Posso tomar a vacina quando estou gripado? A vacina precisa ser feita todos os anos? Protege contra o H1N1 ou o coronavírus? A vacina causa reações colaterais? Quem não deve tomar? Enfermeiro explica tudo o que você precisa saber sobre a vacina da gripe.
Vacina da gripe: quem pode tomar, reações (e dúvidas comuns) Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Pé chato: o que é, sintomas, tratamento e exercícios
O pé chato, ou pé plano, é uma condição comum na infância, mas que pode persistir até a idade adulta, e pode ser tratado com uso de sapato ortopédico, palmilhas, fisioterapia ou exercícios físicos. Entenda melhor o que é o pé chato, suas causas, sintomas e como é feito o tratamento.
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Reações comuns da vacina da gripe (e como aliviar)
As reações mais comuns à vacina da gripe podem surgir pouco tempo após a aplicação da vacina e incluem dor ou vermelhidão no local da injeção, febre baixa e dor de cabeça. No entanto, em casos raros, podem ocorrer reações graves que exigem assistência médica imediata. Confira as reações mais comuns e como aliviar.
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Massagem bucal: tudo sobre a prática queridinha do momento
Massagem linfática, massagem ayurvédica, massagem facial… hoje em dia, podemos encontrar modalidades para relaxar qualquer parte do corpo. Que tal uma massagem bucal? Sim, é isso mesmo. Parece que a nova onda é fazer massagem na região da boca – e os benefícios, ao que tudo indica – são ótimos!
O que deixou a prática famosa foram suas adeptas, como Meghan Markle. Os movimentos foram desenvolvidos pela expert em beleza francesa Joëlle Ciocco e geram desde expressões mais relaxadas até uma pele mais macia, assim como reduz a tensão da região.
BENEFÍCIOS DA MASSAGEM BUCAL
“A massagem bucal é uma técnica que pressiona os tecidos da região da gengiva e do maxilar, a fim de aprimorar o contorno facial e ainda aliviar a tensão. Sendo assim, em termos de saúde, pode melhorar quadros de bruxismo e enxaqueca. A região tratada é aquela localizada na região inferior do rosto, interna e externamente”, explica o dermatologista Alessandro Alarcão, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e membro da Academia Americana de Dermatologia.
COMO É FEITA
O processo pode ser um pouco desconfortável, já que é feita por um profissional, aplicando pressão em pontos da parte interna da boca nos quais raramente mexemos no dia a dia. É uma prática realizada com o auxílio de luvas cirúrgicas, materiais sem corantes, óleos minerais ou parabenos.
“É comum os pacientes relatarem uma sensação leve de incômodo pós-tratamento, algo semelhante a sensação de um treino pesado de musculação, afinal, é um tipo de exercício muscular para o rosto”, explica o médico.
Aliás, para os resultados serem realmente satisfatórios, é preciso constância, assim como fazemos com as atividades físicas na academia. “Em suma, o fortalecimento dos músculos periorais e dos músculos da região do modíolo, entre outros, ajudam no efeito lifting e na melhora da flacidez”, continua.
MASSAGEM BUCAL E PRODUÇÃO DE COLÁGENO
É comum quem fala sobre massagem bucal também falar sobre produção de colágeno. E, sim, esse mito é, na verdade, um fato. “A massagem facial promove o relaxamento local, melhora a circulação sanguínea e a oxigenação do tecido, estimulando e contribuindo, desta forma, para a produção de colágeno e elastina”, explica a Dra. Larissa Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Mas, antes de sair comemorando e fazendo massagens na boca a cada momento livre, vale o reforço de que essa produção é em pequena quantidade. Para, de fato, aumentar a produção de colágeno, um estímulo mais adequado seria o uso de bioestimuladores de colágeno injetáveis.
MASSAGEM CASEIRA COM GUA SHA
A ferramenta de massagem facial se tornou muito famosa nos últimos anos, e é utilizada para “deslizar” na pele do rosto e revigorar o fluxo sanguíneo, redirecionando a energia. Acredita-se que o seu uso com frequência proporciona um lifting natural. “E há estudos que afirmam que essa ferramenta estimula a microcirculação para a porção tratada do rosto, auxiliando deste modo na melhora da dor muscular local e distal”, diz o Dr. Alessandro.
Vale lembrar que ela não traz resultados tão satisfatórios que a massagem feita por um profissional, até por focar apenas no tecido externo da face.
