O que são macro e micronutrientes?

Quando o assunto é saúde, muito se fala sobre nossa nutrição e a importância de consumir a quantidade necessária de macro e micronutrientes. Componentes necessários para uma dieta balanceada e uma boa qualidade de vida, muitos sequer ouviram ou estão familiarizados com o termo “macronutrientes” e “micronutrientes”.

AFINAL, O QUE SÃO MACRONUTRIENTES?

Necessário em quantidades relativamente grandes para o crescimento e desenvolvimento do corpo, os macronutrientes são uma fonte de energia em forma de calorias. Na alimentação humana encontramos 3 principais macronutrientes.

  • Glicídios/Carboidratos – 4 Calorias por 1 grama
  • Lipídios / Gordura – 9 Calorias por 1 grama
  • Proteínas – 4 Calorias por 1 grama

Quando digeridos, os macronutrientes se partem em pequenos pedacinhos que ajuda em diversas funções vitais no nosso corpo, como na construção de músculos, mantendo a temperatura corporal e também providenciando energia.

3 importantes macronutrientes são:

  • Carboidratos (encontrado em grãos, frutas e raízes)

Quando digerido, os carboidratos são “quebrados” em moléculas conhecida como glicose, uma das principais fontes de energia para nosso corpo, especialmente para o cérebro, que precisa de uma constante fonte de energia para funcionar de maneira adequada. Segundo um artigo científico, publicado em 2018, a glucose é necessária para produzir neurotransmissores que são responsáveis pelas nossas funções cognitivas como memória.

Os carboidratos também mantém o metabolismo em equilíbrio. Uma vez que não se consome carboidratos o suficiente, o corpo começa a procurar outra forma de energia – como nossos músculos. Com o tempo, isso pode contribuir para a perca de músculo e massa magra, segundo Oklahoma State University Extension. 

  • Proteínas (ovos, carnes, leguminosas)

Nos fornecendo calorias, a proteína possui importantes funções como produzir energia, proteger o músculo e até mesmo diminuir o risco de problemas cardíacos, redução de triglicérides e pressão arterial.

Quando não consumidas em quantidades adequadas, o corpo começa a “se alimentar” da massa muscular, fazendo com que o metabolismo do individuo desacelere e se torne mais fraco.

  • Gorduras (oleaginosas, derivados do leite, azeite e óleos vegetais)

Apesar de ser um macronutriente (e por isso ser consumida em grandes quantidades), alguns tipos de gordura, como a saturada, precisam ser consumidos de maneira moderada (como manteiga, óleo de coco, porco), assim como a gordura trans (margarina, sorvete) pois aumentam o colesterol.  Agora, as gorduras boas devem ser inseridas na alimentação diária como omega-3, oleaginosas e azeite de oliva.

Qual a quantidade certa consumir de macronutrientes?

De acordo com a nutricionista Tania Alves, isso varia. “A quantidade ideal de cada macronutriente varia de acordo com as particularidades do indivíduo como: Idade; Sexo; Composição Corporal; Nível de atividade física; Condições médicas; Objetivos pessoais”.

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Além disso, algum dos sinais de que você não está consumindo as quantidades que necessita, entra-se em um quadro de desnutrição e perca de massa magra, que compromete seriamente a saúde do indivíduo. Agora, quando se consome mais macronutrientes do que o necessário, é possível entrar no quadro de obesidade. Por isso, é importante sempre consultar um médico para construir uma dieta balanceada que supra as necessidades de seu corpo.

E O QUE SÃO MICRONUTRIENTES? 

Os micronutrientes são aqueles nutrientes que o nosso corpo necessita em menores quantidades: as vitaminas e os minerais. São importantes para possibilitar e/ou facilitar reações bioquímicas no organismo. “Todos os micronutrientes são importantíssimos e cada um exerce alguma função, na deficiência de algum deles o corpo sofrerá prejuízos, em maior ou menor grau”, explica Tania.

Os 3 principais minerais no corpo humano são:

  • Sódio
  • Potássio
  • Ferro

“Os dois primeiros importantes para nosso equilíbrio hidrostático e o terceiro para funções vitais como transporte de oxigênio no sangue” explica Tania.

Algumas vitaminas importantes são:

  • Vitamina D
  • Vitaminas do Complexo B
  • Vitamina A

“Quando pensamos em nutrição, existem diversos alimentos com efeitos benéficos à saúde. Devemos entender que quanto mais natural e menos industrializada for a alimentação, melhor. A combinação do ferro com a vitamina C promove uma maior biodisponibilidade no organismo, ou seja, aumenta a absorção desses nutrientes”, ressalta a nutricionista Luiza Lara. 

