Contrave: para que serve e como tomar Publicado primeiro em https://www.tuasaude.com
Cateterismo cardíaco: o que é, para que serve, como é feito e riscos
Ao ouvir que algum familiar precisa fazer um cateterismo cardíaco, a reação pode ser de susto, por envolver o coração. Mas, o cateterismo nada mais é do que um procedimento de rotina, muito importante para detectar e resolver problemas que trazem riscos à saúde do coração.
O cateterismo cardíaco é um procedimento, no qual é inserido um tubo flexível e bem fino, o cateter, na artéria do braço, coxa ou pescoço, por onde percorre até chegar ao coração. Ele é usado tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento de doenças cardíacas.
Problemas cardíacos que causam fortes dores e sensação de aperto no peito, como o infarto e a angina, podem ser diagnosticados e tratados com esse procedimento.
Veja, com mais detalhes, o que é o cateterismo cardíaco, para que serve, como é feito e quais são os possíveis riscos envolvidos no procedimento.
O que é cateterismo cardíaco?
O sistema circulatório, cujo protagonista é o coração, é composto por várias estruturas importantes para o bom funcionamento desse órgão vital.
Essas estruturas, que são as veias e artérias, formam como se fossem vias bem distribuídas pelo corpo. Por elas, circula o sangue do coração para o corpo e do corpo para o coração.
Também existem válvulas, que fecham e abrem entradas, organizando a direção do fluxo sanguíneo. O sangue trafega normalmente, quando não há obstáculos no caminho.
Os obstáculos mais comuns são placas de gordura, coágulos e lesões nas artérias ou válvulas. Eles prejudicam o fluxo sanguíneo, tornando-o lento ou bloqueado. Quando isso acontece, a pessoa sente fortes dores no peito ou uma sensação de aperto e pressão.
Nesse cenário, o cateterismo cardíaco é o procedimento médico usado para investigar a situação das artérias e do coração, analisando se há obstrução em algum ponto. Identificado um problema, esse procedimento pode ser combinado com outras técnicas para tratar, ou seja, eliminar a obstrução.
Para que serve o cateterismo cardíaco?
Diagnóstico
- Infarto do miocárdio: quando uma pessoa sofre de infarto do miocárdio, que é o músculo do coração, significa que alguma artéria está entupida. O cateterismo cardíaco permite identificar o local da obstrução, necessário para guiar o tratamento feito para restabelecer o fluxo sanguíneo.
- Funcionamento das válvulas e do miocárdio: a microcâmera presente na extremidade do cateter também permite visualizar o funcionamento das válvulas, que se abrem e fecham no fluxo sanguíneo. O funcionamento do miocárdio também é avaliado, pois se ele não estiver recebendo a quantidade adequada de sangue, devido a uma obstrução, seu funcionamento fica prejudicado.
- Alterações na anatomia do coração: o cateterismo também pode ser usado para avaliar se há alterações na anatomia do coração, em casos que não puderam ser diagnosticados com outros exames mais indicados para isso, como a ecocardiografia ou ecocardiograma.
- Malformação congênita em recém-nascidos ou crianças: serve para diagnosticar e tratar diversos tipos de defeitos no desenvolvimento do coração em bebês.
Tratamento
- Angioplastia: após a identificação do local da obstrução, o médico pode usar o cateter para levar um balão e/ou stent até a artéria bloqueada. O balão infla no local, resolvendo o problema de estreitamento ou obstrução. Geralmente, após o balão, é colocado um stent, que é uma rede de metal que mantém a artéria aberta, prevenindo o seu estreitamento.
- Valvuloplastia: se um problema for identificado no funcionamento de alguma válvula do coração, causando estenose ou insuficiências mitral e aórtica, a valvuloplastia pode ser feita com um cateter, o que torna o procedimento menos invasivo.
Como é o procedimento de cateterismo cardíaco?
Um cateter, que geralmente tem 1 metro de comprimento e 2,5 mm de diâmetro, é inserido em uma artéria do antebraço ou punho, virilha ou pescoço, através de uma punção, sem cortes. O procedimento é feito com anestesia local em adultos, e geral em crianças, que tendem a ficar mais agitadas.
