O saião é uma planta medicinal que tem propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e cicatrizantes, sendo muito utilizada para ajudar a combater a gastrite ou tosse e cicatrizar feridas ou furúnculos, podendo ser consumido na forma de chá ou suco com leite. Confira os benefícios do saião e como preparar o chá.
Saião: para que serve e como fazer o chá Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Alergia a ovo: o que é, sintomas e o que fazer
A alergia a ovo é uma reação do sistema imunológico que identifica as proteínas da clara ou da gema do ovo como prejudiciais ao organismo, provocando uma reação alérgica com sintomas como vermelhidão, coriza e coceiras na pele. Conheça todos os sintomas da alergia a ovo e saiba como evitar essa condição.
Alergia a ovo: o que é, sintomas e o que fazer Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
8 benefícios do coentro para a saúde (e como usar)
O coentro é uma planta rica em antioxidantes que ajudam a prevenir doenças como câncer, diabetes e pressão alta. Além disso, as sementes e as folhas do coentro também ajudam a desintoxicar o fígado e prevenir o envelhecimento precoce. Conheça os principais benefícios do coentro e como usar no dia a dia.
8 benefícios do coentro para a saúde (e como usar) Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Merthiolate: o que é, para que serve e como usar
O Merthiolate é um medicamento com clorexidina a 0,5% na composição, que é uma substância com ação antisséptica, indicada para a desinfeção e limpeza da pele e de pequenos ferimentos. Veja como usar.
Merthiolate: o que é, para que serve e como usar Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Cisto de Naboth: o que é, sintomas, causas e tratamento
O cisto de Naboth é um tipo de cisto que pode ser formado no colo do útero devido ao acúmulo de muco produzido por glândulas presentes nessa região e que não causa dor ou desconforto. Entenda o que é o cisto de Naboth, quais os sintomas, causas e como deve ser o tratamento.
Cisto de Naboth: o que é, sintomas, causas e tratamento Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Quantas frutas e vegetais você deve comer por dia?
A alimentação saudável é a base do bom funcionamento do corpo. Com ela, é possível evitar a desnutrição, bem como prevenir uma série de doenças crônicas — desde diabetes mellitus até alguns tipos de câncer.
Contudo, a gente sabe que, de vez em quando, é difícil resistir às guloseimas e aos alimentos ultraprocessados. Será que, mesmo nesses dias, você ainda consome a quantidade certa de frutas e vegetais?
Quantas frutas e vegetais devemos comer por dia?
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma dieta equilibrada para adultos deve conter, pelo menos, 400g de frutas e vegetais por dia — tirando tubérculos como batata, batata-doce e mandioca. Isso equivale a cerca de cinco porções desses alimentos diariamente.
Mas é claro que essa é apenas a quantidade mínima indicada pela instituição. Quanto mais opções você conseguir incluir no cardápio (evitando, assim, os industrializados), melhor! Legumes (como lentilha e feijão), castanhas e cereais integrais (como milho, aveia, trigo e arroz integral) também são outros grupos que você deve priorizar, segundo a OMS.
Outras dicas para uma alimentação mais saudável
Além disso, outros hábitos são essenciais para uma alimentação ser considerada saudável. Isso porque não adianta nada cumprir o recomendado de frutas e verduras, se o restante da sua dieta é rica em açúcar e gorduras saturadas. Confira, então, quais são eles:
Açúcares
Para uma pessoa que consome cerca de duas mil calorias por dia (e que tenha um peso corporal saudável), menos de 10% da sua ingestão calórica total deve ser de açúcares livres — ou seja, ela deve comer, no máximo, 50g de açúcares por dia, o que equivale 12 colheres de chá.
Mas, para garantir benefícios adicionais à saúde, a OMS fala que é preciso reduzir essa quantidade para 5% (ou 25g, ou 6 colheres de chá).