Além disso, a vitamina C é um importante aliado para manter o sistema imunológico em dia. Ele é um importante ativador de ferro, ajuda a combater o estresse, evita o envelhecimento precoce das células e a propensão de doenças oftalmológicas.

Qual a quantidade certa de consumir os micronutrientes? 

Assim como os micronutrientes, é algo que varia de acordo com as particularidades de cada indivíduo, por isso é imprescritível a importância de consultar um médico.  Mas, quando os micronutrientes estão em falta no organimos, cria-se um quadro de avitaminose, onde a pessoa desenvolve uma série de doenças que estão ligadas a falta de vitamina no organismo humano. “Isso pode acontecer quando há problemas de baixo consumo de nutrientes ou de baixa absorção pelo sistema digestivo” conta Tania.

Ao montar o seu cardápio vale lembrar que o ideal é ter uma alimentação baseada em alimentos naturais ou minimamente processados, se atentar ao consumo suficiente de proteína e adequar o consumo de calorias.

Lembre-se: o  ideal é procurar ajuda profissional qualificada para estimar com precisão suas necessidades específicas.

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Sinais da falta de vitamina A que passam despercebidos

Quando falamos em vitaminas, você logo pensa nas mais famosas: C (muito associada ao reforço da imunidade e no combate a manchas de pele) ou D (aquela relacionada ao banho de sol, sabe?), por exemplo. Mas você fica atenta à possível falta de vitamina A no corpo? Se a resposta foi não, vale conhecer os principais sintomas da deficiência nutricional. Entenda melhor:

O que é a vitamina A

“É um dos micronutrientes que podemos encontrar em alimentos de origem animal (em forma de retinol) e vegetal (provitamina A)”, explica a nutricionista Caroline Ligi, de São Paulo.

Ainda de acordo com a especialista, ela é essencial para o funcionamento adequado da visão, para o crescimento e desenvolvimento das crianças, para a divisão celular, para a manutenção da integridade celular, para a função imune e para a defesa antioxidante.

“Você pode encontrar a vitamina A em frutas e legumes de cor amarela e laranja, vegetais verde-escuros, além de vísceras (fígado), gema do ovo e leite e derivados”, complementa a nutricionista Kerlin Schmitz, cofundadora da Divina Terra. Confira mais exemplos:

  • Carnes, fígado, gema de ovo, óleos de peixes, leite integral e queijos;
  • Folhas verde-escuras: brócolis, couve, agrião, espinafre;
  • Vegetais e frutas amarelos e laranjas: cenoura, abóbora, manga, goiaba, mamão e caqui;
  • Óleos vegetais e oleaginosas: pupunha e dendê.

Sinais da falta de vitamina A no organismo

  • 1 – Cegueira noturna

“A carência de vitamina A pode refletir principalmente na saúde ocular, podendo levar ao surgimento de problemas nos olhos como a xeroftalmia (ou cegueira noturna), já que ela é muito importante para a produção de certos pigmentos visuais”, diz Caroline Ligi.

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  • 2 – Infecções frequentes

“A vitamina A participa da modulação do sistema imunológico e cria barreiras contra invasores. Infecções frequentes podem ser sinais de que o organismo está com deficiência dela”, explica Kerlin Schmitz.

  • 3 – Pele ressecada a curto prazo e rugas a longo prazo

Claro que a deficiência desse nutriente pode não ser a única causa da pele seca, mas ela desempenha um importante papel nessa questão. Afinal, o retinol, encontrado em inúmeros cremes hidratantes, é um derivado da vitamina A que pode ajudar na prevenção de rugas, na suavização da textura da cútis e muito mais.

Depois de entender a relação, faz sentido que a falta da vitamina cause ressecamento e aumente a chance de envelhecimento precoce, não é mesmo?

  • 4 – Atraso no crescimento (no caso de crianças)

O micronutriente é essencial para o desenvolvimento e o crescimento dos pequenos. Por isso, não adquiri-lo adequadamente na infância pode gerar atrasos nesses dois quesitos.

  • 5 – Infertilidade

Pesquisas em animais mostram que a deficiência de vitamina A pode estar associada à infertilidade. Isso porque é sabido que ela é importante para vários processos reprodutivos.

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Nistatina: para que serve e como usar

A nistatina é um antifúngico destinado a combater o fungo Candida albicans, responsável pelo “sapinho”, comum em recém-nascidos e lactentes, candidíase vaginal ou monilíase, e micose com assadura em locais do corpo que sofrem atrito, por exemplo, entre os dedos, nas axilas e sob os seios. 

