Treinamento personalizado – será que você está gastando dinheiro a mais?

Hey, folks! Um dos nossos princípios mais fortes é o da singularidade. Ele diz que todo ser humano é único. E toda experiência desse mesmo ser também é única. Esse princípio se faz verdadeiro por todos os tempos, sem nenhuma exceção. Isso mostra o quão forte ele é. Esse princípio é muito fácil de entender e constatar. Em geral, ninguém tem dúvida. Mas o que isso quer dizer na nossa prática?

O principal é que temos que reconhecer e considerar sempre essa singularidade. Que uma coisa que funcionou com uma pessoa não quer dizer que funcione com todas. Isso pode dar uma falsa ideia de que todo treino deve ser personalizado. Ou até que o treinamento personalizado seja melhor. Porém, como eu disse, isso não corresponde à verdade. Até porque, essa mesma afirmação contrariaria o próprio princípio da singularidade, afinal, se o treinamento personalizado fosse melhor para todos, não haveria singularidade nessa afirmação. Todos só poderiam preferir esse modelo, não dando espaço para uma escolha singular. Contudo, obviamente, não apenas por isso, mas principalmente pelo fato de que nenhum princípio é isolado e convive com diversos outros que por muitas vezes são antagônicos. Nesse caso, eu poderia citar dois: a similaridade e o ser social.

A similaridade vai dizer que embora sejamos singulares, também somos similares. Temos muitas características que nos definem humanos. Sendo assim, se ao invés de me basear no princípio da singularidade eu me baseasse no da similaridade, ao invés do treino personalizado, eu escolheria o treino padronizado que melhor atendesse o ser humano. Ou seja, se tem uma coisa que reconheço como melhor para um ser humano, o treino de todos os seres humanos deve contê-la. Isso torna todos os treinos iguais, compostos apenas do melhor para o ser humano. Interessante como várias vezes, para entender um ponto, o melhor caminho é levar um conceito ao extremo.

Quero agora acrescentar um outro elemento para a discussão. O ser social. Como sempre digo, se trabalho com ser humano tenho que ser expert em ser humano. Logo, gasto muito do meu tempo em estudos sobre o ser humano. E uma coisa emerge com muita força: o ser social. O ser humano é social por natureza. Ao longo de toda a história da humanidade nós formamos grupos, comunidades, sociedades, cidades, países. Nós nos conectamos com a humanidade do outro mesmo quando sequer o conhecemos. Até com seres humanos que não existem, e sabemos disso, nos conectamos.

Quantas vezes não nos sentimos mal com uma cena de tortura em um filme? Ou temos ódio do vilão do seriado (essa foi para você, Sr. Aethelhelm). Isso nos mostra que somos sociais e conectados em corpo, mente e espírito. E até em ficção. E que isso é muito forte. Nós crescemos e nos desenvolvemos em comunidade. Toda caminhada do ser humano na Terra foi com a interação, apoio e até julgamentos e críticas dos outros. Crescemos e nos desenvolvemos com, e através do outro. Inclusive, apenas nos reconhecemos verdadeiramente no outro. Assim somos nós. Assim somos 3Dimensionais. Assim devemos estruturar nossos modelos de trabalho, equilibrando todos os princípios.

Mas como vemos por aí? De maneira geral o que vemos são apenas duas formas. Ou uma aula de personal training, em teoria superespecializada, ou o modelo que aqui vamos chamar de aula geral de um professor e o máximo de alunos possível, sem nenhuma conexão entre eles e quase sem nenhuma atenção desse mesmo professor, interessado apenas em conquistar alunos para o personal training. Isso se dá porque a lógica por trás desse modelo não são os princípios da ciência 3D, mas o lucro. Quais são os meios para eu lucrar mais. Ou eu encho a sala e não atendo ninguém, direcionando quem precisa de um cuidado ao personal training ou dou aula apenas para um, por um preço que pode chegar a mais de 5 vezes o que ele pagaria em uma aula geral na academia.

