Como se organizar financeiramente em 2022

A gente sabe que o prazo para determinar as resoluções de 2022 já passou. Mas será que ainda não dá tempo de incluir mais uma na lista? Afinal, só se passaram os dois primeiros meses do ano, e é sempre bom ter uma reserva de dinheiro, não é mesmo?

Então, vale editar a sua lista de metas e acrescentar uma boa organização financeira. A coach e facilitadora (certificada pela Access Consciousness), Taisa Campos, criadora da Mesa Magnética e da técnica DAM (Desativação e Ativação Magnética), elaborou três dicas que vão transformar a sua relação com o dinheiro:

Como se organizar financeiramente em 2022

  • 1- Guarde 10% de todos os seus rendimentos!

“É o dízimo para você, em honra ao seu corpo e ao que você cria. De tudo que receber, de todo dinheiro que ganhar, separe 10% e guarde. Pode ser em uma poupança, pode ser em espécie na sua casa”, recomenda a profissional.

A gente sabe: diante da situação atual, às vezes nem sobra tudo isso. Nesse caso, separe o que der, seja 5%, 7% ou 9%! “Esse montante só pode ser gasto em algo que irá valorizar o que você faz e tem a finalidade de atrair mais dinheiro para sua vida. Dinheiro também é energia, e saber que você tem uma reserva traz tranquilidade e segurança, o que atrai mais abundância.”

  • 2- Faça perguntas antes de comprar qualquer coisa!

“Se dinheiro não fosse o problema, o que você escolheria? A proposta é fazer compras de acordo com o que o item irá criar em sua vida. Não por ser caro ou barato, nem porque você precisa daquilo ou não, mas pela percepção da energia que será atraída para a sua vida.”

Por exemplo, um vestido ou um carro novos podem trazer uma nova consciência para o seu dia a dia que poderão (ou não) contribuir para mais felicidade, alegria, leveza…

  • 3- Faça um planejamento financeiro além da realidade!

“Aqui, a proposta é planejar de acordo com o que você deseja criar. Inclua seus gastos atuais, tenha clareza de quanto você necessita para viver, mas inclua também os valores referentes à vida que você deseja.

Por exemplo, se deseja viajar, calcule o custo da viagem e inclua no seu planejamento. Coloque um valor para cuidados com seu corpo, lazer, moradia dos seus sonhos…. Chegando no valor, peça ao Universo para contribuir com você. Escreva o número no espelho, coloque lembretes pela casa e fique atento às possibilidades que te levem a tornar isso real.”

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Cisto na mama pode evoluir para câncer?

O aparecimento de um caroço na mama pode ser um motivo de grande preocupação mas, na maioria das vezes, os cistos são benignos e não evoluem para um câncer. A consistência do cisto é semelhante ao de uma uva, mas alguns podem ser mais firmes.  

Um cisto na mama é um caroço cheio de líquido que se forma no tecido mamário. Uma pessoa pode apresentar apenas um ou múltiplos cistos. Geralmente, não é necessário tratar o cisto mamário, a não ser que ele cause dor, desconforto ou seja muito grande, daí uma drenagem do líquido pode ser adequada. 

Não há uma faixa de idade específica para o aparecimento do cisto na mama, podendo aparecer em qualquer fase da vida, mas é mais comum antes dos 50 anos (antes da menopausa). No período pós menopausa, os cistos podem surgir em mulheres que fazem terapia hormonal. 

Veja como identificar o cisto na mama, as causas, como são feitos o diagnóstico e o tratamento. 

Como identificar o cisto na mama?

Toque na mama
É importante a mulher investigar frequentemente as mudanças de tamanho e sensibilidade nos seios

O cisto pode aparecer em uma ou nas duas mamas, tem formato redondo ou oval, borda geralmente lisa, e é facilmente movido. Esses sinais, na maioria dos casos, indicam que o nódulo na mama é um cisto benigno. O nódulo na mama pode não ser um cisto, veja outras possibilidades

Você também pode observar uma secreção incolor no mamilo ou com alguma dessas colorações: amarela, cor de palha (amarelo claro puxado para o bege) ou marrom-escuro. 

