A dor na vagina pode ter vários significados, desde infecções urinárias até a presença de cistos no ovário. Essa dor é comum entre as mulheres, mas deve ser observada e acompanhada por um ginecologista. Saiba quais são as principais causas de dor na vagina e o que fazer.
Dor na vagina: o que pode ser e o que fazer Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Herpes labial: o que é, sintomas, causas e tratamento
O herpes labial é uma infecção na boca que provoca o aparecimento de bolhas ou feridas que podem doer, causar coceira ou formigamento. Confira outros sintomas comuns, suas causas e como deve ser feito o tratamento.
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Tudo o que você precisa saber sobre bioestimuladores de colágeno
Chega um momento na vida de uma mulher em que a perda de colágeno fica clara. A pele mais flácida, a falta de firmeza… Tudo isso é parte natural do processo de envelhecimento, mas, hoje em dia, existem maneiras de retardar esse processo e minimizar as suas decorrências. É o caso dos bioestimuladores de colágeno.
O QUE É COLÁGENO?
O primeiro passo para entender a função de um bioestimulador é saber o que é o colágeno. “O colágeno é a principal proteína estrutural da pele, ou seja, responsável pela sustentação da derme. É essa proteína que mantém a pele firme, resistente e com boa elasticidade”, explica o dermatologista Dr. Daniel Dziabas.
Dizem os estudos que, após os 30 anos, a perda gradual de colágeno chega a 1% ao ano, o que gera rugas, flacidez e até a perda dos contornos da face. Além disso, alguns fatores externos contribuem para esse processo, como o contato constante com a poluição e a radiação ultravioleta. “Eles podem levar a oxidação das células por meio dos radicais livres, que são a maior fonte de degradação de colágeno”, diz o médico.
O QUE SÃO BIOESTIMULADORES DE COLÁGENO?
É aí que entram os bioestimuladores. Eles são um tratamento que promove a produção natural de colágeno e elastina no corpo. São diferentes dos preenchedores, sintetizados a partir de substâncias como o poli-l-láctico e a hidroxiapatita de cálcio.
“Ao serem injetadas na pele, essas substâncias provocam a reação dos fibroblastos, células que produzem a proteína”, explica. “Ocorre uma espécie de processo inflamatório controlado que gera a resposta natural de produção de colágeno.”
Com isso, os bioestimuladores ajudam a minimizar os efeitos do processo de degradação natural do colágeno, recuperando a firmeza e a qualidade da pele.
Um ponto positivo desse tratamento é que já existem no mercado produtos bastante versáteis, que podem ser usados tanto na pele do rosto quanto em outras áreas do corpo.
“A linha Radiesse Collection, que contém hidroxiapatita de cálcio, pode ser usada no rosto, pescoço e colo, como também nos cotovelos, na região posterior e interna das coxas, nos glúteos, no abdômen, nos braços, e é considerada um tratamento padrão ouro para as mãos, sendo uma excelente opção para tratar essa área” continua.
A vantagem é que, nesse caso, o produto é biocompatível e bioabsorvível, ou seja, é composto de substâncias que já existem no nosso corpo e que serão integradas aos nossos tecidos.
COMO FUNCIONA A APLICAÇÃO DE BIOESTIMULADORES DE COLÁGENO?
Como esse é um tratamento injetável, ele só pode ser aplicado no consultório por um profissional de saúde habilitado – aliás, recentemente indicamos aqui alguns dos melhores profissionais para esse caso.
“Os procedimentos são realizados com cânulas ou microagulhas, a depender do produto e do protocolo que o profissional segue, injetados na derme profunda”, continua o Dr. Daniel.
A avaliação médica, aliás, é imprescindível para determinar a quantidade de sessões e também o produto a ser aplicado na pele. Esses dois pontos variam segundo a necessidade e os objetivos de cada paciente – por isso, não existe uma receita que abrange todas as pessoas. “É importante buscar um profissional de confiança para definir o protocolo e garantir a segurança na aplicação”, explica.
Também é preciso atenção e acompanhamento por conta das contraindicações: os bioestimuladores de colágeno não são indicados para as regiões ao redor dos olhos e da boca – nesses casos, os fios de PDO são os mais indicados.
“Além disso, são contraindicados para pacientes com doenças autoimunes em atividade e nos casos de infecção ou inflamação no local da aplicação. Também não podem ser realizados em gestantes ou mulheres que estejam amamentando”, alerta.
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Pneumonia comunitária: o que é, sintomas e tratamento
A pneumonia comunitária é um tipo de infecção e inflamação dos pulmões que é adquirida da comunidade, sendo causada principalmente pela bactéria Streptococcus pneumoniae. Entenda o que é a pneumonia comunitária, quais os sintomas, como é feito o diagnóstico e como tratar.