Para quem quiser adotar e manter as massagens faciais, com a ajuda de uma gua sha ou de um roller, pode seguir as dicas abaixo (e aproveitar os resultados, ainda que mais suaves!):
- Lave bem as mãos.
- Aqueça de 3 a 5 gotas de óleo ou sérum facial entre as palmas das mãos e aplique na pele usando os dedos médio e anular. Faça movimentos circulares suaves, porém vigorosos e para cima, iniciando da base do pescoço, depois dê sequência para o nariz, têmporas e bochechas.
- Finalize com movimentos suaves para cima e para fora, vindo do centro do rosto.
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Depois da malhação, sua pele avermelha e pinica? Pode ser alergia
Se sua pele avermelha e pinica depois da malhação, atenção: sua vida saudável pode estar causando alergia! “Trata-se de uma resposta exagerada do nosso sistema imunológico a algumas substâncias, e que pode refletir na pele”, diz o alergista Mário Cezar Pires, da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.
Para acabar com o incômodo, fique de olho na rotina fitness e analise se um dos suspeitos abaixo não pode ser o culpado:
- Bebida para a pele
Estudos recentes mostram que alérgicos têm menos lactobacilos na microbiota”, diz o farmacêutico Lucas Portilho, diretor científico da Consulfarma. Para reverter isso, ingira as bebidas fermentadas (aquelas encontradas no supermercado) logo após o café da manhã.
- Seus parceiros de treino
É preciso cuidado com mosquitos, pernilongos e formigas, tanto em trilhas nas corridas de aventura como no parque ou na aula de ioga na praça. Insetos têm uma substância alergênica na saliva. “Quando mordem a pele, esse líquido inicia a coceira e o inchaço na região”, diz Mário.
Por isso, abuse dos repelentes! Nas trilhas, leve sempre um anti-histamínico que já conhece. Em caso de picadas, pare o exercício: ele aumenta a circulação e espalha o líquido alergênico no seu corpo. “Aplique pomada de corticoide e, se sentir inchaço nos lábios ou na garganta, procure um hospital”, alerta Mário
- O suor
Quando você se joga na aula e fica encharcada, o líquido se acumula em partes do corpo, como as dobrinhas do cotovelo ou atrás do joelho. Se sua pele é sensível, pode reagir com coceira e brotoejas. Nos treinos, vista roupas leves que deixem a pele respirar e talco para absorver o suor onde a irritação aparece. “Depois do banho, seque bem e use um creme calmante para aliviar a coceira”, diz a dermatologista Fernanda Casagrande, de Florianópolis.
- Seu lanche fit
“A alergia alimentar não causa só dor de barriga. Pele irritada e até choque anafilático são consequências dela”, alerta a nutricionista Jamile Nogueira, do Rio de Janeiro. Um exame ajuda a identificar os alimentos alérgenos – dois dos mais comuns estão em qualquer cardápio saudável: o leite, base do whey protein, e o amendoim, que, além da pasta, costuma compor barrinhas e biscoitos. Aí, é preciso deixar de comê-los.
- Seu local de treino
Tanto a poeira acumulada no ar-condicionado da academia quanto o pólen das flores do parque são motivos comuns de dermatites. “A pele das pessoas é menos eficiente em barrar a entrada dessas minipartículas no corpo”, explica Mário. Caso sofra com o incômodo, treine em locais onde a circulação de ar não dependa só do ar-condicionado. Se você corre em parques, considere mudar o percurso durante a primavera, que começa em setembro.
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Vitrine: Melhores produtos para sobrancelha
A sobrancelha é um componente importante para a harmonia do rosto. Se os olhos são a janela da alma, com certeza elas serão a placa neon brilhando sobre eles.
Nos últimos anos, as sobrancelhas viraram um dos focos do universo da beleza com técnicas de preenchimento, novos guias de estilo e produtos variados que se mostraram cada vez mais indispensáveis para os cuidados dos fios. Para te ajudar, separamos 5 produtos para o cuidado das sobrancelhas.
1
PARA USAR COM UMA SOMBRA MARROM QUE VOCÊ JÁ TEM EM CASA:
PINCEL DOUBLE, BELLIZ

2
PARA SEGURAR OS FIS NO LUGAR DE MANEIRA DISCRETA:
MÁSCARA SÉRUM SOBRANCELHAS E CÍLIOS, RUBY ROSE

3
PARA UM EFEITO MAIS DRAMÁTICO:
POMADA PREENCHEDORA, ARDELL

4
PARA DURAR O DIA TODO SEM BORRAR:
GEL DE SOBRANCELHAS TATTOO BROW PEEL, MAYBELLINE

5
PARA FAZER A MANUTENÇÃO COMPLETA:
KIT SOBRANCELHA, BELLIZ
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Vulnerável ou vítima?