O local onde o cisto está no tecido mamário pode ficar dolorido ou sensível. A dor ou a sensibilidade, assim como o tamanho do cisto, podem aumentar antes da menstruação. Após a menstruação, o cisto tende a diminuir de tamanho ou até desaparecer, juntamente com os outros sintomas. 

É importante você prestar atenção nas mudanças de tamanho e sensibilidade ou dor nos seios ao longo do mês, para que consiga detectar sinais anormais, fora do padrão. Ter um cisto na mama não é um sinal de que você terá um câncer, mas a presença de um ou mais cistos pode dificultar a descoberta de nódulos preocupantes, que requerem avaliação médica. 

Quando procurar um médico

Um cisto normal apresenta a consistência de nódulo macio e com borda lisa, na maioria dos casos, mas também pode apresentar-se mais consistente e grumoso. 

O que você deve prestar atenção é se esse cisto persiste por mais de dois ciclos menstruais, ficando cada vez maior, pois o mais natural é que ele diminua ou desapareça após a menstruação.

Se novas alterações surgirem após o aparecimento do cisto e forem perceptíveis na pele, você também deve ficar atenta a isso. 

Nesses casos, é recomendado agendar uma consulta médica, para uma avaliação mais detalhada do cisto. 

Por que se forma o cisto na mama? 

Os estudiosos da área ainda não conhecem as causas da formação do cisto na mama, mas entendem que pode ser resultado das alterações hormonais que ocorrem ao longo do ciclo menstrual. 

Dentro de cada mama, existem vários lóbulos dispostos em formato de pétalas de uma flor, parecida com uma margarida. O cisto se forma pelo acúmulo de líquido dentro desses lóbulos.

Dentro desses lóbulos estão as glândulas mamárias que produzem leite durante a gestação e a amamentação. O espaço dentro dos seios é preenchido por tecido adiposo (gordura) e tecido conjuntivo fibroso, que dão o formato dos seios. 

Os cistos são classificados de acordo com o tamanho: 

  • Microcistos: não são facilmente sentidos quando o seio é apalpado, pois são pequenos e vistos apenas em exames de imagem, como mamografia e ultrassom. 
  • Macrocistos: são grandes o bastante para serem sentidos e até vistos sob a pele, podendo apresentar diâmetro de 2,5 a 5 cm. 

Como é feito o diagnóstico do cisto na mama?

Diagnóstico médico em mulher
O médico ou médica fará algumas indagações e exames para diagnosticar o cisto na mama

Ao chegar em um consultório médico, você deve estar preparada para responder algumas perguntas relacionadas ao cisto que apareceu em sua mama. Então, fique atenta a alguns pontos importantes:

  • Quando você notou o cisto na mama? 
  • Você percebeu mudanças no tamanho do cisto?
  • Teve algum sintoma, como dor ou sensibilidade? 
  • Os sintomas estão presentes em uma ou nas duas mamas?
  • Os sintomas mudaram no decorrer do mês? 
  • Você tem secreção no mamilo?
  • Você sente que o seu ciclo menstrual afeta o cisto de alguma forma? 
  • Você tem histórico familiar de cistos ou nódulos nas mamas?

Essa primeira parte da consulta tem como objetivo levantar o seu histórico médico, então você pode mencionar qualquer outra informação pessoal que julgue importante, como estar passando por uma fase estressante ou por mudanças muito importantes na sua vida. 

Também é importante comunicar ao médico se você faz uso de algum medicamento, incluindo fitoterápicos, vitaminas e suplementos. 

Após a discussão dos sintomas, o médico ou médica fará um exame físico para verificar a consistência do cisto e procurar por qualquer outra anormalidade na mama. 

Somente o exame físico não é suficiente para definir se o nódulo apalpado é um cisto, por isso são feitos exames de imagem ou uma punção aspirativa por agulha fina guiada por ultrassonografia. 

