Transtorno depressivo persistente: o que é e como identificar? 

Desesperança, mau humor, dificuldade de concentração, baixa autoestima, aumento de cansaço e irritabilidade. Os sintomas são característicos de um quadro de transtorno depressivo maior, tipo de depressão que impacta a maioria das pessoas, mas podem indicar outro problema: o transtorno depressivo persistente. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta atualmente quase 12 milhões de brasileiros, número equivalente a 5,8% da população. Mesmo que a condição médica seja comum e crescente não só no Brasil, mas em todo o mundo, é preciso saber que há diferentes classes de depressão, e entre os tipos menos comuns e conhecidos pelas pessoas, está o transtorno depressivo persistente. 

Essa depressão se caracteriza pelo humor deprimido na maior parte do tempo e, deve-se ter no mínimo dois ou mais desses sintomas: alterações de sono e apetite, fadiga, baixa autoestima, diminuição dos níveis de concentração e sentimento de desesperança. O transtorno continua por pelo menos dois anos, durante os quais o paciente não pode se ver livre de sintomas por mais de dois meses. 

Trata-se de uma depressão crônica e a pessoa pode permanecer com o problema por anos até ir ao médico. É considerado mais grave, uma vez que pacientes com depressão persistente apresentam maiores taxas de comorbidade com outros transtornos mentais, são menos responsivos ao tratamento e mostram mais lentidão na melhora ao longo do tempo. 

A proximidade dos sintomas com outros tipos de depressão e a dificuldade de reconhecê-la por achar que os sinais estão relacionados à personalidade, são obstáculos para diagnosticar e tratar o transtorno.

A causa desse tipo de depressão ainda é desconhecida, porém estudos apontam para fatores bioquímicos, genéticos e ambientais semelhantes ao transtorno depressivo maior, como alterações anatômicas no cérebro, predisposição familiar e situações adversas que incluem momentos de estresse, acidentes, problemas financeiros, entre outros. 

O primeiro passo para o tratamento consiste em procurar um especialista e fazer um diagnóstico preciso. Com base na gravidade dos sintomas, perfil do paciente, tratamentos anteriores, problemas emocionais associados, estilo de vida, entre outras características, o profissional poderá indicar o tratamento mais adequado. 

Respondido por:

CAMILA PUERTAS. Psicóloga graduada pela PUC-CAMPINAS, pós-graduada em Psicoterapia Psicanalítica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e especialista em Psicoterapia Psicodinâmica dos Transtornos da Personalidade pela mesma instituição. Foi psicóloga pesquisadora de 2018 a 2019 na Clínica de Cetamina Unifesp Psiquiatria e Psicologia Médica da UNIFESP e atualmente atende na clínica Remind e é mestranda do Programa de Pós Graduação de Psiquiatria e Psicologia Médica da UNIFESP. 

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O resultado do teste de gravidez de farmácia geralmente é bastante fiável, no entanto existem alterações no ciclo menstrual da mulher, que podem causar várias dúvidas, especialmente quando o teste de gravidez dá negativo mas a menstruação continua sem aparecer. Veja quais os motivos mais comuns para um resultado falso.
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Dor no lado direito do peito: 7 causas comuns (e o que fazer)

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A dor no peito do lado esquerdo pode ser um sinal de problemas no coração, mas também pode indicar condições menos graves, como excesso de gases intestinais, refluxo ou uma crise de ansiedade. Veja as 6 principais causas deste tipo de dor e o que fazer em cada situação.
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Os treinos de costas e ombros deveriam ser seus melhores amigos

Nós, mulheres, costumamos ter um sonho quando o assunto é musculação: termos as pernas perfeitamente definidas e o famoso bumbum na nuca. Por isso, é comum deixarmos de lado o treino dos membros superiores – o queridinho dos homens! Mas, hoje, vamos entender melhor porque nós também deveríamos priorizar esses exercícios, mesmo com um objetivo tão certo em mente. 

POR QUE TREINAR OMBROS E COSTAS? 

Pense conosco: os ombros e as costas são a base de sustentação da sua postura. Ou seja, essas são musculaturas necessárias para a sustentação dos braços e da cabeça. Os músculos das costas também são vitais para a sustentação da coluna, tanto como um elemento protetor, como meio de locomoção. Da mesma forma, a musculatura dos ombros permite a amplitude de movimento dos braços. 

“Costas fracas são sinônimo de alerta”, explica o personal trainer Giulliano Esperança, “de problemas biomecânicos sérios, dores e chance aumentada de lesão.”

Quando os ombros são fracos, isso significa também braços fracos e a impossibilidade de exercer a função adequada e correta dos membros superiores. Cada uma de nós, com certeza, sabe o que é precisar carregar uma caixa ou uma sacola mais pesada e perceber que não existe força o suficiente para chegar no destino sem entrar em desespero com o peso. 

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BENEFÍCIOS DOS TREINOS DE COSTAS E OMBROS

Com tudo o que foi dito até agora é possível entender porque treinar costas e ombros é tão importante, independentemente do seu objetivo pessoal com a musculação. 

Para Giulliano, alguns dos principais benefícios da prática são a plenitude, a longevidade e a independência. “Todos os músculos são importantes”, diz. “A falta de qualquer um pode gerar grandes prejuízos. Costas e ombros são base para os movimentos de tronco, seja para levantar um filho no colo, seja para escovar os dentes e até para escrever.”

Quem sofre com dores posturais – como o pescoço que dói depois de um dia de trabalho, ou a lombar dolorida pelo tempo sentado, pode se beneficiar da prática, já que fortalecer essa musculatura não só protege contra as dores como melhora a postura, por si só. 

Um ponto de atenção, no entanto, é a intensidade desses exercícios, ou a “falta de gentileza para os que treinam”, como diz Giulliano. “Entre o 0 e o 100, temos 100 possibilidades de esforço e todo mundo possui uma característica que denomino AVA, ou seja, um Ângulo, uma Velocidade e uma Amplitude específica, capaz de melhorar os aspectos biomecânicos, metabólicos e cardiovasculares.”

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Dor no peito: 9 principais causas e quando pode ser infarto

A dor no peito e na região do tórax nem sempre é sintoma de infarto, estando quase sempre relacionada com problemas menos graves como excesso de gases, problemas gástricos ou ansiedade. Veja quando desconfiar de infarto, confira outras causas e saiba o que fazer em cada caso.
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