E para piorar, hierarquizo esses modelos como se um fosse melhor que o outro, transformando o personal training em objeto de desejo dos donos do negócio, dos professores e também dos alunos, porque só ali ele seria atendido dentro de suas necessidades. E muita gente se mata para pagar por um serviço que ela não precisa, abrindo mão de outras necessidades de sua vida para poder ter algum atendimento. Serviço esse que ela já pagou e não recebeu na aula geral. Isso é tudo, menos treino 3D.

E como é no Treinamento 3Dimensional? Como já vimos acima, toda nossa estrutura, seja ela no modelo de treinamento, seja no modelo de negócio é pautada no ser humano, nos princípios, nos valores e na entrega do resultado. Dessa forma, o treino ser mais ou menos personalizado, ter apenas um aluno, quatro ou 50, não pertence aos princípios, mas são um meio para atingir algum objetivo. E que não é o financeiro, mas o da entrega. Vou ser mais claro. Uma das nossas premissas principais são duas frases que nos norteiam. Reabilitar é dar autonomia e reabilitar pressupõe aumento de alguma performance. Em última análise, todo treino é um meio de aumentar a performance e prover com isso maior autonomia. A maneira como o treino é ofertado é um meio. Ele tem que ser a melhor maneira para adquirir essa performance e, por consequência, essa autonomia. Para isso podemos ser mais ou menos personalizados na parte metodológica e ter mais ou menos pessoas dentro de uma sessão de treino. E como aplicamos isso?

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Imagine uma pessoa com muita dificuldade de locomoção, precisando de suporte para se movimentar e até para ficar em pé. Independentemente da condição inicial precisamos saber aonde queremos chegar. Vamos supor que essa pessoa tenha como objetivo andar 100 metros sozinha. Dada toda a limitação, a baixa performance e a necessidade de auxílio, é indicado a ela, nesse momento, uma aula superpersonalizada, na qual vamos avaliar para entender o ponto de partida, como mostrado na nossa última coluna, criar os próximos passos que sejam um caminho para ela poder andar por 100 metros.

Essa aula também será realizada no formato personal training, porque o profissional não pode desviar sua atenção deste cliente. Se reabilitar é dar autonomia e gerar performance, em algum momento ela vai desenvolvendo essa autonomia e independência. Um dia ela consegue caminhar. Com dificuldade e insegurança em um primeiro momento, mas à medida que vai evoluindo, a performance vai aumentando, com mais segurança e independência. Conquistado esse objetivo, o próximo passa a ser subir um lance de escada. Para atingir esse objetivo será necessário ganhar mais performance e autonomia. Atingido isso, teremos que estabelecer o próximo e, possivelmente nesse momento, o caminho até aqui já proveu, por si só, uma autonomia que permite que ela fique mais independente dentro da aula.

Nessa hora, o próximo passo será a socialização. Uma aula ainda personalizada, porque ela não pode fazer qualquer coisa, porém com mais pessoas na aula. Isso traz a esse cliente uma sensação incrível de melhora da sua condição e, com isso, motivação. Ele está cada vez mais livre e autônomo. Ele agora passa a dividir a atenção do professor com outros alunos, mas isso não é ruim, porque ele não precisa dessa atenção a mais. E ele também passa a ter atenção, cuidado, amizade, incentivo e inspiração que o grupo traz. Ali ele vai conhecer a história de outras pessoas que muitas vezes trilharam caminhos parecidos com os dele. Que também desanimaram em algum momento. Que também pensaram em desistir, porque não ia dar certo. Nesse momento, o grupo é capaz de uma motivação que nenhum professor pode dar. Então, podemos concluir, que para esse cliente, sair da aula de personal training para a aula coletiva não foi um “downgrade”, mas um “upgrade”. Mesmo que na academia tradicional pareça que não. Entretanto o fato é que o caminho da autonomia implica em independência. O ideal para todas as pessoas é que elas possam fazer qualquer aula um dia. Que sejam autônomas e que tenham o controle em suas mãos.

