Ômega 3 afina o sangue mesmo?

Uma dúvida que muitos podem ter é se o ômega 3 afina o sangue mesmo. E é sobre isso que vamos falar hoje! No entanto, antes, vale a pena conhecer um pouco melhor o que é o ômega 3.

Pois bem, os ácidos graxos ômega 3 são uns dos principais tipos de ácidos graxos poli-insaturados e há diversas variedades de ômega 3.

Entretanto, as que recebem mais destaque das pesquisas científicas são: o ácido alfa-linolênico (ALA), o ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA).

O que é afinar o sangue?

Omega 3 afina o sangue

Para entendermos se o ômega 3 afina o sangue, primeiramente precisamos compreender o que significa afinar o sangue.

Algo que “afina a sangue” pode ser algo que diminui a probabilidade de formar coágulos sanguíneos. Estes podem obstruir o fluxo de sangue.

Os medicamentos com ação anticoagulante que servem para afinar o sangue e prevenir a trombose (formação de coágulo sanguíneo) de artérias e veias são bons exemplos.

Eles são importantes para os pacientes com arritmias cardíacas, doenças nas válvulas do coração e problemas hereditários como a trombofilia (predisposição à trombose).

Então, será que o ômega 3 afina o sangue?

A mestra em política alimentar e nutrição aplicada, Jessica Bruso, disse que pode haver um efeito de diluição ou afinamento do sangue com os ômega 3. Ela advertiu que só se deve usar os suplementos de óleo de peixe (que contêm ômega 3) após consultar o médico.

Além disso, Julie Hampton, que serviu o exército dos Estados Unidos como enfermeira por mais de seis anos, também disse que como o óleo de peixe diminui o tempo de coagulação do sangue, é preciso discutir o seu uso com o médico.

“Normalmente, as superfícies pegajosas das plaquetas sanguíneas fazem com que o sangue se forme junto e coagule”.

“Os suplementos de óleo de peixe diminuem a atividade da plaqueta sanguínea. Como resultado, há uma coagulação sanguínea mais baixa e em um sangue mais fino”, completou.

De acordo com Hampton, o afinamento do sangue que o óleo de peixe provoca pode causar hemorragia nasal, sangue na urina, sangramento nas gengivas e hematomas na pele.

“Se o sangramento não parar ou a área se tornar progressivamente dolorosa, procure a atenção médica imediata”, recomendou a enfermeira.

A questão da vitamina K para entender se o ômega 3 afina o sangue

Vitamina K - Ômega 3 afina o sangue

Conforme Bruso afirma, os estudos sobre como o óleo de peixe afeta a coagulação sanguínea são conflitantes.

De acordo com ela, isso passa pela vitamina K. O nutriente é fundamental para a coagulação sanguínea, que tem a sua habilidade limitada pelos medicamentos diluidores ou afinadores do sangue.

Um artigo de 2003 do Journal of Nutrition nota que o óleo de peixe aparenta diminuir a atividade de fatores de coagulação sanguínea dependentes da vitamina K.

Outro estudo publicado em 2004 no Arteriosclerosis, Thrombosis, and Vascular Biology considerou que o óleo de peixe afetou apenas os fatores de coagulação não dependentes da vitamina K.

As interações com medicamentos também ajudam a entender

Quando falamos que o suplemento pode interagir com um remédio, isso significa que ao usar o produto ao mesmo tempo em que um medicamento, as ações dos dois podem se misturar, resultando assim em efeitos indesejados.

Ou seja, é um aspecto que não podemos deixar de lado quando queremos saber se o ômega 3 afina o sangue.

Isso porque a farmacêutica e mestra em biologia molecular, Jennifer Moll, afirmou que uma dose alta de ômega 3 é capaz de interagir com medicamentos afinadores de sangue como os anticoagulantes.

“Se você toma afinadores do sangue, o óleo de peixe pode fazer tornar o seu sangue mais fino do que deve”, destacou Bruso.

Portanto, se você toma esse tipo de remédio, não comece a usar suplementos de ômega 3 sem que eles tenham sido indicados por um médico. E um médico que conheça bem sua saúde e os tratamentos que você segue.

