir que os exercícios estão muito fáceis, você pode aumentar a dificuldade, ao executá-los com algum peso extra, que pode ser uma garrafa cheia de água ou um saco de feijão, por exemplo. O peso estimula ainda mais o trabalho muscular e articular. 

Para saber quando o exercício está muito fácil e qual é a dificuldade ideal, você deve se basear no quanto você fica ofegante, cujo fundamento vem da Escala Modificada de Borg:

  • 0: sem esforço algum, a respiração permanece normal. 
  • 0,5: muito, muito leve, semelhante ao esforço de se sentar no sofá. 
  • 1: muito leve
  • 2: leve
  • 3: moderada, você fica um pouco sem fôlego, mas ainda consegue conversar normalmente.
  • 4: pouco intensa, você sente mais dificuldade para respirar e percebe que fica mais difícil de conversar, enquanto executa o exercício.
  • 5: intensa
  • 6
  • 7: muito intensa
  • 8
  • 9: muito, muito intensa
  • 10: máxima

A dificuldade ideal dos exercícios é quando você está no nível 3 ou abaixo. Se você chegar ao nível 4 ou acima disso, pare o exercício imediatamente. 

Exercitando as pernas e os pés

  1. Deite-se de bruços e movimente os seus tornozelos para cima (os dedos apontam para a sua cabeça), depois para baixo. Agora, com os tornozelos em posição natural, faça movimentos para direita e, depois, para esquerda. 
  2. De bruços, dobre e estique as pernas, fazendo o movimento com uma perna de cada vez. Faça isso com o movimento bem controlado, devagar, para ativar bem os músculos. 
  3. Deite-se de bruços e dobre as pernas, ficando com as coxas em contato com a cama e a canela e os pés para cima, sem contato com a cama. Agora, abra e feche as pernas, como num movimento de tesoura, encostando e afastando os joelhos. 
  4. De bruços, deixe as pernas esticadas, ou seja, na posição natural. Suba uma perna de cada vez, mantendo o joelho esticado. 
  5. Deite-se de barriga para cima e mantenha as suas pernas esticadas. Abra e feche as pernas, sem dobrar os joelhos. Esse movimento também é semelhante ao de uma tesoura.
  6. De barriga para cima, dobre as pernas, ficando com os pés apoiados na cama. Tente levantar o seu quadril, usando os músculos dos glúteos. Para isso, você fará uma contração dos glúteos, apertando um lado contra o outro, como se fosse prender algum objeto. 
  7. Se você não conseguir levantar o quadril no exercício 6, você pode exercitar os glúteos de maneira estática. Para isso, deite-se de barriga para cima e com as pernas esticadas. Contraia os músculos dos glúteos, um contra o outro, mantendo a contração por 5 segundos. Tome cuidado para não usar os músculos das pernas e do abdômen para executar este exercício. 
  8. Deite-se de barriga para cima e dobre apenas uma perna, apoiando o pé na cama. Deixe essa perna dobrada e imóvel. Dobre e estique a outra perna, de forma que o joelho da perna em movimento sempre chegue na mesma altura que o joelho da perna que está dobrada e parada. Depois, exercite a perna que ficou parada. 
  9. A posição inicial deste exercício é a mesma do exercício número 8: de barriga para cima, com uma perna dobrada e parada. Deixe a outra perna esticada e tente levantá-la, mantendo os joelhos esticados. Finalizado com essa perna, exercite a que ficou parada. 

Exercitando os braços e as mãos

  1. Abra e feche os dedos, de uma única vez. Depois, faça o mesmo movimento de abrir e fechar com as mãos. 
  2. Deixe os cotovelos bem apoiados na cama e movimente os antebraços (parte do braço que vai do cotovelo ao punho) para cima, para baixo, para a direita e esquerda. 
  3. Dobre os braços, tentando tocar os seus ombros. 
  4. Tente levantar os braços esticados, sem dobrar os cotovelos. 
  5. Mantenha os braços esticados sobre a cama e, sem dobrar os cotovelos, abra e feche os braços, arrastando-os sobre a cama. 
  6. Faça movimentos de rotação com os ombros, como se fosse desenhar um círculo. 

