Como remover e prevenir o tártaro nos dentes

Manchas amareladas nos dentes, principalmente na margem gengival, indicam a presença de tártaro, que é o resultado do endurecimento de placas bacterianas. Esse é um problema que deixa todo mundo desconfortável, porque além de ser prejudicial à saúde, afeta a estética do sorriso. 

Não é fácil eliminar o tártaro, tanto que o dentista utiliza instrumentos de raspagem e ultrassom, para conseguir removê-lo. Apesar das prateleiras das farmácias estarem cheias de produtos caros para remoção de tártaro e clareamento, eles podem ser perigosos para o esmalte, que é a camada protetora dos dentes. 

A boa notícia é que há opções caseiras que ajudam a prevenir a formação de placas bacterianas e tártaros, e também ajudam a manter o tratamento realizado no dentista, sem trazer riscos à sua saúde bucal. 

Veja o que são placa bacteriana e tártaro, como removê-los e algumas opções caseiras que vão te ajudar a preveni-los. 

O que são placa bacteriana e tártaro?

Mulher no dentista
Existem fatores que tornam mais suscetíveis a formação de placas e tártaros

O tártaro se forma pelo endurecimento de uma placa bacteriana que ficou acumulada nos dentes. Essa placa é formada por camadas de bactérias que vão se depositando, uma sobre a outra, com o passar do tempo. O fio dental é a solução mais eficaz para eliminar essas camadas, impedindo que formem placas e, consequentemente, tártaros. 

Diferentemente do tártaro, que é uma “pedra” amarela grudada nos dentes, a placa bacteriana é uma camada incolor e pegajosa. O primeiro sinal de que há placas bacterianas nos dentes é a halitose (mau hálito). Ela é a origem de vários problemas além do tártaro, como a cárie, a gengivite e a periodontite.  

As placas bacterianas se formam pela ação das bactérias presentes na saliva, que quebram o carboidrato ingerido nos alimentos e bebidas, formando um ácido, que se mistura às sobras de comida entre os dentes. 

Por isso, o tártaro tende a se localizar próximo aos ductos produtores de saliva, entre os dentes inferiores da frente e nos dentes superiores posteriores, junto ao primeiro molar. 

Existem fatores que podem te deixar mais suscetível à formação de placas e tártaros, pois dificultam a higienização: 

  • Uso de próteses dentárias 
  • Uso de aparelhos ortodônticos
  • Uso de contenção fixa
  • Problemas na restauração ou obturação do dente

Como o tártaro é poroso, a coloração das bebidas adere a ele com mais facilidade. Assim, quem bebe muito chá, café ou refrigerantes pode ficar com os dentes mais manchados nos locais onde houver tártaro. Da mesma forma, os fumantes podem ficar com manchas mais evidentes nos dentes, pela combinação do fumo com o tártaro. 

Como remover a placa bacteriana e o tártaro?

Mulher no dentista
O tártaro é removido em um procedimento chamado destartarização ou tartarectomia

A remoção diária da placa bacteriana é o método mais eficaz para prevenir a formação de tártaros, e você pode fazer isso em casa, com o uso diário de fio dental nas escovações.

Uma vez formado o tártaro, já não é possível removê-lo em casa, pois se adere firmemente à superfície dos dentes. Veja algumas dicas de como escovar bem os dentes, evitando alguns erros comuns na escovação.

O tártaro é removido em um procedimento chamado destartarização ou tartarectomia, que é a primeira fase da limpeza bucal ou profilaxia. O dentista utiliza instrumentos de ultrassom e curetas, para raspar os dentes.

Em seguida, é feito o polimento, que remove as placas bacterianas, combinado com jatos de ar, água e bicarbonato de sódio. Por fim, o profissional aplica flúor, para prolongar o efeito do tratamento. 

Opções caseiras que ajudam a prevenir o tártaro

As opções caseiras são úteis na etapa preventiva, que tem como objetivo combater as bactérias, impedindo-as de formarem placas que podem evoluir para tártaros. 

Escovação com bicarbonato de sódio

A nossa boca abriga uma grande quantidade de bactérias, algumas são boas e outras prejudiciais, pois podem causar doenças. A bactéria Streptococcus mutans, por exemplo, é a causadora da cárie

O bicarbonato de sódio possui propriedades antimicrobianas, por isso reduz a quantidade de bactérias na boca, prevenindo as cáries dentárias e a formação de placas bacterianas, que tendem a evoluir para tártaros.  

O bicarbonato de sódio é uma substância básica, que é o contrário de ácida. Por causa dessa propriedade química, ele equilibra a acidez na saliva causada pela ação das bactérias durante a digestão do açúcar presente nos alimentos.

A acidez na boca provoca a desmineralização dos dentes, que é a perda do cálcio presente no esmalte que recobre e protege a superfície dos dentes.  

Desse modo, escovar os dentes com bicarbonato de sódio é uma maneira segura de combater as bactérias que causam placas e cáries, sem danificar o esmalte dos dentes. 

Porém, o método deixa de ser seguro se o uso for contínuo, pois ele aumenta a porosidade dos dentes, tornando-os mais sensíveis, o que pode gerar complicações para a sua saúde bucal.

O ideal é que se escove os dentes com bicarbonato de sódio apenas uma vez por semana. E, nos outros dias, se faça a escovação normal, com o uso de fio, creme e enxaguante bucal. 

Para fazer essa escovação é bem simples: 

  • Coloque um pouco de creme dental na escova.
  • Polvilhe o bicarbonato de sódio sobre o creme dental. 
  • Escove os dentes por 2 a 3 minutos.
  • Enxague a boca normalmente.

Bochecho com óleo de coco

O bochecho com óleo de coco é um método usado para remover as bactérias da boca. Estudos mostraram que o óleo de coco é tão eficaz quanto a clorexidina, um enxaguante receitado para eliminar bactérias e tratar doenças como gengivite e periodontite. 

O óleo de coco possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, além de possuir ácido láurico, que tem propriedades antimicrobianas. Quando usado no bochecho, além de eliminar as bactérias, o óleo de coco promove a formação de uma película sobre os dentes que dificulta a formação de películas e placas de bactérias. 