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Como aliviar o enjoo com gengibre
Enjoo é um desconforto no estômago que te dá a sensação de que irá vomitar. Existem inúmeras causas por trás do enjoo, por exemplo, gravidez, viagem, enxaqueca e quimioterapia. Se o enjoo for muito frequente, é importante descobrir sua causa e tratar. Até lá, você pode contar com a ajuda do gengibre para aliviar esse desconforto.
Conheça as propriedades do gengibre e veja como utilizá-lo para aliviar o enjoo.
Propriedades do gengibre
O gengibre é uma planta originária da China e da Índia, muito conhecida por sua raiz ser comestível e possuir um sabor picante.
O gengibre é muito versátil na culinária, podendo compor pratos doces e salgados, bebidas diversas, como chás e sucos, e condimentos. Também pode ser encontrado na forma de comprimidos, cápsulas e extrato líquido.
Há muitos anos, o gengibre tem sido usado pela medicina alternativa desenvolvida na China e na Índia (Ayurveda), para tratar diversos problemas de saúde, como:
- Enxaquecas
- Dores musculares e reumáticas
- Constipação intestinal (prisão de ventre)
- Estimulante do apetite
- Desconfortos digestivos: enjoo e vômitos
O gengibre é capaz de aliviar a sensação de enjoo devido ao seu efeito antiemético, que é o mesmo dos medicamentos para enjoo.
Ele promove o aumento dos movimentos peristálticos, que são os movimentos involuntários que os músculos do nosso sistema digestivo fazem, para que a digestão aconteça. Ele também aumenta o tônus gástrico, que é a contração do estômago, impedindo que o refluxo ocorra.
Os pesquisadores que se dedicaram a encontrar uma dose ideal diária de gengibre ficaram entre 0,5 a 1,5 gramas da raiz seca.
A raiz do gengibre é eficaz na redução do enjoo de pacientes que estão fazendo quimioterapia. Estudos mostraram que o gengibre também é eficaz no combate ao enjoo da gravidez, e não aumenta os riscos do bebê nascer com anomalias, baixo peso ou provocar aborto.
Mas, ainda não há informações seguras quanto à dosagem adequada, a duração apropriada do tratamento e se ocorrem interações com medicamentos. Por isso, as gestantes devem sempre consultar seu médico ou médica antes de usá-lo, para que sejam instruídas quanto à possibilidade de uso e sua dose.
A única contraindicação é para pessoas que fazem tratamento com anticoagulantes, que são os medicamentos conhecidos por afinar o sangue.
Como aliviar o enjoo com o gengibre
Há muitas formas de usar o gengibre para aliviar o enjoo, especialmente na forma de chá, suco e shot. Mas você também pode usar o gengibre na água que você vai beber ao longo do dia ou acrescentá-lo às suas refeições.
Outra opção de uso do gengibre para aliviar o enjoo é na forma de cápsulas, encontrada em lojas de produtos naturais.
Chá de gengibre
Para usar o gengibre na forma de chá, você vai precisar:
Ingredientes
- Um pedaço de gengibre, em torno de 5 cm.
- 1 xícara e meia de chá de água, que equivale a 360 mL.
- Açúcar, mel ou adoçante à gosto (opcional).
Como preparar
- Lave bem o gengibre, utilizando uma escovinha para lavagem de legumes.
- Seque e corte o gengibre em fatias finas.
- Leve a água e o gengibre ao fogo médio.
- Quando levantar fervura, abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais 5 minutos.
- Desligue o fogo, tampe a caneca e deixe descansar por 2 minutos.
- Coe o chá e, se preferir, adoce.
Suco de gengibre
Se você prefere uma opção fresca e doce, você pode fazer um suco de gengibre com maçã:
Ingredientes
- 1 xícara e meia de chá de água gelada.
- Um pedaço de gengibre, sem a casca.
- 1 maçã média sem as sementes e com a casca.
- 1 colher de chá de canela (opcional).
- Açúcar, mel ou adoçante à gosto (opcional).
Como preparar
- Lave bem o gengibre e a maçã.
- Tire a casca do gengibre e as sementes da maçã. Se você não gostar da casca da maçã, também pode retirá-la.
- Coloque os ingredientes no liquidificador, juntamente com a água.
- Polvilhe a canela e adoce, se desejar.
Água saborizada com gengibre
Para esta receita refrescante, você pode usar água com ou sem gás.
Ingredientes
- 1 litro de água filtrada.
- 4 a 5 rodelas de gengibre ou 2 colheres de sopa de gengibre ralado.
Como preparar
- Lave bem a casca da raiz de gengibre e corte-a em rodelas, ou rale a raiz até preencher 2 colheres de sopa.
- Acrescente o gengibre à água.
- Leve à geladeira por aproximadamente 30 minutos.
- Beba a água ao longo do dia.
