Dieta cetogênica: o que é, como fazer, alimentos e cardápio

A dieta cetogênica consiste em uma redução drástica da quantidade de carboidratos na alimentação e por isso deve-se evitar comer pão e arroz, optando pelo consumo de carnes e gorduras boas. Entenda melhor o que é a dieta cetogênica, quando pode ser indicada e como fazer corretamente.
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Estudo mostra que jantar em casa ajuda no controle de peso

Fazer a última refeição do dia em casa aumenta sua chance de emagrecer – ou de não engordar. A conclusão é de uma pesquisa da Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos, feita com 400 pessoas: aquelas que jantam no aconchego do lar seis vezes por semana têm hábitos mais saudáveis quando comparadas aos entrevistados que adoram um encontrinho no restô mais próximo.

“Esses dados comprovam o que vários estudos indicam: nos restaurantes, é quase impossível recusar a sobremesa ou fugir dos pratos calóricos”, diz a nutricionista funcional Rachel Faria, do Rio de Janeiro. Já em casa, você tem como regular a quantidade e a qualidade dos ingredientes usados nos pratos. Assim, fica bem mais fácil manter a dieta e a saúde!

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Maquiagem impecável: uma seleção dos melhores primers

Uma boa maquiagem, às vezes, é a pedida para um grande evento ou um dia importante. No entanto, com o calor, a movimentação e até com o passar do dia, é comum a make “dissolver” ou ser absorvida pela pele. Se você não quer que isso aconteça, então, saiba: você vai precisar ter um bom primer para manter a maquiagem no lugar.

Preparar a pele é essencial para isso e o primer é o produto queridinho para ajudar com essa fase do processo. Então, fizemos uma seleção com algumas das melhores opções para você testar (e aprovar!):

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Tipos de anemia: principais causas e sintomas

A anemia é um problema de saúde muito comum, que tende a afetar, com mais frequência, crianças de até 5 anos de idade e gestantes. Existem vários tipos de anemia, podendo ser temporária ou de longo prazo, e manifestar desde sintomas leves ou imperceptíveis até problemas graves. 

As causas mais comuns da anemia são deficiências nutricionais, especialmente de ferro, vitamina B12 e folato, que são essenciais para a produção das células do sangue na medula óssea. Mas, também podem ocorrer por alterações genéticas e doenças que afetam a medula óssea. 

Veja quais são os tipos de anemia e as principais causas e sintomas de cada uma delas. 

Visão geral sobre anemia

Diagnóstico de anemia

De modo geral, a anemia ocorre quando há uma baixa contagem de glóbulos vermelhos no sangue, as hemácias, ou quando há baixa concentração de hemoglobina, uma proteína rica em ferro, responsável por dar ao sangue a cor vermelha. 

A função das hemácias e da hemoglobina é transportar oxigênio e nutrientes para todas as partes do corpo. Se elas estão em menor quantidade, todos os tecidos e órgãos recebem menos oxigênio e nutrientes, causando diversos sintomas. 

Níveis de hemoglobina abaixo de 12g/dL, nas mulheres, e 13g/dL, nos homens, caracterizam um quadro de anemia. Nas gestantes e nas crianças de 6 meses a 5 anos, os níveis não podem estar abaixo de 11g/dL.

O diagnóstico de anemia, bem como a definição do seu tipo, são muito importantes para o encaminhamento ao tratamento mais adequado, que difere em cada um. Por isso, ao perceber os sintomas de anemia, procure um médico e investigue o seu caso. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhor será a resposta ao tratamento.  

Os sintomas podem variar bastante em intensidade, sendo os mais comuns: 

  • Fraqueza
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Cansaço generalizado (fadiga)
  • Apatia: as crianças ficam menos ativas, não querem brincar. 
  • Dificuldade de concentração e aprendizado, principalmente nas crianças.
  • Falta de apetite
  • Formigamento e frieza nas mãos e nos pés
  • Pele pálida, meio amarelada. 
  • Palidez nas mucosas, principalmente na gengiva e na parte interna dos olhos. 
  • Olhos amarelados
  • Falta de ar
  • Dor no peito
  • Insuficiência cardíaca
  • Aumento da frequência cardíaca
  • Frequência cardíaca irregular (arritmia)

O exame mais importante para identificar se a pessoa tem anemia é o hemograma, que possibilita a contagem de hemácias, de glóbulos brancos, reticulócitos (hemácias imaturas), concentração de hemoglobina, formato e maturidade das hemácias. 

Anemia ferropriva (deficiência de ferro)

Esse é o tipo mais comum de anemia e se dá por deficiência de ferro, principalmente pelo baixo consumo de alimentos ricos nesse mineral, por exemplo, carne vermelha, frango, peixes, crustáceos, ovo, feijão e espinafre. 

Ela causa alguns sintomas específicos, que indicam falta de ferro no organismo: 

  • Unhas quebradiças e com deformidades, lembrando o formato de uma colher.
  • Dor na língua
  • Língua despapilada ou “língua careca”.
  • Rachaduras e feridas nos cantos da boca 
  • Vontade de comer substâncias que não são alimentos, por exemplo, terra, argila, arroz cru e gelo. 

A perda excessiva de ferro no sangue, que pode ocorrer por causa de fluxos menstruais muito intensos, hemorragias e úlceras provocadas por gastrite erosiva também pode provocar a anemia ferropriva. 

As gestantes e as lactantes devem ficar mais atentas à alimentação, pois precisam de mais ferro que as outras pessoas, para suprir as necessidades do bebê em desenvolvimento e crescimento. 

Algumas doenças também podem reduzir a capacidade de absorção do ferro pelo intestino, como a doença celíaca e a doença de Crohn

Anemias megaloblásticas (deficiência de vitamina B12 e folato)

Mulher com cansaço
A fadiga intensa é um dos principais sintomas da anemia megaloblástica

Na anemia megaloblástica, o tamanho das hemácias é maior do que o normal. Além do tamanho aumentado dos glóbulos vermelhos, há uma contagem baixa de glóbulos brancos e plaquetas. 