No estudo conduzido para avaliar os efeitos do óleo de coco na remoção de placas bacterianas e tratamento da gengivite, os pesquisadores observaram uma redução de 50% das placas bacterianas e melhora dos sintomas de gengivite nos participantes da pesquisa. 

Para fazer o bochecho com óleo de coco, siga esses passos: 

  • Coloque uma colher de óleo de coco na boca.
  • Bocheche durante 5 a 10 minutos.
  • Cuspa o óleo de coco e enxague a boca.
  • Faça este bochecho de 1 a 2 vezes por dia.

Essas opções caseiras podem ser adicionadas à sua rotina de higiene bucal, que deve incluir o uso do fio dental, que é o modo mais eficiente de remover as placas bacterianas que se formam entre os dentes e base das gengivas, além da escovação dos dentes e da língua, e do uso de enxaguantes. 

Por fim, os dentistas recomendam que a limpeza dentária profissional seja feita a cada 6 meses, para remoção dos tártaros e prevenção de doenças bucais. 

Fontes e referências adicionais

Você já fez raspagem de tártaro com um dentista? Você costuma usar fio dental todos os dias? Já testou alguma dessas opções caseiras para prevenir a formação de placas bacterianas e tártaros? Comente abaixo!

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O que é whey protein vegano? Benefícios e modo de usar

Whey protein vegano é aquele feito sem a utilização de fontes animais, como a proteína do leite, utilizada normalmente no famoso whey protein tradicional. Ambos são suplementos para auxiliar no ganho de massa muscular.

Assim como existem versões veganas dos mais variados alimentos e produtos cosméticos, existe também uma linha completa de suplementos alimentares veganos.

Basicamente, o veganismo consiste em não consumir qualquer produto de origem animal, como alimentos, roupas, sapatos, produtos cosméticos testados em animais, entre outros.

É inegável como o veganismo tem crescido no Brasil e no mundo. Tanto que a maioria das pessoas conhece alguém em sua família, trabalho ou ciclo de amizades que aderiu a esse estilo de vida.

Saiba a seguir quais são os tipos de whey protein vegano, de que são feitos, sua qualidade nutricional e como consumi-los.

Quais são os tipos de whey protein vegano?

Em primeiro lugar, é importante saber que não é tão correto chamar os suplementos com proteína de origem vegetal de “whey protein vegano”. Afinal, o termo “whey protein” refere-se especificamente à proteína do soro do leite, que não pode fazer parte da dieta vegana.

Mas, então, do que são feitos os suplementos veganos de proteínas? Bem, os mais comuns são à base de proteína de soja, proteína de arroz e proteína de ervilha.

Essenciais para a construção e manutenção dos músculos, as proteínas são formadas por aminoácidos. E é justamente neles que está a diferença entre as proteínas de origem animal e as de origem vegetal.

As proteínas animais contêm todos os aminoácidos essenciais, aqueles que não são produzidos pelo organismo e precisam ser ingeridos por meio da alimentação. Entretanto, isso não ocorre com as proteínas vegetais: nelas, falta um ou mais aminoácidos essenciais ou a quantidade em que eles estão presentes é muito baixa.

A boa notícia é que como cada proteína vegetal possui diferentes aminoácidos, aquele que falta em um, está presente no outro. Portanto, as proteínas vegetais podem ser combinadas para melhorar o seu perfil de aminoácidos.

A proteína de soja

Proteína de soja
A proteína de soja é um dos suplementos proteicos mais conhecidos

A proteína de soja (ou soy protein) conta com grandes concentrações dos aminoácidos arginina e L-tirosina e sua velocidade de absorção é considerada ótima.

Os suplementos do tipo fornecem uma proteína vegetal completa, porém, algumas pessoas preferem não usá-la por não saber se ela pode ter origem transgênica.

A proteína de ervilha

A proteína da ervilha (pea protein) é rica em ferro, zinco e BCAA (aminoácidos de cadeia ramificada). Ela também possui uma quantidade alta de lisina e a arginina é outro aminoácido presente na proteína vegetal.

Entretanto, como ela apresenta baixas quantidades de metionina, é necessário incluir grãos integrais na alimentação para compensar a ausência do aminoácido.

A proteína de arroz

Há ainda a proteína de arroz (rice protein), que possui um teor elevado de aminoácidos ramificados, como a metionina e a leucina. Por outro lado, ela não tem lisina, o que torna necessária complementar a dieta com fontes desse aminoácido.

Batata: o próximo suplemento de proteína vegetal?

Um estudo canadense de maio de 2020 apontou que embora a quantidade de proteína da batata seja pequena, quando essa proteína é isolada, ela pode oferecer benefícios em termos de ganho muscular para os veganos.

A pesquisa avaliou dois grupos de mulheres da faixa dos 20 anos de idade, que praticavam exercícios regularmente. Um grupo consumiu apenas a quantidade normalmente recomendada de proteína (cerca de 0,8 g por kg de peso corporal), já o outro ingeriu uma quantia adicional, a proteína isolada da batata, aumentando o consumo de proteínas para 1,6 g por kg.

Com isso, os pesquisadores concluíram que as mulheres que ingeriram a proteína adicional registraram uma maior taxa de produção de proteínas no músculo, enquanto o outro não apresentou mudanças.

A suplementação vegetal não é necessariamente inferior

Proteínas
Suplementos de proteína vegetal são tão eficientes quanto os à base de proteína do leite

Segundo o médico Bruno Menezes, que atua na endocrinologia e na medicina do esporte, não há evidências que indiquem que os suplementos de proteína vegetal sejam menos eficientes que os produtos à base de proteína do leite.

Além disso, o whey protein vegano contém baixo teor de carboidratos, não possui colesterol, é livre de lactose (benefício importante para pessoas com intolerância à lactose ou com alergia à proteína do leite – APLV), e possui índice glicêmico baixo.

Como tomar o whey protein vegano?