Shot de gengibre
Uma receita simples, que pode trazer um alívio rápido para o enjoo é o shot de gengibre.
Ingredientes
- 50 mL de água filtrada.
- Gengibre ralado.
- Suco de 1 limão.
Como fazer
- Rale uma quantidade equivalente a uma colherzinha de chá de gengibre.
- Coloque o gengibre ralado na água e adicione o suco de limão.
- Beba imediatamente após o preparo.
Gari shoga (conserva de gengibre japonesa)
Se você prefere comer gengibre juntamente com a sua refeição, você pode fazer o gari shoga, uma conserva agridoce de gengibre.
Ingredientes
- Gengibre: você define a quantidade que deseja preparar.
- Vinagre de arroz ou vinagre branco: o suficiente para cobrir o gengibre.
- Açúcar: mesma quantidade que você usar de vinagre.
- Sal
Como preparar
- Descasque o gengibre e corte-o em fatias.
- Deixe as fatias de molho na água por 30 minutos, para tirar o excesso do sabor ardido.
- Se desejar que a conserva fique com sabor ainda mais suave, após os 30 minutos, ferva o gengibre em água quente por 5 minutos.
- Escorra a água numa bacia, usando uma peneira. Dica: você pode congelar essa água para aproveitá-la numa receita de chá ou sopa.
- Coloque as fatias de gengibre numa panela.
- Cubra as fatias com vinagre de arroz ou vinagre branco.
- Acrescente o açúcar, utilizando a mesma quantidade que você usou de vinagre.
- Acrescente 1 pitada de sal.
- Mexa bem e leve ao fogo baixo.
- Quando levantar fervura, deixe por mais 5 minutos.
- Depois que esfriar, já pode ser consumido.
- Armazene na geladeira, em um pote fechado.
Tempero para salada
Outra forma de acrescentar o gengibre fresco nos alimentos é no tempero para saladas.
Ingredientes
- Meia cabeça de repolho, cortada em tiras finas.
- Um pedaço de gengibre ralado, sem a casca.
- 4 colheres de sopa de azeite extra virgem.
- 4 colheres de sopa de vinagre.
- Sal e pimenta à gosto.
Como fazer
- Rale o repolho em tiras finas e coloque-o numa vasilha.
- Descasque e rale o gengibre.
- Acrescente o gengibre à mistura de azeite, vinagre, sal e pimenta.
- Mexa bem e tempere a salada de repolho.
Bala de gengibre
Uma forma fácil de aliviar o enjoo é chupar balas de gengibre, que podem ser encontradas em farmácias, mercados, ou você pode fazer uma receita em casa.
Ingredientes
- 6 colheres de açúcar refinado
- 6 colheres de sopa de água
- 100 g de gengibre picado
Como fazer
- Lave e pique o gengibre, com a casca, em pedaços pequenos.
- Coloque o gengibre em uma panela e adicione o açúcar e a água.
- Misture os ingredientes levemente.
- Leve ao fogo baixo por, aproximadamente, 10 minutos. A água irá secar e o açúcar irá desgrudar da panela. Durante esse período, não mexa os ingredientes.
- Passados os 10 minutos, comece a mexer a mistura, suavemente, com uma colher de pau, até dar o ponto crocante.
- Coloque em um prato de vidro e espere esfriar. Não é preciso untar o prato.
Cápsulas de gengibre

As cápsulas de gengibre são mais conhecidas pelo seu efeito termogênico, usadas para auxiliar no emagrecimento. Mas, elas também podem ser usadas para aliviar o enjoo.
A indicação é consumir de 1 a 2 cápsulas por dia, ou de acordo com a indicação do rótulo do suplemento, ou de seu médico.
Fontes e referências adicionais
- The Effectiveness of Ginger in the Prevention of Nausea and Vomiting during Pregnancy and Chemotherapy, Integrative Medical Insights, 2016 Mar;11:11-17.
Você prefere beber ou comer gengibre? Qual receita você pretende testar para aliviar o enjoo? Comente abaixo!
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5 melhores chás para ressaca
Após uma noitada com os amigos, é certo que alguns dos sintomas da ressaca como dor de cabeça, fraqueza, cansaço, náusea e vômito vão aparecer. Se você procura algo para aliviar esse momento tão incômodo, não deixe de conhecer os chás para ressaca.
Embora esperar o tempo passar seja a única cura certa para o problema e ainda não haja comprovação de estudos quanto aos remédios naturais para ressaca, um bom chá pode ajudar uma pessoa a sentir-se melhor enquanto experimenta os sintomas.
5 chás para ressaca
1. Chá de gengibre com limão
Não é de hoje que o gengibre é famoso por ser um remédio natural para a náusea. Assim, se após beber além da conta, a náusea te atacar, o chá de gengibre pode ser uma boa opção de chá para ressaca.