Como a nistatina é indicada para tratar infecções fúngicas causadas por Candida albicans em diferentes partes do corpo, na pele e na mucosa, o medicamento está disponível na forma de suspensão oral, creme vaginal e pomada dermatológica.

A nistatina, que pode ser encontrada pelo nome comercial Micostatin®, deve ser usada com prescrição médica. 

Veja para que serve a nistatina e como usá-la em cada tipo de tratamento. 

Para que serve a nistatina

A nistatina é indicada para tratar infecções fúngicas de pele e mucosas. Para cada indicação, a nistatina pode ser usada em uma forma específica, como suspensão oral, creme vaginal ou pomada dermatológica.  

Nistatina suspensão oral

candidiase oral
A nistatina em suspensão oral é indicada para a candidíase oral

A nistatina em suspensão oral é usada para combater os fungos que aparecem na boca de recém-nascidos e lactentes e que também podem aparecer na boca de adultos, principalmente quando fazem uso de próteses dentárias ou quando estão com o sistema imunológico debilitado. 

Nos adultos, a candidíase oral ou “sapinho” também pode atingir outras partes do trato digestivo, como esôfago e intestinos, em situações de tratamento com medicações que inibem a ação do sistema imunológico e na queda da imunidade decorrente da síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS). 

Nistatina creme vaginal 

Na forma de creme vaginal, a nistatina é usada para tratar a candidíase vaginal, ou monilíase, que resulta em lesões esbranquiçadas na mucosa da vagina.  

Pomada dermatológica de nistatina + óxido de zinco

A nistatina combinada com óxido de zinco na forma de pomada dermatológica, é indicada para tratar as assaduras de bebês, muito ligadas ao uso de fraldas

A pomada também pode ser usada em crianças maiores e adultos para tratar assaduras e micoses nos órgãos genitais, nádegas, entre os dedos, nas axilas, sob os seios e outras regiões que estejam com assaduras, devido ao atrito da pele. 

Como usar a nistatina

Veja como usar a nistatina na forma de suspensão oral, creme vaginal e pomada dermatológica.

Nistatina suspensão oral

A nistatina suspensão oral age assim que entra em contato com a boca, estômago e intestino, destruindo a parede das células do fungo causador da candidíase oral. 

Esse medicamento não deve ser usado por pessoas que tenham alergia à nistatina ou a qualquer outro componente da fórmula. Se identificar alguma reação alérgica, vômito, náusea, diarreia, ou dor abdominal, interrompa o tratamento e comunique ao seu médico. 

Como usar a nistatina suspensão oral: 

  • Higienize a boca, incluindo as próteses dentárias. 
  • Agite antes de usar.
  • Coloque a suspensão de nistatina na boca, faça um bochecho, para espalhar o medicamento e o mantenha pelo maior tempo possível na boca. 
  • Nos bebês e crianças pequenas, você deve colocar metade da dose recomendada em cada lado da boca. 
  • Armazene o medicamento em temperatura ambiente (15 a 30°C) e o proteja da luz e umidade. 

Posologia (dose adequada): 

  • Prematuros e crianças de baixo peso: 1 mL, 4 vezes ao dia. 
  • Lactentes: 1 ou 2 mL, 4 vezes ao dia. 
  • Crianças e adultos: de 1 a 6 mL, 4 vezes ao dia. 

Para evitar a reinfecção, recomenda-se que o tratamento seja mantido com as doses adequadas por mais 2 dias, após o desaparecimento dos sintomas. Se os sintomas não melhorarem em até 14 dias de tratamento, você deve voltar ao médico para uma reavaliação. 

Essas são apenas indicações que constam na bula do medicamento, é muito importante que você siga corretamente as instruções do seu médico, quanto à dose, aos horários e à duração do tratamento. 

Nistatina creme vaginal

Nistatina creme vaginal
Há um modo de aplicação correto para a Nistatina creme vaginal

A nistatina creme vaginal só pode ser usada por via intravaginal e não deve ser aplicada na boca, na pele ou nos olhos. 

Como usar a nistatina creme vaginal: 

  • Lave bem as mãos, com água e sabão.
  • Remova a tampa e use-a para perfurar o lacre do tubo. 
  • Encaixe o aplicador no bico do tubo. 
  • Puxe o êmbolo até o final e, em seguida, aperte suavemente a base do tubo, para que o creme entre no aplicador. 
  • Desencaixe o aplicador do tubo e feche-o com a tampa. 
  • Deite-se de costas, deixando as pernas dobradas e levemente abertas. 
  • Introduza o aplicador na vagina, suavemente. 
  • Aplique o creme, apertando o êmbolo até o final. 
  • Após a aplicação, lave o aplicador com água corrente morna. Não é necessário esterilizá-lo. 
  • Lave as mãos, novamente. 
  • Armazene o medicamento em temperatura ambiente (15 a 30°C), protegido da luz e umidade. 

