Histerossalpingografia: o que é, para que serve o como é feito

A histerossalpingografia é um exame de raio X feito pelo ginecologista para avaliar o útero e as trompas , buscando sinais de doenças como malformações ou trompas obstruídas que podem causar infertilidade. Entenda melhor para que serve a histerossalpingografia, como é feita, como se preparar e cuidados após o exame.
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Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica: sintomas e tratamento

A síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica é uma complicação rara, mas grave, causada pela COVID-19 em crianças, que provoca inflamação em todo corpo, com sintomas como dificuldade para respirar, diarréia ou palpitações. Entenda melhor o que é essa síndrome, seus sintomas e tratamento.
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Qual a diferença entre ter a pele seca e estar com a pele ressecada?

Quando chega o inverno, a pele sofre muito. Tanto que as descamações acontecem com frequência. Para outras mulheres, esse problema acontece no verão, principalmente depois do contato com o sol. Nesse caso, é comum dizermos que estamos com a pele ressecada. Mas e a pele seca? Onde entra nessa história? 

O QUE SIGNIFICA TER A PELE SECA

Para começo de conversa, a pele seca é um tipo de pele. “Apresenta um conjunto de traços – tendo alguns predominantes – que a faz se comportar de determinada maneira que se encaixa em características de uma pele com tendência a não reter tanta água”, explica a dermatologista Dra. Luciana Garbelini.

Essa pele também produz menos sebo, ou seja, ela é menos oleosa – o que também interfere na sua capacidade de auto-hidratação que toda pele tem e necessita para que a microbiota cutânea se mantenha equilibrada. 

COMO SABER SE TENHO PELE SECA? 

A “secura” da pele se manifesta de muitas maneiras. Dependendo do nível, é possível percebê-la visualmente. “Os pacientes costumam relatar a sensação de pele ‘rachando’”, explica a médica. “Coceira com descamação também é uma manifestação mais frequente em peles secas.”

O grande diferencial, nesse caso, é que essas queixas são recorrentes. Elas podem se intensificar de acordo com algumas situações (por exemplo, o frio extremo ou o calor exagerado) ou se manterem controladas com a ajuda do tratamento adequado. 

COMO CUIDAR DA PELE SECA? 

Repor a água do corpo é fundamental para a pele seca, seja ingerindo a quantidade de água adequada para o seu biotipo, seja com produtos com essa função, como hidratantes. 

“Além disso, a etapa de limpeza precisa ser mais leve uma vez que não há necessidade de retirar a oleosidade em excesso dessa derme por ela já não produzir tanto sebo”, continua a dermatologista. “Outro passo importantíssimo e que obrigatoriamente precisa estar na rotina de autocuidado é a aplicação de produtos de ação hidratante, sendo que itens um pouco mais densos podem ser usados nessa derme para que seja possível alcançar níveis mais significativos de reposição de água/hidratação, em decorrência das necessidades e peculiaridades dessa derme.”

Ah, mais um detalhe importante: quem tem a pele seca dificilmente deixa de tê-la com o tratamento. A pele seca continuará sendo seca ao longo da vida. Claro, ela pode sofrer algumas mudanças nesse período, mas dificilmente vai deixar de apresentar as suas características de base. Algumas doenças, como o diabetes, e o uso de alguns medicamentos, como o Roacutan, podem acarretar mudanças, mas elas não são garantidas e precisam ser investigadas com a ajuda de um médico dermatologista. 

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“Mudanças podem levar essa pele a se encaixar na categoria mista, tendo áreas com maior tendência oleosa e outras que seguem secas. Ou ainda de acordo com certas circunstâncias ou fatores externos, como o clima – por um período a pele tende para um ou outro lado. Porém, mudar radicalmente é mais difícil, já que pacientes com pele seca também podem ter predisposição genética a isso.”

O QUE É UMA PELE RESSECADA?

Vamos para o outro lado agora: uma pele seca é uma pele ressecada, mas não necessariamente uma pele ressecada é seca. O que isso significa? Que a diferença está no grau de ressecamento da pele seca, por exemplo. 

O ressecamento é uma condição da pele (ela pode estar mais ou menos ressecada) e não uma característica recorrente e que consegue ser contornada só até certo ponto. 

“O estado de ressecamento pode se instalar em todos os tipos de pele e, nesse caso, o uso de produtos com função hidratante são uma forma de solucionar a situação”, diz a médica. “Ao devolver água a derme que está pontualmente desidratada o ressecamento desaparece, diferente de uma pele seca que só mudará de características devido a possíveis fatores significativos.”

COMO SABER SE MINHA PELE ESTÁ RESSECADA? 

