Um dos valiosos benefícios do pepino para a saúde é o fato do alimento ser rico em água. Logo, nada melhor do que aproveitar o vegetal para fazer uma salada refrescante nos dias em que o calor estiver forte.
Entretanto, calma, que não precisa ser uma saladinha sem graça ou sem sabor. Afinal, você pode usar o alimento para preparar o famoso sunomono, que é uma salada japonesa agridoce.
Bastante fácil de fazer, o sunomono fica pronto bem rapidinho. Assim, ele é uma ótima opção para acompanhar aquele almoço ou jantar que você não tem muito tempo de sobra para preparar.
Além do pepino fatiado em rodelas bem fininhas, a receita leva vinagre de arroz, sal, açúcar, sementes de gergelim e molho de soja (shoyu). Mas, vale o alerta: como muito sódio faz mal para a saúde, o melhor é que você opte por um shoyu com baixo teor de sódio.
Depois disso tudo, só ficou faltando aprender como fazer a receita, não é mesmo? Então, não falta mais nada, pois o passo a passo da salada de pepino japonês está descrito logo abaixo:
¼ colher de chá molho shoyu com baixo teor de sódio
Instructions
Corte os pepinos em fatias bem fininhas. Salpique sal nas fatias e deixe descansar por 5 minutos em uma tigela.
Passado esse tempo, esprema bem a água das fatias de pepino. Reserve em outra tigela.
Junte o vinagre de arroz, o açúcar e o shoyu em uma tigela pequena. Misture até o açúcar dissolver.
Despeje a mistura por cima das fatias de pepino, acrescente o gergelim e misture bem. Prontinho!
Notes
Para garantir que a receita seja realmente sem glúten e sem lactose, leia atentamente todas as informações das embalagens de todos os ingredientes que ela pede, inclusive e especialmente as letrinhas pequenas.
Dor de garganta ao engolir, rouquidão e febre são alguns sintomas de amigdalite, uma inflamação das amígdalas causada por vírus ou bactérias. Seja na amigdalite viral ou bacteriana, os tratamentos caseiros servem apenas como auxiliares no alívio dos sintomas e na redução da inflamação, ou seja, não substituem os medicamentos prescritos pelo médico.
Se você está sentindo muita dor de garganta, acompanhada de pus, que são pontinhos brancos no fundo da garganta, e febre, esses são sinais de que você precisa procurar um médico.
A amigdalite causada por infecção viral é resolvida pelo nosso próprio sistema de defesa e os medicamentos prescritos são apenas para controle da febre e da dor. No caso da amigdalite bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos derivados da penicilina, por exemplo, a injeção de Benzetacil.
Existem alguns tratamentos caseiros que podem ajudar a tratar a amigdalite
Ao começar a sentir dor de garganta e perceber que ela está inflamada, você pode inserir alguns tratamentos caseiros que ajudarão o seu corpo a resolver o problema.
Veja alguns tratamentos e dicas para você fazer em casa, quando estiver com amigdalite.
Gargarejo com água morna salgada
O sal de cozinha é o agente antimicrobiano mais antigo que existe, conhecido por inibir o crescimento de micro-organismos, dentre eles os vírus e as bactérias. Você pode usá-lo para ajudar na eliminação dos micro-organismos presentes em excesso na sua garganta.
O ato de levar água com sal até a sua garganta e gargarejar permite que o sal haja em toda a região inflamada e, quando você descarta essa água, elimina o excesso de muco e de micro-organismos que estavam presentes ali.
Por isso, esta é uma opção que você pode fazer várias vezes ao dia pois, além de ajudar no tratamento da infecção, também alivia a sensação de dor na garganta.
Veja o passo a passo de como fazer o gargarejo:
Em meio copo de água morna, adicione 1 colher de sopa de sal.
Misture o sal na água, até que ele se dissolva completamente, deixando a mistura transparente.
Coloque um gole da água salgada na boca e faça o gargarejo por 15 a 30 segundos.
Cuspa a mistura e repita o processo, até acabar a sua solução de água com sal.
Gargarejo com bicarbonato de sódio
Há alguns estudos científicos que indicam que o bicarbonato de sódio, assim como o sal, possui atividade antimicrobiana, sendo muito utilizado na higiene bucal para eliminar placas bacterianas da boca.
