Orlistate (xenical): para que serve, como tomar e efeitos colaterais

O orlistate, conhecido comercialmente como xenical, é um remédio indicado para emagrecer que ajuda no controle do peso a longo prazo, melhorando também algumas doenças associadas à obesidade. Entenda em que situações está indicado, como tomar e quais os efeitos colaterais possíveis.
Orlistate (xenical): para que serve, como tomar e efeitos colaterais Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

Laranja: 11 benefícios para a saúde e como consumir

A laranja é uma fruta que tem muitos benefícios para a saúde como controlar a glicemia, auxiliar na perda de peso ou fortalecer o sistema imunológico, e pode ser consumida na sua forma natural ou em sucos ou chás. Conheça outros benefícios da laranja e confira algumas opções de receitas saudáveis.
Laranja: 11 benefícios para a saúde e como consumir Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

Como aliviar a dor de cabeça na gravidez

Enfrentar dor de cabeça na gravidez traz um dilema. Existe medicamento seguro? Como aliviar esse transtorno sem ele?

Você já parou para pensar que um dos interesses do bebê é o bem-estar da própria mãe? Até porque a boa disposição dela resulta em saúde e bom desenvolvimento para ele. Portanto, é hora de se abrir para sugestões de analgésicos amplamente reconhecidos como seguros. 

Mas daí você questiona que alguns remédios podem ser prejudiciais à formação fetal. Saiba, porém, que existem práticas muito simples que espantam a dor e não requerem uso de medicamentos. 

Quais remédios contra dor de cabeça na gravidez são seguros?

Remédio para dor de cabeça
É importante atentar para medicamentos que não são seguros na gravidez

Durante os primeiros meses de gestação, algumas mulheres experimentam dor de cabeça de maneira esporádica. A explicação mais direta é a dinâmica dos hormônios. Mas também pode ser consequência do aumento do volume de sangue na região do abdome.

Vamos imaginar que uma mulher nunca teve dor de cabeça recorrente. Se ela está grávida e passa a se queixar com frequência da cefaléia, o mais importante é saber se a gravidez tem 20 semanas ou mais.

A explicação está em evidências de que a partir de 20 semanas existe um risco mais alto de aumento da pressão arterial nas grávidas em função do desenvolvimento de pré-eclâmpsia. Quando não tratada, a pré-eclâmpsia pode resultar em parto prematuro.

Portanto, como a dor de cabeça recorrente pode ser sintoma de distúrbios sérios, é muito importante procurar ajuda médica sempre que você não encontrar uma razão imediata para a dor.

Bom, até aqui nossa referência são mulheres que não sofrem de nenhum distúrbio desencadeador de dor de cabeça. Muitas delas se recusam a tomar analgésico por receio de que o mesmo cause prejuízos ao feto. Acontece que na esteira da dor vem mau humor, estado depressivo, falta de apetite, circunstâncias que também não são ideais para o bebê.

A ciência médica acumulou conhecimento ao longo da sua história e hoje se sabe do grau de segurança para grávidas de muitos analgésicos. Atualmente poucos remédios são maléficos para gestantes e bebês. Pesquisadores da Food and Drug Administration (FDA), órgão norte-americano que regulamenta os testes de eficácia e segurança de medicamentos, descrevem que:

Cerca de um em cada 33 bebês nasce a cada ano com má formação congênita; acredita-se que por volta de 2% a 3% desses têm como causa a exposição a medicamentos.

Aqui vamos nos concentrar em dois analgésicos bem conhecidos:

1. Paracetamol

Alguns estudos elegem o paracetamol como o mais confiável para aliviar a dor de cabeça na gravidez. De qualquer forma, é muito importante ficar atento: quando a formulação do remédio for paracetamol associado a outros compostos como cafeína ou codeína, não tome.

2. Aspirina

Em doses baixas (até 100 miligramas por dia), o ácido acetilsalicílico, conhecido também como “aspirina”, não induz complicações para futuras mamães e seus filhos. No entanto, existem restrições à aspirina no que diz respeito ao período da gravidez e a frequência em que pode ser usada.

