Mindfulness – O que é, benefícios e como praticar a atenção plena

Saiba agora o que é o mindfulness, os benefícios e como praticar a técnica de atenção plena que ajuda controlar a ansiedade e ter dias mais produtivos.

Muita gente pensa que é impossível focar a sua atenção plena em uma tarefa hoje em dia. Com tanta informação circundando a nossa mente, a ideia de mindfulness parece estar muito distante. Mas você sabe o que é isso?

A mindfulness ou atenção plena é uma prática que consiste em treinar a sua atenção e, assim:

  • Ter mais foco;
  • Concentrar-se melhor;
  • Sentir mais tranquilidade em suas tarefas diárias.

Sabemos que o nosso estado mental vem sofrendo cada vez mais com a ansiedade e o estresse por causa do estilo de vida moderno. Mas é possível reverter esse quadro ansioso e estressante com exercícios de respiração e outra técnicas baseadas em mindfulness.

Aliás, você vai gostar de ver no vídeo abaixo as dicas da nossa nutricionista para obter em 10 minutos de relaxamento o equivalente a 44 minutos de sono:

O que é a atenção plena

Em resumo, a atenção plena é manter a atenção no presente. Isto é, sem se preocupar com o futuro ou remoer o passado.

Ficar atento ao momento presente ajuda a sua mente e o seu corpo a relaxar – gerando uma sensação de bem estar. Além disso, você é capaz de lidar com o que realmente está acontecendo naquele instante e não perder o seu tempo com devaneios, por exemplo.

Na atenção plena, você deve treinar a mente para se concentrar no agora. Para isso, você pode prestar atenção no seu corpo e na atividade que você está fazendo.

Com o tempo, o treinamento de mindfulness te ajudar a:

  • Entender melhor os sinais de estresse do seu corpo;
  • Compreender os seus sentimentos;
  • Observar os seus pensamentos;
  • Preocupar-se menos com o futuro;
  • Lidar melhor com problemas de saúde e dores crônicas;
  • Aproveitar melhor os momentos;
  • Ter uma qualidade de vida melhor.

Benefícios da atenção plena

mindfulness

Além de aumentar as chances de você executar bem uma tarefa (já que você está focando em uma de cada vez), a atenção plena melhora a saúde – principalmente daquelas que sofrem de quadros de ansiedade ou depressão.

1. Melhora o foco e a concentração

Quem presta mais atenção no presente do que no passado ou no futuro consegue se concentrar melhor.

Além disso, o mindfulness ajuda a lidar melhor com as distrações e com o excesso de informações que surgem no nosso dia a dia.

2. Reduz a ansiedade e o estresse

Já percebeu que muitas vezes você fica mais preocupado com uma situação que está por vir do que com aquilo que você está vivendo no momento? Isso se chama ansiedade.

Preocupar-se demais com o futuro não faz bem, principalmente se isso dificultar as suas tarefas atuais – o que em alguns casos pode caracterizar uma crise de ansiedade.

Felizmente, a técnica de mindfulness ajuda a diminuir a ansiedade e a lidar melhor com o estresse. Focar no agora ajuda a reduzir as preocupações sobre o futuro e também os arrependimentos do passado.

De fato, desenvolver essa habilidade traz mais tranquilidade para o dia a dia e faz com que os momentos sejam melhor vividos.

3. Pode prevenir e tratar alguns sintomas de depressão

Muitos psicoterapeutas vêm ensinando seus pacientes sobre a prática de mindfulness. De fato, focar a atenção no presente é muito importante para ajudar a lidar com as emoções. 

Por isso, quem pratica a atenção plena costuma ter melhores resultados no tratamento e prevenção da depressão e de outros transtornos psiquiátricos.

4. Alivia quadros de insônia

Às vezes, a insônia é uma resposta do corpo para um excesso de preocupações. Nesses casos, a atenção plena é uma grande aliada.

Praticar a atenção plena ajuda a ter uma mente mais tranquila, o que consequentemente reduz as preocupações e o cansaço mental que insistem em aparecer na hora de dormir.