Dessa forma, ele também pode ser usado para fazer gargarejo durante o tratamento da amigdalite. Se usado de forma combinada com o sal, o efeito pode ser potencializado.
Para fazer o gargarejo com bicarbonato de sódio, é bem simples:
Em meio copo de água morna, adicione 1 colher de café de bicarbonato de sódio. Se preferir, você pode adicionar 1 colher de sopa de sal, juntamente com o bicarbonato de sódio.
Mexa essa solução, até que ela fique completamente transparente.
Coloque um gole na boca, para fazer o gargarejo, durante 15 a 30 segundos.
Descarte a mistura e repita o processo até que a sua água de gargarejo acabe.
Chá de gengibre, mel e limão
O chá de gengibre, mel e limão pode aliviar a amigdalite
O gengibre possui propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, o que faz dele uma ótima opção para tratar amigdalite. Juntamente com o mel e o limão, o chá de gengibre alivia a dor de garganta e reduz a inflamação. O mel ajuda a manter a garganta hidratada, pois forma uma camada viscosa, impedindo que ela fique seca e mais irritada.
Você pode fazer meio litro de chá e tomá-lo ao longo do dia, de preferência morno.
Siga o passo a passo, para fazer o chá de gengibre com mel e limão:
Rale uma quantidade equivalente a 3 colheres de chá de raiz de gengibre fresca.
Coloque 500 mL de água em uma panela e ferva, juntamente com a raiz de gengibre ralada, durante 10 minutos.
Depois, coe a água e adicione 2 colheres de sopa de limão e 1 colher de sopa de mel.
Misture bem e espere o chá ficar morno, para beber.
Chá de alho, mel e limão
O alho já era usado como planta medicinal há cerca de 1.500 anos a.C, pois sua atividade antibiótica já era conhecida. Sua ação se deve, principalmente, pela presença da alicina, uma substância que destrói e inibe o crescimento de bactérias.
O ideal é que você consuma o alho cru descascado, adicionando-o aos alimentos sem fritá-lo ou mastigando um pedacinho de alho puro. Isso pode ser difícil para muitas pessoas, então uma forma um pouco menos eficiente mas, ainda assim, indicada, é fazer um chá morno de alho com mel e limão.
Veja como:
Ferva uma caneca (300 mL) de água, juntamente com 3 dentes de alho amassados, durante 5 minutos.
Coe a água e adicione 2 colheres de sopa de limão e 1 colher de sopa de mel.
Misture bem e espere ficar morno, para beber.
Dicas que ajudam no tratamento da amigdalite
Veja algumas dicas que vão acelerar a sua recuperação, durante o tratamento da amigdalite:
Beber bastante líquido ajuda a aliviar a dor de garganta, pois a mantém hidratada. Ficar com a garganta seca piora a sensação de dor e provoca mais tosse.
Em momentos de intensa dor de garganta, você pode tomar sorvete, iogurte gelado ou até chupar um cubo de gelo, pois ele anestesia a garganta, oferecendo alívio temporário da dor.
Se você não quiser nada gelado na sua garganta, experimente mascar um chiclete ou bala que contenha menta ou mentol, pois produzem um efeito similar ao gelo, de refrescância e anestesia.
Não coma alimentos duros, como batatas chips, bolacha de água e sal, torradas, maçã e cenoura, pois podem machucar a sua garganta e piorar a dor. Escolha alimentos fáceis de engolir, que sejam líquidos ou pastosos.
Se você tiver um umidificador, use-o durante o tratamento, pois ajudará a manter a sua garganta hidratada. Mas, lembre-se de limpá-lo todos os dias, para prevenir o crescimento de fungos e bactérias.
Se você não tiver um umidificador, ferva água, coloque numa bacia e inale o vapor. Outra opção é tomar um banho quente e ficar respirando o vapor de água por alguns minutos.
Não force a garganta, para falar mais alto. Você pode sentir que sua voz está mais abafada e, por isso, fazer mais força para falar. Evite esse esforço, para não piorar a irritação da garganta.
Se afaste do trabalho ou da escola, para repousar. Só assim o seu sistema de defesa terá total condição de vencer a infecção viral ou bacteriana, que está causando a amigdalite.
Existe uma condição é chamada de fibromatose da fáscia plantar, conhecida popularmente como esporão do calcâneo ou fascite plantar. Um dos tratamentos mais efetivos para esse problema é a infiltração no esporão do calcâneo.
