Qual é o melhor ácido para clarear virilha?

Se as manchas na região da virilha te incomodam, saiba então qual é o melhor ácido para clarear virilha e evitar o escurecimento da pele.

Mesmo pessoas com o tom de pele claro podem ter a pele da virilha escura. Existem vários motivos que contribuem para a hiperpigmentação na região, como por exemplo:

  • Atrito;
  • Depilação com lâmina;
  • Irritação e reação alérgica;
  • Uso de roupas apertadas;
  • Mudanças hormonais;
  • Uso de remédios;
  • Exposição ao sol.

A saber, muitas dessas causas mexem com a produção de melanina – substância responsável pela pigmentação da pele.

Melhor ácido para clarear virilha!

O ácido retinóico é um derivado da vitamina A perfeito para clarear a virilha. Ele atua estimulando a renovação celular por meio da descamação da pele. De fato, isso ajuda a estimular o colágeno, a uniformizar o tom de pele e a clarear possíveis manchas na virilha. 

No entanto, é importante usá-lo com cautela já que o ácido pode deixar a pele ressecada e sensível ao sol.

Já que ele deixa a pele sensível à luz solar, o ideal é usar o ácido retinoico antes de dormir. De manhã, use após a limpeza de pele e não esqueça de passar o protetor solar logo em seguida!

Outras opções de ácidos para clarear virilha

ácido ascórbico para clarear virilha

Embora o ácido retinóico seja a opção mais eficaz, existem outros ácidos que também podem ser usados para:

  • Complementar o tratamento com o ácido retinoico;
  • Casos em que a pele é muito sensível para o ácido retinoico;
  • Pessoas com alergia ao ácido retinoico.

Ácido glicólico

O ácido glicólico é um tipo de alfa hidroxiácido. Essa classe de ácidos é útil para clarear manchas na pele. 

Isso acontece porque o ácido estimula a renovação das células da pele. Além disso, como bônus, ele também é um bom hidratante.

Ácido ascórbico

O ácido ascórbico (vitamina C) – presente em frutas cítricas como o limão e a laranja, por exemplo – é um ótimo ácido para clarear a virilha. Ele estimula o colágeno e combate a ação dos radicais livres. 

Além do mais, ele é super acessível e por isso é um dos mais usados para deixar a pele mais clara.

Ácido elágico

De acordo com a American Academy of Dermatology, o ácido elágico é promissor para diminuir a pigmentação da pele.

Trata-se de um composto natural encontrado em algumas frutas e que vem sendo testado para clarear a pele.

Além disso, ele dificilmente causa reações alérgicas. Por isso, o ácido elágico pode ser usado por pessoas com qualquer tipo de pele.

Ácido kójico

Enquanto isso, o ácido kójico tem um mecanismo de ação diferente. Ele age inibindo a produção de melanina, o que ajuda a clarear a pele do local.

De acordo com um estudo de 2013 da revista Journal of Drugs in Dermatology, o ácido kójico vem demonstrando um ótimo potencial para clarear a pele. No entanto, algumas pessoas podem ter reações alérgicas. 

Mais ácidos para tirar manchas na virilha

Por fim, cremes clareadores e outros cosméticos que prometem clarear a pele também podem ter em sua composição ácidos como:

  • Lático;
  • Ácido mandélico;
  • Ascórbico;
  • Ácido fítico;
  • Azelaico.

Dicas e precauções

Você pode combinar o uso do ácido com outros tratamentos estéticos como o peeling, pois isso ajuda a eliminar as células mortas e reduzir ainda mais as manchas na região.

Outras dicas que ajudam a tratar e prevenir o escurecimento da pele da virilha são:

  • Dar preferência às roupas íntimas leves e feitas de algodão;
  • Evitar usar lâminas ou fazer depilação com cera;
  • Ter uma boa rotina de skincare e hidratar a pele com frequência;
  • Usar protetor solar toda vez que expor o local ao sol;
  • Manter a pele sempre esfoliada e limpa;
  • Usar roupas que deixam a pele respirar a fim de diminuir o atrito e o suor na região.