Uma coisa interessante ainda é que nesse modelo que trabalhamos no treinamento 3Dimensional, ao mudar de uma aula de personal training para uma em grupo reduzido, além dela estar claramente progredindo, ela também vai pagar menos, afinal ela divide o horário com outras pessoas. Ou o tempo deste profissional. No modelo 3D precisamos ter diferentes formas de aula. Com mais ou menos personalização e quantidades de alunos. E pode ser composto de muitas formas, diferente do modelo tradicional que é tudo ou nada. Ou superatendimento ou quase abandono. As coisas não precisam ser binárias, elas têm infinitos tons de cinza. A maioria das pessoas não precisa de uma aula superespecializada, embora sejam singulares. Na maioria das vezes elas pagam para não obter um retorno proporcional ao valor.

Para entender isso, precisamos conceituar personalização de um treino. O exemplo que eu costumo passar é o de uma roupa. Toda vez que você compra uma roupa você personaliza de alguma forma. Você escolhe a loja, o tipo de roupa, a cor, o tamanho. E normalmente isso basta. Mas você também poderia contratar um alfaiate para fazer uma roupa sob medida para você. Em cada um dos casos há uma variação de preço. Quando eu escolho qual loja comprar, tenho variações no preço. Quando escolho a roupa também. E quando contrato o alfaiate, o mais caro de todos. Mas será que preciso de um alfaiate para fazer uma camiseta de ficar em casa? Será que assim não estarei gastando mais do que preciso para atingir um resultado que muitas vezes não fará nenhuma diferença, além de gastar mais? Na maioria dos treinamentos no modelo personal training a resposta é sim. Você está gastando mais do que deveria.

No exemplo da pessoa que precisava de auxílio para se locomover ou ficar em pé, o “alfaiate” aqui era necessário. Seria como contratar um alfaiate para fazer um vestido de noiva. Um atleta profissional que investe muito para ganhar décimos de segundo também. Porém aquela pessoa normal, que quer melhorar sua qualidade de vida, saúde, aliviar o estresse, melhorar o condicionamento, fazer amigos ou qualquer outro objetivo da maioria, uma customização P, M, G, ao invés de um alfaiate não seria uma relação custo-benefício mais justa e não entregaria a mesma coisa de maneira até mais rápida, mais leve, mais divertida e mais autônoma? Possivelmente, sim. E no treinamento 3Dimensional você vai encontrar esses modelos, porque eles são baseados no ser humano e no mundo em que vivemos. Nós somos assim.

O fato é que, embora sejamos singulares, existem diversas formas de treinarmos respeitando esse princípio e todos os outros. Mas se o único princípio a ser respeitado for o do maior lucro individual que se pode tirar de cada aluno, você vai acabar contratando alfaiate para fazer seu pijama e suas meias de dormir. E pagar dez vezes mais por isso.

Forte abraço,
Samorai

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Afinal, quantos passos eu preciso dar por dia? Veja o que a ciência diz

Você sabe quantos passos dá por dia? Graças à tecnologia (mais especificamente aos smartwatches), hoje é muito mais fácil saber essa média. Mas será que esse número é suficiente para você deixar de ser incluída no grupo dos sedentários? E qual seria a quantidade ideal? Vamos descobrir:

POR QUE 10 MIL PASSOS?

Geralmente, os relógios e pulseiras inteligentes consideram um mínimo de 10 mil passos por dia como o ideal. Mas por que?

10 mil passos equivalem a aproximadamente oito quilômetros. Esse número, teoricamente, reduziria as chances de certas condições de saúde aparecerem, como pressão alta e doenças cardíacas.

Contudo, um estudo de 2011 descobriu que adultos saudáveis podem dar entre quatro mil e 18 mil passos por dia, e que 10 mil seria apenas uma média. A verdade é que a quantidade de passos que você dá pode variar de acordo com o seu objetivo. O importante mesmo é tentar se movimentar ao máximo no dia a dia.

E PARA QUEM QUER EMAGRECER?

Aí, a história é outra. Fatores como sexo, idade e alimentação podem alterar o resultado, mas uma pesquisa mostrou que dar pelo menos 15.000 passos por dia está correlacionado com menor risco de síndrome metabólica (ligada ao sobrepeso).