Ela se manifesta através fortes pontadas na sola dos pés, em especial ao apoiá-los no chão pela manhã. Essa pontada, acompanhada de muita dor, piora ao caminhar e torna difícil, ou quase impossível, fazer algumas tarefas no trabalho, em casa e praticar atividades físicas.
Então, veja o que é a fascite plantar, as causas, para que serve e como é feita a infiltração no esporão do calcâneo.
O que é fascite plantar (esporão do calcâneo)?
Na região da planta dos pés existe um tecido fibroso, no formato de uma faixa, que vai desde o calcanhar até os dedos. Esse tecido é a fáscia plantar e sua função é absorver os impactos e promover estabilidade para o arco medial dos pés.
A fascite plantar é um processo inflamatório que causa uma lesão degenerativa na fáscia plantar. Ao longo do tempo, a degeneração enfraquece as fibras que formam a fáscia plantar, causando pequenas rupturas e problemas de estiramento.
O organismo identifica essa lesão e estimula uma resposta de cicatrização. Essa lesão cicatricial pode sofrer uma calcificação, formando uma espícula óssea, que é o esporão. Sendo assim, o esporão surge como consequência da fascite plantar e não como causa do problema.
O principal sintoma da fascite plantar é a dor no calcanhar e em toda a região da planta dos pés, principalmente ao acordar de manhã e colocar os pés no chão e, ao longo do dia, com a caminhada, especialmente após um tempo em repouso.
Causas da fascite plantar
O uso de calçados com solado plano e duro pode ser uma das causas da fascite plantar
A fascite plantar pode ser causada por fatores mecânicos, relacionados à sobrecarga dessa região, ou por problemas inflamatórios.
Dentre as causas mecânicas, as mais comuns são:
Obesidade: o excesso de peso provoca muita pressão sobre a fáscia plantar, por isso, perder peso é a primeira recomendação feita pelo médico, para tratar o problema em pessoas que estão com sobrepeso ou obesidade.
Uso de calçados com solado plano e duro: usar calçados com sola rígida ou andar descalço aumentam o impacto dos pés com o solo. Por isso, recomenda-se o uso de calçados maleáveis, que forneçam melhor absorção de impactos.
Encurtamento do tendão de Aquiles: usar salto alto a partir de 10 centímetros, em excesso, pode causar o encurtamento do tendão de aquiles, fazendo com que ele perca a flexibilidade e gere problemas em outras estruturas, como na fáscia plantar.
Excesso de atividades físicas de alto impacto: a prática diária de atividade física é saudável e recomendada inclusive para o tratamento da fascite plantar. Mas, o excesso de atividades físicas de alto impacto, como corrida, corda e até caminhada, quando há sobrepeso, pode causar inflamação da fáscia plantar. Então, é importante ter equilíbrio e boa orientação para as suas práticas.
Ficar em pé por muito tempo: aumenta a tensão sobre a fáscia plantar.
Anormalidades anatômicas dos pés: pés cavos (curvatura muito acentuada) ou chatos (quase sem curvatura) causa padrões de pisada anormais, que prejudicam a fáscia plantar.
A fascite plantar pode fazer parte dos sintomas de um grupo de doenças inflamatórias reumáticas, chamadas de espondiloartrites, que atingem principalmente as articulações das mãos, dos pés e da coluna.
Para que serve a infiltração no esporão do calcâneo?
Algumas medidas são tomadas antes de optar pela infiltração no esporão calcâneo
Antes de optar pela infiltração no esporão do calcâneo como medida terapêutica, o médico busca corrigir os fatores que causaram a inflamação na fáscia plantar, ou seja, analisa se a pessoa está com sobrepeso, como é a sua pisada, como é o formato dos pés, que tipo de calçado usa, quais atividades desempenha durante o dia, quanto tempo passa em pé, se tem doenças reumatológicas, entre outros.
O tratamento inicial inclui a correção das causas identificadas, com a prescrição de palmilhas ortopédicas de silicone sob o calcanhar e medicações analgésicas e anti-inflamatórias de uso oral.
A fisioterapia com alongamento da fáscia e terapias com ondas de choque também podem ser indicadas.
Quando essas medidas não resolvem o problema, o médico indica a infiltração no esporão do calcâneo, que é a injeção de corticoide, um anti-inflamatório, diretamente no local da dor, para diminuir a inflamação e a dor mais rapidamente.