Deficiência de vitamina B12

Uma alimentação pobre em vitamina B12 pode resultar no desenvolvimento da anemia megaloblástica. Alguns alimentos ricos em vitamina B12 são as carnes vermelhas, especialmente o fígado de galinha, atum, salmão, truta, ovos e lacticínios. 

Como as principais fontes de vitamina B12 são de origem animal, os vegetarianos estritos são mais propensos a desenvolverem essa anemia, tendo que fazer uma suplementação para preveni-la. 

Além disso, pessoas que fizeram a cirurgia de redução do estômago (gastrectomia), ou que retiraram o duodeno, possuem menos capacidade de absorver a vitamina B12 e o ferro, o que faz dessas cirurgias um fator de risco para a anemia ferropriva e megaloblástica.

Os sintomas específicos da anemia megaloblásticas podem incluir manifestações gastrointestinais, neurológicas e psiquiátricas:

  • Diarreia
  • Queda de cabelo
  • Fadiga intensa
  • Sangramento
  • Língua despapilada (lisa)
  • Feridas na boca
  • Perda de sensibilidade e formigamento nos membros
  • Fraqueza muscular
  • Perda de equilíbrio
  • Confusão mental
  • Perda de memória
  • Depressão
  • Demência

Anemia perniciosa

Pessoas com anemia perniciosa, um subtipo da anemia megaloblástica, não produzem uma proteína chamada “fator intrínseco“, que é necessária para desprender a vitamina B12 da proteína ingerida na alimentação, para que fique disponível para ser absorvida no intestino. 

Trata-se de uma doença autoimune, que é mais comum em idosos entre 60 e 70 anos, com predominância no sexo feminino. 

Deficiência de folato

Além da carência ou má absorção de vitamina B12, a deficiência de ácido fólico também pode resultar em anemia megaloblástica. Esse nutriente é essencial a todas as pessoas mas, principalmente, para as gestantes, por isso elas devem fazer a suplementação quando planejam engravidar

Isso porque o ácido fólico está envolvido com o desenvolvimento do sistema nervoso central do bebê e sua carência pode resultar em malformações congênitas, como anencefalia, espinha bífida e fissura lábio-palatina. 

É essencial incluir os vegetais de folha verde-escura e miúdos (fígado) em sua alimentação, pois eles são ricos em folato

Anemia aplástica

Na anemia aplástica, a concentração de todos os tipos de células do sangue é diminuída, porque a medula óssea não consegue produzir essas células em quantidade suficiente. 

Esse problema ocorre quando as células-tronco da medula óssea são danificadas por algum fator, que pode ser:

  • Exposição a substâncias tóxicas (arsênico, benzeno e pesticidas)
  • Radioterapia
  • Quimioterapia
  • Doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide.
  • Infecções virais, como hepatite, vírus do Epstein-barr, HIV, citomegalovírus e parvovírus B19. 

Os sintomas que caracterizam esse tipo de anemia são: 

  • Sangramento prolongado
  • Sangramento frequente pelo nariz
  • Sangramento pela gengiva
  • Aparecimento de hematomas (manchas roxas) na pele, sem ter ocorrido nenhum trauma ou batida. 
  • Aumento da frequência e gravidade das infecções. 

Esse tipo de anemia é bem grave, devendo ser tratada com transplante de medula óssea e transfusão de sangue. Se o caso não for tratado, a anemia pode ser fatal. 

Anemias hemolíticas

O ciclo normal de vida das hemácias dura cerca de 120 dias. Nas anemias hemolíticas, elas morrem ou são destruídas antes desse tempo pelos próprios anticorpos, caracterizando a anemia hemolítica autoimune. 

Juntamente com isso, a medula óssea não consegue repor todas as células destruídas, o que resulta na diminuição da contagem dessas células. 

Elas são mais comuns em mulheres do que em homens, e são divididas de acordo com as causas, que podem ser: 

  • Hereditárias: são os casos de anemia passadas de pais para filhos, as mais comuns são a anemia falciforme e a talassemia. 
  • Adquiridas: são anemias adquiridas por causa de doenças autoimunes, incompatibilidade materno fetal, medicamentos, alterações genéticas ou destruição das hemácias. 
Anemia falciforme
As anemias hemolíticas podem ser hereditárias ou adquiridas

Anemia falciforme

O gene para anemia falciforme deve ser herdado tanto do pai, quanto da mãe. Esse tipo de mutação genética resulta na produção de hemácias com formato de foice, o que faz com que essas células se rompam com mais facilidade, provocando a doença por escassez de hemácias.  

Talassemia

As alterações genéticas resultam em defeitos no processo de produção da hemoglobina, nesse caso, as hemácias adquirem um tamanho menor e possuem menos hemoglobina.  

Anemias causadas por doenças crônicas 

Uma das complicações das doenças crônicas é o desenvolvimento de anemias. Isso ocorre porque num quadro inflamatório crônico, a produção de hemácias se torna mais lenta, podendo provocar quadros de anemia.

Algumas condições também atrapalham a absorção adequada de ferro e outros nutrientes necessários para produção das células do sangue. 

As principais doenças crônicas que podem causar anemia são as doenças renais, câncer, artrite reumatoide, doença de Crohn, cirrose hepática e HIV/AIDS. 

Como os sintomas dessas doenças mascaram os da anemia, geralmente, elas só são identificadas em hemogramas de rotina. 

Fontes e referências adicionais
  • Anemia, Cleveland Clinic
  • Anemia, American Society of Hematology

Você sabia que existiam tantos tipos de anemia? Quais você conhecia e quais não conhecia? Comente abaixo!

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Tipos de anemia: principais causas e sintomas Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Gastrite enantematosa: o que é, sintomas, causas e tratamentos

Queixas de queimação no estômago, estufamento, náuseas, excesso de gases e falta de apetite são comuns no dia a dia. Esses sintomas são capazes de reduzir a qualidade de vida das pessoas que sofrem diariamente com esses desconfortos, após as refeições. Eles estão presentes em vários problemas de estômago, entre eles a gastrite enantematosa

Veja o que é gastrite enantematosa, os sintomas, as principais causas, como são feitos o diagnóstico e o tratamento e como se prevenir da doença. 