Como aliviar, sem remédios, a dor de cabeça na gravidez

Dor de cabeça na gravidez
Existem algumas formas de aliviar a dor de cabeça sem recorrer aos remédios

Você convive com disfunções que não são muito sérias, por exemplo sinusite, rinite alérgica ou um pouco de ansiedade e insônia. Já conversou com seu médico sobre as dores de cabeça temporárias e suportáveis que experimenta. Agora que espera pelo seu filho, quer ficar longe de remédios. Essas sugestões são ideais para você:

  • Faça inalação com água quente, focando as laterais do nariz e a testa. O vapor da água ajuda a desobstruir as vias respiratórias.
  • Massageie a testa, o nariz e a área em torno das órbitas oculares.
  • Mantenha-se hidratada, especialmente com água e bebidas não muito açucaradas.
  • Alimente-se a cada três horas e nunca coma em exagero.
  • Se a dor vem da tensão nervosa, deite-se em lugar confortável e tranquilo. Sob luz tênue, relaxe o corpo inspirando o ar e soltando-o bem devagar.
  • Procure dormir no mínimo oito horas por noite. Prepare o quarto e a cama a fim de que eles te proporcionem tranquilidade e acolhimento.
  • Pratique yoga, uma técnica que combina controle da respiração, posicionamento do corpo e meditação.
  • Busque serviços de acupuntura, se considerar que estão dentro do seu orçamento. Sem efeitos colaterais, a acupuntura tem sido de grande auxílio no manejo da ansiedade.

Medicamentos que grávidas devem evitar

E as mulheres com problemas como a hipertensão e a enxaqueca, os quais aumentam a chance de que elas experimentem com alta frequência dor de cabeça na gravidez? Elas ficam sem remédios? Não. Esses casos especiais precisam ser monitorados pelo obstetra e as medicações prescritas por profissionais especializados precisam ser mantidas.

A questão aqui é que alguns tipos de analgésicos não devem ser usados por grávidas. Por exemplo, aqueles que contêm codeína na sua composição. Os anti-inflamatórios não esteroidais também, por exemplo o ibuprofeno, não são recomendáveis. O uso deles deve ser feito se for estritamente necessário e sob a prescrição de um médico.

Por que evitar esses remédios? Porque eles têm efeito teratogênico. Significa que carregam o poder de provocar desenvolvimento anormal no feto. Embora muitas pessoas associem desenvolvimento anormal a somente defeitos físicos, elas deveriam saber que os malefícios não param aí.

Pode acontecer também de alguns medicamentos levarem a um funcionamento inadequado de um ou mais órgãos. Ou mesmo resultar em comportamentos alterados na criança, problemas percebidos somente bem mais tarde.

Fontes e referências adicionais

Você tem sentido muita dor de cabeça na gravidez? O que foi receitado para diminuir o incômodo? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

Como aliviar a dor de cabeça na gravidez Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Dor no peito: 6 principais causas e quando pode ser infarto

Você acabou de sentir dor no peito. A primeira reação é pôr a mão no lado esquerdo do tronco e pensar: “Estou infartando?”. Entretanto, embora a dor seja um sinal de que algo está disfuncional, nem toda dor no peito tem como explicação um infarto. Saiba que existem outras motivações para uma dor nesta área do corpo, muitas vezes decorrentes de causas nada graves e de fácil tratamento.

Por outro lado, a dor no peito pode indicar problemas cardíacos e demandam atenção. A fim de evitar perda de tempo, é bom saber que um infarto vem acompanhado de outras manifestações além da dor próxima do coração. Então veja a seguir quais são os sintomas e características próprias da dor causada por um infarto.

Principais causas da dor no peito não relacionada ao infarto

Dor no peito
Nem sempre a dor no peito sinaliza um infarto

Sensação dolorosa no peito é uma das manifestações de várias doenças conhecidas e de disfunções temporárias que não necessariamente são graves ou debilitantes. Reunimos as seis principais explicações.

1. Dor muscular

Uma sensação desagradável no tórax pode surgir depois de atividade física intensa. A musculatura pode ter entrado em fadiga, levando a uma inflamação.

2. Refluxo

Entre o esôfago e o estômago existe uma válvula chamada esfíncter. Se ela não funciona bem, parte do alimento ingerido pouco tempo atrás faz o caminho inverso: sai do estômago e vai para o esôfago. Embora a queimação seja a queixa mais comum no refluxo, em algumas pessoas ela pode vir acompanhada de dor no peito.

3. Ataque de pânico

A ansiedade prolongada ou em nível mais alto, mesmo que por um período curto, pode se desenrolar em um ou sucessivos ataques de pânico. Durante o ataque, junto com a dor na área peitoral, os batimentos cardíacos aumentam, trazendo suor e tremores.