Exames de imagem

Um exame de imagem muito importante é a mamografia, por meio dela é possível visualizar cistos maiores e aglomerados de cistos menores. Os microcistos isolados podem não ser identificados por esse exame. 

A ultrassonografia da mama permite identificar o conteúdo do nódulo, se é líquido ou sólido. Quando o conteúdo é líquido, trata-se de um cisto mamário e, quando sólido, pode ser um fibroadenoma (nódulo benigno) ou câncer de mama. Neste caso, o médico pode solicitar uma biópsia para analisar a massa sólida. 

Punção aspirativa

Quando o cisto é bem aparente na mama, pode ser feito um exame de punção aspirativa com uma agulha fina guiada por ultrassom, para o melhor posicionamento da agulha. 

Se ao aspirar o líquido do caroço o nódulo desaparece, não há dúvidas de que o diagnóstico é cisto mamário. 

Se for identificada a presença de sangue no fluido aspirado, se o nódulo não desaparecer com a aspiração, ou se não sair qualquer líquido dele, pode ser que o nódulo seja sólido ou tenha partes sólidas e, por isso, são indicados exames de imagem e biópsia para confirmar o diagnóstico. 

Tratamento do cisto na mama

Nenhum tratamento é necessário para o cisto na mama, cujo conteúdo é líquido e não causa dor, pois ele tende a desaparecer naturalmente. 

Caso o cisto persista por mais de dois ciclos menstruais, fique mais firme ou maior, e você perceba mudanças na pele, procure o médico para uma reavaliação. 

Alguns cistos acabam sendo totalmente drenados durante o procedimento de punção aspirativa usado no diagnóstico. 

Os cistos mamários podem ser recorrentes e o uso de pílulas anticoncepcionais pode regular o ciclo menstrual e diminuir a recorrência dos cistos. O uso de contraceptivos por via oral ou qualquer outra terapia hormonal deve ser feita apenas com prescrição médica, devido aos efeitos colaterais associados a essas terapias. 

Quando os cistos aparecem após a menopausa, por causa da terapia hormonal, a descontinuação do tratamento tende a resolver o problema e prevenir o aparecimento de novos cistos mamários.

A cirurgia para remoção de um cisto é muito incomum, sendo feita apenas em casos de cistos muito recorrentes, que causam dor ou desconforto, ou que sejam acompanhados de sinais preocupantes, como a presença de sangue no fluido. 

Fontes e referências adicionais

Você sabia como identificar um cisto na mama? Qual característica do cisto você já conhecia? Você já fez algum exame para investigar um nódulo na mama? Se sim, qual foi o exame? Comente abaixo!

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Xilitol engorda? Tem carboidrato? Calorias, como usar e dicas

O xilitol é um adoçante que tem menos calorias do que o açúcar, mas isso não significa que ele não engorda.

Apesar de ser até 40% menos calórico do que o açúcar de mesa, o xilitol também tem calorias e é importante usá-lo com moderação. 

Saiba então como usar o xilitol corretamente para não ter problemas com a balança. 

Xilitol engorda? Tem carboidrato?

Tudo vai depender do seu consumo diário e do restante da sua dieta. Mas de forma geral, nenhum alimento sozinho é responsável pelo aumento ou perda de peso.

Extraído de fibras vegetais, o xilitol é um substituto do açúcar de origem natural. Ele é derivado da xilose, um monossacarídeo presente em várias frutas e legumes, como por exemplo no milho. Apesar de ser natural, na prática, o xilitol passa por vários processos químicos antes de chegar à mesa do consumidor. 

Ele é conhecido como um álcool de açúcar, já que a molécula de xilitol tem traços de ambos. Assim, tecnicamente ele é um carboidrato, mas não se comporta como um. Isso pode ser explicado pelo fato de o xilitol não aumentar os níveis de açúcar no sangue de forma significativa. 

De fato, o xilitol tem um índice glicêmico muito baixo, o que é ótimo para quem tem diabetes, obesidade ou síndrome metabólica, por exemplo. Para fins de comparação, o índice glicêmico do açúcar é de cerca de 70, enquanto que o do xilitol é de apenas 7. Aliás, essa característica permite que o xilitol seja usado em produtos low carb.