Sempre conversamos por aqui da importância de se acolher, sentir nossos sentimentos mas não ficar agarrados com eles! E aí está o ponto!
A vulnerabilidade pode nos fazer ser mais fortes, mais humanos, nos aproximar das pessoas de verdade. Quebra aquela expectativa idealizada de ser um super herói, nos auxilia a lidar melhor com imprevistos e a não sermos tão carrascos com nós mesmos. Quando diminuímos nosso crítico interno, conseguimos ter mais autocompaixão e nos perdoar por alguns equívocos. Pode ser algo positivo, desde que bem elaborado!
Brené Brown é uma das maiores estudiosas do tema e tem um TED Talk incrível que te indico a dar uma olhada (aqui)
Ela salienta que pessoas que praticam a vulnerabilidade se sentem valiosas, pertencentes, suficientes, pois se tornam pessoas corajosas, compassivas e conectadas. Se sentem mais íntegras e sem medo do abandono. Se sentir vulnerável significa se sentir vivo e isso se conecta plenamente com a visão da psicologia positiva de se permitir ser humano, errar e aprender com todas as situações!
Já a pessoa que age como vítima, é a que não consegue usufruir dos benefícios da vulnerabilidade. Ela apenas se sente incapaz, frágil, culpada, envergonhada, sente que todas as coisas ruins acontecem com ela e normalmente tem a tendência a reclamar e não fazer nada para mudar as situações.
Eu sei, não é fácil tomar essa frente, assumir as responsabilidades, se permitir sentir e acolher os sentimentos sem ser tomado por eles a longo prazo. Mas te garanto que isso é possível e que a sua vida se tornará muito melhor depois!
Todas as nossas escolhas possuem consequências e precisamos lidar com elas, tais quais elas são! Acredito que todos que estão lendo esse texto já sejam adultos e consigam resolver seus próprios problemas!
Então siga em frente! Aprenda a reconhecer seus limites, seus erros, seus acertos, suas características positivas! Aprenda a assumir as suas responsabilidades, a pedir desculpas, a sentir e acolher seus sentimentos e a implementar ferramentas práticas que vão te auxiliar a lidar com a própria vida de uma forma mais leve!
Espero que você saia daqui hoje se questionando sobre a forma como anda agindo e quem sabe implementando algumas mudanças daqui para frente! Estamos juntos nessa jornada!
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Oi, eu me chamo Priscila Conte Vieira, mas pode me chamar de Pri! Sou psicóloga, palestrante e mentora. Atuo na psicologia clínica, sou especialista em Psicologia Positiva, pós graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental, master em autoconhecimento, coach de vida, practitioner em PNL e também criadora do Podcast Respira, não pira (que tal dar uma conferida lá no Spotify?!)
Estarei por aqui todas as semanas, abordando temas da Psicologia Positiva, felicidade, bem-estar e os auxiliando a serem as suas melhores versões, por meio do autoconhecimento e florescimento. Para saber mais sobre mim e me acompanhar no dia a dia, é só me seguir no Instagram! Estou por lá como @psi.priscilaconte Te vejo no próximo Sábado! Até mais ❤
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Tímpano perfurado: o que pode causar, sintomas e tratamentos
Entre o canal auditivo e o ouvido médio, existe uma fina e delicada camada chamada de membrana timpânica. Quando algum fator provoca uma abertura nessa membrana, resulta no problema de tímpano perfurado.
Em grande parte dos casos, o nosso próprio corpo é capaz de regenerar o tímpano perfurado, até lá a pessoa pode sentir dor de ouvido e redução na capacidade auditiva. Porém, quando o rompimento da membrana é total ou ocorre uma infecção, pode ser necessário um tratamento com remédios. Casos mais graves necessitam de cirurgia.
Veja o que pode causar a perfuração do tímpano, os principais sintomas e tratamentos.
O que pode causar o tímpano perfurado?