No entanto, em vez de tomar o gengibre puro, a sugestão é incluir um pouco de limão e mel para deixar a bebida mais saborosa e docinha. Conheça receitas de chá de gengibre com limão.
2. Chá de camomila
Ao mesmo tempo em que pode causar fadiga, a ressaca também pode prejudicar o sono de algumas pessoas. É justamente por isso que o chá de camomila pode funcionar como um chá para ressaca.
Afinal, ele é bem conhecido por suas propriedades relaxantes. A camomila possui a apigenina, um antioxidante que se liga a certos receptores no cérebro, podendo ajudar a promover a sonolência.
Embora sejam necessários mais estudos para saber quais realmente podem ser os efeitos da erva em relação ao sono, recorrer ao tradicional chazinho quando a ressaca estiver te atrapalhando a dormir não deixa de ser uma boa ideia. Aprenda como fazer o seu chá de camomila.
3. Chá de erva-doce e hortelã
A terceira opção da nossa listinha de chás para ressaca combina a erva-doce com a hortelã e promete ajudar a evitar o vômito e a diminuir a náusea.
Para fazer a bebida, ferva uma colher de café de sementes frescas de erva-doce com uma colher de café de folhas frescas de hortelã e 500 ml de água. Então, desligue o fogo, tampe a panela ou abafe até o chá ficar morno. Coe e beba o chá sem adoçar.
No entanto, não é todo mundo que se dá bem com a bebida: quem sofre com gastrite e úlcera deve evitar a erva-doce e a hortelã.
4. Chá de espinheira-santa e melissa
A combinação entre espinheira-santa e melissa é um chá para ressaca recomendado para amenizar o sintoma da azia, que também pode dar as caras durante a ressaca.
Para fazer a bebida, ferva duas colheres de sopa de folhas secas de espinheira-santa com três colheres de sopa de folhas frescas de melissa e um litro de água. Então, desligue o fogo, tampe a panela e deixe amornar. Depois, coe e tome o chá.
5. Chá gelado desintoxicante
Se você mora em um local onde faz calor, uma boa opção de chá para ressaca pode ser o chá gelado com propriedades desintoxicantes. Ele é feito com dente-de-leão, alcachofra e flor de hibisco.
Para preparar a receita, você vai precisar de uma colher de sopa de raiz e folha e dente-de-leão, uma colher de sopa de folha de alcachofra, duas colheres de sopa de flor de hibisco, um litro de água e pedras de gelo.
Em primeiro lugar, leve a água para ferver e quando as bolhinhas começarem a aparecer, desligue o fogo. Então, adicione as ervas e abafe. Deixe em infusão (imersas na água quente) por 10 minutos. Espere esfriar e sirva com gelo.
Cuidados com os chás para ressaca
Para quem tem algum problema ou condição especial de saúde, já é idoso ou toma algum medicamento, suplemento ou remédio natural, recomenda-se consultar o médico antes de testar um dos chás para ressaca.
Mas, mesmo se esse não for o seu caso, não exagere na quantidade dos chás para ressaca, pois tudo em excesso faz mal.
Além dos chás para ressaca: o que mais você pode fazer
Enquanto estiver de ressaca, também é muito importante que você beba bastante água para evitar a desidratação. Além disso, se for possível, descanse e durma para compensar a fadiga que você provavelmente estará sentindo.
Outra dica é comer alimentos leves como torradas e bolachinhas de água e sal, que caem melhor no estômago e melhoram os níveis de açúcar no sangue, que poderão estar baixos.
Do mesmo modo, um caldo ou sopa também é algo interessante de se incluir na alimentação durante a ressaca, pois eles ajudam a repor o potássio e o sal que o corpo perdeu. Conheça outros alimentos bons para ressaca.
Fora isso, o jeito é ter paciência. Afinal, o corpo precisa de tempo para se livrar das substâncias tóxicas do álcool, se reidratar, recuperar os tecidos e restaurar suas funções e atividades a um nível normal.
Fontes e referências adicionais
- Hangovers – Mayo Clinic
- Hangover: Symptoms, Remedies, Cure, Prevention – Cleveland Clinic
Bebeu demais e o corpo está sofrendo? O que acha de experimentar algum destes chás? Comente abaixo se conhece mais alguma dica!
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H. pylori: o que é, como se pega, sintomas e tratamentos
A infecção pela bactéria H. pylori afeta o estômago e pode provocar inflamação, levando ao desenvolvimento de gastrite e úlceras. Os principais sintomas são barriga inchada, queimação e dor na boca do estômago. Vários exames podem detectar a presença da bactéria, permitindo o encaminhamento ao tratamento com antibióticos e remédios para o estômago.