5. Ajuda a desenvolver a inteligência emocional

Com o passar do tempo, quem pratica o mindfulness percebe que aprende a lidar melhor com as próprias emoções.

Além disso, relacionamentos com outras pessoas também tendem a melhorar.

Exercícios de mindfulness

Com a correria do dia a dia e o excesso de informações, fica fácil perder a conexão com o presente.

Felizmente, existem exercícios que podem ajudar a retomar essa consciência sobre o momento presente.

Mas antes de mais nada, controle suas expectativas. Comece a praticar os exercícios a seguir por poucos minutos por dia, mas faça isso diariamente. Quanto mais você praticar, melhores serão seus resultados.

1. Concentre-se em sua respiração

O exercício de respiração é o mais fácil de começar a treinar a atenção plena. Para isso, sente-se em uma posição confortável e concentre a sua atenção na sua respiração.

Feche os olhos se isso te ajudar na concentração e apenas observe as sensações do seu corpo enquanto você inspira e expira o ar.

Sinta a sua barriga subir e descer enquanto respira. Esse tipo de respiração é chamado de respiração diafragmática, que traz diversos benefícios para a saúde.

2. Faça uma atividade simples como comer com atenção plena

Ao invés de almoçar na frente da televisão ou usando as redes sociais, tenha uma refeição focando em comer.

Preste atenção na textura, no cheiro e no sabor dos alimentos. Observe a sua mastigação e não faça nenhuma atividade paralela enquanto come.

Você pode até notar que a comida está mais gostosa do que antes ou que você está satisfeito antes de terminar o prato.

De fato, é possível treinar a atenção plena com qualquer atividade cotidiana, como por exemplo:

  • Escovar os dentes;
  • Dirigir;
  • Caminhar;
  • Lavar louça.

3. Não tente expulsar seus pensamentos

Por fim, não fique chateado se for difícil se concentrar no início. É normal que pensamentos aleatórios surjam durante a prática. Aliás, o objetivo da atenção plena não é se livrar dos pensamentos e emoções, mas sim lidar melhor com eles e retomar seu foco para o aqui e o agora.

Assim, ao invés de lutar contra eles, apenas aceite os pensamentos e sentimentos e retome sua atenção ao que você está fazendo. 

Aos poucos, o mindfulness fica cada vez mais fácil e traz cada vez mais benefícios para seu corpo e sua mente.

Fontes e Referências Adicionais

Você já tentou praticar mindfulness no seu dia a dia? Acha que essa técnica pode realmente ajudar a reduzir o estresse? Comente abaixo!

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Riscos de comer peixe cru: é seguro ou não?

A comida japonesa se tornou a queridinha dos brasileiros, mas será que é seguro comer peixe cru? Saiba os riscos de comer peixe cru e como minimizá-los a fim de evitar problemas.

As pessoas não cozinham a comida à toa. Além de tornar alguns alimentos mais saborosos, o ato de cozinhar ajuda a matar bactérias e parasitas que podem estar na comida.

No entanto, muita gente prefere comer peixe cru a comer peixe cozido. Mas existem riscos associados a essa prática: um deles é a anisakíase, uma infecção causada pelo verme do sushi.

Além disso, comer certos alimentos crus ou mal cozidos pode aumentar o risco de intoxicação alimentar

Aliás, outro ponto importante a considerar sobre o peixe é o alto teor de gordura. Por isso, veja o que nossa nutricionista tem a dizer: comida japonesa engorda?

Então, se você não vive sem um sushi, um sashimi, um ceviche ou um carpaccio, entenda os riscos desses alimentos e como comer peixe cru com mais segurança.

Quais são os riscos de comer peixe cru?

tilápia crua

Além do anisakis simplex, existem outros parasitas que podem estar presentes no peixe cru.

Sendo assim, o principal risco é desenvolver uma infecção parasitária depois de comer peixe cru.