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PARA AUMENTAR O CONDICIONAMENTO FÍSICO?

Para melhorar seu nível de condicionamento físico, você precisa saber quantos passos você está realizando em média em um dia. Em seguida, defina uma meta de 500 a mil passos acima da sua média atual — você pode, por exemplo, ir aumentando o tempo de caminhada aos poucos durante a semana até chegar ao número final.

Você também pode se desafiar ainda mais com alguns trotes no meio da atividade, como:

  • Corra por 30 segundos e caminhe por dois minutos;
  • Ou corra por 15 segundos e caminhe por um minuto.

COMO SE MOVIMENTAR MAIS NO DIA A DIA

Agora que você sabe o número de passos necessários, é hora de começar a trazer mais movimento para o dia a dia. Confira algumas dicas:

  • Reserve um tempo, todas as manhãs (ou noites) para uma caminhada diária;
  • Ou, então, divida a sessão em três caminhadas mais curtas de 20 minutos e complete-as durante o dia;
  • No trabalho, em vez de enviar mensagens ou e-mails, vá até as mesas de seus colegas conversar;
  • Use um banheiro mais longe da sua mesa;
  • Estacione em um lugar mais longe que o de costume;
  • Caminhe pela casa durante as reuniões do home office;
  • Brinque mais com seus filhos (ou pets).
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Drenagem Linfática: o que é e como fazer

Criada há 90 anos pelo dinamarquês Emil Vodder, a massagem de drenagem linfática é uma técnica que visa estimular o sistema linfático a funcionar corretamente. Isso permite que o corpo elimine o excesso de líquidos e toxinas, diminuindo assim o inchaço do corpo.

Mas o que é o sistema linfático? “O sistema linfático faz parte do sistema circulatório e atua como um depósito de resíduos. Ele acelera o movimento da linfa para os gânglios linfáticos, livrando os tecidos do corpo de toxinas, como bactérias, detritos celulares e demais resíduos, e depois os devolve à corrente sanguínea para serem finalmente removidos pelos rins. A drenagem linfática também estimula a formação de glóbulos brancos que são muito importantes para o sistema imunológico” compartilha Rebecca Faria, especialista.

POR QUE FAZER DRENAGEM LINFÁTICA?

A fisioterapeuta Joana Medrado, especialista em drenagem linfática, lista 5 motivos para apostar na técnica como uma aliada na busca por um corpo saudável:

  • Organismo sem impurezas: a estimulação manual ativa os sistemas linfático e circulatório, ajudando o organismo a eliminar toxinas;
  • Sem inchaço: com a maior circulação do sangue, a tendência é diminuir a retenção de líquidos e, assim, reduzir áreas mais inchadas;
  • Aumento da oxigenação dos tecidos: o volume drenado volta para a corrente sanguínea e, posteriormente para coração e pulmão, fazendo que um volume maior de sangue oxigenado seja redistribuído para o corpo;
  • Aceleração do metabolismo celular: com o aumento do oxigênio no corpo, mais as célular vão “trabalhar” para metabolizar esse oxigênio;
  • Melhora do aspecto celulítico: se a cliente tiver alguma parte do corpo com esse aspecto e que ele seja decorrente de um edema.

EXISTEM RESTRIÇÕES?

Apesar de ser extremamente benéfica, a drenagem linfática não é recomendada para todos. Pessoas que tem algum risco vascular, como por exemplo, trombose, insuficiência cardíaca ou hipertensão descompensada não devem realizar a técnica.

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“Além disso, não é ideal que pessoas com alguma infecção façam drenagem, para não termos o risco de células infecciosas entrarem no sistema linfático. O tratamento também não é recomendado para mulheres que estão com menos de 3 meses de gravidez” alerta Rebecca.