A H. pylori rompe e penetra a camada mucosa protetora que temos no estômago, permitindo que os ácidos presentes nesse órgão machuquem a parede estomacal, promovendo inflamação e feridas.
Apenas 20% das pessoas que têm a bactéria manifestam sintomas e precisam ser tratadas. O tratamento é medicamentoso, mas também envolve mudanças de hábitos alimentares.
Veja mais detalhes sobre a H. pylori, como se pega, os principais sintomas e como é feito o tratamento.
H. pylori: o que é?
A Helicobacter pylori ou H. pylori é uma bactéria que se aloja no estômago e ataca a camada de muco que protege a parede do órgão contra os ácidos produzidos para a digestão dos alimentos.
Ela se aloja dentro dessa camada, ficando protegida contra a ação dos ácidos e produz substâncias que lhe dão energia para sobreviver nesse ambiente.
A presença e a ação da H. pylori na parede do estômago ativa o nosso sistema de defesa, que é o sistema imunológico. A resposta inicial desse sistema é a inflamação, que pode dar origem à gastrite. Essa condição de saúde pode ser causada por vários fatores, dentre eles, a bactéria H. pylori.
As feridas causadas na parede do estômago podem dar origem a úlceras gástricas e duodenais, que provocam dores intensas e sangramento. A H. pylori também é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de estômago e de linfoma do tipo MALT.
Como se pega a H. pylori?
Uma pessoa pode pegar a bactéria H. pylori pela ingestão de água e alimentos contaminados e pela saliva. Por isso, é comum pessoas da mesma família serem portadoras da bactéria, pois tendem a compartilhar copos e talheres.
A bactéria está presente, principalmente, em ambientes onde falta saneamento básico, em que a população não tem acesso aos serviços de tratamento de água e esgoto.
A melhor forma de se prevenir é não compartilhar utensílios pessoais e lavar as mãos após ir ao banheiro e antes das refeições.
Sintomas causados pela H. pylori
Mais de 50% da população mundial é portadora da H. pylori, mas a maioria não manifesta sintomas. Os motivos pelos quais a maioria é assintomática ainda não está claro.
Quando a H. pylori provoca sintomas, eles são parecidos com os de várias doenças do estômago e intestino, por isso é importante realizar uma consulta médica, para investigar se a causa de tais sintomas é a bactéria H. pylori.
De modo geral, as pessoas têm sintomas de gastrite:
- Dor na parte superior do abdômen ou “na boca do estômago”.
- Distensão abdominal, que é a barriga inchada, após as refeições.
- Queimação e azia
- Náuseas e vômitos
- Arrotos frequentes
- Refluxo
- Gases
- Falta de apetite
- Saciedade rápida, mesmo após ingerir pouca comida.
- Perda de peso não intencional
- Sangue no vômito e nas fezes
- Anemia
Veja mais detalhes sobre os sintomas que a H. pylori pode causar e quando procurar um médico.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico da H. pylori é feito com alguns exames, como a endoscopia com biópsia e a detecção respiratória de gás carbônico.
Na endoscopia com biópsia é feita a retirada de um pequeno fragmento do tecido do estômago ou duodeno, para análises microscópicas em laboratório que permitem identificar a presença da bactéria H. pylori.
Uma das substâncias que a bactéria produz no estômago é o gás carbônico a partir da uréia do suco gástrico, que pode ser detectado por meio do teste de detecção respiratória.
Exames de sangue, para detecção de anticorpos contra a bactéria, e de fezes, para a detecção de antígenos da bactéria, também podem ser solicitados para verificar se os sintomas gástricos estão sendo causados pela H. pylori.
Tratamento medicamentoso para H. pylori
O objetivo do tratamento é combater a bactéria e reduzir a produção de ácidos estomacais. O tratamento com remédios é indicado apenas quando há manifestação de sintomas ou histórico familiar de câncer no estômago.
O tratamento é feito com antibióticos, que pode ser claritromicina, metronidazol ou amoxicilina e inibidores de bomba de prótons, como o omeprazol, pantoprazol, lansoprazol e o rabeprazol. Esses ativos podem ser combinados em blisters, como o Pyloripac. Em alguns casos, o médico prescreve subsalicilato de bismuto, um antiácido estomacal, para tratar os sintomas.
O tratamento com antibióticos dura em torno de 7 a 14 dias. Os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos incluem:
- Diarreia ou constipação intestinal
- Dor de cabeça
- Alteração do paladar
- Náuseas
- Língua e fezes escuras
A eliminação da bactéria com o tratamento provoca a cura das úlceras que tenham sido causadas pela ação desse microrganismo.
Se a pessoa tiver o linfoma do tipo MALT localizado apenas no estômago, o tratamento com os antibióticos é capaz de promover a regressão da doença, na maior parte dos casos.