Alguns parasitas não causam sintomas, mas outros podem causar desconforto estomacal e muitos danos à saúde, como por exemplo:

Além disso, os peixes crus podem conter mais poluentes do que os peixes cozidos. Peixes como o salmão, por exemplo, geralmente contêm POPs (poluentes orgânicos persistentes).

De acordo com um estudo de 2005 da revista Journal of Toxicology and Environmental Health, a quantidade de POPs em salmão cozido é até 26% menor do que em um salmão cru.

Aliás, o mesmo vale para o mercúrio, um metal tóxico que pode se acumular em peixes. Segundo outra pesquisa publicada em 2011 na revista Environmental Research, a quantidade de mercúrio no peixe cozido é de 50 a 60% menor do que no peixe cru. 

Aparentemente, a perda de gordura durante o cozimento é responsável pela redução de poluentes no peixe cozido quando comparado ao peixe totalmente cru. 

É perigoso comer peixe cru?

peixe cru

Apesar dos riscos, comer peixe cru pode trazer alguns benefícios para a saúde, como a maior concentração de ômega 3 e de outros nutrientes.

Mas é importante estar atento ao risco de contaminação. Aliás, fique sabendo por que não é uma boa ideia comer peixe cru durante a gravidez.

Felizmente, existem várias formas de garantir que seu peixe cru não está contaminado. Confira abaixo:

1. Coma peixe cru que tenha sido congelado

Embora comer peixe fresco pareça ser a melhor opção, essa não é uma boa escolha ao comer peixe cru. 

Isso porque, de acordo com o órgão americano Food and Drug Administration, uma das formas de matar os parasitas no peixe cru é congelar o alimento por uma semana a -20ºC ou por 15 horas a -35ºC.

Sendo assim, o ideal é buscar fornecedores ou restaurantes que sigam esse protocolo.

2. Observe o peixe antes de comer

Nem sempre é possível saber a que temperatura o peixe foi armazenado antes de ser servido, por isso, esteja sempre atento à aparência, à cor e ao odor do peixe cru.

Caso o cheiro esteja muito forte ou suspeito, o melhor é não comer.

3. Mantenha medidas básicas de higiene

Além de lavar bem as mãos antes e depois de manusear o peixe cru, procure ir em restaurantes que são rígidos em relação à higiene no armazenamento e manipulação de alimentos.

Orientações finais sobre o peixe cru

Por fim, se você escolher bons restaurantes ou armazenar o peixe de acordo com as orientações sanitárias, você provavelmente não vai ter problemas ao comer peixe cru.

Além disso, tente manter uma dieta equilibrada que não inclua peixe cru toda semana. Isso vai reduzir o risco de infecções indesejadas e garantir assim a ingestão de uma variedade maior de nutrientes.

Fontes e Referências Adicionais

Depois de saber desses riscos você pretende tomar mais cuidado ao consumir peixe cru? Comente abaixo!

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Botox faz mal? Efeitos colaterais, riscos e cuidados

Você já ouviu falar que botox faz mal? Veja se isso é verdade, quais são os riscos com a aplicação, efeitos colaterais e cuidados a tomar.

O botox é usado medicamente para tratar certas condições musculares e cosmeticamente para remover rugas e marcas de expressão paralisando temporariamente os músculos. Ele é feito de uma neurotoxina chamada toxina botulínica, que é produzida pela bactéria Clostridium botulim.

Embora ele seja um poderoso veneno,
quando usado corretamente possui várias aplicações.

O que é botox

A bactéria da qual é derivado o Botox, a Clostridium botulinum, é encontrada em muitos ambientes naturais, como no solo, lagos e florestas.

Essa bactéria também pode ser encontrada no trato intestinal de peixes, mamíferos e nas brânquias e órgãos de caranguejos e outros crustáceos.

Essas ocorrências naturais desta bactérias e esporos de Clostridium botulinum são geralmente inofensivas, mas os problemas surgem quando os esporos se transformam em células vegetativas e a população de células aumenta.

A um certo ponto, essas bactérias começam a produzir a toxina botulínica, a neurotoxina mortal responsável pelo botulismo que atacam o sistema nervoso, interrompendo os processos de sinalização que permitem que os neurônios se comuniquem efetivamente.