Posologia (dose adequada): 

Geralmente, apenas uma aplicação com o aplicador cheio durante 14 dias é o suficiente para tratar a monilíase. Em alguns casos mais graves, o médico pode prescrever o uso de dois aplicadores cheios.

Mesmo que você esteja no período menstrual, não interrompa o uso do medicamento.

Caso apresente coceira, irritação local ou sensação de queimação na pele, interrompa o tratamento e comunique ao seu médico, para que você passe por uma reavaliação. 

Pomada dermatológica de nistatina + óxido de zinco

A pomada dermatológica com nistatina e óxido de zinco elimina o fungo e cicatriza a pele, protegendo-a da fricção com a fralda ou roupas, e do contato com a urina e fezes. 

Em assaduras provocadas pelo uso de fraldas, o efeito do uso da pomada pode ser observado em 24 a 48 horas de tratamento. 

Como usar a pomada dermatológica de nistatina + óxido de zinco:

  • Lave bem a pele com água e sabão. No caso dos bebês, quando houver somente urina, lave a região apenas com água morna e, quando houver fezes, lave com sabonete neutro ou suave para bebês. 
  • Seque a pele, suavemente. Evite esfregar a pele exageradamente, para não piorar a irritação. 
  • Aplique uma camada fina de pomada na área afetada. Nos bebês, aplique em toda a região da pele coberta pela fralda. 
  • Durante o tratamento, evite usar amaciante de roupas e prefira lavar as peças com sabão de coco, enxaguando bem, para não deixar resíduos do produto. 
  • Armazene o medicamento em temperatura ambiente (15 a 30°C) e o proteja da luz e umidade. 

Posologia (dose adequada): 

Nos bebês, você deve aplicar a pomada depois do banho e a cada troca de fraldas. Quando a pomada for usada para tratar assaduras em outras regiões do corpo, aplique duas ou mais vezes ao dia. 

Se apresentar sinais de irritação ou alergia à pomada, interrompa o tratamento e comunique ao seu médico.

Fontes e referências adicionais

Você sabia que a nistatina é usada para combater um fungo? Além do sapinho, você conhecia os outros tipos de infecções por fungos? Quais? Em quanto tempo você observou resultados utilizando a pomada de nistatina com óxido de zinco? Comente abaixo!

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Tremoço engorda? Calorias, informações nutricionais, receitas light e dicas

O tremoço é uma leguminosa pouco conhecida, porém rica em proteínas e fibras. Entretanto existe uma crença de que ela engorda. Será verdade?

Do gênero Lupinus, essa semente é uma ótima fonte de proteína vegetal. Sem glúten, o tremoço oferece nutrientes como manganês, zinco, cobre, cálcio, ferro, potássio, magnésio e vitamina B1, vitamina B9 e vitamina E.

Saiba a seguir se o tremoço engorda, conheça suas informações nutricionais e aprenda algumas receitas light para preparar com esse alimento tão nutritivo.

Tremoço engorda?

O tremoço não engorda, desde que consumido com moderação em uma dieta equilibrada.

Na verdade, o alimento ajuda a aumentar a saciedade, já que ele é fonte de fibras e proteínas. Com isso, ocorre a redução do apetite e pode ficar até mais fácil perder peso.

Além disso, as fibras presentes no tremoço podem servir para ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue, regular o colesterol e melhorar o processo digestivo.

Dicas e cuidados

tremoço
Tremoço / Imagem: site UneBrasil

Muitas vezes, o tremoço é vendido em conservas que contêm sódio. Em excesso, o sódio pode levar à retenção de líquidos e ao inchaço, dando a impressão de que você ganhou peso.

Aliás, o sódio não só causa retenção de fluidos como também pode aumentar o risco de problemas de saúde como entupimento de vasos sanguíneos, pressão alta, ataque cardíaco, AVC e insuficiência cardíaca.

Se você for usar tremoço em conserva, lave muito bem o alimento em água corrente e deixe de molho por até 12 horas antes do cozimento. Lembre-se de trocar a água ao longo do dia. Além de remover o excesso de sódio, esse processo ajuda a cozinhar o tremoço mais rapidamente.

Você pode comer o tremoço em uma salada, como acompanhamento no almoço ou até mesmo como petisco.

Informações nutricionais

O tremoço tem 3 vezes mais fibras do que cereais como a aveia e o trigo, por exemplo.