Fique atento ao tempo de uso de ácidos na pele. Independentemente da sua escolha, o ácido deve ser usado por no máximo 4 semanas para que não cause danos na pele – como o ressecamento excessivo, por exemplo.

Por fim, nunca aplique nenhum desses ácidos logo depois de se depilar. Isso porque eles podem causar muita irritação na pele e gerar um novo problema neste caso.

Fontes e Referências Adicionais

Você já testou algum desses ácidos para clarear a virilha? Então, comente aqui!

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Shilajit – Benefícios e efeitos colaterais

Conheça o Shilajit e saiba quais são os seus benefícios, para que serve, como tomar e quais são seus efeitos colaterais.

O Shilajit é uma substância natural que oferece diversos benefícios à saúde. A sua combinação de minerais orgânicos, ácidos húmicos e fúlvicos, aminoácidos, carbono-60, antioxidantes à base de plantas e muitos outros ácidos orgânicos o diferencia de qualquer outro suplemento de minerais.

Há muito tempo, ele é utilizado na medicina Ayurveda como um rejuvenescedor natural, antioxidante, adaptógeno e afrodisíaco.

O que é o Shilajit

Shilajit é o resultado de um longo processo de decomposição de matérias vegetais e minerais, rico em nutrientes, que se desenvolve ao longo dos séculos a partir da lenta decomposição das plantas, principalmente do Himalaia.

Trata-se de uma substância pegajosa e preta, proveniente de rochas em altas cadeias de montanhas que era tradicionalmente originado na Índia e no Tibete, embora agora seja encontrado em muitos outros países.

Componentes bioativos

O shilajit é feito de hummus (60 – 80%) e materiais orgânicos de plantas que foram comprimidos por camadas de rochas ao longo do tempo.

As temperaturas mais quentes no verão derretem o shilajit, fazendo com que ele escorra pelas rachaduras das rochas.

O suplemento é composto por:

  • Ácido fúlvico, o seu principal ingrediente ativo;
  • Mais de 84 tipos de minerais, incluindo os minerais mais essenciais;
  • Ácido húmico (e ácidos urônicos).
  • Alguns lipídios;
  • Glicosídeos fenólicos;
  • Outros metabólitos vegetais e microbianos;
  • Pequenos peptídeos e aminoácidos.

Os cientistas levantam a hipótese de que o ácido fúlvico atua como uma molécula transportadora no corpo, ajudando a transportar nutrientes para os tecidos profundos e a remover toxinas arraigadas.

De acordo com essa teoria, os compostos bioativos desta substância amplificam os benefícios e a biodisponibilidade de outras ervas. No entanto, as evidências ainda são insuficientes.

Benefícios do Shilajit

Veja quais são os benefícios do shilajit e para que serve este produto natural.

1. Baixo nível de testosterona

A testosterona é um hormônio sexual masculino primário, mas alguns homens têm um nível mais baixo do que outros e sofrem de testosterona baixa.

Em um estudo clínico com voluntários do sexo masculino entre 45 e 55 anos, os participantes que receberam shilajit purificado apresentaram um nível significativamente maior de testosterona em comparação com o grupo que recebeu placebo.

2. Melhora a fertilidade masculina

Estudos também mostraram que o shilajit pode aumentar a fertilidade masculina.

Em um estudo, quase metade dos homens que completaram o tratamento com a substância mostraram um aumento na contagem total de espermatozoides e na motilidade espermática.

3. Bom para o envelhecimento

Um estudo observou que o ácido fúlvico, um dos principais compostos do shilajit, atua como um composto antioxidante e anti-inflamatório.

Por isso, o Shilajit pode ajudar a reduzir os radicais livres e os danos celulares no corpo, que são dois fatores-chave no envelhecimento. Com isso, o uso regular de shilajit pode contribuir para a longevidade, um processo de envelhecimento mais lento e uma saúde geral melhor.

4. Bom para o cérebro e doença de Alzheimer

Seus inúmeros compostos podem ser benéficos para a função cerebral e até auxiliar no tratamento da doença de Alzheimer.

Um estudo publicado no International Journal of Alzheimer’s Disease observou que o shilajit é tradicionalmente usado para longevidade e para retardar o envelhecimento e seus compostos podem ajudar a controlar distúrbios cognitivos, como o Alzheimer.