Usos do Botox

Botox

A toxina botulínica é usada predominantemente como um tratamento para reduzir o aparecimento de rugas faciais e linhas de expressão em procedimentos estéticos. Além disso, também é usado para tratar várias condições médicas como suor excessivo, enxaquecas e vazamentos na bexiga.

Atualmente, o uso da toxina está aprovado para as seguintes aplicações terapêuticas:

  • Distonia cervical rotatória idiopática – espasmos musculares severos do pescoço e do ombro.
  • Espasticidade do membro superior pós-AVC.
  • Hiperidrose axilar primária grave – sudorese excessiva.
  • Blefaroespasmos – espasmo das pálpebras.
  • Espasmos hemifacial.
  • Hiperatividade do músculo detrusor – parede da bexiga – causando incontinência urinária.
  • Enxaqueca crônica.
  • Bexiga hiperativa.
  • Estrabismo.
  • Linhas Canthal – pés de galinha.
  • Linhas glabelares – linhas de expressão entre as sobrancelhas.

Botox faz mal?

Embora a toxina botulínica seja fatal, em pequenas doses, como as utilizadas nas aplicações de Botox, ela é considerada segura.

De fato, relatou-se apenas 36 casos de efeitos adversos associados ao uso cosmético dessa substância à Food and Drug Administration (FDA) dos EUA entre 1989 e 2003. 13 desses casos podem ter tido mais a ver com uma condição subjacente do que com a droga em si.

Alguns pesquisadores especulam que aplicações cosméticas podem ter menos risco do que as injeções terapêuticas, já que as doses são geralmente muito menores.

Um estudo realizado em 2005 descobriu que os efeitos adversos do Botox eram mais prováveis com o uso terapêutico. Isso pode estar relacionado à condição subjacente, ou pode ser porque doses mais altas são necessárias para tratar a condição.

Ainda assim, o risco geral é mínimo e o Botox é geralmente considerado seguro, ou seja, raramente o uso do Botox faz mal.

No Brasil, apenas os médicos certificados podem aplicar injeções de Botox, por isso, se você está pensando em passar por esse procedimento, procure um médico da sua confiança e faça uma pesquisa a respeito dos seus pacientes e resultados das aplicações.

Riscos e efeitos colaterais

Embora as injeções de Botox sejam relativamente seguras e ofereçam poucos riscos, alguns pequenos efeitos colaterais são possíveis, como:

  • Dor de cabeça;
  • Arrepios;
  • Inchaço, dor ou hematomas no local da injeção;
  • Febre.

Alguns efeitos colaterais estão ligados à área da injeção. Por exemplo, se você receber injeções na área dos olhos, poderá detectar:

  • Olhos secos;
  • Pálpebras caídas;
  • Lacrimejamento excessivo;
  • Sobrancelhas irregulares.

Injeções ao redor da boca podem resultar em um sorriso “torto” ou fazer com que a pessoa fique babando.

A maioria dos efeitos colaterais geralmente é temporário e deve desaparecer horas depois ou em poucos dias, mas as pálpebras caídas, assimetria e salivação podem levar algumas semanas para melhorar, à medida que a toxina passa.

Em raros casos, a pessoa pode
desenvolver sintomas semelhantes ao botulismo. Procure atendimento médico
imediato se começar a sentir:

  • Dificuldade em engolir, respirar ou falar;
  • Fraqueza geral;
  • Perda de controle da bexiga;
  • Perda de visão.

Efeitos colaterais a longo prazo

Como os efeitos das injeções de Botox são temporários, a maioria das pessoas recebem injeções repetidas ao longo do tempo. No entanto, há poucas pesquisas sobre eficácia e segurança a longo prazo.

Em 2015, um estudo avaliou os efeitos em participantes que receberam injeções de Botox a cada seis meses para ajudar a tratar as condições da bexiga. Os pesquisadores fecharam a janela de observação em dois anos.