Dieta para quem tem H. pylori
Associado aos medicamentos, são necessárias algumas mudanças nos hábitos alimentares, para que o tratamento seja eficaz. Isso envolve deixar de consumir alguns alimentos e aumentar o consumo de outros.
Evitar certos tipos de alimentos ajuda a reduzir a produção de ácidos estomacais e controlar a proliferação da bactéria que, consequentemente, diminui a resposta inflamatória e os sintomas associados.
O que evitar
- Alimentos muito condimentados e apimentados
- Alimentos industrializados
- Carnes gordurosas
- Carnes embutidas
- Frutas ácidas, como laranja, limão e acerola, enquanto estiver com os sintomas.
- Cafeína
- Leite
- Bebidas alcoólicas
O que comer
- Frutas e vegetais ricos em vitamina C
- Alimentos ricos em gordura poli-insaturada (ômega-3)
- Grãos integrais
- Probióticos
Veja algumas listas com sugestões sobre o que comer com H. pylori e o que evitar.
Fontes e referências adicionais
- A erradicação do Helicobacter pylori, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde – Brasil, 2007 Ago; 4(9): 1-6.
- What is H. pylori?, WebMD
Você tem quais dos sintomas citados? Pretende fazer um exame para saber se tem a bactéria? Quais alimentos você pensa em retirar do seu cardápio? Comente abaixo!
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Como fazer suco de inhame – 6 receitas e dicas
Quem conhece os benefícios do inhame provavelmente já usou o alimento ao menos uma vez nas suas refeições. Mas, se você é daqueles que não vai muito com a cara do vegetal, saiba que aprender como fazer suco de inhame pode facilitar o seu consumo.
Além disso, outra vantagem da receita é que a bebida pode ajudar a reforçar a dieta de quem está de cama e não anda muito disposto para comer. Então, o que acha de conhecer algumas opções de suco de inhame?
Veja também: Benefícios do Inhame – Para que serve e como usar
Como fazer suco de inhame – 6 receitas
1. Suco de inhame com maçã e gengibre
Ingredientes
- ½ inhame pequeno descascado e cortado em pedacinhos
- 1 maçã pequena picada
- 1 rodela de gengibre fresco
- 1 colher de sopa de suco de limão (espremido da fruta na hora)
- 1 1⁄2 xícara de água filtrada gelada.
Modo de preparo
Coloque o inhame no liquidificador. Então, esprema o limão até dar uma colher de sopa do suco e junte ao inhame no liquidificador. Bata por dois a três minutos. Logo depois, adicione a maçã e o gengibre e bata novamente muito bem até o suco ficar bem homogêneo.
2. Suco de inhame com limão
Ingredientes
- 1 xícara de inhame descascado e cortado em cubos
- ½ suco de limão (espremido da fruta na hora)
- 500 ml de água.
Modo de preparo
Ponha o inhame no liquidificador e esprema o suco da metade de um limão por cima. Logo após, complete com a água e bata até o suco ficar bem homogêneo.
3. Suco de inhame com laranja
Ingredientes
- 1 inhame pequeno descascado e cortado em cubos
- 2 laranjas descascadas e cortadas
- 400 ml de água.
Modo de preparo
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata por no mínimo três minutos, até o suco ficar bem homogêneo.
4. Suco de inhame com aipo e beterraba
Ingredientes
- 1 inhame pequeno descascado e picado
- 1 maço de aipo picado
- 1 beterraba pequena
- 1 limão com casca cortado ao meio
- Água a gosto.
Modo de preparo
Junte o aipo e o limão com casca e tudo no liquidificador. Então, acrescente o restante dos ingredientes e bata bem até o suco ficar uniforme.
5. Suco de inhame com banana e chia
Ingredientes
- 1 inhame pequeno descascado e picado
- 1 banana pequena picada
- 1 colher de chia
- 200 ml de água.
Modo de preparo
Junte a água, o inhame e a banana no liquidificador. Logo depois, bata bem até ficar homogêneo. Então, transfira o suco para um copo, adicione a chia e misture bem com uma colher.
6. Suco verde com inhame
Ingredientes
- 2 rodelas de inhame
- 1 colher de sopa de sementes de linhaça.
- 2 folhas de couve
- 2 rodelas de abacaxi
- 2 folhas de rúcula
- 2 rodelas de pepino.
Modo de preparo
Reúna todos os ingredientes no liquidificador e bata bem até obter um suco homogêneo.
Mais dicas importantes
Para que sejam saudáveis, as receitas não levam açúcar. Mas, elas contam com a presença de frutas que ajudam a deixar a bebida mais agradável. Para que a bebida fique mais geladinha e refrescante, você ainda pode finalizar com pedrinhas de gelo ao servir.
No entanto, fique de olho: ao preparar os sucos, não use o inhame taro. Isso porque ele não deve ser consumido cru, já que pode provocar queimação no estômago ou diarreia.