Alguns pesquisadores acreditam que o shilajit pode impedir ou retardar a progressão desta doença devido ao antioxidante ácido fúlvico, que contribui para a saúde cognitiva impedindo o acúmulo de proteína tau, que pode desencadear danos às células cerebrais.

5. Bom para a saúde do coração

Uma pesquisa testou o desempenho cardíaco do shilajit em ratos de laboratório e constatou que aqueles que o receberam antes da lesão cardíaca apresentaram menos lesões.

É importante notar que o shilajit pode reduzir a pressão arterial em alguns casos e não deve ser tomado por quem tem um problema cardíaco ativo.

6. Benéfico no combate à anemia

A anemia que é causada devido a deficiência de ferro pode ser o resultado de uma dieta pobre em ferro, perda de sangue ou incapacidade de absorver ferro.

Os suplementos de shilajit podem aumentar gradualmente os níveis de ferro no sangue, segundo um estudo.

7. Pode ajudar na luta contra o câncer de fígado

Um estudo descobriu que essa substância natural ajudou a forçar a destruição de células cancerígenas no fígado e também impediu a multiplicação dessas células cancerígenas.

Os pesquisadores observaram que seus resultados mostram que o shilajit tem um efeito anticâncer, mas mais estudos são necessários.

8. Benéfico como antiviral

A grande variedade de minerais e compostos encontrados no shilajit também pode ajudar a combater alguns vírus.

Um estudo observou que o shilajit poderia combater e matar muitos vírus diferentes em ambientes isolados, incluindo alguns vírus do herpes. Embora pareça eficaz, mais estudos são necessários.

9. Tratamento para obesidade

Um estudo publicado no Journal of Medicinal Food observou que pessoas obesas que tomavam um suplemento oral de shilajit purificado responderam melhor ao exercício do que aquelas que não o fizeram.

Os pesquisadores observaram que o shilajit parecia ativar genes no corpo que ajudavam os músculos esqueléticos a se adaptarem rapidamente ao novo treino. Isso pode significar menos fadiga e mais força ao longo do tempo.

Efeitos colaterais e cuidados

Suplementos

Devido à falta de pesquisas, pouco se sabe sobre a segurança e efeitos colaterais do uso a longo prazo ou regular de shilajit.

No entanto, existe alguma preocupação de que o shilajit possa aumentar a produção de ácido úrico e, por sua vez, exacerbar condições como a gota.

Essa substância também pode aumentar os níveis de ferro, portanto, pessoas com condições como excesso de ferro no sangue devem evitá-lo.

Ela também pode alterar os níveis hormonais do corpo. Em um estudo publicado em 2016, por exemplo, constatou-se que suplementos de shilajit tomados duas vezes ao dia por 90 dias aumentaram os níveis de testosterona total do corpo, testosterona livre e DHEA-S.

Consumir shilajit cru ou não processado não é recomendado.

Mulheres grávidas, que amamentam ou crianças não devem tomar a substância de nenhuma forma.

Dosagem

Não há evidências científicas suficientes para determinar uma dose padrão ou apropriada do suplemento. A dose certa para você pode depender da sua idade, do seu estado atual de saúde e do benefício desejado.

Converse com seu médico para obter aconselhamento personalizado sobre o uso deste ou de qualquer outro suplemento dietético.

Fontes e Referências Adicionais

Você já conhecia o suplemento de Shilajit? Pretende experimentar e aproveitar algum dos benefícios? Comente então abaixo!

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COVID-19 pode ser pior para quem tem problemas de colesterol

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pessoas com 60 anos ou mais e quem sofre com problemas de saúde preexistentes têm maior risco de desenvolver um problema grave em decorrência da COVID-19.

A lista desses problemas inclui pressão alta, problemas cardíacos e pulmonares, diabetes, câncer e obesidade. No entanto, um estudo da Universidade de Bristol, na Inglaterra, apontou que o colesterol aparentemente pode aumentar a infectividade do novo coronavírus.

Isso explicaria por qual motivo as pessoas com problemas de colesterol também correm o risco de desenvolver problemas graves se pegarem a COVID-19.