A recomendação é que o suplemento em pó seja ingerido diluído com água (200-300 ml). Com relação à quantidade de proteína, é importante buscar orientação com um profissional nutricionista para determinar a quantidade exata, evitando assim o consumo exagerado.

Quanto ao período, o whey protein vegano pode ser tomado ao acordar, pré-treino, pós-treino, ou antes de dormir.

Assim como qualquer suplementação, é importante respeitar as dosagens estipuladas, pois o consumo em excesso de proteínas pode provocar alterações no fígado, aumento do colesterol e problemas nos rins.

Além disso, para garantir que o seu suplemento de proteína vegetal realmente tenha todos os aminoácidos essenciais ou saber se é preciso fazer alguma combinação para chegar a uma proteína completa, consulte um nutricionista na hora em que for escolher o produto.

Fontes e referências adicionais

Você já experimentou algum desses tipos de whey protein vegano? Se não, pretende utilizar algum? Comente abaixo!

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Melhores frutas ricas em ferro para a dieta

As frutas podem ser uma fonte importante de ferro na nossa alimentação, já que esse mineral não está apenas presente nos alimentos de origem animal.

O ferro faz parte de uma variedade de nutrientes que o nosso corpo precisa para funcionar adequadamente. Esse mineral é parte da hemoglobina, uma proteína que transporta oxigênio dos pulmões para todo o corpo.

Além disso, o mineral está presente em diversas outras proteínas e enzimas, ao mesmo tempo em que auxilia os músculos a armazenar e a utilizar o oxigênio.

Quando pensamos em alimentos com ferro, talvez as frutas não sejam a primeira opção que surgem. Mas, existem algumas frutas ricas em ferro ou que trazem alguma quantidade do mineral. Por exemplo:

Figo

Figo

Além de ser fonte de ferro, o figo também fornece cobre, magnésio, potássio, vitamina B1 (tiamina) vitamina B2 (riboflavina), vitamina B6 (piridoxina) e vitamina K ao organismo.

  • Figo seco: 2,6 mg de ferro por 100 g

Tâmara

Rica em antioxidantes, a tâmara contém ferro e outros minerais como potássio, magnésio, cobre e manganês. Além disso, a frutinha também possui vitamina B6.

  • Tâmara seca: 1,3 mg de ferro por 100 g

Uva-passa

Boa fonte de ferro, a uva-passa ainda carrega outros nutrientes importantes para o corpo humano como potássio, cobre, manganês e vitamina B6.

Ela também possui um mineral chamado boro, que ajuda a manter a boa saúde dos ossos e articulações, pode melhorar a cicatrização de feridas e contribuir com a performance cognitiva.

  • Uva-passa: 2,4 mg de ferro por 100 g

Ameixa seca

Ela contém ferro, mas também é considerada uma boa fonte de manganês, cobre, vitamina A, vitamina B6, vitamina C e vitamina K.

  • Ameixa seca: 3 mg de ferro por 100 g

Damasco

damascos frescos

A fruta que é fonte de vitamina A, vitamina B5, vitamina C, vitamina E, potássio, zinco, magnésio e vários antioxidantes.

  • Damasco seco: 5 mg de ferro por 100 g

Morango

Embora não seja o nutriente mais abundante no alimento, o ferro está presente no morango, que possui quantidades melhores de potássio, manganês, vitamina B9 (folato) e vitamina C.

  • Morango: 0,4 mg de ferro por 100 g

As frutas têm um tipo diferente de ferro

Enquanto as carnes são fonte de um tipo de ferro chamado heme, os alimentos de origem vegetal, como as frutas, contêm o ferro não heme. A diferença entre os dois é que o ferro heme é melhor absorvido pelo corpo do que o ferro não heme.

A boa notícia é que é possível melhorar a absorção do ferro não heme. O truque é combinar, na refeição, alimentos com vitamina C e ferro heme com as frutas e outras comidas com ferro não heme.

Assim, embora consumir as frutas da listinha acima possa ser útil, sozinhas elas não vão fornecer todo o ferro que o organismo necessita. É preciso que a dieta seja composta por toda uma variedade de alimentos nutritivos, incluindo os que são fonte de ferro heme e vitamina C.

Os perigos da carência de ferro no organismo

Anemia
É preciso tomar cuidado com os perigos de ter pouco ferro no sangue

Consumir alimentos com ferro todos os dias é muito importante porque a deficiência do mineral pode causar anemia.

Existem vários tipos de anemia, no entanto, a anemia por falta de ferro é chamada de anemia ferropriva. Os sintomas da doença incluem: cansaço extremo, fraqueza, palidez, tontura, mãos e pés frios, entre outros.

Mas, vale destacar que além da alimentação pobre em ferro, a anemia ferropriva pode ser causada por outros problemas como:

  • Má absorção do ferro: indivíduos com doença celíaca ou Doença de Crohn entre outras patologias;
  • Perda crônica do mineral: como por exemplo, lesões no trato gastrointestinal (úlceras);
  • Aumento da demanda por ferro: na gestação ou na amamentação.

Portanto, se você desconfia que está com anemia, além de passar a consumir mais alimentos ricos em ferro, procure a ajuda médica para saber direitinho como tratar o problema.

Fontes e referências adicionais

Você costuma consumir essas frutas ricas em ferro na dieta? Se não, pretende comer mais algumas delas no dia a dia? Comente abaixo quais delas!

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Aspirina na gravidez faz mal?

Quem nunca precisou tomar aspirina na vida? Bem conhecido em todo o mundo, o remédio é indicado para dores e febre. Mas, a mulher que está esperando um neném pode ficar preocupada se o uso da aspirina na gravidez pode fazer algum mal.

Bem, a primeira coisa que precisamos ter em mente é que assim como ocorre com qualquer tipo de medicamento durante a gestação, o uso da aspirina deve sempre ser feito sob orientação médica.

Medicamento exige cautela

Remédio na gravidez
É preciso ter alguns cuidados para tomar aspirina na gravidez

A liberação do uso da aspirina (ácido acetilsalicílico) durante a gestação depende do período em que a gravidez se encontra. Tanto que a bula do remédio alerta que ele não pode ser usado no último trimestre da gestação.