Gastrite enantematosa: o que é?

Gastrite
A gastrite enantematosa se diferencia de uma gastrite comum pela profundidade com que afeta a parede do estômago

A gastrite enantematosa é a forma mais comum de gastrite crônica, caracterizada por uma inflamação na mucosa e na parede do estômago que não é limitada a um episódio curto de duração, mas se estende por meses e até anos. 

A gastrite enantematosa se diferencia de uma gastrite comum pela profundidade com que afeta a parede do estômago. A gastrite comum afeta apenas a mucosa que reveste o estômago, já a enantematosa afeta as células e o tecido por baixo da mucosa. 

Esse tipo de gastrite recebe classificações de acordo com a gravidade dos sintomas e lesões provocadas na parede do estômago, que podem ser: 

  • Leve: período em que a gastrite enantematosa ainda não apresenta sintomas fortes, geralmente no início da inflamação.
  • Moderada ou severa: quando a inflamação já está instalada e provoca sérios danos à parede estomacal, resultando em sintomas mais graves. 

A gastrite enantematosa também pode ser silenciosa e não provocar nenhum sintoma. Neste caso, a pessoa só descobre que tem a doença por causa de um exame de endoscopia que o médico tenha solicitado por outras queixas. 

A região do estômago atingida pela inflamação também é considerada importante para a classificação:

  • Gastrite enantematosa de cárdia: primeira parte do estômago
  • Gastrite enantematosa de fundo: ponta superior do estômago
  • Gastrite enantematosa de corpo: parte maior do estômago
  • Gastrite enantematosa de antro: parte final do estômago

Sintomas da gastrite enantematosa

Dor de estômago
A dor de estômago é o sintoma mais comum da gastrite

Os sintomas da gastrite enantematosa são comuns aos sintomas da gastrite, de modo geral, e costumam ser mais intensos 2 horas após as refeições, são eles:

  • Dor de estômago
  • Dor abdominal
  • Dor de cabeça
  • Queimação no estômago
  • Azia
  • Indigestão
  • Sensação de barriga inchada
  • Gases intestinais 
  • Arrotos mais frequentes
  • Saciedade rápida, mesmo tendo ingerido pouca quantidade de comida.
  • Falta de apetite
  • Náuseas e vômitos
  • Sangue nas fezes
  • Inchaço e vermelhidão na mucosa do estômago, visíveis no exame. 
  • Feridas no estômago, também visíveis no exame. 

Causas da gastrite enantematosa

A gastrite enantematosa pode ser causada por vários fatores, como:

  • Infecção pela bactéria H. pylori
  • Uso excessivo de anti-inflamatórios não esteroidais: medicamentos mais acessíveis, como paracetamol, ibuprofeno e aspirina, usados para tratar dor de cabeça, cólica menstrual e dores articulares, por exemplo.  
  • Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • Tabagismo
  • Agravamento de alguma doença autoimune que a pessoa já possua, como a gastrite atrófica autoimune. 

A ansiedade e o estresse exacerbados são colocados como fatores de risco para o desenvolvimento da gastrite enantematosa. A gastrite nervosa recebe esse nome, porque tem relação com fatores emocionais que, combinados com outros fatores, podem levar ao desenvolvimento de formas mais graves de gastrite. 

Diagnóstico da gastrite enantematosa

Diagnóstico de gastrite
Ao sentir os sintomas, deve-se procurar um médico especializado para realizar o diagnóstico correto

A gastrite enantematosa é diagnosticada através de um exame de endoscopia digestiva alta, pelo qual o médico consegue observar o interior do estômago e verificar se há inflamação na parede do órgão. Se for constatada a inflamação, um pequeno fragmento da mucosa é coletado, para ser analisado em laboratório. 

A identificação da H. pylori como causa da gastrite enantematosa é feita por meio de exames de sangue, de ar expirado ou de fezes para H. pylori:

  • Exame de sangue: é possível identificar se você já teve contato com a bactéria ou se está com uma infecção ativa. 
  • Exame de ar expirado: detecta a ureia, que é produzida pela bactéria, se ela estiver presente em seu estômago. 
  • Exame de fezes: permite a identificação de fragmentos da bactéria. No exame de fezes, também é possível identificar se há presença de sangue eliminado por feridas causadas pela gastrite. 

No exame de sangue, o médico pode solicitar a contagem de hemácias e leucócitos e o nível de hemoglobina, para investigar se você está com anemia. Isso porque a gastrite enantematosa prejudica a absorção de nutrientes no estômago que, associada aos vômitos e perda de apetite, pode levar à anemia

Quando a gastrite é causada pela bactéria H. pylori, ela se torna um fator de risco para câncer. Isso não significa que ter gastrite enantematosa te fará desenvolver um câncer de estômago, mas é um alerta, caso você tenha outros fatores de risco envolvidos, como herança genética e hábitos de vida que favoreçam o desenvolvimento de câncer. 

Tratamento da gastrite enantematosa

Quando a causa da gastrite enantematosa é a bactéria H. pylori, o tratamento envolve o uso de antibióticos, que pode ser a furazolidona, a tetraciclina, a amoxicilina, entre outros, durante 10 a 14 dias. 

Para alívio da dor, azia e queimação, o médico pode prescrever antiácidos, para neutralizar o excesso de acidez do suco gástrico. Mas, esses medicamentos promovem apenas um alívio temporário dos sintomas.  

O tratamento também inclui inibidores de prótons e bloqueadores H2, como o citrato bismuto de ranitidina e o omeprazol, que inibem a produção de ácido estomacal, ou seja, faz o estômago produzir menos ácido, fazendo com que o alívio dos sintomas seja mais duradouro. 

Se você estiver com deficiência de ferro ou de vitamina B12, por conta da anemia, o médico também pode prescrever uma suplementação dessas vitaminas. 