Originalmente, o estudo que saiu no jornal da Sociedade Química Alemã Angewandte Chemie realizou simulações para verificar quais compostos poderiam se ligar à proteína spike viral do novo coronavírus, reduzindo a sua infectividade.

A saber, o novo coronavírus utiliza justamente a sua proteína spike viral para se ligar às células do organismo e para penetrá-las.

Os pesquisadores apontaram que níveis altos de colesterol podem se ligar, porém, ter um efeito desestabilizador no bloqueio da configuração da spike. Como resultado, isso favorece a abertura e uma configuração mais infecciosa, observaram os pesquisadores.

Portanto, temos aí mais um motivo para cuidar da saúde e ter uma alimentação de qualidade para evitar desenvolver problemas de colesterol. Quem já sofre com a condição deve seguir direito o tratamento médico para manter seu problema sob controle.

Vale lembrar que, além desse risco que a pesquisa associou à COVID-19, ter colesterol alto também pode gerar outras complicações para a saúde. Por exemplo, angina (dor no peito), ataque no coração e acidente vascular cerebral.

Estudo também avaliou comportamento das vitaminas

Vitaminas

Em suas simulações, os pesquisadores também projetaram que as vitaminas solúveis em gorduras, vitamina A, vitamina D e vitamina K, se ligam ao spike, podendo torná-lo menos capaz para infectar as células.

Uma das autoras do estudo, a pesquisadora associada sênior da Escola de Bioquímica da Universidade de Bristol, Deborah Shoemark, destacou que a obesidade é um grande fator de risco para a COVID-19 severa e que a vitamina D costuma se acumular no tecido adiposo.

“Isso pode diminuir a quantidade de vitamina D disponível aos indivíduos obesos. Países nos quais algumas dessas deficiências de vitaminais são mais comuns também sofreram seriamente no curso da pandemia”, afirmou.

As simulações computacionais da pesquisa também mostraram que o ácido linoleico pode ajudar a estabilizar a forma fechada da proteína spike do novo coronavírus.

De acordo com Shoemark, sua pesquisa sugere que ter deficiência das vitaminas acima ou de ácidos graxos como o ácido linoleico pode tornar mais fácil para o vírus infectar o organismo.

Mas cuidado: não se precipite!

Isso não significa que ter bons níveis de ácido linoleico, vitamina A, vitamina D e vitamina K impeça uma pessoa de pegar o novo coronavírus ou de ter um caso grave de COVID-19. Além disso, o estudo não provou que esses compostos sejam capazes de curar a doença.

Aliás, ainda não se comprovou uma cura para a COVID-19. Ao mesmo tempo, a maneira mais garantida de prevenir-se contra a infecção pelo novo coronavírus é obedecer aos cuidados já conhecidos contra o vírus.

Por exemplo, lavar bem as mãos ou passar álcool em gel com frequência, manter pelo menos dois metros de distância de outras pessoas, usar máscaras faciais, não compartilhar objetos pessoais, entre outros cuidados de prevenção.

Assim, a lição que podemos tirar das simulações da pesquisa é que devemos nos alimentar de maneira saudável para garantir um fornecimento suficiente desses compostos ao organismo. Mas que isso não torna alguém imune contra o novo coronavírus.

Conheça então os alimentos que contêm ácido linoleico, assim como as fontes de vitamina A, as fontes de vitamina D e de vitamina K.

Mas antes de usar suplementos vitamínicos, consulte o médico, para saber se o produto é realmente necessário e conhecer a dose adequada e segura para você.

Ficou preocupado com o colesterol? Então, conheça no vídeo da nossa nutricionista alguns sinais que o corpo pode dar quando o colesterol aumenta:

Fontes e Referências Adicionais

Você tem problemas de colesterol? Tem se cuidado melhor durante pandemia? Conte para nós nos comentários!

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Estudo mostra como as frituras fazem mal para a saúde do coração

A próxima vez que alguém te falar que comer fritura não é nada bom, acredite. Isso porque um estudo que analisou pesquisas já disponíveis apontou que as frituras podem aumentar os riscos de ter acidente vascular cerebral (AVC) e problemas graves no coração.