A infiltração no esporão do calcâneo é um tratamento bastante eficiente, deixando um resultado prolongado de controle da inflamação e redução da dor. A duração desse efeito depende da gravidade de cada caso.
Após a infiltração no esporão do calcâneo, deve-se evitar todos os fatores que podem estar ligados à causa do seu problema. Portanto recomenda-se controlar o peso, evitar atividades de alto impacto, evite ficar muito tempo em pé, entre outras ações que vão manter o efeito do tratamento por mais tempo.
Em casos mais graves, há a necessidade de remover o esporão cirurgicamente, para eliminar a inflamação da fáscia plantar. Mas, a cirurgia só é indicada para casos que não foram solucionados com os outros tratamentos.
Como é feita a infiltração no esporão do calcâneo?
A infiltração é a injeção de um medicamento diretamente no local afetado. Para isso, o médico orientará ao paciente que se deite e fará a higienização do local com álcool.
É feita a palpação do calcanhar, para localizar o local da fáscia plantar onde há a maior sensação de dor. Neste ponto, é feita a injeção com corticoide e anestésico. A sensação de alívio da dor é quase sempre imediato e não há necessidade de internação.
Você sente muita dor no calcanhar? Faz uso de palmilha ortopédica ou de algum outro tratamento para esporão do calcâneo? Já pensou em fazer infiltração no esporão do calcâneo? Comente abaixo!
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Além de ser um vegetal low carb, o repolho é um alimento saudável e versátil. Isso significa que ele pode ser usado de diferentes maneiras na dieta, o que é ótimo, pois assim você não enjoa da hortaliça.
Por exemplo, o que acha de utilizar o repolho em uma receita de charuto low carb e light? A preparação leva somente três ingredientes e é uma opção muito prática para servir no almoço ou jantar.
Especialmente se já tiver carne moída refogada pronta na sua casa. Além dela e das folhas de repolho, você precisa apenas de molho de tomate para montar o prato. Mas, é melhor se for um molho de tomate low carb caseiro.
A preparação fica uma delícia e até quem não faz dieta low carb vai querer um pedaço. Quer ver só? Então, faça a receita e tire a prova!
Para isso, não deixe de conferir o passo a passo do charuto de repolho low carb, que você encontra logo a seguir:
1 xícara molho de tomate caseiro e low carb (ou mais, se precisar)
Instructions
Coloque uma porção de carne moída em uma folha de repolho. Enrole e prenda bem com um palito de dente. Repita o mesmo processo com o restante do repolho e da carne.
Leve os charutos para cozinhar em uma panela com o molho de tomate até amaciar o repolho.
Se preferir, você também pode amaciar os charutos no vapor e só depois servir o molho por cima. Outra opção é levar ao micro-ondas por 20 segundos ou comer com a folha crua. Fica a seu critério!
Sabe quando você está com medo dos legumes estragarem antes de conseguir usar tudo, mas, ao mesmo tempo, não aguenta mais comer sempre a mesma coisa todo santo dia? Bem, o que você precisa é soltar a criatividade para encontrar novas formas de aproveitar esses alimentos nas refeições.
Por exemplo, em vez de preparar uma saladinha básica, você pode fazer uma conserva com o pepino. Como a receita ainda pede cenoura, ela também é uma oportunidade de usar o vegetal laranjinha de um jeito diferente.
Além disso, o prato conta com vinagre de arroz, açúcar e sal, que deixam a preparação cheia de sabor. Para finalizar, você ainda pode completar com sementes de gergelim na hora de servir.
No estilo oriental e refrescante, a receita fica ótima para comer no lanche da tarde, assim como é uma deliciosa opção de acompanhamento ou entrada para o almoço ou jantar.
Aprenda como fazer a conserva de pepino light e experimente como ela fica saborosa! O passo a passo da receita está explicadinho logo abaixo:
Lave bem a casca do pepino embaixo da água corrente, com o auxílio de uma escova para legumes. Lave a cenoura e remova a sua casca.
Corte o pepino e a cenoura em rodelas bem fininhas, com o auxílio de uma faca bem afiada ou de um fatiador de legumes.
Ponha uma peneira em cima de uma tigela. Distribua as fatias de pepino na peneira, tempere com sal e misture bem. Deixe desidratar por 30 minutos.