Tomar aspirina nos últimos três meses de gravidez pode ser perigoso tanto para o bebê quanto para a mulher. No caso da criança, há um risco especial em relação às funções renal e cardiopulmonar, mesmo com o uso de uma só dose.

Já para a mãe, as complicações incluem o prolongamento do trabalho de parto e o aumento no tempo de sangramento.

Entretanto, isso não significa que a aspirina esteja totalmente liberada nos outros trimestres de gestação. Isso porque a bula avisa que aspirina só pode ser usada nos primeiros seis meses da gravidez quando o médico julgar que o remédio é claramente necessário.

Mesmo no caso em que o médico liberar a grávida de até seis meses para tomar o medicamento, a dosagem e a duração do tratamento deverão ser as menores possíveis. Em outras palavras: uma gestante não pode tomar aspirina por conta própria. 

Quando a aspirina pode ser usada

Segundo o Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês) do Reino Unido, a aspirina pode ser administrada em algumas gestantes que têm um risco alto de desenvolver pré-eclâmpsia e restrição do crescimento intrauterino (quando o bebê não atinge o peso normal durante a gestação).

De acordo com o NHS, há evidência que sugere que a administração de uma dose baixa do medicamento durante a gravidez pode diminuir os riscos de desenvolver esses problemas.

A aspirina pode ser recomendada para as gestantes que sofrem com um desses fatores de risco:

  • Doença hipertensiva durante uma gravidez anterior
  • Doença renal crônica
  • Doença autoimune como lúpus eritematoso sistêmico ou síndrome do anticorpo antifosfolipídeo
  • Diabetes do tipo 1 ou 2
  • Hipertensão crônica
  • Valores baixos no teste de PAPP-A (proteína plasmática associada à gravidez)
  • Histórico de restrição do crescimento intrauterino 
  • Histórico de natimorto (gestação com óbito fetal)
  • Histórico de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia

Além disso, o remédio pode ser indicado se a paciente se encaixar em dois dos seguintes grupos de risco:

  • Primeira gestação
  • Intervalo de mais de 10 anos entre uma a gravidez e outra
  • Histórico familiar de pré-eclâmpsia
  • Gestação por fertilização in vitro
  • Grávida com 40 anos ou mais
  • Gestação múltipla
  • IMC (Índice de Massa Corporal) de 35 ou mais.

Entretanto, quem define quando a gestante deve tomar aspirina para diminuir os riscos de desenvolver algum problema durante a gravidez é o médico. Além disso, é o profissional quem define a dosagem do remédio e por quanto tempo ele será usado.

As contraindicações da aspirina

Remédio na gravidez
Esteja atenta às contraindicações do medicamento

Outro ponto muito importante quando queremos saber se a aspirina faz mal é conhecer quais são as contraindicações do medicamento.

Afinal, se a gestante fizer parte de um dos grupos que não podem tomar o remédio, então, ele faz mal para ela, independente do estágio em que a sua gravidez estiver.

A bula de aspirina informa que ela é contraindicada para quem aquelas pessoas que apresentam as seguintes condições:

  • Alergia ao ácido acetilsalicílico, a outros medicamentos da mesma classe da aspirina (salicilatos) ou a qualquer outro componente do medicamento
  • Histórico de crise de asma induzida por salicilatos ou outras substâncias de ação semelhante, especialmente anti-inflamatórios não-esteroidais
  • Úlceras do estômago ou do intestino (úlceras gastrintestinais agudas)
  • Tendência para sangramentos (diátese hemorrágica)
  • Insuficiência renal grave
  • Insuficiência hepática grave
  • Insuficiência cardíaca grave

Além disso, o medicamento é contraindicado para quem faz tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana.

Fontes e referências adicionais

Você já tomou aspirina na gravidez? Teve algum efeito colateral indesejado? Comente abaixo!

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Clareamento dental faz mal para os dentes?

Dentes branquinhos deixam qualquer sorriso mais bonito e são capazes de elevar a autoestima. Não é à toa que muitos procuram procedimentos de clareamento. Mas, no meio dessa busca, uma dúvida pode surgir: será que o clareamento dental faz mal para os dentes?

A resposta para a pergunta depende do tipo de clareamento dental que estivermos falando. Uma coisa é o procedimento realizado por um bom profissional, que saberá minimizar, controlar e até evitar possíveis efeitos colaterais.

Outra, bem diferente é o clareamento dental caseiro, feito sem supervisão ou orientação profissional, que pode trazer riscos.

As técnicas de clareamento dental

mulher antes e depois do clareamento dental
Existem várias técnicas diferentes de clareamento dental

O primeiro passo para entendermos se e quando o clareamento dental faz mal é conhecer algumas técnicas do procedimento.

Clareamento caseiro

O clareamento caseiro é feito através de moldeiras personalizadas para cada paciente. Geralmente, o agente clareador utilizado é o peróxido de carbamida em concentração de 10 a 16%.

O procedimento é aplicado pelo próprio paciente ao longo de duas semanas, durante seis a oito horas por noite ou duas horas por dia. Mas, ele deve seguir todas as orientações que o seu dentista passou para evitar problemas.

Além disso, existem as técnicas caseiras, feitas sem qualquer tipo de supervisão, com produtos como bicarbonato de sódio, açafrão e até suco de limão. Além de não ter garantia que dão certo, elas têm mais risco de causar problemas aos dentes.

Clareamento no consultório

O clareamento no consultório é feito com o peróxido de carbamida ou peróxido de hidrogênio em uma concentração de 30 a 35%.

O resultado é mais rápido justamente porque se usa uma concentração mais alta. Em apenas uma sessão no consultório é possível chegar ao clareamento desejado.

Clareamento interno

O clareamento interno é uma técnica mais conservadora, que preserva a estrutura dentária. Entretanto, ela também é mais invasiva e pode ser utilizada nos casos em que tratamentos de canal são a causa do escurecimento.

