Por que o agachamento sumô deveria fazer parte do seu treino de inferiores

Se você está à procura de um exercício que seja eficaz e completo para adicionar ao seu treino de membros inferiores, por que não apostar no agachamento sumô? Ele pode até ser bem parecido com o movimento clássico, mas exige dos grupos musculares de forma diferente.

Sim, é aquele mesmo exercício que a Eslovênia, do BBB 22, tentou fazer na academia do reality show. Saiba tudo sobre ele — e veja a maneira correta de executar, é claro:

O QUE É AGACHAMENTO SUMÔ?

“O agachamento sumô é um exercício de força voltado para os membros inferiores e uma variação do agachamento livre tradicional”, explica a atleta, nutricionista, modelo, health coach e educadora física Dani Borges (@daniborgesfit).

A lógica de execução dos dois exercícios, inclusive, é a mesma. Contudo, a diferença está no posicionamento dos pés e na postura, o que implica também em mudanças nas musculaturas recrutadas.

“O agachamento sumô exige principalmente dos músculos da parte interna da coxa justamente por conta de as pernas ficarem mais afastadas”, afirma a especialista. Mas não para por aí: glúteos e quadríceps também trabalham durante o movimento.

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“É possível acionar também as estruturas estabilizadoras, como lombar e abdômen”, complementa Dani Borges. Contraí-las corretamente é muito importante, uma vez que elas protegem a coluna e previnem lesões.

OUTRAS DIFERENÇAS

A personal explica que no agachamento convencional, as pernas geralmente ficam afastadas na mesma largura dos ombros, e os pés acompanham o posicionamento dos joelhos — ou seja, ficam apontados para frente.

No agachamento sumô, por outro lado, há um maior distanciamento das pernas e os joelhos são rotacionados para fora, assim como os pés.

“Ambos vão recrutar a musculatura do glúteo e do quadríceps, mas no sumô, conseguimos exigir ainda mais da parte interna das coxas (adutor de coxa), melhorando a flacidez dessa área.”

COMO FAZER AGACHAMENTO SUMÔ CORRETAMENTE

A profissional ensina:

  • Em pé, com a coluna ereta e olhando para frente, afaste as pernas e os pés em uma distância um pouco maior do que a largura dos ombros;
  • Projete levemente as pontas dos pés para fora, acompanhando a direção dos joelhos (ângulo de 45°);
  • Realize o movimento de agachar olhando para frente e mantendo a postura ereta. Flexione os joelhos e execute o agachamento até as pernas ficarem paralelas ao chão. Evite que os joelhos sejam projetados para dentro;
  • Volte à posição inicial colocando a força nos calcanhares e mantendo os pés totalmente encostados no chão.
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Hipotireoidismo: o que é, sintomas, causas e tratamento

O hipotireoidismo é um distúrbio da tireoide caracterizado pela diminuição da quantidade de hormônios T3 e T4 circulantes no sangue, levando ao aparecimento de sintomas como cansaço excessivo, aumento de peso, queda de cabelo e pele seca. Veja o que é o hipotireoidismo, sintomas, causas e tratamento.
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Um guia de iniciantes para você ficar bem sozinha (e ser mais feliz)

Muitas de nós crescemos com o conceito de que precisamos estar em um casal para sermos felizes. A realidade, porém, é bem mais complexa do que os finais felizes dos filmes e, muitas vezes, passamos por períodos de solteirice

A questão é que o “estar sozinha” ainda é visto como um problema, quando, na verdade, é essencial para compreendermos quem somos, o que queremos e o papel que um relacionamento pode vir a exercer na nossa vida. 

Vamos ver, então, como isso é possível? 

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Entenda o que é felicidade para você

“O conceito de felicidade é subjetivo, ou seja, varia de acordo com cada indivíduo”, explica Bettina Vostupal, psicóloga na Iron Saúde Digital. “Ser feliz é o estado de uma pessoa que, naquele momento, está satisfeita, em pleno contentamento e bem-estar, ainda que haja alguma questão que gere dificuldade ou aborrecimentos.”

Ou seja, para a psicóloga, a felicidade é considerada um estado passageiro, que não está ligado à falta de problemas, à satisfação mesmo na presença deles. Por isso, é importante olhar para as duas formas de felicidade: a externa, que é um reflexo das ocorrências e das relações que temos, e a interna, fruto da nossa relação com nós mesmas. 

“O ‘ser feliz’ pode ser uma motivação para você buscar a plenitude em si mesmo e no meio em que você está inserido”, explica a profissional. 

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Faça uma investigação interna

Para Bettina, é comum associarmos a felicidade às pessoas que estão à nossa volta, esquecendo de buscar a plenitude dentro de nós – e atrelando essa felicidade a estar com o outro. É assim que surge a noção de que é impossível ser feliz solteira, por exemplo. 

“Porém, é fundamental que a pessoa que está sozinha busque olhar para si e encontre outras formas de felicidade, preenchendo a sua vida com atividades que gerem satisfação e promovam bem-estar físico e psicológico, como as atividades físicas e de lazer.”

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Lembre-se que estar sozinha é inevitável

Beto Colombo, terapeuta especializado em Filosofia Clínica, levanta outro ponto importante que deve ser considerado nesse contexto: não estaremos o tempo inteiro acompanhadas de pessoas. Pelo contrário, eventualmente, vamos estar sozinhas. 

“O primeiro passo para superar a dificuldade de se chegar à felicidade estando solteira é entender que não é necessário ter companhia para ser feliz”, explica. 

Por isso, desenvolver o bem-estar além dessas relações, sejam amorosas, familiares ou de amizade é essencial. Precisamos saber curtir os momentos em que estamos apenas na nossa própria companhia. E, para isso, existe uma infinidade de atividades que podemos explorar para desenvolver esse hábito de se curtir – de um passeio no parque a um dia de spa em casa.

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Construa uma rotina que você goste

 “O início de uma vida desfrutando de sua própria companhia começa por desenhar um dia-a-dia que contemple aquilo que lhe faz bem. Não é um princípio hedonista e egoísta, mas uma rotina em que a pessoa consiga estar bem consigo mesma, se sentindo completa”, explica Beto. 

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Encontre um novo hobby

Para seguir o passo anterior, vale, por exemplo, encontrar um novo hobby, seja uma leitura ou algum trabalho manual, investir na sua profissão de alguma forma, fazer uma viagem… enfim, algo que capture o foco desse novo momento de vida. 

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Invista no autoconhecimento

Aliás, vale a pena investir, de verdade, no autoconhecimento. Seja pela prática de terapia ou através de outras atividades, compreender a si de forma profunda é um dos caminhos mais recomendados para nos sentirmos bem sozinhas. Afinal, é fácil cairmos na mentira de que tudo o que precisamos é estarmos com alguém, mas, no fundo, continuarmos nos sentindo sós. 

“Uma pessoa que depende de estar em um relacionamento, seja qual for, para ser feliz, está em uma armadilha que pode lhe causar a infelicidade”, continua Beto. “A dicotomia está em que a obrigatoriedade de uma relação pode fazer com que a pessoa aceite ser infeliz para ter alguém.”

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