Anti-histamínicos: o que são e principais tipos

Os anti-histamínicos, também conhecidos como anti-alérgicos, são remédios utilizados para tratar reações alérgicas, como urticária, rinite alérgica ou conjuntivite, reduzindo os sintomas de coceira, inchaço, vermelhidão ou corrimento nasal. Veja os principais tipos de anti-histamínicos e quando não devem ser usados.
Anti-histamínicos: o que são e principais tipos Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

11 sintomas da saturação baixa de oxigênio (e principais causas)

Os sintomas de saturação baixa surgem quando não chega oxigênio suficiente nos tecidos, havendo falta de ar, respiração acelerada, aumento dos batimentos cardíacos e confusão mental, em alguns casos. Confira outros sintomas de saturação baixa, principais causas e o que fazer.
11 sintomas da saturação baixa de oxigênio (e principais causas) Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

Os 6 tipos de dieta vegetariana

As dietas vegetarianas estão em alta. E os motivos são os mais variados, da busca por uma alimentação mais leve a questões políticas e ambientais. Para ter uma ideia, em 2021, o Brasil registrou o menor consumo de carne desde 1996, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Aqui, você confere as características de 6 tipos de dietas vegetarianas, incluindo os alimentos que fazem parte de cada uma delas, além de seus prós e contras.

6 TIPOS DE DIETAS VEGETARIANAS

Há uma variedade de dietas vegetarianas e a escolha de uma delas vai depender do que cada pessoa busca com essa mudança de hábito. A seguir, a nutricionista clínica, funcional e esportiva Gabriela Cilla explica as características de 6 tipos de dietas vegetarianas.

1

DIETA OVO-LACTO-VEGETARIANA

No ovo-lacto-vegetarianismo a pessoa pode consumir produtos à base de origem animal, desde que sejam laticínios e ovos. Então, se você pensar no nome da dieta, pode fazer essa separação: ovo, laticínios e vegetais.

O que pode: ovo, laticínios (queijo, manteiga, iogurte, por exemplo) e todas as bases de vegetais e legumes.

O que não pode: proteína de origem animal, como bovina, suína, aves e peixes. 

“Embora a proteína de origem animal seja mais fácil de ser absorvida pelo nosso organismo, essa é uma dieta bastante flexível. Então, é possível ajustar as proteínas e os micro e macro nutrientes com os alimentos consumíveis. Em todo caso, se houver um déficit alimentar, a gente pode suplementar, o que dificilmente acontece em dietas como essa”, explica a especialista.

2

DIETA LACTOVEGETARIANA

A dieta lactovegetariana inclui as proteínas de origem vegetal (como feijão, grão de bico e lentilha) e as fontes de laticínios, excluindo carnes de origem animal.

O que pode: leite, queijo, manteiga, iogurte, por exemplo, além de todas as bases de vegetais e legumes.

O que não pode: ovo e qualquer carne de origem animal, como bovina e suína, além de peixes e aves. 

Essa dieta é um pouco mais restritiva, mas também é possível fazer uso de suplementação, caso seja necessário, de acordo com as orientações de um especialista.

<span class=“hidden”>–</span>Valeria Boltneva/Pexels

3

DIETA OVOVEGETARIANA

A dieta ovovegetariana não inclui lacticínios, mas “permite” o consumo de ovo. 

O que pode: todas as proteínas de origem vegetal, como feijão, grão de bico e lentilha, além de ovo e demais bases de vegetais e legumes.

O que não pode: laticíneos, como manteiga e queijo, e carne de origem animal, como bovina, suína, aves e peixes. 

“Muitos médicos dizem que a nossa maior fonte de cálcio é pelo consumo de leite, mas isso é um mito. Nós temos isso disponível aqui também. Mas, quando falamos de absorção, os alimentos verde-escuros são os mais indicados”, explica Gabriela.

Novamente, se houver a falta de algum nutriente, como Vitamina B12, zinco, potássio e magnésio, é possível suplementar.

4

DIETA FLEXITARIANA

Como o próprio nome já diz, ela é flexível. Isso significa que a pessoa escolhe em que dias da semana ela consumirá proteína de origem animal ou não. 

Continua após a publicidade

“Um exemplo é a Segunda-feira Sem Carne: nesse dia a pessoa não consome nenhuma proteína de origem animal, mas ao longo da semana ela consome carne vermelha, se ela sentir vontade ou necessidade”, exemplifica a nutricionista. 

O que pode: teoricamente, tudo, uma vez que ela escolhe quando haverá – ou não – o consumo de proteína de origem animal. 

O que não pode: nos dias escolhidos, não há o consumo de proteína de origem animal.