Os cuidados servem para todos

Entretanto, não é apenas quem utiliza esses remédios que precisa tomar cuidado com as doses altas dos suplementos de ômega 3.

“Doses de ácidos graxos ômega 3 maiores que três gramas podem aumentar o seu risco de sangramento. Mesmo que você não tome um medicamento que poderia afinar o seu sangue”, alertou Moll.

De acordo com Hampton, a Mayo Clinic ressaltou que, embora doses baixas de óleo de peixe raramente tenham ligação com efeitos colaterais perigosos relacionados ao afinamento do sangue, uma pessoa não deve tomar mais do que três gramas do produto por dia.

“Se você toma mais do que três gramas de óleo de peixe (diariamente), faça isso sob os cuidados de um médico. Ao tomar muito óleo de peixe, você aumenta o risco de um acidente vascular cerebral hemorrágico”, alertou a enfermeira.

Isso ocorre quando os vasos sanguíneos no cérebro rompem, gerando sangramento interno. O oxigênio não alcança mais o cérebro, causando dano cerebral, paralisia e possivelmente a morte”, completou Hampton.

Por outro lado

Já Bruso afirmou que um artigo de 2003 no The Journal of Nutrition apontou que a suplementação com óleo de peixe não aparenta prolongar o tempo de sangramento ao ponto de causar potenciais hemorragias e hematomas, associados em alguns casos com medicamentos para diluir ou afinar o sangue.

“Pelo menos não em pessoas saudáveis”, indicou. Mas ela não especificou se isso também se aplicava a doses altas do suplemento.

Uma vez que nunca é bom arriscar, o ideal mesmo é que, independente de usar anticoagulantes ou não, você consulte o médico antes de começar a usar suplementos de ômega 3.

Isso será importante para saber se você não possui outras restrições a esse tipo de produto, certificar-se de que ele não pode te fazer mal de alguma maneira e verificar em que dosagem pode usar.

Isso porque o óleo de peixe também pode interagir com medicamentos para pressão arterial, com pílulas anticoncepcionais e com o remédio Orlistate, por exemplo.

Pessoas com distúrbio bipolar, diabetes, pressão alta, doença no fígado e certas condições médicas podem precisar evitar o óleo de peixe. Ele pode causar efeitos adversos ou piorar a sua condição.

Tenha em mente que os conteúdos deste artigo são meramente informativos e não devem substituir as orientações profissionais e qualificadas de um médico ou nutricionista.

Aliás, não perca o vídeo a seguir, em que a nossa nutricionista apresenta alimentos ricos em ômega 3 e dicas de uso:

Fontes e Referências Adicionais

Você se preocupa com a sua ingestão de ômega 3? Então, comente abaixo!

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Gliconeogênese – O que é e para que serve

A gliconeogênese é um mecanismo muito importante para a perda de peso. Entenda então o que é e para que serve esse processo do organismo.

Em uma dieta low carb, a produção de energia só acontece por causa da gliconeogênese. Aliás, o processo é bem parecido com o que acontece no estado de cetose.

Além disso, é esse processo que permite que você queime mais gordura e potencialize seu emagrecimento. 

Veja então o que fazer para induzir a gliconeogênese no seu organismo. 

Gliconeogênese – O que é?

A gliconeogênese ou neoglicogênese é o processo de produção de glicose na ausência de carboidratos. Todo o processo ocorre no fígado, mas parte dele também pode ocorrer nos rins.

Logo após a sua produção, a glicose vira uma fonte de energia para suas tarefas cotidianas e também para suas funções vitais.

De fato, a gliconeogênese é muito interessante para quem está seguindo uma dieta com restrição de carboidratos. Isso porque, geralmente, a glicose é produzida a partir de um carboidrato. Mas, na ausência dele, a glicose também pode ser produzida a partir de outras fontes como:

  • Gordura da dieta ou do tecido adiposo;
  • Proteínas da dieta ou dos músculos.

Isto é, durante a gliconeogênese, o corpo consegue transformar os ácidos graxos (gordura) e os aminoácidos em glicose para que não te falte energia.

Aliás, a gliconeogênese costuma ocorrer também quando o corpo está em jejum. Assim, ao seguir uma dieta cetogênica ou praticar o jejum intermitente, seu organismo provavelmente está fazendo neogliconeogênese.