Você com certeza conhece os sinais: a pele fica “esbranquiçada”, com menos viço e propensa a descamação. Ela é menos elástica e mais áspera ao toque, e a irritação também pode ser uma possível manifestação.  

Essas são características que pessoas com pele seca também podem apresentar, uma vez que pacientes de derme seca já compartilham dessas características, só que em nível um pouco menor”, continua Luciana. 

COMO CUIDAR DA PELE RESSECADA?

O ressecamento é uma condição momentânea, ou seja, tratamentos pontuais são o mais indicado nesses casos, como a aplicação de cremes ou outros produtos com uma função hidratante profunda. 

Criar uma rotina de hidratação da pele faz com ela se mantenha constantemente em condições adequadas e se torne mais resistente a possíveis situações externas que levam ao ressecamento, como o contato com o sal do mar, o cloro e a exposição solar. 

“Beber uma quantidade adequada de água também influencia na hidratação da pele. Além de banhos muito quentes e uma limpeza muito intensa sem reposição posterior de hidratação serem outros fatores que interferem na pele, deixando-a mais ressecada”, finaliza. 

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Síndrome de Edwards: o que é, características, causas e tratamento

A Síndrome de Edwards, também conhecida como trissomia 18, é uma doença genética muito rara que provoca malformações graves como microcefalia e problemas cardíacos. Veja quais as características da síndrome de Edwards, porque acontece e quais as opções de tratamento.
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Diarreia: 10 principais causas (e o que fazer)

A diarreia é uma alteração relativamente comum que pode ser causada por estresse, ansiedade, intoxicação, intolerância alimentar, ou até mesmo pelo uso de alguns remédios, sendo acompanhada de outros sintomas como excesso de gases ou cólica. Conheça as principais causas da diarreia e o que fazer em cada caso.
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Pneumonia no bebê: sintomas e como deve ser o tratamento

Os principais sintomas da pneumonia no bebê são a febre acima de 38ºC, tosse com catarro e choro fácil. É importante que o bebê seja levado ao pediatra assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas sugestivos de pneumonia. Saiba mais sobre os principais sintomas de pneumonia e como tratar.
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Gripe aviária: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

A gripe aviária é uma infecção causada pelo vírus influenza A que pode provocar sintomas parecidos com os da gripe comum, como febre, mal-estar, tosse seca e coriza. Veja os outros sintomas comuns, como é feito o tratamento, como ocorre a transmissão e como se proteger da infecção.
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3 melhores exercícios de respiração diafragmática

Talvez você já tenha escutado sobre algum exercício de respiração para acalmar ou ajudar a aliviar o estresse. Mas, sabia que os exercícios de respiração diafragmática também desaceleram o batimento cardíaco e podem auxiliar a reduzir ou estabilizar a pressão arterial?

Embora ainda se discuta sobre os benefícios da respiração diafragmática, o fato do diafragma ser um músculo importante para a respiração já mostra como esses exercícios podem ser úteis.

Quando inalamos o ar, o diafragma contrai e se move para baixo. Isso gera mais espaço na cavidade do peito e permite que os pulmões se expandam. Já ao exalar, o diafragma relaxa e se move para cima na cavidade do peito.

Todo mundo já nasce sabendo como usar o diafragma para respirar profundamente. O problema é que conforme ficamos mais velhos, perdemos o costume. É bem aí que os exercícios de respiração diafragmática entram. 

O objetivo da técnica é auxiliar a usar o diafragma direitinho durante a respiração para fortalecer o músculo, reduzir o esforço da respiração ao desacelerar a frequência respiratória e diminuir a demanda de oxigênio, por exemplo.

3 exercícios de respiração diafragmática

Exercício para respiração
Você pode fazer os exercícios de respiração diafragmática deitado ou sentado

Diante disso tudo, você não pode deixar conhecer os exercícios de respiração funcionam e de aprender como fazer. Confira as opções!

1. Exercício deitado

O primeiro item da lista é a opção mais viável para quem está começando na prática dos exercícios de respiração diafragmática.