“Todas as pessoas que não têm algum tipo de intolerância deveriam adotar essa dieta, porque ela permite uma vida mais leve, ao mesmo tempo em que é menos doutrinada frente à restrição, fazendo com que seja fácil de ser consumida”, comenta Gabriela.

<span class=“hidden”>–</span>Polina Tankilevitch/Pexels

5

DIETA PESCETARIANA

No pescetarianismo estão incluídos os peixes, os frutos do mar, além de ovo e laticínios. Aqui, as carnes de porco, carne e frango (ou qualquer outra proteína de origem animal) ficam de fora. 

O que pode pode: peixes, frutos do mar, ovo, laticínios (queijo, manteiga, iogurte, por exemplo) e todas as bases de vegetais e legumes.

O que não pode: carnes vermelhas, bovina, porco e frango (qualquer coisa que não venha do mar).

“Teoricamente, temos uma quantidade legal de ômega 3, mas falta proteína concentrada, que a gente encontra nas opções de origem animal. No mais, pode ser uma dieta mais cara”, afirma a especialista.

6

DIETA VEGANA

A dieta vegetariana vai além da alimentação. Então, ela exclui não apenas proteínas de origem animal, como qualquer produto que tenha traço de origem animal, como lã, mel e itens com colágeno. 

O que pode: todas as bases de frutas, legumes, verduras, raízes e proteínas de origem vegetal, como leguminosas e soja. 

O que não pode: alimentos e produtos de origem animal ou qualquer traço de origem animal. Então, nada de carne bovina, suína, aves, peixes, ovos, laticínios, suplementos que tenham qualquer desses elementos em sua base e qualquer produto de origem animal, como aqueles testados em animais. 

“Essa é uma dieta bem limpa e a gente consegue ajustar o que for necessário. No entanto, é um nicho ainda muito explorado, então os produtos são mais caros e difíceis de achar”, comenta Gabrila Cilla.

COMO ESCOLHER UMA DIETA VEGETARIANA

Na hora de escolher a melhor dieta vegetariana para você, é preciso ter em mente fatores como ideais, a questão nutricional e, até mesmo, os custos que podem estar envolvidos. 

Independentemente da escolha, a orientação é buscar por um especialista para tornar essa transição o mais natural e saudável possível. “Esse novo hábito alimentar deve ser desenvolvido de maneira consciente, não é simplesmente cortando tudo. Dessa forma, você evita deficiência alimentar e avalia a questão de suplementação nutricional”, finaliza a nutricionista.

CONCLUSÃO

O ponto de partida de uma dieta vegetariana é o consumo de alimentos de origem vegetal, como legumes, verduras e frutas. A partir daí, o que vai mudar é a inclusão das proteínas de origem animal à dieta (ou produtos com algum traço de origem animal, no caso do veganismo).

Há vários fatores que motivam a adoção desse tipo de alimentação, dos benefícios à saúde às questões políticas e ambientais.

As dietas vegetarianas excluem carne bovina, suína e de aves, mas podem conter peixes, frutos do mar, ovo e laticínios.

Já a dieta flexitariana permite o consumo de proteína de origem animal eventualmente, de maneira moderada, alternando com dias sem esse tipo de proteína.

Enquanto a dieta vegana exclui não apenas alimentos de origem animal como também produtos que tenham traço de origem animal, como mel e lã.

Na hora de escolher a melhor dieta, é preciso entender o que motiva essa mudança e adotar o estilo que melhor se adequa à sua realidade.

Continua após a publicidade

Os 6 tipos de dieta vegetariana Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/

Como respirar nos esportes de alta intensidade

Quando um atacante está vindo com a bola em sua direção, respirar com calma não é exatamente fácil. Esportes de alta intensidade podem literalmente tirar o fôlego, graças ao componente cardio exigente e à enxurrada de movimentos.

Mas esses exercícios ensinam o corpo a ganhar eficiência biomecânica, melhoram o bombeamento de sangue no organismo, assim como o fornecimento de oxigênio para os músculos. Além disso, ajudam a evitar a obesidade, síndromes metabólicas e depressão, segundo Diego Cordeiro, personal trainer da Bodytech Iguatemi.

Como fazer certo: Embora não haja uma maneira correta de respirar no campo ou na quadra, a respiração deve vir do diafragma (o músculo respiratório mais eficiente), não do peito. Em geral, isso significa que a caixa torácica deve se expandir quando você inspira e diminuir quando você expira. Isso evita que você fique muito ofegante.

Vantagem psicológica: Nos momentos em que não estiver participando ativamente de uma jogada, tente respirar com mais calma. Respirar mais profundamente dá mais clareza nos pensamentos e pode dar aos atletas uma vantagem psicológica contra seus oponentes.