Durante o cateterismo, é injetado um contraste iodado que permite a visualização das artérias, válvulas e do coração no equipamento de raio-X. O ultrassom também pode ser usado para visualizar essas estruturas durante o procedimento. As imagens geradas no procedimento são disponibilizadas em filmes e fotos para os pacientes.
O procedimento normalmente causa pouca dor no vaso sanguíneo onde o cateter foi inserido, mas algumas pessoas não sentem nenhuma dor. Alguns pacientes também sentem um calor no peito, comum por causa da injeção de contraste.
Normalmente, o procedimento dura entre 15 e 30 minutos. Se for feita alguma intervenção terapêutica, o procedimento pode ser mais longo. No caso de cateterismo apenas para diagnóstico, não há necessidade de internação, apenas algumas horas de observação, de 2 a 6, com repouso absoluto.
Nos dois dias posteriores ao procedimento, deve-se evitar esforços físicos, principalmente com o membro por onde o cateter foi inserido. É importante não esquecer de beber água após o procedimento, para ajudar na eliminação do contraste.
Antes do cateterismo
Alguns medicamentos precisam ser interrompidos alguns dias antes do procedimento, como os anticoagulantes e hipoglicemiantes com metformina.
Quem tem insuficiência renal ou diabetes e os idosos precisam ser hidratados algumas horas antes de realizar o cateterismo, para que os efeitos que o contraste pode trazer aos rins seja minimizado, por meio de uma boa hidratação.
Todos necessitam estar em jejum de 4 a 6 horas antes do procedimento, conforme indicação médica.
Quais são os riscos do cateterismo cardíaco?
O risco de complicações graves é bem baixo, menor que 1%, sendo elas:
- Infarto
- Acidente vascular cerebral (AVC)
- Sangramento no local da punção
Outras complicações, relacionadas com o uso de contraste, podem envolver alergia e insuficiência renal.
Essas complicações são raras, por isso é importante comunicar ao médico se sentir dor ou aparecerem hematomas nos dias seguintes ao procedimento.
Fontes e referências adicionais
- Cateterismo cardíaco (cinecoronariografia ou angiografia coronária ou estudo hemodinâmico), Hospital Israelita Albert Einstein
- Cateterismo cardíaco e cinecoronariografia, Manual MSD versão saúde para família
Você já conhecia a importância do cateterismo cardíaco para o diagnóstico e tratamento de doenças cardíacas? Conhece alguém que passou pelo procedimento? Comente abaixo!
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10 remédios caseiros para vermes intestinais
Você já sentiu nojo de algum alimento que comeu, juntamente com uma sensação de enjoo e náuseas? Pode ser que você tenha tido uma má digestão, ou que esteja com algum verme intestinal. A base científica dos bons remédios caseiros para vermes intestinais é usar plantas com propriedades antiparasitárias, que detêm, eliminam e previnem a infestação por vermes.
Uma forma interessante de usar os remédios caseiros para vermes intestinais é a preventiva, cujo objetivo é manter o intestino livre desses parasitas. Para esse tipo de aplicação, os remédios devem ser tomados em doses pequenas e de forma regular, ou a cada 6 meses.
Para o tratamento de uma infestação por vermes já instalada no intestino, os remédios caseiros atuam como bons complementos da medicação convencional prescrita pelo médico.
Os remédios caseiros não oferecem riscos à saúde, porém no caso de crianças, gestantes e lactantes, é recomendado comunicar e buscar orientação médica antes de iniciar qualquer tipo de tratamento, inclusive os caseiros.
Veja como fazer alguns tipos de remédios caseiros para vermes intestinais e escolha aquele que for mais adequado para você!
O que são vermes intestinais?
Antes de conferir as receitas de remédios caseiros, veja alguns detalhes sobre as verminoses.
Os vermes estão em todo lugar, no solo, rios, mares, nas fezes animais ou humanas, em insetos, caramujos e nos alimentos vegetais e animais. Nem todos os vermes causam verminose. Os que causam doenças são os vermes parasitas, como a lombriga e a tênia.
De modo geral, as verminoses estão associadas com más condições de higiene, como falta de saneamento básico, ingestão de água contaminada ou de alimentos mal lavados ou mal cozidos.
Pode até parecer que as verminoses só acontecem no campo ou em locais com falta de saneamento básico, mas você pode ingerir um parasita ou seu ovo, ao comer uma salada mal lavada ou uma carne de porco mal cozida, em um restaurante no centro da cidade.