Após a conclusão do tratamento, o seu médico ou médica pode pedir um retorno, para avaliar a situação da mucosa do seu estômago e para verificar se você precisa de outros medicamentos para amenizar os sintomas, caso eles tenham retornado, e controlar a inflamação. 

Tratamentos complementares

Além do tratamento medicamentoso, são necessárias algumas mudanças de hábitos alimentares e de estilo de vida. Para isso, você pode contar com a ajuda de um profissional da nutrição para te ajudar. 

Inclua alimentos ou bebidas:

  • Ricos em fibras, como vegetais e grãos integrais.
  • Proteínas de fácil digestão e com pouca gordura, como as carnes brancas.
  • Alimentos com temperos naturais, que não sejam muito apimentados, salgados ou com molhos que irritam o estômago. 
  • Bebidas naturais, que não sejam gaseificadas e com cafeína. 
  • Probióticos: para restaurar o equilíbrio da microbiota intestinal. 
  • Antioxidantes: frutas ricas em vitamina C, exceto limão, laranja e acerola. 
  • Gordura poliinsaturada (ômega-3): peixes gordos, como atum e salmão. 

A alimentação deve ser feita a cada 3 horas, com porções pequenas, para que o estômago nunca fique vazio, mas também não tenha um volume grande de alimentos, que promova a liberação de muito ácido para digestão. Ficar sem comer por muitas horas também pode desencadear os sintomas.

Deve-se evitar consumir alimentos muito gordurosos, pois dão muito trabalho para o estômago digerir, fazendo-o liberar mais ácido e realizar uma digestão mais lenta. 

Veja uma lista completa do que comer e do que evitar, quando se tem uma infecção por H. pylori. 

Como se prevenir da gastrite enantematosa

A melhor forma de se prevenir contra a gastrite enantematosa é manter bons hábitos de higiene, como a lavagem das mãos após ir ao banheiro e antes de se alimentar. Também é recomendado não compartilhar talheres e copos com outras pessoas, para evitar a contaminação pela bactéria H. pylori. 

Além disso, outros hábitos que promovem o bem-estar geral do seu organismo e uma boa qualidade de vida também são válidos na prevenção da gastrite enantematosa: 

  • Manter uma alimentação saudável
  • Evitar jejum prolongado
  • Não consumir bebidas alcoólicas e cafeína em excesso
  • Não fumar 
  • Manejar o estresse e a ansiedade 
  • Não abusar de analgésicos e anti-inflamatórios

Vídeos

Fontes e referências adicionais

Quais sintomas você costuma enfrentar no dia a dia? Em que momento eles são mais intensos? Tem algum hábito prejudicial para o seu estômago? Comente abaixo!

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Gastrite enantematosa: o que é, sintomas, causas e tratamentos Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Ouvido inflamado (otite): principais causas e o que fazer

Se você já teve problemas com dor e coceira no ouvido, ou a sensação de que ele está entupido, sabe o quanto isso é incômodo e, muitas vezes, incapacitante. Quando esses sintomas aparecem nos bebês e nas crianças, elas ficam agitadas e choram muito. Esses sintomas são característicos de ouvido inflamado, uma situação bastante comum.  

Se a inflamação no ouvido for tratada corretamente, você pode ter o alívio dos sintomas já nos primeiros dias de tratamento. Sendo assim, é necessário se consultar com um especialista para que seu ouvido seja examinado e a causa do problema identificada. 

O termo médico para ouvido inflamado é otite, que é usado para diferenciar as inflamações de acordo com a região do ouvido afetada ou pelas condições que as causam, podendo ser: otite externa, otite média aguda e otite média crônica. 

A otite pode atingir pessoas de qualquer idade, mas as crianças e os bebês são os mais atingidos, porque as delicadas estruturas do ouvido ainda estão em desenvolvimento. 

Otite de bebê
É muito comum bebês sofrerem de otite

Veja quais são as principais causas da inflamação no ouvido e o que fazer em cada uma delas. 

Otite externa

A otite externa ocorre quando uma bactéria infecta e inflama a pele do canal auditivo. É mais comum acometer crianças, que podem ficar mais expostas ao calor e à umidade. Essa exposição pode acontecer em momentos de lazer, na praia ou na piscina. Por essa otite estar relacionada à água, é popularmente conhecida como “ouvido de nadador“. 

Por isso, é muito importante saber como tirar a água do ouvido, para evitar a ocorrência de otite externa. 

A infecção bacteriana pode se manifestar através de um furúnculo ou por meio de uma inflamação em todo canal auditivo, caracterizando a otite externa difusa grave. 

Há outros fatores que podem causar a otite externa, como: 

  • Uso de fones de ouvido 
  • Uso de próteses auditivas
  • Uso de cotonetes 
  • Acúmulo de água no ouvido
  • Alergia tópica a uma pomada ou creme usado no ouvido. 

Sintomas 

  • Dor de ouvido 
  • Secreção amarelada ou esbranquiçada
  • Coceira no ouvido
  • Vermelhidão na orelha
  • Perda de audição 
  • Descamação da pele do canal auditivo

O que fazer

Ao perceber os sintomas de otite externa, marque uma consulta com um médico especialista, como otorrinolaringologista ou pediatra, no caso das crianças. Normalmente, o diagnóstico é clínico, feito após um exame detalhado do ouvido e dos sintomas relatados pelo paciente. 

O médico pode indicar o uso de medicamentos anti-inflamatórios, para reduzir a inflamação e, se houver secreções, o especialista pode receitar antibióticos, para combater a bactéria causadora da inflamação. 

O período de tratamento da otite externa varia de acordo com a causa da inflamação. Quando o tratamento requer apenas analgésicos e anti-inflamatórios, a sua duração é em torno de 5 a 7 dias. Se for necessário o uso de antibióticos, o tratamento pode durar em torno de 8 a 10 dias

Para prevenir o problema, considere essas dicas: 

  • Ao lavar o cabelo, incline a cabeça para frente e seque os ouvidos logo em seguida.
  • Quando for na piscina ou na praia, coloque algodão umedecido com um pouco de vaselina no ouvido, para evitar a entrada de água. Você também pode adquirir tampões de ouvido feitos especialmente para isso.