Como ocorre a gliconeogênese

Do ponto de vista metabólico, a gliconeogênese acontece quando não existe muita glicose no sangue e nem uma fonte de carboidrato. Dessa forma, para que os níveis de açúcar no sangue não caiam muito, o corpo encontra outra forma de produzir energia.

A saber, os carboidratos são queimados e liberam glicose, que é aproveitada pelo sangue como fonte de energia para todas as células. No entanto, quando a dieta é pobre em carboidratos, o corpo usa outros nutrientes – como os triglicerídeos ou as proteínas – para gerar glicose.

Quem regula todo esse processo é o hormônio insulina, que avisa ao corpo quando é hora de produzir mais ou menos energia a fim de manter a glicemia sob controle.

Para que serve

perda de peso

Como você já deve suspeitar, a gliconeogênese serve para não deixar seu corpo sem energia mesmo quando você está há muito tempo sem ingerir carboidrato.

Em resumo, a gliconeogênese serve para manter os níveis de açúcar estáveis no sangue, mesmo na ausência de carboidratos.

Além disso, esse mecanismo é uma ótima forma de queimar gordura – desde que você tenha uma ingestão adequada de proteínas e de gorduras.

Por usar outras fontes de energia diferentes de carboidratos, a gliconeogênese pode te ajudar a:

  • Perder peso;
  • Queimar os estoques de gordura;
  • Construir massa muscular.

Os fatores que estimulam a gliconeogênese e que, portanto, podem fazer você emagrecer mais incluem:

  • Períodos de jejum prolongado;
  • Exercício físico prolongado;
  • Período de sono;
  • Dieta low carb e rica em proteína;
  • Situações de estresse.

Isso acontece porque nas situações acima, o corpo tem um baixo estoque de glicose e precisa de outras fontes para manter estáveis os níveis de energia.

Apesar de ser um processo bastante eficaz para a perda de peso, é importante não estimular a gliconeogênese sem antes consultar um médico. Embora seja eficaz, trata-se de um mecanismo que gera muito estresse para o corpo se praticado a longo prazo.

Sendo assim, é importante ter o acompanhamento de um médico se o seu objetivo é usar a gliconeogênese como parte do seu plano de emagrecimento.

Fontes e Referências Adicionais

Você já sabia da importância da gliconeogênese para a perda de peso? Comente abaixo!

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Substância da família do Teflon pode estar ligada a casos mais graves de COVID-19

Alguns fatores podem fazer a diferença entre os casos mais leves e graves de COVID-19. Recentemente, um novo estudo demonstrou que uma substância da família do Teflon pode estar ligada a casos mais sérios de COVID-19.

A substância do tipo PFAS, de acordo com o estudo, pode dobrar as chances de o paciente apresentar um quadro mais grave da doença.

Entender como esta substância funciona e onde ela está presente e, principalmente, sua relação com o novo coronavírus pode ajudar você a estar mais preparado e a se proteger melhor contra a infecção.

Entenda o que é o PFBA e onde ele está presente

O PFBA (ácido perflurobutanoico) é um composto industrial. Este composto é utilizado em diversos produtos como eletrônicos, roupas e até mesmo equipamentos de proteção para profissionais da saúde e bombeiros, como aventais e espuma contra incêndios.

Da mesma maneira, este composto também está presente em tapetes, embalagens de alimentos e alguns cosméticos, bem como lubrificantes para bicicletas e cera para piso.

O PFBA faz parte de compostos industriais frequentemente chamados de “substâncias permanentes”. 

O PFBA, assim como outras conhecidas como substâncias permanentes, vem há anos contaminando o solo, a água e os alimentos em todo o mundo, de acordo com os especialistas.

PFAS pode estar relacionada a casos graves de COVID-19, alerta estudo

Comumente encontrado em panelas antiaderentes, o composto perfluorado do tipo PFAS está relacionado a casos mais graves do novo coronavírus. Isto foi o que demonstrou a pesquisa dinamarquesa que analisou o sangue de cerca de 323 pacientes infectados.