Quanto ao teor calórico, o xilitol tem 2,4 calorias por grama enquanto que o açúcar branco tem 4 calorias por grama. Ainda assim, o poder adoçante dos dois é bem similar. A saber, o xilitol é apenas cerca de 5% menos doce do que o açúcar.

Como usar o xilitol

Segundo uma pesquisa publicada em 2016 na revista científica International Journal of Dentistry, a maioria dos adultos se sente bem usando de 10 a 30 g de xilitol por dia. Após o período de adaptação ao novo açúcar, os adultos podem consumir até 70 g por dia sem se sentir mal.

Adoçar o café
Você pode utilizar o xilitol para adoçar o café e outras bebidas

Além de adoçar bebidas, o xilitol pode ser usado no preparo de sobremesas e até em preparações que vão ao fogo e no forno, já que ele é resistente a altas temperaturas.

Para substituir o açúcar das receitas por xilitol, basta usar a proporção de 1:1. Ou seja, 100 g de açúcar equivale a 100 g de xilitol.

Efeitos colaterais do xilitol

Em altas quantidades, o xilitol pode causar desconfortos gastrointestinais como inchaço, gases, distensão abdominal e diarreia.

Isso acontece porque ele é fermentado por bactérias intestinais que podem liberar gases durante esse processo. Além disso, a molécula de xilitol tem a capacidade de atrair água para o intestino, causando certo mal estar.

Para evitar esse tipo de incômodo, é indicado não usar mais do que 15 mg de xilitol por kg de peso corporal por dia. 

Dicas

xilitol na panqueca
Não exagere no consumo de xilitol, só por não ser açúcar

Mesmo os adoçantes naturais devem ser consumidos com moderação. Isso é recomendado não só pelo risco de engordar, mas também por conta da saúde.

Vale lembrar que adoçantes em geral não contém nutrientes como vitaminas e minerais. Por isso, são calorias vazias que servem apenas para adoçar e não para nutrir.

Além disso, há o risco de o paladar se acostumar com o sabor doce de adoçantes como o xilitol e buscar cada vez mais alimentos doces no dia a dia. Inclusive, isso pode prejudicar o paladar em relação aos alimentos naturalmente doces, como as frutas, por exemplo.

Dessa forma, seria mais benéfico para sua saúde e sua dieta deixar o açúcar adicionado e o adoçante de lado e reaprender a apreciar o sabor natural dos alimentos. 

Alguns estudos também indicam que os adoçantes não estimulam a liberação de hormônios relacionados à saciedade. Assim, é possível que você demore mais para sentir saciedade e consuma mais calorias.

Por último, cuidado ao usar o xilitol se você sofre de doenças como a síndrome do intestino irritável ou intolerância aos FODMAPs, pois o adoçante pode causar ainda mais desconfortos gastrointestinais.

Se mesmo sabendo de tudo isso, você precisar ou optar por usar o xilitol, procure consumir o adoçante sem exageros.

Fontes e referências adicionais

Você já utilizou o xilitol? Consegue substituir o açúcar por ele? Sentiu algum dos efeitos colaterais do xilitol? Comente abaixo!

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5 melhores frutas para ressaca

Para se sentir melhor após uma ressaca, é importante se hidratar e se nutrir bem. E existem frutas que cumprem ambos requisitos. 

Geralmente, você ingere álcool e se diverte em um dia e os sintomas da ressaca vêm te visitar na manhã seguinte e podem incluir fadiga, sede, boca seca, dor de cabeça, náusea, vômito, tontura e sensibilidade à luz e ao som.

Nesse momento, é importante caprichar na hidratação e nutrição. Felizmente, muitos alimentos podem ajudar. Conheça então as melhores frutas para a ressaca. 

1. Banana

O excesso de álcool desidrata e isso leva à perda de eletrólitos importantes como potássio e sódio.

A banana ajuda a repor o potássio perdido pela desidratação. Além disso, a fruta contém magnésio e vitamina B6, que são nutrientes importantes para o metabolismo e para a produção de energia.