Além disso, higienize muito bem o inhame e demais ingredientes que utilizar na sua receita de suco de inhame para evitar algum tipo de contaminação.
Os benefícios
O inhame é fonte de nutrientes bem importantes para a saúde. Por exemplo: carboidratos, fibras, vitaminas do complexo B, antioxidantes como vitamina C e minerais como cobre, potássio, magnésio, ferro, fósforo e cálcio.
Famoso por ter ação desintoxicante e depurativa, o inhame pode contribuir com a eliminação de toxinas do sangue. Ao mesmo tempo, por conta das suas vitaminas do complexo B e da presença de vitamina C na sua composição, algumas pessoas usam o suco de inhame para ajudar a imunidade.
Entretanto, é preciso destacar que o suco de inhame não é uma bebida milagrosa ou que pode curar doenças. Ela fornece nutrientes importantes para ajudar na manutenção de uma boa saúde.
Aliás, lembre-se que para manter uma boa saúde, é importante não usar apenas o inhame, mas cuidar para que toda a dieta seja saudável, equilibrada e sem excessos.
Do mesmo modo, quem está doente e quer reforçar a alimentação com o suco de inhame não pode deixar de seguir todo o tratamento que o médico recomendou para poder se recuperar sem maiores problemas.
Para aproveitar os nutrientes do inhame, não coe e beba imediatamente
Não adianta muita coisa aprender como fazer suco de inhame direitinho, se não for possível aproveitar os nutrientes do alimento, não é mesmo? Afinal, é por conta deles que a bebida pode trazer benefícios.
Em primeiro lugar, uma dica bem importante é não coar o suco. Isso porque quando se coa a bebida, as fibras dos seus ingredientes vão embora, o que torna o suco menos saudável.
Além de serem importantes para a digestão, as fibras são um tipo de carboidrato que o organismo não digere e que faz com que a absorção dos outros carboidratos seja mais lenta, reduzindo seu índice glicêmico.
Por outro lado, sem as fibras, um suco fica com muitos carboidratos de rápida absorção. Essa absorção mais rápida de carboidratos gera picos nos níveis de açúcar no sangue, que resultam em picos de insulina.
A saber, a insulina é um hormônio que estimula as células a absorver a glicose (açúcar) do sangue para usá-la como energia ou armazená-la em outra região do corpo, o que pode ocorrer na forma de gordura. Ou seja, insulina demais pode significar mais gordura.
Nesse sentido, as coisas pioram se além de perder as suas fibras, o suco for adoçado qualquer tipo de açúcar ou mel. Aprenda como usar o suco na dieta e entenda mais sobre isso.
Em segundo lugar, para não desperdiçar outros nutrientes do suco, é importante consumir a bebida imediatamente após o preparo. Portanto, vale a pena fazer apenas a quantidade de suco que você for beber na hora.
No entanto, se mesmo assim sobrar um pouco da bebida, coloque o suco dentro de um recipiente escuro, tampe muito bem e deixe na geladeira.
Você já provou algum suco de inhame? Sabia que existem benefícios dessa bebida exótica para a saúde? Comente abaixo!
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Melhores pomadas para herpes labial e como usar
Está tudo indo bem, o dia está lindo e você está com bastante ânimo, até que se olha no espelho e descobre que apareceu uma herpes na sua boca? E agora? O que fazer? Bem, correr atrás de uma das pomadas para herpes labial pode ajudar.
Embora não exista uma cura para a doença, o tratamento pode ajudar a controlar as crises de herpes labial. Além disso, remédios e pomadas antivirais podem acelerar a cicatrização das feridas.
Pomadas para herpes labial
Sem tratamento, as feridas da herpes labial podem levar entre duas a quatro semanas para desaparecer. Entretanto, quem não quiser esperar todo esse tempo pode usar uma pomada antiviral. Conheça algumas opções de pomadas para herpes labial na listinha a seguir:
Aciclovir
Ele pode ser usado na primeira vez em que a ferida da herpes labial aparecer e nas próximas vezes em que ela ressurgir. O aciclovir é um agente viral bastante ativo contra o vírus que causa a doença, bloqueando os seus mecanismos de multiplicação.
O remédio deve ser aplicado nas lesões que já existem ou que estão surgindo, preferencialmente, no início da infecção, desde os primeiros sintomas como ardor ou sensação de queimação.
No caso da recorrência da ferida, a bula recomenda passar a pomada antes do aparecimento dos primeiros sinais clínicos ou aos primeiros sintomas de lesão. Mas, o tratamento também pode começar em estágios mais avançados, quando já há elevações na pele.
Como usar
A bula indica passar a pomada cinco vezes ao dia, em intervalos de cerca de quatro horas. O tratamento deve continuar por pelo menos quatro dias.