A análise indiciou que as pessoas que comiam mais frituras semanalmente tinham um risco 28% maior de sofrer grandes eventos cardiovasculares, 22% maior de ter doença arterial coronariana e 37% maior de insuficiência cardíaca.

Além disso, cada porção adicional de 114 gramas ou ½ xícara de frituras por semana aumentou o risco de ataque cardíaco e AVC em 3%, de doença cardíaca em 2% e de insuficiência cardíaca em 12%

O estudo não encontrou associações com mortes por doença cardiovascular ou qualquer causa. Entretanto, os pesquisadores acreditam que isso pode ter ocorrido devido aos pequenos números envolvidos em alguns dos estudos que eles analisaram.

As gorduras trans e as calorias são os problemas

Donut

Ao fritar um alimento, ele absorve parte da gordura do óleo, podendo assim se tornar mais calórico. Além disso, frituras industrializadas e processadas costumam ter gorduras trans.

A indústria alimentícia recorre às gorduras trans porque elas são baratas de produzir, têm alta duração e fornecem uma boa textura e sabor aos alimentos. Conheça outras comidas que contêm gorduras trans.

De acordo com a Associação Americana do Coração, as gorduras trans aumentam os níveis de colesterol ruim e diminuem as taxas de colesterol bom. A instituição aconselha trocar as gorduras trans por fontes de gorduras boas, como as gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas.

Embora um produto apresente poucas gorduras trans por porção, comer várias porções do alimento trará um acúmulo da substância no corpo. Como resultado, aumentam as chances de ter doença cardiovascular, diabetes e até demência.

Isso sem contar que as calorias a mais do óleo da fritura feita em casa e as muitas calorias que as frituras industrializadas trazem podem engordar.

Conforme o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos Estados Unidos, o excesso de peso é outro fator que pode provocar uma série de problemas graves. Por exemplo:

  • Diabetes do tipo 2;
  • Pressão alta;
  • Doença no coração;
  • AVC;
  • Alguns tipos de câncer;
  • Apneia do sono;
  • Osteoartrite;
  • Doença hepática gordurosa;
  • Doença renal;
  • Problemas na gestação: níveis altos de glicose no sangue na gravidez, hipertensão e aumento do risco de precisar ter uma cesariana.

Especialista avaliou o estudo

Embora a pesquisa mostre apenas uma associação entre consumir frituras e o risco cardiovascular, as suas descobertas estão de acordo com as orientações atuais para limitar a ingestão desse tipo de alimento.

Ao mesmo tempo, comer frituras costuma aparecer ao lado da falta de exercícios e outros comportamentos não saudáveis, que também favorecem o desenvolvimento de doenças no coração, apontam especialistas.

Além disso, as frituras também podem trazer outros problemas para a saúde, como ser altamente processadas e fonte de carboidratos ruins, apontou o nutricionista e professor bolsista da Escola Médica Aston Duane Mellor.

“Ao considerar esse tipo de estudo, é importante ponderar que embora reduzir a ingestão de gorduras seja parte lógica de uma dieta saudável, também é importante olhar quais alimentos serão consumidos no lugar”, completou Mellor.

Ou seja, não adianta trocar as frituras por outros alimentos de baixa qualidade. O ideal é substituí-las por alimentos saudáveis, como frutas, legumes, verduras, carnes magras e leguminosas.

Não perca o vídeo a seguir, em que a nossa nutricionista esclarece sobre as gorduras trans:

Fontes e Referências Adicionais

Você costuma comer frituras? Já conhecia os malefícios desses alimentos? Comente abaixo!

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Receita de cachorro-quente Dukan diferente e deliciosa

O cachorro-quente não é exatamente um prato que combina com uma dieta para emagrecer. Principalmente com uma como a dieta Dukan, um método mais restritivo que envolve a diminuição do consumo de carboidratos.

Afinal, ao lado do pão e da salsicha, os cachorros-quentes brasileiros podem levar purê, milho, molhos e outros complementos que colocam os teores de calorias e de carboidratos do lanche nas alturas. No entanto, você sabia que existe um cachorro-quente Dukan?

Trata-se de um cachorro-quente sem pão. A receita leva uma massa que é feita com farelo de aveia, mussarela, leite, ovo, queijo branco e outros ingredientes. Então, a massa recebe pedacinhos de salsicha antes de ir ao forno.