Eles concluíram então que o risco de efeitos adversos não aumentava com o tempo. As pessoas que receberam injeções repetidas também tiveram um sucesso maior no tratamento a longo prazo.

No entanto, os resultados de uma revisão sugerem que os efeitos adversos desta substância podem aparecer após a 10ª ou 11ª injeção.

Por exemplo, em um estudo, os pesquisadores observaram 45 participantes ao longo de 12 anos. Cada participante recebeu as injeções de Botox regularmente. Durante esse período, 20 casos de efeitos colaterais foram relatados. Foram eles:

  • Pálpebra caída;
  • Visão embaçada;
  • Náusea e vômito;
  • Rouquidão;
  • Edema;
  • Palpitações cardíacas;
  • Fraqueza geral ou acentuada;
  • Dificuldade em mastigar e engolir;
  • Fraqueza no pescoço;
  • Dificuldade em falar.

No entanto, ainda são necessárias mais pesquisas para entender os potenciais efeitos a longo prazo.

Cuidados

O Botox faz mal quando é utilizado de forma incorreta. Por isso, a melhor maneira de prevenir esses problemas é procurando os serviços de um profissional altamente qualificado.

Isso porque que ele entenderá a anatomia da área-alvo e começará com pequenas doses que irão ajustar gradualmente até a quantidade desejada.

Você também deve informar o seu cirurgião sobre quaisquer problemas de saúde que possa ter, incluindo alergias, e por fim, deve sempre seguir os conselhos e instruções do profissional antes e depois das injeções.

Fontes e Referências Adicionais

Você já tinha ouvido falar que o botox faz mal? Mesmo assim, pretende fazer? Comente abaixo!

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Entenda a condição conhecida como catalepsia ou paralisia do sono

Você já sentiu como se estivesse acordando, mas seu corpo não obedecesse aos seus comandos? Completamente paralisado? Este é um caso de catalepsia ou paralisia do sono.

A paralisia do sono é uma condição muito comum. Por isso, trouxemos algumas informações importantes para você. Descubra o que é e quais são os seus sintomas. Da mesma maneira, conheça algumas atitudes que ajudam você a evitar esta condição!

Condição paralisa os músculos durante o sono

A catalepsia ou paralisia do sono é um distúrbio em que os músculos ficam paralisados ao acordar ou durante o sono. Durante um certo período, o paciente fica sem conseguir se mexer, apresentando uma incapacidade total para mover os membros, a cabeça ou até falar.

De acordo com os especialistas, durante o período do sono REM, que é período de sono mais profundo, existe uma perda no tônus muscular. No caso da paralisia do sono, esta perda ocorre de repente durante o dia ou a qualquer momento.

Desta forma, você fica paralisado sem conseguir controlar os seus músculos. Esta sensação pode durar alguns minutos ou até horas. A boa notícia, de acordo com os cientistas, é que ela é transitória.

Os especialistas dividem a condição da paralisia do sono em dois tipos. Há a catalepsia projetiva e a catalepsia patológica.

No caso da paralisia patológica, ela ocorre quando há rigidez muscular e a pessoa não consegue se movimentar. Em muitos casos, estas pessoas parecem estar mortas.

Já a catalepsia projetiva é a paralisia do sono. Ela ocorre logo após acordar ou no momento em que se está tentando adormecer. Assim como no caso da catalepsia patológica, a pessoa não consegue se mexer.

Saiba o que pode causar a catalepsia do sono

Os especialistas ainda não descobriram quais são as causas da paralisia do sono. Apesar disso, eles acreditam que alguns fatores podem influenciar a condição.

Por exemplo, alguns medicamentos e a predisposição genética combinada com problemas neurológicos e psicológicos graves como a depressão podem causar catalepsia do sono.

O estresse também é um fator relevante que leva à paralisia do sono.

Da mesma forma, existem outros fatores de risco, como:

  • Comer exageradamente durante a noite;
  • Consumo de bebidas alcoólicas à noite;
  • Consumo de bebidas estimulantes à noite;
  • Praticar atividades intensas à noite.