Otite média aguda

A otite média aguda é uma inflamação provocada por vírus ou bactéria, em consequência de complicações de resfriado ou alergia. Essa inflamação pode acometer pessoas de qualquer idade, sendo mais comum em crianças de 3 meses a 4 anos de idade. 

O ouvido inflamado é mais comum nessa faixa etária porque as estruturas do ouvido médio, tímpano, câmara timpânica, trompa de Eustáquio e os pequenos ossos do ouvido, ainda estão em desenvolvimento e não funcionam adequadamente, o que facilita a inflamação. 

Crianças com fenda palatina ou com fissura labiopalatina também apresentam, com frequência, a otite média aguda, por conta das alterações anatômicas e funcionais da tuba auditiva. 

Crianças que ficam expostas, com frequência, a pessoas fumantes, também têm maiores riscos de ter ouvido inflamado, visto que estão mais suscetíveis às infecções do trato respiratório. 

Sintomas

  • Dor de ouvido muito forte 
  • Secreção no ouvido 
  • Perda de apetite 
  • Vermelhidão no ouvido 
  • Febre 
  • Diminuição da audição
  • Ruptura da membrana do tímpano: acontece em casos mais graves e, nesse caso, a secreção pode ser acompanhada de sangue. 

O que fazer

Normalmente, o organismo dá conta de resolver a otite média aguda, mas é importante consultar um médico especialista, como otorrinolaringologista ou pediatra, se a dor no ouvido durar mais do que 2 dias, ou se a criança apresentar febre alta (acima de 39,5 ºC), tontura ou diminuição auditiva. 

Para fazer o diagnóstico, o especialista avalia os sintomas e examina o ouvido. Esse exame é bem simples e é realizado no próprio consultório, com um aparelho chamado otoscópio. 

O médico pode prescrever o uso de analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar os sintomas e também receitar um antibiótico, em casos de dor intensa e febre alta.

O período de tratamento dura em torno de 5 a 10 dias, dependendo da intensidade dos sintomas e do tratamento indicado pelo médico. 

No caso da otite média aguda, também há algumas medidas que podem complementar o tratamento indicado pelo médico, como fazer compressa morna na região externa do ouvido, para amenizar a dor. 

Para preparar uma compressa morna para o ouvido inflamado é muito simples, basta pegar uma toalha e aquecê-la com o ferro de passar roupa, até uma temperatura que não machuque a pele. 

Otite média crônica

Dor no ouvido
Para casos de otite crônica, pode até ser feito um procedimento cirúrgico

A otite média supurativa crônica está relacionada com perfurações do tímpano, que causam perda auditiva e outros sintomas no ouvido, sem envolver dor. 

A perfuração do tímpano pode acontecer por trauma acústico, por causa de sons muito altos, ou mecânico, pela inserção de brinquedos e cotonete. Ela também pode ser decorrente da obstrução da tuba auditiva. 

A otite média crônica pode se tornar exacerbada após infecções no trato respiratório, ou por entrada de água na perfuração do tímpano, provocando a intensificação dos sintomas. 

A otite média crônica pode se agravar com a danificação das estruturas da orelha média, inclusive dos pequenos ossos que conectam o tímpano ao ouvido interno. Isso pode levar ao bloqueio parcial ou total da condução do som do ouvido externo ou médio para o ouvido interno, resultando em deficiência auditiva

A otite média crônica apresenta riscos de complicações graves, como meningite, surdez e paralisia facial. Por esse motivo, é importante o acompanhamento de um especialista. 

Sintomas 

O que fazer

Ao começar a sentir os primeiros sintomas, consulte um otorrinolaringologista para que seu ouvido seja examinado e o tipo de otite seja definido e, assim, o melhor tratamento pode ser indicado. 

Em casos em que a otite média crônica piora, o especialista pode prescrever antibióticos e corticoides, seja por via oral ou gotas aplicadas diretamente no ouvido inflamado. O período de tratamento com esses medicamentos pode durar de 6 a 10 dias.

Se você tiver otite crônica, é importante se prevenir para não deixar água entrar no seu ouvido. Se a água entrar, ela pode molhar a perfuração do tímpano e promover uma inflamação com sintomas. 

Para reparar a perfuração no tímpano, é feito um procedimento cirúrgico chamado timpanoplastia. O objetivo dessa cirurgia é curar a doença e restaurar os mecanismos da tuba auditiva. 

Fontes e referências adicionais

Você já teve seu ouvido inflamado? Se sim, sabe qual tipo de otite você teve? Você já sentiu alívio da dor com a compressa morna? 

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Ouvido inflamado (otite): principais causas e o que fazer Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Dicas simples para parar a diarreia mais rápido

A diarreia é caracterizada por um desarranjo intestinal, que resulta em fezes moles ou líquidas, e faz a pessoa evacuar mais de três vezes num período de 24 horas. Um quadro de diarreia tende a durar de 3 a 4 dias, então se você quiser parar a diarreia de forma mais rápida, é importante repor os líquidos e minerais perdidos nas evacuações e ingerir alimentos de fácil digestão. 

Muitos fatores podem causar a diarreia, como o uso de alguns medicamentos antibióticos ou laxantes, alergia ou intolerância alimentar, viroses e ingestão de bebidas e alimentos contaminados com microrganismos patogênicos, especialmente bactérias. 

Por isso, é muito importante alimentar e promover um ambiente propício para a proliferação de bactérias boas no seu intestino, pois elas te ajudarão a ficar livre da diarreia mais rapidamente, ao restaurar o equilíbrio em sua microbiota intestinal. 

Se mesmo com a hidratação reforçada, consumo de probióticos e de alimentos de fácil digestão, a diarreia persistir, é necessário investigar a causa e tratar com os medicamentos apropriados, que podem ser antibióticos, quando é de causa infecciosa, ou antidiarreicos.  