A técnica é feita por meio da aplicação de ácido fosfórico a 37% por 15 segundos em toda a câmara pulpar, ou seja, na área interna que abriga a polpa do dente.

Quais podem ser os perigos do clareamento dental?

clareamento dental medindo cores

Os agentes clareadores como o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio têm um ponto de saturação. Quando passam desse ponto, eles começam a quebrar moléculas estruturais do dente, o que pode deixá-lo mais frágil.

Por isso, é muito importante que o procedimento seja feito no tempo correto, quer ocorra no consultório, quer o paciente realize em casa, conforme as orientações do seu dentista.

O aumento da sensibilidade dentária é um dos principais efeitos colaterais do clareamento dental e pode durar quatro dias ou mais.

Dor, irritação, inflamação gengival, toxicidade, sensibilidade gástrica, alterações do pH dental, aumento de trincas no esmalte do dente e desmineralização da estrutura dentária também podem ocorrer.

Outro risco do clareamento de consultório e caseiro é quando o agente clareador não é totalmente removido. Assim, o paciente pode ingerir o produto, o que pode causar queimação na língua e garganta e irritação no estômago e intestino

No caso do clareamento interno, o principal risco é a reabsorção dentária externa, devido ao vazamento do agente clareador, causando ferimento no tecido que apoia e envolve o dente.

Vale destacar ainda que repetidos clareamentos modificam a estrutura do esmalte do dente. Se feitos de forma incorreta, eles podem levar a alterações irreversíveis na estrutura dental.

É importante lembrar que o esmalte é a camada mais externa e dura do dente e funciona como uma barreira protetora de estruturas mais sensíveis do dente.

Entretanto, mesmo com esses possíveis efeitos colaterais, o clareamento dental é minimamente invasivo e seguro. Isto é, quando feito por um bom profissional e desde que o paciente siga todas as recomendações do dentista para o clareamento caseiro e não faça o procedimento por conta própria.

Além disso, há como amenizar alguns efeitos do procedimento. Por exemplo, agentes dessensibilizadores à base de nitrato de potássio (5%) ou fluoreto de sódio neutro a 2% (o famoso “flúor” dos dentistas) podem reverter a sensibilidade dental.

Já analgésicos e anti-inflamatórios como o ibuprofeno podem ser prescritos em casos extremos de dor.

O clareamento caseiro sem supervisão

moldeira usada para fazer o clareamento caseiro
Moldeira usada para fazer o clareamento caseiro

Na internet é comum encontrar dicas de como clarear os dentes em casa, com produtos que encontramos com facilidade na cozinha. Mas, não há garantias de que isso traga bons resultados.

Por exemplo, um dos tutoriais ensina a utilizar uma moldeira de clareamento com duas partes de bicarbonato de sódio e uma de peróxido de hidrogênio.

Mas, segundo o dentista e especialista em medicina dentária Hans Malmstrom, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, usar uma moldeira de clareamento que não foi especialmente ajustada para a sua boca pode fazer com que o peróxido de hidrogênio irrite as gengivas.

Pior ainda se houver uma retração gengival e o peróxido de hidrogênio atingir uma superfície da raiz do dente que estiver exposta.

Outro perigo é a quantidade de peróxido de hidrogênio usada em um tratamento caseiro sem supervisão profissional. Isso porque é muito difícil conseguir medir com precisão uma quantia segura quando se usa o produto por conta própria.

O dentista também alertou contra o uso do suco de limão nos clareamentos caseiros. Isso porque ele é ácido e pode corroer parte do esmalte dentário.

Ao mesmo tempo, Malmstrom não recomenda usar o açafrão para clarear os dentes devido à falta de pesquisas que mostre que o ingrediente é um bom clareador dental.

O mesmo serve para o óleo de coco, pois também não há estudos que demonstrem que ele é eficiente para clarear os dentes.

Cuidados importantes

Antes de iniciar o clareamento dental, o dentista deve realizar um rigoroso exame clínico, Isso é necessário para checar se não há trincas no esmalte do dente, erosão, dentina exposta, entre outros problemas.

Se o paciente tiver alguma dessas complicações, o profissional deverá tratá-las primeiro e só depois poderá seguir em frente com o clareamento dental.

Além disso, para não haver formação de úlcera devido ao contato do agente clareador com a gengiva, o dentista deve sempre verificar se há sinais de vazamento nos protetores gengivais.

O profissional também deve pedir que o paciente o avise caso sinta dor ou queimação.

Fontes e referências adicionais

Você já fez algum tipo de clareamento dental? Se ainda não, pretende futuramente fazer um caseiro ou no consultório? Comente abaixo!

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Pupilas dilatadas: por que acontece e quando é preocupante

As pupilas, que ficam na parte central da íris, que dá cor aos olhos, se contraem e dilatam em resposta à quantidade de luz no ambiente. Essa é uma resposta natural e esperada. Mas, há casos em que as pupilas permanecem dilatadas, mesmo quando deveriam contrair.

Na maioria das vezes, as pupilas dilatadas não representam um risco à saúde e se resolvem espontaneamente. Mas, há casos em que a sua dilatação, juntamente com outros sinais, indicam problemas graves, como aneurisma, tumor cerebral e acidente vascular cerebral (AVC).  

Veja por que as pupilas ficam dilatadas e quando isso sinaliza riscos à saúde. 

Por que as pupilas ficam dilatadas?

mulher com pupilas dilatadas
Existem causas normais e causas preocupantes para as pupilas dilatadas

Resposta natural à luminosidade

As pupilas controlam a quantidade de luz que entra nos olhos e, para isso, ela deve abrir (dilatar) ou fechar (contrair), dependendo da luminosidade do ambiente. Os músculos da íris ajudam nesse movimento de abre e fecha.

Em ambientes com muita luz, as pupilas ficam contraídas, com diâmetro de 2 a 4 mm e, com pouca luz, ficam dilatadas, com abertura de 4 a 8 mm. O termo técnico para pupilas dilatadas é midríase

Isso acontece naturalmente, pois os nossos olhos buscam se adaptar às diferentes condições de luminosidade, com o objetivo de enxergar com o máximo de nitidez possível. 