O estudo buscou traços de cinco compostos PFAS no sangue dos pacientes. Como resultado, os cientistas descobriram que apenas o ácido perfluorobutanoico, o PFBA, estava associado à gravidade da doença

Covid-19

De acordo com os responsáveis pela pesquisa, a análise demonstrou que mais da metade dos pacientes que tinham sido hospitalizados em estado grave apresentavam níveis elevados do composto no plasma do sangue.

Da mesma forma, 20% dos que apresentaram sintomas do novo coronavírus em formas leves tinham níveis baixos do ácido.

PFBA acumulado nos pulmões pode ser o motivo da gravidade dos casos

Embora o PFAS saia relativamente rápido da corrente sanguínea, ele se acumula nos pulmões. Portanto, de acordo com os pesquisadores, isto causaria um agravamento nos sintomas.

Os pesquisadores apontam, da mesma maneira, para outros problemas causados pelo excesso da substância no sangue. O PFBA, por exemplo, pode causar alterações no fígado e na tireoide, bem como redução das células vermelhas do sangue.

Esta foi a constatação de um estudo realizado pelo Departamento de Saúde do Estado de Minnesota, nos Estados Unidos.

A pesquisa feita pelo departamento ainda apontou a redução de colesterol e retardo na abertura dos olhos em experimentos com animais.

Do mesmo modo, pesquisas anteriores demonstraram que níveis mais altos de PFAS podiam modificar respostas a diversas vacinas. Segundo os pesquisadores, o mesmo poderia ocorrer com a vacina contra o novo coronavírus.

Você tem contato com esta substância? O que está fazendo para se proteger do novo coronavírus? Conte para a gente nos comentários!

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Qual é a idade mais perigosa para beber? Cientistas respondem

Com a chegada do verão, nada melhor do que uma boa cerveja gelada para muita gente. Podemos estar impedidos de ir à praia devido a pandemia do novo coronavírus, mas os drinques ainda fazem parte da nossa rotina de verão em casa.

Os cientistas, no entanto, avisam que é preciso ter cautela. Com a pandemia, os efeitos negativos do álcool podem ser acentuados. Além disso, um estudo recente demonstrou que beber após os 65 anos pode ser prejudicial para o seu cérebro.

Dessa forma, você precisa saber como beber em segurança, qual é a melhor idade para consumir álcool e o que fazer quando exagerar.

Sedo assim, selecionamos algumas informações importantes para responder a todas estas questões. Aproveite seu verão com segurança e de forma saudável, sem exagerar na bebida!

Estudo aponta que beber após os 65 anos pode ser prejudicial para o cérebro

Recentemente, um novo estudo detalhou alguns efeitos do álcool em pessoas com mais de 65 anos. A pesquisa foi publicada na revista BMJ, publicação britânica que é uma das mais conceituadas na área médica.

Conforme a pesquisa, beber excessivamente após os 65 anos pode ser prejudicial para o cérebro. Segundo o estudo, o consumo excessivo de álcool pode fazer com que os neurônios de pessoas idosas atrofiem de maneira mais rápida.

Na velhice, de acordo com os pesquisadores, seu cérebro começa a atrofiar mais rápido à medida que seus neurônios se tornam menores e suas partes componentes se quebram.

Portanto, beber durante este período pode causar danos irreparáveis ​​ao seu processo cognitivo.

E não se trata apenas de consumo excessivo. O estudo aponta que mesmo o consumo moderado de álcool está associado a uma pequena, mas significativa, perda de volume cerebral.

Pesquisa ainda alerta para consumo de álcool em outras fases da vida

Assim como na velhice, beber durante a adolescência pode causar prejuízos ao cérebro. Isso porque, de acordo com os especialistas, este também é um período de mudanças na estrutura cerebral.

De acordo com os pesquisadores, a transição para o consumo excessivo de álcool na adolescência está associada à redução do volume do cérebro, por exemplo.

Do mesmo modo, o consumo exagerado de álcool entre os 15 e os 19 anos pode acarretar num pior desenvolvimento da substância branca. Esta substância é fundamental para o funcionamento eficiente do cérebro.

Sendo assim, o adolescente pode sofrer de déficits pequenos a moderados em uma série de funções cognitivas no futuro.