O perigo também está em casa, por isso é importante lavar e cozinhar bem os alimentos, além de usar duas tábuas: uma somente para cortar alimentos que serão consumidos crus, e outra para carnes que serão cozidas, assim você evita a contaminação cruzada.
Como saber se estou com verminose?
Quando um parasita se aloja e infesta o intestino, pode causar alguns sintomas bem comuns:
- Cólicas abdominais
- Inchaço abdominal e gases
- Enjoo, náuseas e vômitos
- Diarreia com ou sem sangue
- Algumas vezes, é possível notar a presença de vermes nas fezes.
- Emagrecimento não intencional
- Mudança no padrão de apetite, algumas pessoas perdem a fome, outras sentem fome constante.
- Tontura e fraqueza
Quais são as verminoses mais comuns?
- Amebíase: ameba
- Giardíase: giardia
- Ascaridíase: lombriga
- Ancilostomíase: amarelão
- Enterobíase ou oxiuríase: coceira anal
- Teníase: tênia
Remédios caseiros para vermes intestinais
Coco
O coco é rico em ácido láurico que, em nosso estômago, se transforma em monolaurina, uma substância que auxilia no combate dos parasitas. Há duas formas de consumir o coco como remédio caseiro:
- Comer uma colher de sopa de coco ralado em jejum.
- Tomar 3 colheres de óleo de coco por dia.
Alho
O alho é um excelente alimento para a saúde e contém propriedades vermífugas e estimulantes do sistema imunológico, sendo um ótimo aliado no combate dos vermes intestinais.
- Patê de alho com abacate: corte dois dentes de alho cru em pedaços bem pequenos e misture a um abacate amassado. Adicione duas colheres de chá de suco de limão.
- Alho com azeite: corte dois dentes de alho em lâminas bem finas e adicione ao seu recipiente de azeite. Mantenha o recipiente na geladeira. Você pode usar esse azeite aromatizado em todas as suas preparações.
- Xarope de alho: em um liquidificador, coloque 300 mL de água filtrada, suco de meio limão, uma colher de chá de mel, uma pitada de pimenta caiena e dois dentes de alho cru. Bata tudo no liquidificador por 1 minuto e tome essa mistura ao longo do dia.
Erva-de-santa-maria
A erva-de-santa-maria, ou mastruço, é um potente remédio natural contra vermes, principalmente o oxiúros.
- Chá: ferva 250 mL de água filtrada e depois adicione 1 colher de sopa de folhas e sementes de erva-de-santa-maria. Deixe em infusão por 10 minutos e depois coe e beba, quando estiver morno.
- Pasta: amasse, em um pilão, uma colher de sopa de folhas frescas da erva. Quando ficar bem amassada, adicione mel, formando uma pasta. Crianças de 10 a 20 kg podem consumir uma colher de sobremesa por dia. Crianças de 20 a 40 kg, uma colher de sopa por dia e os adultos podem consumir até 3 colheres de sopa, diariamente. Faça esse tratamento por 3 dias consecutivos.
Hortelã
É de conhecimento popular que a hortelã é eficaz no combate aos vermes e esta informação foi comprovada por pesquisadores da Universidade de Brasília, que encontraram altas concentrações de óxido de piperitenona, que tem ação vermífuga.
- Leite: coloque 10 folhas de hortelã em 100 mL de leite e ferva. Você pode adicionar uma colher de mel, se quiser adoçar. Beba o leite ainda morno, em jejum, e repita a dose após 7 dias.
Mamão
As sementes de mamão puras ou combinadas com arruda, são um potente vermífugo natural.
- Chá: ferva 250 mL de água filtrada, juntamente com 1 colher de sopa de folhas de arruda e meia colher de sopa de sementes de mamão. Coe e beba ainda morno.
- Sementes: deixe as sementes de um mamão secarem e depois triture-as com um moedor ou liquidificador. Misture o pó de sementes com mel. Meia hora antes de cada refeição, misture uma colher deste preparado em um copo com água e suco de meio limão.
- Vitamina com sementes: bata um mamão com as sementes em liquidificador e beba em jejum. Aguarde, pelo menos, meia hora para tomar café.