Açúcares livres são todos os açúcares adicionados aos alimentos ou bebidas pelos fabricantes, cozinheiros ou consumidores, bem como os açúcares naturalmente presentes em itens como mel, xaropes, sucos de frutas e concentrados de sucos de frutas.
Gorduras
As gorduras devem representar menos de 30% das calorias diárias. As do tipo não saturadas (isto é, presentes em peixes, abacate, nozes e azeite de oliva) devem ser priorizadas.
Por outro lado, as gorduras saturadas (encontradas em carnes, manteiga, óleo de palma e coco, creme, queijo, ghee e banha), as gorduras trans (alimentos assados e fritos, lanches e alimentos pré-embalados, pizzas congeladas, tortas, biscoitos, bolachas, óleos e cremes), e aquelas encontradas em carnes e laticínios de animais ruminantes (vaca, ovelha, cabra e camelo), devem ser evitadas.
A instituição sugere que as gorduras saturadas representem 10% do seu cardápio diário, e que as trans representem apenas 1%.
Sódio
Por fim, tente utilizar menos de 5g de sal por dia — cerca de uma colher de chá. O sal precisa ser iodado.
Quantas frutas e vegetais você deve comer por dia? Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/
7 Benefícios do Cominho
O Cominho é a semente de uma planta medicinal também chamada de alcaravia, muito utilizada como condimento em culinária ou como remédio caseiro para flatulência e problemas digestivos. Ele pode ser encontrado na forma de semente inteira ou triturada, e pode ser adicionado em diversas receitas na cor.
7 Benefícios do Cominho Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Como marcar encontros na pandemia
Para os solteiros, a pandemia pode ter sido um momento complicado para tentar achar o match perfeito. Com o lockdown e medidas de distanciamento social, a paquera passou a ser, quase exclusivamente, através da internet – seja ele em aplicativos de relacionamento ou redes sociais. Depois de dois anos, a vacina e um ensaio para a abertura dos estabelecimentos, o sentimento ainda é de muita incerteza. Afinal, qual a melhor maneira de marcar dates na pandemia?
SE VOCÊ AINDA PREFERE MANTER NO VIRTUAL
Não há problema algum em não querer sair. Ainda há muito com o que se preocupar com sua saúde e de entes queridos e se você não se sente confortável em frequentar lugares físicos, a internet é uma ótima aliada.
“Há anos a tecnologia trouxe novas formas de nos relacionarmos, como os sites e aplicativos de namoro. No início havia certo preconceito, porém com o tempo foi se tornando cada vez mais comum” compartilha a psicóloga terapeuta de casal Rosalina Moura. “Não existe uma melhor forma de se relacionar, mas talvez esta seja a mais possível e segura no momento – embora a segurança, no meu entendimento, seja a vacinação e a forma com que a pessoa cuida da própria saúde”.
Renata de Azevedo, especialista em relacionamento, revela que ao marcar um date online é importante se atentar a alguns detalhes.
- Esteja arrumada, afinal é um encontro mesmo sendo online.
- Escolha um local calmo, com boa iluminação.
- Ajeite o ambiente, sem bagunça.
- Escolham o mesmo tipo de comida (italiana, japonesa) ou até mesmo restaurante para criar maior familiaridade.
Vale lembrar que esse momento é muito importante para que aquela imagem que temos do outro em nossa mente se concretize. “O mundo virtual facilita as projeções e podemos criar em nossa mente alguém que não existe! Muitos elementos importantíssimos da comunicação e dos relacionamentos entre as pessoas se perdem com a comunicação por texto, muitas vezes assíncrona. A voz, gestos, a forma como a pessoa se expressa, o olhar, o sorriso, a conexão de ideias podem ser conhecidos em uma conversa por vídeo antes de se partir para o encontro presencial”.
SE VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA O ENCONTRO PRESENCIAL
Muitas vezes nos encontros físicos é onde se tem a confirmação se aquele encontro vai se tornar algo a mais ou não – a atração física, os sutis toques, os olhares são de maior percepção estando cara a cara. Então se você já se sente segura para sair para o encontro físico, valem os cuidados que sempre precisamos ter.