4. Pneumonia

Infecção dos pulmões causada por bactérias, vírus ou fungos. Além da dor no peito, pode ocorrer febre, tosse, falta de apetite. É um problema que sem dúvida requer cuidados médicos.

5. Aneurisma da aorta torácica

A aorta, vaso de grosso calibre, sai do coração e passa pelo peito. Quando pequenas bolsas aparecem na parede da aorta, a pressão do sangue pode levar ao rompimento da parede deste vaso. Essa condição é rara e conhecida como aneurisma da aorta.

6. Excesso de gases

Normalmente a dor não acontece no tórax, mas sim na base das costelas. O porquê da dor aí está na pressão que os gases exercem sobre o esôfago e o estômago, provocando uma dilatação nesses órgãos ocos. Essa expansão acaba pressionando nervos que passam nas proximidades dos órgãos.

Diferenças entre dor no peito por infarto e outras causas

O tórax, além de abrigar o coração e os pulmões, acomoda a coluna, as costelas e músculos especializados em movimento. Portanto, a dor que surge na região torácica talvez não tenha nenhuma associação com problemas cardíacos. 

De qualquer forma, toda dor merece atenção médica. Somente profissionais da saúde estão capacitados para avaliar a gravidade quando alguém se queixa de dor no peito.

Por outro lado, já estão bem estabelecidas algumas propriedades da dor no peito típica do infarto, a chamada angina de peito. Então, é possível diferenciá-la de uma dor torácica que tem outro porquê. A tabela abaixo mostra algumas dessas diferenças.

Características da dor Por infarto Por outras causas
Descrição mais comum Intensa, mais um peso, um aperto Pontada, piora ou não com respiração profunda
Começou depois de… Esforço físico ou estresse emocional Nenhum evento específico
Região dolorida Difícil de definir, dor difusa, que irradia para o braço esquerdo Bem localizada, fácil de identificar com pressão dos dedos, não irradia
Acompanhada de… Falta de ar, palidez, queda de pressão Suor e palpitações, mas nem sempre
Duração Vários minutos Poucos segundos, vai e volta
Passa com analgésico? Não Sim

Quando a dor no peito sinaliza infarto

Infarto
O infarto ocorre quando placas de gordura bloqueiam a passagem de sangue pelas artérias

Um infarto ocorre no miocárdio, que é o músculo do coração. Ele acontece quando placas de gordura impedem que as artérias abasteçam esse músculo com sangue.

Já que placas gordurosas se aderem à parede interna das artérias, o fluxo de oxigênio que chega ao miocárdio diminui, o que chamamos de isquemia cardíaca. Como consequência, essa musculatura está sob limitação para realizar seu trabalho.

Quem já sofreu um infarto descreve o desconforto no peito como uma pressão, um peso. É um tipo de dor que não tem um padrão fixo: pode começar leve, aumentando aos poucos. Mas também pode apresentar uma intensidade alta desde o início. 

No caso de um infarto, além da dor no peito, uma pessoa apresenta outras perturbações, que são:

  • suor frio
  • tontura
  • fraqueza e sensação de desmaio
  • dor no abdômen, como se fosse uma gastrite
  • falta de ar, especialmente em mulheres, diabéticos e idosos
  • náusea.

Quem sente dor no peito e pode estar infartando

Alguém jovem, saudável e adepto de atividade física regular pode sofrer um infarto? Sim, mas esse é um evento raro. As pessoas mais suspeitas de estarem sofrendo um infarto, já que sentem dor no tórax, carregam um ou mais traços:

  • Mais de 40 anos
  • portadores de diabetes, hipertensão ou colesterol alto
  • com histórico familiar de doença cardíaca
  • em muitos casos são obesos e sedentários
  • tabagistas ou que deixaram de fumar há pouco tempo.
Fontes e Referências Adicionais

Você já sofreu uma dor no peito que pensava ser um infarto? Qual outra causa foi diagnosticada? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

Dor no peito: 6 principais causas e quando pode ser infarto Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Tendinite no pulso: principais causas, sintomas e tratamentos

Tendinite no pulso é a inflamação dos tendões do punho, a região que liga o antebraço à mão. Essa inflamação resulta em inchaço, vermelhidão e dor no pulso. O tendão é uma estrutura muito importante para a execução de qualquer movimento, pois é ele quem liga os músculos aos ossos. 

