Como acabar com a falta de motivação neste início de ano?

O ano ainda está começando, mas você sente o seu ânimo lá embaixo. O que fazer? É possível, sim, acabar com a falta de motivação, mas é preciso um pouco de paciência e, principalmente, introspecção. 

COMO IDENTIFICAR A FALTA DE MOTIVAÇÃO? 

Se você anda se sentindo triste, sem vontade de fazer as coisas que gosta, com dificuldades para dormir ou até para fazer as tarefas mais simples, como arrumar a cama, então é bem possível que você esteja passando por um quadro de falta de motivação. 

É vital lembrarmos que a falta de motivação se manifesta de formas diferentes para cada um – às vezes, até mesmo com falta de apetite ou de vontade de encontrar os amigos e familiares queridos. No entanto, se essas sensações perdurarem por muitas semanas, é importante buscar ajuda profissional, já que pode ser um indicativo de depressão. É diferente, por exemplo, quando você começa um ano cheio de expectativas e vontades, mas se vê desanimado assim que a primeira quinzena de janeiro termina. 

“Muitos têm uma ‘euforia’ de começo de ano. No entanto, as pessoas fazem aquelas promessas que não vão cumprir, e a realidade chega mostrando suas garras e desafios”, explica a psiquiatra Maria Francisca Mauro. “Na realidade, os que desanimam é porque muitas vezes vão se distanciando dos seus sonhos. Como se a realidade os engolisse. Precisa se dosar o desânimo e observar sua intensidade.”

É complicado pensar, aliás, que a motivação se manterá sempre no mesmo nível o ano inteiro. As flutuações são normais, mas é preciso manter-se envolvido com as metas que realmente fazem sentido, persistir e aguentar a frustração. 

“É sempre mais fácil idealizar do que colocar a ‘mão na massa’. Muitos querem apenas as ‘palmas’, mas não querem se esforçar”, continua a psiquiatra. “A maior parte das conquistas determina muito envolvimento, dedicação e capacidade de projetar etapas viáveis para cada momento.”

COMO MANTER A MOTIVAÇÃO? 

Falando em etapas, existem algumas que você pode seguir para manter a motivação e o ânimo ao longo do tempo, especialmente após o baque inicial do começo do ano. 

1

Etapa de reflexão

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Tente, sozinho, refletir e tentar resolver o problema que está atormentando você. Aqui, é o momento de criar uma racionalização do que está acontecendo, para que você possa ver se é mesmo um problema real ou uma tortura mental que não condiz com os acontecimentos. 

2

Etapa de autocuidado

É sempre válido buscar recursos de suporte emocional que influenciarão no seu estado ou elementos que você sabe que vão melhorar o seu ânimo. Por exemplo: sair para dar uma volta, se colocar em contato com a natureza, conversar com um amigo próximo, cozinhar, ouvir músicas com as quais você tenha uma conexão emocional, meditar… Até mesmo tirar uma soneca ou fazer uma atividade física podem servir de auxílio, nesse caso. 

“Tente pausar as atividades mais estressantes e respirar fora dessa pressão externa para que você possa encontrar um equilíbrio e tentar colocar em perspectiva o que está fazendo você sofrer”, explica Maria Francisca.

3

Etapa de compreensão

Compreender tanto a situação, quanto às suas emoções, são uma forma de acolhimento. Reconhecer o que se sente – e buscar a ajuda necessária para lidar com essas emoções -, é um caminho mais efetivo do que brigar com elas. 

4

Etapa de comunicação 

Seguindo o ponto anterior, buscar a sua rede de apoio, amigos, familiares, professores, colegas ou profissionais da saúde mental com os quais você pode compartilhar as dificuldades e receber apoio é sempre incentivado. 

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