Junte o vinagre de arroz e o açúcar em uma panela. Misture e leve ao fogo baixo até ferver e o açúcar dissolver. Então, desligue o fogo e deixe esfriar.
Depois que o pepino desidratar, lave as fatias na água corrente para remover o excesso de sal.
Coloque as fatias de pepino e cenoura em um recipiente de vidro esterilizado. Despeje a mistura de vinagre com açúcar por cima. Tampe bem e deixe na geladeira por no mínimo 12 horas.
Quando for servir, tire as fatias de cenoura e pepino com um garfo. Distribua em tigelas individuais ou em uma única travessa grande. Se quiser, polvilhe o gergelim por cima.
Você já deve ter ouvido falar de algum jogador de futebol que sofreu uma lesão e faz terapia com ondas de choque para se recuperar mais rapidamente. Apesar do termo “choque” sugerir que esse jogador está fazendo um tratamento com choques elétricos, na verdade são ondas acústicas, de som.
Você também pode encontrar essa terapia em clínicas de estética, em que utilizam as ondas de choque para tratar celulites. Essa terapia não usa nada além de ondas acústicas de alta energia, para estimular as células do corpo a reparar lesões e reduzir inflamações e dores crônicas.
A terapia com ondas de choque pode resolver problemas não solucionados com outros métodos da fisioterapia ou medicamentos e pode, em muitos casos, evitar uma cirurgia.
Conheça mais sobre a terapia com ondas de choque, para que serve, como funciona, quando é indicada e quando não deve ser usada.
O que é terapia com ondas de choque?
A terapia com ondas de choque acelera a recuperação de lesões
A terapia com ondas de choque é utilizada no lugar da cirurgia naqueles pacientes que não responderam ao tratamento convencional para seus problemas musculoesqueléticos. Dessa forma, a terapia com ondas de choque é escolhida por ser um tratamento não invasivo que acelera a recuperação de lesões e a cura de várias doenças que causam dor aguda ou crônica.
Em muitos casos, a terapia com ondas de choque substitui a cirurgia mas, quando o problema envolve alterações nos ossos, a cirurgia pode ser inevitável.
Ondas de choque não são choques elétricos, mas são ondas acústicas que propagam alta energia para regiões nos ossos, tendões, músculos e outras partes moles, como vasos sanguíneos e células de gordura, que precisam de reparação.
Para o que serve a terapia com ondas de choque?
A terapia com ondas de choque é usada na fisiatria, ortopedia e na medicina esportiva para tratar as áreas musculoesqueléticas do corpo, por exemplo, joelho, ombro, tornozelo e calcanhar.
Essa terapia serve para reduzir a inflamação, a dor, estimular a cicatrização de lesões, reparar tecidos e restaurar a mobilidade da parte afetada.
Por gerar resultados rápidos, a terapia com ondas de choque é bastante usada no tratamento de lesões esportivas em atletas. Também é uma terapia alternativa bastante utilizada no tratamento de dores crônicas.
Como funciona a terapia com ondas de choque?
A terapia é feita com um aparelho que emite ondas acústicas de modo focal ou em leque, no ponto do corpo onde é posicionado. Nesse ponto, há um aumento de vasos sanguíneos que promovem a chegada de um maior volume de sangue carregado de fatores de reparação, que o nosso próprio organismo produz, e de oxigênio.
Esse efeito das ondas de choque no ponto da lesão acelera a reparação do tecido, reduzindo a dor e restaurando a mobilidade.
Foi dito que essa terapia é uma alternativa para casos que não puderam ser resolvidos com terapias convencionais e que necessitariam de cirurgia. Mas ela também é a primeira opção no tratamento de vários tipos de tendinopatias, sendo as principais:
Para quais problemas a terapia com ondas de choque é indicada?
A terapia com ondas de choque é indicada para o tratamento de dores, lesões, inflamações, celulite, calcificação de fibroblastos, estímulo de produção de colágeno, diminuição da substância P e inativação de pontos de gatilho de dor.
Tratamento de dores: coluna, joelho, ombro, quadril, pé, cotovelo e dor miofascial.
Recuperação de lesões esportivas: reabilitação do ombro de nadadores, lesões em corredores, jogadores de futebol e outros atletas, tendinopatias e tendinites, por movimentos repetitivos.
Reparação de tecidos danificados: feita através da formação de novos vasos sanguíneos, estimulados pelas microrrupturas de capilares sanguíneos dos ossos e tendões danificados.