  • Deite-se de costas na cama ou em uma superfície plana. Dobre os joelhos e coloque um travesseiro ou almofada atrás da cabeça para dar um suporte a ela. Você também pode por um travesseiro ou almofada embaixo dos joelhos para apoiar as pernas.
  • Posicione uma das mãos na parte superior do peito e a outra logo abaixo da caixa torácica. Ao fazer isso, você consegue sentir o diafragma se movimentar enquanto respira.
respiração diafragmática 1
Imagem: Cleveland Clinic
  • Então, inspire lentamente pelo nariz de modo que a região da barriga se movimente contra a sua mão. Já a mão que está no peito deve ficar o mais imóvel possível.
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Imagem: Cleveland Clinic
  • Contraia os músculos da região abdominal, movendo a barriga para dentro, ao mesmo tempo em que exala o ar por meio dos lábios, que devem ficar franzidos como se você estivesse tomando algo com um canudo. A mão que está no peito deve ficar o mais imóvel possível.
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Imagem: Cleveland Clinic

2. Exercício sentado

De início, pode ser mais fácil fazer os exercícios de respiração diafragmática deitado e a posição parece combinar mais com um exercício de respiração para relaxar. No entanto, conforme for ganhando mais prática, é possível executar a técnica na posição sentada. Funciona assim:

  • Sente-se de modo confortável em uma cadeira, com os joelhos dobrados e os ombros, a cabeça e o pescoço relaxados.
  • Posicione uma das mãos na parte superior do peito e a outra logo abaixo da caixa torácica.
  • Então, inspire lentamente pelo nariz de modo que a região da barriga se movimente contra a sua mão. A mão que está no peito deve permanecer o mais imóvel possível.
  • Contraia os músculos da região abdominal, movendo a barriga para dentro, ao mesmo tempo em que exala o ar por meio dos lábios franzidos. A mão que está no peito deve ficar o mais imóvel que for possível.

Ao experimentar o exercício na posição sentada, você pode perceber que vai precisar de mais esforço para usar o diafragma direitinho. De início, é provável sentir-se mais cansado, mas com a prática, a respiração diafragmática se torna mais fácil e até automática.

3. Deitado ou sentado

  • Sente-se ou deite em uma superfície plana e confortável. De início, pode ser mais fácil fazer o exercício deitado no chão.
  • Relaxe bem os ombros. Ponha uma mão no peito e outra mão no estômago.
  • Sem forçar, inale pelo nariz até não conseguir pegar mais ar. Sinta o ar se movimentando pelas suas narinas ao abdômen, expandindo o estômago e as laterais da cintura. O peito deve permanecer relativamente imóvel.
  • Hora de franzir os lábios e então, exale lentamente o ar pelos lábios por quatro segundos e sinta o estômago contrair suavemente.

Respiração com lábios franzidos

Notou que os exercícios de respiração diafragmática pedem para exalar o ar por meio de lábios franzidos, porém, não sabe muito bem como fazer isso? Então, conhecer o passo a passo da respiração com lábios franzidos pode ajudar:

  • Relaxe os músculos do pescoço e dos ombros.
  • Inale lentamente através do nariz por duas contagens, mantendo a boca fechada. Não respire profundamente, uma respiração normal já serve. Para ajudar, você pode fazer a contagem para si mesmo, usando os dedos: inale e conte um e dois.
  • Então, chega a hora de franzir os lábios como se fosse assobiar. Exale lenta e suavemente por meio dos lábios franzidos, ao mesmo tempo em que conta até quatro. Mais uma vez, exalar e contar um, dois, três e quatro com os dedos pode ajudar.
  • Não force a saída do ar e sempre exale por mais tempo que inala. Além disso, inale e exale o ar de modo relaxado, calmo e devagar até estar completamente no controle.

Gostou das técnicas de exercícios de respiração diafragmática? Então, aproveite para conhecer também os exercícios de mobilidade e respiração para as pessoas que estão de cama e exemplos de exercício de respiração para ansiedade.

Quanto tempo por dia devo fazer os exercícios de respiração diafragmática?

Mulher respirando fundo
Vá praticando e aumentando aos poucos a frequência dos exercícios

A recomendação é começar com cinco a 10 minutos de exercícios de respiração diafragmática, três a quatro vezes por dia. Aos pouquinhos, é possível aumentar a duração do exercício ou até mesmo o esforço, colocando um livro em cima do abdômen.

Os exercícios de respiração diafragmática para doença pulmonar obstrutiva crônica

A técnica pode ser especialmente útil para quem sofre com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) porque trata-se de uma condição em que o ar fica preso nos pulmões, mantendo o diafragma pressionado para baixo. 

Com isso, os músculos do peito e do pescoço são obrigados a lidar com uma parte maior da respiração. Ao mesmo tempo, o diafragma enfraquece e trabalha com menos eficiência.

Os exercícios de respiração diafragmática podem ajudar os pacientes com DPOC a fortalecer o músculo, o que também pode resultar em uma respiração que exige menos esforço e energia.

Entretanto, quem tem a doença deve começar a fazer os exercícios de respiração diafragmática sob orientação profissional. 

Fontes e referências adicionais

Você possui problemas de respiração e pretende experimentar esses exercícios para respiração diafragmática? O que achou deles? Comente abaixo!

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