Portanto, evite estes fatores de risco se você quer diminuir as chances de apresentar esta condição.

Sintomas

paralisia do sono

A paralisia do sono pode aparecer de diversas maneiras e os sintomas são os mais variados.

Os sintomas aparecem principalmente quando você acorda mas não consegue mexer seu corpo. Sendo assim, você pode sentir um grande desconforto, já que pode tentar mexer os olhos ou alguma parte do corpo e não conseguir.

Da mesma forma, em alguns casos, o distúrbio impede até mesmo a pessoa de falar ou emitir algum som.

Além disso, a catalepsia do sono ainda apresenta alguns sintomas mais graves como enrijecimento dos membros, insensibilidade e até mesmo alucinações.

De acordo com os especialistas, para aliviar a situação e induzir o despertar você deve expirar e inspirar profundamente. Do mesmo modo, focar em um único músculo e tentar movê-lo ajuda a despertar completamente e a melhorar.

Tratamento depende da gravidade e deve ser acompanhado por um especialista

Para tratar a catalepsia, primeiramente você deve contatar um médico especialista em distúrbios do sono.

Este profissional irá indicar um tratamento que irá variar de acordo com a gravidade dos sintomas e a duração do episódio. Sendo assim, a paralisia deve ser tratada caso a caso.

Da mesma forma, o médico irá receitar medicamentos como relaxantes musculares, antidepressivos ou hipnóticos. Dependendo do caso, o médico ainda aconselha a psicoterapia.

Em suma, procure um especialista se os sintomas aparecerem. Lembre-se, a automedicação pode agravar a situação e é perigosa.

Conheça algumas atitudes que podem ajudar a evitar a catalepsia do sono

Como vimos, diversos fatores causam a paralisia do sono. No entanto, algumas atitudes podem ajudar a evitar esta condição mais facilmente e melhorar a qualidade do sono.

Antes de mais nada, é importante cuidar da higiene do sono. Crie uma rotina para dormir. Da mesma maneira, faça com que seu quarto seja um espaço confortável.

Além disso, um cochilo durante o dia também ajuda. Exercícios físicos e uma boa alimentação são fundamentais porque ajudam a regular o seu sono e aumentar a qualidade de vida.

Você já teve a paralisia do sono ou conhece alguém que teve? Conte tudo para a gente nos comentários.

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Como as vacinas protegem contra as novas variantes do coronavírus

Com as novas mutações, o novo coronavírus causa ainda mais estragos. De acordo com estudos preliminares, estas variantes são mais infecciosas que o vírus original.

Os cientistas agora procuram compreender qual a gravidade destas variantes e como elas reagem às vacinas que já existem contra o vírus, já que a população está apreensiva com as notícias sobre estas novas mutações.

Pensando nisso, trouxemos algumas informações importantes para ajudar você a entender quais são as variações mais preocupantes do novo coronavírus e como as vacinas podem funcionar em relação a estas variantes.

Conheça as principais variantes do novo coronavírus

Existem diversas variantes e milhares de modificações do vírus. Apesar disto, os cientistas estão preocupados com algumas em específico, como, por exemplo, a variante do Reino Unido. Esta variante britânica do novo coronavírus já se espalhou para mais de 50 países.

Do mesmo modo, a variante da África do Sul é uma das mais perigosas e já está presente em pelo menos 20 outros países.

Há, ainda, a variante brasileira da COVID-19. Esta variação também se espalha mais rapidamente.

De acordo com os especialistas, é normal novas variantes se desenvolverem porque todos os vírus se modificam à medida que fazem cópias de si mesmos para se espalhar e prosperar.

Mas afinal, estas variações são mais perigosas?

Muitas dessas mutações são irrelevantes. Segundo os especialistas, algumas são até prejudiciais à sobrevivência do vírus. Por outro lado, é preciso estar atento, já que algumas delas tornam a doença mais infecciosa.

Apesar da preocupação, os especialistas acreditam que não há evidências de que estas mutações causam um quadro mais grave. Da mesma forma que a versão original, pessoas idosas ou com problemas de saúde subjacentes possuem um risco maior de se infectar gravemente.

