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Como acontece o envelhecimento do nariz?
Quando o assunto é processo de envelhecimento, o surgimento de manchas, flacidez e rugas ganham a maior parte da atenção. Porém, assim como todo corpo humano, o nariz também envelhece e com isso, ocorrem alterações na região que afetam diretamente a saúde e a estética. Essas mudanças já começam a acontecer por volta dos 28 anos e se intensificam aos 40.
Mas, afinal, você sabe quais são as alterações sofridas pelo nariz com o passar dos anos? Confira:
Ponta do nariz caída
A partir dos 28 anos de idade, o nariz começa a perder a sustentação e ao se aproximar dos 40, fica evidente a queda da ponta do nariz. Trata-se de um dos principais sinais do processo de envelhecimento e isso acontece devido a perda de volume ósseo no meio da face, que afeta principalmente a região onde fica a espinha nasal, próximo ao septo. Com isso, o nariz é praticamente puxado para dentro e a ponta cai.
A queda de ponta e da estrutura também podem impactar a função do nariz, levando a obstrução nasal e uma maior dificuldade de respiração.
Alongamento do nariz
Ao “ser puxado para dentro”, o nariz não só cai, mas também apresenta um aspecto maior. Com a diminuição dos compartimentos de gordura, aparece mais o dorso (giba) e a região fica mais longa em comparação ao rosto como um todo, que vai diminuindo ao longo dos anos. O nariz passa a ser mais agudo e com a ponta caída. É o chamado “nariz de bruxa”.
Além disso, com o envelhecimento, também há a diminuição da sensibilidade na mucosa nasal. Passamos a sentir menos o ar bater nas paredes do nariz e, consequentemente, temos a percepção de que estamos respirando menos.
Irregularidades na região
O envelhecimento também ressalta os defeitos e irregularidades do nariz, já que a pele e tecidos moles se atrofiam, e as cartilagens da ponta ficam mais evidentes.
Há como reverter ou diminuir essas alterações?
O procedimento de rinoplastia pode ser uma opção para quem deseja melhorar e “rejuvenescer” o nariz. A cirurgia ajuda a diminuir os sinais de envelhecimento e pode também trazer um aspecto mais jovial. No caso da ponta caída, é possível realizar uma rotação – “arrebitação” da ponta nasal – e com o ângulo nasolabial mais fundo, podemos trazê-lo mais para frente e eliminar as irregularidades.
DR. MÁRIO FERRAZ. Médico graduado pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP e tem residência em Otorrinolaringologia Cabeça e Pescoço pelo Hospital das Clínicas. Tem o título de especialista em Otorrinolaringologia e em Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial. O profissional é diplomado em cirurgia plástica e reconstrutora da face pela International Federation of Facial Plastic Surgery Societies (IFFPSS) e certificado pelo international board of certification in facial plastic and reconstructive surgery (IBCFPRS), sendo o terceiro brasileiro a obter tal certificação.
Presidente da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face, Dr. Mário Ferraz é idealizador do curso Rhino Anatomy e também é responsável pela criação do Serviço de Cirurgia Plástica Facial da disciplina de otorrinolaringologia de cabeça e pescoço da Unicamp, onde atuou como coordenador entre os anos de 2009 e 2014.
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Como domar os redemoinhos capilares?
Os redemoinhos capilares podem ser um grande incomodo estético. Eles acontecem durante o desenvolvimento embrionário, quando o couro cabeludo se forma em espiral, e podem aparecer em diversas partes da cabeça, gerando um volume indesejado e fios rebeldes.
Costumam aparecer na parte de trás do couro cabeludo, chamado de coroa, mas isso não é uma regra. Ele também pode estar localizado nas laterais e fronte, voltado para a direita, ou para a esquerda.
“Embora algumas pessoas acreditem que eles possam estar relacionados à calvície, vale lembrar que essa culpa não deve ser atribuída aos redemoinhos. É normal que os redemoinhos tenham uma densidade de fios de cabelo menor, entre 20 e 30%, deixando a região do couro cabeludo mais à mostra. Isso faz com que as pessoas a relacionem, equivocadamente, com uma falha de crescimento capilar” conta Meire Gonzaga, dermatologista.
Como lidar com os redemoinhos
Já que redemoinhos são inevitáveis, a melhor forma de conviver com eles é aprender como disfarçar a rebeldia dos fios trazida por eles. Segundo a tricologista e membro docente da Academia Brasileira de Tricologia (ABT), Viviane Coutinho, o uso de escovas e chapinhas ajudam a diminuir o volume indesejado dos fios (lembrando-se de evitar o calor excessivo nos mesmos) “Opte por secar os fios com uma escova grossa e redonda, a fim de domá-los. A dica também é secar os cabelos logo após o banho”.
Produtos fixadores também são uma ótima pedida quando o assunto é redemoinho capilar. “Géis e pomadas podem ser aplicadas nos fios, levando-os para a direção desejada do penteado. Alguns géis são termoativados, e precisam do secador para melhor modelagem” indica Meire. “Já com relação às pomadas, o ideal é aplicá-las nos fios secos e em pequenas quantidades”. Independente da escolha, é importante removê-los de maneira adequada, evitando o acúmulo no couro cabeludo.
“Cada pessoa tem um tipo de redemoinho, ele pode se apresentar na franja, na nuca ou até atrás das orelhas, então para domá-los através do corte, não existe um padrão, podendo cada tipo de corte funcionar de formas variadas”. Explica Viviane Coutinho. “O essencial mesmo é manter os fios longos e evitar cortes curtos; pois assim, o cabelo fica mais pesado e o redemoinho tende a diminuir. Se atente também ao caimento natural dos fios”.
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