Por fim, os carboidratos e as fibras da banana geram energia e ajudam na digestão, diminuindo assim sintomas da ressaca como por exemplo a fadiga e o mal estar.

2. Melancia

Acredite, a grande quantidade de água da melancia ajuda a curar a ressaca

A melancia apresenta muita água e, por isso, ajuda a reidratar o corpo durante a ressaca.

Aliás, muitas vezes sintomas como a dor de cabeça estão diretamente associados à desidratação. Em outros casos, a dor pode ter relação com a redução do fluxo sanguíneo para o cérebro. 

Nesta última situação, a melancia também pode ser útil, já que ela contém L-citrulina, um composto que melhora a circulação do sangue. 

3. Abacate

O abacate é uma das melhores frutas para a ressaca, pois ele fornece calorias que geram energia para lidar com os sinais da ressaca.

O fruto também repõe eletrólitos como o potássio e ajuda o fígado a se recuperar depois do excesso de bebidas alcoólicas.

De acordo com um estudo publicado em 2001 na revista científica Journal of Agricultural and Food Chemistry, o abacate contém nutrientes que protegem o fígado e, assim, podem ajudar o órgão a se recuperar depois de uma ressaca

4. Laranja

A grande quantidade de antioxidantes e vitaminas na laranja ajuda no combate à ressaca

Esta fruta cítrica é rica em vitamina A, B e C. Todas elas fornecem energia que ajuda a curar a ressaca.

Sabe-se ainda que o álcool induz o estresse oxidativo. Por conter diversos antioxidantes, a laranja ajuda a neutralizar os radicais livres que causam danos oxidativos. Além disso, consumir a fruta ajuda a eliminar o álcool em excesso do organismo. 

Porém, é importante tomar cuidado com a irritação que a acidez da laranja pode causar no estômago, que já fica naturalmente mais sensível durante a ressaca. 

5. Maçã

A maçã é uma fruta muito nutritiva que contém carboidratos, antioxidantes e minerais. Aliás, nutrientes como o magnésio aceleram a desintoxicação do corpo após o abuso do álcool. 

Outras frutas que melhoram a ressaca

Praticamente qualquer fruta que seja rica em água e nutrientes pode aliviar os sintomas de ressaca. Além disso, as frutas apresentam carboidratos que aumentam a glicose no sangue e ajudam a pessoa com ressaca a se sentir melhor. 

Assim, você pode usar frutas como tâmara, pêra, melão, abacaxi e morango. Além disso, é possível preparar sucos de frutas e adicionar ingredientes como água de coco, que é fonte de sais minerais, e gengibre que tem propriedades anti-inflamatória, desintoxicante e antiemética que diminuem a náusea e o vômito. 

Por último, finalizar seu suco com hortelã pode melhorar a digestão e aliviar o mal estar.

Cuidados gerais com a ressaca

Ressaca
Tome cuidado para não passar demais da linha ao beber álcool

O objetivo principal durante a ressaca é se nutrir de comida de verdade e beber muita água. Depois disso,  é só esperar o seu organismo se livrar dos efeitos nocivos do álcool. 

Mas conhecer as frutas que melhoram a ressaca não deve ser uma desculpa para beber demais com frequência.

O consumo excessivo de álcool não causa apenas mal estar como também pode causar intoxicação e dependência química.

Assim, preste atenção nos sinais de alerta em você ou em um amigo em caso de intoxicação ou overdose alcoólica grave que podem incluir:

  • Confusão mental
  • Vômito
  • Respiração lenta ou irregular
  • Pele azulada ou pálida
  • Hipotermia
  • Convulsão
  • Perda de consciência

Nestes casos, é fundamental buscar assistência médica o mais rapidamente possível.

Fontes e referências adicionais

Você já tentou curar sua ressaca com abacate ou alguma outra fruta mencionada acima? Comente abaixo!