De acordo com alguns estudos, a variante do Reino Unido apresenta um risco 30% maior de morte. No entanto, conforme os chefes da pesquisa, a evidência não é forte e os dados ainda são incertos.

Por fim, como as novas variantes se espalham mais facilmente, é importante manter os cuidados originais para não se infectar.

Variações permitem a ligação mais rápida às células

Embora não exista uma modificação na gravidade da doença, as variantes do Reino Unido, África do Sul e Brasil são muito mais contagiosas.

Conforme os especialistas, isso ocorre porque elas alteraram sua proteína de pico, ou seja, a parte do vírus que se liga às células humanas. Como resultado, elas infectam as células e se espalham mais rapidamente.

Por exemplo, especialistas acreditam que a cepa do Reino Unido ou “Kent”, é 70% mais transmissível ou infecciosa. A última pesquisa da Public Health England apontou que ela é cerca de 30% a 50% mais rápida para infectar que o vírus original.

Entenda como as vacinas agem nestas modificações

vacina

Os pesquisadores já informaram que farão vacinas para estas novas variantes rapidamente se for necessário. Apesar disso, os especialistas estão confiantes quanto às que já existem.

De acordo com as organizações de saúde, embora elas não sejam tão eficazes para estas novas variantes, ainda funcionam para proteger contra elas.

Por exemplo, os primeiros resultados sugerem que a vacina da Pfizer protege contra as novas variantes, mas é ligeiramente menos eficaz.

Já dados da equipe da vacina de Oxford-AstraZeneca apontam que ela protege de forma similar contra a infecção do Reino Unido e, apesar de menos eficaz, também combate a infecção da variante sul africana.

Proteja-se contra as novas variantes

Primeiramente, é importante que você saiba que as atitudes de proteção devem permanecer e que elas servem para qualquer variante.

Isso significa manter o distanciamento social, utilizar máscara, lavar sempre as mãos com água e sabão e utilizar álcool gel.

Você já tomou a vacina? Já teve contato com estas novas variantes do novo coronavírus? Conte para a gente nos comentários!

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Receita de panquecas de morango Paleo para o café da manhã

Engana-se quem acredita que as refeições de uma dieta para emagrecer precisam ser sem graça. Com criatividade, dá para fazer adaptações nas receitas tradicionais, de modo que elas caibam nas regras do regime, e ter pratos bem saborosos no dia a dia.

Por exemplo, quem segue a dieta Paleo pode optar por panquecas de morango Paleo para o café da manhã na sua primeira refeição do dia. Como o programa alimentar prevê um consumo bem baixo de carboidratos, a farinha de trigo não chega nem perto da receita.

Ao lado dos ovos, a preparação leva a farinha de amêndoas, que é um tipo de farinha low carb. Já quem contribui para que o prato ganhe um sabor todo especial são os morangos amassadinhos e um pouquinho de canela.

Tudo isso sem precisar passar horas na cozinha para comer algo diferente sem sair da dieta. Afinal, a receita fica pronta rápido e é bem prática de preparar.

Quer ver só como funciona e experimentar como as panquecas de morango Paleo para o café da manhã ficam? Então, confira agora mesmo o passo a passo da preparação e corra até a cozinha para testar essa maravilha!

Panqueca de morango Paleo

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Panquecas de morango Paleo para o café da manhã

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Uma receita diferente para seu café da manhã Paleo. Fácil de fazer!
Course Café da manhã
Cuisine Americana
Diet Vegetarian
Keyword café da manhã paleo, panquecas de morango, panquecas paleo
Prep Time 5 minutes
Cook Time 30 minutes
Porções 6
Calorias 205kcal

Equipment

  • Tigela
  • Frigideira

Ingredients

Instructions

  • Com exceção do óleo de coco, juntar todos os ingredientes em uma tigela e misturar bem.
  • Colocar o óleo de coco na frigideira e levar ao fogo para derreter. Após derreter, adicionar ¼ de xícara da massa da tigela. Cozinhar ambos os lados da panqueca até dourar.
  • Repetir o mesmo procedimento com o restante da massa até acabar tudo.