- Checar as informações que a pessoa deu, avisar alguém com quem está indo encontrar e onde pode ser importante.
- Combine em um lugar aberto e que possa ser um encontro rápido, como um café. Assim, se
não der “match” você ou a outra pessoa poderá sair da situação sem causar constrangimento. - Diminuir expectativas pode ser bom. Vá aberto para conhecer uma pessoa e não
necessariamente alguém para se relacionar amorosa ou sexualmente. - Nunca é demais lembrar: educação e respeito sempre! “Já ouvi várias histórias tristes como pessoas que foram largadas no local, pessoas que foram maltratadas ou coagidas. Gentileza, respeito e educação são necessários e cabem em qualquer lugar. O mundo precisa disso. Ofereça isto a quem se propôs a te conhecer, mesmo que dure apenas um encontro” compartilha Rosalina.
BATEU O NERVOSISMO E AGORA?
Seja no presencial ou virtual, primeiros encontros podem gerar uma carga emocional forte – seja pela ansiedade, expectativa ou nervosismo – que muitas vezes pode comprometer o desenvolvimento do date. “Vá para o date com a pretensão de curtir o momento, não com o pensamento de se você irá namorar, se a pessoa vai gostar de você, será irá gostar dele, agradar ou saber o que falar. Ficar nervosa com isso não fará o encontro fluir e você não conseguirá ser espontânea ou leve. É ir para o encontro apenas com o pensamento de que está indo ter um bom momento“. aconselha Renata.
COMO MANTER O ASSUNTO FLUINDO
O assunto está menos propício a acabar se você está prestando atenção e realmente afim de conhecer a pessoa. “Uma conversa é feita de troca. Muitas pessoas se limitam a respondem no chat de forma curta e objetiva demais, o que dificulta o diálogo. Ao se conhecer alguém online ou no encontro presencial é preciso ter cuidado para que a conversa não vire uma entrevista com um monte de perguntas. Mostrar interesse pelo outro e curiosidade na medida certa ajudam; conversar sobre gostos, hobbies, viagens e temas leves, manter o bom humor” diz Rosalina.
Evite também fazer com o assunto sempre seja você. Escute as histórias do outro e faça comentários sobre sua vida caso haja uma abertura, é importante encontrar o equilíbrio entre escutar e falar -algo que pode parecer, mas não é tão difícil assim, principalmente se você não estiver tão tensa sobre o encontro, pensando apenas em ter um bom momento.
Como marcar encontros na pandemia Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/
Cristais de oxalato de cálcio na urina: causas e como evitar
Os cristais de oxalato de cálcio detectados na urina são uma das causas mais comuns de pedras nos rins. Esses cristais são formados nos rins pela combinação do oxalato com o cálcio, principalmente quando há pouca água na urina.
Segundo dados do centro médico da Universidade de Rochester, o nível normal de oxalato de cálcio na urina deve ser inferior a 45 mg por dia. Essa informação é obtida por meio do exame de urina de 24 horas.
Ter o hábito de beber pouca água e consumir alimentos ricos em oxalato, que está presente em abundância em alguns alimentos de origem vegetal, como espinafre e beterraba, são fatores de risco para a formação de oxalato de cálcio na urina.
Existem maneiras de evitar a formação de oxalato de cálcio na urina e envolvem, basicamente, mudanças na dieta e ingestão adequada de água.
É muito importante prevenir esse problema, para que não se torne algo mais grave, como pedras nos rins ou infecção urinária.
Veja as principais causas relacionadas com a formação dos cristais de oxalato de cálcio na urina e como evitá-las.
Causas da formação de oxalato de cálcio na urina
Nem sempre a presença de cristais de oxalato de cálcio na urina indica que você está com pedras nos rins.