O nosso ouvido é dividido em três partes: ouvido externo, médio e interno. Um problema em qualquer uma dessas partes pode resultar em perda auditiva, que pode ser temporária, permanente (surdez) ou flutuante. Ela pode acontecer nos dois ouvidos ao mesmo tempo, ou em um só.
No caso do tímpano perfurado, essa perda auditiva é geralmente temporária, sendo totalmente restabelecida, assim que ele cicatriza.
Veja quais são as causas que podem resultar em um tímpano perfurado.
Inflamação no ouvido
O tímpano pode ser perfurado devido à inflamação no ouvido médio, problema conhecido como otite média.
Essa inflamação pode ser aguda ou crônica. A otite média aguda tem curta duração e, geralmente, resulta de infecções nas vias aéreas superiores, por exemplo gripe e resfriado.
A otite média crônica resulta em vários quadros de inflamação persistente, de longa duração e pode acontecer por diversos fatores.
O acúmulo de secreção, comum nas otites, pode provocar a perfuração do tímpano.
Pressão no ouvido
O tímpano pode ser perfurado quando há um desequilíbrio entre a pressão do ouvido médio e a do ambiente externo.
As alterações na pressão podem ocorrer em viagens aéreas, atividades de mergulho, beijo no ouvido e impacto com o airbag do carro em um acidente, por exemplo. Assoar o nariz com muita força também pode aumentar a pressão no ouvido e provocar a perfuração do tímpano.
Objetos no ouvido
Crianças e adultos podem ter seus tímpanos perfurados por objetos introduzidos no ouvido. Os adultos podem sofrer com o problema ao utilizar cotonete, grampos de cabelo, chave ou outros objetos para cutucar o ouvido.
Bebês e crianças pequenas podem inserir pequenas peças de brinquedos ou lápis no ouvido e perfurar o tímpano. O uso incorreto do cotonete no ouvido da criança também pode causar o problema.
Se a criança colocou algum objeto no ouvido, não tente removê-lo, leve-a até o otorrinolaringologista, para que ele ou ela faça a remoção.
Traumatismos
Lesões na cabeça em acidentes ou agressão física podem causar o descolamento do tímpano ou danos à sua estrutura. Sons muito altos ou explosões também podem perfurar o tímpano e são casos de traumas acústicos.
Sintomas do tímpano perfurado
- Saída de pus com ou sem sangue: acontece em casos de tímpano perfurado por causa de infecções no ouvido médio. O acúmulo de secreção pode romper o tímpano e provocar a saída de pus com sangue.
- Dor intensa e súbita, às vezes acompanhada de sangramento: no caso de perfuração por lesões com objetos ou traumas, a pessoa sente uma dor muito forte e repentina.
- Perda da audição: como a função do tímpano é vibrar com o som, se ele estiver rompido, há uma perda auditiva temporária.
- Sensação de abafamento e de zumbido no ouvido
- Vertigem: a tontura e o desequilíbrio também podem resultar em náuseas e vômito.
Na presença desses sintomas, procure ajuda de um otorrinolaringologista, pois um tímpano perfurado pode deixar sequelas, como perda da audição e constante zumbido no ouvido. A perfuração do tímpano também deixa o seu ouvido mais vulnerável a infecções graves, como meningites e abscessos cerebrais.
Diagnóstico do tímpano perfurado
Primeiramente, você irá relatar os seus sintomas ao otorrinolaringologista, que saberá como conduzir os exames, a partir do que você está sentindo.
Seu ouvido será analisado com a ajuda de um otoscópio, um aparelho que tem uma luz na ponta e permite que o médico olhe dentro do ouvido, para verificar se o tímpano está perfurado.
Se houver muita cera impedindo a visão, o médico pode drená-la ou prescrever soluções que estimulem a sua drenagem.
Tratamentos do tímpano perfurado
A maior parte dos casos de tímpano perfurado não requer cirurgia, pois as perfurações pequenas cicatrizam e se fecham naturalmente, em poucos dias ou semanas.
De qualquer forma, é importante consultar o médico, pois há casos que necessitam do uso de medicamentos antibióticos orais ou em gotas otológicas.
Agora, os casos de tímpano perfurado por complicações de processos inflamatórios crônicos, doenças associadas ou traumas envolvendo estruturas ósseas necessitam de cirurgia, chamada de timpanoplastia.
Na timpanoplastia, o cirurgião faz um enxerto composto da cartilagem ou outra estrutura da própria orelha, para reconstruir o tímpano. Se os pequenos ossos do ouvido tiverem sido danificados, eles também serão recompostos nessa cirurgia.