É preciso dar uma atenção especial às crianças pequenas e aos idosos, pois eles são mais propensos a ficarem desidratados, necessitando de cuidados médicos.

Veja algumas dicas simples que podem te ajudar a parar a diarreia mais rápido. 

Frutas e legumes

mesa de frutas
Sucos de frutas são boas opções para hidratar e nutrir o organismo que passa por uma diarreia

Consumir legumes bem cozidos e frutas sem casca ajudam muito quando se está com diarreia, pois são alimentos de fácil digestão e nutritivos, que contribuem para a normalização da velocidade do movimento intestinal. 

Você pode preparar sopas de legumes utilizando temperos naturais, evite temperos prontos, com muito sal, pimenta, corante e outros aditivos químicos. Também evite usar muita gordura no preparo das sopas. Confira aqui 10 receitas de sopa de legumes, fáceis e light, para você fazer quando estiver com diarreia. 

Os sucos de frutas também são excelentes opções para nutrir o seu organismo, que tende a ficar mais fraco, e hidratá-lo, visto que muita água e sais minerais são perdidos nas fezes líquidas da diarreia. Aprenda a fazer 8 receitas de suco para diarreia, que vão fornecer muitos nutrientes e líquidos para o seu corpo. 

Além da água e do suco de frutas, você também pode ingerir água de coco, isotônico ou soro caseiro, que também irão te ajudar a repor os sais minerais perdidos. Veja como fazer um soro caseiro

Ingerir esses tipos de alimentos e bebidas ajudam as suas defesas naturais a combater a causa da diarreia e evitar complicações, como a desidratação. Mas, se a diarreia for persistente, talvez você precise de medicação específica, que só deve ser usada com prescrição médica. 

Isso porque a diarreia é uma reação natural do corpo para eliminar substâncias e agentes tóxicos ao organismo, então é importante deixar o seu sistema imunológico trabalhar e apenas repor, através da alimentação e hidratação, os nutrientes e a água perdida. 

Sugestão de frutas, legumes e acompanhamentos

  • Maçã sem casca
  • Banana
  • Goiaba
  • Purê de batata com frango desfiado
  • Batata assada sem casca
  • Mingau de arroz e de milho
  • Arroz branco
  • Gelatina
  • Bolacha cream cracker

Frutas, legumes e outros alimentos que devem ser evitados 

  • Uva passa
  • Ameixa
  • Mamão
  • Pêssego
  • Vegetais folhosos
  • Alimentos que produzem muitos gases: feijão, grão-de-bico, brócolis, couve-flor, repolho, pepino e batata doce
  • Alimentos gordurosos
  • Alimentos apimentados 

Bebidas que devem ser evitadas

  • Alcoólicas
  • Leite
  • Refrigerantes
  • Com cafeína 
  • Dietéticas, com adoçantes artificiais.

Probióticos

Probióticos
O kefir é um dos principais exemplos de alimentos probióticos

Os alimentos probióticos são aqueles que possuem microrganismos, como leveduras e bactérias, benéficos para a saúde intestinal e para o nosso sistema imunológico. Esses microrganismos vivem no nosso intestino e nos protegem contra a ação das bactérias que podem causar doenças. 

Quando tomamos um antibiótico ou ingerimos água e alimentos contaminados, podemos ter uma redução das bactérias boas no intestino, o que contribui para a diarreia. 

São exemplos de bebidas e alimentos probióticos para repor as bactérias boas do intestino:

Você encontra opções de probióticos na farmácia, que também são eficazes na reposição da flora intestinal, por exemplo o Floratil. 

Chá de gengibre

O gengibre é muito usado para fins terapêuticos devido às suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antibióticas, sendo capaz de auxiliar o sistema imunológico no combate dos microrganismos causadores da diarreia. 

Além disso, também produz um efeito antiemético, que é a redução de desconfortos gástricos, como o enjoo, um sintoma que, muitas vezes, acompanha os quadros de diarreia. 

A única contraindicação é para pessoas que fazem tratamento com anticoagulantes, como a Varfarina ou Coumadin, que são medicamentos conhecidos por afinar o sangue. 

Para fazer o chá de gengibre, é bem simples:

  • Lave um pedaço de gengibre de, mais ou menos, 5 cm. 
  • Seque e corte-o em fatias bem finas.
  • Coloque as fatias em uma chaleira e adicione 1 xícara e meia de água. 
  • Leve ao fogo médio e espere ferver. 
  • Quando a água começar a ferver, abaixe um pouco o fogo e deixe cozinhar por mais 5 minutos. 
  • Desligue o fogo, tampe a chaleira e deixe descansar por 2 minutos. 
  • Agora, é só coar e beber o seu chá. 
  • Se você quiser, pode adoçar com açúcar ou mel. Evite usar adoçantes, porque podem piorar a diarreia. 

Confira outras receitas de chá para diarreia

Medicamentos com prescrição médica

remédios pílulas comprimidos
Médicos especializados podem receitar medicamentos específicos

Como vimos, a diarreia pode ser causada por microrganismos, que são os vírus, as bactérias e os fungos, que podem contaminar a água e os alimentos. Nesses casos, a diarreia funciona como uma defesa natural do corpo, que luta para eliminar esses patógenos do corpo. 

Mas, é válido destacar que, além da alimentação e hidratação, alguns casos devem ser tratados com medicamentos, como antibióticos, especialmente quando a diarreia é persistente. 

Busque ajuda médica para verificar se há necessidade de tratamento medicamentoso, quando: 

  • A pessoa acometida pela diarreia é um bebê com menos de 6 meses de vida ou é idosa.
  • Além da diarreia, a pessoa está vomitando, o que dificulta a hidratação oral, com os líquidos mencionados. 
  • Há sangue no vômito e nas fezes.
  • Sente a nuca rígida.
  • Sente muita sonolência.
  • Está com febre alta, acima de 38 ºC.
  • Está com sinais de desidratação: boca seca, cansaço e está urinando com menos frequência.
  • Sente dor intensa e persistente na barriga. 