Mas, é um sinal de alerta para você identificar as possíveis causas desse problema, que podem estar na alimentação, na quantidade de água ingerida, no consumo excessivo de vitamina C ou ter relação com outras condições de saúde, que devem ser tratadas.
Consumo de alimentos ricos em oxalato
O oxalato está presente, em níveis variados, nos alimentos de origem vegetal, como:
| Alimento | Porção | Oxalato |
|---|---|---|
| Espinafre cozido | ½ xícara | 755 mg |
| Espinafre cru | 1 xícara | 656 mg |
| Ruibarbo | ½ xícara | 541 mg |
| Carambola | 100 g | 730 mg |
| Amêndoas | 30 g (22 unidades) | 122 mg |
| Beterraba | ½ xícara | 76 mg |
| Batata assada com a casca | 1 unidade média | 98 mg |
| Feijão branco | ½ xícara | 76 mg |
| Batata frita | ½ xícara | 51 mg |
| Proteína de soja | 30 g | 27 mg |
Normalmente, uma pessoa consome entre 200 e 300 mg de oxalato em um dia. A recomendação para pessoas que enfrentam o problema de pedras nos rins é de que o consumo diário não ultrapasse 100 mg de oxalato. Para alguns casos mais graves, o consumo não deve ultrapassar 50 mg de oxalato por dia.
Ao chegar no trato gastrointestinal, esses alimentos são digeridos, seus nutrientes são absorvidos e o produto final da digestão é eliminado nas fezes.
Parte do que não é absorvido volta para o sangue e é filtrado pelos rins, para ser eliminado através da urina. Nesse processo, o oxalato é transformado em ácido oxálico, que pode se ligar ao cálcio presente na urina e formar os cristais de oxalato de cálcio.
Isso significa que é melhor evitar o leite e seus derivados, por causa do cálcio? Não.
Pelo contrário, a sugestão é que você aumente o consumo de cálcio na sua dieta, porque ele se liga ao oxalato no trato gastrointestinal, promovendo a sua eliminação nas fezes. Isso diminui a absorção da substância pelos rins, onde ele tem potencial de formar os cristais de oxalato de cálcio.
Assim, quando for consumir algum alimento rico em oxalato, tente misturá-lo a algum derivado do leite, como queijo ou iogurte.
Baixa ingestão de água
Além do consumo de alimentos ricos em oxalato, outras causas podem estar envolvidas na formação de oxalato de cálcio na urina. Uma delas é a baixa ingestão de água, que acaba concentrando ainda mais o oxalato nos rins e tornando mais fácil a sua aglomeração em cristais.
Ter uma dieta muito rica em proteínas e sal também pode facilitar a formação de cristais de oxalato de cálcio na urina.
A baixa ingestão de água é uma das principais responsáveis pela alteração na urina, quanto à presença de oxalato de cálcio. Às vezes, a presença desse composto indica apenas que você deve beber mais água, principalmente quando não há outro sinal ou sintoma de pedras no rim associados.
Excesso de vitamina C
O excesso de vitamina Ctambém pode provocar a formação de cristais de oxalato de cálcio.
O fígado é o órgão responsável por metabolizar a vitamina C, transformando-a em ácido oxálico e, ao liberar a substância em excesso, acaba aumentando as chances dela se combinar com o cálcio e formar os cristais na urina.
Doenças associadas
Algumas doenças podem deixar uma pessoa mais suscetível à formação de cristais de oxalato de cálcio na urina, são elas:
- Hiperparatireoidismo: uma doença que provoca o aumento da produção do hormônio paratormônio, que causa o aumento dos níveis de cálcio no sangue e diminuição desse mineral nos ossos. Veja para que serve o exame PTH.
- Doenças inflamatórias intestinais: as mais associadas são a retocolite ulcerativa, bem como a doença de Crohn.
- Doença de Dent: uma doença rara e hereditária, que afeta os rins. Além da doença de Dent, qualquer alteração nas funções dos rins, seja por inflamação, infecção ou insuficiência, podem provocar a formação dos cristais na urina.