Igualmente perigoso é beber durante a gravidez, alertam os pesquisadores. Evidências recentes indicam que mesmo o consumo baixo ou moderado de álcool durante a gravidez está significativamente associado a problemas de comportamentos e doenças psicológicas na criança.

Especialistas alertam que não há consumo de álcool seguro

Para beber de forma segura, antes de mais nada você precisa entender que, conforme acreditam os especialistas, não existe nível seguro de consumo. Portanto, é importante conhecer os efeitos que o álcool pode ter em seu corpo.

De acordo com um estudo que faz parte das pesquisas da organização Fardo Global das Doenças (GBF) a forte associação entre o consumo de álcool e o risco de câncer, lesões e doenças infecciosas compensa os efeitos protetores contra doenças cardíacas.

De acordo com os pesquisadores, embora os riscos para a saúde do álcool comecem pequenos com uma dose por dia, eles crescem rapidamente. Este risco cresce ainda mais à medida que as pessoas bebem.

Além disso, os especialistas também alertam para algumas condições que podem afetar seu corpo graças ao consumo de álcool. Por exemplo, o comprometimento motor, a perda dos reflexos, os vômitos, os problemas na fala e até mesmo o coma.

bebida

A Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda liga o agravamento de algumas doenças psíquicas e até mesmo o aumento de violência ao consumo exagerado de álcool.

Como beber em segurança?

Como vimos, não existe um nível seguro de consumo de álcool. No entanto, existem algumas atitudes que você pode tomar para diminuir os problemas causados por aquele drink a mais. Primeiramente, beba com moderação. Procure conhecer o seu limite.

Não se esqueça de beber água e se alimentar. Isto evitará que você fique desidratado.

Se exagerar ou estiver bebendo fora de casa, certifique-se de que esteja com alguém que confia e deixe bem guardados os seus objetos pessoais.

Acima de tudo, para beber em segurança é necessário saber a hora de parar. Do mesmo modo, você deve buscar ajuda caso sinta que a bebida está interferindo com a sua vida ou está passando do limite.

Fale com alguém que você confia. Existem grupos especializados que estão prontos para ajudar para quem precisa. Estes grupos ainda atendem de forma confidencial, se você preferir. A opção mais conhecida para estes casos é o Alcoólicos Anônimos.

Para pedir ajuda ou obter mais informações sobre o grupo basta acessar o site oficial da organização: https://www.aa.org.br/

E você? Qual é o seu drink preferido? Quais as precauções toma na hora de beber? Conte tudo para a gente nos comentários!

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11 minutos de exercícios por dia podem aumentar expectativa de vida, diz estudo

Certamente, você já ouviu falar sobre os perigos do sedentarismo. Ter um estilo de vida inativo aumenta os riscos de ter obesidade, doença cardíaca, colesterol alto, acidente vascular cerebral (AVC), pressão alta, diabetes e síndrome metabólica.

Além disso, o sedentarismo também eleva as chances de sofrer com certos tipos de câncer (de mama, cólon ou útero), osteoporose, quedas e aumento dos sentimentos de depressão e ansiedade. Sem contar que ser sedentário pode elevar os riscos de morte prematura.

Por outro lado, um estudo recente mostrou que pelo menos 11 minutos de exercícios por dia já podem ajudar a aumentar a expectativa de vida.

Para chegar a esse número, cientistas da Escola Norueguesa de Medicina Esportiva usaram monitores de atividade para rastrear o tempo de exercício e o período sedentário dos participantes da pesquisa.

Então, ao analisar os dados, eles concluíram que os participantes que se exercitaram 35 minutos por dia apresentaram a maior diferença estatística em sua expectativa de vida.

Entretanto, os pesquisadores também observaram que até mesmo 11 minutos de atividade física moderada, o que equivale a uma caminhada vigorosa, já tiveram um impacto expressivo neste sentido. Para quem vive na correria, 11 minutos de exercício por dia é uma meta mais realista.

O que fazer em 11 minutos de exercícios?

Caminhada

Os 35 minutos de exercícios por dia seriam melhor para a saúde. Entretanto, para quem não está fazendo nada de atividade física, os 11 minutos diários já podem ser um bom ponto de partida.

Mas, antes de iniciar qualquer programa de exercício, você precisa consultar o médico para saber se ele é seguro para você.