Se você pensar na quantidade e na variedade de movimentos que utilizam o punho, você perceberá o quanto ele é importante tanto para movimentos finos e delicados, como escrever e costurar, quanto para movimentos que envolvem uma preensão forte, como apertar parafusos, martelar e carregar objetos pesados. 

Logo, algumas profissões e modalidades esportivas aumentam as chances de lesões dos tendões do punho, já que envolvem movimentos que são executados todos os dias, repetidamente

Mas, não são apenas os movimentos repetitivos que podem lesionar os tendões do punho, lesões por entorses e fraturas e algumas doenças que afetam os nervos e as articulações também podem causar a tendinite no pulso. 

Veja quais são as principais causas de tendinite no pulso, os sintomas e tratamentos. 

Principais causas da tendinite no pulso

tendões do pulso
Os tendões ligam os músculos aos ossos

A tendinite no pulso não possui apenas uma causa. Apesar dos sintomas serem semelhantes, a lesão do tendão do punho pode ocorrer pelas seguintes causas: 

Lesão por esforço repetitivo (LER)

Na era da tecnologia, muitas profissões envolvem o uso diário e constante de computadores e smartphones. Passar horas a fio usando o mouse, digitando no teclado ou nas telas, com a postura inadequada e sem pausas regulares, é a causa da dor no pulso de muitas pessoas. 

Alguns esportes também podem sobrecarregar o punho, como basquete, handebol, futebol, na posição do goleiro, e voleibol. 

Lesão traumática

Uma lesão no pulso, geralmente causada por uma queda sobre os braços ou mãos, pode provocar entorses ou fraturas que vão resultar em uma resposta inflamatória no punho, provocando a tendinite.

Síndrome do túnel do carpo

A síndrome do túnel do carpo ocorre pela compressão do nervo mediano no canal do carpo, que se localiza no punho. Além desse nervo, passam por esse canal alguns tendões envolvidos na movimentação do punho. 

A inflamação do pulso causada por movimentos repetitivos aumenta a pressão dentro do túnel do carpo, provocando sintomas de tendinite.

Tendinite
Podem existir diversas causas para a dor no pulso da tendinite

Cisto sinovial no punho

O cisto sinovial é como uma bolsa cheia de um líquido viscoso chamado mucina, que se forma no dorso do punho. É um tumor benigno, que não oferece riscos de se tornar um câncer, mas pode causar bastante desconforto estético e dor. 

Como esse tumor fica ligado à cápsula da articulação ou à bainha do tendão do punho, ele pode causar a tendinite no pulso. 

Tendinopatia de Quervain

Esse tipo de tendinite acomete os tendões do punho na base do dedo polegar. Por atingir os tendões responsáveis pelo movimento do polegar, muitos associam com o LER provocado pelo uso do computador ou celular, mas ainda não existem provas concretas e suficientes para essa afirmação. 

O que se sabe é que o uso do celular pode, sim, agravar a situação em quem já possui uma lesão neste local, mas não causá-la. 

A tendinopatia de Quervain é muito comum entre a quarta e a sexta semana após o parto, indicando que o problema tem relação com alterações hormonais, combinadas aos movimentos realizados com o bebê, que utilizam muito o pulso, como carregar e amamentar. 

Osteoartrose

A tendinite no pulso também pode ser uma consequência de osteoartrose na região do punho, que se refere ao desgaste da cartilagem que reveste os ossos dessa articulação. Os principais sintomas envolvidos são a dor e a limitação dos movimentos do pulso. 

Não é muito comum ocorrer osteoartrose no punho, mas ela pode acometer pessoas mais velhas, que tenham histórico familiar de osteoartrose no punho ou que já tenham sofrido alguma lesão nessa região, em algum momento da vida. 

Doenças inflamatórias

A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações do corpo, inclusive a do punho. Trata-se de uma condição autoimune de causa desconhecida, que tende a afetar mais as mulheres do que os homens. No geral, a manifestação dos sintomas acontece entre os 30 e 40 anos de idade. 

Outras condições inflamatórias, como lúpuse a gotatambém podem causar a tendinite no pulso. 