Fontes e referências adicionais
- Perfuração do tímpano, Manual MSD – Versão Saúde para a Família.
- Ruptured eardrum (perforated eardrum), Mayo Clinic
Você já teve seu tímpano perfurado? Quais foram os seus sintomas? Em quanto tempo o seu caso foi resolvido? Comente abaixo!
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Dor nas juntas dos dedos: 6 principais causas e o que fazer
Sentir dor nas juntas dos dedos pode atrapalhar significativamente todas as atividades que temos para realizar no dia a dia, pois usamos as mãos e os dedos para fazer, praticamente, tudo. A dor e a sensibilidade nas juntas dos dedos deixam as nossas mãos mais fracas e até rígidas.
De modo geral, a dor nas juntas dos dedos é causada por processos inflamatórios nas articulações, que podem ser iniciados por lesões, pelos vários tipos de artrite, infecções e como consequência de uma diabetes descompensada.
Veja quais são as principais causas de dor nas juntas dos dedos e o que fazer.
Lesão por acidente
As nossas mãos estão constantemente expostas ao perigo, seja na prática de algum esporte, no trabalho ou nos serviços domésticos.
As lesões podem ocorrer por entorses, torções, deslocamentos e fraturas, envolvendo os ligamentos, tendões, músculos e articulações dos dedos.
As lesões por acidentes são a principal causa de dor nas juntas dos dedos em pessoas mais jovens e, geralmente, acontecem por acidentes em esportes, de trabalho ou de trânsito.
O que fazer
Quando a lesão não é grave, ou seja, não envolve fratura ou deslocamento, a dor e o inchaço podem ser tratados em casa.
É recomendado que você não use o dedo dolorido, deixando-o em repouso. Aplique compressas de gelo, em sessões de 20 minutos, que devem ser repetidas várias vezes ao dia, entre 4 e 8, para reduzir o inchaço.
Você também pode tomar analgésicos e anti-inflamatórios para diminuir a dor e a inflamação no dedo.
Se no período de 2 dias a dor piorar ou não apresentar melhora, é recomendado procurar um ortopedista para examinar a lesão, pois pode ter ocorrido uma fratura ou um deslocamento. Nesses casos, o tratamento deve ser feito pelo médico.
Lesão por esforço repetitivo e tenossinovite
Existem dois tipos de lesões que afetam os tendões dos dedos, as lesões por esforço repetitivo (LER) e a tenossinovite.
A inflamação dos tendões provocada pelo esforço repetitivo é chamada de tendinite por LER, que resulta em inchaço, vermelhidão e dor nas juntas dos dedos.
A tenossinovite, popularmente conhecida como dedo em mola ou dedo em gatilho, é uma inflamação da bainha do tendão. Ela resulta em dor e sensação de fraqueza nas juntas dos dedos. É um problema que, normalmente, afeta adultos entre 30 e 50 anos de idade.
A causa dessa inflamação é desconhecida, mas está diretamente associada ao uso excessivo dos dedos e tende a aparecer mais nas mulheres do que nos homens.
O que fazer
Algumas inflamações são mais simples de tratar, necessitando apenas do repouso da articulação e administração de analgésicos e anti-inflamatórios, para reduzir a dor e o inchaço das juntas dos dedos. As compressas de gelo também são úteis para o alívio desses sintomas.
Se os sintomas não melhorarem, é recomendado que você faça uma consulta com um ortopedista, para verificar se você precisa de injeção de corticosteroides e fisioterapia. Existem casos que são solucionados apenas com cirurgia.
Síndrome do túnel do carpo
A síndrome do túnel do carpo ocorre pela compressão do nervo mediano no canal do carpo, que procede do antebraço e se estende até a palma da mão.
É graças a esse nervo que temos sensibilidade e mobilidade nos dedos. A compressão desse nervo pode provocar dor, formigamento e dormência nos dedos.
Inflamações no punho, onde está localizado o túnel do carpo, causadas por movimentos repetitivos ou lesões podem prejudicar os tendões e ligamentos, provocando dores nas juntas dos dedos.
O que fazer
O tratamento é direcionado ao punho e pode envolver o uso de talas, para deixá-lo imóvel por um tempo. Também deve-se parar a atividade que gerou a inflamação no nervo mediano o que requer, em alguns casos, o afastamento temporário do trabalho.