Em uma porção de 100 g, há cerca de 119 calorias. Nesta mesma porção, é possível encontrar 9,8 g de carboidratos, 2,8 g de fibras, 15,6 g de proteínas, 2,9 g de gordura e 245 mg de potássio. 

Mais uma vez, fica o alerta para a quantidade de sal que pode chegar a 3,9 g a cada 100 g de tremoço. 

Receitas light com tremoço 

Confira abaixo algumas ideias de receitas light e deliciosas que você pode fazer com o tremoço hoje mesmo.

1. Salada de tremoço com legumes

Salada de tremoços
Salada de tremoço / Imagem: site Sabores Ajinomoto

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de tremoço drenado
  • 1 cebola média ralada
  • 1 colher de sopa de suco de limão
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • 2 colheres de chá de azeite de oliva extravirgem
  • Pimenta-do-reino branca a gosto
  • 6 rabanetes com casca, cortados em pedaços finos
  • 3 cenouras médias descascadas e raladas
  • 2 pepinos pequenos descascados e cortados em rodelas finas.

Modo de preparo

Primeiramente, cozinhe o tremoço com água durante 30 minutos na panela de pressão. Em seguida, escorra a água e deixe esfriar.

Quando estiver frio, você pode colocar o tremoço em uma travessa de servir e adicionar os demais ingredientes da salada como cebola, cenoura e pepino.

Por último, tempere a salada com limão, azeite, pimenta e cheiro-verde. Misture bem e finalize com os rabanetes por cima.

2. Hambúrguer de tremoço

Ingredientes

  • 250 g de tremoço
  • 2 colheres de sopa de farinha de grão-de-bico
  • 2 colheres de café de curry (caril)
  • ½ couve-flor
  • Manjericão a gosto
  • Salsa picada a gosto
  • Azeite de oliva a gosto

Modo de preparo

Para preparar esta receita, é recomendado remover a pele do tremoço para melhorar a textura do hambúrguer. 

Lave bem a couve-flor e coloque para cozinhar em uma panela com água até que ela fique macia. Em seguida, corte a couve-flor em pedaços pequenos e leve ao processador de alimentos. Adicione também o tremoço. 

Logo após processar os alimentos, coloque a mistura em um recipiente grande e adicione a farinha de grão-de-bico, o curry, o manjericão e a salsa. Misture bem com uma espátula ou use as mãos se preferir. 

Então, faça várias bolinhas do mesmo tamanho com a massa e achate para que elas fiquem no formato de hambúrgueres. Por fim, pincele um pouco de azeite em cada um deles e transfira-os para uma assadeira untada com um pouco de azeite e farinha.

Em um forno pré-aquecido a 180°C, asse os hambúrgueres por cerca de 15 minutos ou até ficarem dourados. Se preferir, você também pode congelar algumas porções para consumir aos poucos.

Fontes e referências adicionais

Você sabia que as leguminosas podem ser aliadas do seu emagrecimento? Já fez hambúrguer de tremoço em casa? Comente abaixo!

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Benefícios da fruta calabura – Para que serve e propriedades

A fruta calabura pode trazer vários benefícios para a saúde, principalmente por suas propriedades nutricionais e anti-inflamatórias.

A calabura (Muntingia calabura) é uma fruta adocicada rica em vitamina C. Conheça a seguir para que serve e quais são os benefícios da fruta.

Pode ter efeito analgésico

Benefícios da fruta mutingia calabura
Um dos benefícios da exótica fruta é o efeito analgésico

A fruta calabura tem propriedades analgésicas que ajudam a aliviar a dor. Isso é possível porque o alimento relaxa os vasos sanguíneos. Assim, durante uma dor de cabeça forte causada pela constrição dos vasos sanguíneos, a calabura pode dilatar os vasos, melhorando o fluxo sanguíneo e diminuindo a dor.

Além da ação analgésica, a fruta calabura também tem vitamina C e flavonoides, que promovem um ótimo efeito antioxidante que ajuda a melhorar a saúde e função imunológica.

Pode ajudar a reduzir a pressão arterial

A fruta calabura é conhecida por aumentar o óxido nítrico no sangue. Esse é um composto que relaxa os vasos sanguíneos e ajuda a melhorar a circulação do sangue, reduzindo então a pressão arterial.

Certamente, esse efeito também é bom para o coração e pode servir como auxiliar no tratamento da disfunção sexual masculina. 

Melhora a imunidade

Por ser rica em vitamina C, a fruta calabura é excelente para prevenir gripes e resfriados. Além disso, sua ação antioxidante melhora a imunidade e pode ajudar a prevenir certas doenças. 