Quando a diarreia não é causada por um agente infeccioso, mas é provocada pelo uso de medicamentos, como antibióticos, ou por alergia ou intolerância a alguns alimentos, o médico pode receitar um antidiarreico.  

Medicamentos à base de racecadotrila, por exemplo, impedem que o intestino fique cheio de água e eletrólitos, permitindo que as fezes ganhem consistência. Assim, a pessoa pára de ter diarreia e fica segura das complicações que ela pode causar, como desidratação e perda de sais minerais importantes. 

Fontes e referências adicionais

Quais dessas dicas você já usou durante um episódio de diarreia? Deu certo? Quais dicas ainda eram desconhecidas para você? Comente abaixo!

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5 esfoliantes caseiros para o rosto

Alguns produtos que estão na sua cozinha não servem apenas para preparar as suas refeições. Eles também podem se juntar em receitas de esfoliantes caseiros para o rosto e fazer parte da sua rotina de skincare

Afinal, vale a pena incluir a esfoliação regularmente na rotina porque ela ajuda a deixar a pele mais saudável e limpa, além de prevenir a obstrução dos poros. 

Ao mesmo tempo, esfoliar pode dar a pele uma aparência mais brilhante e até mesmo melhorar a eficácia de produtos usados na pele ao aumentar a sua absorção. 

5 esfoliantes caseiros para o rosto

Para ter bons resultados, faça a esfoliação de uma a duas vezes por semana, com movimentos circulares e suaves para evitar machucar a pele. Além disso, ao aplicar o esfoliante, evite passar perto da região dos olhos.

Após esfoliar, não esqueça de lavar o rosto com água e de secar com uma toalha macia. Entretanto, não use água quente, pois ela pode irritar a pele. Além disso, ao secar, não esfregue a toalha com força para não machucar a pele. Em vez disso, dê batidinhas de leve.

Ao mesmo tempo, é aconselhável complementar o tratamento com um bom creme para hidratação profunda da pele e sempre usar protetor solar.

1. Esfoliante caseiro de babosa com mel para o rosto

Babosa
A babosa tem propriedades importantes para a pele

Para quem tem uma pele sensível ou que se irrita com facilidade, a indicação é uma misturinha de babosa com mel cru. Enquanto a babosa acalma e suaviza a pele, o mel cru é um esfoliante natural que ajuda a remover a pele morta.

Aliás, vale citar que para quem tem a pele sensível, a esfoliação pode ocorrer semanalmente ou até mesmo em intervalos maiores, se houver alguma reação ativa.

Ingredientes

  • 2 colheres de chá de mel cru
  • 1 colher de chá de babosa.

Instruções

Misture bem todos os ingredientes. Logo após, aplique a mistura no rosto e no pescoço, fazendo movimentos suaves e circulares. Deixe agir por 10 a 20 minutos. Então, lave e seque.

2. Esfoliante caseiro de kiwi, azeite e açúcar mascavo para o rosto

Este é um dos esfoliantes caseiros para o rosto para quem tem uma pele oleosa. Com seus aminoácidos e vitamina C, o kiwi pode ajudar a diminuir a produção excessiva de óleo na pele.

Além disso, o azeite de oliva aparece na receita porque acredita-se que ele tem propriedades antibacterianas que também podem auxiliar contra a secreção excessiva de sebo na pele.

Por sua vez, o açúcar mascavo colabora com a remoção de pele morta e com a hidratação da pele.

Ingredientes

  • 1 kiwi inteiro descascado e amassado
  • Algumas gotinhas de azeite de oliva
  • 2 colheres de chá de açúcar mascavo.

Instruções

Junte todos os ingredientes e misture tudo muito bem. Então, esfregue delicadamente o esfoliante na pele, fazendo movimentos circulares e suaves por três a cinco minutos. Logo depois, lave o rosto com água morna e seque.

3. Esfoliante caseiro de aveia com iogurte ou mel para o rosto

A terceira opção é mais indicada para quem sofre com uma pele seca e desidratada. Afinal, além de ajudar a remover células mortas do rosto, a aveia colabora com a hidratação da pele.

Ao mesmo tempo, incluir mel ou um produto laticínio como o iogurte no esfoliante contribui ainda mais com a hidratação. 

Ingredientes

  • 2 colheres de aveia
  • 1 colher de mel ou iogurte.

Instruções

Misture muito bem a aveia com o mel ou iogurte. Então, aplique o esfoliante fazendo movimentos circulares e suaves. Logo depois que terminar, lave o rosto com água fria e seque.

4. Esfoliante caseiro de mamão com açúcar para o rosto

Um esfoliante caseiro para o rosto com mamão serve para todos os tipos de pele. A fruta contribui com a hidratação, ajudando a promover uma limpeza profunda e delicada.

Ingredientes

  • ½ mamão papaia amassado
  • 1 colher de sopa de açúcar.

Instruções

Amasse o mamão e misture a fruta com o açúcar. Logo após, faça a esfoliação normalmente, por meio de movimentos circulares e suaves na pele. Então, lave com bastante água e seque o rosto.

5. Esfoliante caseiro de banana com aveia e iogurte para o rosto

Banana, aveia e iogurte
Para você que tem pele oleosa, essa é uma boa escolha

Este é outro dos esfoliantes caseiros para o rosto que dá certo para quem tem a pele oleosa e quer passar longe de receitinhas que levem algum tipo de óleo. A quinta opção da nossa listinha combina a banana com aveia e o iogurte.

Ingredientes

  • 1 banana madura e amassada (não deixe a fruta ficar muito mole)
  • 2 colheres de sopa de aveia bem moída
  • 1 colher de sopa de iogurte grego orgânico.

Instruções

Após amassar a banana, passe a aveia no processador até obter um pó fino. Então, misture todos os ingredientes e passe na pele, fazendo movimentos circulares e suaves por 30 a 60 segundos. Lave e seque a pele.