Os medicamentos prescritos são analgésicos e anti-inflamatórios, por via oral, ou por injeção diretamente no local da inflamação. O tratamento também pode envolver fisioterapia, para fortalecimento e melhora da mobilidade do punho e das mãos.
Artrite
Artrite é um termo bastante generalista, usado para se referir à inflamação que afeta as articulações do corpo, causando dor, inchaço e rigidez. Quando a artrite ocorre nas juntas dos dedos, a pessoa sente dor ao pressioná-los.
Há duas formas principais de inflamação das articulações: a osteoartrite e a artrite reumatoide.
A osteoartrite envolve o desgaste ou degeneração da cartilagem, uma substância gelatinosa que fica na superfície do osso e permite um deslizamento suave e sem atrito entre os ossos.
O desgaste pode ocorrer na base, no meio e ou na articulação próxima à ponta do dedo. Esse tipo de artrite é mais comum em pessoas mais velhas, acima de 50 anos.
A artrite reumatoide é uma condição autoimune, na qual os tecidos do corpo são afetados pelas próprias células do sistema imune. Nesse caso, as juntas dos dedos são reconhecidas como invasoras pelo sistema de defesa, que passa a provocar inflamações e lesões nas estruturas.
A gota e o lúpus também são condições crônicas que provocam artrite nas juntas dos dedos e envolvem tratamentos semelhantes. Alguns medicamentos são específicos, por isso é necessário ter o acompanhamento médico para o controle dessas doenças inflamatórias.
O que fazer
Ao identificar os sintomas de artrite nos dedos, procure um ortopedista para que ele identifique a causa e aplique o tratamento específico mais apropriado.
O objetivo geral do tratamento é reduzir a dor, diminuir o inchaço, para melhorar a mobilidade dos dedos e modular as respostas do sistema imune, para que deixem de atacar as juntas dos dedos.
O tratamento também pode incluir sessões de fisioterapia, uso de órteses e, em último caso, cirurgia para reparo ou substituição da articulação danificada.
Infecções
A inflamação das juntas dos dedos pode seguir um quadro infeccioso causado, principalmente, por bactérias, mas também pode ser resultado de infecções virais e fúngicas.
O termo médico para essa condição é artrite séptica, pois é uma inflamação na articulação que ocorre pela infecção de microrganismos que chegam até ela pela corrente sanguínea.
Além da dor nas juntas dos dedos, a artrite séptica provoca dor no corpo, febre e calafrio. As articulações ficam bastante inchadas e, se não forem tratadas, podem sofrer danos irreversíveis.
O que fazer
O tratamento da artrite séptica é feita com antibióticos, quando causada por bactérias, a fim de eliminá-las, para que parem de causar inflamação nas juntas. Se o agente causador for um fungo, o tratamento é feito com um anti-fúngico, ao invés de antibiótico.
Os sintomas de dor e febre são tratados com analgésicos e anti-inflamatórios e a articulação é imobilizada. Após a eliminação do microrganismo, podem ser necessárias algumas sessões de fisioterapia, para recuperar a mobilidade da articulação.
Diabetes
A diabetes descompensada pode afetar o sistema musculoesquelético do corpo e, portanto, atingir as articulações. Alguns problemas articulares comuns que podem resultar de uma diabetes descompensada são a neuropatia diabética, a síndrome do túnel do carpo e a contratura de Dupuytren.
Na neuropatia diabética, os nervos das mãos e dos pés são danificados por um processo inflamatório, causando os sintomas de dor, formigamento e perda de sensibilidade e força.
Na contratura de Dupuytren, ocorre um espessamento dos tecidos da palma das mãos, por causa de nódulos de fibrose que se formam nesta região.
Pessoas com diabetes têm maior tendência a formar esses nódulos, que encurtam os tecidos das palmas das mãos, fazendo com que o dedo, principalmente anelar e mindinho, fique contraído em direção à palma da mão.
O que fazer
Os tratamentos dessas complicações da diabetes descompensada buscam reduzir os sintomas e retardar a progressão da doença.
Eles são feitos com analgésicos e anti-inflamatórios, e podem incluir infiltração de corticosteróides diretamente no local da inflamação. A fisioterapia também é incluída no plano de tratamento, para estimular a mobilidade das mãos e dos dedos.
Quando os medicamentos e a fisioterapia não amenizam os sintomas ou não retardam a progressão da doença, resultando em perda funcional da mão, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica.