Além disso, caso sinta dor ou passe mal durante a atividade física, pare imediatamente e busque a ajuda médica se necessário. Com essas precauções em mente, vamos às sugestões:

Por exemplo, você pode fazer uma caminhada vigorosa de 11 minutos, como citado acima, ou correr por esse período na esteira da academia.

Em casa

Outra opção, inclusive mais segura em tempos de COVID-19, é treinar em casa. Dá para fazer uma série de quatro rodadas de três minutos cada, com exercícios para o corpo todo.

Por exemplo, você pode optar por uma sequência de 10 a 25 flexões, 25 a 40 agachamentos com peso corporal e um minuto de corrida estacionária (sem sair do lugar).

Mas é claro que essas são apenas opções e existem outras alternativas de exercícios para o corpo todo que você pode escolher.

Opte por aqueles que você sabe que dá conta de fazer sem se machucar. Aliás, para saber quais são eficientes e seguros para o seu caso em particular, não deixe de consultar um educador físico.

Além disso, se você é adepto da yoga, pode praticar poses da yoga por 11 minutos. Há ainda a alternativa bem divertida de dançar com músicas agitadas ao fundo durante esses minutos para atingir a cota mínima de exercícios por dia.

Depois que já estiver mais habituado aos exercícios, poderá valer a pena aumentar o período, a intensidade e até o tipo do seu treinamento. Tudo para que o corpo não se acostume e deixe de apresentar resultados.

No entanto, antes de fazer isso, o ideal é que consulte um educador físico.

Além de se exercitar, é fundamental ter uma dieta saudável. Portanto, confira a seguir as dicas de reeducação alimentar no vídeo da nossa nutricionista:

Fontes e Referências Adicionais

Você costuma praticar exercícios? Ou é da turma do sedentarismo? Conte nos comentários!

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Receita de quiche de frango Dukan prática e deliciosa

Embora realmente tenha as suas restrições, a dieta Dukan não precisa ser sinônimo de uma dieta sem graça. Pelo contrário! Com as adaptações corretas, dá para transformar as receitas tradicionais em deliciosas versões de prato que cabem no plano alimentar.

Por exemplo, quem sentir vontade de comer uma torta de frango pode aliviar esse desejo com uma deliciosa quiche de frango Dukan.

Além de trazer o frango, a preparação leva outros ingredientes que são fontes de proteínas como ovos, queijo e iogurte. Isso é bem importante para quem segue a dieta Dukan, pois o plano alimentar enfatiza justamente o consumo de proteínas.

Mas mesmo quem não segue a dieta Dukan pode tirar vantagem do prato como uma opção saudável para a dieta. Isso porque as proteínas ajudam a dar saciedade, o que é útil para controlar melhor o apetite.

E aí, que tal experimentar a quiche de frango Dukan? O passo a passo da receita está logo a seguir! Então, separe os ingredientes, corra até a cozinha, coloque a mão na massa e teste já essa delícia!

Quiche Dukan

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Quiche de frango Dukan

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Uma deliciosa opção para sua dieta Dukan. Ideal para o final de semana!
Course Almoço, Café da manhã, Jantar, Lanche
Cuisine Brasileira
Keyword quiche, quiche de frango, quiche dukan
Prep Time 5 minutes
Cook Time 45 minutes
Porções 4
Calorias 335kcal

Equipment

  • Frigideira
  • Tigela
  • Travessa

Ingredients

Instructions

  • Preaquecer o forno em 180º C.
  • Juntar o frango desfiado com o tomate picado, o alho, a cebola e o sal em uma frigideira. Refogar e reservar.
  • Em uma tigela, bater os ovos com o queijo parmesão ralado.
  • Colocar o frango refogado, os ovos batidos, a mussarela e o iogurte em uma travessa que possa ir ao forno. Misturar muito bem.
  • Levar ao forno para assar por aproximadamente 35 minutos.

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 335kcal | Carboidratos: 9g | Proteína: 35g | Gordura: 17g | Gordura Saturada: 8g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 212mg | Sódio: 562mg | Potássio: 638mg | Fibras: 1g | Açúcar: 7g | Vitamina A: 933IU | Vitamina C: 9mg | Cálcio: 411mg | Ferro: 1mg

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