Cúrcuma
A cúrcuma, também conhecida como açafrão-da-terra, é uma raiz com excelentes propriedades medicinais, atuando, principalmente, no nosso sistema de defesa contra doenças. Ela possui compostos com propriedades anti-inflamatórias, cicatrizantes e vermífugas.
- Chá: ferva 150 mL de água filtrada e adicione 1 colher de sobremesa de cúrcuma em pó, deixando repousar por 10 minutos. Beba esse chá 3 vezes ao dia.
- Tempero: a cúrcuma em pó pode ser usada para temperar os alimentos, conferindo os mesmos benefícios do chá.
Artemísia
A artemísia é uma erva conhecida por eliminar parasitas intestinais, sendo apelidada de erva dos vermes.
- Chá: ferva 1 litro de água filtrada e adicione 20 gramas de folhas de artemísia, algo em torno de 2 colheres de sopa bem cheias, e deixe em infusão por 5 minutos. Coe e beba ainda morno, 3 vezes ao dia.
Sementes de erva-doce
As sementes de erva-doce são uma poderosa aliada no tratamento de vermes intestinais, pois possuem propriedades antiparasitárias.
- Chá: adicione 1 colher de sopa de sementes de erva-doce a 1 litro de água e ferva durante 10 minutos, depois abafe e deixe repousar por 30 minutos. Coe e tome um copo a cada 8 horas, de preferência após as refeições.
Cravo-da-índia
O cravo-da-índia tem propriedades antiparasitárias, que ajudam na destruição dos ovos e eliminação dos vermes adultos. Além disso, o cravo-da-índia também pode ser usado como tratamento preventivo contra verminoses.
- Chá: ferva 250 mL de água filtrada, adicione uma colher de chá de cravo-da-índia recém moído (pó), cubra e deixe em infusão por 20 minutos. Beba esse chá 3 vezes ao dia, durante 1 semana.
Neem
As folhas de neem têm propriedades antiparasitárias e também atuam na liberação de toxinas presentes no intestino.
- Leite ou chá: Aqueça um copo de leite ou de água e adicione 1 colher (de chá) de pó de folhas de neem. Beba o leite ou o chá 2 vezes ao dia, durante 1 semana.
Fontes e referências adicionais
- Parasitoses intestinais, Sociedade Brasileira de Medicina e de Família e de Comunidade (SBMFC).
- Hortelã combate parasitoses intestinais, UnB Ciência.
Você já tinha ouvido falar sobre algum desses remédios caseiros para vermes intestinais? Já testou algum deles? Comente abaixo!
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68% dos brasileiros passaram a comer lanches mais saudáveis na pandemia
Nos últimos dois anos, por conta da pandemia do coronavírus, enfrentamos diversas mudanças no nosso cotidiano – incluindo o tempo maior em que ficamos em casa. Com isso, as “escapadinhas” ao longo do dia para comer um lanchinho aumentaram. Segundo uma pesquisa da Toluna*, empresa especialista em insights de mercado, cerca de 43% dos entrevistados confirmaram mudar seus hábitos, e a boa notícia: para o melhor.
Segundo o estudo, os alimentos mais escolhidos quando o assunto é lanche passaram a ser as frutas (preferidas por 68% da amostra), biscoitos/bolachas (escolhidos por 59% dos entrevistados), seguidos por pão de queijo (50% preferem) e chocolate (a preferência de 49% dos respondentes).
30% dos entrevistados afirmaram que o ideal é consumir lanches caseiros, mas quando isso não é possível, optam por snacks. Já 72% fazem questão de que os lanches sejam completamente caseiros.
A preocupação com a saúde é o fator principal dessa mudança. Para 47% dos entrevistados, é importante que os lanches façam bem ao organismo e 33% afirmaram que consideram que é muito importante que os lanches sejam saudáveis. Em contrapartida, apenas 6% afirmaram não dar tanta importância para o valor nutricional positivo que comem ao longo do dia.
Mas o fenômeno dos lanchinhos não é de agora, beliscar é um hábito enraizado há tempos na cultura brasileira: 69% dos entrevistados confirmaram que costumam fazer várias pequenas refeições ao longo do dia, contra apenas 3% que optam por quase nunca comer sem ser no café da manhã, almoçou ou jantar.