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5 dicas para aumentar sua libido de forma natural

Após um dia cansativo ou uma situação estressante, o sexo muitas vezes é a última coisa que se passa na sua cabeça, o que é comum. Mas, quando a falta de libido se torna frequente, é importante investigar a causa.

Segundo Lilian Fiorelli, ginecologista especialista em sexualidade feminina, a diminuição de libido pode ser uma alteração hormonal, o uso de algum medicamento (como anticoncepcional, antidepressivo e até mesmo dermatológicos), ou até mesmo o relacionamento em que a pessoa se encontra. “Como que está esse relacionamento? Será que está desgastado? Existe uma  falta confiança ou crença limitante?” questiona a profissional. E além disso, é importante lembrar que a libido é algo que se conquista através de estímulos (próprios ou até mesmo de algum parceiro).

COMO AUMENTAR A LIBIDO DE MANEIRA NATURAL

1

PRATIQUE O AUTOCONHECIMENTO

Se conhecer de maneira intelectual e física pode ser um divisor de águas quando se trata da libido. Ao longo da vida, sexo foi um assunto tratado como tabu? Conversas abertas sobre o tema aconteciam entre família, médicos ou até mesmo amigas? Uma religião ou uma educação repressora fez com que a pessoa visse sexo como algo “errado”?

Além disso, o autoconhecimento corporal é imprescritível. “Ela sabe o que dá prazer para ela? Ela se masturba? Sabe quais suas regiões corporais mais sensíveis para se dar mais prazer?” Lilian ainda cita o fato de que muitas vezes, o prazer fica nas mãos da outra pessoa com quem se relaciona e muitas vezes, aquela nem pode ser a melhor maneira para satisfazer seus desejos.

2

INVISTA EM BRINQUEDOS SEXUAIS

Que tal testar algo novo? Caso você nunca tenha usado brinquedos sexuais, a novidade pode ser um fator essencial para melhor a libido e a excitação.  A expectativa da novidade, fantasiando e criando uma expectativa sobre ela traz um aumento da libido, além do fato dos toys levarem o prazer para outra dimensão.

 

3

PROCURE UMA ESTIMULAÇÃO VISUAL E MENTAL

Não, não estamos falando sobre pornografia. Há uma infinidade de livros eróticos, filmes e até mesmo blogs que faram sobre sexo. De acordo com Lilian, entrar em contato com esse tipo de material pode ajudar a ter maior ativação da parte do cérebro que controla a libido. “Esse estímulo parte, muitas vezes, de você”.

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4

FALE DE SUAS FANTASIAS

O sexo (infelizmente) ainda é um tabu, principalmente para as mulheres. Por isso muitas não compartilham suas fantasias sexuais, o que pode vir a gerar uma frustração sexual, diminuindo a libido. Compartilhar as fantasias com um parceiro, pode ser uma maneira de se sentir mais confortável.

5

FIQUE DE OLHO NA SUA ALIMENTAÇÃO

Juliana Gropp, nutricionista da Clínica Alira, explica que são poucos os estudos que relacionam a alimentação com a sexualidade, porém alguns tipos de dieta podem interferir em pontos importantes quando falamos sobre a libido, como por exemplo a gordura. “A gordura é necessária para a produção de hormônios. Desta forma, estudos com dietas muito restritas em gorduras demonstraram que elas podem provocar níveis mais baixos de testosterona”, explica a profissional. “Mas, como o desempenho sexual depende de uma boa saúde cardiovascular, é interessante pensar no consumo de oleaginosas em pequenas quantidades regularmente. Elas são fontes de gorduras boas que melhoram a função dos vasos sanguíneos”.

A deficiência do zinco também pode causar queda de libido e redução da testosterona. “Por isso, corrigir a deficiência com suplementação pode ser benéfico. No entanto, não há comprovação cientifica de que suplementar zinco com altas doses para pessoas com níveis normais de zinco no sangue vá aumentar a libido” alerta.

A maca peruana é o único alimento que demonstrou efeito positivo na libido. Ela é uma raiz de origem andina que possui ação adaptógena e estimulante. O consumo diário pode ajudar a melhorar a disposição, inclusive sexual.

 

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