Cuidados ao usar esfoliantes caseiros para o rosto

Esfoliante caseiro
É preciso tomar alguns cuidados com os esfoliantes, mesmo sendo naturais

Se um esfoliante caseiro é feito com produtos naturais, então, ele não vai causar nenhum problema, certo? Para ter certeza, não custa fazer um teste fácil e rápido: passe um pouco do esfoliante no dorso da mão e espere cinco minutos. 

Caso a pele fique vermelha, irritada, coçando ou ardendo, então, o esfoliante não deve ser usado. Por outro lado, se não houver uma reação, ele está liberado. 

Além disso, fique de olho também nas alergias e sensibilidades que você já sabe que tem e evite os esfoliantes que levam ingredientes que o seu corpo não tolera. Por exemplo, se você tem alergia ao mel, pólen ou própolis, não use os esfoliantes caseiros para o rosto que pedem mel.

Você já usou algum esfoliante natural no rosto? Tem alguma dica de outra combinação que funcionou bem para sua pele? Comente abaixo!

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Café de açaí: o que é, benefícios e como fazer

O café de açaí é uma alternativa ao café tradicional, e foi descoberto por acaso. Ambos tem sabor parecido, mas o café de açaí tem as suas particularidades, bem como oferece diversos benefícios à saúde, conforme você vai ver a seguir.

O que é e de onde vem o café de açaí?

pó de café de açaí
O café de açaí foi uma invenção de alguns produtores do Pará

Não se sabe exatamente quem foram os inventores, porém existem alguns produtores de café de açaí no interior do estado do Pará.

Um deles é o casal Perina Rodrigues Silva e Roberto Carlos Cunha, que está em processo de patente do produto desde 2017, segundo o UOL. Enquanto ela é maranhense, ele é goiano e há cerca de 30 anos se mudaram para o Pará.

Foi nessa época que eles criaram a sua versão do café de açaí, mesmo que meio sem querer. No período, não havia como comprar mantimentos no local onde moram e o meio de transporte disponível para levá-los até outro lugar onde faziam compras não era frequente, contaram ao UOL.

Certo dia, o café acabou e Perina teve a ideia de fazer café com os caroços do açaí. Primeiro ela usou o açaí branco, mas ficou muito amargo. A receita só deu certo quando ela usou o caroço do açaí escuro, que rendeu um sabor parecido com o do café. 

Então, com o passar do tempo, Perina foi aprimorando a produção para chegar ao sabor que o seu café de açaí tem hoje. O processo inclui a seleção dos caroços e um cuidado especial com o tempo de torra. 

Quais os benefícios do café de açaí?

Bebendo café
Ter à disposição um café que é livre de cafeína pode ser um grande benefício para algumas pessoas

Achou estranha a ideia de tomar café de açaí? Mas, saiba que ele possui uma série de benefícios, que fazem valer a pena dar uma chance a essa bebida diferentona. Por exemplo:

É livre de cafeína

Por não conter cafeína, o café de açaí é uma opção para quem está tentando cortar a substância do dia a dia ou não se dá muito bem com o café normal porque sofre com sensibilidade ou intolerância à cafeína

Vale lembrar que o excesso de cafeína pode provocar efeitos colaterais como insônia, tremores, dor de cabeça, tontura, desidratação, ritmo cardíaco acelerado e ansiedade. Assim, mesmo que não queira abandonar o café, você pode mesclar o consumo da versão tradicional com o café de açaí para não abusar tanto da cafeína.

Fonte de vitaminas

O café de açaí é uma bebida nutritiva, já que contém vitaminas importantes para o funcionamento do organismo humano. São elas: vitamina A, vitamina D, vitamina E e vitamina K.

Contém fibras

O café de açaí também contém fibras, nutriente que ajuda a dar saciedade, auxilia o sistema digestivo e contribui com a prevenção da prisão de ventre

Possui propriedades antioxidantes

Outro benefício associado à bebida é apresentar compostos fenólicos com ação antioxidante. Os antioxidantes são capazes de bloquear parte dos danos que os radicais livres causam.

Esta é uma ótima notícia, afinal, o acúmulo de radicais livres ao longo do tempo tem uma grande relação com o processo de envelhecimento. Além disso, eles podem contribuir com o desenvolvimento de doenças como artrite, câncer e doenças cardiovasculares.

Sustentabilidade

Aproveitar os alimentos ao máximo é importante para a sustentabilidade do meio ambiente, e levando isso em conta, temos mais um ponto positivo para o café de açaí. Afinal, o caroço do fruto que iria para a lata do lixo é usado como matéria-prima da bebida.

Onde encontrar e como fazer o café de açaí

Na produção, os caroços do açaí são lavados, secos, torrados e moídos. Em uma rápida pesquisa na internet é possível encontrar o produto à venda por preços a partir de pouco mais de R$ 15.

Os valores variam conforme o tamanho da embalagem e o estabelecimento que o vende. É possível achar o café de açaí em lojas especializadas ou grandes redes de comércio.

Por se tratar de um café mais suave, a recomendação é preparar a bebida com um coador. Cheque a embalagem do produto para conhecer as instruções específicas de preparo do seu café de açaí.

Fontes e referências adicionais

Você já tinha ouvido falar do café de açaí? Pretende provar e experimentar os benefícios dessa iguaria? Comente abaixo!

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Ouvir músicas calmas no pós-treino pode melhorar o resultado da academia

O “tut-tut” bem alto até pode dar um gás durante o exercício, mas, nos primeiros minutos pós-treino, é melhor mudar a playlist para músicas tranquilas.

Segundo o estudo, da Universidade de Brunel, no Reino Unido, um som calmo ajuda a reduzir rapidamente o cortisol e promove uma melhora no estado emocional (principalmente no das mulheres), o que influencia no resultado da malhação.

“A música lenta produz um novo ritmo na respiração e desacelera a mente”, diz a terapeuta carioca Marcia Rissato. O efeito é tão forte que você até vai começar a se lembrar do treino (mesmo dos mais punks) com mais positividade.

E aí, pronto para dar play na sua playlist calma?

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