Por fim, a calabura também tem propriedades antibacterianas e antifúngicas capazes de combater e ajudar na prevenção de diversas infecções. 

É boa para a digestão

As fibras da calabura ajudam a regular a função intestinal, contribuindo para uma digestão melhor e para a redução de desconfortos como por exemplo o excesso de gases, a azia, a dor de estômago, a cólica, a náusea ou a indigestão. 

Além disso, as propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas da fruta podem contribuir com o tratamento de inflamações como úlceras gástricas e ajudar a prevenir infecções por bactérias que prejudicam a saúde intestinal. 

Pode ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue

Uma coisa que pouca gente sabe é que a calabura pode ser boa para os diabéticos.

A fruta contém compostos como ácido ascórbico, beta-caroteno, fibras, riboflavina, tiamina e niacina. De fato, esses nutrientes em conjunto com uma dieta balanceada e o tratamento adequado podem ajudar a regular os níveis de açúcar e a prevenir a hiperglicemia.

É rica em nutrientes

Mais um benefício da fruta calabura diz respeito aos seus nutrientes. 

Ela fornece nutrientes importantes para a saúde, incluindo carboidratos, fibras, proteínas, vitamina C, vitaminas do complexo B e minerais como o cálcio, o fósforo e o ferro.

Outros benefícios da fruta calabura

A calabura também pode ajudar no tratamento da gota, aliviando a dor associada à inflamação.

O fruto ainda combate radicais livres, o que deixa a pele preservada por mais tempo e previne muitas doenças. 

Como consumir

Calabura
A fruta calabura pode ser consumida crua ou cozida

A fruta calabura pode ser consumida fresca ou então pode ser usada no preparo de doces, geleias e tortas, por exemplo. Aliás, ela pode ser consumida crua ou cozida. 

Por fim, embora seja menos comum, também é possível preparar um chá com as folhas da árvore frutífera que produz a calabura. Neste último caso, quem já fez o chá afirma que a bebida tem o gosto parecido com o do chá verde. 

Fontes e referências adicionais

Você sabia que a fruta calabura é boa para o controle da diabetes? Já conhecia todos os seus benefícios? Comente abaixo!

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Fimose: o que é, tipos, como identificar e tratar

Fimose é o nome que se dá a um problema causado pelo excesso da pele chamada prepúcio, que recobre o pênis até a sua extremidade, dificultando ou impedindo a exposição da glande, que é a cabeça do pênis. 

É bem comum os bebês nascerem com essa pele em excesso que, geralmente, se retrai sozinha e expõe a glande com o passar dos anos. 

Quando essa retração não acontece naturalmente e permanece na adolescência, pode ser necessário remover o prepúcio cirurgicamente. Além da cirurgia, existem outras opções de tratamento que podem resolver alguns casos de fimose. 

Veja mais detalhes sobre a fimose, os tipos, as causas, como são feitos o diagnóstico e o tratamento, e as suas possíveis complicações. 

Tipos de fimose

Em medicina, a fimose é classificada em duas categorias: 

  • Fimose primária ou fisiológica: é a mais comum e está presente desde o nascimento. 
  • Fimose secundária ou patológica: pode acontecer em qualquer fase da vida, resultado de uma infecção ou de traumas na pele. 

Nem todas as crianças que nascem com fimose necessitam de cirurgia porque, na maioria dos casos, a resolução do problema se dá de forma natural. Até os 3 anos de idade, o prepúcio se retrai facilmente em cerca de 50% dos casos. Aos 17, quase todos os casos, 99%, estão naturalmente resolvidos.  

Causas da fimose

A fimose fisiológica ocorre ainda na vida fetal e resulta de uma aderência natural entre a camada interna do prepúcio com a glande, cujo grau varia de acordo com fatores genéticos. 

A fimose patológica pode ser causada por episódios repetidos de infecção ou traumatismo local, em qualquer fase da vida, desde os primeiros meses até a fase adulta. 

A causa mais comum da fimose patológica é a má higienização do pênis, que causa o acúmulo de secreção, suor e sujeira, que fornecem um ambiente propício para a proliferação de microrganismos. Esses fatores combinados podem causar uma inflamação chamada de balanopostite

Algumas doenças de pele como eczema e psoríase podem provocar coceira e irritação no pênis, levando ao traumatismo local e fimose secundária. 

A maior dificuldade de higienização local decorrente da fimose pode levar a complicações mais graves, como o câncer de pênis. 

Como identificar a fimose?