Caso não ocorra a cicatrização, a orientação da bula é continuar a usar a pomada por mais cinco dias. No entanto, se a lesão não sumir após 10 dias, você deverá consultar o médico.
Cuidados
Gestantes e mulheres que amamentam devem usar aciclovir apenas sob orientação do médico, que avaliará se os benefícios do tratamento com a pomada são maiores que os possíveis riscos.
Ao mesmo tempo, quem tem alguma doença que afeta o sistema imune, como HIV, teve transplante de medula óssea e/ou pretende ficar grávida também precisa consultar o médico antes de usar aciclovir.
Penciclovir
Outra das pomadas para herpes labial é o penciclovir, que você pode encontrar nas farmácias com o nome de penvir lábia.
Penciclovir é indicado para o tratamento da doença por ser um agente antiviral que apresenta atividade inibitória contra o vírus que provoca a herpes labial. No entanto, o seu uso é adulto e a partir dos 12 anos de idade.
A recomendação é iniciar o tratamento com penvir lábia/penciclovir o mais rápido possível, logo que a infecção se manifestar.
Como usar
A pomada deve ser aplicada de quatro em quatro horas, contando apenas o período em que o paciente não estiver dormindo. Deve-se passar penciclovir apenas nos lábios e em volta da boca.
A orientação é retirar a tampa protetora e passar a pomada na área a ser tratada mantendo uma certa distância, sem deixar que o bico do remédio encoste na ferida para não contaminá-la.
Cuidados
A bula da pomada alerta que grávidas e mulheres que amamentam só devem usar o medicamento sob orientação médica e se os benefícios forem superiores aos possíveis riscos.
Além disso, pacientes gravemente imunocomprometidos, como as pessoas com AIDS ou que receberam transplante de medula óssea, também devem consultar o médico sobre o uso de penciclovir.
Dermacerium
A terceira das pomadas para herpes labial da nossa lista é dermacerium (sulfadiazina de prata + nitrato de cério), um agente antimicrobiano, antiviral e cicatrizante.
A ação do medicamento inicia no momento da aplicação na área afetada. Em resumo, o remédio pode auxiliar a aliviar sintomas como coceira e sensação de queimação nos lábios e a prevenir a infecção da bolha ou ferida.
Como usar
A indicação da bula é passar uma camada da pomada sobre a lesão três vezes ao dia até ela cicatrizar por completo.
Cuidados
Por outro lado, Dermacerium é contraindicado para crianças prematuras, bebês com menos de dois meses de idade e grávidas que estão nos três últimos meses de gestação.
Já as grávidas que estão em outras fases da gestação e as mulheres que estão amamentando devem consultar o médico sobre o uso da pomada.
Além disso, a bula orienta a consultar o médico antes de começar a usar Dermacerium caso já utilize algum outro tipo de medicamento.
Outras recomendações
Mas, há alguns outros cuidados que não se pode esquecer ao usar uma das pomadas para herpes labial. Por exemplo, você deve lavar muito bem as mãos sempre antes e depois de passar uma das pomadas para herpes labial.
Ao mesmo tempo, não esfregue a ferida e nem toque a lesão com uma toalha, para evitar o seu agravamento ou que ela passe para outra área. Outra recomendação é não misturar a pomada com outros cremes ou loções.
Não deixe ainda de ler toda a bula da pomada, para saber detalhadamente quais cuidados precisa ter. Em caso de dúvidas ou caso tenha reações ao medicamento, procure a ajuda de um profissional de saúde.
Sobre a herpes labial
A herpes labial é uma infecção causada pelo vírus Herpes simplex. A transmissão da doença pode ocorrer através de um contato próximo como beijo, sexo oral sem proteção e até mesmo aperto de mão ou abraço.
O compartilhamento de bebidas, utensílios, lâminas (tipo Gillette) e tolhas também pode transmitir a herpes labial de uma pessoa para outra. A doença é mais contagiosa quando as feridas estão vazando, mas pode haver uma contaminação mesmo que não seja possível enxergar essas feridas.
Lembra que citamos que a herpes labial não tem cura? Pois é, depois que uma pessoa tem um episódio da doença, o vírus permanece dormente nas células nervosas na pele e a ferida pode ressurgir mais tarde no mesmo lugar em que apareceu anteriormente.
Vários fatores podem provocar a recorrência da ferida da herpes labial. Por exemplo, febre ou infecção viral, estresse, fadiga, exposição à luz solar e ao vento, mudanças no sistema imunológico, lesão na pele e alterações hormonais, como as que ocorrem na menstruação.
Fontes e referências adicionais
- Cold sore – Mayo Clinic
- Consultas ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) – ANVISA
Você já utilizou alguma dessas pomadas para herpes labial? Obteve bons resultados no tratamento? Comente abaixo!
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