Exercícios de respiração para pessoas acamadas

Exercício de respiração
Existem alguns bons exercícios de respiração para pessoas acamadas que facilitam a recuperação
  1. Coloque suas mãos sobre a barriga, para acompanhar o movimento de sua respiração. Inspire lenta e profundamente, sentindo seu abdômen expandir mais do que o seu tórax (peito). Segure o ar por 2 segundos e expire, contraindo o abdômen.
  2. Inspire lentamente pelo nariz e segure o ar. Expire pela boca, fazendo um bico, como se fosse soprar uma vela. A expiração com os lábios franzidos, ou seja, fazendo um bico, é mais lenta, pois você solta o ar aos poucos. 
  3. Inspire profundamente, enquanto levanta os braços. Depois expire lentamente, abaixando os braços. 
  4. Estique seus braços acima do peito, juntando as palmas das mãos. Inspire profundamente, enquanto abre os braços, até que eles fiquem bem abertos. Expire, fechando os braços, até que as palmas das mãos se encontrarem no ponto inicial do movimento (com os braços esticados, acima do peito). 
  5. Inspire pelo nariz e segure o ar por 2 segundos. Expire o ar, soprando um apito, de modo a ouvir o som durante 2 a 3 segundos, ou até esvaziar completamente seus pulmões. 
  6. Deite-se na cama, deixando o seu tórax mais baixo do que o quadril. Para isso, coloque travesseiros ou um cobertor dobrado embaixo do quadril, de modo que ele fique 50 cm mais alto do que o tórax. Fique nessa posição por 5 minutos. Enquanto estiver nessa posição, inspire pelo nariz e expire pela boca. Controle a sua respiração, de forma que a expiração seja mais longa do que a inspiração. Este exercício serve para drenar o excesso de catarro das suas vias aéreas. 

Cuidados importantes 

Existem alguns cuidados importantes que você deve saber antes de fazer os exercícios.

  • Não faça esses exercícios logo após se alimentar, pois podem causar um desconforto gástrico e até provocar náusea e vômito. 
  • Escolha um horário que não coincida com os seus medicamentos, principalmente se causarem sonolência. 
  • Não se exercite se você estiver com febre, pois os exercícios podem contribuir para o aumento da temperatura corporal. 
  • Não faça os exercícios se estiver com a pressão desregulada. 
Fontes e referências adicionais

Você já conhecia algum desses exercícios de mobilidade e respiração? Sabia como medir o nível de dificuldade de um exercício? Qual dos exercícios você achou mais difícil? Comente abaixo!

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Hiperventilação: o que é, causas e o que fazer

Você já deve ter visto uma cena em algum filme ou série de alguém respirando num saco de papel. Esse personagem está retratando uma crise de hiperventilação, que é quando a respiração fica curta e acelerada. 

Apesar do exemplo com o saco de papel, a técnica não é recomendada para solucionar o problema de hiperventilação. É mais válido se acalmar e esperar que a respiração normalize.

Hiperventilação
A cena clássica de respiração pelo saco de papel não é das técnicas mais recomendadas para a hiperventilação

Veja o que é a hiperventilação, as possíveis causas e o que fazer.  

O que é a hiperventilação?

A hiperventilação é uma respiração mais curta e acelerada. Numa situação normal, uma pessoa respira de 12 a 15 vezes por minuto, o que mantém seus níveis de oxigênio e gás carbônico equilibrados. Na hiperventilação, a pessoa passa a expirar mais vezes, liberando mais gás carbônico do que deveria, e isso reduz seus níveis no sangue.