Tratamento da inflamação crônica: as ondas de choque estimulam a liberação de substâncias anti-inflamatórias ao redor da lesão, tratando a dor e o inchaço crônicos.
Tratamento da celulite: as ondas de choque melhoram a qualidade da pele, sendo usada em tratamentos estéticos para celulite.
Quebra de fibroblastos calcificados: lesões e traumas nos tendões podem levar ao acúmulo de cálcio no local afetado. As ondas acústicas quebram essas calcificações, melhorando a mobilidade.
Estímulo da produção de colágeno: o processo de reparação de um dano nas estruturas musculoesqueléticas e nos ligamentos requer colágeno e as ondas acústicas aceleram a produção dessa substância.
Diminuição da substância P: essa substância é responsável por transmitir a informação de dor das fibras ao cérebro, quando ela está presente em alta concentração, a pessoa sente dor intensa, persistente e crônica.
Inativação de pontos gatilhos: as dores nas costas, ombros, pescoço e pernas geralmente possuem pontos gatilhos, onde são aplicadas as ondas acústicas para o tratamento da origem das dores.
Como é uma sessão de terapia com ondas de choque?
A terapia trabalha com a aceleração dos processos de reparação do próprio organismo
Como não é um método invasivo, a terapia com ondas de choque não requer internação e anestesia, também não deixa cicatrizes.
Ela também não usa nada além das ondas acústicas, ou seja, não envolve nenhum tipo de radiação ou medicamento. A terapia trabalha com a aceleração dos processos de reparação do próprio organismo.
O procedimento pode gerar um pouco de dor local, no momento da aplicação das ondas de choque. E, depois do procedimento, podem surgir pequenos hematomas que se resolvem em até um dia.
Primeiramente, localiza-se a área afetada e aplica-se um gel, que ajuda a transferir a onda com mais eficiência. O aparelho é pressionado na região afetada e inicia-se o tratamento, que dura de 10 a 30 minutos. Na maioria dos casos, são necessárias algumas sessões, de 3 a 10, para aliviar completamente a dor ou reparar a lesão.
Quando a terapia com ondas de choque não é indicada?
A terapia não é indicada para:
Tratar locais próximos aos pulmões, olhos e cérebro.
Gestantes
Crianças
Para tratar locais onde havia ou há um tumor em pessoas com câncer.
Tratar algum local onde há uma infecção.
Pessoas que utilizam medicamentos antiagregantes plaquetários e anticoagulantes.
Pessoas que têm problemas relacionados à coagulação do sangue.
O uso das técnicas de reprodução assistida tem crescido de forma consistente nos últimos anos e possibilitam transformar os sonhos de quem, por algum motivo, não consegue engravidar naturalmente.
Você sabia que, de acordo com a lei federal 9.263/96, o planejamento familiar é um direito de todo cidadão brasileiro? A lei caracteriza-se por um conjunto de ações que garantem direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole.
“As configurações familiares passaram por diversas mudanças nos últimos anos: com casais homoafetivos ou famílias monoparentais (com um guardião só), por exemplo, explica Thaís Domingues, ginecologista especialista em reprodução assistida na Huntington Medicina Reprodutiva, referência no País.
A medicina reprodutiva auxilia na utilização da técnica mais adequada para cada família.
QUAL O PROCEDIMENTO IDEAL PARA CASAIS?
O procedimento ideal depende do motivo da infertilidade e das particularidades de cada caso.
Sempre quis um bebê mas não está no momento certo? Leia essa matériaAndrew Brookes/Getty Images
IN VITRO
A fertilização in vitro é a técnica mais disseminada e permite uma análise detalhada dos óvulos e espermatozoides. Isso porque esses dois elementos são retirados dos corpos e a inseminação é feita em laboratório.
Este método possibilita ótimas chances de sucesso para os casais que possuem uma pessoa com pênis e outra com vagina mas que possuem alteração seminal ou nas tubas. Segundo a especialista, o tratamento é frequentemente a melhor opção para mulheres acima de 38 anos, além de casais que necessitem realizar uma pesquisa no embrião, por casos de doenças genéticas na família, ou até mesmo para mulheres que vivenciaram abortos repetidos.