Fontes e referências adicionais
- Hand pain and problems, Johns Hopkins Medicine
Você já sentiu dor nas juntas dos dedos? Qual foi a causa da sua dor? Você conhecia esses tipos de artrite que podem afetar as juntas dos dedos? Comente abaixo!
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Dor nas juntas dos dedos: 6 principais causas e o que fazer Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br
Verrugas: o que são e como se pega, tipos e como tirar
Verrugas podem não causar dor, mas incomodam, principalmente quando surgem em locais visíveis, como no rosto. Verrugas que surgem nos pés podem ser dolorosas, por causa da pressão exercida sobre elas, quando ficamos em pé e caminhamos.
Elas podem desaparecer espontaneamente ou com tratamento, mas há sempre o risco de voltarem no mesmo local ou em outros, porque são provocadas por um vírus, que pode permanecer na pele e se espalhar.
As verrugas são transmitidas por meio do contato direto com o vírus, que pode entrar e infectar a nossa pele, por meio de uma abertura causada por feridas.
Veja o que são as verrugas, como se pega, os tipos e como tirá-las.
Verrugas: o que são?
Verrugas são lesões benignas na pele, associadas com uma infecção pelo vírus papilomavírus humano (HPV). Não há um local específico para o aparecimento das verrugas, podendo se formar em qualquer parte do corpo, com formas e características diferentes.
As verrugas podem afetar pessoas de todas as idades, inclusive crianças, que tendem a ficar mexendo nas verrugas, o que pode promover o seu espalhamento para outras partes do corpo.
Como se pega uma verruga?
As verrugas são causadas pelo vírus HPV, que ganha acesso ao nosso organismo por meio de uma abertura numa importante barreira protetora, que é a nossa pele.
Essa abertura pode ocorrer após um trauma na pele ou por maceração, que é quando a pele fica inchada, enrugada e esbranquiçada, após um longo período em contato com a água, que a deixa mais frágil e suscetível às aberturas, por onde o vírus HPV pode entrar.
É possível espalhar a verruga para outras partes do corpo, por autoinoculação, que é quando a pessoa toca na verruga, não lava as mãos e passa em outras partes do corpo onde existe algum tipo de abertura, por menor que seja, permitindo que o vírus se instale na nova região e forme outra verruga.
Como a pele é apenas uma das barreiras que compõem o nosso sistema de defesa, os outros componentes (células e anticorpos) podem agir no local e dificultar esse espalhamento.
É por isso que pessoas imunodeprimidas, como as que portadoras do vírus HIV/AIDS ou tenham passado por um transplante, estão mais vulneráveis às verrugas.
A transmissão de uma pessoa para outra se dá através do contato direto, por exemplo, quando uma pessoa não infectada toca na verruga de outra pessoa e passa a mão na própria pele, onde existe uma ferida aberta.
Outra situação possível de contágio é andar na beira da piscina sem chinelos, enquanto a sola dos pés está enrugada pelo contato com a água.
O vírus também pode ser transmitido por meio de relações sexuais, e no momento do parto, da mãe para o bebê.
Tipos de verrugas
As verrugas são classificadas em diferentes tipos, de acordo com o formato e localização. As diferentes formas de verrugas estão associadas a diferentes subtipos de vírus HPV. A maioria das verrugas não causa sintomas, mas podem incomodar esteticamente.
Algumas, porém, podem gerar uma sensibilidade local e provocar dor, por exemplo, as verrugas que surgem na sola dos pés.
Verrugas comuns (verrugas vulgares)
As verrugas comuns são nódulos bem delimitados, firmes, arredondados ou com formato um pouco irregular, e de superfície áspera. Elas podem ser acinzentadas, amareladas ou acastanhadas. O diâmetro das verrugas comuns varia de 2 a 10 mm.
Geralmente, surgem em regiões mais sujeitas a traumas, como os dedos, cotovelos, joelhos e rosto.
Verrugas filiformes
São verrugas de crescimentos longos, como finos filamentos alongados que crescem a partir de uma base fixa na pele. Essas verrugas lembram o aspecto de uma couve-flor e surgem, com mais frequência, nas pálpebras, no rosto, no pescoço e nos lábios.
Esse tipo de verruga é mais comum em idosos.
Verrugas planas
As verrugas planas são caracterizadas por múltiplas pápulas (pequenas verrugas de no máximo 5 mm) lisas, aplanadas e macias. São de cor amarelada, acastanhada, rosada ou avermelhada.