Como consequência, ocorre o estreitamento dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro, manifestando sintomas de tontura e formigamento nos dedos. Em casos mais graves, uma pessoa pode até perder a consciência por causa dessa alteração no sangue. 

Outro problema decorrente da diminuição da concentração de gás carbônico no sangue é o aumento do pH sanguíneo, condição chamada de alcalose, quando o nível do pH fica acima de 7,45. Nessa condição, além da hiperventilação, podem ocorrer problemas graves de rigidez muscular e convulsão. 

O que pode causar a hiperventilação?

Vale mencionar que a hiperventilação não é uma doença, mas pode estar presente em diversos distúrbios psicológicos e doenças. Ou, pode acontecer como um episódio pontual, após um esforço físico intenso ou uma viagem para locais com altitude muito elevada. 

Desordens de ansiedade, pânico e estresse

mulher nervosa e ansiosa
Crises de ansiedade podem desencadear casos de hiperventilação

Crises de ansiedade e ataque de pânico são momentos em que os sintomas comuns da ansiedade se tornam mais intensos

São como episódios súbitos de muito medo ou de estresse agudo, que disparam uma resposta de luta ou fuga, como se houvesse um perigo iminente. O corpo, então, mobiliza suas energias e forças, como se fosse enfrentar um animal selvagem ou correr uma maratona. 

Assim, a pessoa que está vivenciando uma crise de ansiedade ou um ataque de pânico fica com a respiração bastante ofegante, que é a hiperventilação. Juntamente com ela, ocorre o aumento da frequência cardíaca, sensação de tontura e de desmaio. 

Exercício físico intenso

Quem nunca se sentiu ofegante ao subir um lance de escadas ou correr por alguns metros? É comum a respiração ficar ofegante com uma atividade física intensa, principalmente quando não estamos acostumados. 

A hiperventilação decorrente do exercício físico intenso diminui à medida que você pratica exercícios físicos regularmente, porque o seu corpo vai ganhando condicionamento físico.

Com a prática, o lance de escadas que te deixava ofegante, já não deixa mais. O trajeto no qual você caminhava rápido e já sentia falta de ar, não causa mais essa desagradável sensação.

Viagem para lugares com altitude elevada

Como a pressão atmosférica e a quantidade de oxigênio são menores em altitudes elevadas, fica mais difícil de respirar. Acima de 2000 metros, já é comum observar a ocorrência de hiperventilação. 

É por isso que a escolha da Cidade do México, situada a 2300 metros acima do nível do mar, para a realização dos jogos olímpicos em 1968, fez com que os atletas tivessem que passar por um processo de aclimatação e treino na altitude. 

Assim, se você for viajar para regiões muito altas, pode ser que encontre dificuldade para respirar e perceba a hiperventilação ocorrer.  

Insuficiência cardíaca

O sistema circulatório e respiratório estão intimamente relacionados. Nos pulmões, o oxigênio que inspiramos do ar passa para o sangue, e o gás carbônico passa do sangue para os pulmões, para ser expirado. 

Quando uma pessoa sofre de insuficiência cardíaca, quer dizer que seu coração não bombeia o sangue com a eficiência que deveria, isso faz com que algumas células não recebam a quantidade de oxigênio necessária. 

Para tentar compensar essa falta de oxigênio, os pulmões começam a trabalhar mais, para inspirar mais oxigênio do ar e mandar para os pulmões, caracterizando a hiperventilação.

Infecções pulmonares

As infecções pulmonares, como a pneumonia, causam hiperventilação. Isso ocorre porque as infecções são causadas por microrganismos, como vírus, bactérias e fungos. Quando esses invasores entram no organismo, o nosso sistema de defesa é ativado. 

O sistema de defesa, que é o sistema imunológico, envia várias células para combater os invasores e ativam uma resposta inflamatória

A inflamação causa inchaço das vias aéreas e acúmulo de líquido nos alvéolos e espaços intersticiais, um problema popularmente conhecido como água no pulmão. Isso dificulta a troca gasosa de oxigênio e gás carbônico, causando a sensação de falta de ar e respiração ofegante. 