Continua após a publicidade

Como respirar nos esportes de alta intensidade Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/

Dor atrás do joelho: 10 principais causas (e o que fazer)

A dor atrás do joelho pode ser causada por tendinite, bursite ou cisto de Baker, no entanto pode também acontecer devido a artrite ou artrose, que devem ser tratadas de acordo com a orientação do ortopedista. Conheça outras causas de dor atrás do joelho e o que fazer.
Dor atrás do joelho: 10 principais causas (e o que fazer) Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

9 motivos (além da gravidez!) que explicam o atraso menstrual

Chegou aquele momento do mês e… nada. A sua menstruação não desceu no dia esperado. O pânico inicial é sempre de uma gravidez, principalmente se ela não for esperada ou planejada. No entanto, a menstruação atrasada pode ter outras causas, que vamos explorar abaixo. 

QUANDO SEI QUE A MINHA MENSTRUAÇÃO ATRASOU? 

“O atraso menstrual pode variar desde poucos dias – 1, 2 ou 3 dias – até semanas ou meses, a depender da sua causa”, explica o Dr. Giuliano Borrelli, ginecologista da Clínica Alira. “Em mulheres com ciclos menstruais regulares, a partir de 1 dia já pode ser considerado um atraso menstrual.”

Por outro lado, nas mulheres com ciclos irregulares, o atraso menstrual pode ser identificado após uma semana, já que, naturalmente, as variações são de até 4 ou 5 dias. 

QUAIS AS PRINCIPAIS CAUSAS DE ATRASO NA MENSTRUAÇÃO?

É claro que a gravidez deve sempre ser a primeira causa a ser lembrada – e excluída. Mas ela não é a única a causar atrasos menstruais. Uma das mais comuns em mulheres com ciclos naturais (isto é, que não usam contraceptivos hormonais) é a anovulação crônica, ou a ausência de ovulação, causada pela síndrome dos ovários policísticos.

“Além dela, o hipotireoidismo pode ocasionar a anovulação e o atraso menstrual”, continua o médico. “Outra situação frequente é a prática de atividade esportiva de alto rendimento. É muito comum, entre meninas atletas, que treinam diariamente, a ausência da menstruação ou o atraso menstrual.”

O estresse e a ansiedade também podem interferir no ciclo e desencadear atrasos na menstruação – pense na pandemia de coronavírus, por exemplo, em que os níveis de estresse subiram ao máximo para muitas mulheres, desregulando o ciclo. 

Continua após a publicidade

“Por fim, a depender da idade da mulher (normalmente acima dos 45 anos), a falência ovariana, ou seja, a perda da função dos ovários, começa com o atraso menstrual e culmina com a menopausa, a última menstruação, definida após 12 meses sem menstruar”, explica. 

Veja, abaixo, uma lista com as principais causas de atrasos menstruais: 

  1. Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
  2. Estresse e Ansiedade
  3. Perdas ou ganhos significativos e repentinos de peso
  4. Alterações Hormonais
  5. Disfunções na tireoide
  6. Gravidez Psicológica
  7. Uso de contraceptivos de emergência (como a pílula do dia seguinte)
  8. Uso de antidepressivos
  9. Prática de esportes de alto rendimento

O QUE FAZER CASO A MINHA MENSTRUAÇÃO ATRASE? 

O primeiro passo deve sempre ser procurar um ginecologista para conversar sobre o assunto e entender o contexto desse atraso em cada situação. 

“Diante de algumas informações importantes e do exame físico realizado na consulta, o ginecologista deve solicitar alguns exames para investigação do quadro clínico”, explica o Dr. Giuliano. 

Os exames laboratoriais e de imagem (como a ressonância magnética) são usados para esclarecer o diagnóstico. Já no sangue, além do teste de gravidez, exames hormonais são interessantes para entender o quadro, assim como os exames para avaliar possíveis alterações metabólicas. 

Exames que avaliem os órgãos do trato reprodutor, como a ultrassonografia pélvica e transvaginal costumam ser os primeiros exigidos pelos médicos. 

A boa notícia é que, apesar da carga de exames, todas as condições que desencadeiam o atraso menstrual podem ser corrigidas em algum nível. A única exceção, claro, é a menopausa

“Cada uma das causas tem um tratamento específico”, diz o especialista. “Com a análise dos resultados dos exames, o tratamento pode ser instituído, seja com uso de algum tipo de hormônio, a regulação dos hábitos de vida, bem como com o controle do estresse e ansiedade conforme a necessidade do caso.”

Continua após a publicidade

9 motivos (além da gravidez!) que explicam o atraso menstrual Publicado primeiro em https://boaforma.abril.com.br/