- Diabetes: a desregulação do diabetes devido à falta ou não eficácia do tratamento pode alterar a função renal e favorecer a formação de oxalato de cálcio na urina. Além disso, pacientes com diabetes tendem a apresentar infecção urinária de repetição, outro fator de risco para a formação dos cristais de oxalato de cálcio.
- Bypass gástrico: esse procedimento desvia o trânsito dos alimentos, fazendo com que a gordura chegue mais rápido no intestino para ser liberada nas fezes, assim ela é menos absorvida pelo corpo. Porém, a gordura livre pode se ligar ao oxalato e ao cálcio, dando origem aos cristais.
Como evitar a formação dos cristais de oxalato de cálcio
Na maioria das vezes, um simples ajuste da quantidade ou do modo de preparo dos alimentos que você consome no dia, juntamente com o aumento na ingestão de água, podem resolver o problema de cristais de oxalato de cálcio na urina. Confira algumas dicas:
- Beba mais água: a quantidade de água ideal varia conforme o peso e as atividades que você desempenha. Veja o quanto de água você deve beber por dia e confira algumas dicas que vão te ajudar a colocar esse hábito em prática.
- Reduza o sal da sua dieta: o sal ou sódio levam ao aumento da excreção urinária de cálcio. Um ambiente com pouca água, muito sódio, cálcio e oxalato promove a formação dos cristais. Veja qual a quantidade recomendada por dia.
- Evite o excesso de proteínas: as proteínas são um ótimo macronutriente para a manutenção dos nossos músculos, mas deve-se ter cuidado para não exagerar. O recomendado é que a quantidade de calorias ingeridas em proteínas não exceda 30% das suas calorias totais diárias.
- Aumente a ingestão de cálcio: não tenha medo de consumir cálcio, pois ele ajuda a diminuir a absorção de oxalato nos rins, além de manter a boa saúde dos seus ossos. Confira alguns alimentos ricos em cálcio.
- Reduza a ingestão dos alimentos ricos em oxalato e evite consumi-los cru: um exemplo importante de ser lembrado é a beterraba, muito usada em sucos detox. Lembre-se de consumir esse legume sempre cozido, evitando colocá-la em sucos e saladas cruas.
- Faça o remolho dos grãos: antes de cozinhar os grãos, deixe-os de molho por 10 a 12 horas, trocando a água pelo menos uma vez.
Fontes e referências adicionais
- Oxalate (Urine), University of Rochester Medical Center
- Calcium oxalate stones, National Kidney Foundation
- Strategies for preventing calcium oxalate stones, Canadian Medical Association journal, 2006 Mai; 174(10): 1407-1409.
Você sabia dos riscos de apresentar níveis elevados de oxalato de cálcio na urina? Qual dos alimentos citados mais te impressionou, quanto aos níveis de oxalato? Você achava que consumir cálcio poderia causar pedras nos rins? Comente abaixo!
Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Cristais de oxalato de cálcio na urina: causas e como evitar Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Box jump – Como fazer e erros comuns
O box jump ou salto na caixa é um exercício de explosão que desenvolve força e agilidade.
O exercício foca nos músculos da parte inferior do corpo, como glúteos, isquiotibiais, quadríceps e panturrilhas. Mas a estabilidade do core e o movimento de braços contribuem para a execução correta do box jump.
Aliás, o box jump é um exercício pliométrico que ajuda a melhorar a força e a velocidade em outras atividades físicas ou esportivas como por exemplo a corrida, o futebol, o vôlei e o basquete. Além disso, ele é muito explorado no crossfit.
Dessa forma, o movimento de pular na caixa ou no banco traz benefícios como agilidade, equilíbrio, aumento da coordenação motora, melhor desempenho físico, ossos mais saudáveis, reflexos apurados e força, principalmente nas pernas.