Asma e outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC)

Asma
As crises de asma trazem consigo episódios de hiperventilação

O principal sintoma da asma e de outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas, como enfisema pulmonar e bronquiolite, é a dificuldade de respirar. Isso acontece porque há um estreitamento dos brônquios, canais por onde o ar passa para chegar até os pulmões.

Além do estreitamento dos brônquios, também há maior produção de muco, dificultando ainda mais a respiração. Como resposta a esses problemas, ocorre a hiperventilação, numa tentativa de aumentar a entrada de oxigênio nos pulmões. 

Essas crises, em que se nota a hiperventilação, normalmente acontecem quando a pessoa é exposta a algum alérgeno, fumaça, frio ou outro fator que desencadeia o problema. 

Cetoacidose diabética

É uma complicação do diabetes do tipo 1, que ocorre quando não há insulina suficiente no corpo, o qual começa a usar a energia das reservas de gordura e músculo. 

Isso produz ácidos sanguíneos em excesso, as cetonas, que causam hiperventilação com falta de ar ou respiração muito acelerada, sede excessiva, vontade frequente de urinar e náuseas. 

Veja também: Cetoacidose diabética – O que é, sintomas, causas e tratamento

Anemia

Na anemia há uma deficiência de hemoglobina no sangue, a proteína responsável por captar o oxigênio e transportá-lo a todas as partes do corpo.

Com menos hemoglobina disponível para entregar o oxigênio aos órgãos do corpo, a hiperventilação ocorre como uma forma de captar mais oxigênio do ar, para suprir a necessidade do organismo.  

O que fazer quando estiver com hiperventilação

O tratamento da hiperventilação depende da causa e tem como objetivo reduzir a frequência da respiração, para que ela retorne ao normal. 

Quando a hiperventilação é causada por questões psicológicas, como ansiedade, pânico e estresse, o tratamento pode incluir: 

  • Medicações prescritas por um psiquiatra
  • Terapia com um psicólogo
  • Grupo de apoio
  • Práticas de autocuidado: exercícios físicos, dieta saudável, sono regular, exercícios de relaxamento e lazer. 

Durante uma crise de ansiedade, você também pode colocar em prática algumas técnicas de respiração, que ajudam a acalmar e reduzir as frequências cardíaca e respiratória, normalizando as funções do seu corpo e trazendo sensação de bem-estar, veja alguns exercícios

Como mencionado, a hiperventilação também pode ocorrer como consequência de algumas doenças, por isso é válido agendar uma consulta médica, para investigar qual a causa do problema e tratá-la adequadamente. 

Os exames que podem ser solicitados na investigação da causa da hiperventilação são: 

  • Gasometria do sangue arterial 
  • Oximetria de pulso
  • Radiografia do tórax
  • Hemograma
  • Análise bioquímica do sangue
  • Eletrocardiograma
  • Varredura de ventilação e perfusão pulmonar

Com esses exames, o médico poderá identificar se você tem alguma doença pulmonar, cardíaca ou se tem algum desequilíbrio bioquímico no sangue. A partir disso, é só seguir com o tratamento adequado, que o problema de hiperventilação é resolvido. 

Quando a hiperventilação é uma emergência

Você deve ir até a emergência, quando a hiperventilação estiver acompanhada dos seguintes sinais e sintomas: 

  • Coloração azulada ou acinzentada da pele, unhas, gengiva, lábios ou ao redor dos olhos (cianose). 
  • Dor no peito
  • Febre
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar
  • Confusão mental
  • Desmaio
Fontes e referências adicionais

Você já teve uma crise de hiperventilação? Conseguiu identificar a causa? Qual ou quais tratamentos mencionados você gostaria de tentar? Comente abaixo!

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