O resultado é um cachorro-quente na forma de muffin salgado que você pode preparar sempre que bater a vontade de comer algo diferente no lanchinho e você já estiver cansado das receitas de pão Dukan de sempre.

Que tal experimentar? Apostamos que até mesmo quem não segue a dieta vai gostar! Então, aprenda agora mesmo como preparar o seu próprio cachorro-quente Dukan!

Cachorro-quente

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Cachorro-quente Dukan

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Uma versão de cachorro-quente que cabe na dieta Dukan. Uma delícia para seu lanchinho!
Course Lanche
Cuisine Brasileira
Diet Low Calorie
Keyword cachorro-quente, cachorro-quente dukan
Prep Time 10 minutes
Cook Time 15 minutes
Porções 8
Calorias 97kcal

Equipment

  • Liquidificador
  • Forminhas de silicone
  • Assadeira

Ingredients

  • 1 colher de sopa farelo de aveia
  • 2 colheres de chá fermento em pó
  • 2 colheres de sopa queijo mussarela light ralado
  • 3 colheres de sopa amido de milho
  • 150 ml leite desnatado
  • ½ xícara queijo branco picado
  • 4 salsichas de frango cozidas e picadas

Instructions

  • Preaquecer o forno em fogo médio. Com exceção das salsichas, juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater até formar uma massa homogênea.
  • Distribuir as massas nas forminhas de silicone. Distribuir as salsichas picadas nas forminhas e misturar com a massa.
  • Colocar as forminhas em cima de uma assadeira e levar ao forno para assar por aproximadamente 15 minutos. Esperar esfriar um pouquinho antes de servir.

Notes

  • Você pode substituir as salsichas de frango por salsichas de peru.
  • O número de porções e de calorias por porção varia conforme a quantidade de massa que você decidir colocar em cada forminha.

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 97kcal | Carboidratos: 6g | Proteína: 6g | Gordura: 5g | Gordura Saturada: 2g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Colesterol: 7mg | Sódio: 408mg | Potássio: 51mg | Fibras: 1g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 55IU | Cálcio: 111mg | Ferro: 1mg

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Receita de bolo de cenoura sem glúten e sem açúcar

Existem dois tipos de pessoas que podem ficar com receio de comer bolo de cenoura. O primeiro tipo é formado por quem não pode ingerir glúten por sofrer com a doença celíaca ou outro problema de saúde que impede a ingestão da proteína.

Afinal, a maioria dos bolos é feita com farinha de trigo, um ingrediente que é fonte de glúten. Já o segundo grupo é o das pessoas que estão evitando os bolinhos porque resolveram seguir uma dieta para emagrecer.

Isso porque muitos bolos são cheios de açúcar, um ingrediente que não combina em nada com a dieta com foco na perda de peso. Mas hoje, vamos conhecer um tipo de bolo que serve tanto para quem não pode ingerir glúten quanto para quem está evitando o açúcar.

Estamos falando do bolo de cenoura sem glúten e sem açúcar. Uma delícia que tem direito até mesmo a uma calda de chocolate! O segredo? A farinha de arroz substitui a farinha de trigo e o adoçante xilitol toma o lugar do açúcar na receita.

Ficou curioso para saber como a receita fica? Então, aproveite que o passo a passo de como fazer a preparação está logo abaixo e experimente o bolo de cenoura sem glúten e sem açúcar agora mesmo!

Bolo de cenoura

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Bolo de cenoura sem glúten e sem açúcar

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Um versão mais saudável do clássico bolo de cenoura. Para quem não come glúten ou cortou o açúcar.
Course Lanche, Sobremesa
Cuisine Brasileira
Diet Gluten Free, Vegetarian
Keyword bolo de cenoura, bolo de cenoura sem açúcar, bolo de cenoura sem glúten, bolo sem açúcar, bolo sem glúten
Prep Time 20 minutes
Cook Time 40 minutes
Porções 15
Calorias 231kcal