A lógica é a seguinte: é mais fácil enxergar em um ambiente claro ou escuro? Com certeza, em um ambiente claro, ou seja, com bastante luz. Se estamos em um ambiente escuro, nossas pupilas se dilatam para captar o máximo de luz possível e nos fazer enxergar com nitidez. 

Todos os dias sentimos esse efeito ao caminharmos debaixo do sol e, depois, entrarmos em casa com as luzes apagadas. Nos primeiros minutos, não enxergamos quase nada, pois fica tudo escuro, até as pupilas se dilatarem o suficiente para conseguirmos enxergar nessa nova condição de luminosidade. Em média, as pupilas demoram 25 minutos para ficarem completamente adaptadas à luz. 

O contrário também é bem desconfortável, quando estamos dentro de casa e saímos no sol. Imediatamente, as pupilas se contraem, para diminuir a quantidade de luz que entra pelos nossos olhos. Ao mesmo tempo, fechamos os olhos ou colocamos as mãos na frente deles, para diminuir o desconforto nas pupilas. 

Causas não preocupantes dilatação nas pupilas

Além da luz, outros fatores interferem na contração e dilatação das pupilas, mas não representam um problema de saúde e se resolvem naturalmente, em pouco tempo. 

Emoções

As emoções desencadeiam respostas involuntárias no nosso sistema nervoso, responsáveis pela aceleração dos batimentos cardíacos, respiração ofegante e boca seca, muito comuns no medo e na paixão. 

As pupilas também sofrem ação dessas emoções fortes, por isso elas se dilatam quando avistam uma pessoa que desperta atração física ou em situações de estresse, medo e dor. Quando o estímulo passa, as pupilas voltam ao normal, não sendo motivo de preocupação. 

Concentração

Você já ouviu alguém dizer que, para saber se alguém está mentindo, é só olhar se as suas pupilas estão dilatadas? Isso é verdade, pois contar uma mentira exige bastante concentração. 

Quando o cérebro se concentra em aprender algo novo, prestar atenção em alguma história ou inventar uma mentira, as pupilas se dilatam. É uma resposta comum e se resolve assim que o cérebro se distrai. 

Colírios oftalmológicos

Quem já passou por uma consulta com um oftalmologista, deve saber a sensação desconfortável que os colírios oftalmológicos causam nos nossos olhos. Eles são usados para dilatar a pupila, para que o médico consiga examinar o fundo dos olhos. 

As pupilas ficam dilatadas por um tempo, por isso saímos do consultório com a visão embaçada e com muita sensibilidade à luz, pois não conseguimos regular a entrada de luz por algumas horas. Passado o efeito, a pupila contrai e enxergamos normalmente. 

Medicamentos

Alguns medicamentos têm como efeito colateral a dilatação das pupilas. Para saber se o sintoma é devido ao medicamento que você está usando, consulte a bula ou pergunte ao seu médico. Se não for, é importante investigar a causa, se o sintoma for persistente. 

Essas categorias de medicamentos podem causar dilatação das pupilas: 

  • Anticonvulsivos
  • Antialérgicos
  • Antidepressivos tricíclicos
  • Medicação para enjoo e náuseas
  • Medicação para doença de Parkinson
  • Medicação com toxina botulínica e atropina

Causas preocupantes de dilatação nas pupilas

Pupilas dilatadas
É importante conhecer algumas causas preocupantes que podem provocar isso

As causas preocupantes das pupilas dilatadas geralmente estão associadas com situações de acidentes, uso de drogas e lesões. 

As pupilas podem fornecer informações rápidas a respeito do estado de saúde da pessoa, por isso vemos a cena clássica do socorrista realizando o teste com lanterna nos olhos de uma pessoa acidentada, para verificar se as pupilas estão respondendo à luz. 

Baixa oxigenação no cérebro

Situações que provocam baixa oxigenação no cérebro, como afogamento, dificuldade respiratória e envenenamento, dilatam as pupilas. Além disso, outros sinais acompanham a dilatação das pupilas, que são os batimentos cardíacos acelerados, lábios e pontas dos dedos azulados, tontura e náuseas. 

Essas são situações de emergência médica, que devem ser tratadas o mais rápido possível. 

Drogas

Substâncias entorpecentes agem diretamente no cérebro, causando respostas exageradas aos estímulos, que são evidentes nas alterações psicológicas, comportamentais e físicas. Drogas como anfetamina, LSD, cocaína e ecstasy causam a dilatação das pupilas. 

Lesões oculares ou cerebrais

Os olhos e o cérebro estão conectados pelo nervo óptico, por isso, lesões no cérebro e no globo ocular costumam ser sinalizadas através das pupilas dilatadas. 

Quando alguém sofre um acidente, o socorrista direciona um feixe de luz nos olhos da pessoa, para avaliar seu estado de consciência

Problemas cerebrais como AVC (derrame), aneurismas, tumores cerebrais e traumas cranianos causam a dilatação das pupilas. Esses problemas requerem assistência e tratamento médicos.

Distúrbios oftalmológicos

Alguns distúrbios oftalmológicos podem causar a dilatação constante das pupilas:

  • Pupila de Adie: as pupilas são maiores do que o normal e respondem mais lentamente à luz. Não há cura para essa condição e não se sabe, ao certo, a sua causa. Algumas evidências indicam que ela está associada a traumas, lesões ou até cirurgias. 
  • Midríase unilateral benigna episódica: apenas uma pupila se dilata repentinamente, causando dor de cabeça, nos olhos e visão turva. As crises são esporádicas e tendem a afetar mulheres jovens, que sofrem de enxaqueca. 
  • Glaucoma: o aumento da pressão intraocular, causado pelo glaucoma, pode afetar a capacidade de contração das pupilas, mantendo-as dilatadas. 
  • Aniridia congênita: é uma doença rara em que a pessoa já nasce com a íris parcial ou ausente, por isso, apresenta pupilas constantemente dilatadas, causando muita sensibilidade à luz. 