*A pesquisa da Toluna foi realizada em novembro de 2021, com 1090 pessoas (45% homens, 55% mulheres) das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 têm renda média domiciliar de R$ 4.500 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3 pontos percentuais de margem de erro e 95% de nível de confiança.
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Anywhere office: a tendência não é trabalhar de casa mas de qualquer lugar
Com mais da metade dos brasileiros totalmente imunizados e a flexibilização dos protocolos de prevenção à Covid-19, aumenta o número de empresas que já retomaram ou planejam retomar o trabalho presencial ou híbrido. Pesquisa da It’s Seg mostra que 62% das companhias pretendem que seus colaboradores voltem ao trabalho presencial ainda neste ano.
O problema é que a maioria das pessoas não quer essa volta e inclusive afirma interesse em buscar outro emprego caso precise voltar ao presencial. É o que mostra pesquisa da consultoria de RH Robert Half: entre as mulheres entrevistadas, 44% disseram que procurariam outro emprego se o home office fosse encerrado; 31% dos homens fariam igual. Mesmo entre os que não deixariam a empresa por este motivo, o trabalho remoto continua sendo o regime favorito: 63,8% preferem trabalhar mais dias em casa do que no escritório.
Algumas empresas, vendo essa exigência, instituíram o home office definitivo, mas com restrições. Muitos gestores esperam que o funcionário fique preso ao cômodo em que está o computador em casa, em um modelo parecido com o que eles estão acostumados no presencial.
Por isso que hoje, algumas empresas mais progressistas não falam mais de home office, mas de anywhere office – que permite trabalhar de qualquer lugar do mundo.
Fred Amaral, co-fundador da empresa de tecnologia para serviços financeiros Dock, diz que já recebeu abordagens recentes de pessoas interessadas em trabalhar na empresa justamente por se interessarem por esse modelo. A empresa ainda oferece aos que não podem ou não querem trabalhar de casa o uso, sem custos, da rede de coworking BeerOrCoffee, presente em todo Brasil.
MUDANÇA DE ESTADO

Auziane é Líder de Programas e Portfolio na Dock
“Ainda que em 2018 o trabalho remoto já fosse apontado como tendência, principalmente nas startups, eu sabia que era um ‘privilégio’ trabalhar numa empresa 100% remota. Com a pandemia, veio a aceleração da implantação do home office e a digitalização de aspectos cruciais da nossa vida. Desde setembro, vivo em Itacaré, no sul da Bahia, cercada por praias, e podendo alinhar minha rotina de surfista com meu trabalho. Assim como eu, muita gente consideraria mudar de cidade se tivesse a garantia de um emprego remoto.
Tenho o costume de acordar às 5h da manhã, surfar e começar o dia. O trabalho remoto está no nosso DNA e com ele, também temos momentos de relaxamento. Sempre intercalo minha agenda cheia com momentos de descontração para descansar a mente: yoga, surfe, canoa ou até uma volta rápida na beira do mar. Sou adepta do: Já que o trabalho é virtual, é melhor é estar onde a gente se sente bem.”
CRIAÇÃO PERTO DA NATUREZA

Camila Shimada é Gerente de Recursos Humanos da Dock
“Com a oportunidade que tenho de trabalhar em qualquer lugar, matriculei meus filhos Joaquim (5 anos) e Lígia (3 anos) em uma ‘escola fazenda’, que fica próxima à natureza, mas longe da minha casa. Se não fosse pelo modelo Anywhere Office, teria que mudar os meus filhos para uma mais perto e não poderia mais vivenciar de perto a sua educação. O anywhere office possibilita que eu equilibre de forma muito balanceada meus papéis de mãe e de profissional. Consigo adequar minha agenda, minha logística, ficar próxima dos meus filhos e das suas rotinas.
Eu tenho oportunidade de trabalhar do coworking em meio às galinhas e cabritas, fazendo o call das 9h tomando sol da manhã com muito ar puro e tendo a oportunidade de ver meus filhos crescerem ao meu lado e acompanhando a movimentação da comunidade escolar. Não troco meu almoço na marmita no pé de limoeiro por um buffet de quilo e nem as intervenções das crianças durante o dia por um café no corredor.”
Na sua empresa o trabalho remoto permite que você explore outros lugares ou é mais rígido? Conta pra gente nas nossas redes sociais!
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