Equipment

  • Liquidificador
  • Tigela
  • Forma média
  • Panela

Ingredients

Instructions

  • Preaquecer o forno em 180º C. Juntar o xilitol, o óleo de coco, os ovos e as cenouras no liquidificador. Bater bem.
  • Colocar a farinha de arroz dentro de uma tigela. Adicionar uma pitada de sal e despejar a massa do liquidificador por cima. Misturar com uma colher até ficar homogêneo. Acrescentar o fermento por último e misturar delicadamente.
  • Despejar a massa em uma forma untada com óleo de coco e polvilhada com farinha de arroz. Levar ao forno para assar por cerca de 30 minutos. Quando um garfo ou palito sair limpo após você espetar o bolo com o objeto, ele estará pronto.
  • Para fazer a cobertura, misturar o cacau em pó, a água, as duas colheres de sopa de xilitol e a colher de sopa de óleo de coco em uma panela e levar ao fogo.
  • Mexer até obter uma cobertura cremosa. Deixar esfriar por uns cinco minutinhos e despejar por cima do bolo já assado.

Notes

  • Você pode usar a mistura para bolos sem glúten no lugar da farinha de arroz ou misturar as duas na receita, se preferir.
  • Dá para utilizar leite sem lactose no lugar da água para fazer a calda, mas isso trará mais calorias ao bolo.

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 231kcal | Carboidratos: 20g | Proteína: 3g | Gordura: 17g | Gordura Saturada: 14g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 33mg | Sódio: 109mg | Potássio: 78mg | Fibras: 1g | Açúcar: 1g | Vitamina A: 2086IU | Vitamina C: 1mg | Cálcio: 59mg | Ferro: 1mg

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Receita rápida de pizza de aveia light de frigideira

Tem coisa melhor do que uma receita gostosa, prática e fácil de fazer? Só se ela também for saudável e couber em uma dieta para emagrecer. Por exemplo, essa pizza de aveia light de frigideira que vamos aprender hoje!

Ela não leva nada de farinha de trigo, ingrediente visto como vilão em muitas dietas. Há uma grande preocupação se a farinha de trigo faz mal, assim como existe o receio de que esse tipo de farinha engorda.

Como o próprio nome da receita já indica, o prato é feito com a farinha de aveia, que é um tipo de farinha mais saudável. Para o recheio, uma sugestão é usar queijo e atum, que é um alimento fonte de proteínas. Mas você pode colocar os acompanhamentos de sua preferência.

A preparação é uma forma de matar a saudade da pizza, que não combina muito com uma dieta. Além disso, fazer uma pizza light como essa ajuda a variar a alimentação de modo saudável e a não enjoar das refeições.

Venha aprender como é fácil fazer essa receita! As instruções de como preparar a pizza de aveia light de frigideira estão logo abaixo:

Pizza de aveia

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Pizza de aveia light de frigideira

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Aprenda a fazer uma pizza de frigideira light para a dieta. Ideal para o fim de semana!
Course Lanche
Cuisine Brasileira
Diet Low Calorie
Keyword pizza de aveia, pizza de frigideira, pizza light
Prep Time 10 minutes
Cook Time 15 minutes
Porções 1
Calorias 313kcal

Equipment

  • Frigideira
  • Tigela
  • Tampa

Ingredients

Instructions

  • Juntar o ovo, a água, a farinha de aveia, uma colher de chá de azeite, o sal e o fermento em uma tigela. Misturar muito bem.
  • Levar uma frigideira untada com uma colher de chá de azeite ao fogo baixo para aquecer. Despejar a massa na frigideira.
  • Quando começar a desgrudar, virar a massa para o outro lado. Espalhar o molho de tomate, adicionar as fatias de queijo e completar com a cebola e o orégano.
  • Tampar a frigideira para aquecer e derreter o recheio. Depois é só desligar o fogo e servir-se!

Nutrition

Porção: 1 | Calorias: 313kcal | Carboidratos: 12g | Proteína: 22g | Gordura: 20g | Gordura Saturada: 7g | Colesterol: 202mg | Sódio: 734mg | Potássio: 321mg | Fibras: 2g | Açúcar: 4g | Vitamina A: 635IU | Vitamina C: 5mg | Cálcio: 251mg | Ferro: 3mg

Receita rápida de pizza de aveia light de frigideira Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br