“Para os casais homoafetivos masculinos [ou formados por duas pessoas com pênis] é possível realizar a fertilização in vitro com o sêmen de um ou ambos. Neste caso, é válido lembrar que não é permitida a transferência de embriões formados através da utilização do sêmen dos dois. Ela deve ser do embrião de um dos parceiros e, em outro momento, do outro. Pois, pela última resolução (CFM 2.294/ 2021) do Conselho Federal de Medicina (CFM), a identidade do embrião deve ser conhecida”, explana a médica do Grupo Huntington.
“Também é válido reforçar que são necessários os óvulos de uma doadora anônima, assim como de uma voluntária para ser o útero de substituição.” De acordo com a resolução, a ovodoação no Brasil é anônima e não remunerada. Além disso, tanto a doação de óvulos como do útero de substituição podem ser realizadas por alguém conhecido, desde que seja parente de no mínimo 4° grau de um dos parceiros e deve ser excluída consanguinidade para a formação do embrião.
COITO PROGRAMADO
Um procedimento mais simples para esses casais que possuem genitais de sexos diferentes é o coito programado, no qual por meio de um ultrassom é feito um acompanhamento da ovulação, que pode ser induzida e estimulada após a ingestão de medicamentos. Isso possibilita identificar o período mais fértil da mulher, direcionando as relações sexuais para que ocorram neste melhor momento, aumentando as chances de êxito.
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Essa técnica é sugerida principalmente para úteros e trompas normais (porém com alterações de ovulação) e parceiros com espermatozoides em número e qualidade normais.
INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA
A inseminação intrauterina, conhecida popularmente como inseminação artificial, é indicada geralmente para os que já tenham realizado o coito programado sem êxito ou para aqueles com leves alterações de espermograma. O sêmen, neste caso, é introduzido no interior do útero durante o período ovulatório. Ou seja, o óvulo não sai do corpo da pessoa que vai gerar, diferente da inseminação in vitro, em que tanto óvulo como esperma são unidos fora do corpo.
“A reprodução assistida ajuda também os casais com duas genitálias femininas, com a possibilidade de realizar a inseminação intrauterina inserindo, no útero de uma das parceiras, o sêmen de um doador. Também existe a alternativa da fertilização in vitro, com a transferência do embrião, fertilizado em laboratório, para o útero. Isso torna possível que uma pessoa seja responsável pelo gameta e outra pela gestação”, enfatiza a especialista.
DEVO CONGELAR OS ÓVULOS?
O número de mulheres que têm filhos depois dos 35 anos cresceu 63% nos últimos dez anos, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“O envelhecimento atinge a qualidade dos óvulos, com aumento exponencial após os 38 e 40 anos. O desenvolvimento de técnicas de congelamento de óvulos e embriões são avanços que apoiam as escolhas de gravidez tardia. O ideal é que os óvulos sejam congelados quando a mulher é mais jovem, de preferência até os 35 anos ou até antes, a depender de sua reserva ovariana. Realizar o congelamento até esta idade melhora as chances de êxito no futuro”, completa Thais.
Já para produção independente, a mulher deve buscar um doador no banco de sêmen e, a depender da idade, atividade da trompa e reserva ovariana, existe a opção de realizar a inseminação intrauterina ou a fertilização in vitro. Quem possui baixa reserva ovariana, principalmente após os 38 anos, com alterações nas funções das trompas, endometriose ou alteração seminal grave, existe a indicação da fertilização in vitro, que aumenta as taxas de sucesso. A médica considera que a inseminação intrauterina pode trazer bons resultados em mulheres com até os 35 anos, nas condições ideais mencionadas.
“Reforço que é essencial, independentemente da técnica escolhida, ter o acompanhamento de um médico especializado durante todo o processo de reprodução assistida. Muitas descobertas foram feitas e pesquisas realizadas, trazendo esperança a quem não podia ou não conseguia, por algum motivo, ter filhos biológicos”, conta a especialista da Huntington Medicina Reprodutiva. “Hoje, a medicina já é capaz de fornecer alternativas eficazes e seguras, de maior ou menor complexidade e com distintas taxas de sucesso, para que o desejo de todos seja concretizado, inclusive o de decidir em um momento oportuno sobre a maternidade. E acredito que a área avançará ainda mais nos próximos anos, para realizar mais sonhos em todo o Brasil”, conclui.
ADOÇÃO
Nessa matéria, focamos em falar sobre os tratamentos de fertilidade, mas vale lembrar que a adoção é uma excelente opção para quem quer constituir uma família cheia de amor.