Quando procurar o médico

Como vimos, na maior parte dos casos, não há necessidade de tratamento para as pupilas dilatadas, pois acontecem por um curto período de tempo e se resolvem naturalmente. 

Mas, quando as pupilas dilatadas forem associadas com outros sinais, como tontura, náuseas ou outras alterações físicas, deve-se procurar um médico.

Outro sinal preocupante é quando as pupilas não reagem à luz, ou seja, não contraem e permanecem dilatadas por horas ou dias. Nesse caso, também é necessário procurar um médico para investigar a causa desse sintoma e tratá-la. 

As pupilas dilatadas são apenas sinais de que algo não está normal em nosso organismo, por isso o tratamento é direcionado para a causa do problema. Solucionada a causa, as pupilas voltam ao tamanho normal, naturalmente. 

Fontes e referências adicionais

Você sabia que as pupilas poderiam sinalizar problemas de saúde? Já notou alguma anormalidade em suas pupilas? Comente abaixo!

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Pupilas dilatadas: por que acontece e quando é preocupante Publicado primeiro em https://www.mundoboaforma.com.br

A falta de controle

Controlar o incontrolável, um comportamento bem habitual e conhecido pela maioria de nós e que gera bastante estresse e sofrimento, afinal, a grande maioria das coisas estão fora do nosso poder de controle.

Ansiedade para solucionar problemas que às vezes nem existem, nervosismo frente ao desconhecido, sensação de impotência quando vê outro passando por dificuldade… Por aí vai!

Admito que a pandemia trouxe ainda mais essa sensação de falta de controle para mim (e também para a maioria dos meus pacientes), afinal, não sabemos quando tudo isso vai acabar, sofremos no dia a dia com os números de casos e temos ainda mais dúvidas antes de tomar simples decisões como sair de casa ou encontrar alguém. 

Ok, agora que já identificamos o problema, acredito que vocês já imaginam quais são as consequências, certo? Ansiedade, sensação de impotência, baixa autoestima, estresse, burnout… Quando tentamos controlar tudo ao nosso redor, paramos de apreciar o momento presente e nos tornamos aficionados na resolução de problemas e, às vezes, atrapalhamos os outros pois tentamos resolver por eles. 

E como podemos evitar tudo isso? Primeiro passo é compreender que muitas coisas não estão no nosso controle e que está tudo bem! Se permitir ser surpreendido, abrir mão de sempre saber os próximos passos, recordar que somos apenas seres humanos e não uma divindade, começar a viver mais o momento presente e se divertir com a vida!

Quando nos libertamos desse controle, apreciamos mais o cotidiano, quando conseguimos de fato entregar nossos problemas ao universo, ficamos mais abertos para resolvê-los com mais tranquilidade e consciência. Afinal, quando focamos apenas no que está acontecendo de ruim, nossa mente diminui nossa capacidade de resolução de problemas e passamos a apenas observar o que há de errado. 

Pare pra pensar quando foi a última vez que você esteve presente no presente e não se importou em controlar todos os seus próximos passos? Como você se sentiu em relação a isso? 

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Para alguns, pode ser ruim, simplesmente por ser novo. Para outros pode ser libertador e muito agradável.

 Não estou dizendo para abrir mão de tudo e ficar atoa por ai, ok? Temos algumas obrigações e exigências, mas podemos lidar com elas com muito mais tranquilidade! 

Vamos tentar juntos? 

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Oi, eu me chamo Priscila Conte Vieira, mas pode me chamar de Pri! Sou psicóloga, palestrante e mentora. Atuo na psicologia clínica, sou especialista em Psicologia Positiva, pós graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental, master em autoconhecimento, coach de vida, practitioner em PNL e também criadora do Podcast Respira, não pira (que tal dar uma conferida lá no Spotify?!)

Estarei por aqui todas as semanas, abordando temas da Psicologia Positiva, felicidade, bem-estar e os auxiliando a serem as suas melhores versões, por meio do autoconhecimento e florescimento. Para saber mais sobre mim e me acompanhar no dia a dia, é só me seguir no Instagram! Estou por lá como @psi.priscilaconte Te vejo no próximo Sábado! Até mais ❤ 

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Como organizar a casa – e a vida – neste começo de ano

No Hemisfério Norte, existe uma tradição famosa quando o inverno acaba: a chamada Spring Cleaning, ou seja, a grande faxina da primavera. Apesar da tradução e da origem do nome, esse evento não é só marcado pela limpeza do ambiente, mas também por toda uma organização do espaço que marca o começo de uma nova estação e, muitas vezes, do fim de um período e começo do outro – por lá, por exemplo, o ano letivo acaba quando a primavera começa, entre junho e julho, e recomeça no final do verão, em agosto. 

Claramente, não estamos no Hemisfério Norte – e sim no Sul! -, mas isso não significa que não podemos, de certa forma, adaptar essa tendência para criar um ritual de ano novo com um grande momento de faxina e organização da casa. Para isso, conversamos com a personal organizer Rosangela Reis (@ro.reisorganizer) para saber por onde começar e algumas dicas essenciais para tornar essa organização um hábito. 

Como começar a organizar a casa no começo do ano? 

A ideia do Spring Cleaning é renovar a casa. Depois do inverno rigoroso, em que as janelas se mantém fechadas e a casa “estufada”, além do uso dos cobertores pesados e das roupas quentes e volumosas, o objetivo é arejar, renovar e dar espaço para o novo, inclusive descartando o que não serve mais. 

“A organização é algo que norteia nossas vidas e, geralmente, o início de cada ano é o período mais propício para fazermos aquela geral na casa, nos guarda-roupas, reorganizar as metas, os projetos… Isso ajuda a iniciar com mais foco e determinação, nos dá a sensação de ganho de energia”, explica Rosangela.

A questão, no entanto, parece ser a mesma para todos: por onde começar? Segundo a personal organizer, essa é a principal dificuldade de quem decide reorganizar a casa – e a vida. O segundo entrave é outro velho conhecido: querer fazer tudo ao mesmo. Se você alguma vez já tirou todas as suas roupas do guarda-roupa na ilusão de arrumá-lo num único dia e desistiu no meio do caminho, então, você sabe bem o que é isso. 