Notes

  • Você pode substituir o leite de amêndoas por leite de coco.
  • Dá para servir as panquecas com morangos inteiros ou mais um pouco de morangos amassados.

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 205kcal | Carboidratos: 7g | Proteína: 8g | Gordura: 18g | Gordura Saturada: 3g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 55mg | Sódio: 52mg | Potássio: 39mg | Fibras: 3g | Açúcar: 2g | Vitamina A: 81IU | Vitamina C: 7mg | Cálcio: 93mg | Ferro: 1mg

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Receita de quiche de bacalhau light sem farinha

Sabe o bacalhau que sobrou do almoço de domingo? Então, você pode utilizar o alimento em uma receita para a segunda-feira. Você escolheu o primeiro dia da semana para ter uma dieta mais balanceada? Sem problemas, pois se trata de uma receita light com o peixe!

Estamos falando de uma quiche de bacalhau light. Além de ser uma forma de reaproveitar o bacalhau, a preparação não leva farinha de trigo ou qualquer outro tipo de farinha. Assim, ela pode ser uma excelente alternativa para o lanche da tarde.

A base da torta é a saudável batata doce, que precisa ser cortada em rodelas bem fininhas para ser usada na receita. Mas a receita ainda leva abobrinha, alho-poró e temperos bem gostosos como alho, salsa, coentro, pimenta, páprica e cúrcuma.

Ou seja, a preparação é uma delícia que dá para comer nos dias da semana sem sentir aquela culpa de estar destruindo completamente a dieta.

Que tal experimentar? Então, confira a lista de ingredientes em detalhes, aprenda o passo a passo e teste ir até a cozinhar para preparar e testar essa delícia de quiche de bacalhau light!

Quiche de bacalhau

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Quiche de bacalhau light

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Uma receitinha light para aproveitar o bacalhau. Não leva farinha!
Course Lanche
Cuisine Francesa, Portuguesa
Diet Low Calorie
Keyword quiche de bacalhau, quiche de bacalhau light, quiche light
Prep Time 10 minutes
Cook Time 50 minutes
Porções 8
Calorias 184kcal

Equipment

  • Tigela
  • Frigideira
  • Forma redonda

Ingredients

Instructions

  • Distribuir as rodelas finas de batata doce na forma, formando uma espécie de flor.
  • Fazer uma camada por baixo para cobrir todo o fundo da forma, de modo que as rodelas peguem também as laterais, uma camada menor no meio por cima da camada de baixo e uma camada pequena por cima da camada do meio com três rodelas no topo,
  • Levar para assar no forno em 180º C por aproximadamente 10 minutos.
  • Colocar o azeite na frigideira, juntar as cebolas, o bacalhau, o alho-poró, o coentro, a salsa, o alho, as pimentas, a cúrcuma, a páprica e o sal. Levar ao fogo para refogar devagarzinho, durante 10 minutos.
  • Adicionar os espinafres e cozinhar por mais 10 minutos. Desligar o fogo e reservar.
  • Bater os ovos com o creme de leite em uma tigela. Misturar na panela com os legumes e o bacalhau.
  • Despejar na forma por cima das rodelas de batata doce, que já terão terminado de assar pela primeira vez.
  • Levar ao forno em 180º C por aproximadamente 20 minutos ou até dourar.

Notes

  • O número de porções que a receita rende, assim como a quantidade de calorias por porção, podem variar de acordo com o tamanho em que você cortas as fatias da quiche.

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 184kcal | Carboidratos: 15g | Proteína: 12g | Gordura: 9g | Gordura Saturada: 3g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 181mg | Sódio: 154mg | Potássio: 580mg | Fibras: 3g | Açúcar: 4g | Vitamina A: 9369IU | Vitamina C: 19mg | Cálcio: 87mg | Ferro: 2mg

Receita de quiche de bacalhau light sem farinha Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br