Elas surgem, na maioria dos casos, no rosto e ao longo de escoriações, que são lesões superficiais na pele, como ralados. São mais comuns em crianças e jovens e se espalham por autoinoculação.
Verrugas palmares ou plantares
As verrugas palmares e plantares surgem na palma das mãos e na planta dos pés e são planas, devido à pressão constantemente exercida sobre elas. Elas são delimitadas por uma camada mais endurecida de pele.
As verrugas plantares são as mais dolorosas pois, com o peso do corpo, tendem a crescer para dentro da sola do pé, o que incomoda bastante durante a caminhada.
Como o interior da lesão apresenta um ponto escuro, a verruga plantar ganhou o nome popular de “olho de peixe“. Quando várias verrugas plantares surgem juntas, em placas, ganham o aspecto de um mosaico.
Esse tipo de verruga é muito parecido com calos, mas se diferencia deles pela tendência ao sangramento.
Verrugas periungueais
As verrugas periungueais surgem ao redor das unhas e aparecem como uma pele mais espessa e fissurada. Geralmente, ocorre a perda da cutícula, levando à formação de feridas inchadas e dolorosas.
São mais comuns em pessoas que têm o hábito de roer as unhas ou que ficam em contato com a água durante muito tempo no trabalho, o que é comum em algumas profissões.
Verrugas genitais
São lesões que se formam nas mucosas do pênis, vagina, na região perianal e na uretra. São verrugas macias, rosadas e com um aspecto que lembra uma couve-flor. Podem ser isoladas ou aparecem em blocos, que se estendem por áreas mais extensas. Podem ser assintomáticas ou provocar coceira.
A disseminação extensa pode resultar na obstrução da vulva ou do ânus, um problema cujo termo clínico é “condiloma acuminado gigante de Buschke e Lowenstein”.
Essas verrugas são mais preocupantes, pois podem ser precursoras de tumores malignos que geram o câncer de colo do útero e de pênis.
Como tirar as verrugas?
Muitas verrugas regridem naturalmente em 2 a 4 anos, sem nenhum tratamento, principalmente as comuns (vulgares). Porém, algumas podem persistir por longos anos.
Outras regridem com o tratamento e, após um tempo, surgem novamente no mesmo local ou em outros.
A recorrência das verrugas após o tratamento depende de vários fatores, como o estado imunológico da pessoa e as atividades que exerce. Por exemplo, alguns esportes e profissões deixam a pessoa mais suscetível a traumas e lesões na pele, que é um fator de risco para as verrugas.
O tratamento das verrugas pode ser feito com as seguintes técnicas:
- Irritantes tópicos: produzem descamação na pele com o uso de substâncias como o ácido salicílico, ácido láctico, cantaridina e podofilina.
- Tratamentos destrutivos: criocirurgia (congelamento com nitrogênio líquido), eletrocoagulação (cauterização), curetagem cutânea, excisão (com bisturi ou tesoura) e laser. A criocirurgia pode ser dolorosa, mas é bastante eficiente. Os outros métodos podem deixar cicatrizes.
- Injeção intralesional: injeção de bleomicina diretamente na verruga.
O método utilizado depende do local e da gravidade da verruga.
As pessoas que desejam realizar o tratamento das verrugas, porque se incomodam com a aparência, atrapalham na execução de algum movimento ou causam dor, são alertadas quanto à possibilidade de recorrência das verrugas e de que o tratamento pode ser longo. Em cerca de 35% dos pacientes, as verrugas retornam no período de 1 ano.
A recorrência acontece porque, mesmo que o médico retire a verruga, o vírus pode permanecer na pele e provocar a formação de outras verrugas. As chances disso acontecer aumentam em pessoas com o sistema imunológico debilitado, pois não conseguem combater ou neutralizar o vírus.
O ideal é que você procure um médico para fazer o tratamento, mas há opções caseiras que são validadas cientificamente. Elas envolvem o uso de ácido acetilsalicílico encontrado em farmácias e fita adesiva. Veja como fazer esses tratamentos em casa.
Fontes e referências adicionais
- Verrugas, Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde.
- Será que é verruga?, Sociedade Brasileira de Dermatologia
Você tem alguma verruga que causa dor ou te incomoda? Qual tratamento mais chamou a sua atenção? Comente abaixo!
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Verrugas: o que são e como se pega, tipos e como tirar Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br