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Na vida e rotina sugiro o uso de um planner e, nele, organizar as suas metas e projetos para 2022″, diz ela. “Na casa, comece primeiro tirando os excessos, o que chamamos de desapego ou destralhamento, tirando aquilo que você não usa mais, que está quebrado ou lascado, vencido, que não combina com o seu estilo atual, etc.” 

Depois disso, é importante começar aos poucos. Para Rosangela, o ideal é escolher um ambiente por vez para organizar – e sem a expectativa de arrumá-lo inteiro de uma vez só. É essa tentativa que cansa e faz as pessoas desistirem no meio. “Geralmente, armário de roupas / closet é o mais difícil, porém, o que gera maior impacto na organização da casa”, explica. 

Como não desistir e manter a organização? 

Começar talvez possa ser o mais difícil, mas não é fácil seguir em frente, principalmente quando o assunto é levar um ambiente por vez. Para isso, Rosangela tem algumas dicas: “Um grande motivador é tirar fotos antes de começar e pensar na praticidade que você terá pós-organização”, diz. “Recomendo chamar alguém para ajudar também, uma irmã, comadre, a melhor amiga… assim, vocês conversam e organizam juntas”. 

É válido ter em mente, também, os benefícios que toda essa organização vai trazer a longo prazo, como mais um fator de motivação: “Maior foco no seu dia a dia e economia de tempo, porque uma casa organizada traz praticidade em tudo que se deseja fazer. E o melhor: uma casa organizada faz você economizar, e essa economia pode direcionar para seu grande projeto de férias, por exemplo”, explica. 

Em seguida, vem o próximo passo importante quando o assunto é organização: manter os ambientes arrumados. Para a profissional, a organização é um hábito que precisa ser alimentado todos os dias, como uma atividade física. “Temos que devolver as roupas nas suas ‘casinhas’, como chamamos. É preciso identificar os locais para que todos da casa saibam e para que nosso cérebro não nos traia e a bagunça volte a se instalar”, conta.

Quando se fala em projetos e metas de vida, colocar na rotina o planejamento da semana, com uma reunião consigo mesmo aos domingos à noite ou na segunda de manhã, por exemplo, faz toda a diferença. No final, isso também acaba se tornando um hábito, e passar a fazer revisões semestrais ou anuais fica bem mais leve. 

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Receita de pudim de iogurte light super gostoso

O pudim é uma das sobremesas mais amadas pelos brasileiros. Prova disso é que o doce marca presença em muitos almoços de domingo e aparece até mesmo na ceia de Natal.

A boa notícia para quem ama pudim, porém se preocupa com a balança, é que assim como pode receber diferentes sabores, o prato também pode sofrer algumas adaptações para se tornar mais light.

Um dos truques é trocar o leite condensado pelo iogurte grego. Além disso, o pudim de iogurte light é feito com o adoçante eritritol e leva açúcar (do tipo mascavo) apenas na calda.

A preparação ainda pede ingredientes como ovos, leite desnatado, leite em pó desnatado e o toque todo especial das gotinhas de baunilha. 

Que tal deixar o seu final de semana mais saboroso com o pudim de iogurte light? Então, aprenda como preparar a receita com as instruções a seguir e experimente como o doce fica saboroso!

Pudim de iogurte

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Pudim de iogurte light

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Um delicioso pudim que não leva leite condensado. Uma versão mais light do amado doce!
Course Sobremesa
Diet Poucas Calorias
Keyword pudim de iogurte, pudim de iogurte light, pudim light
Prato Acompanhamentos
Dieta Fit e Light (Poucas Calorias)
Refeição Doces e Sobremesas
Prep Time 10 minutes
Cook Time 1 hour
Total Time 1 hour 10 minutes
Porções 8
Calorias 90kcal

Equipment

  • Panela
  • Forma de pudim
  • Liquidificador
  • Forma retangular

Ingredients

Instructions

  • Coloque a água e o açúcar mascavo em uma panela. Leve ao fogo baixo e mexa sem parar até reduzir e formar uma calda.
  • Espalhe a calda em uma forma de pudim, forrando todo o fundo. Reserve. Preaqueça o forno.
  • Retira a pele das gemas dos ovos para evitar que o doce fique com um gosto forte de ovo.
  • Junte os ovos com o restante dos ingredientes no liquidificador e bata até formar uma creme homogêneo.
  • Despeje o creme na forma de pudim por cima da calda. Coloque a forma com o pudim em cima de uma outra forma (retangular) preenchida com água.
  • Leve ao forno para assar em banho-maria por 30 a 40 minutos. Para saber se está bom, espete o pudim com um palito.
  • Após assar o pudim, espere esfriar e leve para gelar por algumas horas. Então, desenforme e sirva.

Notes

  • O número de porções que a receita rende e o teor de calorias por porção variam conforme o tamanho em que você cortar os pedaços de pudim.

Nutrition

Calorias: 90kcal | Carboidratos: 11g | Proteína: 8g | Gordura Total: 2g | Gordura Saturada: 1g | Gordura Poliinsaturada: 1g | Gordura Monoinsaturada: 1g | Gordura Trans: 1g | Colesterol: 65mg | Sódio: 89mg | Potássio: 249mg | Açúcar: 10g | Vitamina A: 327IU | Tiamina (B1): 1mg | Riboflavina (B2): 1mg | Niacina (B3): 1mg | Ácido Pantotênico (B5): 1mg | Piridoxina (B6): 1mg | Cobalamina (B12): 1mcg | Vitamina C: 1mg | Vitamina D: 2mcg | Vitamina E: 1mg | Vitamina K: 1mcg | Cálcio: 174mg | Cobre: 1mg | Folato: 15mcg | Ferro: 1mg | Manganês: 1mg | Magnésio: 17mg | Fósforo: 170mg | Selênio: 10mcg | Zinco: 1mg | Colina: 69mg

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