Além disso, o box jump também queima muitas calorias e, por isso, pode ajudar a emagrecer.
Como fazer o box jump
Antes de iniciar sua prática no box jump, vale a pena treinar outros tipos de salto para preparar o seu corpo para o exercício.
O ideal é executar o box jump logo depois do aquecimento. Assim, os músculos não vão ficar fatigados para os saltos na caixa.
Para começar, use uma caixa ou banco resistente que tenha entre 30 a 60 cm de altura, que não deslize no chão e que suporte o seu peso. Em seguida, fique de frente para a caixa a uma distância de 30 a 50 cm.
Mantenha os pés levemente afastados na mesma largura dos quadris, joelhos levemente flexionados e quadris um pouco inclinados.
Então, movimente os braços para trás para ganhar impulso e pule em cima do banco. Enquanto salta, continue balançando os braços ao mesmo tempo em que estende os joelhos e os quadris. Na hora de voltar ao solo, incline suavemente os quadris e dobre os joelhos para diminuir o impacto do salto, como se fosse uma posição de meio agachamento.
Não se esqueça de apoiar os dois pés na caixa ao mesmo tempo de forma bem suave, apoiando primeiro as pontas dos pés e depois os calcanhares. Por fim, desça da caixa sem pular e repita o salto.
Para tornar o box jump mais desafiador, você pode colocar caixas cada vez mais altas ou segurar halteres nas mãos enquanto pula.
Erros comuns
Apesar de parecer um exercício bem simples, é preciso ter muito cuidado para não sofrer lesões. Por isso, confira os erros mais comuns para evitar.
Usar uma caixa muito alta
É fundamental usar uma caixa baixa para praticar seus primeiros saltos. Ao usar uma caixa muito alta, você dificulta o movimento correto e ainda corre o risco de chutar ou tropeçar na caixa, machucando suas pernas ou seus joelhos.
Desalinhar os joelhos
Algumas pessoas ficam com o joelho voltado para dentro na hora de voltar ao chão após o salto. Isso é perigoso, pois aumenta o risco de lesões.
Caso você tenha dificuldade em manter os joelhos alinhados com os pés ao longo do movimento, é importante fortalecer os músculos dos glúteos, isquiotibiais e quadríceps através de exercícios de rotação externa e abdução de quadril, por exemplo.
Pular da caixa para o chão
Embora muita gente também salte da caixa para o chão, esse tipo de salto de profundidade aumenta o risco de lesão, pois ele coloca muito mais estresse nas articulações.
Assim, se você é iniciante, pular do chão para a caixa já é estímulo suficiente para os seus músculos.
Não saber posicionar os pés
É preciso tocar o solo com os dois pés ao mesmo tempo para distribuir o impacto do salto igualmente. Além disso, é importante apoiar a sola do pé inteira na caixa, sem deixar os calcanhares para fora.
Não estender totalmente os quadris
Um dos objetivos do salto na caixa é praticar saltos verticais cada vez mais altos. Para isso, é importante estender os quadris durante o movimento e só voltar a dobrar os joelhos e a inclinar os quadris no momento de pisar na caixa.
Para facilitar, faça o exercício na frente de um espelho ou peça para alguém te observar enquanto você pula para detectar e corrigir os seus erros.
Fontes e referências adicionais
- Box jumps, American Council on Exercise (ACE)
- Effects of Plyometric Training on Physical Fitness in Team Sport Athletes: A Systematic Review. J Hum Kinet. 2016;53:231-247.
- Current concepts of plyometric exercise. Int J Sports Phys Ther. 2015;10(6):760-786.
- Effects of plyometric vs. resistance training on skeletal muscle hypertrophy: A review, Journal of Sport and Health Science, 2021, Volume 10, Issue 5, Pages 530-536.
Você já se machucou pulando na caixa ou no banco? Conhecia as técnicas para evitar erros no box jump? Comente abaixo!
Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
Box jump – Como fazer e erros comuns Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br