Sintomas da tendinite no pulso

A tendinite no pulso apresenta, basicamente, os cinco sinais cardinais de uma inflamação, que são edema (inchaço), calor (aumento de temperatura no local), rubor (vermelhidão), dor e perda da função (perda da movimentação): 

  • Dor que pode surgir ao movimentar o pulso ou em repouso
  • Dor que irradia para o braço ou para a mão
  • Sensação de calor na área acometida
  • Vermelhidão no pulso
  • Inchaço na região do pulso
  • Fraqueza na mão e dificuldade para movimentá-la, por causa do inchaço e da dor.
  • Espasmos musculares: quando o músculo fica contraindo involuntariamente, por esforço excessivo ou fadiga, podendo resultar em dor. 
  • Dificuldade para fazer força e carregar peso
  • Atrofia da musculatura, em casos mais graves.

Diagnóstico da tendinite no pulso

Ao perceber os sintomas, consulte um médico ortopedista para um exame clínico do pulso, que consiste na palpação e observação dos movimentos e da sensibilidade no local da dor.  

Com o seu relato dos sintomas e o exame clínico do pulso, o médico poderá levantar as hipóteses diagnósticas e solicitar os exames mais adequados que ajudarão a definir a causa da tendinite no pulso. 

O seu histórico de atividades esportivas, de trabalho e de lazer também são muito importantes nesta primeira etapa rumo ao diagnóstico, pois ele fornece pistas a respeito dos movimentos que podem estar por trás da tendinite no pulso. 

Se os sintomas de tendinite no pulso tiverem surgido após uma queda ou impacto no pulso, procure um médico, caso sejam persistentes e atrapalhem na execução de tarefas comuns no seu dia a dia. 

Perceba se você sente dormência, formigamento, perda de sensibilidade nos dedos ou diminuição da força na mão, tudo isso indica que você precisa de um tratamento médico

Para a conclusão do diagnóstico, o médico pode solicitar exames de imagens, como ultrassonografia e ressonância magnética. Com esses exames, o especialista poderá descartar outras possibilidades de doenças articulares relacionadas, que apresentam sintomas parecidos, mas que necessitam de outros tipos de tratamentos.  

Tratamentos da tendinite no pulso

Pulso imobilizado
A imobilização do pulso pode ser importante para tratar a tendinite

O tratamento da tendinite no pulso varia de acordo com a gravidade e a causa da inflamação.

Algumas inflamações são simples de tratar, necessitando apenas de repouso de 3 a 5 dias, e administração de analgésicos e anti-inflamatórios, como o ibuprofeno, para acelerar o processo natural de resolução da inflamação. 

Você também pode aplicar compressas de gelo na região inflamada por 20 minutos, duas vezes ao dia. Fazendo isso, você diminui os sintomas da inflamação, principalmente o inchaço e a dor. Sempre coloque um pano entre o gelo e a pele, para não queimá-la com a baixa temperatura.

O repouso pode ser absoluto, com a imobilização do pulso com órteses imobilizadoras ou talas, ou consistir em pequenas pausas durante a realização da atividade que está lesionando o pulso, associadas ao alongamento da articulação afetada. 

Alguns casos exigem o acompanhamento de um fisioterapeuta, para reeducar os seus movimentos e auxiliar na diminuição dos sintomas. Na fisioterapia, o profissional pode prescrever alguns exercícios de fortalecimento, alongamento e aplicar técnicas para melhorar a mobilidade da articulação. 

Quando a inflamação não é resolvida com os medicamentos por via oral, o médico pode realizar a infiltração de corticosteróides diretamente no local da inflamação. 

Em último caso, o médico opta pela cirurgia, quando os medicamentos e a fisioterapia não foram suficientes para a resolução da tendinite no pulso, ou quando a tendinite não foi tratada e resultou no rompimento completo ou parcial das fibras dos tendões.

Fontes e referências adicionais

Você sente dores no pulso? Quais atividades ou movimentos pioram a sua dor? Comente abaixo!

Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.

Tendinite no pulso: principais causas, sintomas e tratamentos Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

7 hábitos essenciais para evitar infarto e AVC

As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte no mundo e, apesar de alguns fatores de risco como a idade ou o histórico familiar não poderem ser alterados, existe alguns hábitos que são capazes de prevenir o aparecimento desse tipo de problemas. Veja os 7 hábitos essenciais para evitar infarto e AVC.
7 hábitos essenciais para evitar infarto e AVC Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com

Fruta do conde: o que é, benefícios e como consumir

A fruta do conde ou pinha é rica em nutrientes como vitaminas e minerais com ação antioxidante e anti-inflamatória que ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, combater o envelhecimento ou controlar a pressão arterial. Conheça outros benefícios da fruta do conde e como consumir.
Fruta do conde: o que é, benefícios e como consumir Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com