Homem escondendo genitais
Na fase adulta, a própria pessoa pode identificar a fimose

O diagnóstico nas crianças é feito por um exame físico, no qual o médico constata que, ao tentar retrair o prepúcio manualmente, não consegue expor a glande do pênis. Esse exame é feito no bebê recém-nascido e nas consultas com o pediatra até os 5 anos. 

Na adolescência e na fase adulta, a própria pessoa pode constatar que há dificuldade em retrair a pele e expor a glande. Outros sintomas podem vir acompanhados com essa dificuldade, como vermelhidão, dor, inchaço, sangramento e ardor ao urinar, que são sinais e sintomas de inflamação e podem indicar uma infecção. 

Ao notar o problema, deve-se consultar um urologista para definir qual é o melhor tratamento para a fimose secundária. Nesta consulta, além do exame físico, o médico pode solicitar exames de sangue, de urina e de cultura de bactéria, para investigar a ocorrência de uma infecção urinária, por exemplo. 

A fimose é classificada em 5 graus diferentes, de acordo com o nível de dificuldade de retração da pele e exposição da glande: 

  • Grau 1: consegue-se puxar totalmente o prepúcio, mas a base da glande ainda fica coberta pela pele, o que causa dificuldade para puxá-la novamente para a frente.
  • Grau 2: consegue-se puxar o prepúcio, mas ele não passa na parte mais larga da glande. 
  • Grau 3: consegue-se puxar o prepúcio somente até o orifício urinário. 
  • Grau 4: há um grande excesso de pele que torna a retração tão reduzida, ao ponto de não permitir a exposição da glande. 
  • Grau 5: o grau mais grave, em que não é possível puxar o prepúcio e expor a glande. 

Esses graus são úteis no acompanhamento do tratamento, para verificar o seu progresso, mas não são necessários para a definição da intervenção terapêutica, cuja escolha depende principalmente da idade do paciente. 

Tratamento da fimose

Pomada para homem
Pomadas geralmente são utilizadas no tratamento da fimose

Uma das primeiras escolhas de tratamento é o uso de pomadas à base de corticoides, que são anti-inflamatórias, analgésicas e antibióticas. Elas ajudam a pele a deslizar sobre a glande, dentro de um período de tratamento que dura em torno de 4 a 6 semanas.  

O antibiótico ou antifúngico presente na pomada que pode ser, por exemplo, a clindamicina ou nistatina, serve para combater o microrganismo causador da fimose secundária. Quando ela ocorre por infecções decorrentes de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), o tratamento é feito com antibióticos ou antivirais por via oral. 

Para as crianças acima de 5 anos, que ainda não conseguiram retrair o prepúcio, o pediatra pode indicar alguns exercícios que visam soltar a pele pouco a pouco, mas não devem ser feitos com muita força e nem causar dor, para não provocar lesões na pele. Esses exercícios devem ser feitos somente com a indicação e orientação médicas.

A cirurgia é indicada para os casos que não puderam ser resolvidos com as outras opções de tratamentos e consiste na remoção completa do prepúcio ou em cortes feitos nessa pele, para que ela não mais impeça a exposição da glande. A cirurgia é indicada para as crianças após os 2 anos de idade. 

O nome da técnica cirúrgica é postectomia ou circuncisão, que é uma intervenção simples e com poucas chances de complicações. Ela é realizada com anestesia local, nos adultos, e geral, nas crianças. Recomenda-se que essas cirurgias sejam feitas ainda na infância, para prevenir problemas relacionados com a qualidade da atividade sexual e fertilidade.

Em alguns casos, por motivos culturais ou religiosos, a família opta pela circuncisão assim que o bebê nasce. Nesses casos, a cirurgia é feita ainda no período neonatal. 

Possíveis complicações da fimose

As complicações da fimose estão ligadas à dificuldade de higienização adequada da região, sendo elas: 

  • Risco aumentado de infecção urinária 
  • Dor no momento da relação sexual 
  • Maior suscetibilidade a adquirir uma DST, HPV ou câncer de pênis
  • Maior risco de parafimose, que é quando o prepúcio retrai e fica preso, sem voltar à posição original sobre a glande. 

A impotência sexual não é uma complicação da fimose, ou seja, não prejudica a ereção. O que pode acontecer é um desconforto durante a relação sexual, devido ao maior atrito causado pelo prepúcio recobrindo a glande. 

Aderência e fimose feminina

Existe uma condição que pode ser confundida com a fimose, que é a aderência. Neste caso, a pele fica grudada à glande por uma “cola”, que cede naturalmente sem qualquer tratamento. No caso da fimose, o prepúcio não está colado à glande, mas a aperta, como se fosse um anel fibroso, não permitindo a sua exposição.