COMO REALIZAR DRENAGEM EM CASA

Apesar de ser mais recomendado a procura de um profissional, a profissional aconselha aos leitores da BOA FORMA a adoção de uma rotina de autodrenagem para reduzir o inchaço no corpo e promover a remoção de toxinas de seus corpos. “Eu recomendo realizar o tratamento de forma consistente 2 vezes por semana ou semanalmente. Estes são alguns vídeos feitos por mim ensinando a massagem de autodrenagem nas principais áreas do corpo”.

  • Drenagem linfática para as pernas

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  • Drenagem Linfática Facial

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  • Drenagem linfática para a barriga

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8 esfoliantes caseiros para o rosto

Os esfoliantes caseiros para o rosto ajudam a promover a limpeza dos poros, remover as células mortas e estimular a renovação celular e podem ser preparados com ingredientes naturais como mel ou iogurte, e utilizados para peles oleosas, normais ou secas. Confira algumas opções de esfoliantes caseiros e como preparar.
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Como saber se estou com deficiência de vitamina D?

Parece que os problemas relacionados a determinadas vitaminas aparecem só no futuro, quando envelhecemos. Pegue a vitamina D, por exemplo. A curto prazo, a sua deficiência parece não ter qualquer efeito no corpo humano, que sofre com as decorrências disso só lá na frente, com o desenvolvimento da osteoporose. Mas – você acertou! – isso não acontece exatamente assim. Vamos entender o porquê? 

O QUE É A VITAMINA D? 

Já comentamos sobre esse assunto em outro texto, relacionando a vitamina D com o COVID-19, mas é sempre bom lembrar: a vitamina D é um hormônio chave na regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo, e tem um papel fundamental no nosso desenvolvimento ósseo, especialmente durante a infância, quando podem ocorrer o raquitismo nutricional e a aquisição de massa óssea prejudicada. 

O QUE ACONTECE QUANDO FALTA VITAMINA D? 

“A deficiência de vitamina D afeta não apenas a saúde musculoesquelética, mas também favorece uma grande quantidade de doenças agudas e crônicas, como risco de problemas dentários (doença periodontal, cárie dentária e perda de dentes), diabetes mellitus tipo II, doenças cardiovasculares, baixa imunidade e doença neuro musculoesquelética”, explica a nutricionista Adriana Stavro. “Idosos com hipovitaminose D apresentam risco aumentado de quedas e fraturas, osteoporose, hiperparatireoidismo, função cognitiva prejudicada e depressão.”

COMO SABER SE ESTOU COM FALTA DE VITAMINA D?

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Diante dessas possibilidades, é interessante prestar atenção no próprio corpo caso os sinais de falta de vitamina D comecem a surgir. E, sim, é possível percebê-los a curto prazo, apesar de os seus sintomas serem mais sutis. Por isso, vale a pena contar com uma avaliação anual dos seus níveis séricos com o acompanhamento de um especialista. 

 Ainda assim, os principais sinais de hipovitaminose D são: 

COMO TRATAR E EVITAR A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D?

O tratamento da hipovitaminose D é, geralmente, feito com a suplementação adequada – e só um médico ou nutricionista pode prescrevê-la com a dosagem correta. 

“Além disso, é indicado aumentar a sua exposição ao sol e comer mais alimentos fontes, como peixes, laticínios e ovos”, explica a nutricionista. Esse, aliás, é um importante ponto de atenção: o corpo humano costuma adquirir uma quantidade significativa de vitamina D por síntese cutânea sob a ação de luz solar, e em menor quantidade através de fontes nutricionais. 

Ou seja: priorize a exposição segura ao sol e complemente esse hábito com alguns alimentos ricos em vitamina D, como: 

  • Leite de vaca; 
  • Carne de poco;
  • Bife de fígado;
  • Bacalhau, cação;
  • Gema de ovo. 
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Dissulfiram: para que serve, como tomar e efeitos colaterais

O dissulfiram é remédio indicado para o tratamento do alcoolismo crônico, pois age inibindo as enzimas que decompõem o álcool, causando sintomas como vômitos, dor de cabeça, ou dificuldade para respirar, o que leva a pessoa a parar de beber.
Veja como usar o dissulfiram e os efeitos colaterais que podem surgir
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