A fimose é um problema que atinge principalmente os homens, mas existem casos raros de fimose feminina. Nesse caso, a abertura vaginal fica tampada por uma aderência entre os pequenos lábios da vagina. Quando não resolvida naturalmente, a fimose feminina é tratada com o uso de pomadas com estrogênio.

Fontes e referências adicionais

Você sabia que a fimose é classificada em dois tipos? Sobre qual tipo você já tinha ouvido falar? Você achava que a cirurgia era necessária para todos os casos de fimose? Comente abaixo!

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Fimose: o que é, tipos, como identificar e tratar Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

Chá de orégano para rinite funciona? Como fazer?

Tradicionalmente, o chá de orégano é usado para aliviar problemas de saúde como tosse, dor de garganta e rinite. Mas será que isso funciona mesmo?

É claro que existem muitos remédios que ajudam a tratar a rinite, mas também há soluções caseiras que ajudam a lidar com os sintomas mais leves.

Antes de entender como o chá de orégano pode ajudar no tratamento da rinite, é importante saber que essa condição respiratória pode ser alérgica ou não. No caso da rinite alérgica, o corpo reage mal a alérgenos específicos como por exemplo pólen, ácaro ou pelos de animais, causando sintomas que podem incluir:

  • Nariz escorrendo
  • Congestão nasal
  • Olhos vermelhos, coçando ou lacrimejando
  • Espirro
  • Tosse 
  • Coceira no nariz, no céu da boca e na garganta
  • Inchaço na pele
  • Fadiga

Chá de orégano para rinite funciona?

Chá de orégano
O chá de orégano pode melhorar a inflamação associada a doenças respiratórias

Acredita-se que o chá de orégano age como um anti-histamínico e que, por isso, alivia sintomas de alergias respiratórias como a rinite e a sinusite alérgica.

De fato, o chá de orégano pode melhorar a inflamação associada a doenças respiratórias como a rinite, a asma, a bronquite, a sinusite, a gripe e o resfriado. Aliás, no caso da sinusite causada por bactérias, o chá de orégano pode ser ainda mais útil devido às propriedades antibacterianas da erva. 

O orégano também pode melhorar a imunidade devido à presença de compostos antioxidantes que protegem o organismo contra várias doenças. Além disso, a planta apresenta propriedades antissépticas que ajudam a limpar as vias respiratórias e a eliminar germes.

Por último, tomar chá de orégano durante uma crise de rinite é ótimo para hidratar o corpo. Sabe-se que uma boa hidratação ajuda a diluir o muco e, assim, a aliviar a congestão nasal.

Além do chá, é essencial beber bastante água e evitar bebidas diuréticas como aquelas que contêm cafeína, por exemplo.

Vale citar que algumas pessoas também usam o óleo de orégano para aliviar sintomas da rinite. Isso é feito usando o óleo essencial em um difusor ou inalador. Apesar de não fazer mal, ainda não há estudos que comprovem os benefícios do óleo de orégano para tratar ou melhorar condições respiratórias. 

Como fazer o chá de orégano

Orégano
Utilize folhas frescas ou secas de orégano para fazer o chá

Já que o chá de orégano é livre de cafeína, não custa nada preparar e tomar a bebida. Veja então como fazer esse chá para rinite.

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de água
  • 2 colheres de sopa de folhas frescas ou 1 colher de sopa de folhas secas de orégano

Modo de preparo

Coloque a água em uma panela ou chaleira e aqueça até atingir a fervura. Assim que a água começar a ferver, você pode despejá-la sobre as folhas de orégano e deixar a mistura em infusão por 5 a 10 minutos.

Se for usar as folhas secas, basta adicionar a água fervente. Mas se você optar pelo orégano fresco, corte ou rasgue as folhas antes de colocar a água, pois isso ajuda a liberar os ingredientes ativos da erva.

Depois desse tempo, coe a bebida. Se preferir, adicione um pouco de mel e seu chá está pronto.

Cuidados

Não é indicado que mulheres grávidas ou pessoas com problemas gastrointestinais tomem o chá de orégano porque isso pode trazer prejuízos à saúde.

De fato, o orégano pode estimular a menstruação em algumas mulheres e isso pode aumentar o risco de aborto ou parto prematuro. Além disso, tomar muito chá de orégano pode causar desconfortos no estômago e sintomas como tontura, náusea ou vômito.

Sendo assim, tome a bebida com moderação e ao sentir qualquer incômodo, suspenda o uso desse remédio caseiro e procure um médico para ajudar a tratar a sua rinite.

Fontes e referências adicionais

Você sabia que mulheres grávidas devem tomar cuidado com o chá de orégano? Comente abaixo!

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